sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Falhas Humanas

Falhas humanas: à medida em que máquinas e equipamentos evoluem cada vez mais em confiabilidade e sofisticação, a quantidade de acidentes, em números absolutos, decresce. 
Porém, o percentual de falhas atribuídas a falhas humanas aumenta cada vez mais. Apesar do velho adágio de que “Errar é Humano”, isto não significa que devemos nos conformar com este fato. 

Falhas Humanas – conceitos
O dicionário Michaelis  elenca, dentre diversas definições para erro, as seguintes:
Erro 
sm 1 Ato de errar. 2 Equívoco, engano. 3 Inexatidão. 4 Uso impróprio ou indevido. 5 Apartamento da honestidade ou da justiça. 6 Desregramento, mau comportamento. 7 Conceito equívoco ou juízo falso. 8 Doutrina falsa. 9 Culpa, falta. 10 Prevaricação. 11 Abuso. 12 Tip Tudo o que não confere com o original. 13 Em técnica, designa todas as pequenas diferenças residuais do valor exato, devidas a defeitos inevitáveis dos instrumentos.
O Dicionário Online de Português  assim define erro:
Significado de Erro
s.m. Opinião, julgamento contrário à verdade: cometer erro.
Falsa doutrina; opinião falsa: o erro dos heresiarcas.
Engano, equívoco: erro de cálculo.
Imperícia: foi um erro essa intervenção.
Metrologia Diferença entre o valor exato de uma grandeza e o valor dado por uma medição.
S.m.pl. Desregramentos, desvarios no proceder: erros da juventude.
Na realidade, além da diversidade de erros, há diferentes classificações para erros.

Falhas Humanas – classificações

Inicialmente, os erros podem ser divididos em dois grandes grupos: Não intencionais e Intencionais.
Erros Humanos – não intencionais
Erros inadvertidos (deslizes, lapsos – em Inglês: slips)
Falhas na execução das ações necessárias (leitura errada de um instrumento, acionar um botão errado, não desligar um aparelho, etc.). São erros baseados na Habilidade, sendo frequentes em tarefas contínuas e repetitivas, usualmente sem feedback, ou seja, os desvios não são notados, a menos que ocorra um evento de maior gravidade. Raramente são eliminados através da formação dos trabalhadores.
Erros técnicos (em Inglês: mistakes)
Oriundos de decisões equivocadas (e não omissões, como no caso anterior) ou erros de discernimento, que podem ser baseados em Procedimentos, quando os procedimentos não contemplam todos os aspectos de uma situação, ou as instruções são dúbias e não claras. Os erros técnicos podem ser baseados em Conhecimentos, quando há procedimentos claros, mas não os trabalhadores não têm capacidade de absorver o conteúdo dos procedimentos.
Erros Humanos – intencionais (violações)
Erros deliberados (sabotagem)
Falha executada com conhecimento de causa, com nítido intuito de provocar danos e prejuízos.
Infrações
Não cumprimento de procedimentos conhecidos, por comodidade, preguiça ou urgência.

Falhas Humanas – exemplos

Erro inadvertido: motorista habituado a dirigir carros com câmbio automático, aluga um carro com câmbio manual, se esquece de pisar na embreagem ao parar no sinal, e o carro “morre”.
Erro técnico: ao detectar pressão alta em um vaso, o operador aciona uma válvula errada, e, ao invés de aliviar a pressão, aumenta a pressão, levando à abertura da PSV
Sabotagem: operário insatisfeito devido à sua demissão verte areia no cárter de um equipamento, visando causar prejuízo.
Infração: para evitar um caminho muito longo, motorista faz um pequeno trecho em contramão.

Falhas Humanas – percentuais de falhas

Percentual de Falhas Humanas
Percentual de Falhas Humanas

Por  |- http://blogtek.com.br/

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Como Contratar Pessoas: 8 Características para Caçar

