segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Como Funcionam as # HASHTAGS?


 Certamente, 9 em cada 10 internautas já ouviram falar em hashtag.
Isso porque o recurso, caracterizado por uma palavra-chave precedida de um sharp, ou se preferir chame de sustenido ou jogo da velha (#), se tornou um enorme sucesso nas redes sociais — especialmente no Twitter.
Dentre as razões pelas quais a hashtag se popularizou, podemos ressaltar o seu jeito dinâmico de promover um determinado assunto.
O modo de utilizá-la e o fato de fazer parte do vocabulário dos adolescentes pode deixar a entender que a hashtag é algo apenas “divertido”, talvez até inútil para quem a vê o assunto de forma radical.
Porém, muitas empresas têm usado esse recurso para conseguir engajamento e proteger a marca — e elas realmente conseguem.
Um exemplo claro disso foi protagonizado pela Procter & Gamble, que fez uma campanha aplicada à hashtag #LikeAGirl para promover a sua linha de absorventes Always.
  • Você sabe qual foi o verdadeiro propósito disso?
Por tratar-se de um produto que muitas mulheres se sentem constrangidas de pedir numa farmácia, a empresa procurou estimular uma discussão a respeito dos absorventes e atrelar a ela a marca do produto.
Embora existam muitos cases de sucesso que passaram pelas hashtags, todo cuidado é pouco na hora de utilizar essa ferramenta.
Afinal, os numerosos cases de fracasso que já foram registrados ocorreram por conta de análises equivocadas e, até mesmo, pelo pouco entendimento dos conceitos e das boas práticas da hashtag.
Para que o seu negócio não fique marcado negativamente por uma hashtag, acompanhe o nosso texto e aprenda como utilizar essa poderosa ferramenta com sabedoria!

  • Conceito e funcionalidades de uma hashtag

O conceito de hashtag é algo simples: criar uma categoria sobre algo — produto, tema, notícia, etc.
Através da categoria criada, toda e qualquer pessoa na rede poderá ter acesso e interagir, como se cada um encontrasse uma espécie de convite para participar de um debate ou compartilhamento de opiniões a respeito de um produto.
Imagine que a sua empresa lançou um novo modelo de smartphone no mercado e que o produto despertou muita curiosidade no seu público-alvo.
Afinal, eles ouviram falar que o aparelho competirá diretamente com os mais recentes modelos de iPhone e Galaxy.
Então, para cada um que buscar por hashtags que contenham o nome do aparelho, tudo que os compradores e especialistas estiverem falando a respeito na internet aparecerá como resultado.
Isso acontece em grandes proporções, pois as hashtags são integradas aos motores de busca, ou seja, quem não faz parte das redes sociais pode pesquisar por hashtags através do Google.
Uma simples hashtag vai muito além de uma “forma de categorizar o assunto”, pois ela realmente pode potencializar muito o seu alcance.
No exemplo acima, caso o produto fosse de alta qualidade o sucesso seria certo — do contrário a campanha acabaria por comprometer (irreversivelmente) a imagem do produto e da sua marca.

  • Cuidados necessários ao trabalhar com hashtags

Ao entender um pouco sobre os conceitos de hashtag, logo concluímos que sua utilização pode levar uma empresa do céu ao inferno em questão de minutos.
Sendo assim, o que fazer para garantir que a marca não tenha seu nome vinculado ao fracasso?
Tratando-se de engajamento, existem algumas práticas que influenciam diretamente nos compartilhamentos — o que ensinaremos a seguir.
Quanto à imagem, no entanto, a questão é muito mais comportamental. Isto é, envolve muito mais o bom senso do que quaisquer outros fatores.
Em 18 de janeiro de 2012, a McDonald’s decidiu começar o ano de forma deslumbrante, dando início a uma campanha no Twitter através da hashtag #MeetTheFarmers.
O objetivo era apresentar, aos seguidores da marca, as histórias dos seus ingredientes e os grandes responsáveis pelos inconfundíveis sabores dos seus lanches e batatas.
Aparentemente a estratégia funcionava, já que havia bom senso e moderação nos tweets.
Porém, como a McDonald’s queria engajar ainda mais, no mesmo dia uma segunda remessa de hashtags foi disparada, sendo esta a #McDStories, para estimular os consumidores a compartilhar suas histórias com uma das maiores redes de fast food.
Resultado? Uma verdadeira avalanche de clientes insatisfeitos relatando péssimas experiências com a marca.
Isso é um grande exemplo de que espalhar hashtags, sem o mínimo de cautela, não é uma prática recomendada.
Assim como envolver a marca em questões extremamente polêmicas — como política e religião —, ou, simplesmente, ceder espaço para que pessoas mal intencionadas estraguem a campanha.

  • A importância de monitorar campanhas de hashtags

Parece óbvio que uma campanha de marketing nas redes sociais necessite ser monitorada, afinal, não se pode prever o seu impacto, certo?
No entanto, há registros de grandes empresas que faltaram com isso e viram o problema fugir do controle.
Foi o caso da Itaipava, que, certa vez, ativou o recurso de respostas automáticas para todos que compartilhassem a hashtag #FicaVerao, na qual a mensagem consistia numa foto da garota propaganda, dizendo: “Fulano(a), obrigada.
Agora é só torcer para essa campanha dar certo. Beijos e muitas geladas para você!”.
Qual foi o erro nisso tudo? Neste caso, muitas pessoas estavam plenamente incomodadas com a campanha da cerveja, apontando-a como uma típica disseminação da mentalidade machista que assola parte da publicidade.
Ou seja, pessoas furiosas que reclamavam da marca recebiam uma mensagem que mais soava como irônica — embaraçoso, no mínimo.
Conclusão: após estudar o comportamento do seu público-alvo, verificar a coerência da campanha, e determiná-la como um símbolo de bom senso que será moderadamente divulgado, nunca se esqueça de manter uma equipe dedicada a monitorar a campanha em tempo real.
Dessa forma, caso algum problema de hashtag comece a se manifestar pela rede, o mesmo poderá ser sanado antes que se agrave.

