sexta-feira, 11 de julho de 2014

Seis Ações que Vão te Ajudar a Dizer Não

Você já se deu conta de quantos “sim” você diz quando sua vontade real  é dizer “Não”? 
Quando isso acontece, acabamos experimentando uma profunda sensação de desgosto, de raiva, de frustração e de irritação conosco mesmo. Mesmo assim, é difícil aprender. 
E isso acaba se transformando em um grande ladrão de tempo em nossas vidas. E, pior do que isso, nos mantém reféns da esfera das circunstâncias.
As razões para dizer esse “sim” na hora errada são as mais variadas possíveis. Sentimos uma espécie de necessidade de ser sempre solícitos e agradáveis. Fazemos nossa parte para manter nossas amizades. 
Temos medo de decepcionar as pessoas. Um outro motivo muito comum é o medo de assumir o controle da situação: quando respondemos “sim” às demandas alheias, nos calamos diante de nossas próprias decisões.
Não importa  os motivos. Cada um tem os seus – mas quando respondemos de forma positiva a uma resposta que merecia ou deveria receber um ”não”, estamos terceirizando nossa administração pessoal. Isso é grave.
Dizer “não” não é simples! É preciso assertividade, certeza do que é importante, coragem mas principalmente respeito ao seu próprio tempo! Para ajudar, selecionei 6 dicas que podem fazer com que você pense melhor antes de dizer "sim" para tudo:
1) Nunca se acanhe em dizer não - Você não precisa ser bonzinho para os outros nem parecer sempre disponível. Na verdade, todo mundo tem problemas em dizer não. A capacidade de dizer essa palavra costuma ser vista com admiração inclusive pela pessoa que a ouve. Ela, na verdade, gostaria de ter a mesma disciplina.
2) Não adie: vá direto ao ponto - Pode doer, mas é melhor. Atrasar a comunicação do não quando a decisão já está tomada apenas prolonga o sofrimento. Um não bem dito logo no início do processo pode poupar muitos aborrecimentos (e dores!).
3) Evite inventar desculpas ou dizer mentiras na hora de dizer o não - Se tiver uma justificativa fundamentada em fatos, você deve utilizá-la, com certeza. Mas lembre-se de que você não deve aos outros explicações nem precisa se desculpar por suas escolhas. Você está no comando! Forneça uma resposta amigável, com sorriso. E evite entrar em um debate ou discussão sobre as razões de sua decisão.
4) Use o corpo para dizer não - Quando a pessoa estiver fazendo aquele convite que você não pretende aceitar, comece a torcer o nariz, contorcer a boca e franzir a testa de forma discreta antes que ela termine de falar. Esses movimentos já dão a entender para o seu interlocutor que você não está de acordo com a proposta. Isso tornará o “não” uma palavra natural e até mesmo esperada.
5) Faça um acordo mental com você - A partir do momento que você decidiu que não quer algo, prometa para você mesmo que manterá essa posição. Essa pequena atitude reafirma para você mesmo a importância da sua resposta e evita os conflitos internos.
6) E se o não tiver de ser dito ao seu superior? Nesse caso, a melhor forma é mostrar para ele a sua lista de prioridades profissionais e deixar que ele resolva o que mais é importante. Se o que ele estiver propondo for algo pessoal (um convite para uma festa ou para uma happy hour) você terá de avaliar a situação. E dizer seu não da forma mais direta possível.
Fonte: Christian Barbosa  http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 10 de julho de 2014

