segunda-feira, 29 de outubro de 2018

7 Segredos Para Ter Filhos Empreendedores

Pai é sinónimo de compromisso e responsabilidade pelos filhos.
 E, em relação a isso, uma das principais prende-se com a sua educação. Não existe maior orgulho do que um pai ver os seus filhos, a se firmarem na sociedade, atingindo os seus objectivos, melhor ainda se estes têm influencia na dinâmica da vida, a nível mundial.
E, para incrementar um pouco mais o papel de um pai no futuro dos seus filhos, deixamos aqui 7 segredos para ter filhos empreendedores, na óptica de Edward Zuckerberg, o pai de Mark Zuckerberg, que dispensa apresentações.
Entrevistado numa estação de rádio, Dr. Edward Zuckerberg falou sobre como as escolhas que ele e sua esposa fizeram levaram o filho a trilhar o caminho que o levou para se tornar um bilionário.

1.     Liderar com exemplos

Edward Zuckerberg é um dentista e ainda exerce o ofício juntamente com a mulher. A esposa, Karen, (psiquiatra) trabalhou como gerente do escritório. Como resultado, o jovem Mark passou a infância e a adolescência vendo os pais criarem seu próprio negócio, que aliás, também tinha uma série de equipamentos tecnológicos.
Edward conta que enquanto cresciam, sua dinâmica passava pela ida ao escritório dos pais. Isso fez com que eles ficassem expostos a computadores por bastante tempo. “Isso com certeza estimulou o interesse de Mark pela tecnologia”, afirmou Edward Zuckerberg.
O contacto dos filhos com a actividade exercida pelos pais acaba afectanto, directa ou indirectamente, nas aptidões dos filhos, razão pela qual muitos filhos trilham os mesmos passos que seus pais.

2.   Dar segurança aos filhos

Conhecemos muitas histórias de empresários que, mesmo crescendo sem nada, atingiram o sucesso por conta própria, sem ajuda moral ou financeira. As crianças estarão mais dispostas a correr riscos se tiverem um passado estável por trás deles, ou seja, tenham crescido num meio (familiar) que proporcione tal requisito. No caso do Dr. Zuckerberg, ele trabalhou para fornecer esse tipo de estabilidade muito antes mesmo de conhecer sua esposa e ter filhos.
"Crescer judeu na cidade de Nova York", disse ele, "se você tivesse metade do cérebro, seus pais queriam que você fosse um médico ou um dentista".
Assim, embora estive interessado em computadores, prosseguiu com o curso que era visto como uma carreira estável e lucrativa, estudando Odontologia.

3.   Descubrir e desenvolver o interesse dos filhos

Em vez de impor aos filhos a direção que devem seguir, o melhor seria reconhecer quais são seus pontos fortes, apoiá-los e ajudar no desenvolvimento das coisas que eles mais gostam.

Como exemplo, o Dr. Zuckerberg descreveu ajudou o seu filho com um disco tutorial de seus computadores de escritório, que o jovem Zuckerberg costumava aprender a codificar.
"Ele estava entediado com seu trabalho escolar", disse o Dr. Zuckerberg; então deixou que seu filho montasse uma versão primitiva de mensagens instantâneas que permitia que as pessoas em diferentes partes do consultório odontológico e a casa se comunicassem por meio de computador.

4.   Mostrar orgulho pelos filhos

Ao falar sobre o filho, Edward Zuckerberg o descreveu-o como “um bom estudante”, “com uma afinidade especial para matemática e ciências”. Também contou que ele é “alguém quieto” e que “não gosta de se gabar de suas realizações.”
Tudo isso para dizer que todo pai deve mostrar que se importa com os seus filhos. “Eu tenho orgulho do que ele conseguiu, assim como tudo que todos os meus filhos já conquistaram.”

5.    Estabelecer e cumprir limites

A respeito da disciplina com os filhos, Edward afirma que é preciso que os pais tenham uma postura que diga imediatamente aos filhos desobedientes que “esse é um comportamento que não será tolerado”. “Se você compartilhar seu desgosto sobre certas atitudes logo no começo das vidas dos seus filhos, eles já saberão como você se sente sobre certos assuntos”, diz o dentista.
Basicamente, você pode ser um pai progressivo - mas lembre-se de que as crianças são crianças. Eles precisam que você seja sua mãe ou pai.

6.   Incentivar a brincadeira

Nem tudo é disciplina. Edward conta que o fundamental é saber equilibrar as regras com espaços para a criatividade. “Eu acho que extremos, em qualquer forma de ser um pai, não são bons. Crianças precisam ser versáteis. Tem um momento para trabalhar e outro momento para brincar”, afirma o dentista.

