domingo, 16 de dezembro de 2012

Como Organizar Bem a Confraternização da Sua Empresa

Depois de um ano de trabalho exaustivo, nada melhor do que se confraternizar com toda sua equipe de trabalho.
Mas para que essa confraternização possa ser realmente um sucesso é bom organizá-la da melhor forma possível para evitar contratempos de última hora.
A seguir algumas dicas importantes para que o evento seja um verdadeiro sucesso:
  • Convide alguns funcionários para que os mesmos possam colaborar com você na organização do evento.
  • Escolha uma data e um período (manhã, tarde ou noite) que possa agradar o máximo possível a todos.
  • Escolha um local, de preferência fora do ambiente de trabalho, pode ser um clube, uma casa de festa, um restaurante, etc.
  • Determine o quanto sua empresa deseja investir e trabalhe em cima do orçamento estipulado para não ter que gastar além do previsto.
  • Providencie com bastante antecedência os brindes que sua empresa deseja sortear, procure ser bastante criativo nesta hora.
  • Se achar interessante, premie os principais funcionários que se destacaram durante o ano.
  • Escolha bem as bebidas e as comidas que serão servidas e decida com antecedência se bebida alcoólica será permitida.
  • Se decidir pelo tradicional amigo oculto, trate deste assunto com cuidado, estipulando se possível um valor mínimo e máximo para os presentes a fim de evitar constrangimento pós-festa.
  • Uma dica especial, uma mini-palestra motivacional cai muito bem nessa hora, pois a mesma pode fazer a diferença nesse período natalino.
  • Aproveite o momento para agradecer de forma coloquial o empenho de todos durante o ano que termina e claro peça ainda mais o comprometimento de todos para o ano vindouro.
Seguindo as dicas acima a confraternização da sua empresa poderá ser um verdadeiro sucesso.
Por: Eugênio Sales Queiroz - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sábado, 15 de dezembro de 2012

FATALISMO

O fatalismo é a crença de que determinada coisa tem que acontecer de uma maneira que já está, de alguma forma pré-estabelecida. 

Existem muitos aspectos em que o fatalismo pode ser aplicado, mas o que nos interessa hoje é o fatalismo psicológico.


A este respeito até existe uma frase bastante conhecida: “pau que nasce torto, morre torto”. 
Talvez seja verdadeira 
se o assunto for pau, mas quando se trata de seres humanos, é totalmente falsa, errada. 

  • Você não “é” nada de forma cristalizada, permanente. 

Neste momento, você sente de um determinado jeito, pensa ou age de certa maneira, apenas neste momento. 
Pode ser que em outro momento você tenha uma perspectiva de vida totalmente diferente. É como se o seu jeito de ser fosse fixo, imutável.

Você não é uma estátua, você é um ser humano com a capacidade de pensar, portanto de reinventar-se. Não aconselho a você perder tempo em descobrir quem você é. O “eu” não é algo que uma pessoa encontre; é algo que ela cria.

  • Seu passado, por pior ou melhor que tenha sido, por mais experiências negativas ou positivas que tenha vivido, não determina quem você é, no momento presente. 
  • Você é o que escolhe ser agora, independente do passado que tenha tido. Não fique se lastimando do que fizeram de você. 
  • Decida o que você vai fazer agora com o que fizeram de você. Todo dia é um novo dia, novas decisões e, portanto, uma nova vida.

Eu diagnostico as pessoas que se refugiam na desculpa de que “eu sou mesmo, não tem jeito” como aquelas que sofrem da Síndrome de Gabriela. Diz a letra da música: “eu nasci assim... eu cresci assim... eu sou mesmo assim... eu vou ser sempre assim...”. 

Ótima música, mas péssima maneira de viver.


As pessoas não são; as pessoas se comportam.


Por: Prof.André Lyra-http://andrelyra.blogspot.com.br

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O Líder - Atitudes de Sucesso

Tudo o que vem até você é atraído pela maneira como você pensa e pelas imagens que você guarda em sua mente. Esta é a diferença que faz com que 1% da população mundial ganhe cerca de 96% do dinheiro que é gerado no Planeta.

São coisas que os babilônios já sabiam assim como também Platão, Shakespeare, Newton, Beethoven, Einstein...

