quarta-feira, 17 de julho de 2013

Eficiência e Eficácia

Estes são dois conceitos muitos antigos, mas implacavelmente atuais.

Principalmente nos dias de hoje não compreendê-los ou, o que é muito pior, confundi-los provoca, sem dúvida, grandes danos à performance e aos resultados.

As diferenças entre esses dois conceitos podem até parecer sutis, mas realmente são extremamente importantes. Peter Drucker, que dispensa apresentações, é enfático em afirmar: eficiência é fazer certo as coisas, eficácia são as coisas certas. E complementa: o resultado depende de “fazer certo as coisas certas”.

Permita-me apresentar cada um desses conceitos com alguns detalhes a mais:

  • EFICIÊNCIA é: fazer certo; é o meio para se atingir um resultado; é a atividade, ou, aquilo que se faz.
  • EFICÁCIA é: a coisa certa; é o resultado; o objetivo: é aquilo para que se faz, isto é, a sua Missão.
Considerando-se o exposto vamos checar algumas percepções organizacionais muito naturais e... erradas!

Iniciando: 
Qual a Missão da área de Treinamento? 

A resposta natural poderia ser: treinar pessoas; reciclar; desenvolver ou algo parecido. 
Certo? Não, errado! 
Percebam que as respostas estão representadas por verbos e dirige-se à ação, portanto refere-se a aquilo que se faz, ou à atividade ou o MEIO para se atingir o resultado. 

Este resultado, ou a chamada Missão poderia ser consignado como:
PESSOAS APTAS às necessidades da organização! Este é o objetivo. 
A área de treinamento treina, ou desenvolve suas atividades para alcançar este resultado.

Porém, na prática utiliza-se, com freqüência o indicador de “homens/horas/treinamento” para medir o resultado de treinamento quando se está medindo, apenas, o seu esforço, ou seja, a sua eficiência no desenvolvimento da ação, mas não a sua eficácia. 
Afinal, qual foi o resultado desse esforço em treinamento?

Para ficar mais claro vamos a outro exemplo: 

Qual a Missão da área de manutenção de ar condicionado?

Mais uma vez a resposta natural seria: consertar ar condicionado, que é uma resposta também errada. 

Consertar ar condicionado é o que a área de manutenção faz para alcançar a sua Missão que é: AR CONDICIONADO FUNCIONANDO!

O que isto quer dizer? 
Isto quer dizer que se provoca um grande desvio na qualidade da contribuição das pessoas fortalecendo-se a atividade muitas vezes distanciada do objetivo. Freqüentemente a área de manutenção de ar condicionado é medida pelo tempo que gasta consertando ar condicionado quando deveria ser medida pelo tempo que não gasta consertando, ou seja, pelo tempo de funcionamento do equipamento. 
Esta é a medida da sua eficácia.
  • Percebam então o enorme dano que esta situação causa nos resultados individuais e globais das organizações.
Ao se privilegiar as medidas que acompanham o esforço da realização pode-se perder a relação com o resultado desse esforço. 

Em nome disso muitas realizações dentro das organizações são, o que costumamos chamar de “olhar o próprio umbigo”, perdendo-se a avaliação do nível de agregação de valor aos objetivos da organização. 
E o que conta, cada vez mais, é exatamente o nível de agregação de valor de cada profissional, de cada departamento, de cada organização. 
Para isso é fundamental trabalhar-se com indicadores!

E este viés, infelizmente, ocorre em diversas áreas das empresas provocando um enorme desvio nos resultados e na agregação de valor dessas áreas e, das pessoas que se esforçam para atender as expectativas para o desenvolvimento dos negócios. 
Preciso reforçar que esta preocupação é função indelegável dos níveis de chefia das empresas!

Apenas como lembrete: novos conceitos são importantes para a modernização e desenvolvimento dos negócios, mas de nada adianta se não praticamos (ou entendemos) sequer os antigos. Até mais.

terça-feira, 16 de julho de 2013

As Empresas Preferem o Workaholic?











