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terça-feira, 26 de dezembro de 2023

Quiet Ambition: O Alerta Vermelho para a Sucessão nas Empresas


Imagine o Palmeiras, que é o atual campeão brasileiro de 2023, na situação onde não tem um líder. Os jogadores tomam as decisões.

  • Será que o time teria sido campeão?
  • Será que os conflitos internos teriam sido resolvidos com maturidade e responsabilidade?
  • Será que todos teriam se esforçado em prol do resultado da equipe ou individualmente?
Provavelmente teria sido um caos.

Usei essa analogia, pois espelha perfeitamente o quiet ambition, que é uma tendência alarmante no mundo corporativo que ameaça a cadeia de sucessão e a liderança nas empresas.

Respira, vou explicar o que é o tal Quiet Ambition 

Sua tradução significa ambição silenciosa e descreve profissionais competentes que fogem da liderança. 

Esse fenômeno reflete um desejo de equilíbrio entre vida pessoal e profissional e uma postura crítica em relação ao mundo corporativo.

As gerações mais jovens, especialmente Millennials e Geração Z, estão na linha de frente do quiet ambition.

Veja abaixo alguns números em relação a esse movimento e as gerações mais jovens, que procuram significado e bem-estar, não só sucesso material.



☑ Flexibilidade é Rei: 
85% dos jovens priorizam trabalhos com horários flexíveis.

☑ Saúde Mental no Pódio: 
70% veem a saúde mental como fator crucial na escolha de empregos.

☑ Equilíbrio Vida-Trabalho em Alta: 
90% buscam equilibrar vida pessoal e profissional.

Precisamos despertar o desejo e apoiar o desenvolvimento das novas lideranças.

O mundo corporativo é um mar de oportunidades e desenvolvimento, e é através dos desafios que moldamos a resiliência, autoestima, comunicação, a liderança e tantas outras habilidades.

Vou compartilhar contigo, ao menos 5 consequências que a falta de um líder pode trazer:

⚠ Produtividade em Queda: 
Sem direção, não há motivação.

⚠ Conflitos à Solta: 
Sem um mediador, os conflitos se intensificam.

⚠ Decisões Desastrosas: 
Sem visão, as escolhas falham.

⚠ Equipes Desmotivadas: 
Sem inspiração, o ânimo se esvai.

⚠ Turnover nas Alturas:
Sem desenvolvimento, talentos escapam.

Saiba que você profissional de RH, líder atual ou CEO, você pode ser um arquiteto de líderes em sua empresa. 

Mas como?

Promovendo desenvolvimento. Simples assim!

É crucial promover a liderança. Então pare de tratar como custo a capacitação de colaboradores e novos líderes.

Isso é investimento!


Treinamentos, mentorias e um ambiente que favoreça o crescimento são essenciais.

O sucesso das empresas depende de líderes inspiradores, humanos e bem treinados. 

Eles são o coração das organizações.

Porém o coração da sua empresa pode parar em breve.

Já tinha pensado nisso?

Sem investimento em novas lideranças, o futuro reserva um apagão de líderes. 

Pode anotar e quando acontecer me conte.

Sua empresa está formando líderes para o futuro?

O que você pensa sobre as novas gerações fugindo da liderança?

Copiado: https://www.linkedin.com/in/richardheiras/

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

7 Segredos Para Ter Filhos Empreendedores

Pai é sinónimo de compromisso e responsabilidade pelos filhos.
 E, em relação a isso, uma das principais prende-se com a sua educação. Não existe maior orgulho do que um pai ver os seus filhos, a se firmarem na sociedade, atingindo os seus objectivos, melhor ainda se estes têm influencia na dinâmica da vida, a nível mundial.
E, para incrementar um pouco mais o papel de um pai no futuro dos seus filhos, deixamos aqui 7 segredos para ter filhos empreendedores, na óptica de Edward Zuckerberg, o pai de Mark Zuckerberg, que dispensa apresentações.
Entrevistado numa estação de rádio, Dr. Edward Zuckerberg falou sobre como as escolhas que ele e sua esposa fizeram levaram o filho a trilhar o caminho que o levou para se tornar um bilionário.