Todo esse comportamento da mente é transformado em atitudes diárias do ser humano que faz sucesso e notadamente no trabalho de liderança que é desenvolvido dentro das empresas.

Uma empresa começa quebrar cinco anos antes e a razão disso é centrada, em geral, nas atitudes da liderança.  

Existem dois tipos de atitudes que fazem um negócio quebrar.
  •  A primeira são pessoas que não sabem delegar, que tem que se meter em tudo e se irritam até com a posição do cafezinho na sala... Opinam até em qual marca de sabonete se deve ou não comprar! Aliás, estes enfartam cedo.
  • Em segundo está o despreocupado por completo, aquele que faz de conta que é míope e “não enxerga” muitas coisas... Prefere não despedir para não queimar sua imagem, vai relevando os erros daqueles que sempre chegam atrasados ou dos que fazem interurbanos com o telefone da empresa...
Ou ainda fazem “vista grossa” para aqueles que ficam horas no facebook “tricotando” com amigos e visitando sites inúteis... A própria equipe começa a pensar que se nem o “chefe” se preocupa, muito menos eles devem se preocupar...

  • Na primeira situação o resultado é desastroso, causando um constante mal estar, um ambiente carregado.
  •  Na segunda, sentem o desleixo daquele que deveria ser o exemplo, sentem-se inseguros e não apostam no futuro da empresa, da marca e nem de suas carreiras por lá.
O líder de verdade aposta no negócio, nas tecnologias, mas acima de tudo, nas pessoas e sabe que elas devem fazer a diferença, focadas no negócio, comprometidas e não apenas envolvidas e que todos, sejam quais sejam os cargos, devem ter uma meta, um grande objetivo, tudo centrado nos ideais e propósitos do negócio.

Aprendi com minha mãe um velho ditado que diz que quem queimou a língua com sopa quente não se esquece de soprar a próxima vez. 

Na empresa, nós podemos delegar, compartilhar, persuadir, determinar, conforme as equipes e o nível de tarefa exigido... Mas não faz mal a ninguém remapear sempre o terreno para ver como as coisas estão fluindo... E isso vale também para corrigir a rota das metas.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Por|: Gilclér Regina é bacharel em Administração de Empresas e Marketing.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