7.    Equilíbrar a balança entre trabalho e lazer

Em resposta a uma pergunta do interlocutor do programa de rádio, sobre o equilíbrio entre trabalho e vida, o Dr. Zuckerberg voltou ao fato de que ele e sua esposa trabalharam em casa.
"Minha esposa era uma super-mulher", disse ele. "Ela conseguiu trabalhar e estar em casa. Tivemos uma situação única porque o meu escritório estava na casa. Eu recomendo isso se isso funcionar para sua ocupação. Ele permitiu que trabalhasse e estivesse em casa com as crianças ao mesmo tempo".
Equilibrar estas duas realidades é um requisito fundamental para a saúde emocional da família. Os filhos precisam dos pais e, embora o trabalho possa ser uma “necessidade”, não se deve discurar o lazer. Passe mais tempo com a família!

Bónus: Manter-se jovem!

Até certa altura, ser jovem passa estar associado à “forma de estar”. Não importa quantos anos você tenha, modelár a idéia de viver para seus filhos e se recusar a ceder (muito cedo) à velhice dá incentivo aos filhos. Este último ponto pode ser associado ao segundo ponto, que fala da segurança que os pais devem passar aos filhos.
Um pai com espírito jovem certamente irá transmitir a ideia de rejuvenescimento aos filhos, fazendo com que eles também acabem optimistas.
Copiado: http://www.techtrutas.com/

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Os Consumidores Das Diferentes Gerações

Pela primeira vez convivemos com três gerações diferentes simultaneamente no mercado e ativamente na sociedade. As gerações estão mais curtas e essa mudança afeta a maneira como as pessoas se comportam e consomem produtos e serviços. 
Por isso, é fundamental conhecer essas gerações, compreender onde o seu negócio está inserido e como é possível otimizar os resultados.
O X da questão:

A chamada Geração X, dos nascidos antes de 1980, valoriza a proximidade, as relações. Os relacionamentos são valiosos, principalmente com a família. Grande parte da Geração X chegou aos 30, 40 anos e descobriu que para juntar meio milhão e dar entrada em uma casa ou apartamento o caminho é longo e o preço é alto. 



Esse público tem uma ligação direta com compromisso. Se prometem, cumprem. Dão muito valor ao trabalho, criam vínculos e consolidam carreiras. É uma geração que viu surgir computador pessoal, a internet, o celular e adaptou-se a nova realidade.



Para conquistar o consumidor desta geração, você deve demonstrar que entrega confiança e relacionamento. A frase é “aqui você é especial”. Mostrar a vida em família é uma boa estratégia para chamar atenção dos X´s. Esse público tem mais paciência para entender e pesquisar sobre as características dos produtos e dos serviços e valoriza isso mais do que ideias e causas. Explore os diferentes canais, on e offline, essa geração migra com facilidade e tem interesse em ambas as abordagens.

Os independentes:

Depois dos X´s surgiu a Geração Y, dos nascidos entre a década de 80 e meados da década de 90. Essa geração começou a mudar a discussão, pois valoriza outros fatores. Eles preferem viver a trabalhar. 



Ao contrário da Geração X, que tem um trabalho e se muda para perto, os Y´s escolhem onde querem morar e depois buscam um trabalho. Querem ter independência e não pedem opinião.



A Geração Y gosta de consumir. Diferente do cliente fiel da Geração X, o consumidor da Geração Y não pensa duas vezes em comprar na loja ao lado se o seu negócio não tiver o que ele quer na hora. É uma geração acostumada com o rápido e o instantâneo, que transformou a forma de consumo, facilitando os meios de pagamento e estabelecendo a compra sem sair de casa.



Buscam referências em influenciadores que os inspiram. Estão atentos às últimas tendências e presentes nas redes sociais ativamente. O Google é o melhor amigo dessa geração. Para prender a atenção desse público, seja muito criativo. Transforme seu produto em serviço, pois para eles é mais importante desfrutar de uma experiência do que o bem material. Seja multicanal, o consumidor dessa geração espera ser atendido de todas as formas possíveis. Eles têm foco nos amigos, em novas descobertas e na popularidade. Preferem conteúdo rápido e de impacto, que apele mais para o lado da identificação pessoal.
Com seus fones de ouvido:

A Geração Z, dos nascidos em meados da década de 90 aos anos 2000. Essas pessoas não diferenciam a vida online da offline, para eles tudo está integrado. Eles precisam colaborar, essa geração tem a necessidade de sentir que faz parte de algo significativo. Em contrapartida, a capacidade de relacionamento olho no olho dessa geração é uma preocupação. Vivem em silêncio nos seus fones de ouvido, pois não falam, mandam WhatsApp.