Caro leitor, já faz um bom tempo que é conhecida a escassez de talentos gerenciais e de gente competente para operar as empresas e seus negócios. 
Com o aquecimento do mercado de trabalho nos últimos anos (não vou entrar na discussão sobre se o tal aquecimento se sustenta, ou em prognósticos prováveis para os próximos tempos, o fato é que depois da euforia sempre pode vir a ressaca) não poderia ser outra a consequência em um país com tanta carência – em todos os níveis – na formação de mão-de-obra.
Contudo, existem alguns fatores de ordem comportamental, que invariavelmente tangenciam a questão da instrução formal obtida em universidades, cursos técnicos e especializações – que é indispensável, os moderninhos que me desculpem – mas que estão muito mais relacionados ao campo das atitudes e talentos do que a métodos de ensino e conhecimento transferido de forma estruturada.
Trata-se de um componente agregado raro de encontrar, e que muitas vezes representa o “pulo do gato” tanto no sucesso da maioria dos empreendimentos sobre os quais escutamos os êxitos, como para transformar a vida de pessoas especialmente habilidosas e capazes que encontram neste reconhecimento a oportunidade para se destacar de uma vez por todas e fora dos padrões convencionais.
Quando Encontrar Alguém assim, traga para dentro, ou ao menos, não o perca de vista.
E para facilitar a identificação, seguem abaixo algumas características comuns a estes profissionais absolutamente especiais.
1. Franqueza. Estas pessoas não estão lá muito preocupadas com o que você vai pensar de suas opiniões. Estão prontas para defendê-las e irão confrontar com argumentos;
2. Auto confiança (bem calibrada e de verdade). Cientes sua capacidade, se preocupam pouco em provar algo para alguém. No lugar disso, não se importam em recuar quando são vencidos nos seus argumentos, pois encaram isso com normalidade – afinal podem mesmo ter errado em uma avaliação – e conhecedores do seu potencial, assumem desafios correndo os riscos do fracasso com a mesma naturalidade com que buscam o sucesso. Em meio a esse perfil, brota a criatividade;
3. Sensatos e equilibrados. Apesar da agressividade em defender ideias e posições e da auto confiança presente, sabem lidar com oposições, direcionamentos verticais eventualmente impostos e incompreensões.
4. Capacidade para o sacrifício. Estas pessoas não se importam em romper noites trabalhando, e nem tão pouco se incomodam em suportar cargas extenuantes de trabalho.
5. Objetivos e organizados. Atuando de forma absolutamente focada, não perdem tempo com enrolação, mas antes disso se preparam e efetivam minucioso planejamento de ação;
6. Relacionamento. Longe do blá blá blá reinante e dos clichês comportamentais corporativos, estas pessoas simplesmente sabem construir relações e atuar em conjunto. Respeitam adversários, edificam laços de confiança e fogem dos arroubos da vaidade. Simples assim;
7. Céticos seletivos. Não se trata aqui de um comportamento onde a descrença sempre é preponderante, mas estes profissionais possuem inteligência suficiente para entender que nem tudo merece crédito, e de que nem toda mudança ou inovação necessariamente são bem vindas. Com senso crítico aguçado, questionam e realizam análises cuidadosas antes de firmar conceitos e assumir verdades absolutas;
8. Apego aos detalhes. Conscientes de que o papel aceita qualquer coisa, e de apenas pensar estrategicamente não basta para atingir um resultado concreto, não se descuidam dos detalhes e sabem que é ali, às vezes em mínimas brechas, que a execução não ocorre e um projeto pode nunca deixar de ser apenas um sonho.
Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ética e Moral na Gestão Pública: Possível ou Impossível?

Podemos infelizmente constatar que ética e moral são fatores, atos, condutas, ações, entre outros, pouco praticados na administração pública, porém felizmente não extintos. 

São raros os comportamentos éticos e morais atualmente em nossa sociedade. A sociedade do século XXI vive completamente impregnada de vícios, de concuspscência (a busca pelo prazer a qualquer custo e forma). 

Esse prazer a qualquer custo é a característica marcante da sociedade contemporânea, as ações das pessoas como um todo, infelizmente, geralmente são pautadas pelo prazer e não pela ética e moral.

A sociedade contemporânea vive uma grande dissimulação, nas organizações públicas (não só nas organizações públicas) geralmente impera o pensamento maquiavélico entre os que deveriam agir e pensar de acordo com a ética e a moral em favor do bem comum, o que infelizmente em muitos casos o que ocorre é o jeitinho, o improviso, o manda quem pode e obedece que tem juízo, e os fins justificando os meios, fins às vezes não benéficos para a sociedade em geral.

Mas afinal o que vem a ser ética e moral? Podemos dizer de forma genérica que ética é uma reflexão autônoma, pautada em princípios, de uma forma interna sobre as ações e conduta moral, visando o bem e a felicidade. Já a moral são valores sociais, ou seja, princípios que nascem nas pessoas mediante o prazer e o sofrimento, de forma involuntária, de maneira geral são hábitos, costumes, comportamentos e condicionamentos.

O grande desafio, imposto aos cidadãos, é como ser ético e moral em uma sociedade extremamente corrompida, trata-se de uma tarefa extremamente árdua e contraditória frente aos valores e atitudes de alguns governantes, que se deixam corromper pelos vícios, e usam seus respectivos cargos e poderes para o beneficio próprio. Esses governantes e gestores esquecem as virtudes e passam a agir pautados pelos vícios e pelo egoísmo. 

O “levar vantagem em tudo” a todo o custo é o símbolo da sociedade atual, os fins justificando os meios, pensando de forma completamente maquiavélica, no entanto, esses fins geralmente não são tão nobres assim, muito menos os meios são plausíveis.

As pessoas buscam constantemente os vícios (riqueza, poder, bens materiais, luxúria, consumismo, gula, entre outros), com isso os administradores públicos e privados, as pessoas que detém teoricamente o “poder” e as diretrizes das ações governamentais e privadas da sociedade, e de modo geral os entes da sociedade atual são aos poucos contaminados por esses vícios, visto que antes de serem gestores ou administradores públicos ou privados são frutos da sociedade atual.

Como os gestores públicos e privados, políticos entre outros são frutos dessa sociedade, alguns esquecem a ética e a moral e começam a agir de forma imoral e antiética na busca constante da satisfação pessoal (o individualismo). 

O individualismo é uma característica tão marcante desse atual estágio da sociedade moderna, onde o consumismo exacerbado e a busca pelo poder e riqueza a todo custo é gritante, ou seja, as práticas egocêntricas são cada vez mais valorizadas em detrimento do pensamento coletivo e do bem comum. 

