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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

E Agora Que o Carnaval Acabou?

Toda aquela lista de promessas para o Ano Novo como arrumar um emprego, voltar a estudar, emagrecer, e um monte de coisas se tornaram promessas que ficaram pendentes de serem iniciadas, porque, por uma questão de cultura, a vida, dizem, começa mesmo só depois do Carnaval. 
Até lá, nada de negócios, nada de emprego, nada de regime, nada…Paciência!
Mas, e agora o carnaval acabou? (exceto em alguns lugares nos quais a festa continua até fevereiro do ano que vem), é hora de retomar a vida normal e começar a colocar os projetos e negócios em prática.
O lado bom para muitos é que, claro, no carnaval houve momentos de muita descontração e muita gente aproveitou muito bem todos os momentos e podem dizer que voltam à vida normal com outro gás. 

Mesmo que tenham completado uma maratona de atividades e por causa disso estejam um pouco cansados, mas, estão satisfeitos.
O lado “nem tão bom”, para outros tantos, é que não puderam aproveitar o período de descanso. 
A maratona para participar de blocos, a chuva, o congestionamento da estrada, horários de voos, noites sem dormir, cansaço… ainda para ajudar, a sua escola de samba preferida não ganhou o título e ainda ser rebaixada. 
Para esses, é mais ânimo. Vão precisar de mais alguns dias para descansar, afinal, foram dias e noites de intensa atividade.
O fato é que agora é hora de recomeçar e é preciso reorganizar a sua vida profissional e pessoal. 
Tem gente que vai ter que voltar ao trabalho e tem um monte de coisas que precisam ser feitas. Tem gente que deve retomar o contato para agendar uma entrevista ou para saber o resultado de uma entrevista. 
Tem aqueles que esperaram para ter a aprovação de um negócio.
Para enfrentar essa situação, nada melhor do que fazer um planejamento de atividades para os próximos dias, até que as coisas voltem ao normal…

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

A Geração "Z" chegou.

Você está preparado para empregar e liderar a geração Z em sua empresa?

Você já deve ter ouvido falar da “geração Z”, mas se ainda não sabe exatamente como empregar e liderar esta nova geração em sua empresa, vamos te ajudar a compreender as principais características dela e mostrar como é possível se preparar para absorver e extrair o máximo possível desta “mão-de-obra” que promete continuar entrando com tudo no mercado de trabalho! Vamos lá?

O que é a geração Z, afinal?
Chamamos de “geração Z” os jovens que nasceram dos anos 90 para cá e que cresceram cercados de "informação" por todos os lados e extremamente familiarizados com eletrônicos, games, TV e computação em geral. Esta geração representa uma verdadeira "quebra de paradigmas”, pois a velocidade e a forma como pensa e se conecta com o mundo transformaram profundamente a maneira como buscam experiências, trocam informações instantaneamente, utilizam smartphones, tablets e outros dispositivos móveis como se fossem "extensões de si próprios" e até mesmo se adaptam a modelos de serviço em que realizam projetos à distância em tempo real interagindo com toda a tecnologia disponível.
Por conta disto, empregar e liderar um perfil assim requer adaptação da empresa no sentido de estar preparada para oferecer um ambiente propício (não só em questões de infraestrutura e tecnologia como também “mentalidade” dos gestores) ao desenvolvimento e retenção destes talentos. Em outras palavras, ela precisa “se modernizar” assim como esta geração o fez ao longo dos anos.

 Em quais pontos essas características impactam a gestão de RH e a comunicação interna em sua empresa?
Hoje, estes jovens da “geração Z” chegam ao mercado com grande energia no sentido de pensar, criar, inovar e inclusive exigir mais da empresa no que diz respeito a suporte tecnológico para a implementação de grandes ideias e oportunidades de carreira. Logo, dificilmente serão "acomodados" e tendem a ser bastante inquietos, investigativos e proativos (características que, se bem administradas, podem beneficiar e muito qualquer empresa). É preciso aprender a se aproximar de seus colaboradores para motiva-los, entendendo o que eles procuram e alinhando seus objetivos aos de crescimento da empresa.
 Como empregar e liderar esta geração?
Eis aqui algumas dicas práticas que preparam um gestor de RH para lidar com este perfil profissional:
 1. Trace o perfil de seus funcionários
Este é o primeiro passo para que você esteja preparado para empregar e liderar a geração Z. Para adequar as funções de cada colaborador às suas habilidades é necessário conhecê-los (já falamos um pouco sobre isso aqui). Há ainda, por exemplo, uma forte tendência na geração Z em buscar novos desafios constantemente, dificilmente se prendendo à ideia antiga que se defendia de "emprego estável".