Não são consumistas frenéticos, eles preferem escolher. Eles olham, mas não consomem, querem saber todas as opções, mas não compram. A Geração Z é globalizada. Desapegados das fronteiras geográficas, não têm ligação emocional por onde vivem, mas, sim, com o mundo. Estão muito perto de qualquer pessoa e de qualquer lugar. Comprar na cidade ou perto de casa é a mesma coisa que comprar da China. Não pensam no futuro, o futuro para eles é agora.
Eles são menos deslumbrados com novas tecnologias, absorvendo as inovações com naturalidade. Não gostam de se definir, estão sempre quebrando padrões. Essa geração compreendeu que não é possível ser uma pessoa nas redes sociais e outra fora delas, por isso se expressam de forma espontânea. 
A Geração Z está disposta a buscar o seu produto e comprar online, desde que você atenda por meio de chat, mensagens e redes sociais. Educar é uma das melhores formas de vender para os Z´s. Seja dinâmico, a capacidade de atenção deles é muito mais curta do que a de outras gerações, ao mesmo tempo em que estiverem assistindo ao seu vídeo, provavelmente estarão enviando mensagens para os amigos.
Não generalize!

Quem deles você atende? Qual deles é cliente do seu negócio? Se são os três, o problema é ainda maior. Eles pensam, reagem, trabalham, compram e relacionam-se de maneiras diferentes. Se você quer atingir os três, precisa aprender a se conectar com cada um.

É importante compreender essas gerações, mas não concluir que são estereótipos. 

Cuidado com as generalizações! 



Não trate seu público apenas como uma parcela demográfica, pois pode ser perigoso. Você vai precisar ir mais a fundo no comportamento do seu cliente, não esquecendo que cada pessoa tem a sua individualidade. O importante é enxergar as diferenças entre as gerações para ter noção do impacto da sua estratégia direcionada a cada uma delas, mas lembre-se: as novas gerações são o termômetro para o comportamento no futuro.

Por: Paula Thais Cardozo - http://www.administradores.com.br

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

O que é Holding?

Uma holding é uma empresa que atua como controladora de outras companhias, detendo participação majoritária nas ações de suas subsidiárias. Holding não é um tipo societário, mas uma forma de administração de grupos empresariais que visa redução da carga tributária, retorno de capital sob a forma de lucro isento e planejamento da sucessão.

Formalizada juridicamente no Brasil com a lei número 6.4040/76, conhecida como Lei das Sociedades Anônimas, as holdings podem ser de dois tipos: puras, que tem em seu objeto social apenas o controle das ações de outras companhias; ou mistas, que também produzem bens ou serviços.

Quanto ao tipo de sociedade formada, existem as de sociedade anônima ou limitada. No caso das anônimas, a responsabilidade e participação do acionista é restrita ao preço de suas ações.
Nas sociedades limitadas, consta em seu contrato social que obrigação dos sócios está limitada à participação do mesmo em quotas da empresa, embora todos os sócios respondam de forma solidária pelo capital social.
No contrato também pode ser estabelecido o processo sucessório, regulamenta como se dá a entrada e saída de sócios, assim como a venda das quotas, protegendo o patrimônio do grupo empresarial. Por este motivo, este tipo de sociedade é o mais utilizado no caso da constituição de uma Holding Familiar.
Há também a figura empresarial da Holding Patrimonial, uma sociedade que se dedica à gestão de patrimônio e negócios de pessoas físicas. O objetivo é proteger os bens e conseguir melhores condições em termos de tributação do capital, principalmente aquele de transmissão por herança. 
Um exemplo muito comum é da gestão de imóveis. Uma pessoa física que tem sua renda proveniente de aluguéis é tributada em 27,5% pelo Imposto de Renda, enquanto que uma empresa optante do Lucro Presumido para 11,33% pela receita deste do mesmo patrimônio. O uso da holding também garante que os bens não possam ser expostos a ações fiscais ou trabalhistas, pois não há comunicação entre os bens dos sócios e os da empresa.


Exemplos de Holding

A J&F Investimentos é uma holding de capital fechado, que tem entre suas subsidiárias as empresas JBS e Vigor (setor alimentício), Flora (higiene pessoal e limpeza), Eldorado do Sul (papel e celulose), Canal Rural (mídia) e Alpargatas S.A. (vestuário). Entre as marcas pertencentes à essas empresas e controladas pela J&F estão a Havaianas, a Osklen e a Friboi.
A fusão do Itaú e do Unibanco em 2008 criou uma das 20 maiores holdings financeiras do mundo, a Itaú Unibanco Holding S.A., cujo capital é aberto.

Diferença entre Holding e Joint Venture

A principal diferença entre Holding e Joint Venture se dá acerca da independência das partes. A Join Venture é um acordo entre empresas com um objetivo em comum, acordo este que é desfeito quando do alcance deste objetivo, e as personalidades jurídicas das partes permanecem intactas.
No caso de uma Holding, há a figura da empresa controladora que detém a maior parte das ações das suas subsidiárias, exercendo poder de administração e controle financeiro das empresas do grupo, ou seja, estas personalidades jurídicas não são independentes.


