sábado, 28 de abril de 2012

GILLETTE - A HISTÓRIA


A primeira faz tchan, a segunda faz tchun, e tchan, tchan, tchan, tchan! Barba feita com perfeição e rapidez, para alegria dos barbados mundiais. GILLETTE, marca que provocou uma revolução nos processos de retirada de pêlos indesejáveis, se transformou em sinônimo de lâmina de barbear. Alguém duvida disso?
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A história
Para entrar no mundo das grandes empresas você precisa ser criativo e audacioso, no mínimo. King Camp Gillette, funcionário da Companhia de Selos de Baltimore, cumpriu parte desses critérios quando inventou o chamado safety razor(barbeador seguro).
Em uma manhã quente de 1895, ao fazer a barba, ele simplesmente teve um momento de inspiração e idealizou um aparelho que revolucionou o ato de barbear para sempre. Percebendo que para se barbear, só a ponta da lâmina da navalha era necessária, pensou então em fabricar uma lâmina de aço pequena e descartável.

Os industriais não acreditavam ser possível fazer uma lâmina pequena, de bom corte e barata a ponto de ser jogada fora depois. Com a ajuda de William Nickerson, um engenheiro mecânico de sucesso, formado no Massachusetts Institute of Technology, resolveram os problemas técnicos e superando os problemas de engenharia da época para produzir, em escala industrial, o primeiro aparelho de barbear, não mediram esforços até fundar, em 1901, na cidade de Boston, estado de Massachusetts, a Gillette Safety Razor Company, com um capital de US$ 5 mil, emprestado pelo industrial John Joyce.

Dois anos depois, o produto foi lançado no mercado, com o preço de US$ 5 pelo suporte e de US$ 1 por um pacote de 20 lâminas, vendendo 51 aparelhos e 168 lâminas ao final do primeiro ano. Já em 1904, os números traduziam o sucesso do inovador produto: 90.000 aparelhos e cerca de 12 milhões de lâminas vendidas.

Em 15 de novembro deste mesmo ano, sob o número #775,134, estava garantida para King C. Gillette a patente do aparelho de barbear. Em 1905, inicia-se o primeiro processo de produção no exterior, em uma fábrica de acentos para bicicleta, localizada em Paris, visando abastecer a crescente demanda do mercado europeu, além da abertura de um escritório de vendas em Londres. Logo depois, inaugura uma fábrica no Canadá e, em 1908, abre uma filial de vendas na Alemanha.

Depois disso, o desafio maior foi mudar os hábitos de barbear vigentes na época. Durante a Primeira Guerra Mundial, um grande passo foi dado nesse sentido, quando a GILLETTE enviou um aparelho de barbear para cada soldado americano, cerca de 3.5 milhões de aparelhos e 36 milhões de lâminas. Assim, muitos deles acabaram adquirindo o hábito de barbear-se em casa, ao invés de irem ao barbeiro. Nesta época, as lâminas eram embaladas uma a uma, em papéis com o retrato e a assinatura de King C. GILLETTE.
Ao criar a embalagem assinada pelo inventor e fabricante, a empresa desde cedo conquistou a credibilidade do público. Em 1939, a marca, que já figurava entre as maiores empresas do mundo, começou a patrocinar o esporte. Esta atitude, muito simpática ao público, se mantém até hoje, como, por exemplo, no patrocínio das Copas do Mundo de Futebol.-Na década de 40, a GILLETTE tomou a decisão de diversificar sua atuação no mercado e expandir seus negócios a outras categorias de produtos. Quando a guerra termina, em 1945, uma nova geração de soldados, que tinham aprendido a barbear-se com os aparelhos GILLETTE, voltava para casa. A 1ª Grande Guerra incutiu nos jovens o hábito de se barbearem; a Segunda Guerra Mundial ensinara-lhes a fazê-lo diariamente. Somente em 1952 a empresa adotou o nome The Gillette Company.