As Dez Características do Profissional de Vendas


  1. Ter objetivos bem definidos – Só desta forma sabemos exatamente o rumo que queremos dar às nossas vidas e, consequentemente, o que precisamos fazer para chegar lá.
  2. Ser ambicioso e ajudar os clientes a satisfazer as ambições – Ambições são sonhos que precisam ser realizados. O profissional de vendas precisa sonhar e ajudar seus clientes a também concretizá-los.
  3. Gostar do que faz – Esta é a grande diferença entre o bom e o mau profissional. Quem, na sua opinião, entrega-se mais a uma causa: aquele que por ela sente amor ou quem a executa por não ter nada mais a fazer?
  4. Conhecer – Estamos em plena era do conhecimento. Cada vez mais, as pessoas de modo geral, e de forma muito especial os profissionais de vendas, valerão pelo que sabem e pelo que são capazes de fazer com o que sabem.
  5. Gostar de se relacionar com gente – Vender é puro relacionamento. Clientes gostam de respeito e atenção. Eles dividem seus salários com os diversos vendedores que satisfazem suas necessidades.
  6. Ser criativo e audaz – Ser criativo significa ter jogo de cintura para transpor certos obstáculos. Audácia significa coragem e força de vontade para transpor esses mesmos obstáculos.
  7. Ser capaz de evoluir de acordo com o mundo que o cerca – Por que ainda há vendedor que não utiliza o computador e os meios de comunicação para estreitar o relacionamento com os seus clientes? Por que lutar contra a evolução? O que seríamos se não tivéssemos evoluído? Macacos? Ou, no máximo, homens da caverna?
  8. Assumir responsabilidades – O bom profissional não tem hora. Deve estar sempre disponível para atender seus clientes e resolver seus problemas. Por outro lado, precisa assumir a responsabilidade pelo que promete e entrega. Para muitos vendedores, os problemas terminam quando entregam o produto ao cliente. Mas, para o cliente, muitas vezes é a partir daí que começam seus problemas.
  9. Ter visão empresarial – As pessoas que apenas fazem aquilo para o qual são pagas não merecem o que ganham. É preciso ir além, vestir a camisa, estar comprometido com os resultados globais da empresa, sugerir, participar, dar ideias e trabalhar em equipe.
  10. Ser capaz de pensar – A diferença entre um bom e um mau profissional é que o primeiro pensa e o segundo não. É comum ver profissionais de vendas agirem exatamente da mesma forma, qualquer que seja o cliente. Pensar significa analisar o cliente e suas necessidades, definir a melhor forma de com ele se relacionar para, enfim, tomar a decisão correta.
Aline Xavier - Agente comercial: apoggian@yahoo.com.br
www.vendamais.com.br

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Fuja da Síndrome do Coitadismo

A Síndrome do Coitadismo atinge a metade da população e reflete a incapacidade dos seres humanos de tomarem os rumos de suas vidas e buscarem a realização de seus sonhos.




A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos da própria vida?

Muitas pessoas adotam essa posição como uma muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.

Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá indo” demonstra a falta de controle da própria vida.

Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais, mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?

Essas pessoas preferem evitar sair da chamada “zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos, já sabem aonde pisar.

Isso é uma tendência de boa parte das pessoas, inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele evita a dor e aprova fielmente o prazer.

É o que acontece com um relacionamento ruim. Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por mais benéfica que seja, causa dor.

Um exemplo clássico são casais que se suportam durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida corporativa isso também acontece.
  • O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário pessimista e sem energia?
Para começar a mudança é necessário ser honesto consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar, justificando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas, enfim, são várias as justificativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias acordam e vão para a empresa trabalhar.

O problema disso é que essas pessoas correm o sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.

Talvez você, que esteja passando por isso agora, pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida. É fácil? Não, porém é preciso encarar!

Aproveito para dar um conselho valioso: procure profissionais que possam te auxiliar, pois eu fiz sozinho, funcionou, mais foi muito doído. Talvez, se eu tivesse uma pequena ajuda, as coisas teriam sido mais fáceis e eu já estaria desfrutando dessa ótima vida que possuo hoje.

* Fonte: MSN Empregos - Maurício Sampaio - fundador do InstitutoMS de Coaching

terça-feira, 8 de julho de 2014

Acerte as Coisas e largue os ratos mortos

Um grave problema das pessoas é o fato de irem levando a vida, ou deixando que as vida as leve, como diz a música.

Infelizmente, quem tem essa atitude, um dia vai estar sentado numa varanda e pensando “puxa, onde foi que joguei minha vida?”

Talvez nessa hora os filhos já estejam criados, e foram embora construir suas vidas.

É bom demais quando sentimos que fizemos nossa parte, e que as pessoas que amamos estão agora se dando bem na vida.

Mas não é por essa razão que vivemos: não vivemos para os outros, nem pelos outros. Devemos viver COM os outros e por nós mesmos. Isso não é egoísmo. É respeito por si próprio!

É muito triste ver homens, mulheres, às vezes tão jovens, não se acertando consigo mesmos.

Erram profissionalmente, mas, em vez de corrigirem seus erros, seguem o mesmo fluxo quando entram noutra empresa, noutra função.