Nas reuniões e debates o que geralmente ocorre é uma disputa de egos, onde o mais importante é impor a sua respectiva opinião, projeto ou algo similar, na busca de maior poder, pouco importa se o projeto do outro é mais benéfico para o bem comum, nessas situações raramente temos um dialogo aberto, mas sim uma disputa pelo poder e status, seja profissional ou social.

Podemos afirmar que ética é uma característica intrínseca da pessoa, não se aprende nos bancos da escola, ou a pessoa possui ou não. Ética e moral nas organizações públicas estão vinculadas ao principio da publicidade, pois caso os administradores e agentes públicos não possuam receio, vergonha ou medo de demonstrarem com toda a transparência seus atos, deliberações, despachos, atitudes entre outras medidas adotadas em público provavelmente
estarão visando o bem comum e da sociedade em geral, e assim agindo de forma ética e moral, desenvolvendo uma associação legítima, ou seja, uma relação de transparência, respeito e comprometimento com a sociedade. 

Essa seria uma forma de combater os vícios da sociedade contemporânea, ou seja, uma forma de combater e minimizar os efeitos da corrupção, e quem sabe desenvolver e construir um mundo mais justo e fraterno.

O grande desafio é combater a corrupção na sociedade tanto nas organizações públicas tanto nas privadas, interagindo com pessoas já mergulhadas e contaminadas pela falta de ética e moral, sem no entanto ser contaminado por essa fonte e impedindo que a corrupção dissipe-se pela sociedade como um todo. 

O se manter integro é o grande desafio da atualconjuntura social política, certamente é uma atitude árdua e heróica, porém é possível, pois assim a sociedade poderá sonhar com um mundo um pouco mais justo, podemos almejar a felicidade sem no entanto ser contaminado pelos vícios, pois para as pessoas serem felizes não necessitam serem corrompidas pelos vícios da sociedade atual.

A sociedade pode desenvolver uma associação legítima não que seja fácil, mas é possível, pois como diria um antigo professor de física, “as dificuldades podem levar a facilidades futuras”, visto que acreditando não ser impossível a sociedade talvez possa construir uma administração pública mais eficiente e eficaz, com mais ética e moral, fatores e características atualmente pouco valorizados na sociedade. Isso certamente contribuirá para o desenvolvimento de um mundo com menos vícios, buscando assim o bem comum da população e reduzindo os malefícios da corrupção.

Resumo:
Ética e moral características e atitudes renegadas ao segundo plano e extremamente desvalorizadas em algumas situações e ações da sociedade contemporânea. No entanto, ética e moral existem na administração e gestão pública? Será que é possível agir de forma ética e moral na gestão pública e privada sem ser contaminado pelo egocentrismo e o individualismo exacerbado da sociedade contemporânea? Esse ensaio visa debate e refletir sobre essa temática e também contribuir para difusão da importância do agir ético na sociedade moderna.

Autor: Adm. Wagner Freire Rocha - CRA/ES 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Controller Dentro Das Organizações

Introdução
 Desde o início do século XX, quando começaram a aparecer os controllers nas organizações americanas, existe interesse em conhecer as atribuições que eles desempenham. De uma função eminentemente contábil, o controller ocupa hoje outras posições, tornando-se um profissional indispensável na gestão empresarial.

Na atual dinâmica da economia global, as empresas são obrigadas a estar sempre em compasso de transição. Nesse cenário, o controller tem papel importante, gerando informações confiáveis e eficazes, supervisionando os setores de contabilidade, finanças, administração, informática e recursos humanos, tomando decisões que envolvem a todos e principalmente atuando constantemente em mudanças (de mercado, tecnologias, sistemas de gestão, etc.), assumindo assim, um papel fundamental dentro das organizações.

A Controladoria é um segmento da Contabilidade, mas também pode ser definida como ramo da Administração, dependendo do enfoque dado pelos gestores e contadores, responsáveis pelo suprimento de informações aos tomadores de decisão. A Controladoria tem como funções principais exercer os controles contábeis, financeiros, orçamentários, operacionais e patrimoniais da instituição. Com sua visão ampla e generalista, o controller influencia e assessora todos os outros departamentos da empresa, onde as informações são geradas e colocadas à disposição dos executivos para a tomada de decisões. Devido a esse fato, ela pode ser dividida didaticamente em Controladoria Administrativa e Controladoria Contábil, mas na prática profissional isso não é muito comum pois ambas as partes costumam ficar sob a égide de um único gestor (controller ou controlador).

Ainda do ponto de vista contábil, devido a esse relacionamento estreito com a Administração, a Controladoria pode ser considerada como pertencente ao ramo especializado da Contabilidade administrativa.

Resumidamente, podemos destacar que o papel do Controller  tem se expandido de um  Contador voltado para atribuições básicas, para um profissional voltado para gerenciamento com habilidades interpessoais que o qualifica a interagir com outros departamentos, bem como gerenciar atividades de um crescente e bem preparado grupo de colaboradores. Desta forma o papel do moderno Controller requer pelo menos muita experiência em administração e amplo conhecimento contábil.

Este trabalho tem por objetivo analisar as atividades dos controllers para compreender alguns aspectos relativos ao exercício do cargo, tais como, funções desempenhadas, habilidades requeridas e formação acadêmica. Espera-se com os resultados obtidos auxiliar a compreensão das funções do controller e promover a valorização deste profissional tão importante na gestão das organizações.