2. Invista em desenvolvimento

Para empregar e liderar uma equipe composta por estes se sintam valorizados. Analisar todo o relacionamento deles com a empresa e assim pensar em formas de estabelecer prêmios para quem apresentar as melhores soluções, estimular a realização de cursos de capacitação e treinamentos elogias são ótimas formas de reter estes talentos. Da mesma forma, oferecer opções de mobilidade e flexibilidade no novos profissionais é necessário incentivar a busca constante por conhecimento para que trabalho pode ser bastante atraente para esta geração.

3. Abra sua comunicação

Cada vez mais a comunicação interna precisa ser transparente, priorizando o feedback constante. Embora a hierarquia ainda prevaleça nas empresas, é importante que a comunicação seja cada vez mais "horizontal", pois em geral a geração Z é bastante participativa e questionadora e gosta de sentir que tem espaço para propor e melhorar aspectos em seu redor.

Estabeleça um modelo de comunicação de duas vias, não apenas “informe” o que a empresa pensa, mas dê abertura para que eles também participem de decisões estratégicas dentro do ambiente de trabalho. É preciso também que a comunicação interna esteja alinhada aos meios adequados a esta nova geração. Isso porque eles geralmente têm muito a contribuir, mas precisam se sentir engajados para isso. Investir em softwares para a gestão de seu RH, inclusive, pode ser uma excelente forma de ganhar maior visibilidade de tudo o que acontece com seu capital humano e assim identificar “ruídos” ou pontos que podem ser trabalhados para melhorias contínuas a todos.
4. Otimize seu processo de gestão

Por fim, a empresa precisa estar preparada para acompanhar toda esta evolução e rapidez no uso de informações e por isso necessita cada vez mais contar com ferramentas que lhe permitam agilizar seu processo de tomada de decisões e ter um sistema de administração de pessoal flexível e eficiente.

Propor planos de carreira e aproveitamento de competências, para empregar e liderar de fato, só é possível se ela tiver uma boa noção do que ocorre em seu ambiente e de como seus funcionários se comportam e se relacionam com ela.
Para isso, é possível investir em sistemas gerenciais que lhe pouparão tempo e darão maior base sobre horas trabalhadas, ausências, habilidades, perfomances, entre outros aspectos, permitindo que você tenha mais foco para agir em prol de seu negócio..
Copiado: http://www.meuplanoa.com.br

segunda-feira, 18 de junho de 2018

O FUTURO DO MERCADO É GRISALHO!

No mundo, o número de idosos aumentará rapidamente e passará de 606 milhões (no ano 2000) para perto de 2 bilhões, em cinquenta anos. 
O aumento será mais marcante nos países pobres, onde a população idosa se quadruplicará, passando de 374 milhões para 1,6 bilhão


Além do envelhecimento populacional, de 2010 a 2015 tivemos uma taxa decrescente de crianças e jovens. A população acima dos 50 anos está aumentando e a taxa de natalidade diminuindo. 

Estima-se que em 2040 aproximadamente 57% da população ativa será composta por pessoas com mais de 45 anos.O Brasil envelhece rapidamente: de 21 milhões em 2010 (11%) para aproximadamente 65 milhões (30%) em 2050. Em 2046, haverá 238 idosos para cada 100 jovens, o dobro dos valores atuais (112 para 100). Entre 1940 e 2015, a expectativa de vida teve aumento de mais de 30 anos e passou de 40,7 para 75,5 anos. A projeção para 2050 é de 80,7 anos.


Somente um quarto dos brasileiros irá parar de trabalhar totalmente na idade da aposentadoria, os outros continuarão a trabalhar em algum nível após a idade de se aposentar.

Alguém duvida que o futuro do mercado de trabalho pertence aos profissionais com mais idade cronológica? Nosso desafio é desestimular a saída precoce deles do mercado de trabalho e, claro, mudar o estigma de um idoso já desvinculado social, cultural e economicamente que carrega o rótulo e a etiquetagem da inflexibilidade perante as mudanças, da improdutividade laboral e da falta de conhecimento tecnológico.

É preciso mudar essa cultura assistencialista da aposentadoria por idade, aquela figura do idoso como um velhinho que precisa de cuidados já passou. Setenta por cento dos brasileiros querem se manter ativos após a aposentadoria. Estamos mais saudáveis e continuamos produtivos, e o País precisa disso!

Mesmo com as pequenas alterações trabalhistas que entraram em vigor em novembro de 2017, a problemática de idade na empresa ainda não foi abordada. Você já deve ter visto o grande desafio que profissionais acima dos 47 anos de idade enfrentam para serem recolocados e contratados por qualquer empresa no Brasil.

Muitas empresas querem contratar serviços dos profissionais seniores, os idosos querem e precisam trabalhar. Para que essa combinação dê certo é preciso seguirmos ampliando as mudanças nas leis trabalhistas, pois nesse cenário acredito que os empregados mais velhos provavelmente desejariam ser produtivos por mais tempo.

Se essa previsão se concretizar, algumas práticas terão de ser revisadas no setor privado, tais como locais de trabalho mais favoráveis e com uma série de adaptações para os idosos, cargos e horários flexíveis e oportunidades de treinamento.