No Brasil, no ano de 1968, a GILLETTE introduziu o aparelho Techmatic, um revolucionário sistema de carga com fita contínua que possibilitava uma qualidade no barbear significativamente superior ao que existia até então. Seguindo o processo evolutivo, no ano de 1975 a empresa lançou G II, o sistema de barbear com lâminas paralelas e intercambiáveis que foi o maior avanço tecnológico desde o surgimento do aparelho de barbear de lâminas de duplo fio. Os anos se passaram, e diversos aperfeiçoamentos foram sendo introduzidos nos aparelhos e nas lâminas.-
A preocupação – no início da década de 90 – do comando da empresa era idealizar e comercializar um produto com margem de lucro maior. Era preciso, então, se criar um produto novo e que tivesse algum apelo para que pudesse ser vendido a um preço mais alto. Mas isso não bastava: o custo do produto teria que ser baixo para a margem poder ser alta.
Os dois problemas foram atacados por partes. Primeiramente, nos Estados Unidos e na Inglaterra, foram conduzidas pesquisas (com um investimento muito alto) junto aos então consumidores e potenciais a respeito de que tipo de inovação aquele mercado demandava. Era preciso um produto realmente diferente – talvez uma inovação radical – e a idéia de um aparelho com 3 lâminas foi a escolhida.
Até mais do que objetivando uma melhoria no desempenho, a terceira lâmina é uma jogada de marketing da empresa, no sentido em que desperta muita atenção nos consumidores. Foi então que surgiu, em 1998, um campeão de vendas: o GILLETTE MACH3. Da prancheta à fábrica, o desenvolvimento do produto custou US$ 750 milhões. É quase o investimento necessário para a criação de um modelo de automóvel e 3 vezes mais do que o consumido pelo antecessor do Mach3, o Sensor, primeiro barbeador com lâminas flutuantes, que levou 20 anos para chegar ao mercado.-
No dia do lançamento do Mach3, o presidente da GILLETTE, Alfred Zeien, foi à Bolsa de Valores de Nova York promover o novo produto. Na abertura do pregão, ele anunciou as qualidades e vantagens do aparelho e ofereceu ao presidente da Bolsa de Valores a oportunidade de se barbear com o Mach3.
Este último, um senhor tipicamente barbudo, aceitou a oferta, pediu licença e se retirou do salão. Voltou alguns minutos mais tarde, sem a barba, com o rosto completamente limpo, falando maravilhas do aparelho e afirmando “nunca ter visto nada parecido”. Nesse momento, as ações da GILLETTE na Bolsa de Nova York subiram por volta de 6%. A GILLETTE destinou uma verba de US$ 300 milhões para a campanha de divulgação do novo barbeador no primeiro ano de seu lançamento.
Com este lançamento, cada vez mais, consolidava-se o reconhecimento da GILLETTE como líder do mercado de lâminas para barbear. A Procter & Gamble comprou a empresa em 2005 por impressionantes US$ 57 bilhões.-
A linha do tempo
1916
● Introdução do GILLETTE Milady Décolletée, barbeador voltado especificamente para mulher.1953
● O creme para a barba GILLETTE Foamy foi introduzido no mercado, tornando-se um enorme sucesso. A espuma de barbear era rica e densa, lubrificando a pele, tornando o barbear mais rente e suave.1960
● Lançamento do desodorante Right Guard, que rapidamente conquistou 25% do mercado americano.● Inicia-se a comercialização da Super Blue, a primeira lâmina revestida, outro grande sucesso desde o início.1971
● Lançou no mercado o conceito de duas lâminas paralelas no barbeador TRAC II, diminuindo assim a irritação facial ao se fazer à barba.● Outro lançamento deste ano foi o barbeador descartável com duas lâminas chamado GOOD NEWS. Este aparelho podia ser encontrado em três versões: Original, Plus (com fita lubrificante) e Pivot Plus (com fita lubrificante e cabeça móvel).1977
● Lançou no mercado o barbeador GILLETTE ATRA, um novo sistema de barbear de lâminas paralelas de ação móvel, ou seja, onde a cabeça do aparelho tem liberdade para se mover (se inclinar) em relação ao cabo, possibilitando melhor ajuste à superfície do rosto.1985
● Introdução do GILLETTE ATRA PLUS, a versão original com fita lubrificante, que em contato com a água, permitia que a lâmina deslizasse suavemente sobre a pele, tornando ainda mais confortável e seguro o ato de barbear.1990
● Introduziu no mercado o barbeador GILLETTE Sensor, um dos produtos de maior sucesso da empresa e o primeiro a ter um sistema de mola nas lâminas. Foram vendidos 24 milhões de lâminas em menos de um ano. Isto significava, que após 11 meses de lançamento, a cada 4 sistemas de aparelho de barbear nos Estados Unidos, 1 era Sensor. Até meados de 1992, o Sensor já havia sido lançado com sucesso em todos os continentes (mais de 50 países), superando a espetacular marca de 40 milhões de aparelhos vendidos.1992
● Introduziu o Sensor for Women, primeiro produto projetado exclusivamente para o público feminino. Jill Shurtleff, que concebeu o produto, não parou enquanto não conseguiu colocar nas mãos das mulheres um aparelho eficaz e seguro para usar em todas as situações.
● Neste mesmo ano lança a primeira linha de produtos GILLETTE SERIES, composta por desodorante anti-transpirante, gel e creme de barbear, além de duas colônias pós-barba.
1995
● Introduziu o Sensor Excel, primeiro barbeador a incluir MicroFins na cabeça do cartucho, uma peça de borracha que levanta o pêlo permitindo um barbear mais rente e com menos irritação. A versão feminina – Sensor Excel for Women – foi introduzida pouco depois.1998
● O barbeador GILLETTE MACH3 foi introduzido no mercado. As principais características do produto, que fizeram deste um dos maiores sucessos da história da GILLETTE, era o alinhamento progressivo das três lâminas (fatias ultrafinas de carbono, quase da espessura de um fio de cabelo), aliado à nova tecnologia de afiação e ao sistema de pivôs avançados que garantem um barbear mais rente, confortável e com menos irritação.Continha ainda uma fita lubrificante indicadora, que facilitava o deslizar da lâmina sobre a pele e indicava o momento de troca do cartucho. Pouco depois, a versão feminina do MACH 3, chamada GILLETTE Venus, foi lançada no mercado.
2004
● Lançamento do GILLETTE MACH3 POWER, versão do modelo original com bateria.2006
● Lançamento do GILLETTE FUSION, que possui um cartucho de cinco lâminas na parte da frente, 30% mais próximas umas das outras do que as do Mach3. Segundo pesquisas, desta maneira, é criada uma “superfície de barbear” que distribui melhor a força empregada, resultando em um barbear mais confortável e que irrita menos a pele. Outra novidade do aparelho é o “Precision Trimmer”, uma lâmina única na parte de trás do cartucho especialmente desenvolvida para aparar costeletas, barbear abaixo do nariz e cortar cabelos nos locais em que é preciso uma boa “pontaria”. A linha também inclui uma versão com bateria que custa US$ 11.99.
O Fusion Power é o primeiro barbeador com um microchip “on board”, que tem a função de regular a voltagem e a freqüência dos movimentos das lâminas. Uma luz indicativa avisa quando a pilha (do modelo palito) está acabando e, para economizá-la, o aparelho desliga-se automaticamente após oito minutos de operação, em caso de ativação acidental.-
A linha Prestobarba de aparelhos de barbear, mais usada no Brasil, foi lançada no ano de 1976 e até hoje faz parte do dia-a-dia de homens e mulheres. O produto foi o primeiro aparelho de barbear descartável de lâminas paralelas do mercado brasileiro. O aparelho que “a primeira faz Tchan, a segunda faz Tchun e Tchan Tchan Tchan Tchan!” é utilizado por 1 em cada 3 usuários de aparelhos descartáveis no Brasil.
A evolução visualO logotipo da GILLETTE mudou muito desde 1901, tendo sua última alteração feita em 1991 como podemos ver na imagem abaixo.--