Contabilidade
Contabilidade é a ciência que estuda, interpreta e registra os fenômenos que afetam o patrimônio de uma entidade. O nome deriva do uso das contas contábeis. De acordo com a doutrina oficial brasileira (organizada pelo Conselho Federal de Contabilidade), a contabilidade é uma ciência social, da mesma forma que a Economia e a Administração (esta por vezes considerada um ramo da Sociologia). Mas é comum autores refutarem essa condição científica, colocando-na como técnica ou arte. Nessas acepções alternativas, por exemplo, há quem a defina numa conotação tradicionalmente jurídica, como a arte de organizar os livros comerciais ou de escriturar contas.

Administração
A Administração (do latim: administratione) é o conjunto de atividades voltadas à direção de uma organização utilizando-se de técnicas de gestão para que alcance seus objetivos de forma eficaz, com responsabilidade social e ambiental.

A administração é uma ciência exata que exige um profissional altamente afinado com os resultados, capaz de analisar a Contabilidade Gerencial (receitas, despesas e balanço patrimonial), o Cash Flow, vendas e produção. É muito comum as empresa nacionais de médio e pequeno porte acharem que têm controle sobre seus custos.

Lacombe (2003, p.4) diz que a essência do trabalho do administrador é obter resultados por meio das pessoas que ele coordena. A partir desse raciocínio de Lacombe, temos o papel do "Gestor Administrativo" que, com sua capacidade de gestão com as pessoas, consegue obter os resultados esperados. Drucker (1998, p. 2) diz que administrar é manter as organizações coesas, fazendo-as funcionar.

Controladoria
A Controladoria é um segmento da Contabilidade e surgiu para ampliar e disseminar o entendimento do processo de gestão. Essa área identifica a razão de ser de uma organização e quais fatores estão contribuindo, ou não, para a eficiência e eficácia de suas operações, de forma que se assegure a continuidade do negócio pela geração contínua de resultados econômicos favoráveis. O encarregado pela área de Controladoria em uma empresa é chamado de Controller ou Controlador. Tal área é considerada um órgão de staff, ou seja, de assessoria e consultoria, fora da pirâmide hierárquica da organização.

Surgiu nas grandes organizações norte-americanas, com a finalidade de realizar o controle centralizado de todos os negócios da empresa, envolvendo, inclusive, suas filiais, subsidiárias, divisões etc. Nessa fase, essa função era exercida por profissionais da área financeira ou contabilidade, devido às suas experiências em manipular informações econômico-financeiras, além da ampla visão sistêmica que dispunham da dinâmica empresarial.

Assim, trata-se de um órgão dotado de missão, objetivos e metas para sua própria atuação. A missão da controladoria é otimizar os resultados econômicos da empresa, para garantir sua continuidade, por meio da integração dos esforços das diversas áreas.

A Controladoria na sua essência é um modelo de gestão, ou seja gestão de sistemas integrados em toda a organização, que serão monitorados por um controller, desempenhando sua função de maneira muito especial. Dentro do ambiente contábil e financeiro da organização, responsável de organizar e reportar informações relevantes para a tomada de decisão nas organizações.

Para Nakagawa(1993), “O controller acaba tornando-se o responsável pelo projeto e manutenção de um sistema integrado de informações, que operacionaliza o conceito de que a contabilidade, como principal instrumento para demonstrar a quitação de responsabilidades que decorrem da accountability da empresa e seus gestores, é suportada pelas teorias da decisão, mensuração e informação”.

As informações são levadas, ou melhor, gerenciadas pelo setor de Controladoria. O controller, cargo de staff entre gerentes e diretores, possuí a missão de trabalhar todas essas informações geradas pelo setor contábil, e só é possível para o controller ter sucesso nesse apoio a gestão empresarial, se a Contabilidade gerar as informações corretas, no tempo exato para que elas possam acontecer.

A Controladoria é o olho mágico, uma ferramenta que vai tornar disponível ao tomador de decisões as informações necessárias que irão aumentar o controle e o conhecimento do seu business, bem como demonstrar o efeito de cada componente de custo ou receita na análise dos resultados empresariais. A controladoria assume que o processo de gestão ideal deve ser estruturado com base na lógica do processo decisório, contemplando as seguintes etapas: planejamento, execução e controle. Além disso, ser apoiado por sistemas de informações que subsidiem as decisões que se fizerem necessárias em cada uma dessas fases.

O ato de gerir pode ser entendido como um conjunto de atividades capaz de conduzir a organização ao cumprimento da sua missão.

Para Chiavenato, gerir é "interpretar os objetivos propostos pela empresa e transformá-los em ação empresarial por meio de planejamento, organização, direção e controle de todos os esforços realizados em todas as áreas e em todos os níveis da empresa, a fim de atingir tais objetivos".

Controller
O “Controller” é um profissional pago para analisar os números, reunindo todas as informações quantitativas necessárias como, rentabilidade, taxas, investimentos, resgates, despesas, captação, custo, empréstimos, riscos, Cash Flow e etc. Tem pleno conhecimento da vida financeira da empresa. O "Controller" promove o conhecimento do conjunto de todas as variáveis relacionadas ao abrangente campo da controladoria organizacional, consolidando uma visão estratégica e integrada da gestão de finanças e controladoria empresarial, buscando a relação entre os diversos desempenhos da empresa. Ele sabe exatamente tudo o que ocorre na organização.