Erram pessoalmente, namorando pouco e casando cedo, tendo filhos para tentar segurar uma relação que vive de intrigas, e parece que se não tiver mais brigas a relação morre, porque ambos já aprenderam a viver de brigas, que é o único alimento que mantém a união, por mais triste que seja uma união assim.

Precisamos acertar nossa vida, seja no trabalho, seja em casa. Dói muito o coração e a alma quando temos a plena certeza de que o outro não vai mudar, e que teremos briga dia sim e dia também. E quando de vez em quando a relação melhora um pouco, parece que é só para piorar ainda mais depois.

Eu já vivi isso, e sei do que estou falando. Não li isso em livros, e fico com pena de quem não aprende com os erros dos outros, porque vai aprender pela dor.

E enquanto somos jovens, temos a esperança de que as coisas melhorem, mas o tempo vai passando, e se cada dia a única coisa que nos mantém juntos são os gritos do chefe, do cônjuge, de alguém que está conosco, vamos nos machucar muito, e quando já não formos tão jovens, realmente a única coisa que vai restar é a tristeza por termos jogado fora a única vida que ganhamos.
Eu não quero ver você sofrendo, triste pelos cantos, tentando encontrar a vida na lata de lixo da cozinha, da sua sala do trabalho. Tampouco quero ver você olhando para trás e se arrependendo pelo que NÃO FEZ, pela falta de coragem que teve em dar um basta nas coisas que precisavam ser cortadas, arrancadas da sua vida, como o mato no meio do jardim.

Quero ver você feliz lá na frente, mesmo que agora tenha de abandonar alguma coisa importante neste momento, seja um trabalho, um relacionamento, mas que só machuca sua alma e todo dia esgota um pouco sua autoestima, sua motivação, e você já não sente nem vontade de mudar, e quem sabe já esteja acima do peso, com dores musculares, e tudo o que faz é tomar um analgésico, um relaxante muscular, pois falta ânimo até para uma simples caminhada. Sempre que olhamos no espelho e não vemos a pessoa que queríamos ver, alguns problemas precisam ser resolvidos na nossa vida, porque a maioria das questões externas não têm fontes externas, elas têm fontes internas.
Se onde você está não tem chances de realizar seus sonhos, suas vontades, vá para outro lugar. Às vezes pensamos que o máximo que temos direito é o que já temos agora. Mas isso não é verdade. Quando temos a coragem de sair do lugar em que estamos, nos tornamos um pintinho que quebra a casca e descobre que pode ser muito mais do que era, e de que o mundo é muito mais bonito do lado de fora do ovo.
Não passe a vida inteira pensando que seu chefe vai mudar, que seu esposo vai lhe dar mais atenção e carinho, ou que sua esposa vai ser mais dedicada e amorosa.

Infelizmente, as pessoas raramente mudam. O que elas fazem é se retrair e esconder seus desejos para evitar encrencas, brigas, e sofrimento. Só que se retrair, na verdade, só provoca mais sofrimento, e mina nossas forças, e acabamos nos anulando para o mundo belo e maravilhoso que somos.
Você é um campeão, uma campeã, e nasceu para ser muito feliz, e para fazer do mundo um lugar melhor para vivermos. Saia agora mesmo do lugar que lhe faz mal. Se quem você quer que mude, não está mudando, talvez não seja a pessoa quem deva mudar. Quem sabe ela não tenha coragem de dizer que não quer mais você na empresa, em casa,  e é você quem precisa mudar, e ter a coragem de abandonar os ratos mortos, como conta a história abaixo:
“Uma vez um pássaro encontrou um rato morto e o pegou, saiu voando e quando menos esperou, outros pássaros estavam lhe bicando, e ele não entendia porque, pois antes eram amigos. Ele voou mais forte, mas os pássaros também voaram e continuavam lhe bicando mais forte ainda. De repente, quando ele tentou se desviar de um dos pássaros, o rato caiu. Todos os outros pássaros pararam de bicar e foram atrás do rato morto”.
  • Isso quer dizer que talvez você esteja sofrendo porque está segurando um rato morto.
  •  Ele pode ser um trabalho sem prazer, uma relação sem respeito e sem admiração, o que leva o amor a desaparecer também, e faz a gente passar a vida muito infeliz. 
  • Um rato morto pode ser qualquer coisa que não está dando certo na sua vida, e quem sabe tudo isso só vai mudar se você largá-lo.
Conserte as coisas e largue seus ratos mortos. Você merece ser muito feliz. Torço por você!