Criação de hashtags: o que é certo e errado?

Virando o foco para o lado mais “técnico” do uso das hashtags, a partir de agora falaremos sobre erros que impedem uma campanha de fluir, e, também, sobre as boas práticas que contribuem para uma estratégia de sucesso.

Formato ideal para cada hashtag

Como você já pode ter notado, as hashtags que funcionam — seja para o bem ou para o mal — costumam seguir um padrão.
Uma hashtag decente não deve possuir muitas palavras, nem caracteres.
Não há a necessidade de acentuar (ou de adicionar cedilhas) as hashtags.
Além disso, para que a mensagem fique mais inteligível, utiliza-se letras maiúsculas ao iniciar cada palavra.
Hashtags inadequadas são tão frequentes que o Facebook passou a limitar os caracteres.
Se você possui uma sorveteria, por exemplo, e quer divulgar uma promoção, em vez de usar #CompreUmSorveteELeveDois ou #aproveitepromocaodesorvetes, pense em palavras-chave objetivas e sem excesso, como #QueroSorvete — de preferência relacionando a hashtag com a marca.
Da mesma forma, não se deve criar uma hashtag para cada palavra (#sorvetes #em #promoção).
Isso tornaria a campanha tão confusa que a palavra-chave até se perderia.
Observação: criar hashtags para o Twitter, Instagram e Facebook são processos diferentes, pois umas toleram um maior limite de palavras que outras.
No Facebook, cada hashtag deve conter uma só palavra. Para o Twitter, é ideal não ultrapassar duas palavras, enquanto no Instagram se utiliza até cinco.

Integração com o marketing offline

Assim como hashtags não são uma exclusividade das redes sociais — já que o Google também pode ativá-las —, a sua divulgação não precisa se limitar à internet.
Principalmente nos casos em que a empresa pretende divulgar uma promoção ou evento, é uma ótima ideia utilizar de estratégias de marketing offline, como panfletos e outros anúncios impressos, para que se tenha um maior alcance.

Renove as hashtags ao longo do tempo

Fazer com que os seguidores sintam-se estimulados a compartilhar novas hashtags não é uma tarefa simples.
Primeiramente, o objetivo deve surgir como um atrativo.
Logo em seguida, o público carregará a expectativa por uma novidade, ou seja, ninguém se interessa por “mais do mesmo”.
Contar com o sucesso de uma campanha passada é um tremendo equívoco, afinal, com o dinamismo da internet, é muito comum que algo viral seja esquecido em pouco tempo.
Portanto, a sua empresa deve buscar sempre uma renovação nas hashtags.

Tipos de hashtag mais utilizados

Embora todas as hashtags tenham que seguir um formato padronizado, o critério de escolha pode variar muito de acordo com as pretensões da marca.
Dentre os tipos de hashtag mais utilizados, estão:
Trending Hashtags:
São as hashtags — existentes — mais populares do momento, das quais uma marca pode se integrar para conquistar parte da audiência.
Porém, para adquirir sucesso com essa estratégia, é imprescindível que o conteúdo tenha algo em comum com a trending hashtag, além de qualidade.
Hashtags Originais: Por outro lado, utilizar hashtags que estão em alta pode acarretar em um efeito contrário. 
Isto é, sua marca pode se camuflar em meio a tantas outras concorrentes.
Para evitar que isso aconteça, invista em hashtags mais específicas para o momento, inserindo nelas a sua marca.

Hashtags de Conteúdo:
Esse tipo de hashtag consiste em relacionar a sua marca com termos do mesmo nicho, sendo esta a escolha ideal para empresas que ainda estão buscando seu espaço nas redes sociais.

Quais são as hashtags mais usadas mundialmente?
Mesmo no Brasil, onde o idioma inglês está longe de ser oficial, muitos termos estrangeiros foram adotados ao longo dos anos — sobretudo os que surgiram na web.
O fato não é diferente com relação ao uso de hashtag, portanto, conheça as 5 das hashtags mais utilizadas ao redor do mundo:
  1. #Love (é a primeira mais utilizada);
  2. #Instagood (demonstração de orgulho por ter tirado determinada foto);
  3. #Follow (seguir);
  4. #BestOfTheDay (melhor publicação do dia);
  5. #tbt (um acrônimo de Throwback Thursday, referente a publicações muito antigas ou fotos dos tempos de infância).

Conclusão:

Neste artigo você aprendeu sobre os conceitos de hashtag e a importância de colocá-los em prática ao fazer uma campanha.

Abordamos questões sobre o formato ideal, boas e más práticas, além de cuidados essenciais que devem ser tomados ainda nas fases de planejamento.

Com isso, a sua empresa já se encontra mais bem capacitada para começar a utilizar hashtags nas redes sociais.

By  - http://saiadolugar.com.br/

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Quer ser Feliz em 2017. ADMNISTRE bem sua vida.










Quer ser Feliz em 2017. Administre bem sua vida.



Então...


1. Faça o que é certo, não o que é fácil. O nome disso é Ética.


2. Para realizar coisas grandes, comece pequeno. O nome disso é Planejamento.


3. Aprenda a dizer 'não'. O nome disso é Foco.

4. Parou de ventar? Comece a remar. O nome disso é Garra.

5. Não tenha medo de errar, nem de rir dos seus erros. O nome disso é Criatividade.

6. Sua melhor desculpa não pode ser mais forte que seu desejo. O nome disso é Vontade.

7. Não basta iniciativa. Também é preciso ter 'acabativa'. O nome disso é Efetividade.

8. Se você acha que o tempo voa, trate de ser o piloto. O nome disso é Produtividade.

9. Desafie-se um pouco mais a cada dia. O nome disso é Superação.

10. Pra todo 'game over', existe um 'play again'. O nome disso é Vida !!!


(autor desconhecido)


Que nesse Ano Novo vocês consigam alcançar tudo que desejarem. Boa sorte!