Campanhas que fizeram história
Em 1976, a GILLETTE teve o desafio de criar uma nova categoria de produto dentro do mercado de lâminas e aparelhos de barbear ao lançar o primeiro aparelho descartável brasileiro, o Prestobarba. Na época a empresa era líder de mercado, mas não sabia o que esperar de um produto cujo propósito era formar o hábito de consumo.
Em dois anos as vendas de Prestobarba triplicaram, atingindo um volume compatível com o investimento feito em mídia para disseminar o conceito de uso de uma lâmina descartável. Com esse desafio em mente, a empresa desenvolveu uma estratégia de comunicação para massificar e popularizar o uso do produto nas classes B, C e D. A solução criativa encontrada gerou uma das campanhas publicitárias mais famosas da história do mercado brasileiro, caracterizada pelo bordão “A primeira fez tchan, a segunda faz tchum e tchan tchan tchan tchan!”, que remetia às duas lâminas e à praticidade na utilização do produto.-O filme de estréia, intitulado “Pai e filho”, foi veiculado pela primeira vez em julho de 1980 e mostrava um jovem radiante fazendo a barba. O pai surpreende o filho no banheiro e o questiona se está tudo bem. Ele de pronto responde: “Tudo bem. Tudo azul. Curtindo meu azulzinho (cor do produto na época)”. Na seqüência o jovem explica os atributos do Prestobarba e entoa o clássico slogan.
A produção se encerra com o pai, encantado, seguindo os passos do filho em frente ao espelho. A ação permaneceu na mídia por cerca de cinco anos e gerou outros três comerciais. A absorção do bordão entre o público e dentro da própria empresa foi tão grande que o “Tchan tchan tchan tchan” foi relançado duas vezes. A primeira em outubro de 2001 com a campanha promocional “Prestobarba dá um tchan tchan tchan tchan na sua vida”, estrelada pelo cantor sertanejo Leonardo. A segunda, em 2003, quando a empresa repetiu a dose, mas dessa vez com a participação do craque do basquete Oscar e seu filho.Atualmente a campanha Gillette Champions, que, por meio da imagem de quatro grandes atletas (os jogadores Kaká e Thierry Henry, o golfista Tiger Woods e o tenista suíço Roger Federer), tem o objetivo de fortalecer o vínculo emocional entre a marca e o público masculino, personificando “o melhor para o homem”.
Os slogans
Innovation is Gillette.
The best a man can get.
 (O melhor que um homem pode alcançar - 1989)
Look sharp, feel sharp. (década de 40)
O melhor para o homem. (Brasil)

Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos● Fundação: 1901
● Fundador: King Camp Gillette
● Sede mundial: Boston, Massachusetts● Proprietário da marca: Procter & Gamble● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO & Presidente: Robert A. McDonald● Faturamento: US$ 10.5 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Valor da marca: US$ 22.841 bilhões (2009)
● Fábricas: 31● Presença global: + 200 países
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 29.000● Segmento: Higiene e cuidados pessoais● Principais produtos: Aparelhos de barbear, cremes de barbear, desodorantes● Ícones: Os aparelhos descartáveis
● Slogan: The best a man can get.
● Website: 
www.gillette.com
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O valor 
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca GILLETTE está avaliada em US$ 22.841 bilhões, ocupando a posição de número 13 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. 
=
A marca no mundo
Hoje a GILLETTE é uma das poucas marcas que pode ser considerada global. Além de estar presente em mais de 200 países e territórios, a GILLETTE leva para todos eles um mesmo produto.
O MACH3 que você encontra ali na esquina, é o mesmo vendido em qualquer supermercado no Japão. A empresa, que possui faturamento de US$ 10.5 bilhões, emprega aproximadamente 29.000 pessoas no mundo todo e opera 31 fábricas em 14 países. Uma de suas fábricas está localizada na cidade de Manaus, atendendo o mercado local e exportando para as Américas, Europa e Estados Unidos.
-Você sabia?● Quase 1 bilhão de pessoas usam um produto GILLETTE todos os dias.
FONTE: MUNDO DAS MARCAS  - http://darleisimioni.blogspot.com.br

Merchandising, conceito e percepção.