A Contabilidade como Ferramenta de Controle
A Ciência Contábil, tem por finalidade, assegurar o controle do patrimônio administrado, através do envio de informações e orientação necessárias à tomada de decisões a respeito da composição e das variações do mesmo como também no que se refere ao resultado das atividades econômicas desenvolvidas pela entidade para alcançar seus fins, que podem ser lucrativos ou simplesmente sociais, culturais, beneficentes ou outros.

 Nash e Roberts(1984), definem de forma interessante o sistema de informação para as organizações.
“O sistema de informações é uma combinação de pessoas, facilidades, tecnologias, mídias, procedimentos e controles, com os quais se pretende manter canais de comunicação relevantes, processar transações rotineiras, chamar a atenção dos gerentes e outras pessoas para eventos internos e externos significativos e assegurar as bases para a tomada de decisões inteligentes”.  
                  
As funções do controller
Tradicionalmente, o controller não ocupa posição hierárquica de comando, mas de staff junto ao mais alto nível de uma organiza­ção, prestando serviços de gestão de informações para apoio ao pro­cesso decisório e acompanhando a evolução das atividades da empre­sa. É um profissional que conhece profundamente a empresa e o ne­gócio em que ela atua.

Este profissional deve ter uma visão voltada ao futuro das ativi­dades da companhia, fazendo um balanço entre o planejamento ad­ministrativo definido no passado e os eventos que ocorrem no pre­sente, destacando as implicações dos eventuais desvios no futuro da empresa. É do controller a respon­sabilidade pelo planejamento e implantação de um sistema de in­formações adequado aos diversos níveis da companhia.
Nos tempos atuais, de avanços tecnológicos acelerados e de ciclos de mudança cada vez menores, aliados às constantes modifica­ções nas legislações que ocorrem-nos diversos mercados em que as empresas atuam, o controller deve ser um profissional multifuncio­nal, com conhecimento e experiên­cias nas áreas contábil, financeira e administrativa.

Formalmente, o controller deve apresentar formação em contabi­lidade, com conhecimentos avan­çados em sistemas de informações gerenciais, tecnologia da informa­ção, aspectos legais dos negócios e visão empresarial, métodos quan­titativos de análise de informação e processos de produção de bens e serviços.
Na prática, as ofertas de vagas disponíveis para a posição inclu­em fluência em inglês, conheci­mentos e experiências em elabora­ção de relatórios de resultados conforme os USGAAP, atuação em sistemas integrados de gestão, como SAP, e conhecimentos pro­fundos em planejamento estraté­gico e tributário. São citados como diferenciais o conhecimento em sarbanes-oxley e aplicação de fer­ramentas de avaliação como o Balanced Scorecard.

O Controller é o profissional que gerência uma série de atividades chave na empresa, monitora os ativos e entrega os demonstrativos financeiros. Fator chave diz respeito à alta necessidade de ser o Controller preparado para exercer uma interação ampla com os vários departamentos da empresa.
Por outro lado o Controller tem um fundamental papel de coordenar uma equipe capacitada e preparada para fazer face às modernas atribuições da função contábil.

Em entrevista ao Sr. José Bahia, Controller Latin América da LSG Skychefs do Brasil, empresa multinacional alemã, líder mundial no seguimento de “catering” aéreo, complementou com as seguintes informações:

“ O Controller no exercício de suas funções principais, além do conhecimento técnico que lhe é exigido, como, planejamento e controle, área tributária, mercado financeiro, contabilidade, orçamento empresarial e outras, este profissional deve também ter a habilidade necessária para a formação de talentos profissionais, treinando, capacitando e mostrando horizontes e perspectivas para os que com ele trabalham.”

Conclusão
Os modernos conceitos de Controladoria indicam que o controller desempenha sua função de controle de maneira especial, isto é, ao organizar e reportar dados relevantes, exerce uma força ou influência que induz os gerentes a tomarem decisões lógicas e consistentes com a missão e objetivos da empresa.
Geralmente o controller acaba tornando-se o responsável pelo projeto, implementação e manutenção de um sistema integrado de informações, que operacionaliza o conceito de que contabilidade, como principal instrumento para demonstrar a quitação de responsabilidades que decorrem da accountability da empresa, a planejarem, executarem e controlarem, adequadamente as atividades de uma empresa, sejam elas de suporte ou operacionais, utilizando com eficiência e eficácia os recursos que lhes são colocados a sua disposição. O controller é o gestor desse sistema, na qualidade de principal executivo de informações de uma empresa.

O "Controller" é, na verdade, a coesão do gerente financeiro e do contador, que tem por objetivo reduzir os custos operacionais e administrativos, maximizando lucros, através de um adequado gerenciamento de caixa com projeção de recebimentos e pagamentos, balanços com controle de custos, despesas, receitas, vendas e faturamento e, também, a guarda das informações.

É impossível ver uma organização bem sucedida que não tenha um serviço contínuo de controladoria. A Controladoria é a alma e arma do negócio!