Que Deus abençoe todos os dias do  Ano 2017 com grandes Vitórias!


São os meus desejos. 

Abraços a todos... 

Jorge Cavalcante
(JORGENCA)

7 TRUQUES ESCONDIDOS DO WHATSAPP QUE VÃO FACILITAR A SUA VIDA

Com mais de 1 bilhão de usuários, o WhatsApp é uma das ferramentas de comunicação mais utilizadas no mundo. Sua simplicidade permite que até quem não tem muita familiaridade com smartphones consiga utilizá-lo facilmente.
Por menos complexo que seja, o WhatsApp tem recursos que não são tão conhecidos e podem facilitar sua vida.
Para facilitar o entendimento dos itens abaixo, vale dizer que o menu “Ajustes” tem formas diferentes em aparelhos com Android e em iPhones. No primeiro caso, ele é mostrado como três bolinhas no canto superior da tela. No segundo, “Ajustes” está no canto inferior direito do aplicativo.
Confira os “truques”:
1. Atalhos de conversa
Um recurso interessante para encontrar facilmente o contato de pessoas importantes. Infelizmente, este recurso só funciona em dispositivos com sistema operacional Android – nos iPhones, será necessário baixar outros apps que liberam essa função.
No WhatsApp, para criar o atalho, clique na aba “Conversas” e clique e segure na conversa escolhida. Depois, clique em “Ajustes” e em “Adicionar atalho para conversa”. Pronto: um ícone da conversa será criado na tela principal do seu celular.
2. Sem downloads automáticos
O aplicativo permite o compartilhamento de imagens. Só que é bem possível que você tenha contatos que enviem fotos não muito importantes que, de quebra, enchem a memória do seu celular.
Por padrão, o WhatsApp baixa automaticamente as imagens. Desative essa função ao clicar em “Ajustes”, em “Configurações” e “Uso de dados”. Depois, selecione o cancelamento do download automático quando seu celular estiver no 4G, no Wi-Fi e em roaming internacional.
3. Lista de transmissão
Este é um bom recurso para quem precisa enviar mensagens em massa. Para criar uma lista de transmissão no Android, vá à aba “Contatos”, clique e segure em um dos nomes para quem você deseja enviar algo. A partir daí, o aplicativo permite que você selecione mais contatos. Depois, clique em “Nova transmissão”, “Criar” e envie a sua mensagem. 
Para iPhones, o procedimento é mais fácil. O item “listas de transmissão” está disponível no menu de conversas. Os destinatários da sua mensagem nos dois sistemas operacionais receberão seu conteúdo sem saber que você fez um envio em massa.
4. Silenciar
Um grupo “animadinho” demais pode ser um incômodo. Para não receber notificações, silencie-o.
Para isso, no Android, basta clicar e segurar no grupo que você deseja calar. Depois, selecione o ícone de equipamento de som na parte superior da tela e selecione o tempo que quer ficar sem notificações.
No iOS, você deve clicar na conversa e no nome do grupo. Depois, vá até o menu “Silenciar”. É possível desativar as notificações dos grupos por até um ano.
5. Mude seu plano de fundo
Um recurso não tão útil assim, mas que deixa seu WhatsApp com a sua cara. Para mudar o plano de fundo, basta clicar em “Ajustes”, “Conversas” e “Papel de Parede”. Você pode escolher fotos do seu rolo da câmera e padrões oferecidos pelo WhatsApp.
6. Buscar mensagens
Está querendo alguma informação que se perdeu nas mensagens trocadas com alguém. Sem problemas. A plataforma tem uma funcionalidade que permite que você busque por meio de palavras-chave.
No Android, vá até a conversa desejada, clique em “Ajustes” no canto superior direito e clique em buscar. No iOS a busca é diferente: no menu “Conversas”, clique na parte de cima da tela e desça o dedo. Uma barra de buscas aparecerá.
7. Estrelinhas
Outra forma de separar conteúdos importantes é por meio de marcações, mostradas em forma de estrelas. Para isso, clique e segure na mensagem que deseja salvar e clique na estrela que aparecerá. Para acessá-las, clique e segure o nome de seu contato e acesse o menu “Mensagens marcadas”.
Copiado: http://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Conselheiros do CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO MARANHÃO (CRA-MA) e CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO(CFA)


Conselheiros do CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO MARANHÃO (CRA-MA) e CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO(CFA).


O CRA-MA elegeu sua nova Diretoria Executiva para o biênio 2017/2018, em Reunião Ordinária, nesta quarta-feira, dia 04. Na oportunidade foi eleito como presidente o Administrador Samuel Melo Junior. Compondo a diretoria está o Adm. Ilmar Polary Pereira (vice presidente), a Adm.Milena Vieira de Oliveira (diretora Administrativa Financeira), o Adm. Márcio Antônio Pereira Sampaio (diretor de Fiscalização e Registro), o Adm. Jaylson Franklin Mendonça Nunes (diretor de Desenvolvimento Profissional e Institucional).


A Adm. Aline Mendonça da Silva e o Adm. Jorge Henrique Mariano Cavalcante, foram eleitos Conselheiros Federais, titular e suplente, respectivamente. O Adm.Jorge Cavalcante foi empossado nesta quarta-feira, dia 04, em Reunião Ordinária. A Adm.Aline Mendonça será empossada no dia 12/01, em Brasília, durante solenidade do Conselho Federal de Administração.

