sábado, 14 de julho de 2012

O VALOR DOS PAIS

Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.

Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a última decisão.

O diretor descobriu, através do currículo, que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.

  • O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?"

  • O jovem respondeu, "nenhuma".

  • O diretor perguntou, "Foi seu pai quem pagou as suas mensalidades ?" o jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."

  • O diretor perguntou, "Onde trabalha a sua mãe?" - e o jovem respondeu: "A minha mãe lava roupa."

  • O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

  • O diretor perguntou, "Alguma vez ajudou sua mãe lavar as roupas?" - o jovem respondeu: "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

  • O diretor disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltar, vá e limpe as mãos da sua mãe e depois venha ver-me amanhã de manhã."

  1. O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou em casa, pediu, feliz, à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz, mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.
    1. Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.
  2. Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.

Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.

  • O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, "Diz-me, o que fez e que aprendeu ontem em sua casa?"

  • O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."

  • O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sentiu."

  • O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."

  • O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Está contratado."

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis se desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro. Ignorará os esforços dos seus pais e quando começar a trabalhar, assumirá que todas as pessoas o devem ouvir e quando se tornar gerente, nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e sempre culpará os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um tempo, mas eventualmente não sentirão a sensação de objetivo atingido. Irão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. 

  1. Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?

  • Pode-se deixar seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande TV em plasma, mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experienciar isso. 
  • Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. 
  • Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer é amar e ensinar como deve ser. 
  • Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. 
  • A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?

Colaboração : Rita de Cássia (rn)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Sexta-feira 13 - A Origem...


São três as explicações mais conhecidas, mas a mais forte delas tem sua raiz na crença católica
A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. 
  • A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.

Mas mais antigo que isso, porém, são as duas versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. 
  • Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

  • Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

O número 13
A crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na India, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda.
Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

Afinal, o que é Design Thinking

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"Nada é permanente, salvo a mudança."
(Heráclito de Éfeso, filósofo pré-socrático, 535 a 475 a.C.)
"Somente os extremamente sábios e os extremamente estúpidos é que não mudam"
(Confúcio, filósofo chinês, 551 a 479 a.C) 



Uma metodologia para resolução de problemas complexos dos negócios em construção permanente.