Copiado: http://www.artigonal.com/

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

10 Inovações que Devem Transformar o Mundo até 2025

Mapeamento genético, medicamentos sob medida, prevenção da DIABETES e o fim da escassez de alimentos. Parece um enredo de filme de ficção científica, mas esse será o panorama mundial em 2025, de acordo com estudo realizado pela Thomson Reuters, multinacional da área de mídia e informação.
Especialistas da companhia analisaram publicações científicas e solicitações de patentes para identificar dez setores em que a tecnologia irá transformar radicalmente a vida na Terra nos próximos 11 anos. 
A partir do resultado, eles também se arriscaram a fazer suas PREVISÕES para 2025. Confira o que deve fazer parte da nossa realidade na metade da próxima década.
  • Combate à insanidade

Apesar da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimar que os casos de insanidade tripliquem até 2050, o relatório da Thomson Reuters é bem mais positivo. A empresa acredita que o foco de estudos a respeito de cromossomos patogênicos que causam doenças neurodegenerativas resultarão em um diagnósticos e tratamentos precoces.

  • Energia solar em todos os lugares

O sol deverá se tornar a maior fonte única de energia do mundo. Ela será utilizada para o aquecimento de edifícios e água, além de prover bateria para nossos dispositivos em casa e no escritório.


Esse tipo da doença se apresenta ainda na infância, fazendo com que as crianças desde cedo precisem tomar injeções de insulina. Apesar do número de pacientes com a doença estar crescendo inexplicavelmente, o relatório acredita que o quadro irá se inverter. A engenharia genética deverá permitir a modificação de genes que causam doenças em humanos, tornando possível a prevenção da DIABETES tipo 1 e outras condições.

  • Alimentos para todos

Para alcançarmos um estágio em que não há mais escassez de comida e nem pessoas em risco de desnutrição, a humanidade deverá produzir plantações geneticamente modificadas. Esses alimentos irão se desenvolver rapidamente e em ambientes internos com o apoio de LEDs de baixo consumo energético que irão emitir ondas de comprimentos específicos que aumentam o crescimento.

  • Aviões movidos a energia elétrica

Avanços em baterias de íons de lítio e em relação ao armazenamento de hidrogênio farão com que o transporte elétrico se torne realidade. As novas aeronaves também farão uso de materiais que diminuirão o peso da estrutura e motores com tecnologia de supercondutores. Com essas transformações, pequenos aviões comerciais irão COMEÇAR a realizar viagens de curta distância.

  • Internet ubíqua

Em 2025, todos estaremos interligados pela INTERNET. Tudo estará conectado, desde a geladeira da sua cozinha até o mais remoto fazendeiro da África. Segundo a Thomson Reuters, isso será possível devido às melhorias em semicondutores, condensadores de nanotubos de grafeno de carbono, tecnologia 5G, dentre outras inovações. As comunicações sem fio irão dominar tudo e em todos os lugares.

  • Derrocada do plástico

Esqueça a sacola plástica do supermercado, ela estará próxima à extinção em 2025. No futuro, as embalagens plásticas serão substituídas por produtos feitos à base de celulose. Esses nano materiais biológicos são biodegradáveis e devem fazer com que as embalagens produzidas a partir de derivados do petróleo se tornem história.

  • Medicina sob medida

Em 2025, a medicina terá se tornado personalizada. Os medicamentos em desenvolvimento já estão se tornando tão direcionados que conseguem se atrelar a proteínas específicas e usar anticorpos para permitir mecanismos de ações mais precisos. O conhecimento de mutações de genes específicos será ainda maior e cientistas poderão ameaçar essas alterações.

  • Mapeamento genético

A geração que nascer em 2025 já participará de testes recorrentes de DNA, com a utilização de nano-sondas inseridas no corpo. Todos terão o DNA mapeado ao nascer e passarão por checagem anual para identificar mudanças que podem indicar o início de doenças autoimunes.

  • Adeus, trânsito?

Ok, 2025 talvez ainda seja cedo para a implementação de tecnologias de teletransporte, mas o estudo indica que elas estarão bem encaminhadas. De acordo com a Thomson Reuters, essa área de estudo estará avançada e permitirá o teste de um teletransporte quântico já em 2025.

Muitas dessas invenções parecem improváveis para o futuro próximo e podem nem ocorrer, dependendo de codições sociais, econômicas, políticas e culturais. Apesar disso, os estudiosos garantem que é possível manter o otimismo. 
Para eles, os cientistas já estão trabalhando para resolver problemas e desafios que a humanidade enfrenta hoje em dia e que obstáculos poderão surgir, mas que a ciência e a inovação poderá continuar nos dando esperanças.
Copiado: http://pme.estadao.com.br/

sábado, 30 de agosto de 2014

Finanças Pessoais em Equilíbrio

Presentes e ceias de Natal e Ano Novo, seguidos pelo Carnaval. Por mais controlado que você seja, é muito provável que tenha cometido excessos em seus gastos.

Se você é assalariado, é fácil fechar as contas e saber o quanto comprometeu de sua poupança ou renda futura. 

Por outro lado, se você é empresário, consultor, profissional liberal, enfim, se exerce qualquer atividade com remuneração variável, talvez esteja diante de um problema ainda maior, pois a Economia esteve pouco aquecida nestes dois primeiros meses do ano.

Administrar finanças pessoais não difere muito de gerenciar o caixa de uma empresa ou mesmo de um país. Mudam apenas a proporção e a complexidade. Você precisa analisar dois conjuntos de contas: as receitas e as despesas.

O lado das receitas é normalmente meio engessado. Se você é assalariado, pode buscar uma elevação de sua renda fazendo horas extras, evidentemente desde que com a anuência da empresa. Uma alternativa consiste em realizar pequenos jobs, ou seja, trabalhos autônomos para terceiros, a fim de reforçar o caixa.