Holding e Truste

Truste é uma manobra empresarial para garantir a um grupo de empresários o controle do mercado. As empresas deixam suas personalidades jurídicas e formam uma nova organização com os mesmos empresários no quadro societário majoritário, controlando assim a administração da empresa, que por sua vezes detém boa parte da oferta de produtos e/ou serviços no mercado. O que configura concorrência desleal com as empresas fora do acordo, ou entrantes, e prejuízo ao consumidor. 
Quando as empresas são homogêneas e atuam no mesmo mercado, é chamado de Truste Horizontal. E Truste Vertical é quando uma mesma organização controla toda a cadeia de suprimentos de um determinado negócio, incluindo no grupo desde o produtor até o produto final.
Tendo em vista que o truste é proibido por lei no Brasil desde 1994, com a Lei Antitruste, a holding passa a ser uma manobra legal de efetivar o mesmo tipo de controle, principalmente no mercado de ações. Este tipo de acordo é controlado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), para garantir a livre concorrência.
Copiado: https://www.dicionariofinanceiro.com

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Estratégia Organizacional: Uma ação além dos padrões


O termo estratégia é um conceito militar bastante antigo, definido pela aplicação de forças contra determinado inimigo. O termo se origina da palavra grega strategos do qual se deriva o significado “a arte do general”, ou ainda, a ciência dos movimentos guerreiros fora do campo de visão do general. (OLIVEIRA, 2002 p. 192). 


Já em termos organizacionais trata-se de mobilizar recursos para atingir objetivos, mediante utilização, pela alta administração, de um plano, uma direção ou um curso de ação para o futuro. O termo estratégia passou a ser bastante utilizado a partir da Teoria Neoclássica, referindo-se aos objetivos de longo prazo e definidos pela cúpula. 



A literatura existente sobre administração estratégica é bastante vasta e ao longo dos anos tem recebido contribuições de diversas outras áreas do conhecimento, no intuito de melhor compreende-la. 



Desde a adaptação das espécies; o desenvolvimento das sociedades; mecânica quântica e teoria do caos até a psicologia da cognição humana e história militar de estratégia e conflitos, tais conceitos corroboram no sentido de entender melhor a aplicabilidade desse termo. Em síntese, conforme Chiavenato (2004), a estratégia é o comportamento utilizado pela empresa ou organização para lidar com situações inerentes a seu ambiente. 



Para Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (2000), contudo, estratégia é uma palavra que muitas vezes é definida de uma forma e usada de outra. Pode-se defini-la como um padrão, ou seja, algo realizado, se olharmos o comportamento passado e pode-se, também, definir estratégia como um plano, se algo pretendido; ou ainda, olhar para frente. 



Em se tratando de empresa deve-se considerar que, ao contrário da estratégia militar, nem sempre se podem identificar claramente as batalhas ou os inimigos. Dessa forma, as estratégias constituem um instrumento administrativo que possibilita otimizar as interações com os fatores ambientais, sejam eles internos ou externos.



Desenvolvida pelos neoclássicos a escola do planejamento estratégico surgiu como um processo formal de formulação de estratégia, a partir de uma abordagem prescritiva e normativa estabelecida em cinco estágios, a saber: 



1 – Formulação de objetivos organizacionais 
A organização define os objetivos globais que pretende alcançar no longo prazo, sua ordem de importância e prioridade e a hierarquia dos objetivos. Nesse estágio identificam-se as alternativas estratégicas relevantes, qual seja a melhor direção a ser tomada. 
2 – Análise externa do meio ambiente 
Uma vez estabelecidos os objetivos, a auditoria externa serve para avaliar as condições do ambiente externo da organização, a partir do mapeamento desse ambiente, visando estabelecer um conjunto de previsões. O lema dos neoclássicos é prever e preparar. 
3 – Análise interna das forças e limitações da empresa 
Trata-se da análise dos pontos fortes e fracos da empresa, sendo os pontos fortes caracterizados como forças propulsoras, enquanto os pontos fracos são as limitações e restrições que impedem o alcance dos objetivos. 
4 – Escolha da estratégia ou estágio de avaliação da estratégia 
Constitui os cursos de ação futura que podem ser adotados para a organização visando atingir os objetivos globais. 
5 – Operacionalização da estratégia 
É onde a maior parte dos modelos de planejamento se torna mais detalhada. Envolve um conjunto de hierarquias em diferentes níveis e diferentes perspectivas de tempo. 

No contexto da abordagem contingencial têm-se em relação a estratégia organizacional, uma roupagem de certa forma distante do processo formal, de etapas preestabelecidas, dando lugar a um comportamento global e contingente em relação aos eventos que ocorrem no ambiente organizacional. 