No fim de semana, o profissional acessa o e-mail da empresa e resolve algumas pendências. Na segunda-feira, fica três horas a mais na sede da organização, na terça faz outras duas extras, assim como na quarta e na quinta. 
  • Quando chega o último dia da semana, ele está tão cansado que não consegue fazer o serviço render e ainda compromete a qualidade de seu trabalho. 
As motivações para ficar além do expediente variam, mas o fato é que a eficiência dos workaholics começa a ser questionada por especialistas.

  • "Independentemente de essa pessoa cumprir uma jornada mais longa por opção própria ou por imposição da empresa, isso é improdutivo. A exaustão aumenta os riscos de problemas de saúde física e emocional, além de poder levar o profissional a tomar decisões equivocadas e cometer erros graves" analisa a coach de carreira Karen Gimenez.
Por isso, o desenvolvedor de software Rafael Audy, 26 anos, resolveu parar e repensar seus conceitos quando percebeu que estava dedicando um tempo muito maior à carreira do que para a sua vida pessoal. 

Trabalho e mestrado ocupavam a maior parte do seu dia, deixando poucas possibilidades para realizar atividades de lazer e ter contato com a família, a namorada e os amigos.
  • "Não tinha a menor intenção em me tornar um workaholic. Adoro o que eu faço e a empresa na qual trabalho, mas precisei me organizar melhor. O dia não vai ter mais de 24 horas mesmo, então procurei ler livros sobre gestão de tempo. Hoje, tenho agendas separadas para cada área da vida, estabeleci prioridades e me sinto muito melhor" conta Audy.
Se o profissional não se dá conta disso, cabe ao gestor prestar atenção. No caso de a fonte do excesso de horas extras ser o próprio líder, o departamento de recursos humanos precisa ficar atento.

  • "O RH funciona como esponja nas organizações. Cabe ao setor diagnosticar isso e interferir, conversando com os envolvidos e buscando uma solução. Os workaholics são conhecidos por ter problemas de relacionamento e podem minar a equipe, comprometendo resultados" atesta Rubem Souza, diretor da RSA Talentos Executivos.
Seria imprudente, no entanto, afirmar que as empresas não gostam de profissionais extremamente disponíveis e capazes de serem acionados a qualquer momento, afirma Lourdes Lovison, gerente de projetos da Advis consultoria de Recursos Humanos.
  • "As organizações continuam amando o workaholic, aquele que não fica chateado em ser chamado no sábado, que não se importa de cancelar compromissos pessoais, que fica até mais tarde com frequência. Não dá para achar que o empregador quer cortá-los. Mas isso não quer dizer que seja produtivo para nenhuma das partes" completa Lourdes.
Fonte - maria.amelia@zerohora.com.br
MARIA AMÉLIA VARGAS - 
 Zero Hora - Porto Alegre/RS.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Dia Internacional do Homem

O Dia Internacional do Homem é um evento internacional celebrado em 19 de Novembro de cada ano. 
As comemorações foram iniciadas em 1999 pelo Dr. Jerome Teelucksingh em Trinidad e Tobago, apoiadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) , e vários grupos de defesa dos direitos masculinos da América do Norte, Europa, África e Ásia.
No Brasil, desde 1992, o Dia do Homem é comemorado em 15 de Julho, por iniciativa da Ordem Nacional dos Escritores. Um dos co-fundadores, Edson Marques, pretende que se altere o nome para Dia do Homem Livre.
A diretora da Secretaria de Mulheres e Cultura de Paz da UNESCO, Ingeborg Breines, disse que a criação da data é "uma excelente idéia para equilibrar os gêneros".
Os objetivos principais do Dia Internacional do Homem é melhorar a saúde dos homens (especialmente dos mais jovens), melhorar a relação entre gêneros, promover a igualdade entre gêneros e destacar papéis positivos de homens.
  • É uma ocasião em que homens se reúnem para combater o sexismo e, ao mesmo tempo, celebrar suas conquistas e contribuições na comunidade, na famílias e no casamento, e na criação dos filhos.