Por: CRA MA


GESTÃO HORIZONTAL

 O que realmente é: 
Um método de organização empresarial que prescinde de hierarquia, ou seja, em que não há relação de poder, chefes ou pessoas com ascensão sobre outras e as decisões (sobre o trabalho ou até mesmo sobre membros da empresa) são tomadas coletivamente, por consenso. 
“O objetivo da organização horizontal é envolver todas as pessoas no processo decisório e na execução”, diz Joel Dutra, professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, a FEA-USP. Gestão Horizontal não é sinônimo de estagnação salarial ou profissional. Tampouco significa que todos os membros ganhem o mesmo. 
“As pessoas crescem de acordo com a contribuição que dão para a empresa e, para que isso aconteça, é importante que haja uma estratégia clara, em cuja construção todos tenham sido envolvidos. A partir disso, os próprios pares medem a contribuição de cada um, com métricas mais ou menos objetivas. Esse é um dos grandes desafios do sistema horizontal”, diz Pedro Zanni, professor de estratégia empresarial na FGV-EAESP, sócio da Nodal Consultoria e responsável pelo planejamento estratégico da Vagas. Empresa de recrutamento online, a Vagas implementou a Gestão Horizontal de forma radical no Brasil: não há nenhum nível hierárquico, todas as decisões são tomadas por consenso e não existem metas financeiras, nem para a área comercial — Mário Kaphan, o fundador (embora não haja nada do tipo escrito em seu crachá), acredita que empresas focadas em resultado financeiro estão desperdiçando energia (a Vagas cresce 25% ao ano). O Draft contou a história da Vagas há cerca de um ano aqui. Em inglês, a Gestão Horizontal leva os nomes de flat organization, horizontal organization ou flat management (em contraposição a tradicional ou tall organization).
A abolição total de hierarquia constituiu a forma mais pura de Gestão Horizontal mas há níveis intermediários (as flatter organizations) que eliminam apenas algumas camadas de hierarquia. Esse texto da Forbes, parte de uma série que explica os cinco graus de estrutura organizacional, define e exemplifica os modelos intermediários. 
Segundo Zanni, o processo de mudança de cultura empresarial na direção da horizontalidade leva tempo, é mais difícil de implementar do que o modelo tradicional mas, a longo prazo, é mais vantajoso. 
“Não é fácil, mas é sensacional você ter um sistema que favorece a autonomia, a contribuição de todos, a responsabilização, a liberdade”, diz. 

  • Quem inventou: De acordo Dutra, da FEA, o conceito mais disseminado é o dos grupos semiautônomos, nascido na Suécia e utilizado no Brasil por algumas organizações como Volvo, Unilever e Random. “O objetivo dos grupos semiautônomos na Suécia era atrair trabalhadores com alto nível de formação para atividades operacionais. Entretanto, mostrou-se muito eficiente onde há uma maior rapidez em incorporar na operação o aprendizado e o saber dos trabalhadores”, afirma. A redução dos níveis hierárquicos contribuiu, ainda, para aproximar o processo decisório das operações e, dessa forma, acelerar a capacidade de resposta da organização para seus clientes. 
  • Quando foi inventado: Desde os anos 1960 há práticas de gestão mais flexíveis. O modelo chegou ao Brasil nos anos 1980, década em que Ricardo Semler fundou a Semco, uma das primeiras empresas a implementar o modelo na época. 
  • Para que serve: Para, por meio de autonomia e liberdade, alcançar o maior potencial de contribuição de todos, o que em métodos tradicionais de gestão é responsabilidade e direito apenas dos líderes. “Aumenta o nível de contribuição organizacional. Todo mundo tem um senso de responsabilidade maior e isso não para agradar a um chefe, mas sim para contribuir com a empresa, para que se ela se fortaleça, cresça e tenha mais lucro”, diz Zanni. Outro fator que ele aponta é que nesse tipo de organização perde-se menos energia com disputas internas: “A energia das pessoas volta-se à contribuição para o fortalecimento e crescimento da empresa e não para o crescimento hierárquico”. 
  • Quem usa: Startups vêm cada vez mais utilizando o modelo, muito provavelmente inspiradas pelo Google, um dos expoentes da Gestão Horizontal embora não tenha abandonado todas as camadas de hierarquia (adota um nível de estrutura intermediário). Em entrevista ao CNET, em 2007, Stacy Sullivan, chief culture officer do Google, diz que sua missão nesse cargo (ela também é diretora de RH) é, entre outras coisas, manter os valores-base da empresa: ser horizontal, sem hierarquia, em um ambiente colaborativo. E responde a uma pergunta bastante pertinente: “É difícil imaginar como é possível manter uma gestão horizontal com 12 mil empregados (57 100, dados de 2015). Quais são as características da cultura do Google em geral?”. Sullivan diz que é uma cultura guiada pelo grupo, bastante colaborativa e que encoraja pessoas a pensar de forma não tradicional, diferentemente de como elas pensavam nos lugares em que já trabalharam antes. O Netflix, assim como o Google, tem uma gestão parcialmente horizontal que ficou famosa quando, em 2009, Patty McCord, então chief talent officer (ela deixou a empresa em 2012), Reed Hastings, co-fundador e CEO da empresa e mais alguns colegas fizeram um Power Point chamado Netflix Culture: Freedom & Responsability explicando a cultura da empresa. Eles não imaginavam que fosse viralizar (12 milhões and counting) e muito menos que Sheryl Sandberd, COO do Facebook, o declarasse o mais importante documento do Vale do Silício de todos os tempos. No Brasil, as expoentes são as já citadas Semco e Vagas — esta última ganhou, ano passado, em Nova York, Management Innovation eXchange (MIX) como uma das empresas mais inovadoras do mundo em gestão. A premiação, bianual, é uma iniciativa do guru de gestão e professor na London Business School Gary Hamel, com apoio da revista Harvard Business Review e da consultoria McKinsey & Company. No Draft, publicamos alguns features e vídeos que levam a tag Gestão Horizontal como os do Instituto Chão, o da Openship, do Estaleiro Liberdade, o da Goma Oficina e o da Laboriosa 89. Há também um texto sobre o OuiShare Festival. 
  • Efeitos colaterais: Dutra, da FEA, diz que, de forma geral, tem observado mais efeitos positivos do que negativos. Para Zanni, da FGV-EAESP, o perfil do profissional tem que estar ajustado à estrutura horizontal. “Tem gente que prefere ter chefe e ouvir o que tem que ser feito. Isso porque, quando aumenta a liberdade, aumenta também a angústia e isso exige que as pessoas sejam mais maduras. Pessoas imaturas não vão conseguir entender o que significa ter autonomia”, afirma. 
O texto The Untold Story Of Larry Page’s Incredible Comeback, publicado na Business Insider no ano passado, conta (em detalhes) que em 2001 Page decidiu demitir todos os project managers do Google para que a empresa tivesse, como no começo, menos camadas de pessoas entre o CEO e os engenheiros. Ele achava que essa camada extra de supervisão não era apenas desnecessária como também impeditiva. Bill Campbell, excecutive coach de Page, era contrário à ideia e para provar seu ponto chamou os engenheiros um a um para saber o que pensavam. As respostas foram, todas, na mesma direção: os engenheiros preferiam ter um gerente a quem se reportar, alguém que pudesse por fim a discordâncias e direcionar o grupo. Page se manteve irredutível. Mas muitas coisas mudaram desde então. 
  • Quem é contra: “Empresas que culturalmente têm uma lógica mais hierarquizada e teriam dificuldade de ajustar o modelo horizontal. E também organizações muito grandes, porque é mais difícil implementar a estrutura horizontal nelas, embora haja exemplos de sucesso”, diz Zanni. 
Copiado: http://projetodraft.com/verbete-draft-o-que-e-gestao-horizontal/