Nesse aspecto, a escola do Design estabelece uma série de premissas em relação à formulação da estratégia, cabendo destacar, segundo Chiavenato (2004), o mapeamento ambiental e a avaliação interna da organização a partir da matriz de Swot (Strenghts, Weakness, Opportunities, Threats), ou seja, análise dos pontos fortes e pontos fracos (avaliação interna) e ameaças ou oportunidades (mapeamento ambiental); bem como, a compatibilização e Definição da estratégia organizacional. 

Para Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (2000), Toda ação deve fluir da razão, bem como, as estratégias eficazes derivam do pensamento humano rigidamente controlado, ou seja, um processo deliberado do pensamento consciente. Em suma, pressupõe que os executivos saibam o que estão fazendo. Embora, rejeitem algumas premissas da escola do Design, reconhecem sua grande contribuição no campo da administração estratégica. 

Assim, a estratégia deve ser consistente com o ambiente da empresa e deve identificar-se com aqueles encarregados de sua formulação com aplicação máxima de imaginação e criatividade, devendo ser ajustadas à determinada situação, negócio, empresa e modelo de gestão.

Medidas e indicadores obtidos a partir do BSC (Balanced Scorecard) proporcionam a formatação de organizações focadas na estratégia e no equilíbrio organizacional, que se baseiam em quatro perspectivas, conforme Chiavenato (2004): Finanças, Clientes, Processos internos e Aprendizagem/crescimento organizacional. 

Compreender o comportamento competitivo em que tais perspectivas interagem continuamente, além da disposição para agir, certamente conduzirá a organização a patamares de desenvolvimento mais elevados. 


Por: Orlando Rodrigues - http://www.administradores.com.br

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Como Eliminar Problemas Recorrentes em sua Empresa


Conforme seu negócio vai crescendo, os problemas vão automaticamente seguindo a mesma proporção. Isso porque são mais pessoas envolvidas, mais expectativas, mais ideias acontecendo. Porém, é muito importante que o empreendedor olhe com cuidado para os problemas de sua empresa.

Faço este alerta porque quando um problema é resolvido e mais dois aparecem, algo deve estar errado em sua empresa.  Isso geralmente acontece, porque a maioria dos empreendedores resolve ou dá foco aos sintomas, “apagam o incêndio”, mas não buscam eliminar a causa real daquele problema.

3 Dicas para resolver os problemas da sua empresa


Exemplo de problema real

Vamos agora a um exemplo prático que aconteceu dentro do Instituto Brasileiro de Coaching, que é uma de minhas empresas. 
A recepção da empresa tinha o problema que, na hora do almoço, duas das três telefonistas estavam fora. Com isso, muitas ligações se acumulavam em somente uma pessoa e havia clientes que ficavam 10 minutos esperando a ligação ser repassada.
Num primeiro momento, resolvemos chamar uma quarta recepcionista reserva para que, quando duas fossem para o almoço, essa profissional estivesse ali para ajudar. Porém, aconteceu de que, em alguns momentos de folga ou atestado, essa atendente reserva estava ausente e, daí, o problema continuava com os clientes esperando na linha. Essa foi somente uma solução remediativa.

Aplique a técnica dos Porquês


Para resolver este problema foi aplicada uma técnica de gestão de qualidade onde se buscava, pelo menos, cinco porquês daquela situação estar acontecendo. E descobriu-se que, uma das causas para esse intenso tráfego de ligações era que os clientes não tinham uma opção de discagem de ramal, eles precisavam passar pela telefonista para serem encaminhados. Logo, quando essa questão foi otimizada, todo o processo de recepção se tornou mais ágil e o problema que acontecia, no horário do almoço, não voltou a ocorrer.
Buscando o porquê do por que, assim você chega à “causa raiz”. 
Eliminar a causa raiz é o que, de fato, vai fazer você eliminar os problemas. De outra forma, o empreendedor só está “apagando” os sintomas. 
Quanto mais sua empresa cresce, mais problemas aparecem e mais causas raiz você terá que procurar.
O seu trabalho como empreendedor é prestar atenção no seu negócio, você precisa de habilidades – chave para liderar sua equipe e negócios. E um desses cuidados, é quando se identifica a raiz de algum de seus problemas. 
Isso faz com que ele não se repita e, consequentemente, seja eliminado por completo. Novos problemas vão aparecer, mas esses serão novos desafios, não recorrentes.

Faça estatísticas dos problemas da empresa

50% a 60% dos problemas que acontecem nas empresas são recorrentes porque os empreendedores não tratam a causa raiz. 