De acordo com os criadores do Dia Internacional do Homem (19 de Novembro), os homens devem denunciar a discriminação que sofrem em áreas como educação, saúde, família, direito, mídia, entre outras, projetando uma imagem positiva de si mesmos na sociedade e destacando suas contribuições.
O Dia Internacional do Homem é celebrado com seminários públicos, atividades escolares, programas de rádio e televisão, passeatas e marchas pacíficas, debates e mostras de arte. 
Os pioneiros da data querem destacar as experiências masculinas na sociedade. Cada ano a celebração foca um tema diferente como, por exemplo, Ano da Saúde Masculina (2002) e Ano do Perdão e da Cura (2007).
Promover modelos masculinos positivos, não apenas de estrelas do cinema ou esportes, mas de homens do dia-a-dia cujas vidas são decentes e honestas;
·     Comemorar as contribuições masculinas positivas para a sociedade, comunidade, família, casamento, guarda de crianças e meio ambiente;
·       Concentrar sobre a saúde do homem e seu bem estar: social, emocional, físico e espiritual;
·    Destacar a discriminação profissional contra os homens nas áreas de serviços sociais, nas atitudes e expectativas sociais e no direito;
·         Melhorar as relações de gênero e promover a igualdade de gênero;
·     Criar um mundo melhor, onde as pessoas possam se sentir seguras e crescer para alcançar seu pleno potencial


11 Dicas para Tomar Decisões Melhores

Desde o momento em que você acorda até o que vai descansar, está tomando decisões. 


Veja algumas dicas que irão ajudá-lo a ser mais sábio naquilo que escolher 



Procure pessoas com várias perspectivas e posições hierárquicas diferentes para que você não se limite apenas ao que enxerga



Muitas pessoas costumam se basear na intuição para tomar decisões importantes, o que pode levar a resultados ruins. A melhor escolha, principalmente em ambientes corporativos, é se basear na lógica e em fatores concretos. Afinal, você não pode, por exemplo, alterar toda a estrutura de um departamento baseado completamente em um sentimento ou sensação. 



Confira a seguir 11 dicas que pode ajudá-lo a tomar decisões melhores e alcançar resultados mais relevantes: 

1. Procure e ofereça evidências

Todas as vezes que alguém faz determinada afirmação ou defende uma ideia, essa pessoa deve oferecer evidências que suportem o que ela diz. Caso isso não ocorra, você deve solicitar esses fatores para que sejam levados em consideração. Da mesma forma, todas as vezes que tomar uma decisão publicamente ou fizer uma afirmação, ofereça o necessário para que as pessoas o levem a sério.

 2. Examine a lógica

Examine as evidências criteriosamente e garanta que a lógica as sustente de maneira coerente. 

3. Encoraje a experimentação

Se há evidências, convide a equipe a fazer algumas experimentações para testar a viabilidade das estratégias propostas e use os resultados para guiar as decisões finais.

4. Faça uma lista de prós e contras

Liste as vantagens e desvantagens de cada opção que você poderia escolher e converse com outras pessoas para considerar diferentes pontos de vista e opiniões.

 5. Considere longo e curto prazo
Você deve levar os efeitos, sacrifícios e ganhos de cada decisão em longo e curto prazo. Determine o que você está disposto a abrir mão em longo termo para ganhar algum benefício em curto prazo e vice-versa.

6. Busque apoio
Enquanto estiver considerando diferentes alternativas, pense em quem poderá ajudá-lo ou reprová-lo. Você deve ponderar os apoios que são absolutamente necessários para que sua proposta seja bem-sucedida e quais não são imprescindíveis. 

7. Questione suas decisões
Questionar se você tomou a decisão certa ou errou é algo útil para colocá-lo no caminho certo e mantê-lo motivado, além de auxiliar no processo de aprendizagem e evitar que você repita erros passados no futuro. 