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

O Que é Indústria 4.0 e Como Ela Vai Impactar o Mundo

O que é a industria 4.0? É um conceito de indústria proposto recentemente e que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. A partir de Sistemas Cyber-Físicos, Internet das Coisas e Internet dos Serviços, os processos de produção tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis.
Isso significa um novo período no contexto das grandes revoluções industriais.
Com as fábricas inteligentes, diversas mudanças ocorrerão na forma em que os produtos serão manufaturados, causando impactos em diversos setores do mercado.
Histórico das revoluções industriais seguida pela quarta revolução, ou Indústria 4.0.
Resumo das três revoluções industriais seguida pela quarta revolução, ou industria 4.0.
O termo industria 4.0 se originou a partir de um projeto de estratégias do governo alemão voltadas à tecnologia. O termo foi usado pela primeira vez na Feira de Hannover em 2011. Em Outubro de 2012 o grupo responsável pelo projeto, ministrado por Siegfried Dais (Robert Bosch GmbH)  e Kagermann(acatech) apresentou um relatório de recomendações para o Governo Federal Alemão, a fim de planejar sua implantação. Então, em Abril de 2013 foi publicado na mesma feira um trabalho final sobre o desenvolvimento da industria 4.0. 

Seu fundamento básico implica que conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia de valor que podem controlar os módulos da produção de forma autônoma. Ou seja, as fábricas inteligentes terão a capacidade e autonomia para agendar manutenções, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção.

1 – Princípios da Indústria 4.0

Existem seis princípios para o desenvolvimento e implantação da industria 4.0, que definem os sistemas de produção inteligentes que tendem a surgir nos próximos anos. São eles:
  • Capacidade de operação em tempo real: Consiste na aquisição e tratamento de dados de forma praticamente instantânea, permitindo a tomada de decisões em tempo real.
  • Virtualização: Simulações já são utilizadas atualmente, assim como sistemas supervisórios. No entanto, a industria 4.0 propõe a existência de uma cópia virtual das fabricas inteligentes. Permitindo a rastreabilidade e monitoramento remoto de todos os processos por meio dos inúmeros sensores espalhados ao longo da planta.
  • Descentralização: A tomada de decisões poderá ser feita pelo sistema cyber-físico de acordo com as necessidades da produção em tempo real. Além disso, as máquinas não apenas receberão comandos, mas poderão fornecer informações sobre seu ciclo de trabalho. Logo, os módulos da fabrica inteligente trabalharão de forma descentralizada a fim de aprimorar os processos de produção.
  • Orientação a serviços: Utilização de arquiteturas de software orientadas a serviços aliado ao conceito de Internet of Services.
  • Modularidade: Produção de acordo com a demanda, acoplamento e desacoplamento de módulos na produção. O que oferece flexibilidade para alterar as tarefas das máquinas facilmente.