Merchandising, conceito e percepção.
O que é Merchandising?
Gosto muito da definição da autora Regina Blessa: “é o conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos na loja, de maneira tal que acelere sua rotatividade.”
Merchandising é uma atividade muito antiga, nasceu praticamente junto com a venda, pois desde que os homens da Idade Média começaram a escolher as ruas principais para expor suas mercadorias, gritando, correndo para todos os lados e concorrendo com os demais mascates para chamar a atenção das pessoas para seus produtos, já se estava fazendoMerchandising.
Passando-se os anos, ele só foi evoluindo, a palavra, foi criada junto com o Marketing nos Estados Unidos na década de 30, foi nessa época que as lojas de balcão começaram a perceber o sucesso das vitrines e notar que as mercadorias expostas tinham um giro muito maior comparado às que ficavam atrás do balcão. Assim, aos poucos, foram-se transformando em lojas de auto-serviço.
Muitos anos depois surgiram os supermercados, onde então o Merchandising era feito para dar destaque a todas as mercadorias e isso começava a partir de um layout da loja, prateleiras, corredores e produtos em promoção.
Atualmente, o Merchandising é algo muito mais completo que procura acompanhar todo o ciclo de vida de um produto, desde a sua imagem para os PDV´s até o acompanhamento de seu desempenho diante dos consumidores, e é considerada a mídia mais rápida e eficaz, pois é a única em que a mensagem conta com os principais elementos para a venda ser efetuada: consumidor, produto e dinheiro.
Abaixo segue algumas dicas para se planejar um bom Merchandising.
  • Descobrir qual a imagem visual que seu produto tem no PDV;
  • Encontrar um diferencial entre o seu produto aos dos concorrentes;
  • Atender as necessidades do seu público-alvo;
  • Planejar objetivos para os PDV´s e porcentagem esperada de vendas;
  • Analisar todos os resultados de ações nos PDV´s, para saber os erros e acertos;
  • Sempre agregar valor ao produto com degustações. Promoções  e demonstrações;
  • Ouvir sempre os varejistas e consumidores;
  • Investir em novidades;
  • Criar materiais simples e fáceis de montar;
  • Agilidade para repor estoques;
  • Conversar muito com a equipe de Merchandising, pois eles ficam 99% do tempo nos PDV´s e têm informações valiosas para lhe passar;
  • Flexibilidade e descentralização de decisões; e
  • Nunca corrigir falhas de preços com promoções, pois sempre estará promovendo o concorrente.
Às vezes fica muito complicado para uma empresa acompanhar todos os passos acima, pois requer mão-de-obra qualificada, e isso significa alto investimento. Assim, uma boa opção é terceirizar a equipe de Merchandising, pois existem excelentes agências especializadas, e que trarão bons resultados.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Até Que Ponto Treinamentos Motivacionais São Importantes?


De duas décadas para os tempos de hoje, observamos que muitas empresas estão recorrendo a treinamentos de cunho motivacional para melhorar o ambiente empresarial.
A pergunta é: Até que ponto esses treinamentos ministrados muitas vezes, por profissionais qualificados, ajudam a empresa a manter-se firme num mercado altamente competitivo?
Podemos fazer a seguinte análise para tentarmos responder essa pergunta.
Se no estresse diário, a que os membros da equipe são submetidos por vários tipos de problemas rotineiros, parar de vez em quando para realimentar o espírito, afirmaremos, com certeza que os treinamentos motivacionais bem elaborados ajudam, sim, a melhorar o clima empresarial.
É importante perceber que o ser humano só consegue realizar suas tarefas com excelência, quando o mesmo está motivado para o seu trabalho.
Os treinamentos motivacionais podem despertar um novo interesse, principalmente, naqueles funcionários que, muitas vezes, estão com problemas particulares para serem resolvidos e encontram nas mensagens passadas nos workshops respostas para superar seus próprios conflitos internos.
Cabe à empresa promover esses encontros várias vezes por ano, mas sempre alertando aos seus colaboradores internos da necessidade de se buscar também sua própria motivação. Afinal de contas, ninguém motiva ninguém. Nem o melhor consultor do mundo.
Motivação é algo apenas que podemos despertar nas pessoas, mas o poder de ação para o resultado deve partir da própria pessoa.
Porém percebemos que algumas empresas promovem encontros motivacionais, apenas uma vez por ano, e desejam ter um resultado duradouro.
Isso é impossível, porque motivação é algo que precisa ser observada melhor dentro do ambiente empresarial e tratada com muita seriedade, e constantemente, e não uma vez perdida.
Treinamento motivacional não é modismo. É necessidade. 
Porque uma empresa que, deseja crescer, precisa manter a sua equipe altamente motivada, para que os resultados esperados sejam os melhores possíveis.
E você, líder, o que tem feito para motivar sua equipe?
POR: Eugênio Sales Queiroz - consultor e palestrante nas áreas de excelência profissional, vendas, atendimento, marketing pessoal e empresarial e educação.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A EVOLUÇÃO DO SEU ESPAÇO DE TRABALHO

Publicado por DARLEI SIMIONI - http://darleisimioni.blogspot.com.br

Conheça 10 mitos sobre a escolha da carreira


A escolha da profissão pode deixar alguns jovens “de cabelo em pé”. Neste momento, é comum surgirem dúvidas, insegurança e medo de optar pela carreira errada. Nesta horas, os palpites e as sugestões de familiares e amigos, apesar de bem-intencionados, podem atrapalhar ainda mais.
A consultora de Recursos Humanos e coach, Maria Bernadete Pupo, aponta os principais mitos que cercam esta questão. Confira abaixo.
Dez mitos