Vá fundo para achar o problema e foque em eliminar sua causa total e não somente os sintomas. Afinal, esse tipo de estresse gera desgaste e rouba energia da equipe colocando sua empresa num local desagradável.
É necessário ter visão de futuro dentro do seu negócio para transformar sua empresa no local onde seus funcionários querem crescer. 
É preciso identificar, agir e resolver aquilo que não está funcionando para que sua organização promova mais qualidade de vida aos seus colaboradores e lucro aos seus investidores.
Copiado: http://marcusmarques.com.br

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

7 HÁBITOS DOS PERDEDORES

Hoje eu quero compartilhar um texto de um empresário que tem me influenciado muito, juntamente a um grupo de mais de 1 milhão de pessoas. É claro que eu estou falando do Flávio Augusto! Administrador da página “Geração de valor” no facebook. Adoro sua forma direta e sem firulas de se expressar. 
Atinge o mais profundo das pessoas e faz com que pensem e tomem uma atitude.
Preste bastante atenção nessas palavras e procure seguir as suas dicas. São dicas de alguém que batalhou muito para chegar aonde chegou hoje e são lições de vida reais de um homem que convive com todo tipo de gente todos os dias, tanto pessoas de sucesso como também as fracassadas. Vamos fazer parte das pessoas de sucesso…
7 HÁBITOS DOS PERDEDORES
Nossos hábitos têm grande influência sobre nosso comportamento. Não adianta apenas adquirirmos os hábitos dos vencedores, sem antes nos livrarmos dos hábitos dos perdedores.
Abaixo, 7 hábitos dos perdedores:
1. Reclama quando chega a 2ª feira e torce para chegar a 6ª feira – 
Os perdedores odeiam trabalhar. Tudo em suas vidas resume-se na busca de um novo par para uma aventura sexual de fim de semana. Por isso, a balada é sagrada e é assim, de noite em noite, que eles gastam suas vidas.
2. Não gosta de assumir compromissos em nenhuma área da vida – 
Os perdedores têm uma afeição por independência. Assumir compromissos, entregar-se a um relacionamento, comprometer-se no trabalho e lutar por uma meta, sacrificando-se em prol de um objetivo maior, faz com que ele se sinta escravizado.
3. O medo de perder influencia suas decisões muito mais do que sua vontade de ganhar – 
Os perdedores, diante do medo natural que todos nós sentimos, ao invés de enfrentá-lo, eles se acovardam. Resultado! Não se frustram de imediato, porém não conquistam nada. Em longo prazo, sentem-se vítimas do sistema ou que não tiveram oportunidades.

4. Desistem diante das primeiras dificuldades – 
Os perdedores são especialistas em manipular a si mesmos, criando teses convincentes para desistirem de seus objetivos. Tudo isso para fugir das dificuldades. Uma das teses preferidas é: “Não me sinto feliz fazendo isso”. Toda atividade profissional que promove crescimento é desafiadora. E os desafios geram desconfortos. Diante do desconforto, os perdedores usam suas teses para correrem dos desafios. Resultado! Não crescem.
5. Como os perdedores não realizam nada, a única coisa que lhes resta é a auto-afirmação
– Perdedores são orgulhosos, falam e defendem suas convicções sem nenhuma autoridade e na hora H, fogem da raia. Não é pouco comum ver os perdedores se auto-afirmando sobre suas grandes habilidades e competências que nunca colocam em prática.
6. São refém de seus sentimentos 
– Nossos sentimentos, uma vez não gerenciados, tonam-se controladores de nossa vida. O desenvolvimento de uma inteligência emocional faz com que dominemos essas demandas de maneira a fazermos as melhores escolhas. Os perdedores são jogados de um lado para o outro por seus sentimentos. Uma das frases preferidas dos perdedores é: “Eu não controlo o que está em meu coração”.
7. Perdedores acreditam em sorte 
– Acreditar na sorte é uma das maiores anestesias para a consciência de um perdedor, pois sendo controlado por hábitos de perdedor, por consequência lógica, seus resultados jamais poderão ser resultados de vencedor. Neste caso, sentir-se sem sorte é o mais confortador para se acreditar, pois alivia a dor e desenvolve um sentimento de auto-piedade típico dos perdedores: “Eu não tenho sorte”. Quando ouvem de alguém que seus resultados são consequência de suas próprias escolhas, sua resposta preferida é: ” Não é bem assim”. Os perdedores são especialistas na relativização do absoluto, ao mesmo tempo em que generalizam o relativo.