2 – Pilares da indústria 4.0:

Com base nos princípios acima, a industria 4.0 é uma realidade que se torna possível devido aos avanços tecnológicos da última década, aliados às tecnologias em desenvolvimento nos campos de tecnologia da informação e engenharia. As mais relevantes são:
  • Internet das coisas (Internet of Things – IoT): Consiste na conexão em rede de objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas por meio de dispositivos eletrônicos embarcados que permitem a coleta e troca de dados. Sistemas que funcionam a base da Internet das Coisas e são dotados de sensores e atuadores são denominados de sistemas Cyber-físicos, e são a base da industria 4.0.
  • Big Data Analytics: São estruturas de dados muito extensas e complexas que utilizam novas abordagens para a captura, análise e gerenciamento de informações. Aplicada à industria 4.0, a tecnologia de Big Data consiste em 6Cs para lidar com informações relevantes: Conexão (à rede industrial, sensores e CLPs), Cloud (nuvem/dados por demanda), Cyber (modelo e memória), Conteúdo, Comunidade (compartilhamento das informações) e Customização (personalização e valores).
  • Segurança: Um dos principais desafios para o sucesso da quarta revolução industrial está na segurança e robustez dos sistemas de informação. Problemas como falhas de transmissão na comunicação máquina-máquina, ou até mesmo eventuais “engasgos” do sistema podem causar transtornos na produção. Com toda essa conectividade, também serão necessários sistemas que protejam o know-how da companhia, contido nos arquivos de controle dos processos.
Além destas tecnologias, outros dispositivos terão um papel importante na industria 4.0. Como a tecnologia RFID, que vem ganhando espaço com os sistemas de rastreabilidade industrial, e os módulos IO-Link.  Esses módulos possuem endereço IP próprio, com conexões diretas de alto e baixo nível. Portanto, descentralizam e organizam a rede de sensores e demais componentes.

Com o processo de modularidade da indústria 4.0, aliado à crescente quantidade de sensores que serão utilizados nas fábricas inteligentes, os módulos IO-Link desenvolvimento de sistemas Cyber-físicos para fábricas inteligentes.
Conexões de dispositivos industriais convencionais x Conexões via módulos distribuídos IO link.
Conexões de dispositivos industriais convencionais x Conexões via módulos distribuídos IO-link.
Conforme o avanço das tecnologias aqui citadas, a tendencia é que em um futuro próximo as fábricas se adequem ao conceito de indústria 4.0, tornando-se altamente autônomas e eficientes.

3 – Impactos da Indústria 4.0: 

Um dos maiores impactos causados pela indústria 4.0 será uma mudança que afetará o mercado como um todo. Consiste na criação de novos modelos de negócios. Em um mercado cada vez mais exigente, muitas empresas já procuram integrar ao produto necessidades e preferências específicas de cada cliente. A customização prévia do produto por parte dos consumidores tende a ser uma variável a mais no processo de manufatura, mas as fábricas inteligentes serão capazes de levar a personalização de cada cliente em consideração, se adaptando às preferências.
Outro ponto que será abalado pela quarta revolução industrial será a pesquisa e desenvolvimento nos campos de segurança em T.I., confiabilidade da produção e interação máquina-máquina. A tecnologia deverá se desenvolver continuamente para tornar viável a adaptação de empresas a este novo padrão de indústria que está surgindo.
Os profissionais também precisarão se adaptar, pois com fábricas ainda mais automatizadas novas demandas surgirão enquanto algumas deixarão de existir. Os trabalhos manuais e repetitivos já vem sendo substituídos por mão de obra automatizada, e com indústria 4.0 isso tende a continuar. Por outro lado, as demandas em pesquisa e desenvolvimento oferecerão oportunidades para profissionais tecnicamente capacitados, com formação multidisciplinar para compreender e trabalhar com a variedade de tecnologia que compõe uma fábrica inteligente.
Copiado: https://www.citisystems.com.br/industria-4-0/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