  1. Escolher uma carreira é simples - O truque de se inscrever em vários vestibulares de áreas diferentes e esperar para saber em qual curso foi aprovado poderá resolver a dúvida no princípio. Entretanto, se o estudante não gostar do curso, ou terminará a faculdade a contragosto ou voltará à estaca zero, tendo de optar de novo por outro curso. Para evitar que isso aconteça, é fundamental a reflexão. “A escolha da profissão deve ser baseada nas vocações da pessoa. Isso ela saberá por meio da autorreflexão”.
  2. Um profissional pode me dizer que profissão devo escolher - De maneira nenhuma, a escolha da profissão cabe apenas à pessoa. O especialista poderá ajudar no processo de autodescobrimento. “O profissional deve conduzir este processo, para que quem esteja em dúvida descubra suas vocações, mas nunca escolher por ele”.
  3. Dificilmente ganharei minha vida com um hobby - Geralmente, o hobby é algo que a pessoa ama fazer e, quando se trabalha com o que se gosta, a chance de ser bem-sucedido é muito maior. “Muitas pessoas não se dão conta disso e deixam passar esta oportunidade. Quem ama o que faz trabalha com brilho nos olhos”.
  4. Devo escolher carreiras em que faltam mais profissionais no mercado - Não é porque faltam profissionais na área da Engenharia e TI (Tecnologia da Informação) que estas profissões devem ser escolhidas. A especialista alerta que o apagão de profissionais pode ser algo momentâneo. “O mercado é muito dinâmico, tudo muda rapidamente. Quem disse que faltarão engenheiros daqui a 10 anos?”, questiona a consultora.
  5. Profissões que estão na moda podem garantir mais empregabilidade - Nem sempre. Se a pessoa trabalhar com algo de que ela não gosta, só porque há muitas oportunidades no mercado, será um profissional sem motivação e isso refletirá em sua empregabilidade. “Quem se baseia em fatores externos tem mais chance de ser malsucedido”.
  6. Ganhar dinheiro é o que mais importa na escolha da carreira - “É a mesma coisa de colocar o ter no lugar do ser”. O dinheiro, na escolha da carreira, é algo superficial. Segundo a especialista, em algum momento, o retorno financeiro não será o suficiente para que o profissional se sinta feliz e satisfeito. “Conheço pessoas que não ganham tão bem, mas são muito felizes em suas carreiras”.
  7. Se seguir os passos do meu pai/mãe, tudo será mais fácil - Pode até ser que exista facilidade, mas, se a pessoa não tiver vocação para aquela profissão, também será infeliz na sua escolha. “Se for uma imposição dos pais, o profissional trabalhará por trabalhar, sem vontade e sem motivo”.
  8. Ao escolher uma carreira, ficarei sempre preso a ela - Como o mercado é dinâmico, é possível ingressar em outra área ou até mesmo escolher outra profissão. “Muitas pessoas vão em busca do plano B, como dar aulas, ser consultor, abrir um negócio, quando algo está incomodando na carreira”.
  9. Se eu mudar de carreira, tudo que eu aprendi (competências técnicas) não será aproveitado - Conhecimento sempre é aproveitado. Talvez o profissional não utilize diretamente suas competências técnicas, mas, indiretamente, elas poderão ser aproveitadas. “Já vi pessoas que se formaram em RH, mas trabalham na área financeira. Elas continuam usando o que aprenderam na faculdade, que é lidar com pessoa, mas de uma maneira indireta”.
  10. A escolha da carreira deve estar sempre atrelada à graduação - É possível pensar em uma carreira sem ter o Ensino Superior. Um curso profissionalizante pode, sim, oferecer uma carreira ao profissional. Um setor que tem gerado muitas oportunidades é o de serviços, que não precisa obrigatoriamente que o profissional tenha completado o Ensino Superior.
Por: INFOMONEY - http://www.administradores.com.br

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Adam Smith e a “Mão Invisível” do Mercado na Economia

O Que Adam Smith Representou Para a Economia Capitalista? O Que é Laissez-Faire? Conheça os Princípios Básicos da Macroeconomia.