Grandes empresas tendem a transformar uma experiência bem sucedida em um padrão funcional em tempo integral, como uma linha de montagem. As pequenas empresas também. Organizações humanas tendem a buscar o controle total sobre seus processos, mesmo os mais criativos. Antes que vocês pensem que estou falando mal das empresas, todos nós tendemos absorver os eventos transformadores em rotinas mentais sujeitas ao nosso controle.
As empresas precisam de processos que possam ser aprovados e replicados, mesmo sabendo que alguns deles serão apenas muletas para justificar possíveis futuros fracassos (como deu errado, se eu segui todos os procedimentos?). Estamos envolvidos por um gigantesco impasse da economia mundial tentando buscar justificativas no passado, presos aos modelos tradicionais.
Nesse mesmo momento, a palavra inovação está se transferindo para as placas de sinalização das portas da comunidade de negócios, indicando que cada profissional que estiver atrás dessas portas faz parte do esforço de inovação da empresa. Mesmo assim, existe uma sensação no ar que indica que as organizações não sabem bem o que é inovação, embora desejem ser inovadoras.
As empresas que sobreviveram bem às crises sucessivas depois de 2008 não parecem ser conformistas. "Tudo o que estimula a acomodação é ruim para o país." Foi uma das frases do presidente da Ambev, João Castro Neves, em maio de 2012 quando a empresa se tornou a maior companhia privada brasileira por valor de mercado.
Na biologia, a adaptação permanente é a responsável pela evolução dos seres, assim como na economia. Já a acomodação é uma adaptação conformada com ausência de ambição ou de aspiração. Em sociologia, acomodação é uma diminuição de tensões entre pessoas. Em advocacia, é um acordo em um litígio. Em resumo, acomodação é o conformismo às exigências ambientais.
O que estimula a inovação? Certamente o não-conformismo e a criatividade. Mesmo a criação de ideias novas não resolve o problema do impasse econômico das empresas ou dos países. Cada ideia nova necessita de um processo prático que a coloque em ação. Inovação é um processo que começa no pensamento de ideias novas e desemboca na realização de coisas novas, como uma ponte entre a intenção criativa e a materialização de novos modelos de negócios.
Ultimamente, nos círculos dos profissionais de inovação, um neologismo vem aparecendo muito: o design thinking. Digo ultimamente baseado no fato que o termo, embora usado há muito mais tempo, foi assumido e divulgado intensamente a partir de 2003 por um dos grupos criativos mais reconhecidos do planeta, a IDEO. David Kelley, fundador da IDEO e do d.school da Universidade de Stanford, assumiu que a metodologia que sua empresa usava para a resolução dos problemas complexos dos seus clientes poderia ser chamada dessa forma.
Logo depois, acadêmicos de psicologia e da área da administração dos negócios reconheceram o design thinking como uma disciplina capaz de ajudar na resolução dos chamados wicked problems. Simultaneamente, grandes companhias testaram a metodologiacom resultados positivos e divulgaram suas experiências. Em seguida, artigos e livros foram escritos com uma extensa defesa teórica e com descrições de casos reais de produtos e serviços. Parecia que o design thinking havia atingido um ponto de inflexão para ganhar velocidade crescente de divulgação expontânea. Então, duas reações desse movimento tomaram forma.
Como uma primeira consequência, o prático universo dos negócios se propôs a absorver o processo se houvesse uma espécie de manual, uma versão replicável dos princípios criativos da metodologia. O procedimento passo a passo do design thinking em cinco etapas se transformou em sete e logo ganhou uma versão em dez passos. Algumas autoridades da metodologia conquistaram seu direito de mostrar sua própria linha de montagem criativa. Como uma tendência irresistível no mundo regrado dos negócios, o design thinking foi se transformando em uma "ciência" de resolução de problemas.
Outra consequência foi a reação contrária da classe criativa. Os criadores não olharam com bons olhos a assimilação da metodologia pela ansiosa comunidade dos administradores. Com um certo desdenho, alguns designers e gerentes de inovação disseram que o design thinking nada mais era que a "metodologia do design" com outra roupagem. Ambas as reações são convencionais e negativas. Nem se deve engessar qualquer metodologia criativa, nem jogar pedras sobre algo ainda em formação e tão promissor.
Será que o "know-how ameaçará a intuição e a inspiração?" Será que o design thinking se transformará em outra muleta para a tomada de decisões dos gerentes? O design thinking está realmente trazendo novos insights e novas idéias? "Ou é simplesmente um processo de drenagem da energia a partir das coisas que estamos fazendo?" Alguns pensamentos são de Robin Lanahan, diretora de estratégia de marca e incubação de novos negócios da Microsoft, em junho de 2012, no artigo What is design thinking anyway?.
Ela aponta o designer Marc Shillum, da Method, que fez uma ironia dizendo que o pensamento profundo do design, antes da era do design thinking, se transformou em um design mais comercial. Porém, Shillum admite ser adepto do processo iterativo que envolve períodos de insights estratégicos com momentos de criatividade livre, que tanto são métodos do design thinking como dos grupos criativos comandados pelo lendário Buckminster Fuller ou pela Walt Disney (citados por Shillum).
Lanahan conclui que se pudemos evitar dar um nome e uma fórmula ao processo, talvez o método pudesse funcionar. Achei engraçado. Lembrou-me o bem humorado Bruce Nussbaum, editor da BusinessWeek e professor de inovação e design da Parsons, que sugeriu chamarmos o processo do design thinking ou da inovação de "banana" porque os homens de negócios não gostam do conceito de design, que lembra decoração. Depois, em 2011, ele reformulou e disse que a "banana" da ocasião era a palavra "criatividade", porque era a meta dos engenheiros e dos capitalistas de risco. Nussbaum disse também que a década do design thinking estava terminando e que ele "estava se mudando para outro quadro conceitual". Criada por ele e tema do livro a ser lançado no outono de 2012 pela HarperCollins, ele estava antecipadamente lançando a Inteligência Criativa.
"Uma mudança deixa sempre patamares para uma nova mudança."

(Niccolò Machiavelli, pensador da ciência política moderna, 1469 a 1527)


Dá para perceber que quase ninguém fica indiferente ao bochicho internacional que o design thinking provocou. Todos parecem querer emitir um posicionamento próprio, bem variável entre os limites a favor e contra. Como Lanahan, que diz que "as grandes mentes criativas serão grandes mentes criativas, com ou sem qualquer planejamento ou processo. Adicionar muita estrutura processual à criatividade parece intuitivamente errado. Assim como [parece errado] escrever plataformas sobre as quais você vai criar ao invés de prototipar rapidamente produtos e experiências." Concordo plenamente com Lanahan, embora ela esteja desprezando o design thinking que sempre propôs o incentivo à criatividade coletiva e a prototipação rápida. A respeito de grandes mentes criativas, Gary Hamel, guru da administração dos negócios, diz que o design excelente tem menos a ver com genialidade e mais com empatia.
Se você digitar "afinal, o que é design thinking?" no Google, em qualquer língua, você encontrará dezenas de textos que tentam emitir um parecer. Também escrevi um artigo com esse mesmo título, em 2008, publicado pelo Clube de Criação de São Paulo. Na época, eu dizia que o design thinking era uma metodologia experimental e exploratória. Era o que me atraía nela. Diferente de Lanahan, sempre entendi que a grande vantagem do design thinking era ser uma metodologia flexível e em construção, completamente experimental além de incorporar, sem constrangimentos, ferramentas de diversas outras disciplinas ao projeto do design.
Toda vez que converso com profissionais de outras áreas sobre o design thinking, me vejo dizendo: também usamos os mind maps do inglês Tony Buzan, assim como o processo sequencial CPS de divergir e convergir dos americanos Alex Osborne and Sidney Parnes. Por que não usar a técnica inventada pela Disney desde 1930, o story board?
"Absorva (roube) dos melhores, então adapte."

(Tom Peters, autor, consultor e guru norte-americano)


Design thinking não é, ou não deveria ser, uma plataforma fechada mas aberta e adaptável ao problema do cliente. Uma metodologia que absorveu os procedimentos de observação dos antropólogos e também o uso sequencial de iterações usada na pesquisa científica, na matemática, na programação de softwares e nos processos de engenharia. Dependendo da ocasião ou do grupo reunido, pode-se gerar uma reunião de brainstorm tradicional ou uma oficina de debates na qual as pessoas precisam defender seus pensamentos, como sugere Charlan Nemeth.
Como empreendedores, começamos a montar a nossa metodologia criativa própria, há 18 anos atrás. Estávamos influenciados por um matemático húngaro que ensinava em Stanford, George Polya, e por um professor inglês chamado Reg Revans. O primeiro falava sobre o poder da heurística e do primeiro passo para se enfrentar um problema: a sua redefinição. O segundo, mestre do action learning, dizia que a solução começa na investigação, no ponto que não sabemos o que fazer e no qual a expertise de nada ajuda ainda. Outro ensinamento de Revans: "a força de uma equipe bem-sucedida não reside na inteligência de cada um dos integrantes, mas na fertilização mútua de suas habilidades coletivas". Pensamento que se encaixa com os do professor do MIT, Peter Senge, que acreditava no processo das organizações que aprendem em equipe.
Desde que comecei a ler sobre o design thinking, entendi que estava diante de uma plataforma básica - a do projeto do design - sobre a qual deveriam se estruturar os ensinamentos e ferramentas úteis que vinham de outras disciplinas complementares. Não sei exatamente de onde veio a experiência da montagem das equipes multi e interdisciplinares, tão necessárias para a resolução dos problemas complexos. Talvez das primeiras experiências das tribos ao redor da fogueira.
O que importa é que toda ferramenta usada criativamente ajuda o processo de criação. Bem-vindos a investigação com novas regras, as técnicas da etnografia, o hot-house, os exercícios para a descoberta de padrões e as oficinas de incentivo à abdução, ao pensamento não-linear, aos saltos conceituais, ao sequenciamento de palavras, à geração de histórias, à busca da memória emocional, ao aprendizado da empatia. Com uma atitude mais aberta, deveríamos estar escolhendo outras práticas para aprimorar o processo da inovação.
Aprender rápido e se adaptar parecem ser da biologia. Ótimo, o que podemos fazer para sair da perigosa acomodação para melhorar os negócios?
"Então, é melhor você começar a nadar

Ou irá afundar como uma pedra
Pois os tempos estão mudando."
(Bob Dylan, último verso de The Times They Are A-Changin')

Sete dicas de gestão do tempo

Uma das maiores autoridades do assunto (Gestão do Tempo), Christian Barbosa, brinda a todos nós com sete dicas para gestão do tempo de maneira eficaz.
Divido com vocês a matéria na íntegra, no final com um comentário pessoal:
1. Descubra como você utiliza o tempo
Todas as tarefas que você realiza são distribuídas em uma das esferas da Tríade do Tempo: existem atividades urgentes – em que o prazo está curto ou acabou, atividades importantes – que trazem resultado e possuem tempo para serem realizadas e atividades circunstanciais – que não agregam valor e fazem você apenas perder tempo.
Saber a forma como utiliza seu tempo ajudará você a se planejar, pois seu foco será reduzir as atividades urgentes (priorizando-as para que sejam eliminadas rapidamente), aumentar as tarefas importantes (que ajudam a reduzir as urgências, o que você equilibrado) e eliminar as circunstanciais (aprendendo a dizer não ou simplesmente excluí-las da sua rotina).
2. Planeje-se!
Ter mais tempo para vida pessoal e profissional é prevenir problemas e priorizar aquilo que você quer. Esso é o processo de antecipação que é fundamental na gestão de tempo.
Para isso, planeje sua semana com antecedência ou pelo menos 3 dias a sua frente, veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.
3. Escolha uma ferramenta
Agenda, Iphone, Outlook, Neotriad, caderno, etc – eleja uma plataforma que faça com que você tire as pendências e tarefas da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.
4. Limite seu horário de trabalho
Muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional.
Se fosse uma obrigação você sair exatamente no seu horário (algo do tipo quando apagam as luzes do escritório) com certeza você seria mais centrado e por consequência mais produtivo. Experimente criar esses "limitadores" para você no dia-a-dia.
5. Ache um hobby
Descubra algo que gosta de fazer e priorize na sua agenda. Quando fazemos coisas que nos trazem descanso, conforto e satisfação, temos a tendência a ir em direção desses compromissos e evitamos ao máximo que o dia seja desfocado.
Você já reparou que quando alguém do escritório joga futebol com amigos durante semana, como ele sempre consegue sair no horário naquele dia?
6. Organize a papelada
Organize seu local de trabalho, sua papelada, suas revistas e seus armários. Assim você terá mais facilidade para encontrar o que precisa.
Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações... e isso é muito tempo perdido.
7. Priorize seu dia – todos os dias
Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia, calcule a duração de cada tarefa (para checar se dá tempo de fazer tudo) e ordene na sequência de execução. Foque nessa lista.
Quando você chegar ao fim do dia puder riscar tudo aquilo que conseguiu cumprir, a sensação será de começar o dia seguinte zerado.
Enfim,
Aplique a gestão e tecnologia de maneira a usar melhor o seu tempo tanto para o trabalho como para o lazer, afinal, somos cada vez mais trabalho e cada vez mais nós mesmos, não é mesm

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O SEU DIA VAI CHEGAR!