As Profissões em Alta no Brasil em 2017

As empresas já não esperam mais um 2017 de recuperação acelerada, como vinha se falando no primeiro semestre de 2016. O momento é de cautela e de entender como é possível ter mais eficiência e ganhar participação de mercado em segmentos que não devem vivenciar crescimento. "O grande questionamento atual das empresas é: o que posso fazer de diferente no ano que vem para que possa obter resultados diferentes?", diz Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page e Page Personnel.
O ano que vem, segundo análise da consultoria, será de cobrança e pressão por resultados. Por isso, os profissionais precisarão ter uma capacidade mais análitica e estratégica e estar atentos aos resultados, números e previsões. Estar na média não será um diferencial, alerta Basaglia. "As companhias querem, de modo geral, funcionários que cheguem com capacidade de sugerir, entender e ver oportunidades de melhorias", diz.Alinhada com essa percepção, a maior parte das posições em alta para 2017 concentram-se, de um modo ou outro, na redução de custos e no aumento da receita. Além disso, profissões bastante técnicas e até novas, relacionadas ao mundo digital, ganham ainda mais força. "As empresas já entenderam que o digital não é extra. Elas precisam estar lá, em todos os canais, para se posicionar melhor e chegar ao cliente", afirma Basaglia. 
Abaixo, confira as posições em alta para o ano que vem, a partir de estudo elaborado pelas consultorias Michael Page, Page Personnel e Page Talent: 
  • TI/Digital 
Executivos de desenvolvimento de negócios ou da área de meios de pagamento: é aquele profissional que se relaciona com outras empresas de seu nicho, para buscar novos serviços e soluções. Também desenvolve campanhas para ampliar negócios. 
Perfil: formação em administração de empresas ou economia. Ter conhecimento sobre o funcionamento do mercado financeiro (crédito, bancos, e-commerce), sobre tecnologia e o perfil do consumidor atual. 
Por que estará em alta em 2017: as empresas de meios de pagamentos enfrentam cada vez mais concorrência, precisando assim oferecer serviço diferenciado. Além disso, transações virtuais crescem exponencialmente.
Designer - especialista em UX: é quem cuida da identidade de marca da empresa em aplicativos, sites e produtos digitais. É o responsável pelo design thinking e estudos de tendências da interface virtual e física do cliente junto a empresa no ambiente virtual. 
Perfil: a formação deste funcionário pode vir de diferentes áreas (humanas ou exatas). O mais importante é que ele conte com uma experiência diversificada em áreas como pesquisa de mercado, comunicação, tecnologia, análise de dados e acompanhamento das tendências e novidades — em nível global também. 
Por que estará em alta em 2017: segundo análise da Michael Page, este trabalhador é fundamental para qualquer empresa que busque melhorar seu relacionamento com o consumidor. "Está em alta porque o mundo está se digitalizando e o espaço virtual e físico estão convergindo. As empresas precisam entender como podem interagir melhor com seus clientes", diz a consultoria. 
Designer - especialista em UI: enquanto o profissional de UX pensa no caminho que o cliente vai trilhar dentro da experiência de interação com a empresa, o especialista em UI é responsável por arquitetar como será o "desenho" desta interação. Neste caso, ele é responsável pelo design virtual e físico da experiência: ambientação, cores e formatos que vão atrair e melhor representar a experiência do usuário no ambiente virtual e físico. 
Perfil: em grande parte, este funcionário tem formação nas áreas de design, arquitetura, comunicação e detém amplo conhecimento de tecnologia como ferramenta gráfica. 
Por que estará em alta em 2017: é o par do profissional de UX e, portanto, essencial que a empresa o contrate para que o trabalho seja mais efetivo, segundo a Michael Page. 
Cientista de dados: é aquele funcionário cuja função é enxergar tendências em grandes bancos de dados. A partir dali, desenhará soluções para estratégia em várias áreas. 
Perfil: em grande parte, a formação destes profissionais está na área de exatas: matemática, ciências da computação, análise de sistemas, estatística e física. 
Por que estará em alta em 2017: com a consolidação da área digital e influência cada vez maior da tecnologia atuando diretamente no negócio, as empresas estão desenvolvendo suas áreas de inteligência de mercado, CRM (Customer Relationship Management), Database Marketing (DBM) e análise de dados. A partir desses setores, as empresas podem descobrir novas ferramentas para lidar com os problemas ou descobrir soluções mais inovadoras. 
Desenvolvedor Mobile: esse profissional tem como principal objetivo a programação de novos aplicativos para plataformas de celular — o que inclui jogos, sites e aplicativos. Recebe um salário em torno de R$ 7 mil a R$ 15 mil. 
Perfil: atualmente, grande parte dos funcionários que trabalha nessa área migraram de setores correlatos ou aprenderam com o dia a dia. Isso faz com que profissionais com mais de dois anos de experiência ou cursos especializados na área sejam grandes diferenciais. 
Por que estará em alta em 2017: por ser um mercado novo e altamente demandado em nível global, ainda não possui uma gama de cursos especializados — especialmente no Brasil. 
Desenvolvedor de Python/Ruby: é quem ajuda, por meio de programação, a desenvolver plataformas, aplicativos e diversos outros produtos digitais. 
Perfil: formação em engenharia da computação ou análise e desenvolvimento de sistemas. 
Por que estará em alta em 2017: a demanda é crescente principalmente porque empresas e startups estão investindo cada vez mais na área de tecnologia como estratégia de negócio. Porém, existem poucos funcionários que se atualizaram e se aprofundaram nesse conhecimento.
  • Saúde
Gerente de Acesso — indústria farmacêutica: é o profissional com uma função que mistura as áreas de produtos e comercial. É responsável por desenvolver a estratégia de acesso e penetração da empresa em mercados públicos e privados, estabelecendo o contato com entidades regulatórias. 
Perfil: em geral, possui formação na área da saúde. Há, porém, funcionários com bagagem acadêmica em vendas e administração.
Por que estará em alta em 2017: esse tipo de trabalhador ganha importância por estabelecer novos produtos no mercado. 
Gerente de Educação Continuada — serviços clínicos: é quem desenvolve o plano de educação clínica e continuada em hospitais e laboratórios. Geralmente possui foco no desenvolvimento de universidade corporativa.
Perfil: formação em enfermagem ou área correlata na saúde.
Por que estará em alta em 2017: com o desenvolvimento e profissionalização do mercado clínico no Brasil, as empresas têm buscando padronização e qualidade de atendimento.
  • Finanças
CFOs para empresas em reestruturação: profissional que chefia a área financeira de empresas.
Perfil: formação em administração, engenharia, economia ou ciências contábeis. Ter forte experiência em renegociação de dívidas e credibilidade junto aos bancos. É preciso também conhecimento sobre controladoria de negócios — com foco no entendimento de variáveis que podem trazer impacto positivo para o resultado das empresas.