Em 1723, na Escócia, nasceu um dos mais importantes pensadores econômicos que o mundo teve notícia – Adam Smith. Filho de uma família típica de classe média, desde muito cedo a figura de Smith caracterizou-se pela sua distração e aos 16 anos foi estudar em Oxford, na Inglaterra.

Ele é considerado o pai da Economia moderna e o mais importante teórico do liberalismo econômico. Em plena Revolução Industrial – 1776 – ele publicou um livro que é considerado o marco da Teoria Econômica – “A Riqueza das Nações”, o qual serviu de base teórica para a expansão do capitalismo industrial.

De acordo com Adam Smith o auto-interesse de uma sociedade livre proporcionaria a forma mais rápida de uma nação alcançar o progresso e o crescimento econômico.

Na sua liberal opinião o maior obstáculo a esse progresso econômico seria o intervencionismo do Estado na Economia; pois, para ele, existiria uma “mão invisível” que auto-regularia o mercado. Ou seja, para Adam Smith se o mercado fosse deixado em paz pelos governos ele se manteria sempre em equilíbrio.

Isso ele denominou de “Laissez-Faire”. Para ele caberia ao Estado apenas três funções:

(A) o estabelecimento e a manutenção da justiça;
(B) a defesa nacional;
(C) a criação e a manutenção de certas obras e instituições públicas, as quais não fossem de interesse privado.

Ele era radicalmente contra qualquer restrição à liberdade econômica que levasse ao monopólio de mercado.

ECONOMIA – Conceitos Básicos

A Economia estuda a maneira pela qual a sociedade distribui os recursos limitados da Terra para os insaciáveis apetites dos seres humanos e, nesse cenário, a “oferta” e a “demanda” (procura) são as forças atuantes.

Naquilo que é chamado de “ponto de equilíbrio”, o preço de mercado permite que a quantidade oferecida seja igual à quantidade demandada. Dessa forma, os fornecedores ficam dispostos a vender, os consumidores dispostos a comprar e a oferta se iguala à demanda por um determinado preço.

Em poucas palavras esta é a base de toda a Teoria Econômica. Examinemos o exemplo do Bar Tavern que produz seu próprio chope – o Mimus. Imagine que você seja um(a) bebedor(a) de chope da Skol, mas o Tavern esteja cobrando um preço especial de R$ 1,50 pelo caneco de Mimus.

O dono do bar possui dez (10) barris em estoque, mas ele acha que se tivesse que cobrar o preço habitual de R$ 2,80 o caneco, talvez só conseguisse vender uns dois barris. Você gosta de Skol, mas por R$ 1,50 decide experimentar a marca mais barata.
Aqui, neste bar, a “mão invisível” da economia está em ação, pois ao preço certo, há uma demanda pelos dez barris.

Estruturas de Mercado

Num mercado competitivo existem forças que atuam movendo a oferta, a demanda e os próprios preços. Pois, quanto maior for a concorrência num determinado mercado, mais sensível fica o preço de mercado, em relação à mudanças na oferta e na demanda. Por isso, veremos abaixo, três tipos de estruturas de mercado:

Monopólio Puro: caracteriza-se por haver apenas um vendedor de determinado produto (ou serviço) sem similares no mercado. Exemplo: a empresa LIGHT na cidade do R.J. detém o monopólio do fornecimento da energia elétrica e a TELEMAR, detém o monopólio da exploração do serviço de telefonia fixo no Estado do RJ

 Oligopólio: Caracteriza-se por haver uns poucos fornecedores de um determinado produto (ou serviço), para o qual existem poucos substitutos ou similares. Se o setor for competitivo, o monopólio é benéfico para o consumidor. (Exemplo: o setor de telefonia móvel no Brasil, onde existem apenas quatro fornecedores – Vivo, Claro, TIM e Oi – é benéfico para os consumidores, pois o setor de telefonia móvel está em franco crescimento.
Mas, se o setor não for competitivo, os consumidores não têm nenhum benefício. (Exemplo: o setor de empresas aéreas, onde os quatro participantes – Varig, Tam, Gol e BRA – não competem entre si e, conseqüentemente, os consumidores não têm nenhuma vantagem.