Por tudo isso, provavelmente no futuro teremos uma nova visão sobre a velhice. A ideia de envelhecimento deixará de ser associada ao acréscimo de anos à vida e passará a significar mais vida aos anos.

Já passou da hora de termos um novo entendimento sobre o assunto e enxergar as oportunidades de negócios criadas pelo aumento da população mais velha, com suas necessidades e interesses específicos, algo que poucas empresas já perceberam.

O futuro sem dúvida será dos cabelos brancos. Mas se a imagem que lhe veio à mente foi asilos, consultórios médicos e hospitais, quebre esse paradigma. Ver idosos por uma ótica discriminatória de declínio só consolida estereótipos.

Convido você a traçar um quadro realista dos “novos” idosos. Observe e valorize sua sabedoria, experiência, autoridade moral e liderança. Ao focarmos essa perspectiva, se tornarão mais valiosos no mercado de trabalho.

Copiado: http://www.gestaoenegocios.digisa.com.br

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

7 Livros para Você ler em 2018 e se Atualizar sobre o Mercado

Final de ano é aquela época onde todos fazemos planos – as tais “resoluções de ano novo”. Essa é a hora de colocar na balança como foi o ano e se planejar para o próximo.
Nas resoluções para 2018 de cada bom profissional espalhado por aí, você provavelmente encontrará uma nova faculdade, uma pós-gradução, um curso de aperfeiçoamento, um intercâmbio ou uma lista de livros
Afinal, o bom profissional está em constante aprendizado e se manter atualizado é parte do processo.
Nos últimos anos o mercado, a forma de se fazer negócios e a tecnologia tem mudado, então aqui vai o aviso: os livros abaixo são para você ler em 2018, talvez 2019, quem sabe 2020 – embora eu te aconselhe a começar as leituras logo! 
Em 2030 o mundo estará bem diferente e não posso te garantir nada…
Agora chega de papo e vamos aos 7 livros para você ler em 2018 e se atualizar sobre o mercado:

1 – Transformação Digital, David L. Rogers 

Você certamente já ouviu falar em Transformação Digital. O assunto está na pauta de praticamente todos os executivos. Mas, o que diabos é isso? Bom, em “Transformação Digital: Repensando o seu Negócio para a Era Digital“, o autor David L. Rogers apresenta vários métodos práticos para empresas que buscam se transformar e inovar para sobreviverem ao novo mercado. E não pense que tudo isso tem a ver com tecnologia: a Transformação Digital é baseada na cultura organizacional e na criação de valor contínuo. A obra de David é essencial para quem busca se aperfeiçoar no tema.

2 – Obrigado pelo Marketing, Vitor Peçanha

Na minha humilde opinião, Vitor Peçanha é hoje o cara que mais entende de marketing de conteúdo no Brasil. Tive a oportunidade de assistir sua palestra no RD Summit de 2016 e fui um dos seus mais de 40 mil alunos num curso online sobre o tema oferecido pela Rock Content, empresa que é um dos cofundadores. Em “Obrigado pelo Marketing“, Peçanha faz o que sabe de melhor: entrega conteúdo de qualidade. Livro essencial para quem trabalha ou pretende trabalhar com marketing de conteúdo e recomendadíssimo para quem tem dificuldades de prospecção!

3 – Receita Previsível, Aaron Ross e Marylou Tyler

Se Peçanha é o rei do inbound, Aaron Ross é o rei do outbound. Ao lado da autora Marylou Tyler, Ross mostra em “Receita Previsível” como implantar uma metodologia revolucionária de vendas outbound que pode triplicar os resultados da sua empresa. É o tipo de livro que toda equipe de vendas precisa ler! Sério! Digo isso porque durante quatro anos trabalhei com vendas outbound, era bem ruinzinho no que fazia, e pro meu azar o livro ainda não havia sido lançado! Haha! A verdade é que essa obra é leitura obrigatória para startupeiros de plantão e profissionais de negócios – seja você um executivo ou vendedor de balcão.

4 – Peter Drucker: Melhores Práticas, William A. Cohen

Peter Drucker está para a administração assim como Philip Kotler está para o marketing – e é o segundo, aliás, que faz a introdução de “Peter Drucker: Melhor Práticas“, obra do PhD em gestão William A. Cohen. Neste livro, você encontrará diversos relatos dos clientes de Drucker e validações de profissionais que praticam seus ensinamentos. Basicamente, Cohen fez uma curadoria com as melhores práticas (daí o nome do livro!) ensinadas pelo consultor que é considerado o maior guru da administração. Se você toca um negócio, tem que ler esse livro!