A vida é mesmo incrível e imperdível! Os opostos e aparentemente contraditórios contêm em si sabedoria e verdade. Afirmo isso pensando justamente em dois ditados que, embora gramaticalmente se anulem, na prática do viver servem para nos mostrar o quanto é imprescindível apreender cada instante para que, enfim, o grande dia chegue!
“Quem procura, acha!” e “Pare de procurar, e encontrará!”
É bem possível que essas duas sugestões já tenham funcionado com você. Mas também é muito provável que você se questione recorrentemente sobre como saber quando continuar procurando e quando parar de procurar?
A questão é que queremos certezas, e é bom partirmos da premissa de que certezas não combinam com vida, sucesso, realização, desejo, felicidade, amor ou qualquer uma dessas essencialidades humanas. Nesses casos, nesses tão extasiantes casos, haveremos de arriscar e apostar toda a imponderável imperfeição de uma alma em evolução, em todos os níveis - porque é o que temos, ou melhor, é o que somos!
Portanto, esteja você em busca de uma nova carreira, de um grande amor, de mais rendimentos financeiros, de um sentido maior para sua existência ou de um outro ritmo para tudo o que já existe, siga o fluxo, feito persistente e sábio rio, que confia e simplesmente se deixa levar até o lugar onde há de se tornar gigante.
Além de tornar o processo muito mais criativo e produtivo, você reconhecerá, a partir de escolhas cada vez mais íntegras e conscientes, que sabe bem menos do que supõe e, ainda assim, está bem mais perto do que acredita, especialmente quando consegue transformar a angústia da espera em conforto: o exercício de viver o que há para ser vivido e só.
E por tão belamente ter me permitido essa constatação – ainda que com medo de não conseguir – afirmo e exclamo: seu dia vai chegar! Mas não pense que de um nada que você faça, nem tampouco de um desespero com que possa vir a fazer. Sobretudo desvendando a direção, dia após dia, com cada um de seus tropeços e com cada arranhão decorrente de suas tão particulares e secretas quedas.
Porque este é o mapa, o indicador do caminho, a seta que lhe conduzirá ao que tanto você deseja, esteja à procura ou à espera, mas sempre, sempre, considerando que cada dia é parte indispensável e intransferível de sua chegada!
E fico torcendo para que você se sinta como eu me sinto – radiante! E que seja, por fim, como tão delicada e encantadoramente escreveu Eça de Queiroz:
“(...) sentia um acréscimo de estima por si mesma,
e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante,
onde cada hora tinha o seu encanto diferente,
cada passo conduzia a um êxtase,
e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!”

PLANO DE MARKETING.


Um plano de marketing identifica as oportunidades que podem gerar bons resultados para a organização, mostrando como penetrar com sucesso para obter as posições desejadas nos mercados (COBRA, 1992).
De acordo com Las Casas (2001, p. 18), “o plano de marketing estabelece objetivos, metas e estratégias do composto de marketing em sintonia com o plano estratégico geral da empresa”.

Para Westwood (1991 p. 19): Um plano de marketing é um documento que formula um plano para comercializar produtos e/ou serviços. O plano de marketing global da companhia pode ser composto a partir de uma série de planos de marketing menores para produtos ou áreas individuais. Ainda Westwood (1991), o plano de marketing disciplina o planejador a colocar suas idéias, fatos e conclusões de uma maneira lógica que pode ser seguidos por outros.

O plano de marketing é à base do plano estratégico, pois determina, através de estudos de mercado, até mesmo o que, como e quando será produzido um bem, serviço ou idéia para a posterior venda a indivíduos ou grupos (COBRA, 1991).

A certeza de que o marketing é a ferramenta gerencial que mais influencia a evolução do homem e da sociedade já não é mais novidade. A busca incessante pela satisfação de necessidades e desejos, mesmo os mais utópicos, tem levado o homem ao progresso, em termos sociais e tecnológicos, e a resposta para a solução de determinadas necessidades. É o que todos os administradores de marketing consideram genialidade (SCHEIDT, 2000, p.81).


Os planos de marketing oferecem vários benefícios. Um plano de marketing bem feito ajuda os membros do departamento de marketing a reconhecer onde seus esforços devem estar concentrados e a observar e tirar o melhor proveito das oportunidades no mercado. Também proporciona um meio de medir o desempenho do departamento de marketing pela comparação dos resultados com os objetivos (CHURCHILL e PETER, 2000, p.101).

TIPOS DE PLANOS
Existem tipos de planos diferentes, para diferentes propósitos e não apenas um plano de marketing de “companhia”. Serão detalhados como: plano completo, plano básico, plano histórico e plano para um novo produto, (WESTWOOD, 1996).

  • PLANO COMPLETO: seria apropriado para o plano global de marketing da empresa e outros planos de marketing mais importantes.

  • PLANO BÁSICO: este já se enquadra mais com mercados bem delimitados e poderia ser mais útil ao tratar de um único produto. Não inclui a informação sobre orçamento e o demonstrativo de resultados.

  • PLANO HISTÓRICO: é uma avaliação da posição atual. Pode ser usado como a primeira etapa de um plano global ou ser utilizado para uma série de produtos diferentes a fim de se decidir qual dele tem o maior potencial. Geralmente engloba somente até o diagnóstico.

  • PLANO PARA NOVOS PRODUTOS: não existem dados históricos de venda, mas sim do produto que ele vai substituir ou de concorrentes. Caso seja um produto completamente novo, retém-se apenas na análise de mercado e concorrência. O orçamento é muito importante neste tipo de plano.

METODOLOGIA UTILIZADA
Percebe-se que as metodologias apresentadas por diferentes autores para a confecção de um plano de marketing têm muitas semelhanças. Essas metodologias possuem algumas diferenças, mas basicamente a formulação do plano segue a mesma linha de raciocínio.

A seguir serão exemplificadas algumas metodologias. De acordo com Kotler(2000), o plano de marketing possui as seguintes etapas para a formulação: 1. Missão do negócio; 2. Análise do ambiente externo (oportunidades e ameaças); 3. Análise do ambiente interno (pontos fortes e fraquezas); 4. Formulação de metas; 5. Formulação de estratégias; 6. Formulação de programas; 7. Implementação; 8. Feedback e controle.

Segundo Skacel (apud LAS CASAS, 2001), o desenvolvimento de plano de marketing deve conter seis etapas: 1. Prepare um plano; 2. Liste problemas e oportunidades; 3. Mencione objetivos específicos; 4. Desenvolva estratégias; 5. Estabeleça orçamentos; 6. Projete vendas e lucros.

 Já à metodologia desenvolvida por Westwood (apud LAS CASAS, 2001), possui as seguintes etapas a serem cumpridas na elaboração de um plano de marketing: 1. Estabeleça objetivos corporativos; 2. Realize pesquisa de marketing externa; 3. Realize pesquisa de marketing interna; 4. Realize uma análise de pontos fortes e fracos / oportunidades e ameaças; 5. Estabeleça objetivos de marketing e planos de ação; 6. Desenvolva estratégias de marketing e planos de ação; 7. defina programas que incluam propaganda / plano de promoções; 8. Estabeleça orçamentos; 9. Escreva o plano; 10. Comunique o plano; 11. Use sistema de controle para o plano; 12. Reveja e atualize-o plano.

A metodologia desenvolvida por Bangs (apud LAS CASAS, 2001) é a seguinte: 1. Estabeleça a missão; 2. Defina objetivos de marketing para o próximo ano e próximos três anos; 3. Defina objetivos de vendas e lucros para o próximo ano e para os próximos três anos; 4. Desenvolva produtos e serviços; 5. Determine mercado-alvo; 6. Análise potencial do mercado; 7. Decida como você irá atingir os objetivos; 8. Identifique problemas potenciais; 9. Implemente e controle cronogramas; 10. Revise e atualize.

Para Legrain e Magain (apud LAS CASAS, 2001) a elaboração de um plano de marketing deve conter as seguintes etapas: 1. Pesquise e análise dados internos; 2. Pesquise e análise os dados externos; 3. Determine objetivos; 4. Defina estratégia de desenvolvimento; 5. Fixe os objetivos de venda; 6. Marketing mix - escolha dos meios; 7. Desenvolva um plano de ação; 8. Início de realização; 9. Mensure.

Las Casas (2001) observa que em todas as metodologias analisadas tem sem exceção os seguintes componentes: a) Análise (diagnóstico) do ambiente interno e externo da empresa, identificando os pontos fortes e fracos, bem como as oportunidades e ameaças; b) Diretrizes da empresa (missão, visão, objetivos, metas, políticas); c) Direcionamento das estratégias ou meios que se pretende atingir; d) Sistema de controle e avaliação.

Conclui-se então que a metodologia desenvolvida por Las Casas (2001) que compreende em duas etapas é a base para o desenvolvimento de um plano de marketing por ter juntado a essência das outras metodologias:

1. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO - onde será realizada a análise do ambiente externo, identificando as oportunidades e ameaças, e também será analisado o ambiente interno, este identificando os pontos fortes e fracos;

2. PROGNÓSTICO – plano de marketing propriamente dito, que compreenderá em determinar a missão, visão, objetivos e metas, estratégias, planos de ação, plano de custos, implementação, avaliação e controle. 

Por Darlei Simioni - http://darleisimioni.blogspot.com.br

quarta-feira, 11 de julho de 2012

HOME OFFICE - Como fazer seu escritório em casa


Um escritório em casa  pode ser a resposta para a sua proposta de redução de custos. Aluguel, IPTU, condomínio, secretária, luz, telefone, faxineira e estacionamento. Esses são itens básicos da despesa de um escritório. Sem falar no estresse, na perda de tempo no trânsito infernal e nos inúmeros telefonemas para resolver pepinos domésticos. Ufa! Mas existe uma outra opção para todo esse desgaste: levar a rotinaprofissional para dentro de casa. “Certamente economizo cerca de R$ 2 mil por mês, mantendo o escritório no meu apartamento”, calcula a paisagista Fany Galender, de São Paulo, que adotou a tática nos últimos doze anos.

Escritório em casa passa a ser tendência

O home office  ou escritório em casa é uma tendência mundial que passa a ser cada vez mais adotada no Brasil. Com a elevação dos preços dos imóveis e aluguéis nos grandes centros urbanos e o caos no trânsito em nossas cidades, cada vez mais brasileiros optam poe montar um escritório  em seu próprioapartamento ou casa, reduzindo custos, ganhando tempo de transporte e qualidade de vida.
Livrar-se de gastos, economizar tempo e agilizar o andamento da casa são as principais vantagens dessa escolha. Se você está cogitando a idéia, comece seguindo estas dez regras básicas para se ter umescritório em casa:

1- Respeite o relógio

Tenha um horário definido para começar e parar suas atividades, como se você estivesse mesmo no escritório. Da mesma forma que a casa não pode invadir o trabalho, a profissão não pode roubar sua saúde, física e mental.

2- Mantenha a disciplina

Atenção para não se dispersar. Não dá para ir à cozinha fazer um café no meio do dia ou visitar a geladeira a cada meia hora. E se você decidir trabalhar no sábado de manhã para fazer compras na sexta à tarde, cumpra sua promessa. Lembre-se que ter um escritório em casa é um desafio à disciplina.

3- Defina seu espaço de trabalho

Uma edícula da casa ou um cômodo do apartamento deve virar seu quartel-general. E não divida espaço com as ferramentas do marido ou com os brinquedos das crianças. Também não deixe o relatório em cima da cômoda do quarto. Se sumir, a culpa é toda sua.

4- Otimize o telefone

Ter um celular ajuda muito. Ele funciona como uma segunda linha telefônica. Outro ponto de apoio é a secretária eletrônica, fundamental para atender às chamadas no final de semana ou depois do expediente. Além disso, as empresas de telefonia de alguns Estados oferecem outros recursos para preservar sua privacidade. A de São Paulo, por exemplo, tem o Detecta, um aparelho que denuncia de que número vem cada chamada. Isso ajuda a selecionar o que deve ser atendido e o que deve ir para a secretária eletrônica.

5- Abuse da tecnologia

Com as novas linhas digitais dá para navegar na Internet e falar ao telefone simultaneamente. Confira se na sua cidade já existem linhas do tipo ADSL – sigla em inglês para linha digital assimétrica – ou RDSI, Rede Digital de Serviços Integrados. Outra saída para quem quer se manter conectado em seu escritório em casa é utilizar os novos serviços das TVs a cabo para plugar o micro na rede. Nesse caso, proteja o computador. Ele vai ficar mais vulnerável ao ataque de piratas.