Fonte: Paulo Sérgio Buhrer - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 7 de julho de 2014

10 Hábitos Típicos dos Americanos no Trabalho

Após ser repreendido por um chefe americano por conta de alguma tarefa, como você acha ele vai passar a tratá-lo? 
De maneira impessoal? Deixando claro que sua falha não foi esquecida? 
Ou considera que ele vai continuar a ser amável e a convidá-lo para almoçar, como sempre fez?
Acertou quem ficou com a última alternativa. É que, sem melindres, na terra do “Tio Sam” não se costuma misturar trabalho e relações pessoais.
A pergunta do começo deste texto é parte de um dos testes do Berlitz Cultural Navigator, ferramenta digital do Berlitz Educação Global que indica o nível de preparação de um executivo expatriado para enfrentar uma nova cultura.
Em relação ao caso específico de quem está se preparando para trabalhar nos Estados Unidos ou vai fazer negócios com americanos, seguem alguns aspectos da cultura deles desvendados por Silvia Freitas, diretora de relações corporativas do Berlitz Educação Global.
1. Fazer negócios sem necessariamente criar vínculo prévio
“Não é preciso ter um relacionamento prévio ou ser amigo antes de fazer negócios com os americanos”, diz Silvia. Ela explica, que, se para asiáticos a construção de um relacionamento cria a base da confiança para fazer negócios de peso, com os americanos não funciona da mesma maneira. “Não é necessário criar um vínculo antes”, diz.
2. Aperto de mão firme
Não se assuste se uma americano quase “amassar” a sua mão ao cumprimenta-lo. “Eles prezam por um aperto de mão firme e forte, é a maneira mais profissional de cumprimento”, diz.
3. “Terninho” como uniforme das executivas
De acordo com Sílvia, se aqui no Brasil não é regra, nos Estados Unidos o visual das executivas não foge muito ao estilo terninho ou tailleur.
4. Ir diretamente ao tema em reuniões
Nada de comentar sobre o tempo, perguntar sobre a família, filhos ou falar de amenidades. “Eles vão direto ao assunto, diferente de nós que fazemos alguma pergunta para quebrar o gelo antes”, diz Silvia.
5. Respeitar horários de reuniões 
Horários de início e de fim de reuniões são, em geral, respeitados. Se estiver marcada para começar às 14h e terminar às 15h, é exatamente isso que vai acontecer. “Caso não dê tempo de tratar de todos os assuntos, outra reunião será marcada”, diz Silvia.
6. Participar, de fato, das reuniões
A participação de todos os convocados para a reunião é não só incentivada, como também esperada, segundo Silvia.
“Eles não têm vergonha de falar algo considerado besteira, sabem que não serão julgados por tentarem apresentar seu ponto de vista”, diz Silvia.

7. Incentivar lado empreendedor dos profissionais
“Os americanos têm um lado empreendedor forte. As pessoas são incentivadas a correr riscos”, diz Silvia. 
Isso é possível porque possíveis erros que venham a acontecer são mais facilmente “perdoados”. “Sentem-se mais à vontade porque sabem que não serão punidos severamente se errarem”, diz Silvia.

8- Trabalhar de “portas abertas”
A hierarquia é menos rígida, segundo Silvia. “É possível falar com o chefe do chefe e isso não é mal visto, como pode acontecer aqui no Brasil”, diz. Lá o esquema “portas abertas” parece prevalecer.
9. Estimular tomada de decisões
Faça e traga o resultado. E é melhor se não inundar o expediente do seu gestor com perguntas. Segundo Silvia, profissionais muito indecisos não encontram muito espaço nas organizações. “ Eles esperam que seus funcionários sejam tomadores de decisão”, diz.
10. Competitividade
"Os americanos são muito competitivos, é possível ver isso no esporte e no trabalho também é assim", diz Silvia. E uma das consequências disso é que profissionais tendem a dar o melhor de si em  cada tarefa. "Em geral, um americano não faz nada por fazer", diz.
Por: Camila Pati é repórter de Carreira de EXAME.com. 

sábado, 5 de julho de 2014

O Que Podemos Aprender Com os Jogos da Copa do Mundo

No campeonato do mundo corporativo, nenhum profissional deseja perder, não é mesmo?