5 – DISRUPTalks, Flávia Gamonar, Glauter Januzzi e Juliana Munaro

Com o subtítulo “Carreira, Empreendedorismo e Inovação em uma época de mudanças rápidas“, “DISRUPTalks” está longe de ser apenas mais um livro sobre empreendedorismo e startups. A obra de FláviaGlauter e Juliana nos convida para a reflexão sobre como os novos modelos econômicos passam, antes de tudo, por um propósito transformador na vida das pessoas. Em outras palavras, não é mais questão de lucro; e quem não entender isso vai ficar para trás. Através de histórias e reflexões que ajudam o leitor a visualizar as tais das “mudanças rápidas“, os autores reforçam a importância de se atualizar a partir de agora. Livro necessário para qualquer empreendedor.

6 – Hacking Growth, Sean Ellis e Morgan Brown

Assim como Transformação Digital, em 2017, para o bem ou para o mal, muito se falou em growth hacking. Há muito achismo sobre o que é e o que não é o tal do growth hacking, então para entender o termo e a metodologia, nada melhor do que aprender com o cara que cunhou o termo: Sean Ellis. Em “Hacking Growth“, a maior referência mundial sobre o tema se junta à Morgan Brown para, através de hacks de empresas como Facebook e Airbnb, desmistificar uma das melhores metodologias do Vale do Silício. Leitura obrigatória para profissionais que trabalham em empresas modernas e de rápido crescimento.

7 – A Bíblia da Consultoria, Alan Weiss

Em tempos de Reforma Trabalhista e terceirização das coisas, a demanda por consultores independentes deve aumentar em 2018. Em “A Bíblia da Consultoria“, Alan Weiss mostra métodos e técnicas para montar e expandir um negócio de consultoria. Embora eu não atue como consultor – sou freelancer na área de marketing de conteúdo, ou seja, eu produzo artigos de acordo com as demandas –, tive vários insights pro meu negócio de um homem só. Neste livro, que não é chamado de “bíblia” à toa, você vai aprender desde como gerir seu negócio de um homem só até questões mais técnicas e importantíssimas como a elaboração de propostas matadoras.
Copiado: https://matheusdesouza.com

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Evaristo Costa, Neymar e Escolhas de Carreira — quando Estabilidade não é o Suficiente


Evaristo Costa:
Jornalista brasileiro que, de 2004 a 2017, foi âncora do Jornal Hoje na Rede Globo, canal de televisão mais famoso no Brasil.

Neymar:
Jogador de futebol brasileiro que, de 2013 a 2017, foi titular absoluto do Barcelona, um dos maiores clubes do mundo.

O que eles têm em comum?
Ambos trocaram uma suposta estabilidade pelo risco. E estão sendo criticados por isso na internet.

Estabilidade? Mas, eles não ganharão mais dinheiro?
Sim.
  • Evaristo, que não renovou o seu contrato com a Vênus Platinada, passará um período sabático com a família em Londres. Em sua volta, provavelmente se dedicará ao entretenimento e poderá participar de campanhas publicitárias. Ou seja, será bom financeiramente.
  • Neymar, garoto de 25 anos e de origem pobre, se tornará o jogador de futebol mais caro do planeta e receberá, segundo especulações, cerca de R$ 111 milhões por ano, na cotação atual.

Mas, onde está o risco nisso?

Milton Neves, dinossauro do jornalismo esportivo brasileiro, criticou a decisão de Evaristo. Para ele, "o menino errou". Segundo Milton, "no mato onde nasceu é dito que nunca se apeia de cavalo puro-sangue". O risco está em largar sua posição confortável como âncora de jornal para se aventurar no entretenimento. Por dinheiro, segundo quem o critica.

No caso de Neymar, de acordo com os críticos, "o menino errou" ao trocar o estrelado elenco do Barcelona de Messi e Suaréz, favoritíssimo em qualquer competição que disputa, para fazer parte do Paris Saint-Germain, clube da fraca liga francesa e que nunca venceu uma Champions League. O risco está em não conseguir títulos de expressão com o PSG e, aos poucos, cair no ostracismo. Por dinheiro, segundo quem o critica.

Por que estão sendo criticados?
Somos conservadores. Precisamos de um porto seguro. Nas opiniões que pipocam por aí, nos conselhos aos meninos, fica claro que as críticas são direcionadas ao largar uma oportunidade de ouro para ir em busca de dinheiro — mais dinheiro, visto que, pra gente, eles já tem o suficiente.

Mas vejo uma certa ousadia nessas escolhas.

 bom, Matheus, cadê a ousadia em trocar de emprego por mais dinheiro?

Evaristo terá que bancar a decisão atuando numa área que lhe é desconhecida. Se optar pelo entretenimento, terá que entregar audiência. Se optar pela publicidade, seus anúncios terão que dar retorno para as marcas.


Neymar terá que bancar o investimento do PSG dentro de campo. Terá que entregar resultados, como qualquer outro trabalhador em qualquer outra empresa. Tem que ter culhões para ter um alvo de mais de €200 milhões nas costas. O moleque tem ousadia e alegria — ba dum tss!

, mas, de novo, cadê a ousadia?
Evaristo estará sob a pressão dos críticos: assim como aconteceu com a ex-colega de Rede Globo, Fátima Bernardes, terá que se reinventar. Tente fazer isso com milhões assistindo.

Neymar estará sob a pressão dos críticos: assim como aconteceu com o francês Paul Pogba, até então responsável pela transferência mais cara do futebol mundial — e paga com as vendas de camisa de outro jogador, para você que se pergunta como essas transferências movimentam tanto dinheiro —, 

Neymar terá que liderar sua nova equipe. Se for bem sucedido, entrará para os livros de história através do primeiro título da Champions League alcançado pelo PSG. Se fracassar, sua contratação será considerada um mico, assim como está ocorrendo com Pogba...

E o que temos a ver com tudo isso?
Nada.
Encerro o texto por aqui porque tenho que trabalhar.

Copiado: matheusdesouza.com. - https://www.linkedin.com

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Gestão Ambiental é Área Promissora Para Profissionais de Administração

“Gestão Ambiental – Um desafio para os administradores” foi o tema do Debate Qualificado realizado na manhã desta quinta-feira, 27, no plenário do Conselho Federal de Administração (CFA). O tema foi debatido pelo administrador Paulo Dias Pizão, profissional com larga experiência na área ambiental. Ele é diretor na SERVEC Ecologia, onde é responsável por estudos ambientais que viabilizam a implantação de grandes empreendimentos no Estado do Rio de Janeiro.
No Debate, Pizão apresentou um panorama da legislação brasileira sobre meio ambiente e dos caminhos que uma empresa percorre para conseguir, por exemplo, uma licença ambiental. “É importante os administradores entenderem esses processos para atuar com maior eficiência no setor”, defende o palestrante.
Ele explica, ainda, que a gestão ambiental é uma área carente de administradores preparados. “A classe não está aproveitando esse espaço, que é tão rico e oferece muitas oportunidades. O administrador está omisso e a academia ainda não está empenhada em oferecer conteúdo sobre o assunto”, diz Pizão.
Na área ambiental, o administrador pode, por exemplo, elaborar planos, projetos e manuais de avaliação, acompanhamento e fiscalização ambiental. Pode atuar não só na gestão ambiental de empresas, mas de empreendimentos também. Além disso, este profissional pode participar de auditorias e perícias ambientais, atuar na gestão de unidades de conservação, entre outros.
Em entrevista para o CFA, Paulo Pizão fala mais sobre o assunto e dá dicas para os profissionais que querem investir no setor ambiental.


  • Qual o papel do Administrador na gestão ambiental?
A gestão ambiental é uma atividade que envolve diversos ramos de especialização técnica, empresarial, administrativa, e o administrador é aquele profissional encarregado e capacitado para administrar expertise, cabeças, conhecimento. Ele faz com que conhecimentos diversos, de uma equipe polivalente, confluam para uma solução. Seja uma solução final, seja uma solução de encaminhamento.
O administrador vai usar o seu conhecimento e aplicar ao meio ambiente. Em 2009, o CFA aprovou uma resolução normativa - * Resolução Normativa CFA nº 371 de 2009 - que dá competência ao administrador para coordenar, monitorar, inclusive participar de equipes multidisciplinares para avaliação ambiental. Então este profissional, por meio de norma, pela Lei 4769, ele tem toda a qualificação para desenvolver seu trabalho para o meio ambiente. Falta, apenas, ele se interessar pelo assunto, falta ele perceber que é capaz, competente e fala ele perceber que o papel dele é esse e de ninguém mais.
Entretanto, ele deve se preparar para isso. Eu, por exemplo, sou formado em direito e em administração e gestão ambiental. Mas tinha um curso de identificação de espécies da mata Atlântica que era em São Paulo. Eu passei dois dias em uma casa identificando plantas. Eu vou fazer inventário florestal, não. Mas eu vou saber as nomenclaturas, os termos, o porquê do inventário.
Acho, então, que o Administrador tem que se impregnar de gestão ambiental, adquirindo conhecimento, terminologias, procedimentos e conhecer, é claro, a natureza, agindo nela, cada um com sua forma.
  • Quais os desafios que o administrador enfrenta ao atuar no setor?
Tem vários, mas a quantidade enorme de legislação. São quase quatro mil normas entre leis federais, estaduais e municipais, além de decretos, resoluções, etc. Então é uma dificuldade enorme, mas isso valoriza né. O administrador tem que se preocupar em ler uma lei. Ele não pode dizer “eu sou administrador e você diz o que você quer.”. Não pode ser assim, pois ele precisa ter consciência que é preciso ler, aprender, se dedicar, ter senso crítico. Se for preciso, que vá saber como interpretar uma lei, como se desenvolver a vida de um determinado animal, por exemplo.
Por isso, a melhor coisa que existe é a imersão na questão ambiental. É participar de eventos, cursos e debates na área para ampliar conhecimentos porque o administrador que só conhece o processo tem mais chances de erra, pois ele não saberá que peça colocar em cada processo.
  • Que dicas você dá para o estudante e para o profissional de administração que desejam seguir carreira de gestor ambiental?
A primeira dica é o estudante exigir que a faculdade tenha pelo menos uma disciplina, mesmo que opcionais, para ele conhecer a gestão ambiental, para mostrar o que é um ecossistema, o que é uma cadeia produtiva, da importância de se preservar esse ou aquele sistema, entre outros.
A segunda providencia é estar interessado em meio ambiente, pois meio ambiente envolve a vida dele. Se você mora no interior e tem uma captação de água, mas não tem esgoto e faz uma fossa séptica e o lençol freático corre numa certa direção, e coloca essa fossa antes da captação, você vai beber esgoto e ficará doente. Tem que conhecer tudo, se interessar, frequentar os conselhos de meio ambientes, as federações, as entidades de classe.
O estudante e o profissional de administração precisa ver que esse é uma grande mercado, com excelente remuneração, que cada dia amplia mais para quem é qualificado, e tem uma coisa interessante: é um trabalho que você fica bem consigo e com a sociedade.