1.     Liderar com exemplos

Edward Zuckerberg é um dentista e ainda exerce o ofício juntamente com a mulher. A esposa, Karen, (psiquiatra) trabalhou como gerente do escritório. Como resultado, o jovem Mark passou a infância e a adolescência vendo os pais criarem seu próprio negócio, que aliás, também tinha uma série de equipamentos tecnológicos.
Edward conta que enquanto cresciam, sua dinâmica passava pela ida ao escritório dos pais. Isso fez com que eles ficassem expostos a computadores por bastante tempo. “Isso com certeza estimulou o interesse de Mark pela tecnologia”, afirmou Edward Zuckerberg.
O contacto dos filhos com a actividade exercida pelos pais acaba afectanto, directa ou indirectamente, nas aptidões dos filhos, razão pela qual muitos filhos trilham os mesmos passos que seus pais.

2.   Dar segurança aos filhos

Conhecemos muitas histórias de empresários que, mesmo crescendo sem nada, atingiram o sucesso por conta própria, sem ajuda moral ou financeira. As crianças estarão mais dispostas a correr riscos se tiverem um passado estável por trás deles, ou seja, tenham crescido num meio (familiar) que proporcione tal requisito. No caso do Dr. Zuckerberg, ele trabalhou para fornecer esse tipo de estabilidade muito antes mesmo de conhecer sua esposa e ter filhos.
"Crescer judeu na cidade de Nova York", disse ele, "se você tivesse metade do cérebro, seus pais queriam que você fosse um médico ou um dentista".
Assim, embora estive interessado em computadores, prosseguiu com o curso que era visto como uma carreira estável e lucrativa, estudando Odontologia.

3.   Descubrir e desenvolver o interesse dos filhos

Em vez de impor aos filhos a direção que devem seguir, o melhor seria reconhecer quais são seus pontos fortes, apoiá-los e ajudar no desenvolvimento das coisas que eles mais gostam.

Como exemplo, o Dr. Zuckerberg descreveu ajudou o seu filho com um disco tutorial de seus computadores de escritório, que o jovem Zuckerberg costumava aprender a codificar.
"Ele estava entediado com seu trabalho escolar", disse o Dr. Zuckerberg; então deixou que seu filho montasse uma versão primitiva de mensagens instantâneas que permitia que as pessoas em diferentes partes do consultório odontológico e a casa se comunicassem por meio de computador.

4.   Mostrar orgulho pelos filhos

Ao falar sobre o filho, Edward Zuckerberg o descreveu-o como “um bom estudante”, “com uma afinidade especial para matemática e ciências”. Também contou que ele é “alguém quieto” e que “não gosta de se gabar de suas realizações.”
Tudo isso para dizer que todo pai deve mostrar que se importa com os seus filhos. “Eu tenho orgulho do que ele conseguiu, assim como tudo que todos os meus filhos já conquistaram.”

5.    Estabelecer e cumprir limites

A respeito da disciplina com os filhos, Edward afirma que é preciso que os pais tenham uma postura que diga imediatamente aos filhos desobedientes que “esse é um comportamento que não será tolerado”. “Se você compartilhar seu desgosto sobre certas atitudes logo no começo das vidas dos seus filhos, eles já saberão como você se sente sobre certos assuntos”, diz o dentista.
Basicamente, você pode ser um pai progressivo - mas lembre-se de que as crianças são crianças. Eles precisam que você seja sua mãe ou pai.

6.   Incentivar a brincadeira

Nem tudo é disciplina. Edward conta que o fundamental é saber equilibrar as regras com espaços para a criatividade. “Eu acho que extremos, em qualquer forma de ser um pai, não são bons. Crianças precisam ser versáteis. Tem um momento para trabalhar e outro momento para brincar”, afirma o dentista.

7.    Equilíbrar a balança entre trabalho e lazer

Em resposta a uma pergunta do interlocutor do programa de rádio, sobre o equilíbrio entre trabalho e vida, o Dr. Zuckerberg voltou ao fato de que ele e sua esposa trabalharam em casa.
"Minha esposa era uma super-mulher", disse ele. "Ela conseguiu trabalhar e estar em casa. Tivemos uma situação única porque o meu escritório estava na casa. Eu recomendo isso se isso funcionar para sua ocupação. Ele permitiu que trabalhasse e estivesse em casa com as crianças ao mesmo tempo".
Equilibrar estas duas realidades é um requisito fundamental para a saúde emocional da família. Os filhos precisam dos pais e, embora o trabalho possa ser uma “necessidade”, não se deve discurar o lazer. Passe mais tempo com a família!

Bónus: Manter-se jovem!

Até certa altura, ser jovem passa estar associado à “forma de estar”. Não importa quantos anos você tenha, modelár a idéia de viver para seus filhos e se recusar a ceder (muito cedo) à velhice dá incentivo aos filhos. Este último ponto pode ser associado ao segundo ponto, que fala da segurança que os pais devem passar aos filhos.
Um pai com espírito jovem certamente irá transmitir a ideia de rejuvenescimento aos filhos, fazendo com que eles também acabem optimistas.
Copiado: http://www.techtrutas.com/

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

10 Dicas de como Gerir uma Empresa Familiar

Característica marcante do povo brasileiro, as empresas familiares são bastante comuns de se encontrar pelo mercado. Iniciadas a partir de um café da tarde – por que não? – essas empresas têm tudo para dar certo desde que geridas corretamente. Algo que nem sempre é uma tarefa fácil.
Quando pensamos em família nos permitimos sentir certa segurança, certo? Entretanto, no contexto empresarial tal significado pode estar mais voltado a desentendimentos e conflitos.
Tudo depende exclusivamente de como a organização é criada e, principalmente, de como é administrada ao longo do tempo.
Tomar certos cuidados e medidas é mais do que importante para manter a integridade de todos. É essencial para que o convívio familiar não seja abalado graças ao contexto empresarial e vice-versa.
Se você procura justamente por este equilíbrio na gestão da sua empresa familiar, encontre neste artigo algumas dicas e técnicas que asseguram uma relação muito mais sóbria tanto em horário de expediente quanto fora dele!
Confira 10 dicas sobre como gerir uma empresa familiar

1. Uma pessoa tem que liderar

Liderança é a alma do negócio e, portanto, é imprescindível que alguém lidere mesmo dentro de uma empresa familiar.
Há casos em que os membros constituem um capital equânime, ou seja, cada um entra com o mesmo tanto de dinheiro e todos acham que são líderes, “chefes” do negócio. Isso é um equívoco!
Conhece aquele velho ditado que diz “muito cacique para pouco índio”? Pois é, se você não quer ver sua empresa ruir graças à competição por poder e autoridade, é essencial determinar apenas uma pessoa para ser líder, gestor e administrador da empresa.
Para tomar essa decisão é importante por sempre na balança as qualidades pessoais e técnicas desse representante. Também é imprescindível que esta pessoa possa se dedicar exclusivamente as atividades da organização.
Definido quem irá liderar a empresa, é importante que todos se conscientizem e entendam o porque da escolha, respeitando-a.

2. Defina sempre regras

Muita gente pensa que ter uma empresa familiar significa trabalhar quando e como quiser, não justificando ausências ou até mesmo tirando férias fora de hora. Este é outro gigantesco erro!
Para que uma empresa cresça e tenha bons resultados, é indispensável à existência de regrasque determinem como os membros da organização irão se portar.
É claro que é muito mais fácil lidar com imprevistos quando se está junto a pais, irmãos e tios. Porém é importante que fique claro que trabalho é trabalho. As pessoas não podem simplesmente se ausentar ou mudar rotinas e horários levianamente.
Para que todos tenham bons lucros no fim do mês, todos devem se empenhar nesta conquista e a definição de regras é a base para este andamento.
E, mais: vale ressaltar que as regras devem ser iguais para todos os membros da empresa, ok?

3. Pratique o planejamento

O planejamento é a base do sucesso de qualquer tipo de empresa, seja ela familiar ou não, pequena, média ou grande. Planejar é pontapé inicial de quem quer fazer tudo direito e bastante certo!
Dentro desta modalidade administrativa é possível traçar e definir metas e objetivos que devem ser sempre de conhecimento de todos.
A definição da missão, visão e dos valores da empresa também deve ser tratada como prioridade dentro do planejamento, visto que norteará o dia a dia de todo o negócio.
Uma dica bem interessante e que vale a pena ser anotada é que sejam marcadas reuniões periódicas com todos os membros da família que tem porcentagem no negócio. Nesses encontros serão definidos alguns planejamentos, como estabelecimento de estratégias e ações e assim por diante.