Já o profissional com remuneração variável, ao mesmo tempo em que não dispõe da segurança proporcionada por um salário no final do mês, tem à sua disposição a possibilidade de, fazendo uso de sua habilidade e criatividade, gerar novos negócios, buscar novos clientes, aumentar suas vendas.

Mas é no campo das despesas que este jogo acontece. E o segredo é relacionar todas os gastos possíveis dividindo-os em categorias conforme ilustrado a seguir:
  • Grupo da Habitação: prestação da casa ou aluguel, IPTU, seguro residencial, condomínio, água, energia elétrica, gás encanado ou de cozinha, telefone fixo, manutenção da casa;
  • Grupo da Saúde: assistência médica e odontológica, farmácia, academia de esportes; - Grupo da Alimentação: gastos com alimentação básica em geral, despesas em supermercado (inclusive produtos de limpeza e higiene pessoal);
  • Grupo da Educação: escola e material didático dos filhos, cursos, seminários, congressos, livros técnicos ou não;
  • Grupo do Transporte: prestação do carro, IPVA, seguro obrigatório, seguro do veículo, combustível, multas, transporte coletivo, estacionamento pago, manutenção do carro;
  • Grupo da Cultura e Lazer: cinema, teatro, restaurantes, bares, assinatura de revistas, TV a cabo, provedor de acesso à Internet;
  • Grupo das Despesas Financeiras: tarifas bancárias, juros de cheque especial e empréstimos, juros embutidos em financiamentos;
  • Grupos dos Diversos: telefone celular, vestuário e acessórios, empregada doméstica, previdência privada.
É muito provável que eu tenha me esquecido de contemplar algumas contas na listagem acima. Mas os itens relacionados já são suficientes para demonstrar como nos enganamos na administração de nossas despesas pessoais. Isso acontece porque estamos habituados a considerar apenas aqueles gastos mais próximos e palpáveis, negligenciando aqueles que têm que ser provisionados, ou seja, que devem ser previstos porque eventualmente ocorrerão. Isso acontece, por exemplo, com medicamentos, multas de trânsito e manutenção.

De todas as contas apresentadas, uma muito perniciosa merece atenção: juros e tarifas bancárias. Isso porque você pode não perceber, mas desde o fim da inflação inercial (aquela de 30% ao mês que chegou ao extremo de 3% ao dia nos idos dos anos 80) os Bancos passaram a cobrar por todo e qualquer serviço prestado. Não é à toa que hoje as tarifas bancárias são suficientes para pagar, com folga, toda a folha de salários da maioria dos Bancos que atuam no Brasil.

Uma pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), realizada no ano de 2002 junto a 3.477 consumidores na cidade de São Paulo, demonstrou que 29,83% da renda das famílias é destinada ao pagamento de encargos financeiros. Este índice sobe para 35,43% no caso do trabalhador de baixa renda (um a cinco salários mínimos).

Assim, diante deste quadro, algumas sugestões mostram-se pertinentes.
Primeiro, monte sua própria planilha de despesas de acordo com sua realidade. Você poderá, por exemplo, chegar à conclusão de que não é o momento para adquirir um carro ou trocar o modelo atual.

Segundo, analise quais gastos podem ser eliminados, substituídos ou reduzidos. Sempre com os olhos voltados para sua receita, você pode concluir que certos serviços precisam ser eliminados de sua cesta, evidentemente reduzindo seu padrão de vida atual. Isso pode simbolizar o cancelamento da assinatura da TV a cabo, uma visita a menos por mês a um restaurante ou o uso mais regrado do telefone celular.

Terceiro, evite comprar por impulso ou através de financiamento com juros. Opte por comprar à vista, quando for possível. Um exercício interessante é aguardar uma semana para adquirir algum novo bem. Após este prazo, pergunte-se com franqueza se ainda precisa daquele objeto.

Finalmente, ataque de frente e sem piedade suas despesas financeiras. Saia do crédito rotativo do cartão de crédito. Cancele-o e busque um juizado de pequenas causas para efetuar o pagamento do saldo devedor sem a incidência atroz de juros que se aproximam de 15% ao mês. Faça o mesmo com seu cheque especial, negociando seu parcelamento com taxa máxima de 3% ao mês.

Em suma, tome as rédeas de sua vida financeira e tenha na disciplina sua maior aliada.
Fonte: -  Tom Coelho  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

4 tipos de funcionários que intoxicam o ambiente de trabalho sem que ninguém perceba

Funcionários que costumam fazer confusões, pendem para o lado dramático das coisas ou dificilmente se conformam, muitas vezes precisam apenas de um pouco de atenção e gestão para atingir seus potenciais. 