Resolução Normativa CFA nº 371 de 30/09/2009
Dispõe sobre as atribuições do Administrador nas atividades do meio ambiente, respeitadas as atividades afins com outras profissões.
O Conselho Federal de Administração, no uso da competência que lhe conferem a Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, o Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934, de 22 de dezembro de 1967, e o Regimento do CFA aprovado pela Resolução Normativa CFA nº 309, de 14 de setembro de 2005,
Considerando o disposto no art. 2º, alíneas "a" e "b", da Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, e o art. 3º, alíneas "a" e "b", do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934, de 22 de dezembro de 1967;
Considerando as Resoluções CONAMA nºs 001, de 23.01.1986; 006, de 24.01.1986; 011, de 18.03.1986; 001, de 13.06.1988; e 237, de 19.12.1997, que traçam diretrizes gerais sobre a Política Nacional do Meio Ambiente;
Considerando que o estudo de impacto ambiental e o relatório de impacto ambiental serão realizados por equipe multidisciplinar; e a Decisão do Plenário na 15ª reunião, realizada em 16.09.2009,
Resolve:
Art. 1º Habilitar o Administrador para exercer funções de planejamento, programação, coordenação e controle ou ser membro de equipe multidisciplinar em estudo de impacto ambiental, conforme disciplina o art. 2º, alíneas "a" e "b", da Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, e o art. 3º, alíneas "a" e "b", do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934, de 22 de dezembro de 1967.
Art. 2º Esta Resolução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
ROBERTO CARVALHO CARDOSO
Presidente do Conselho
O Debate Qualificado sobre gestão ambiental está disponível no canal do CFATV no Youtube. Acesse: www.youtube.com/cfatvoficial.
(CFA)

*Copiado: https://www.craceara.org.br

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

FLEXIBILIZAÇÃO DO HORÁRIO DE TRABALHO


O assunto já virou pauta obrigatória em muitas empresas: flexibilizar a carga horária ou apostar na rotina tradicional? 

Há quem defenda que o melhor é trabalhar por entrega, ou seja, cobrar prazos e resultados, independentemente de quando o funcionário vai realizar. 

Mas tem os que preferem a versão chamada"bate ponto", que opta por manter o colaborador dentro da empresa tendo - ou não - projeto para ser executado.  

Flexibilização do horário de trabalho 

Qual o melhor e o pior? 
O presidente da consultoria Arquitetura Humana, Elmano Nigri diz que depende da cultura do negócio e das lideranças. Caso seja uma empresa com um perfil mais tradicional, vale o horário de trabalho. “Não podemos esquecer que existem leis trabalhistas que regulamentam e devem ser seguidas em ambos os casos”, reforça Nigri. As empresas mais novas e com líderes mais jovens estão percebendo que a flexibilidade na jornada de trabalho, em alguns casos até alternativos, permite bons resultados.

O executivo Wilson Campanholi é um exemplo de que para gerir uma empresa não existem fórmulas ou verdades absolutas. E o dia a dia, dividido em duas funções, faz com que ele consiga confirmar essa tese. Em parte do dia ele atua na Cotexo, empresa da qual é cofundador e diretor de negócios. A outra metade da agenda é ocupada pela Associação Campinas Startups, instituição sem fins lucrativos que oferece suporte em gestão para startups, da qual é presidente. Dois ambientes completamente diferentes e com estratégias de atuação também distintas.

Na Cotexo o ambiente é descontraído, porém com algum grau de tradição, mas isso não se confunde com falta de foco no trabalho. “As reuniões de planejamento e de acompanhamento precisam ser respeitadas e realizadas regularmente, pois isso dá o ritmo para a empresa”,revela Campanholi. O importante, para o executivo, é que, independentemente do horário que forem executadas, as atividades precisam ser feitas. “Os profissionais devem ter maturidade e saber se autogerenciar. E, claro, dependendo da função, é necessário, sim, uma regularidade maior nos horários por conta da atividade”, acrescenta. 