Mas infelizmente o caminho para a vitória, entenda: sucesso, vez por outra encontraremos as “derrotas temporárias”, cabe ao profissional moderno, encarar os atropelos como uma lição a ser aprendida.

Na copa do mundo, este ano sendo realizada no Brasil, estamos vendo de tudo, grandes seleções como Espanha, por exemplo, sendo eliminada na primeira fase e seleções de menor “talento” fazendo bonito e se classificando para as oitavas de final. 

Ao que se deve isso? 

O fato é que nos tempos de hoje, vence mais e melhor o time que tiver algumas características, como as que listo a seguir:
  • Humildade para entrar em campo respeitando sempre o adversário;
  • Trabalho constante de equipe, respeitando os talentos individuais;
  • Simplicidade de coração para aprender com os que sabem mais;
  • Respeito à liderança da equipe, entenda na copa, técnicos e no trabalho 
  • chefe, gerente, supervisor, coordenador, patrão;
  • Treinamento constante para reforçar os talentos já conhecidos;
  • Treinamento constante para superar dificuldades que vão acontecendo no decorrer do campeonato (vida corporativa);
  • Saber reconhecer algumas derrotas, mas continuar com foco em melhorar para vencer no próximo.
  • E saber comemorar cada vitória, a fim de fortalecer a própria autoestima individual e do grupo em si.
A vida corporativa sempre nos dar uma chance para avançarmos, para isso, precisamos enxergar os obstáculos como desafios e não como problemas insuperáveis.



Fonte: Eugênio Sales Queiroz - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Negócios, Decisões e Adequações

Se ficarmos esperando pelo momento certo do quando articular nossos planos é muito provável que o tempo vencerá a nossa disposição pelo fazer o que pretendemos. A nossa realidade é o que temos que enfrentar. 
A nossa sustentação ficará pelo acreditar no que estamos planejando para que as sementes, que “inteligentemente” plantarmos, acabem por serem adaptadas para suportar quaisquer influências climáticas.
Em uma análise bem simples basta relembrar que vivemos em um mundo onde a competitividade significa ter a capacidade de criar e inovar, e isso fica pela dependência de disponibilidades de talentos, pesquisas, desenvolvimentos e tecnologias, e terminando por um modelo de produção que seja aonde for deve reunir quantidade, qualidade e baixos custos. 
A questão desses conceitos é que na maioria das vezes são perfeitos para os grandes conglomerados, mas de difíceis aplicações para quem se encontra ou pretende entrar com pequenos e médios negócios.
Para não ficar esperando, para evitar ficar só pelos sonhos, o ponto de partida pode sair tanto de coisas revolucionárias, como das básicas bem feitas. No fundo negócios, tanto os tradicionais já estabelecidos, como os que surgem diariamente devem ser definidos como novos ou em contínua renovação, pois sejam onde estiverem em relação aos seus estágios, ora se classificaram como criativos e outras como cópias dos criativos.
- Toda a capacidade criativa está ligada as competências e renovações dos times e das técnicas do como integrá-los diante dos objetivos dos projetos, mas devemos atentar sempre que criar não significa produzir centenas de coisas novas, pois a inteligência deve ser aprofundada para que possamos transformar as novidades em coisas que ofertem um sentido de inovação e mais valia para convencer e justificar procuras.
- Em muitas vezes nossos negócios serão obrigados a copiar as ideias dos outros, mas que isso nunca venha a ser feito sem ofertar diferenciações do que achamos faltantes neles. Pequenos detalhes podem fazer muita diferença e que de certo se forem evoluídos e aperfeiçoados poderão transformar nossos negócios para que tenham personalidades recuperadas e próprias.
E para fechar esse texto que tem por objetivo abrir mais uma semana onde teremos que tomar sábias decisões, segue uma reflexão que adoro adotar nas minhas idas e vindas, nos meus altos e baixos.
“A chave do êxito dos negócios nas empresas está na interpretação dos fatos e sua velocidade de resposta, mas os resultados ficam pela dependência de um clima interno favorável, motivado e orientado para as relações e aproximações externas.” (Sérgio Dal Sasso).
Sucesso e boa semana a todos!
Fonte: Sérgio Dal Sasso - http://www.qualidadebrasil.com.br/