8(oito) Conselhos de Peter Drucker


Peter Drucker foi – e ainda é – um dos maiores administradores de todos os tempos.
O artigo colacionado abaixo traz 8 conselhos na íntegra de Peter Drucker a respeito das organizações.
Vale a pena ler atentamente cada um e refletir em como você está administrando o seu negócio.
Abaixo de cada item divido com você leitor minha visão sobre o tema..
1º A teoria do Negócio
Não espere uma crise para só então procurar fazer mudanças na sua empresa. Não espere o time começar a jogar insatisfatóriamente para só então verificar onde estão ocorrendo as falhas e então corrigí-las, em time que está ganhando se mexe sim, e de preferência no ataque, na busca de novos mercados, novas maneiras de fazer o que se faz há anos, novas maneiras de gerir, novas maneiras de vender, novas maneiras de treinar e motivar os funcionários. 
Se acreditar que não precisa mais inovar, criar, ou executar mudanças na sua empresa estará seguindo o caminho do comodismo, da arrogância, da burocracia, que levarão sua empresa para um futuro incerto.
Não é procrastinando que se cura uma doença degenerativa. É agindo – e com resolução.
Muitas empresas esperam o problema e somente com ele muito grave é que procuram ajuda. A solução depois que o problema é grave e instaurado é sempre mais complexa, cara e difícil. Agir constantemente e com foco no resultado pode mudar esta realidade.
2º Gestão voltada à eficácia
A função do gerente deveria ser a de canalizar recursos e iniciativas da empresa para oportunidades que prometam resultados economicamente consideráveis. Porém, o que se vê, é que boa parte do tempo, trabalho, atenção e dinheiro do gerente são para resolver problemas, e não procurar por oportunidades. Ou para dedicar-se a áreas nas quais até um desempenho espetacular terá impacto mínimo sobre os resultados.
O que dever ser colocado como mais importante é a eficácia e não a eficiência, ou seja, fazer a coisa certa e não fazer certo as coisas. É importante pensar num jeito de identificar áreas de eficácia (de possíveis resultados relevantes) e de um método para se concentrar nelas.
Em uma situação social um pequeno numero de acontecimentos – de 10% a 20% no máximo – responde por 90% de todos os resultados, enquanto a grande maioria responde por 10% ou menos dos resultados.
Todo produto, toda operação e toda atividade de uma empresa deveriam ser submetidos a um teste a cada dois ou três anos. Para cada um, é preciso indagar: Se já não estivéssemos nessa área, entraríamos nela agora?. Se a resposta for não, a questão seguinte deve ser: Como sair disso, e com que rapidez?.
Entendo que devemos ter os dois focos: Eficiencia e eficácia. O gestor deve estar atrás da eficácia, de novos projetos, novos negócios, mas deve ter um braço direito, quiçá o esquerdo que ajude na eficiência. Podemos criar e buscarmos mais qualidade sempre.
3º O que aprender com o terceiro setor
Entidades do terceiro setor estruturam suas ações a fim de cumprir sua missão. Isso foca a organização na ação. Define as estratégias exigidas para a consecução de metas cruciais. Deixa a organização disciplinada. É a única coisa capaz de prevenir o mal degenerativo mais comum em organizações, sobretudo as grandes: a pulverização de recursos limitados em coisas que soam interessantes ou parecem rentáveis, em vez de sua concentração em um número reduzido de iniciativas produtivas.
Uma missão bem definida é um lembrete constante da necessidade de ir além da organização não só na busca de clientes, mas também de parâmetros de sucesso.
Qual a missão da sua empresa em uma linha? Sabe? Não? Então defina e siga isso. Peter Drucker quando escreveu o artigo sobre o terceiro setor deu o seguinte exemplo: uma rede de hospitais católicos americano, apesar de uma queda drástica no repasse de verbas públicas, apresentou uma alta de 15% na receita, promoveu uma grande ampliação dos serviços e melhorou os padrões médicos e de atendimento. Chegou lá porque a freira que a preside entendeu que sua função e da equipe é prestar serviços de saúde (sobretudo ao pobre), e não administrar hospitais. E então qual a função da sua empresa?
Foco, foco e foco. Isto define a posição da empresa e o seu resultado.
4º A nova sociedade da organização
Sociedade, comunidade e família são instituições conservadoras. Tentam manter a estabilidade e impedir, ou ao menos retardar, a mudança. Mas a organização moderna é desestabilizadora. Deve ser organizada para inovar. Deve ser organizada para a constante mudança.
A organização só é eficaz quando se concentra em uma tarefa. A diversificação destrói a capacidade de desempenho de uma organização seja uma empresa, um sindicato, uma escola, um hospital, um serviço comunitário, um templo religioso. Uma organização é um instrumento. E, como tal, quanto mais especializada, maior sua capacidade de realizar a tarefa.
Uma vez que a organização moderna é formada de especialistas, sua missão deve ser clara. Para não confundir seus membros, a organização deve ser unidimensional. Sem isso, cara um vai seguir a própria especialização, em vez de aplicá-la à tarefa comum. Cada um vai definir o que constitui resultados à luz da própria especialidade e impor os valores delas à organização.
Os valores da organização devem ser claros, objetivos e difundidos, permitindo o crescimento destes valores mesmo com outras ideias agregadas por cada um dos pensantes do negócio.
5º A informação realmente útil para o executivo
A corporação que hoje emerge é projetada em torno de um esqueleto: a informação.
A informação deve ser uma mensuração sobre a qual basear a ação no futuro, em vez de autópsia e registro daquilo que já ocorreu.
Nesse mesmo artigo, Peter Drucker demonstrar como é importante avaliar custos baseando-se em atividades, não no custo de UMA tarefa:
O cálculo tradicional de custos mede quanto custa executar uma tarefa – uma rosca de parafuso, digamos. Já o custeio baseado em atividades registra também o custo de não executar a tarefa – custo do maquinário ocioso, custo de aguardar uma peça ou ferramenta imprescindíveis, custo do estoque parado, custo do retrabalho ou do descarte de peças defeituosas. O custo de não executar, que o cálculo tradicional de custos não registra, é muitas vezes igual, e as vezes até superior, ao custo de executar. O custo baseado em atividades dá, portanto, não só um controle muito melhor dos custos, mas, cada vez mais, um controle dos resultados.
Com certeza. Quanto custa um diretor fazendo determinada tarefa? Será que não vale a pena contratar outra pessoa e deixar o diretor em atividades mais estratégicas e menos operacionais? O custo de um diretor fazer cópias é infinitamente mais caro que outro profissional faze-lo.
6º Gerenciando a si mesmo
Cada um de nós trabalhamos de modo distinto. Mas, isso não é muito considerado nas organizações. Muita gente trabalha de um jeito que não é o seu, fórmula quase certa para o baixo desempenho. Para o trabalhador do conhecimento, saber como é seu desempenho talvez seja mais importante do que saber quais são seus pontos fortes.
Você deve saber se você é um ouvinte ou um leitor. O leitor é o cara que compreende o que está escrito e monta uma equipe para assessorá-lo e escrever para ele. Já o ouvinte é aquele que escuta o que outros escreveram, muitas vezes sem entender nada do assunto abordado.
Explicando: Nas organizações um assunto muito recorrente são os conflitos de personalidade. A maioria deles surge do fato de que as pessoas não sabem o que as outras estão fazendo e como fazem seu trabalho, ou em qual contribuição as outras estão se concentrando e que resultados esperam. E a razão de não saberem é que não perguntaram – , e, logo, não foram informadas.
Hoje, a grande maioria das pessoas trabalha com gente cujas tarefas e responsabilidades são distintas. A diretora de marketing pode ter vindo da área de vendas e saber tudo sobre campo, mas não sabe de nada sobre aquilo que nunca fez – precificação, publicidade, embalagem e afins. Logo, a pessoa que faz essas coisas deve garantir que a diretora de marketing entenda o que ela está tentando fazer, por que está tentando, como vai fazê-lo e que resultados esperar. Imagine se ela não conseguir que a diretora de marketing compreenda tudo isso?
Uma organização já não se constrói na base da força, mas da confiança. A existência de confiança entre as pessoas não significa necessariamente que uma goste da outra. Significa apenas que uma entenda a outra.
Gerenciar a si mesmo é sempre complexo, primeiro porque normalmente as pessoas não são orientadas para isto, segundo porque as pessoas preferem ver erros nos outros ao invés de em si mesmas e terceiro, mas não último, porque gerenciar a si mesmo pressupõe admitir fraquezas, o que a grande maioria não está preparada. Como você gerencia a si mesmo? Faz algo a respeito?
7º Não são empregados são pessoas
Cada vez mais, o sucesso – aliás, a sobrevivência – de uma empresa vai depender do desempenho de seus trabalhadores do conhecimento.
A chave da excelência é descobrir qual o potencial de cada indivíduo e se empenhar em seu cultivo.
Se a relação com o funcionário estiver sendo terceirizada (muito comum hoje em dia), o executivo precisa trabalhar de perto com a firma responsável para promover o desenvolvimento profissional, a motivação, a satisfação e a produtividade do trabalhador do conhecimento – de cujo desempenho seus próprios resultados dependem.
Se trabalharmos com as pessoas e motiva-las em prol dos objetivos do nosso negócio, o sucesso poderá vir. Quem pensa que porque paga deve ter tudo como retorno, prepare-se para perder a guerra.
8º O que torna um executivo eficaz
Oito práticas de um executivo eficaz:
  1. Pergunta O que precisa ser feito?
  2. Pergunta O que é bom para a empresa?
  3. Cria planos de ação.
  4. Assume a responsabilidade pelas decisões.
  5. Assume a responsabilidade pela comunicação.
  6. Foca nas oportunidades em vez de problemas.
  7. Faz reuniões produtivas.
  8. Pensa e diz nós em vez de eu.
Quais destas práticas são inerentes a sua conduta hoje? O que falta para chegar no mínimo a estas 8?
Todos esses conselhos foram retirados dos artigos publicados na Harvard Business Review, por Peter Drucker, de 1963 à 2004.
Depois de toda esta informação resta questionar três pontos:
  1. O que você vai fazer a respeito?
  2. Sendo a primeira resposta positiva, qual a chance de colocar em prática efetiva estes pensamentos/planejamentos?
  3. Sendo a primeira e segunda respostas positivas, você pretende chegar a qual nível de excelência como executivo?
Você é que faz a resposta da vida, portanto, comece a pensar, planejar, mudar, quiçá revolucionar a sua vida hoje!
Por: Gustavo Rocha - Consultor nas áreas de Gestão, Tecnologia e Qualidade. - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Empresário "Cabeça Dura" Atrasa uma Empresa

 Ainda existe uma quantidade muito grande de empresários que insistem em administrar uma empresa de forma antiga. E está mais que na hora de entender, que o mundo não é mais o mesmo. 

Os clientes estão mudando, a concorrência está cada vez mais acirrada e a tecnologia avança em grande velocidade. Esse artigo foi escrito com o objetivo de levar os empresários e gestores de pequenas e médias empresas, a refletirem sobre a importância do treinamento em suas empresas.

Atuando há mais de 10 anos em treinamento empresarial e consultorias de liderança e gestão de pessoas, ainda encontro em dezenas de empresas espalhadas pelo Brasil certa resistência de empresários em relação a treinamento e valorização de suas equipes. Isso faz com que as empresas se tornem lentas, impedindo o crescimento. Em 2006, um levantamento da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) revelou que as empresas brasileiras são as que mais investem em treinamentos para funcionários. Os brasileiros passam, em média, 47 horas anuais em cursos. O problema é que essa carga horária em treinamento e capacitação de funcionários é oferecida, na maioria das vezes, por grandes empresas. O anuário do Trabalho e Emprego do Sebrae (2010) apresenta que dos 5,8 milhões de negócios formais existentes no Brasil, 99,2% são micro e pequenas empresas. Elas empregam 52,3% dos trabalhadores com carteira assinada do País. 

Há muito que treinar em nosso país. O sucesso profissional depende de treinamento de qualidade, por isso as micro, pequenas e médias empresas precisam incluir em seu planejamento mais investimentos em qualificação profissional.

A melhor empresa não é aquela que tem os profissionais mais experientes, assim como um time de futebol não se torna o melhor por apenas possuir os jogadores mais renomados. A melhor empresa é aquela que tem os profissionais mais bem treinados

É muito comum ouvir expressões por parte dos empresários do tipo:
  •  “Não vou treinar minha equipe. Depois ele sai da empresa e leva tudo que o aprendeu para a concorrência”;
  •  “Sempre conduzi minha equipe desse jeito, cheguei até aqui e nunca precisei desses modismos”;
  •  “Meus funcionários já sabem fazer as coisas, contratei quem têm experiência, por isso acho treinamento uma despesa desnecessária”.
Há empresário se matando de trabalhar, com uma dificuldade tremenda para pagar as contas, mas ainda pensa desse jeito. 

Sou empresário também, sei da quantidade de obrigações a cumprir, mesmo assim é preciso investir, sim, em treinamentos focados, que apresentem uma linguagem que gere soluções para o negócio onde atuamos.

Se você é um desses empresários resistentes, tipo “cabeça dura”, então tenho quatro reflexões para você:
1- É melhor correr o risco de treinar os colaboradores, mesmo sabendo que eles podem ir para a concorrência do que nunca treinar e ter funcionários medíocres sempre trabalhando em sua empresa.
2- Qual é o melhor momento para cuidar da sua saúde? Quando se tem saúde. 
Qual é o melhor momento para cuidar da sua empresa, da lucratividade e do crescimento dela? Quando ela está lucrando, quando está indo bem.
Gestão empresarial é diferente dos esportes, como uma equipe que não se faz mudança nenhuma quando o time está ganhando. Ou será que você vai deixar que sua empresa comece a perder mercado para depois mudar o que precisa? 
No mundo empresarial, é preciso treinar, inovar e sempre se reorganizar para continuar com força e competitividade.
3-  Se os seus colaboradores possuem experiência, é interessante continuar treinando mesmo assim. Treinamento não é despesa, é investimento em resultados. Mas, o treinamento tem que agregar valor, tem que ter um diferencial para que o resultado apareça em pouco tempo. Treinar quem já é bom é uma forma de garantir excelência e manter a qualidade.
4- Você, empresário ou gerente, qualifique-se também. Seja exemplo e participe de palestras e cursos, pois sempre é possível acrescentar algo a mais em sua experiência profissional.
 “Se você para de aprender; para de progredir”
Extraído do livro O Coração de Um Líder, de Ken Blanchard.

Portanto, chega de resistência, abra sua mente para deixar sua empresa evoluir. Quanto mais resistente você estiver em relação a treinamento, mais espaço você estará dando para a concorrência. Lembre-se que, além de investir na qualificação de seus colaboradores, deverá elaborar formas de manter o funcionário na empresa para não desperdiçar o investimento feito. 
É necessário criar condições, através de uma boa liderança, para que cada integrante da equipe se sinta parte importante da empresa, reconhecido pelo o que ele faz.

Por: Cersi Machado - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O que é Comércio Eletrônico? Definições e Conceitos

Entende-se por comércio eletrônico todo o processo de compra, venda e troca de produtos, serviços ou informações através da internet ou outras redes de computadores. O comércio eletrônico envolve também comunicar-se, colaborar e descobrir informações eletronicamente. Envolve também aprendizagem a distância (e-learning), governo eletrônico (e-government), dentre outros.
Com o crescimento nos acessos à internet, que aumenta dia a dia, novas formas de negócios vão sendo criados e até mesmo reinventados.

PERSPECTIVAS PARA DEFINIR A CE

Segundo Kalakota e Whinston (1997), existem quatro perspectivas para definir o CE:

• A perspectiva da comunicação: o CE é a distribuição de produtos, serviços, informação ou pagamentos por meio de redes de computadores ou outros meios eletrônicos.
• A perspectiva de processo comercial: o CE é a aplicação de tecnologia para a automação de transações e do fluxo de trabalho.
• A perspectiva de serviços: o CE é uma ferramenta que satisfaz a necessidade de empresas, consumidores e administradores quanto à diminuição de custos e à elevação nos níveis de qualidade e agilidade de atendimento.
• A perspectiva on-line: o CE é a possibilidade de compra e venda de produtos e informações pela Internet e por outros serviços on-line.

Efraim Turban e David King (2004), adicionaram mais duas perspectivas à lista:
• A perspectiva da cooperação: o CE é um instrumento de mediação inter e intracooperativa dentro de uma organização.
• A perspectiva comunitária: o CE é um ponto de encontro para o membros da comunidade poderem aprender, realizar negócios e cooperar uns com os outros.

E-BUSINESS

Alguns definem o termo “comércio” como transações efetuadas entre parceiros de negócios. Por essa definição, pode-se concluir que a expressão “comércio eletrônico” é um tanto restrita. É por isso que muitos preferem o termo e-business, uma definição mais ampla de CE que não inclui somente compra e venda de produtos e serviços, mas também a prestação de serviços a clientes, a cooperação com parceiros comerciais e a realização de negócios dentro de uma organização.

Por meio do CE (comércio eletrônico), podemos incluir:
• Compra e venda de produtos e serviços
• Prestação de serviços a clientes
• Cooperação com parceiros comerciais
• Realização de negócios eletrônicos dentro de uma organização
• dentre outros.
 

 Podemos então dizer que comércio eletrônico (ou CE, ou ainda e-commerce), é um tipo de transação comercial feita especialmente através de equipamento eletrônico, como por exemplo, um computador. Enxergamos que CE é uma forma de negócios bem mais ampla do que diz-se conceitualmente.

CE PURO VERSUS CE PARCIAL

O CE pode exibir diversas formas, dependendo do grau de digitalização (transformação do elemento físico em digital) do produto ou serviço vendido, do processo e do agente de entrega (ou intermediário).

Podemos ter as seguintes dimensões ao pensarmos em CE:
• Um produto pode ser físico ou digital.
• O processo pode ser físico ou digital.
• O agente de entrega pode ser físico ou digital.

Se houver ao menos uma dimensão digital, a situação é considerada CE, mas somente parcial. Por exemplo, se compramos uma televisão no site americanas.com, a compra foi digital (online), mas tanto o produto quanto o agente de entrega foram físicos. Agora, se compramos uma assinatura em uma revista digital, tanto o produto, processo e agente de entrega foram digitais. Ou seja, esta situação mostra uma CE pura.

Da mesma forma, temos organizações (empresas) totalmente físicas, onde a sua estrutura de negócios não possui qualquer relação com a CE, temos as físicas que além de atuarem em endereço certo, possuem também suas transações virtuais, no qual podemos chamar de CE parcial e por fim temos as organizações totalmente virtuais, que podemos chamar de CE puro.

 Também podemos, a partir das dimensões acima descritas, exemplificar modelos de negócios que envolvem a comercialização de bens e serviços físicos e digitais.

VANTAGENS E DESVANTAGENS NO CE

Embora muito já se tenha dito sobre vantagens e desvantagens da adoção de processos de CE, o que percebe-se é que devido a projeções muito otimistas, as empresas passaram a ver o tema com desconfiança, como sinônimo de altos custos e baixos retornos. Mas estudando e compreendendo melhor o assunto, pode-se perceber uma excelente estrutura de negócios.

Boar (2002, p.4) identifica que o CE está se tornando o assunto predominante nas comunidades de negócios em questões de TI e comerciais, devido à rapidez com que ciclos têm se processado. Mas na pressa de implementação de novas tecnologias, o pensamento estratégico de longo prazo tem sido ignorado, levando a um perigoso jogo que pode culminar na diminuição das vantagens estratégicas e tecnológicas no horizonte das empresas.

Todo negócio, seja ele qual for, possui seus riscos. No caso do CE, não foge à regra. O diferencial é o conhecimento que se tem e qual o caminho certo a seguir.

Fonte: O que é Comércio Eletrônico? Definições e Conceitos   By - SucessoEmpresarial.com

A Gestão do Conhecimento deve Ser uma Atitude!

Com freqüência nos defrontamos com novas teorias que são, apenas, “remakes” de antigos pressupostos.


Mas não é, do meu ponto de vista, o que acontece com a gestão do conhecimento. A questão inicial é que o conhecimento é um produto recente.

Quer dizer, o conhecimento como elemento diferencial para os negócios na organização, pelo menos, assim como também é recente a preocupação em melhor aproveitamento deste recurso. Já faz aproximadamente 20 anos que se anuncia o surgimento do conhecimento como diferencial organizacional.
Repito que: “se nossa empresa soubesse tudo o que sabe nosso resultado seria muito melhor”, podendo ser traduzido como: “se nós tivéssemos acesso ao conhecimento de todos os funcionários que fazem parte da nossa empresa, sem dúvida teríamos um sucesso estrondoso!”, dizem alguns empresários.
Esta é a razão pela qual coloco a gestão do conhecimento em plano destacado no aspecto da gestão empresarial.
No entanto, a gestão do conhecimento não deve ser vista apenas como um estilo de gestão ou uma metodologia. A gestão do conhecimento deve ser uma atitude natural nas organizações de hoje. É um fator estratégico para sua sobrevivência e desenvolvimento.
E como o conhecimento é fator básico reconheço que várias outras ações organizacionais têm origem neste ponto. É o caso da gestão por competências, da retenção de talentos e o da aprendizagem organizacional.
Na organização o fator primário do conhecimento advém da experiência prática diária. A experiência prática diária se consubstancia em fatos do dia a dia de todo profissional. 

Estes fatos sofrem alterações através da análise e intervenção, agregando valor e constituindo-se em informação que, por sua vez, sistematizada, transforma-se em conhecimento.