Por que estará em alta em 2017: com o alto endividamento das empresas, crise econômica e redução de custos, este funcionário é mais demandado. 
Analista/ Especialista de Planejamento Financeiro: profissional responsável por realizar análises de viabilidade financeira de projetos e pela elaboração e análise de relatórios gerenciais para acompanhamento financeiro das diversas áreas de uma empresa. É quem auxilia na elaboração de orçamentos e análise dos custos reais x previstos .
Perfil: deve ter um bom embasamento técnico nas áreas financeira e contábil, a fim de atuar como parceiro para as demais áreas da empresa (como marketing, vendas e supply). Ter alta capacidade analítica e de relacionamento interpessoal é muito importante. 
Por que estará em alta em 2017: esse é o funcionário que pode dar uma visão financeira das áreas de negócio da empresa — habilidade que tipicamente não está presente em setores mais criativos ou técnicos das empresas. Porém, é determinante para um melhor resultado financeiro, especialmente em anos de crise.
Analista de Planejamento Tributário: responsável por analisar e estudar todos os impostos que são pagos, que deveriam ser pagos, e que não precisam ser pagos pela empresa, com o objetivo de reduzir a carga tributária devida pela empresa.
Perfil da vaga: formação em ciências contábeis ou direito e especialização em direito tributário. É necessário ter capacidade para tomar decisões estratégicas, como precificação de produtos, onde abrir uma nova planta ou ainda como importar determinados produtos. Pela característica consultiva dessa atividade, esse profissional pode inclusive trabalhar em uma consultoria tributária ou escritório de advocacia.
Por que estará em alta em 2017: impostos são uma grande fatia dos custos das empresas —quanto menor puderem ser as despesas, maior a margem de lucro para o negócio.
Analista Contábil (com inglês): tem como principais obrigações a análise e classificação de contas, o fechamento de balanço da empresa e informar a diretoria e os investidores.
Perfil da vaga: atualmente menos de 5% de profissionais da área contábil realmente conseguem manter um diálogo compreensível em um segundo idioma, sendo esse então um grande diferencial. 
Por que estará em alta em 2017: a área contábil foi uma das que mais evoluiu e ganhou visibilidade de 2009 até hoje. Com isso, seu papel de auxiliar na tomada de decisões importantes também cresceu. 
  • Gestão
Analista de Desenvolvimento Organizacional: responsável por desenvolver as avaliações de desempenho, trilha de carreira e plano de sucessão, além de estudos relacionados a clima e cultura empresarial.
Perfil: administração de empresas e especializações em gestão de pessoas 
Por que estará em alta em 2017: muitas companhias de pequeno porte, principalmente startups, precisarão fortalecer seus times e desenvolver projetos que mantenham seus talentos motivados na estrutura. Segundo a Page Personnel, atualmente precisamos de funcionários mais analíticos e estratégicos, voltados aos resultados, números e previsões. 
Office Manager: além da rotina secretarial de atendimento aos executivos, é o profissional responsável por gerir as demandas do escritório em um papel mais administrativo: da gestão de recepção, motoristas e copa ao gerenciamento de contratos terceirizados e de manutenção.
Perfil: formação em secretariado executivo ou administração de empresas.
Por que estará em alta em 2017: como o número de empresas de pequeno e médio porte profissionalizadas aumentou no Brasil, precisa-se de trabalhadores com um papel mais híbrido, que some responsabilidades e consiga ver a empresa como um todo.
  • Produção
Supervisor de PCP – Planejamento e Controle de Produção: responsável por definir e coordenar todo o processo produtivo, desde a entrada de insumos até o produto finalizado e a saída para a distribuição. 
Perfil: deve ter amplo conhecimento de processos produtivos e suas mais diferentes ferramentas de gestão, controle e melhorias.
Por que estará em alta em 2017: empresas buscam melhorar a produção, concentrando-se em redução de custos, perdas e paradas, entre outros. Com ajustes no processo produtivo, a empresa poderá produzir mais, de forma mais eficiente e com ganhos em todo processo de produção. 
  • Vendas
Analista de Compras – pleno e sênior: profissional especializado em negociações com fornecedores e gestão de insumos diretos ou indiretos utilizados diariamente pelas empresas.
Perfil: é preciso ter forte organização, ser estrategista e negociador, além de possuir forte influência e relacionamento com outros departamentos das empresas.
Por que estará em alta em 2017:  a área de compras pode gerar economias para as empresas. A busca por novos fornecedores, nacionais ou internacionais, gera novas oportunidades que podem trazer redução de custos em itens de compras.
  • Trainee
Comercial
O que faz: gera negócios para a empresa. Remuneração: R$ 5.500
Perfil: procuram-se administradores e engenheiros. É necessário ter conhecimento de Excel em nível intermediário e inglês fluente.
Por que estará em alta em 2017: área de grande exposição dentro da corporação e que traz resultados para a companhia.
Compras/ Procurement
O que faz: gestão de fornecedores, controle de qualidade e negociação. 
Salário: R$ 5.500
Perfil: é preciso ser administrador, engenheiro ou economista. Exige-se Excel avançado e inglês fluente.
Por que estará em alta em 2017: área responsável pela diminuição de grande parte dos custos de uma empresa.
Finanças
O que faz: atuação em áreas de planejamento, controles financeiros e auditoria, entre outras. Salário: R$ 5.500
Perfil: são administradores, engenheiros, economistas e contábeis. Inglês e Excel nos níveis intermediário ou avançado são exigidos.
Por que estará em alta em 2017: a área é muitas vezes responsável pelo planejamento estratégico da companhia e tem o objetivo de garantir a saúde financeira para impulsionar a retomada de mercado no próximo ano. 
  • Estágio
Tecnologia
O que faz: atua em diversas área da companhia, desde infraestrutura até projetos e negócios. Salário: em torno de R$ 1.600
Perfil: engenharia da computação, análise de sistema, ciência da computação, entre outros. Inglês e Excel avançados são exigidos.
Por que estará em alta em 2017: com a crise, muitas empresas investiram e continuam investindo em otimização de processos, por meio de ferramentas e processos tecnológicos. Com isso, a corporação ganha eficiência e diminui os custos e desperdícios.
Jurídico
O que faz: atuação em empresa e escritório, principalmente tributário ou trabalhista.
Salário: R$ 1.500
Perfil: é exigida formação em direito e ter inglês entre intermediário e avançado.
Por que estará em alta em 2017: o setor não foi tão afetado pela crise e as empresas acabam investindo mais ainda na área trabalhista, pois ela gera uma economia grande, principalmente em um cenário de crise.
Finanças
O que faz: atuação em áreas de planejamento, controles financeiros, auditoria e bancos.
Salário: R$ 1.700
Perfil: formação em administração, economia, contábeis e engenharias. Inglês e Excel nos níveis intermediário ou avançado são exigidos.
Por que estará em alta em 2017: empresas estão investindo mais em áreas como controladoria, auditoria e planejamento financeiro, visando diminuir os custos e maximizar os lucros.
Copiado: http://epocanegocios.globo.com/Carreira