8. Considere outras linhas de pensamento
Ao tomar decisões, muitas pessoas podem transformar-se em âncoras, pois não saem de sua linha de raciocínio ou perspectiva para considerar outras possibilidades. Mesmo que você tenha certeza de que aquilo que adotou está correto, é muito importante que tenha todas as possibilidades em mente para sua decisão não seja eliminatória ou se desequilibre futuramente por coisas que não foram consideradas.

9. Não deixe o conformismo prejudicá-lo
Mudanças são momentos difíceis, mesmo para as pessoas mais adaptáveis, pois mesmo que você se sinta bem em diferentes cenários, outras pessoas também devem se adaptar a você ou ao que foi trazido de novo. 

10. Confirme as evidências
Se você percebe que informações novas continuam a validar aquilo que você decidiu ou defendeu, não pense que o trabalho está feito. Peça para alguém com a mesma ou ainda mais experiência que você procure por argumentos contrários, pois isso irá fortalecer seu posicionamento. Não trabalhe somente com pessoas que concordam com você.

11. Confie em outras pessoas para melhorar seu julgamento
Mudar ou reverter uma decisão que não está funcionando pode ser uma experiência difícil. Seja qual for o problema, aceitar o erro e as falhas e mudar de direção é uma necessidade. Em casos como estes, procure por outras pessoas para ajudá-lo a avaliar a situação e redirecioná-la da melhor maneira possível. 

Procure pessoas com várias perspectivas diferentes e posições hierárquicas para que você não se limite ao que enxerga de imediato em sua posição. 

Portal www.cmconsultoria.com.br - Fonte: Portal Universia

domingo, 14 de julho de 2013

LINHA IMAGINÁRIA - SEU MOÇO - PEDREIRAS MA 14.12.2011.wmv




MINHA QUERIDA E INESQUECÍVEL TERRA NATAL - PEDREIRAS MARANHÃO BRASIL...quantas saudades...

sexta-feira, 12 de julho de 2013

A ética e a compra de seguidores nas redes sociais

Alguns reais investidos e seu perfil no Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais ganha milhares de seguidores. 
Este instrumento de marketing de guerrilha, profissionalizado há alguns anos, tem ganhado impulso entre artistas, cantores, políticos e todo tipo de gente que busca se mostrar popular. 

O intuito é apelar ao efeito manada, princípio da psicologia das massas segundo o qual as pessoas agem em bandos, num autêntico fenômeno grupal. Afinal, se determinada pessoa ou empresa tem tantos seguidores, deve ser por merecimento. Aqui mora o equívoco.

Dia destes recebi um post de um professor brasileiro, que eu não conhecia até então, e ao acessar seu perfil no Facebook descobri que tinha cerca de dez mil seguidores. Um rápido clique sobre a opção “curtir” e a revelação: sua cidade mais popular era Carcóvia, na Ucrânia. Além disso, durante vários dias da semana a adesão de novos seguidores era nula, com picos em determinadas datas.

Recentemente o cantor Luan Santana veio a público demonstrar sua indignação diante de acusações de fraude na audiência de seus vídeos no Youtube.

O fato é que comprar seguidores pode ser uma estratégia interessante para empresas que pretendam difundir seus produtos ou serviços, gerando virais para alcançar a maior amplitude possível, aumentando significativamente o número de pessoas atingidas. Porém, para pessoas, é um ledo engano, simplesmente porque é contraproducente e antiético.

De que adianta ostentar uma legião de pessoas que talvez não tenham qualquer sinergia com suas ideias? Ou, pior, pessoas que simplesmente não existam, pois foram artificialmente criadas apenas para fazer volume. E isso é muito fácil de constatar, pois há perfis constituídos apenas pela foto e meia dúzia de informações, sem histórico de postagens e com vínculo apenas a outros perfis similares.

A verdade é que vivemos tempos de valores fluidos, pouco consistentes. Empresas declaram a integridade como um de seus princípios fundamentais, mas não hesitam em oferecer propinas, gorjetas e favorecimentos de toda ordem para angariar um pedido. Profissionais atropelam colegas de trabalho e mudam de opinião a cada minuto para justificar apoio a um superior hierárquico e, assim, garantir sua escalada na pirâmide organizacional. Os fins justificam os meios.

São tempos de faça o que eu digo, mas não o que eu faço. Tempos de incongruência e ausência de retidão. Meses atrás fui surpreendido com uma “adaptação” de meu conceito sobre qualidade de vida intitulado “Sete Vidas”, desenvolvido em 2003, por uma empresa que apenas mudou descaradamente uma palavra e alterou a sequência lógica propagandeando o lançamento de uma “metodologia única”.

Como escrevi há quase dez anos, vivemos sob a égide do marketing de percepção, em um mundo governado pela ditadura da imagem. O triunfo da estética sobre a moral. Você é tão belo quanto seus trajes e seu último corte de cabelo possam sinalizar. 

Tão bom quanto a procedência dos diplomas e a fluência em idiomas possam indicar. Tão valorizado quanto a competência ratificada e os resultados apresentados possam parecer.

Afinal, quer pagar quanto?

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Descubra seu “horário nobre” para o trabalho

Ser mais produtivo é um desafio a ser enfrentado todos os dias. A produtividade de uma pessoa tem muito a ver com a forma de como ela gasta sua energia nos trabalhos e tarefas do dia a dia. 

É importante você descobrir como funciona o seu ciclo energético, você trabalha melhor de manhã ou durante a tarde ou talvez uma parte da noite?

  • Descubra como funciona seu ciclo de energia.

Todas as pessoas possuem um ciclo de energia próprio. Isso faz com que algumas pessoas sejam mais produtivas durante a manhã, menos produtivas durante a tarde e no início da noite já não conseguem produzir. 

Estão sempre em ritmo decrescente. Por outro lado, outras pessoas agem de forma inversa, ficam mais produtivas conforme o dia avança e su pico de energia ocorre no começo da noite, estão sempre em ritmo crescente.

Descobrir como funciona o seu ciclo de energia é fundamental para organizar a sua agenda e tarefas de forma mais inteligente e assim alcançar níveis maiores de produtividade, mas deve-se tomar o cuidado para não avançar o expediente da empresa ou levar trabalho para casa.

  • Organize a sua agenda de forma inteligente

Quando você descobrir seu ciclo de energia procure utilizar esse período para realizar as tarefas mais previstas, ou seja, aquelas de rotina que se deve der feita todos os dias porque a qualquer momento pode alguém a qualquer momento pode necessitar dessa informação, são tarefas como responder e-mails, fazer um relatório diário ou formular propostas para clientes etc. 

Se você deixar essas atividades para resolver  depois elas vão se tornar urgentes e vão consumir todo seu o tempo e não restará  espaço para as outras tarefas. Por isso organize sua agenda de forma que você seja mais produtivo no seu horário nobre.

  • Comece mais cedo e evite trabalhar mais

Quem nunca chegou a sua mesa de trabalho com o telefone tocando? Isso é mais normal do que se pensa. Geralmente é um cliente buscando uma informação ou um relatório ou resposta de um e-mail recebida no começo da manhã anterior ou algum problema sério. 

Repare que se você chegar alguns minutos antes no seu trabalho ganha alguns minutos de bônus para poder responder prontamente essas solicitações e ganha tempo para realizar outras tarefas, que podem ser complexas e exigir um pouco mais de tempo para sua elaboração. 

Agindo dessa maneira você ganha mais tempo você ira se tornar mais produtivo e pode chegar mais cedo em casa.