6- Invista num micro valente

O computador deve ser compatível com o trabalho em seu home office. Se você já tem um no escritório, é ele que vai ser seu companheiro em casa também. Caso vá adquirir um para começar, evite modismos e converse com um técnico sobre a máquina e os programas que atendem melhor a você.

7- Cuide da infra-estrutura

Na hora de adquirir acessórios, equipe bem sua casa. Não se engane, por exemplo, com um fax no micro. Ele funciona bem para receber documentos e não para enviar originais.

8- Abandone a informalidade doméstica

Nada de trabalhar de pijama, sentar-se em qualquer lugar ou improvisar mobílias. Mesa, cadeira, arquivos e estantes devem equipar o ambiente. Estude, inclusive, a altura adequada dos móveis para que tudo seja confortável e não traga problemas de saúde no futuro.

9- Ensine o pessoal a anotar recados

É bom preparar quem está em casa para atender ao telefone. Explique direitinho como seus clientes devem ser tratados e, principalmente, como anotar os recados. Providencie um bloco de papel e uma caneta fixos para isso. Caso você more num prédio, avise porteiro e zelador sobre como proceder com material entregue na portaria.

10- Explique sua rotina para seus filhos

Tudo bem que você está ali para qualquer eventualidade, mas é bom que as crianças saibam qual é seu tempo de trabalho. Se puder, conte com a flexibilidade de horário das escolinhas. Não é porque você está em casa que sua rotina de trabalho deve mudar
E você? Possui alguma regra especial que queira compartilhar com quem deseja montar um escritório em casa?

50 Piores Mentiras



Uma listinha das 50 piores mentiras, aposto que você já contou alguma delas ou já viu alguém contando elas.


01 – Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta

02 – Não nos procure, nós o procuraremos!
03 – Me empresta seu cartão, depois te pago.
04 – Puxa, como você emagreceu!
05 – Fique tranquilo, vai dar tudo certo.
06 – Quinta-feira, sem falta, o seu carro vai estar pronto.
07 – Pague a minha parte que depois eu acerto contigo.
08 – Eu só bebo socialmente.
09 – Eu não lembro de ter falado isso.
10 – Tudo o que eu fiz foi para o seu próprio bem…
11 – Eu estava passando por aqui e resolvi subir.
12 – Estou te vendendo a preço de custo.
13 – Não vou contar pra ninguém.
14 – Somos apenas bons amigos…
15 – Que lindo é o seu bebê.
16 – Pode contar comigo!
17 – Você está cada vez mais jovem.
18 – Nunca falei mal de você.
19 – Nunca broxei antes.
20 – Você foi a melhor transa que eu já tive!
21 – Não contém aditivos químicos.
22 – Estou sem troco, leve um chiclete.
23 – Obrigado pelo presente, era exatamente o que eu estava precisando….
24 – Não se preocupe, essa roupa não vai encolher.
25 – Não se preocupe, essa roupa vai lacear.
26 – Essa roupa é a sua cara!
27 – Eu não pude evitar.
28 – Tudo o que é meu, é seu.
29 – A inflação vai cair.
30 – Amor, estou na casa da minha amiga assistindo filme.
31 – Começo a dieta na segunda…
32 – O trabalho engrandece o homem!
33 – Isso nunca aconteceu comigo…
34 – Isto vai doer mais em mim do que em você.
35 – Dinheiro não traz felicidade.
36 – Você sempre foi a única!
37 – Pode ir que vou depois.
38 – Eu nem estava olhando…
39 – Que bom que você já arrumou outra, estou feliz.
40 – A amizade é o que importa.
41 – Juro que não estava sabendo!
42 – Não fui eu que contei.
43 – Está perfeito!
44 – Esse carro nunca foi batido, só fica na garagem…
45 – Não folga que sou do jiu-jitsu!
46 – Eu liguei, mas ninguém atendeu…
47 – Beleza e dinheiro não importam, e sim estar feliz.
48 – Ela era virgem quando a conheci.
49 – Nunca te traí!
50 – Nossa amizade é para sempre.