Já na Associação Campinas Startups, Campanholi precisa lidar com outro cenário. “Cada profissional e cada empreendedor que trabalha conosco doa seu tempo, e as tarefas são realizadas em horários alternativos”, diz.No caso de startups (empresas de base tecnológica iniciantes, também chamadas de empresas nascentes), como o recurso financeiro – e consequentemente de pessoal –, é escasso, o que precisa ser levado em conta é a estratégia de sobrevivência, e ficar de olho nas oportunidades que aparecem, para serem aproveitadas, se adaptando rapidamente ao que o mercado pede. Isso inclui trabalhar aos finais de semana, por exemplo.

Os exemplos de Wilson Campanholi mostram que o perfil da empresa é levado em conta na hora de decidir qual estratégia usar. Elmano Nigri, da Arquitetura Humana, diz que alguns setores, como o varejo, são necessários ter horários estabelecidos de forma fixa, até mesmo em função do horário de funcionamento das lojas. Em outras áreas vale por entrega de projetos e resultados, e isso depende mais do perfil do profissional. “O gestor precisa conhecer o perfil da sua equipe, o que só é possível por meio de um eficaz gerenciamento estratégico de pessoas”, lembra Nigri. Atualmente, existem ferramentas que ajudam os gestores a cruzarem o perfil da “cadeira”, ou seja, das competências técnicas para o exercício da função como perfil do profissional.

Para a diretora da Dom Graphein Consultoria, Luciana Boschi, em tempos de dificuldades de locomoção e deslocamento, as empresas estão buscando diversificar suas formas de contato. Dependendo do tipo de trabalho, o funcionário não precisa cumprir horário – pode trabalhar a distância ou em horário livre. Funções que dependem de inspiração e criação, como áreas de marketing, publicidade e propaganda, são mais indicadas para atuarem livremente. 

“Muitas empresas estão optando pelo horário flexível para evitar desgastes desnecessários entre gestores e colaboradores. Essa ação é uma opção para quem vive nos grandes centros urbanos e precisa de flexibilidade para administrar a vida pessoal e profissional”, exemplifica Luciana. 

COMO ACERTAR NA FLEXIBILIZAÇÃO  

Para utilizar o horário flexível de modo produtivo, é necessário que a empresa verifique de antemão como esse modelo impacta a organização, seus colegas, seus clientes, no exercício da sua função. O horário flexível pode afetar algumas rotinas. A função exercida pelo colaborador pode não ser adequada a esse modelo, já que pode afetar, por exemplo, o atendimento a clientes, a participação em reuniões na empresa, o relacionamento com o chefe, entre outros aspectos.

Hoje, áreas como Engenharia ou Tecnologia da Informação requerem profissionais que atuem por projetos. O problema é que muitas pessoas se perdem nessa flexibilidade. “É importante que o funcionário faça uma autoavaliação do desempenho profissional e verifique se tem perfil adequado para utilizar este formato de trabalho e se isto vai alterar sua produtividade. Em seguida, se preparar para fazer a transição no estilo de trabalho, que provavelmente afetará também sua família”, orienta Luciana.


Copiado: Revista Gestão & Negócios Edição Número 72.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

MAMÃE, ME FORMEI! E AGORA?