Muitas pessoas acham que devem primeiro chegar ao trabalho para então ligar o computador, tomar café ou colocar a conversa em dia. Mas chegando mais cedo você ganha tempo para as tarefas importantes, evita o stress de ultima hora e ganha mais tempo para passar mais tempo com as pessoas que você gosta.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Intraempreendedorismo

O conceito de intraempreendedorismo, também denominado empreendedorismo corporativo, foi apresentado em 1985 por Gifford Pinchot III, em sua obra homônima cujo subtítulo dizia: “Por que você não precisa deixar a empresa para tornar-se um empreendedor”.

De fato, a interpretação do empreendedor como sendo dono do próprio negócio está ultrapassada. 

A visão coerente remete ao executivo capaz de agir como se fosse um dos principais gestores de uma organização. 

Veja na sequência dez requisitos para promover o intraempreendedorismo em sua corporação.

1. Espírito empreendedor

Significa desenvolver cultura de dono e perseguir o resultado. Uma empresa privada deve ter como propósito fundamental ser lucrativa e rentável – evidentemente não a qualquer preço. Uma empresa pública, por sua vez, deve postular a excelência no atendimento à população e a boa gestão dos recursos.

2. Visão sistêmica

Combater a feudalização no ambiente profissional. Os diversos departamentos ou setores de uma companhia não são mundos isolados e dissociados. Por isso, deve-se estimular o trabalho em equipe com visão holística. A frase “Isso não é da minha área” representa a heresia máxima a ser superada.

3. Valores alinhados

Os princípios que guiam o processo decisório e balizam o comportamento representam o caráter, a essência e o destino de uma organização. Assim, valores pessoais e corporativos devem estar em sintonia, definindo o perfil de quem pode e deve vestir a camisa da empresa.

4. Metas e planejamento

Os objetivos devem ser explícitos e compartilhados e o planejamento deve ser tática, operacional e estrategicamente definido horizontalmente, e não “de cima para baixo”.

5. Excelência

Dar um basta na mediocridade. O possível não é admissível quando o melhor é esperado. O intraempreendedor não tem sua agenda ditada pelo relógio ou pelo calendário, não se esquiva ou transfere responsabilidades, não realiza ou delega tarefas apenas para ver-se livre.

6. Comprometimento

Remuneração adequada e atrelada a resultados, programa de benefícios, plano de carreira, treinamento e desenvolvimento são apenas pré-requisitos básicos a serem oferecidos aos colaboradores. A desejada retenção de talentos demanda aspectos intangíveis como reconhecimento, valorização, clima organizacional estimulante, espaço para a realização de sonhos pessoais e celebração de conquistas.

7. Comunicação. 

Estabelecer parâmetros para uma comunicação aberta, abrangente e objetiva, isenta de ambiguidades, onde opiniões são ouvidas ativamente, debatidas sem censura e acolhidas por consenso.

8. Marketing

Difundir a compreensão básica de que o marketing não é atribuição de alguns, mas responsabilidade de todos e a construção de uma marca é um processo paulatino para gerar vínculo cognitivo e emocional com o consumidor. 

9. Inovação

Em um mundo comoditizado, onde produtos, serviços e pessoas são tão semelhantes, a perenidade exige adaptação contínua, inovação constante e diferenciação permanente.

10. Qualidade de vida

O desequilíbrio entre vida pessoal e profissional é a maior fonte de ansiedade e angústia dos trabalhadores da atualidade. Proporcionar meios para que possam conciliar suas “Sete Vidas” (física, afetiva, profissional, cultural, social, material e espiritual) é o melhor instrumento para sua fidelização.

Por fim, um aspecto essencial deve ser considerado. As tarefas e as metas não podem ser um fardo; o ambiente e as pessoas não podem ser desagradáveis. Assim, a paixão verdadeira pelo trabalho deve ser o combustível a motivar empreendedores e intraempreendedores em sua jornada diária em busca de edificar grandes realizações e deixar um legado autêntico e inspirador.

Fonte:Tom Coelho  http://www.qualidadebrasil.com.br/