4. Determine o salário de cada membro da família

Assim como nos casos em que a empresa é constituída por uma só pessoa, a empresa familiar não deve ter todo o seu lucro tratado como fonte de renda dos sócios. Pelo contrário, é essencial que os pró-labores estejam previstos nas planilhas de gastos, sendo que a diferença deverá sempre ser aplicada no próprio empreendimento.
Assim como em qualquer outro trabalho, cada pessoa terá seu salário mensal para receber da empresa e isso independente de seus lucros ou até mesmo prejuízos.
A determinação do salário dos membros da família que trabalham na empresa pode ser uma das tarefas mais complexas visto que todos podem querer receber igual, mesmo que nem sempre seja justo, ou um ou outro queira a mais devido a sua dedicação, algo que pode não ser entendido.
Uma boa base para determinar esses valores, portanto, é estabelecer um teto de retirada para todos os donos e dividi-lo de acordo com as porcentagens. Para aqueles que trabalham diretamente na empresa, ainda é necessário calcular um salário condizente com a função e com o mercado.

5. Controle financeiro é essencial

Depois de ter acordado os salários e pró-labores da empresa é hora de fazer o planejamento financeiro. Esse controle é uma das partes mais importantes da organização. Afinal, sem dinheiro a empresa está fadada ao fracasso.
Assim como em qualquer outro negócio é preciso estar sempre atento às oportunidades de reduzir custos, sejam eles operacionais ou até mesmo tratando-se de capital humano.
Outro ponto importante é que as diferenças positivas no fim de cada mês devem ser bem aproveitadas, investindo-se ou até mesmo reservando para outros momentos de maior precisão.

6. Descreva todas as funções e atribuições de cada um

O que você faz dentro da empresa? Se você não sabe essa resposta com exatidão com certeza é hora de pensar nesse assunto.
Cada pessoa é importante e fundamental para o andamento das atividades e você sabia que se elas não souberem ao certo qual a sua função, toda a organização pode sair prejudicada?
Pois é! Assim como em qualquer outro tipo de empreendimento, dar ciência do que é o cargo e quais as suas principais atribuições é realmente importante para que todas as tarefas caminhem sem problemas.
Para auxiliar nesta etapa a dica é consultar o que os profissionais do mercado fazem nas tarefas pesquisadas e aplicar muito dessas observações no cotidiano do próprio negócio.
Se possível, crie um documento com a explicação de cada tarefa, quais as responsabilidades e encargos e assim por diante para que não restem mais dúvidas.

7. Saiba como tratar os funcionários / familiares

Respeito é a palavra que deve imperar em ambos os contextos, seja dentro de uma sala de reuniões ou dentro de uma sala de jantar no feriado prolongado. Ainda assim, é importante ter em mente que no ambiente empresarial certas atitudes são melhores aceitas ou vice versa.
Haja molejo!
Um dos principais desafios é comumente visto quando pais têm que se reportar aos filhos dentro da empresa, tios que precisam que aceitar as instruções de sobrinhos e assim por diante. Até mesmo entre irmãos pode ser bem complicado.
Evidentemente dentro da empresa o tratamento deve ser mais focado no profissionalismo. Sempre com muito respeito, pode ser necessário chamar a atenção e até mesmo corrigir atitudes dos familiares.
E tudo isso pede zelo, certo?

8. Jamais tome decisões com base em emoções

Uma dica realmente importante tratando de como geria uma empresa familiar é tomar cuidado para não misturar emoções e situações do dia a dia familiar com empresarial.
É preciso ser extremamente sábio e paciente para não incorrer em erros e misturar as coisas!
Por isso mesmo a dica é sempre esperar a poeira baixar antes de tomar qualquer eu seja a decisão. Lembre-se que mais do que um funcionário, a pessoa pode ser um parente e a repercussão pode ter gigantescas proporções.