Dados do senso do Ministério da Educação, mostram que no Brasil se formam em média cerca de 1 milhão de acadêmicos por ano, que apesar de ser um número baixo pela grandeza populacional de nosso país, representam uma parcela considerável dos futuros profissionais que, cedo ou tarde, estarão no mercado de trabalho.
Não é de hoje que o egresso (seja ele do ensino técnico ou superior) encontra certas dificuldades para iniciar sua vida profissional, principalmente em um cenário de crise e incertezas pelo qual atualmente estamos passando.
Depois de passar alguns anos na faculdade (ou mesmo no curso técnico), a oportunidade do posicionamento imediato no mercado é crucial para que o recém formado possa ter a tranquilidade necessária a partir de então. Isso vai muito mais além muito do que uma mera questão financeira ou salarial, às vezes trata-se da satisfação de atuar na área de formação. Ou seja, uma questão de honra e reconhecimento por todo o tempo e esforço, além de outros recursos, que foram investidos até a tão sonhada formatura.
Aquele sentimento de insegurança sobre o futuro da atuação profissional, que perpassa por olhar para si mesmo, familiares ou amigos, de ter colocado o "diploma na gaveta", em certos momentos podem até levar o indivíduo a pensar em não ter valido a pena os anos de estudo (o famoso: "tando esforço para nada").
Mas isso não é verdade! A seguir listo algumas ações podem ser tomadas no intuito de estancar quaisquer possibilidades de desistir de uma carreira promissora antes tão almejada.
  • Continue estudando
Apesar de estar supostamente cansado da rotina de estudos é exatamente ela que lhe confere a sensação de liberdade. Segundo estudos realizados pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) pessoas que estudam mais sentem-se mais felizes, realizados e longevos. Então continuar separando uma parcela do seu tempo para continuar estudando é fundamental tanto para continuar evoluindo, quanto para não ser atingido pela sensação de "impotência profissional".
  • Utilize os conhecimentos adquiridos
Em 2, 3, 4, ou até 5 anos de curso certamente você desenvolveu alguma habilidade ou conhecimento que pode te ajudar a trabalhar em algo útil e que seja aplicável à certa necessidade de mercado ou de uma empresa. Revisite suas potencialidades, pois por mais que você julgue que alguma delas não seja tão importante, já é mínimo necessário para iniciar alguma coisa.
  • Esteja atento a tudo e a todo instante
Manter se atualizado é o mínimo se deve fazer. A fantástica evolução dos veículos de comunicação como a internet, mídias sociais etc. podem ajudar muito nesse momento. A grande questão é utilizar corretamente as ferramentas à disposição e tomar cuidado para não perder tempo com coisas que não irão contribuir com o seu objetivo (caso de fato tenha um).
  • Defina e planeje suas metas
Quer seja arrumar um emprego ou empreender em sua área de formação, ter metas é imprescindível. Caso não tenha feito isso nos anos de graduação, aproveite e não desperdice novamente essa oportunidade. Defina um rumo profissional, planeje-o e lute para que ele se realize. Assim como nas empresas faz-se necessário um planejamento no mínimo de curto prazo. Apenas não se comporte como uma pessoa perdida, pois como no trecho clássico do desenho Alice no País das Maravilhas diz
Quando não se  sabe para onde vai qualquer caminho serve
  • Saia da inércia de repouso ("Just do it")
Essa é a maior oportunidade que você precisava. Aquelas preciosas horas "gastas" entre deslocamento, permanência na faculdade, estudos para as provas ou Happy-Hour com os colegas da turma, agora podem ser incrivelmente utilizadas em para realizar alguma atividade prática após formado. Com uma boa dose de disposição pode-se fazer muito mais do que você imagina. Experimente movimentar-se aplicando ao menos 50% desse tempo, atrás de oportunidades de emprego, desenvolvendo algum projeto específico, ou até mesmo sendo voltário em alguma atividade importante. Só não fique em casa dormindo, pois os sonhos acabam tão rápidos quanto um piscar de olhos.
  • Posicione-se no mercado
Outra coisa fundamental para se alcançar colocação e objetivos profissionais é a postura que o profissional assume. Não há mais espaço para excesso de comportamentos introspectivos, como medo de se apresentar em público, conversar com pessoas sobre negócios ou coisas do gênero. Isso reflete diretamente na construção de uma boa imagem profissional, o que seguramente, ajudará  na ampliação de seu network, assim oportunizando novas perspectivas no mercado.
  • Viva apenas o seu projeto de vida
É importante salientar que você deve estar extremamente envolvido com suas tarefas e projetos que nem terá tempo para importar se com o que o seu colega está fazendo. Provavelmente ele deve ter objetivos pessoais e profissionais que, dificilmente, serão iguais aos seu.
Se aquele seu amigo de faculdade conseguiu entrar aparentemente com um bom cargo em uma determinada empresa, não significa que você deva obrigatoriamente seguir o mesmo caminho. Ao invés disso, trabalhe em seus próprios projetos, você irá conseguir fazer muito mais se parar de viver o sonho dos outros.
O tempo que você gasta reparando se o gramado do vizinho é mais verde do que o seu, pode ser utilizado para regá-lo!
  • Acredite no seu sucesso
Estudos recentes apontam que somente e 11% da população brasileira consegue ingressar no ensino superior. Desses, apenas cerca de 30% chegam a concluir o respectivo curso. Fazendo-se uma simples matemática, estimativamente você já está entre os 3,3% das pessoas de nosso país que conseguiu essa conquista. Ou seja, considere-se um vitorioso e continue acreditando em seu potencial. Nada vai ser fácil, mas indubitavelmente, com dedicação e muito trabalho você pode alcançar uma carreira grandiosa
O que te faz desistir não é o cansaço, mas sim quando se acredita que não vai conseguir alcançar. Então chegue cansado, mas, por favor, nunca desista no meio do  caminho.
Em linhas gerais, fatores comportamentais como postura, relacionamento, inciativa, determinação, coragem para encarar os desafios, dentre outros, são preponderantes para se ter sucesso como pessoa ou profissional. Seja ele recém formado ou já experiente, do setor público ou privado, em busca de emprego ou de empreender.
Sê forte e corajoso. Não temas e não te apavores!
Por: Prof. Engº. Wescley Santos. - https://www.linkedin.com/pulse