É isso que pensa Geoffrey James, contribuidor do site Inc.
Em um artigo publicado no site, James afirma que existem, porém, outros tipos de funcionários, que normalmente não são pensados como "difíceis" e que são prejudiciais à produtividade e harmonia do ambiente de trabalho.
Conheça os tipos e saiba por que talvez seja melhor repensar o fato de tê-los por perto:

1. Camaleão

O camaleão se disfarça e se camufla em qualquer ambiente, para escapar de ameaças. No mundo dos negócios isso significa alguém que se propõe a fazer várias coisas, para na verdade evitar trabalho real.
Assim, o camaleão se junta a diferentes equipes, para realizar atividades diversas, e usa isso como uma arma para justificar seu estresse e impossibilidade de assumir responsabilidades maiores. Como? Ele afirma que está sob muita pressão por causa desse ou daquele objetivo, que tem muito trabalho para fazer de um outro projeto, que está estressado por causa daquela outra reunião. E quando chega a hora de falar sobre salário ele reivindica para si o crédito de ter ajudado todas as equipes a atingir seus objetivos.
A melhor maneira de lidar com alguém assim, se você resolver dar uma chance, é atribuindo tarefas específicas e individuais, com deadlines ambiciosos. Assim, o camaleão não terá a chance de jogar o trabalho nas costas de outras pessoas.

2. Enfeite

Aquela pessoa que está ali pela sua aparência, muito mais do que pelo trabalho em si. O enfeite feminino, estilo "modelo da Victoria's Secret", é aquela que usa a beleza para conseguir o que quer no ambiente de trabalho. O problema aqui não é ser uma mulher bonita, mas ser uma mulher que conseguiu e permanece no emprego por isso.
O mesmo vale para enfeites masculinos: o homem que fica perfeito em um terno e tem um ar de executivo, mas não possui o expertise ou talento para estar onde está. Se não há possibilidade de demitir esses "enfeites", James aconselha a pelo menos usá-los a seu favor: coloque-os para trabalhar em setores onde causar boa impressão pela aparência pode ser útil.

3. Grilhão

Os grilhões são algemas ou correntes ligadas a uma bola pesada de metal, que não permitia que prisioneiros escapassem ou se locomovessem muito. Nos negócios, são aquelas pessoas que impedem que a empresa ou projeto se arrisque, como, por exemplo, alguns advogados corporativos. Para lidar com eles, James afirma que o melhor é tratá-los como consultores e não "tomadores de decisão". Ouça suas opiniões e argumentos, mas, no final, faça você mesmo as escolhas, e quando arriscar for a sua decisão, não deixe o "grilhão" lhe impedir de agir.

4. Vampiro

Na mitologia, vampiros parecem humanos, mas sobrevivem através do nosso sangue. No ambiente de trabalho, os vampiros aparentam estar contribuindo, mas se alimentam das emoções dos outros. Em reuniões, eles parecem ajudar, e “ajudam” mostrando sempre as possibilidades negativas de qualquer coisa, sugando, assim, o otimismo e positividade das outras pessoas.
Outra tática do vampiro é ouvir as reclamações dos outros, com a intenção de obter informações para criar e fomentar conflitos, sem que ninguém o veja como responsável. Ele espalha negatividade sutilmente, fazendo as pessoas acreditarem que os sentimentos negativos são genuinamente seus.
É difícil demitir um vampiro, pois as pessoas o veem como aliado e amigável. Mas James não vê outra forma de lidar com esse tipo de funcionário, que não seja livrar-se dele.
Copiado: http://www.administradores.com.br/

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

As Transformações Econômicas Após a Revolução Industrial

Que Classes Sociais Surgiram Após a Revolução Industrial? 

Quais Foram as Condições Para o Desencadeamento da Revolução Industrial?

A partir de meados do século XVIII a sociedade européia passou por um processo de transformação global, o qual marcou o estabelecimento do sistema capitalista como um novo modelo de produção.

Essa metamorfose atingiu todos os níveis da sociedade, obtendo no nível econômico sua maior concretização após a Revolução Industrial.

Autores famosos compreendem a Revolução Industrial como um conjunto de transformações ocorridas nas indústrias, na agricultura, nos transportes e no comércio, as quais transformaram a economia numa economia capitalista. Esse processo envolveu a própria sociedade que se dividiu em (2) duas classes básicas:

• A Burguesia – proprietária dos meios de produção

• O Proletariado  – classe assalariada que para subsistir passou a vender o único bem que possuía: _ sua força de trabalho

A Revolução Industrial representou o processo de mecanização das indústrias que ocorreu inicialmente na Inglaterra – em fins do século XVIII – e, posteriormente, na França, Estados Unidos e Alemanha.

Em termos globais a Revolução Industrial representou a concretização do sistema capitalista, na medida em que alterou efetivamente o cotidiano dos homens e sua forma de vida.

Mas, quais foram as condições para o desencadeamento da Revolução Industrial?

Dentre as precondições pode-se afirmar que a acumulação de capitais e a liberação da mão-de-obra constituem-se as duas mais importantes, uma vez que elas representam os dois (2) aspectos fundamentais do sistema capitalista – Capital e Trabalho.

A acumulação de capitais foi o processo pelo qual se verificou a concentração dos meios de produção e de grandes somas de dinheiro, nas mãos de uma minoria – a burguesia.

Essa acumulação ocorreu na fase de transição do feudalismo ao capitalismo, processando-se setor agrícola, industrial e mercantil. 

Já o processo de liberação da mão-de-obra representou a criação do proletariado. Isto é, de uma das classes cujos componentes não possuíam outras riquezas senão a sua própria força de trabalho.

Esse processo ocorreu na área rural através do cercamento dos campos onde os camponeses e os arrendatários de terra foram desapossados de suas terras e, conseqüentemente, muitos deles foram parar nos centros urbanos, engrossando assim os contingentes de assalariados.

Fonte: Julio Cesar S. Santos - http://www.qualidadebrasil.com.br/