 Concorrência: Caracteriza-se por haver muitos concorrentes vendendo um determinado produto (ou serviço) com muitos similares, os quais podem ser facilmente substituídos. E, nesse caso, a competição favorece os consumidores, com produtos de qualidade e com preços cada vez menores. (Exemplo: o setor de Extrato de Tomates, Xampus, Massa, Biscoitos, etc.)

Portanto, quando o Gerente estiver pensando nas condições específicas do mercado de um determinado ramo ou no comportamento individual dos consumidores, é nesse aspecto da Teoria Macroeconômica que ele deve estar atento, uma vez que as indústrias produzem as quantidades que atendem à demanda, a um preço de equilíbrio baseado na estrutura do mercado competitivo.

Por: JULIO CESAR DE SOUZA SANTOS - http://meuartigo.brasilescola.com/

terça-feira, 24 de abril de 2012

Aposentar-se, e Depois?


Vejo muitas pessoas que imaginam que aposentar-se significa não fazer nada, ficar olhando o tempo passar e preparar-se para a morte. Hoje, pode ser o ponto de partida para uma nova fase na vida. Se você estiver preparado, pode ser emocionante. Nossa expectativa de vida aumentou e muito.
Se hoje você tem vontade de mudar de profissão, de seguir uma segunda carreira, é hora de se preparar para isso, não importa com quantos anos esteja. Muitos podem ser os motivos que nos levam a querer fazer uma coisa diferente, entre eles: o cansaço físico que uma profissão nos proporciona, o surgimento de novas oportunidades, profissões que nos atraem mais ou, ainda, a necessidade de se complementar a renda. Outro motivo que nos leva a querer mudar é descobrirmos que escolhemos uma profissão que não é a mais adequada para o nosso perfil. Isso acontece também quando nos aposentamos e queremos continuar trabalhando, porém em algo que nos dê mais prazer do que a atividade que executamos durante vários anos.
Viver até mais de noventa anos está cada vez mais fácil. Pesquisas mostram que aposentados que continuam com atividades profissionais têm 51% menos possibilidades de morrerem do que aqueles que simplesmente param de trabalhar. Não podemos nos deixar morrer em função do ócio, da falta de perspectivas e de projetos de vida. Sem objetivos de vida a depressão e outras doenças podem ser as realidades de quem não se prepara para a aposentadoria. Aos cinqüenta anos podemos começar uma nova carreira que pode durar trinta anos ou mais. Aposentar pode ser a oportunidade de experimentar o novo, pôr para fora o que se tem de melhor. Não mais trabalhar para sobreviver e sim trabalhar por prazer.
Sabemos que são as nossas escolhas de hoje que trarão os resultados de amanhã, portanto precisamos fazer as escolhas certas. Não importa o motivo, o que vale é a regra de que é preciso planejar uma segunda carreira, pois assim nossas decisões serão mais fáceis de serem tomadas quando precisarmos decidir que rumo seguir.
Você pode também precisar mudar de carreira de maneira mais rápida, sem ter tempo para se preparar. Eu passei por várias mudanças na área profissional, mas sempre tentava me preparar para o que viesse. Formei-me engenheira mecânica, fui professora universitária, no curso de engenharia, durante muitos anos. Em determinado momento assumi a área comercial de uma empresa e deixei o magistério. Com o tempo, fui me envolvendo, também, com a área administrativa, o que me levou a necessitar de conhecimentos especiais de liderança. Comecei a gostar do tema e hoje boa parte do meu tempo é gasto em leituras e pesquisas sobre o assunto. Atualmente estou na minha segunda carreira, trabalho com treinamentos e consultorias e escrevo livros e artigos.
 Experimente começar a planejar a sua segunda carreira, a pensar o que quer fazer quando não estiver mais na profissão que está exercendo atualmente. Não importa se você tem somente vinte e poucos anos. Você pode querer ter seu negócio próprio e para isso pode, por exemplo, começar a economizar. Você pode, futuramente, querer atuar em outra área de conhecimento e para tanto precisa começar a pesquisar e estudar o assunto em suas horas de folga.
Estamos em um processo muito dinâmico e todo momento podemos adquirir novos conhecimentos e repensar tudo o que planejamos. Porém, se você nem iniciou seu planejamento, não poderá aperfeiçoá-lo. Ao longo da vida é preciso trabalhar pensando na autonomia e independência financeira. Viva o dia de hoje, mas planeje o dia de amanhã!
Por:Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial