sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Os 5 Conselhos de Oscar Schmidt para ter Sucesso na Carreira

Confira o que o maior jogador de basquete que o Brasil já viu tem a dizer para os profissionais em suas palestras nas empresas de todo país

De sucesso ele entende. 
Em 25 anos de carreira no basquete, Oscar Schimdit venceu quase tudo o que disputou. Conhecido como “mão santa”, Oscar marcou exatos 49.703 pontos em 1.613 jogos, ou seja, ter Oscar na equipe significava uma média de 30 pontos a mais por jogo para o time.
O ex-jogador coleciona recordes no currículo. Para citar apenas um, foram cinco olimpíadas disputadas, o maior número de participações já alcançado por um jogador de basquete brasileiro.
Ao deixar as quadras em 2003, passou por uma transição de carreira e há alguns anos dá palestras motivacionais para executivos e funcionários em grandes empresas Brasil afora. 
Mesmo enfrentando um dos maiores desafios da sua vida, a luta contra um câncer no cérebro, Oscar não desanimou, e continua esbanjando bom humor. Confira o que ele tem a dizer para os executivos:
1 Treine, treine e treine
“Sou produto de treinamento”, diz Oscar. Quer ser o melhor na sua área de atuação? Pratique, estude, se esforce. “Treine muito, mas muito mesmo, e quando estiver bem cansado, treine mais um pouquinho porque esse pouquinho vai te fazer melhor”, diz. 
De acordo com ele, este é o melhor conselho de carreira que ele pode dar a alguém. “Ninguém me deu esse conselho, mas descobri logo no começo que é necessário”, diz. Para ele esta é a grande característica que as pessoas vencedoras têm em comum: “todas treinam muito porque sabem que é necessário”.
2 Tenha automotivação
“Se você gostar do que está fazendo é meio caminho andado porque treinar bastante, para ser o melhor, não vai pesar muito”, diz Oscar. A motivação, de acordo com ele, pode vir de muitos lugares, mas, sobretudo deve ser interna. Essa é uma regra que as pessoas de sucesso não quebram.
3 Conheça o seu lugar dentro da equipe
“Cada deve saber o seu lugar dentro do grupo. Não dá para a equipe toda fazer 30 pontos em um jogo, mas há lugar para rebotes, para defesa, para passes”, aconselha.
Conhecer a sua função é a regra mais importante para não ter problemas no trabalho em equipe, em sua opinião. “Quando cada um sabe o que fazer, sempre, tudo fica muito mais fácil”, diz.
4 Obstáculo à frente? Supere-o
Por mais brilhante que você seja, não há trajetória profissional que decorra sem alguns sacolejos e muitas pedras no caminho. 
Problemas à vista? “Encare o obstáculo e faça de tudo para superá-lo”, diz Oscar. Estando treinado, suas chances de êxito aumentam muito, afirma o mais cestinha do Brasil.

5 Mantenha o bom humor, sempre
Manter o bom humor mesmo quando o clima na empresa ou em casa pesa não é tarefa das mais simples. Mas, vale a pena fazer o esforço, diz o jogador. E ele sabe bem do que está falando.
O sorriso no seu rosto e o alto astral não diminuíram mesmo enfrentando mais uma batalha no tratamento contra o câncer. “A doença está instalada não há nada que eu possa fazer, a não ser trata-la e, para viver melhor, o mau humor atrapalha de verdade. Então tento ficar mais alegre do que fui e vivo bem assim”, explica. Isso mesmo, Oscar.
Por: Camila Pati - Camila Pati é repórter de Carreira de EXAME.com. Seu e-mail é camila.pati@abril.com.br

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Menos Oração e Mais Ação

Quantas palestras você já participou ressaltando a importância do poder do pensamento positivo em sua vida?  

Quantos gurus disseminaram a filosofia de que tudo começa em sua mente antes de se concretizar? 

Quantos artigos e livros já lemos sobre o poder da mente? 

Quantas historias conhecemos sobre pessoas que adoeceram ou se curaram de repente sem explicação alguma?

São exatamente naqueles momentos em que tudo parece estar fora de controle e as coisas vão mal é que as suas competências fazem a diferença.

Como diz o provérbio Russo “Reza, mas não deixes de remar para a margem”. 

Você certamente já ouviu falar de Iceberg (do inglês ice, "gelo" + sueco e alemão Berg "montanha"). O Iceberg tem uma característica muito interessante, apenas 10% da sua massa fica acima da linha d’agua, os 90% restantes está submerso.

Semelhante ao iceberg a maior parte da sua capacidade está oculta dentro de você mesmo. 

As pessoas apenas enxergam aquela pequena fatia que desejamos ou conseguimos expressar, ou seja, maioria de nós não utiliza a maior parte de suas habilidades e talentos com eficiência, batizei isso de efeito iceberg.

O termo efeito iceberg também é aplicado em gestão da qualidade total quando os problemas que estão escondidos começam a aparecer, temos a impressão de que as coisas pioram ao invés de melhorar.  

Segundo os especialistas o efeito iceberg é benéfico, pois desmascaram os problemas que antes não eram vistos e assim possibilita que alem de ser identificados possam ser solucionados.

Isso também ocorre na esfera pessoal e profissional, quando iniciamos qualquer processo de mudança de comportamento encontramos muitas barreiras e alguns comportamentos deletérios brotam e ao invés de enxergarmos uma oportunidade de melhoria e desenvolvimento , nos assustamos e instintivamente os escondemos abaixo da linha de visão das pessoas.

Rich Fettke conferencista, coach e autor do livro "Extreme Success" alerta para um dos mais importantes conceitos já descobertos no campo da performance humana o chamado "conceito da vitória por um décimo". Este conceito, ou princípio estabelece que "pequenas diferenças em uma habilidade podem causar enormes diferenças nos resultados”.

Isso significa que com apenas um pequeno esforço a mais você pode melhorar em muito os resultados obtidos, mas por outro lado também significa que pequenas sabotagens podem trazer péssimos resultados. Estas pequenas sabotagens são resultantes das crenças limitantes que cada um impõe a si mesmo.

Sabemos que algumas vezes somos medrosos; ora brigamos, ora fugimos; ora nos sentimos fortes outras nem tanto, ora rimos, ora caímos em lagrimas; ora temos certezas, ora só duvidas. Mas precisamos estar firmes em nossos objetivos, não podemos deixar de acreditar em nossa força interior, nem nas forças ao nosso redor.

O Fracasso e o sucesso, por exemplo, são hiperestimados, não conheço ninguém de sucesso que não tivesse uma historia de fracasso e aprendizado para contar.

A maioria das pessoas em nossa cultura foi programada para temer essa coisa chamada fracasso, (uma crença que estragou a vida de muita gente), parece que temos a obrigação de estar sempre certos, não temos o direito de “dar com os burros n’agua” e se isso acontecer será marcado para todo o sempre. Por isso não há essa coisa chamada de fracasso ou sucesso isso é relativo. Há somente resultados.

Desconfio de pessoas que somente tem historias de sucesso para contar que ficam falando de como são perfeitas e bem sucedidas. Isso não existe, as pessoas verdadeiramente de sucesso convivem com a sobra do fracasso frequentemente e fazem dela uma fonte de energia para atingir seus objetivos.

Não existe certeza, atualmente apesar de todas as religiões, credos, orações, preces e espiritualidade existentes ainda enfrentamos um grande desafio pessoal, muitas pessoas ainda não conseguem ter fé em si mesmas.
  • Tudo se resume a uma questão de atitude! Por isso menos oração e mais ação.
Fonte: ROBERTO RECINELLA - http://www.qualidadebrasil.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A Importância da Visão Estratégica

Pensar de maneira estratégica é a coisa mais difícil do mundo, principalmente, para quem não é dono da empresa tampouco diretor ou gerente. 

Em geral, os valores pessoais dos empregados têm pouco a ver com os valores escolhidos pela organização.

De fato, são poucas as empresas levam a sério a questão do plano estratégico. 

Somente as empresas mais consolidadas, de médio e grande porte, adotam a ferramenta como um orientador. 

Na maioria das vezes, elas concentram a energia nos objetivos financeiros e se esquecem das pessoas embora se refiram a elas como talentos, o seu maior ativo.

Em geral, as que adotam, o fazem por modismo, pecam na falta de disseminação dos resultados do planejamento e, acima de tudo, ignoram o plano de ação. 
  • Nenhum plano estratégico sobrevive à falta de plano de ação.
 Por experiência, posso dizer que a maioria das pessoas não se empolga com as diretrizes organizacionais. Visão, missão, valores e políticas não cabem nas mentes essencialmente operacionais, pois, de certa forma, mexem com a zona de conforto e exigem mudança de modelo mental. 
  • Uma coisa é ser o dono, outra coisa é ser um empregado comprometido com os interesses do dono.
Por essa razão, a maioria conspira, reclama da empresa e considera tudo isso uma grande bobagem, afinal, boa parte delas pessoas está no cargo, mas não está na empresa, razão pela qual o compromisso com os resultados também é mínimo.

Quando eu pergunto para as pessoas se elas conhecem a visão, a missão e os valores da empresa, menos de 10% dizem que sim. 

Por que razão isso acontece? 
Algumas prováveis respostas: a empresa não é delas; os valores não batem; elas não participaram do evento de elaboração do plano estratégico; a empresa tem por que faz parte do método; não houve disseminação etc.

Tudo isso serve apenas para consolidar as fontes de complacência na organização e a questão ainda é crucial para muitas empresas: quem não sabe para onde vai, qualquer lugar serve. 
Quanto mais a empresa é favorecida pelas circunstancias econômicas, mais ela ignora isso.

Quem não pensa de maneira estratégica nunca será capaz de conceber e gerir negócios por conta própria. 

Isso requer lidar com variáveis que vão além do conhecimento técnico e das habilidades gerenciais. Tem a ver com a emoção, o sonho, o idealismo, o sentido de contribuição e a vontade de querer fazer as coisas da melhor maneira possível.

No papel de empreendedor, não há como não pensar no futuro do seu negócio, o que, por sua vez, exige pensamento estratégico. Seus empregados nunca farão esse papel por você se não forem estimulados a comprar parte do seu sonho, afinal, eles tem sonhos próprios.

Por essa razão, eles ainda são empregados e não empreendedores. Parece duro, mas é difícil mobilizar as pessoas para se apaixonarem por algo que não saiu da cabeça delas. 

Se o seu sonho não contribui para a realização do sonho dos empregados, fica quase impossível mobilizá-los. 
A maioria não tem sonho algum, apenas sobrevive do sonho alheio.

Tudo isso importa em parte. O que importa de fato é a sua determinação em fazer do seu negócio uma referencia e a sua capacidade de mobilizar ou substituir rapidamente aqueles que não contribuem para o desenvolvimento do seu negócio.

De acordo com Peter Drucker, empreendedores bem-sucedidos, seja qual for a sua motivação pessoal – poder, fama, dinheiro, curiosidade ou desejo de reconhecimento -, tentam criar valor e fazer uma contribuição efetiva para a sociedade.

A única maneira de fazer isso é pensar de maneira estratégica e sonhar aquilo que todo mundo sonha, mas não tem coragem de realizar, afinal, mudar, gerar negócios, criar empregos e prosperar requer muito mais do que correr atrás de salário, benefícios, status e crachá.

Pense nisso e empreenda mais e melhor!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Consultoria: Uma Opção de Vida

O trabalho é a principal parte do processo de nos tornarmos nós mesmos. 

Ele tem efeito sobre o que nós somos e sobre o que nos é essencial. 

Assuntos de trabalho mais importantes são assuntos de vida.

A preocupação com o tipo de trabalho que estamos realizando se apresenta na medida em que ele se relaciona com o que queremos para nossa vida.

A consultoria é uma opção de vida, uma forma de auto descoberta, e uma fonte de crescimento pessoal, não somente uma forma de ganhar a vida. 
Exercendo a atividade de consultoria, consultores ajudam as organizações ao mesmo tempo em que ajudam a si mesmos.

A energia para trabalhar em um projeto de consultoria surge principalmente quando trabalhamos com assuntos que afetem as vidas das pessoas e no quanto este projeto poderá ajudar as pessoas a se desenvolverem.

Consultores por vocação buscam freqüentemente trabalhos não só com base na contribuição potencial que possam dar para a comunidade e a sociedade, mas também no potencial evolutivo que o trabalho proporcione para eles próprios.

Essa necessidade de aprendizagem deve estar equilibrada entre a necessidade de dar uma contribuição efetiva e a necessidade dos clientes por resultados positivos, onde os riscos devem estar equilibrados entre a necessidade de proporcionar resultados previsíveis e a necessidade do cliente de ter confiança no trabalho do consultor. 

Quando se faz uma opção de vida trabalhando como consultor, precisamos nos conscientizar, de que o trabalho é duro, cansativo e consome muita energia nos níveis físico, mental, emocional e espiritual, tornando-se imprescindível, portanto destinar um tempo em seu planejamento, para se restaurar, recriar, ganhar novas perspectivas e descansar.

A vocação para consultoria se caracteriza também como um estilo de vida. Ser consultor significa: Obter realização pessoal com o trabalho; escolher, construir amizades e compartilhar poder com clientes; trabalhar com pessoas e organizações que estão em processo de mudança; poder ser bem sucedido sem ter que trabalhar todos os dias do ano; não ter nenhuma intenção de fazer outro tipo de trabalho.

Ser consultor é mais confortável do que interpretar o papel de consultor. Portanto a meta é estabelecer um papel de consultor que represente realmente aquilo que somos.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Vendas Criadoras de Valor - VCV


O termo Vendas Criadoras de Valor (VCV) foi criado pelo renomado consultor e professor Ram Charan. 

Em seu livro - O que o cliente quer que você saiba – Editora Campus – o autor logo no início da sua narrativa afirma que o processo tradicional de vendas não mudou quase nada nos último cem anos.


  O livro é mais direcionado para empresas que praticam o B2B, ou em outra linguagem, que vendem para outras empresas, tendo quase nenhum foco na venda para o consumidor final, mas nem por isso deixa de ser imprescindível em sua estante.

  A tese é de que a sua empresa e seus profissionais de vendas devem entender do negócio do seu cliente e não só ajudar na redução de custos, mas principalmente contribuir para que o seu cliente aumente as vendas, isso inclui conhecer profundamente o negócio, mercado e concorrentes do seu cliente e até mesmo os clientes do seu cliente.

A empresa assim transforma-se em um só departamento: o de vendas. O pessoal da produção, financeiro, administrativo, marketing, logística, jurídico ou qualquer outro setor devem todos estar envolvidos e comprometidos como o novo processo de vendas e adequar nosso produto ou serviço de acordo com as necessidades do cliente e ainda oferecer o que ele não espera.

É uma enorme mudança na forma de atuar afinal o seu pessoal deve ter acesso aos indicadores financeiros do cliente, dados como metas, previsão de faturamento, crescimento e investimentos futuros. 

É claro que na VCV a confiança é a palavra chave e vai sendo conquistada aos poucos, pois o nível de relacionamento e integração entre a empresa fornecedora e a compradora é muito maior. Descobrir quem realmente decide na empresa, conhecer os jogos de poder na organização-cliente, relacionar-se com as pessoas certas também são importantes nesse contexto.


O foco está muito além de satisfazer ou solucionar os problemas da clientela. O foco é gerar prosperidade para o seu cliente e seu maior prêmio será conseguir fugir da guerra de preços por meio de um atendimento totalmente diferenciado da concorrência.

Fonte: Paulo Araújo - http://www.qualidadebrasil.com.br

sábado, 31 de agosto de 2013

Sarney: A Política em seu Estado Mais Puro…

Não aprecio o jeito de José Sarney fazer política. Considero seu estilo um retrato do que o país tem de mais anacrônico, mas é inegável que ele tem muito a ensinar… 
Quem estiver interessado em entender a política brasileira, não pode deixar de prestar atenção quando ele concede uma entrevista. Diante de certas indagações, qualquer outro político silencia; ele não, revela as engrenagens que movimentam o Brasil com uma didática que impressiona. José Sarney revela, sem pudores, como funcionam as coisas no lado debaixo do Equador…
Não é novidade, Sarney tem história. Esteve no PSD, UDN, UDN “Bossa Nova” (de centro esquerda) e no PDS. Conseguiu algo difícil: ser presidente da Arena e do PMDB. Para os mais jovens, explico: seria algo como ser líder em Israel e na Palestina em épocas diferentes… 
Não dispensou nada. Elegeu-se governador do Maranhão com o apoio da Revolução de 64, cultivando, como ninguém, um senso de oportunismo admirável. 
Na vitória e na derrota, esteve sempre no lugar e na hora certa. Agora, em outro século, continua forte, sentado numa cadeira que lhe dá o poder que parece querer conservar até o fim de seus dias…
Na semana passada, ele deu uma entrevista exclusiva ao jornal “Zero Hora”, de Porto Alegre. Os jornalistas apresentaram o entrevistado lembrando que a sua marca é a discrição, identificada na economia de gestos, e na elegância com que trata os interlocutores. Disseram também que, se houve algum tipo de irritação diante de alguma pergunta, ela foi escamoteada sem que ele precisasse franzir a face… Foi da vaia do Rock in Rio ao uso do helicóptero da PM do Maranhão, sempre observando a famosa “liturgia do cargo” celebrizada por ele…
Vale a pena comentar alguns tópicos da entrevista. 
Uma passagem marcante acontece quando ele comenta os apoios políticos. 
Diz: “Lula foi à minha casa pedir apoio”. Muitos não tinham conhecimento desse fato, agora ele revela finalmente quem era apoiador, quem era apoiado… 
Aos 81 anos, o senador deixa claro algo que muitos ainda não tinham entendido.
Perguntado por que o Congresso não vota a reforma política, ele explicou que “o parlamento eleito por determinadas regras cria um conservadorismo que é difícil de mudar porque cada um considera que sua reeleição depende das regras com que foi eleito”. 
Simples pra quem é do ramo… Mas é lamentável que o eleitorado não saiba, exatamente, que regras afinal são estas…
Perguntado se ele tem tanto poder quanto lhe atribuem, disse que “gostaria de ter 1% do poder que a mídia lhe atribui”…, que “estão conferindo a ele inclusive os invernos bons e os ruins”. 
Que “pelo menos a seca do Rio Grande do Sul ainda não lhe foi atribuída”. 
Fiquei impressionado: como podem atribuir ao senador invernos bons e ruins… 
Mas ele tem razão, ainda “não lhe atribuíram a seca no sul”. 
E quanto às outras coisas que lhe são atribuídas? Não houveram respostas pela singela razão de que nada lhe indagaram…
Mas uma pergunta não poderia faltar. 
Por que o único presidente que não foi seu aliado – Fernando Collor – caiu? 
Ele esclareceu: “tenho sido aliado de alguns governos, mas já fui oposição durante muito tempo…”. 
Disse que “Fernando Henrique e Lula foram a sua casa lhe pedir apoio” e que “acha injusto quando dizem que apóia todos os governos”.  
E Dilma? Também foi a sua casa lhe pedir ajuda? – 
Não, “eu já tinha uma aliança com o PT”. Como sempre, usou poucas palavras para explicar muitas coisas…
Encerrou com um ensinamento antológico sobre o uso do tal helicóptero da PM do Maranhão para passeios. Confrontado com uma pergunta que poderia ser embaraçosa para políticos inexperientes, ele deu uma resposta lapidar, que não deixa dúvidas sobre seu pensamento sobre esse tipo de assunto: 
“Quando a legislação diz que o presidente do Congresso tem direito a transporte de representação, estamos homenageando a democracia, cumprindo a liturgia das instituições”. 
Não é à toa que a liturgia é algo sagrado pra ele…
Finalizando, digo que depois de ouvir tudo o que ele falou, senti vontade de me ajoelhar na sua frente e pedir perdão por ter imaginado, um dia, que ele seria capaz de cometer atos que pudessem ferir a “liturgia”… 
Não consegui deixar de lembrar o antigo ensinamento de que cada um tem a história de vida que merece. 
Grande Sarney!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Administrador não...


  • Administrador não descansa, trabalha.
  • Administrador não cheira, sente cheiro.
  • Administrador não respira, ele exala.
  • Administrador não tem depressão, tem problemas.
  • Administrador não admira a natureza, analisa o todo.
  • Administrador não elogia, expressa admiração.
  • Administrador não tem reflexos, tem instinto.
  • Administrador não facilita discussão, entra em conflito.
  • Administrador não admite algo sem resposta, sempre arruma uma solução.
  • Administrador não pensa, tem idéias revolucionárias.
  • Administrador não fala, palestra.
  • Administrador não toma susto o mercado que esta louco.
  • Administrador não espera retorno de chamadas, espera feedback.
  • Administrador não perde energia, perde tempo.
  • Administrador não mobília a casa, planeja um layout.
  • Administrador não faz compras, investe em seu estoque.
  • Administrador não fala bem de sim, realiza marketing pessoal.
  • Administrador não’’fala mal dos outros’’, faz feedback.
  • Administrador não ‘’manda’’, lidera.
  • Administrador não lidera funcionários, mas sim colaboradores.
  • Administrador não copia algo, faz benchmarking.
  • Administrador não pensa no presente, planeja o futuro.
  • Administrador não prevê o futuro, faz simulações na HP. Administrador não troca idéias, pratica Brainstorming.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

ADMINISTRAÇÃO SINÉRGICA – O ponto de convergência para o sucesso!

Você se considera um gerente sinérgico?
Antes de responder a esta pergunta, convém algumas explicações a respeito do tema:
  • O que é sinergia?
Sinergia é a harmonia criadora entre o indivíduo e a sociedade. Logo, uma sociedade sinérgica é aquela onde os interesses dos indivíduos estão de acordo com a comunidade, complementando-se de parte a parte.
  • O que é um processo sinérgico?
É aquele em que o resultado final é maior, melhor, mais sustentável, eficaz e lucrativo do que o de suas partes isoladamente. 

Processo em que todos podem criar mais trabalhando juntos e de forma complementar do que separadamente. Assim, podemos dizer que ambiente de trabalho sinérgico é aquele onde há confiança coletiva que cada um entregará o seu melhor para a equipe e que todos aprendem com todos. Nessa atmosfera de aprendizagem está o equilíbrio, o lucro e o crescimento corporativo e sustentável de uma sociedade.

Agora que conceituamos alguns aspectos sobre sinergia, vamos a uma rápida auto avaliação que responderá se você é ou não um gerente sinérgico. 

Por favor responda às questões com sinceridade e concentração, pois estas reflexões podem potencializar a sua carreira, aprimorar seu comportamento interpessoal, fortalecer ainda mais a sua autoestima, além de tornar você uma pessoa mais influente, alavancar suas possibilidades de ser promovido, reconhecido e bem remunerado, entre outras formas de ganhos.

Vamos às proposições:
1.  Você coordena com facilidade as atividades do seu setor com membros de outras equipes com confiança e sinergia? Ou este relacionamento (interdependência) não lhe é muito fácil, nem muito agradável?
2.  Você delega tarefas e responsabilidade aos seus subordinados, ao máximo possível? Ou está sempre “muito ocupado”, tentando fazer tudo sozinho, ou do seu “jeito”?
3.  Você se relaciona bem com as pessoas buscando trata-las com zelo, proteção e respeito? Ou entende que elas são sempre um sério problema e que têm que ser constantemente vigiadas e corrigidas para que andem na “linha”?
4.  Você cria habitualmente novas soluções e/ou alternativas para a resolução de problemas? Ou mantém tudo sempre do mesmo jeito para evitar possíveis conflitos?
5.  Você entende que tem um grupo de colaboradores que buscam em seu exemplo e desempenho, dar o seu melhor pessoal e profissionalmente? Ou tem um agrupamento de subordinados que devem respeitá-lo pelo seu cargo, indiferente de qualquer circunstância?
6.  Você permite e até gosta que seus subordinados tomem iniciativas construtivas e depois comemorem os resultados juntos? Ou para evitar surpresas prefere que cada passo dado dentro da equipe seja comunicado e “colocado no papel” antes de qualquer iniciativa a ser tomada?
7.  Você entende e aceita que as pessoas são diferentes entre si?  Ou acha que deveriam ser exatamente iguais a você para terem ótimos resultados?
8.  Você tem tempo para cuidar, zelar e educar seus colaboradores de forma pessoal e franca? Ou vive compulsivamente ocupado com outras “coisas” mais importantes devido à “falta” de tempo causada pelas suas prioridades?
9.  Você costuma terminar uma tarefa antes de se envolver em outra? Ou vive “carregado” de assuntos pendentes sem solução, e que tomam seu tempo em reuniões intermináveis e que não trazem efetivamente nenhum lucro para a empresa?
10. Os seus colaboradores diretos podem ter atitudes proativas, mesmo que venham a errar como processo de aprendizado? Ou isto é um “pecado” mortal e que facilmente traz a demissão para o colaborador como punição?
11. Quando seu superior direto ou alguém do seu meio social lhe pergunta como você está se saindo em seu trabalho, você na maioria das vezes responde que vai bem, ou que vai mal e está estressado, e não vê a hora de se aposentar para fazer o “que gosta”? Ou diz: “ultimamente tenho trabalhado até meia noite”?
12.  Você aceita que exista(m) outra(s) pessoa(s) que possa(m) ajudá-lo a ser mais eficaz na sua vida social e profissional? Ou entende que isso é um exagero acadêmico e que papel e teorias aceitam tudo?
13. Você entende que conversar e pedir sugestão de pessoas, mesmo que abaixo da hierarquia é útil, inteligente e influente? Ou acredita que é pura perda de tempo?
14. Você é capaz de “ver” como estará a sua área ou empresa (setor que atua) daqui a dois, quatro ou seis anos? Ou você só vê o hoje, aqui e agora?
15. No seu setor há equilíbrio na distribuição de tarefas? Ou você está sempre mais sobrecarregado do que os seus colaboradores?
16. Nas reuniões, normalmente só você fala? Ou a participação dos outros é ativa e incentivada, bem vista e colocada em prática?
17. Só você normalmente apresenta soluções para os problemas existentes? Ou os seus colaboradores normalmente e habitualmente, também sugerem boas práticas para o bem e resultados coletivos?
18. Os objetivos a serem alcançados são só seus e dentro de suas prioridades de performance e de ganho? Ou são comuns a todos os integrantes de sua equipe, também relacionado a ganhos financeiros e reconhecimento em todos os âmbitos? 
19. Ao encontrar uma falha em seu colaborador, você o critica e o pune diretamente? Ou busca na oportunidade retreiná-lo, incentivá-lo a melhoria continua? 
20. Você é dos que entendem que quanto mais seus colaboradores “correm” para serem produtivos, mais estão produzindo? Ou tem tempo para pensar, criar, reformular e até eliminar processos e práticas obsoletas de forma pessoal e em equipe?
21. Você prefere trabalhar com quem você gosta, mesmo que a pessoa não tenha grandes resultados profissionais? Ou prefere trabalhar com quem você respeita mesmo que não tenha necessariamente afinidade, tendo a certeza que a pessoa cumpre o que fala e sempre entrega resultados além da média?
22. Quando você não tem nada para se preocupar... fica preocupado, pois deve ter “algo errado”? Ou aproveita para relaxar e buscar meios de deixar a equipe mais equilibrada e eficaz?
23. Os seus colaboradores são meros expectadores do seu “show” que é seu trabalho e do quanto você trabalha? Ou são colaboradores ativos e além de serem reconhecidos pelo “show” também recebem os aplausos da alta diretoria, dos clientes e da sociedade?
24. Você entende que a semana deveria se estender aos finais de semana trabalhando na maioria das vezes para poder “por o atraso em dia”? Ou o final de semana deve ser dedicado ao descanso e convivência com familiares e amigos e eventos sociais como,  “por exemplo,” um trabalho voluntário?
25. Quando alguém lhe pergunta por que você não delega, você diz: “estas pessoas são um bando de incompetentes, não sabem fazer nada direito, se eu pudesse demitiria todo mundo num piscar de olhos? Ou mostra que está delegando até onde é possível e sempre demonstrando com respeito, justiça e profissionalismo que está presente e que a sua equipe pode confiar em você?  
26. Você sente, lá em seu íntimo, a necessidade de ser indispensável? Ou entende que é mais um membro da equipe somando através de seu melhor, sempre?
27. Quando alguém lhe pergunta por que você não treina seus colaboradores, você responde: “não tenho tempo para isso”? ou se dá conta que precisa começar a fazê-lo de forma pessoal ou então precisa buscar quem possa fazê-lo por você – Afinal de contas o resultado de seus colaboradores refletem diretamente a sua “capacidade, influência e resultados”?
28. Você entende que delegar é perder o controle e o poder, além de ensinar coisas essenciais que podem leva-lo a demissão em longo prazo? Ou entende que delegar é treinar, dar incentivo, formar alguém melhor que você e com isso elevar-se não só em termos profissionais, mas em termos sociais?
29. Sua mesa está sempre lotada de papeis e sua caixa de e-mails sobrecarregada? Ou você tem na sua mesa o essencial para te levar a processos e resultados que possam permitir que você esteja sempre junto a equipe dando apoio e sendo percebido como alguém de capacidade além da média e que passa confiança pela congruência de seus atos e fala?
30. Você gosta de trabalhar com subordinados “prontos” e totalmente habilitados e capazes de somar ao resultado coletivo sem que você precise se preocupar com o que está acontecendo?  Ou tem a consciência que cada empresa, cada equipe e cada pessoa têm vícios e virtudes, e por isso é essencial ao bem da equipe que seu colaborador seja formado e levado a se desenvolver diariamente independente de seus resultados positivos?  
31. Você prefere fazer tudo sozinho, pois assim o gosto da “vitória” é mais prazeroso? Ou orientar colaboradores para que eles façam?... Poderíamos ir por este “caminho” mais uma ou duas centenas de situações e, quem sabe, ao final chegarmos à conclusão que ser sinérgico é muito complicado e dá muito trabalho.  

Parabéns pelo seu tempo, paciência e atenção em ter lido e se dedicado e este conteúdo até este momento em busca de prósperos resultados. 

- Pois toda pessoa que entrega tempo e não dá a devida atenção e importância ao que faz, torna-se uma pessoa rasa, e na maioria das vezes sem resultados palpáveis e perceptíveis em sua vida.

Vejo diariamente que todos os gerentes gostariam de trabalhar numa empresa ou área que funcionasse como um “relógio suíço”, onde tudo funcionasse sozinho e com resultados impecáveis e que fôssemos bem pagos e reconhecidos por isso... Mas isto só existe em livros de contos de fadas, livros de administração “rasos” e palestras de “autoajuda”, onde existem gerentes “perfeitos”, ambientes “perfeitos”, equipes “perfeitas” e pessoas que trabalham pouco para enriquecer “rápido” e com fórmulas mágicas.

Caro leitor, este tipo de empresa definitivamente não existe, e por isso contratam as nossas capacidades para desenvolver estratégias, equipes de alto desempenho, planejar investimentos e implantar tecnologia estrutural para obter ganho de capacidade e melhora de resultados... Somos contratados para elevarmos a moral e produtividade de nossas equipes, além de sermos geradores de lucro ao coletivo da empresa, aos acionistas e para a sociedade.

E então, consegui justificar para você a necessidade de ser sinérgico? 
De obter envolvimento de todos com tudo? Se cada colaborador nosso entendesse e se comportasse como se a empresa/área fosse dele, teríamos o nosso “reloginho”, mas isto só é possível através de sinergia. É importante frisar que um gerente sinérgico obtém compromissos e resultados eficazes, enquanto o não sinérgico na maioria das vezes “têm” resultados apenas razoáveis, além de um grupo “obediente” – pois neste tipo de contexto o conceito de equipe é desconhecido. Isso sem contar os prejuízos financeiros pela falta de atingimento de metas e resultados.

Para avaliar sua autoanálise das 31 proposições verifique: se você respondeu às 15 primeiras questões pela primeira alternativa e as restantes pela segunda, você é um gerente sinérgico. Caso contrário, repense e busque orientação, pois tudo indica que trabalhar com você e se manter em seu grupo de trabalho é desmotivador e frustrante, além de você se revelar alguém “mesquinho” em termos profissionais por pensar somente em si.

Mais algumas perguntas para análise:

O que caracteriza a administração sinérgica?
Por que existe tanta resistência em relação a administração sinérgica?
Como fazer para implantá-la e tornar a sua empresa sinérgica?

Fonte: Paulo Silveira -  http://www.qualidadebrasil.com.br