Qualquer um de nós pode desenvolver esses hábitos, seja influenciado por amigos que nos cercam, por nossa família ou por gerado nossas próprias fraquezas. O problema é que uma vez desenvolvidos, esses hábitos funcionam como um vírus de computador, atuando silenciosamente no “sistema operacional” de nosso cérebro, influenciando nosso comportamento, decisões, ações e reações. Nesta hipótese, não será por acaso que teremos fracassos como consequência.
Costumo dizer: Previna-se! Coloque um preservativo em seu cérebro contra o vírus mortal da mediocridade. Ele tira a sua imunidade, mata seus sonhos, faz você definhar sem ter forças para lutar.
Você é inteligente. Pense comigo, se existe uma estatística, por mais difícil que ela seja, ela é possível. Se não fosse, não existiriam centenas de histórias de quem venceu todos os obstáculos e chegou lá. Alcançar o sucesso é uma questão de perseverar até se tornar um ponto fora desta curva, mas para isso, é fundamental que seus hábitos e comportamentos também estejam fora da curva. Este é o X da questão!
Copiado: https://paralemdoagora.wordpress.com

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A Solidão do Suicida

Sim, pessoal, este é mais um texto (entre muitos) a falar sobre o suicídio. Então, sente-se onde quer que você esteja, acomode-se confortavelmente porque iremos falar sobre um assunto que merece toda a nossa atenção e compreensão. Mas, se você não estiver afim de ler o que tenho a dizer, tudo bem. Você pode fechar este site e seguir sua vida como se nada tivesse acontecido.
Nas últimas semanas, temos vivido um hype considerável em torno da série 13 Reasons Why, recente lançamento da Netflix e que trouxe à tona o debate em torno de questões importantes como suicídio, depressão e bullying. 
A série, baseada no livro homônimo, dividiu opiniões e fez o mundo do entretenimento se rachar em dois, separando aqueles que acham que a série foi de grande importância para o debate sobre saúde mental daqueles que a consideram um desserviço em termos de psicologia e combate ao suicídio. Eu, particularmente, compreendo os argumentos de ambos os lados e os considero bastante razoáveis, mas ainda sou levado pela forma como, de repente, todos estão falando de assuntos que são considerados tabus na sociedade. E isso, apenas isso, me faz ver a série com bons olhos (ainda que eu concorde que ela não seja para todos).
Mas, falando especificamente sobre suicídio, quis dar minha opinião no tema porque, em parte, convivo com ele já há algum tempo; em parte porque me preocupa que as pessoas tenham medo de lidar com algo que é tão real e tão destrutivo.
Venho de uma família com histórico de suicídio e depressão. Tenho amigos que já tentaram se matar (intencionalmente ou não) e já estudei com pessoas que (talvez por uma questão de desespero ou qualquer que fosse o motivo) tentaram dar cabo à vida. Estudei vários anos numa universidade que é considerada um dos locais com maior índice de suicídio no Rio de Janeiro (se você é do RJ, sabe de onde estou falando). Suicídio, para mim, não é mais uma palavra incomum. Quando paro para pensar nela, me surpreendo ao perceber o quanto ela é presente em minha vida e isso, definitivamente, não é legal.
Todavia, o senso comum parece tentado a ver o assunto de forma bastante relativizada, infantilizada e romantizada. Somos levados a crer que todo o aspirante ao suicídio é uma pessoa carente de atenção ou que reclama demais da vida. Chegamos até ao ponto de dizer que “tem pessoas com problemas piores” e que, por isso, ela não tem motivos para se matar.
Amigos, entendam, nenhum problema é maior do que o seu e ninguém sabe a dor que você carrega além de você mesmo. 
Quando você diz a alguém (depressivo ou não) que ela/ele não tem motivos para estar triste, você ignora todo o universo particular em que ela/ele vive em prol de uma filosofia utópica de superação a todo custo. As pessoas são frágeis e, especialmente em nossos dias, isso parece ter ganhado outra dimensão com o advento da realidade virtual promovido, principalmente, pelo crescimento das redes sociais.
Não estou dizendo que a tecnologia é a grande vilã na história, pelo contrário, ela tem sido, em muitos casos, a grande aliada. O problema somos nós e está em nós. Num mundo cada vez mais tecnológico, cada vez mais desenvolvido, temos nos afastados mais das pessoas quando deveríamos fazer o contrário. As pessoas tem se isolado em suas bolhas particulares e isso tem nos deixado doentes. Não é à toa que o índice de depressivos tem aumentado no Brasil.
É preciso entender que depressão e suicídio não são simples baboseiras de quem é carente de atenção. É preciso, ainda, tirarmos da nossa mente aquela visão estereotipada do depressivo, como se todo depressivo fosse aquela pessoa que vive enfurnada 24h por dia dentro de casa, debaixo dos cobertores, sem ver a luz do sol. A depressão é uma doença multifacetada e que, por vezes, passa despercebida pelas outras pessoas. Você pode não suspeitar, mas aquele seu amigo que você gosta tanto pode sofrer com isso e você nem imagina. 
Às vezes, um sorriso largo demais pode esconder dores profundas demais. E se existe um consenso em torno do assunto é que as pessoas evitam falar de suas dores nas almas por medo do que as pessoas vão dizer sobre elas. E se depressão ainda é um tabu, falar que faz tratamento psicoterapêutico não fica para trás.
Falar de doenças mentais pode ser um tanto controverso porque as pessoas ainda persistem no estereótipo do louco descontrolado quando se trata do assunto. entretanto, a verdade é que nem todo doente mental é louco ou descontrolado, existem os transtornos de humor, os transtornos afetivos, de identidade e de outros tantos tipos que apenas nos mostram o quão complexa pode ser a psiqué humana.
O que é importante é que precisamos entender que o depressivo precisa de ajuda, que ele não é apenas  “mais um querendo atenção”. 
Precisamos mostrar que essas pessoas não estão só, pois é essa solidão que, muitas vezes, induz ao suicídio e ao sofrimento que isso gera. Aquele que cogita tirar a própria vida não faz isso simplesmente porque quer morrer. Aliás, a ironia disso está justamente no fato de que grande parte dos suicidas não quer morrer de fato, mas apenas silenciar a própria dor, o vazio que o consome, o sentimento de solidão existencial, a ausência de sentido. Num mundo onde cada vez mais pessoas estão doentes, todos nós podemos ser um suicida em potencial. O que nos impede é apenas os laços que temos aqui, mas no fundo, todos estamos na beirada de um alto prédio, esperando o momento em que nada mais fará sentido.
Paz e luz.