9. Sempre alinhe interesses

Entretanto, não é porque a empresa é familiar que todas as tomadas de decisão devem levar em conta cada um dos membros e suas respectivas opiniões.
Para se manter no mercado, na maior parte das vezes, será necessário por em primeiro plano o interesse da organização e não o que cada um pensa sobre o lugar.
Lembra-se do planejamento que foi citado lá nas primeiras dicas deste artigo? Procure sempre deixá-lo como norte do empreendimento. Pois assim eliminam-se as vontades pessoais e fica sempre em evidência aquilo que realmente importa para a empresa.
Focar nos resultados é nas melhores trajetórias para atingi-lo é o plano essencial do crescimento de uma empresa familiar.

10. Se necessário, a demissão é a válida

Ainda sobre os interesses da organização, pode ser que em certo momento seja averiguada a necessidade de demitir, ou dispensar, uma pessoa da empresa familiar.

Seja por corte de gastos, quando essa pessoa tem salário além da participação, seja por disparidades no modo de trabalho, colocar na balança tudo e decidir é um dos momentos mais difíceis para um administrador destes negócios.
Se demitir já é difícil quando você não tem uma relação estreitada com o profissional, com certeza demitir um parente é muito mais complicado.
Ainda assim, um bom gestor não pode fechar seus olhos para não ter que tomar esta atitude.
Em alguns casos, o futuro da empresa dependerá exclusivamente de ações drásticas e quem deve tomar a frente na hora de tomá-las é o líder, é claro.

DICA BÔNUS: Separe os assuntos!

Tratando-se do tema como gerir uma empresa familiar evidentemente não poderia faltar uma dica que falasse exclusivamente da separação de assuntos, não é mesmo? E é justamente por isso que ela está aqui, separada das demais!
Uma das maiores dificuldades encontradas na administração de empresas familiares é a falta de preparo que as pessoas têm para não misturar assuntos.
É realmente complicado, porém os poucos que conseguem e dão dicas são também os responsáveis por empresas familiares de sucesso!
Você quer isso para o negócio da sua família? Então saiba separar os assuntos. Durante o expediente não é hora de falar sobre os problemas da relação marido mulher, pai e filho ou das desavenças entre irmãos. É hora de todos serem colaboradores e pronto!
Da mesma forma, ao chegar em casa ou nos finais de semana, não é hora de falar de trabalhar, resolver problemas do negócio ou discutir possibilidades e estratégias, é hora de curtir momentos de tranquilidade e companheirismo.
Evidentemente, na teoria é muito mais fácil do que na prática, porém com um pouco de empenho e muita força de vontade de todas, é possível assumir esta postura, amplamente benéfica tanto para a relação familiar quando empresarial. Pratique!
É possível manter a cultura familiar e ainda assim profissionalizar a empresa?
Falando um pouco sobre uma das dúvidas mais comuns dos empresários que administram negócios familiares, é possível sim investir em modernização sem ter que colocar a cultura familiar em risco.
Essa profissionalização pode se dar de várias formas. Uma delas é a partir de treinamentos dos membros, outra com a implantação de sistemas que agilizam e otimizam a qualidade do negócio.
Em ambos os casos, é totalmente viável e possível melhorar o empreendimento sem ter que abrir mão da estruturação familiar que, inclusive, pode ser mantida até mesmo quando a empresa cresce e se expande a ponto de exigir a contratação de mais profissionais vindos do mercado.

Sucessão: treine as novas gerações para assumir os cargos do negócio

Por fim, uma super dica para gestores e líderes das empresas familiares é estar sempre de olho nas novas gerações para treinar outros para assumirem os cargos.
Levando sempre em conta as qualidades pessoais de cada um e seus próprios desejos e sonhos, é possível treinar desde cedo excelentes profissionais para tomar o posto depois de alguns anos.
Essa é, aliás, uma das bases para que a empresa continue sendo familiar, afinal, se ninguém assumir, por exemplo, o papel de gestor e o negócio tiver que contratar profissionais externos, parte da cultura familiar se perde, mesmo que com a nova contratação venham também novas estratégias e boas alternativas para a empresa.
Enfim, gerir uma empresa familiar não é nada fácil, porém tem tudo para dar certo! Os laços sanguíneos podem ser incrivelmente fortes em meio ao ambiente hostil que é o mercado e cabe a cada empreendimento, bem como família, saber como administrar tudo isso da melhor forma, sempre focando em resultados para todos!
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