Autor: Pedro H.C. de Sousa - https://epitafiosaparte.wordpress.com

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Se você precisa de ajuda, não hesite em procurá-la. Existem pessoas dispostas a ouvi-lo(la), existem especialistas em vários cantos do país dispostos a recebê-lo. Abaixo, compartilho os dados de contatos do Centro de Valorização da Vida – CVV, uma ONG que atua no combate ao suicídio e no apoio às pessoas com doenças mentais.
CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA – CVV
Telefone: 141
Lista de postos de atendimento do CVV: http://www.cvv.org.br/postos-de-atendimento.php

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

A Transformação Digital e o Futuro das Organizações

A transformação digital já não é só o futuro. É o presente e fará parte do futuro, seguramente. 
Basta olharmos para a geração Z (nascidos entre 1996 e 2010). 
A tecnologia, para esta geração não é um upgrade ao que existia, é a única realidade que eles conhecem. E se assim é, o futuro das organizações só pode passar por aqui, certo?
O grande desafio das organizações prende-se com a adaptabilidade de estruturas, processos, cultura e pessoas. Estamos possivelmente no meio caminho, entre deixar os velhos hábitos como os procedimentos pesados e que envolviam muita mão humana para a nova realidade em que se têm de tornar leves, rápidos, partilhados e adaptados, precisamente, à geração Z. 
Basta olharmos para as novas marcas, com 10 anos ou pouco mais e aferir como elas se organizam, as pessoas que contratam e a cultura que alimentam.
Por exemplo,
  • A maior empresa de táxis do mundo não é proprietária de táxis (Uber)
  • O maior fornecedor de alojamento não tem imóveis (Airbnb)
  • Grandes companhias de telefones não têm infraestruturas de telecomunicações (Skype, Whatsapp)
  • O Lojista de maior valor no mundo não tem inventário (Alibaba)
  • O proprietário de média mais popular não cria conteúdos (Facebook, YouTube)
  • Os bancos que crescem mais rapidamente não têm dinheiro real (SocietyOne)
  • A maior casa de cinema do mundo não tem salas de cinema (Netflix)
  • Os maiores vendedores de software não escrevem os aplicativos (Apple, Google)



As empresas que querem manter-se à tona, têm, obrigatoriamente, de começar a introduzir o digital em todas as áreas da organização ou vão perder o comboio a curto prazo. 
Ainda existem empresas que têm múltiplos ficheiros em excel, word, para gerir, por exemplo, a área comercial, quando podem adquirir um CRM que condensa toda a informação disponível numa só plataforma, online e de fácil acesso. 
Ganha-se em rapidez, comodidade, funcionalidade, recursos, produtividade, gestão de tempo, entre outras.
Agora, é preciso que as pessoas que atualmente estão à frente das empresas mais conservadoras tenham uma visão de inovação e a cultura do “novo” para que permitam que esta transformação se processe e ocorra rapidamente e, ao mesmo tempo, incentivar os mais “teimosos” a saírem da zona de conforto e aprendam a trabalhar e a encontrar soluções com a vertente digital.

Para se ter uma ideia da mudança, o investimento feito em publicidade através do Marketing Digital em 2016 foi de 670 milhões de euros. 
Ultrapassou a empresa escrita em volume de faturação em largos milhões de euros. 
Youtubers com 15, 20 anos são atualmente “opinion leaders” de um exército de outros miúdos da mesma idade. 
Além de ganharem milhões com as marcas, têm influência e ditam tendências. 
Mais uma vez, as organizações têm de estar atentas à cultura que se está a processar e orientar a sua oferta nesse sentido.
A era digital já chegou e por isso temos de nos adaptar!
Copiado: https://vantagemblog.com