  • O conhecimento então é fruto da transformação intelectual e o seu próprio desenvolvimento é, também fruto de um processo de transformação. Isso nos esclarece porque a internet é apenas fonte de informação. 
  • Conhecimento é a transformação da informação.
Percebam que o conhecimento inicia-se pela...
  • (i) identificação da realidade; 
  • (ii) sofre uma ação de análise e interpretação; 
  • (iii) é experimentado praticamente; 
  • (iv) recebe a contribuição do compartilhamento e, 
  • (v) consegue ser validado pela experiência, transformando-se em um novo e desenvolvido conhecimento. 
E é esse processo, que somado às características pessoais de cada profissional que fundamenta a composição básica da competência.
A exemplo do que ocorre com a formação do conhecimento a competência é conseqüência desse raciocínio, só se tornando real e concreta se manifestada e em direção às necessidades estratégicas do negócio (competências essenciais).
Agora se isto é a expressão natural dos fatos porque é importante ressaltar. Não deveria ser algo natural? 
Sem dúvida, mas, ocorre que as ações organizacionais não podem depender de movimentos teóricos apenas. É imprescindível que exista uma consciência globalizada dos processos e dos objetivos da ação. É necessário que exista atitude!
Por exemplo, na questão de retenção de talentos, que tem gerado ampla especulação dos meios teóricos para uma solução.

A pergunta crucial que deveremos nos fazer é: porque estes são os nossos talentos? 

Assim estaremos encontrando o diferencial para a manutenção desses talentos em nossos quadros. Todos querem manter as características que os tornam diferenciais, seja conhecimento, sejam habilidades, sejam realização.
Sabemos que não é, apenas, salário que segura os melhores profissionais.
  • Mas como tornar a gestão do conhecimento uma atitude? 

Lógico que a tecnologia, via intranets, extranets, Internet, propicia poderoso ferramental para organizar essa massa de informações e de necessidades de compartilhamento.
Mas são os sinalizadores da gestão que possibilitam resultados significativos nesta empreitada.
Antes mesmo de uma ação fundamentada na tecnologia é fundamental identificar e definir profissionais internos, na organização, que possam constituir-se em Portais Humanos que iniciem o processo.
Deve-se fazer um consistente e objetivo investimento na direção de fazer conhecer o processo global do negócio da empresa. Devem-se desenvolver reuniões e oportunidades para troca de informações sobre problemas atuais e sobre necessidades futuras do negócio.

Mas, principalmente, a organização deve reconhecer a dimensão estratégica desta ação, privilegiando os objetivos de conhecer, pelo menos, aquilo que nosso funcionário conhece.
Da mesma maneira gostaria de recomendar, às Associações de Classe em geral, que exerçam um esforço objetivo nesse sentido. Notadamente nas associações de Recursos Humanos, como, ABRH, AAPSA e outros iniciativas associativas, poderia se converter em  iniciativa extremamente rica.
Em suma, teremos que envidar nossos melhores esforços para colocar nossas estruturas no caminho do desenvolvimento do conhecimento. Ou esquecer a corrida.
Por - Bernardo Leite Moreira  - http://www.qualidadebrasil.com.br

Equipes de Alto Nível

Há muito tempo desejava escrever um artigo sobre equipes de alto nível ou de alta performance, como se diz no ambiente corporativo, carregado de estrangeirismos e outras denominações que mais dificultam o entendimento do que simplificam. O fato é que as equipes, quando bem construídas, bem gerenciadas e monitoradas são fundamentais para o sucesso das empresas.

Antes, porém, quero lembrar que as pessoas são determinantes para se atingir objetivos em qualquer organização do mundo. Obviamente, as empresas precisam de estratégias, ótimos produtos e, principalmente, resultados positivos, entretanto, são as pessoas que continuam fazendo as coisas acontecerem em todas as áreas da nossa sociedade.
De acordo com o Professor Dante Quadros, especialista em liderança e comportamento organizacional, existem quatro tipos de agrupamento no mundo corporativo:
  1. Bando: cada um por si, Deus por todos; ninguém se entende, cada qual faz o que pensa e as coisas simplesmente vão acontecendo da pior maneira possível. Consequências: falta de sinergia, confusão total, desalinhamento estratégico, desordem, falta de consciência em relação à visão, à missão e aos valores da empresa.
  2. Grupos: diz respeito aos grupos de coalização, mais conhecidos como panelinhas, conchavos, organização informal etc. Exemplo: o grupo do RH, o grupo do Financeiro, o grupo de MKT, o grupo da Produção e assim por diante.
  3. Equipes: um grupo de pessoas relativamente organizadas, de forma a trabalhar em conjunto, que executa tarefas semelhantes e se reporta a uma mesma pessoa; em algumas situações, pode ser uma equipe autogerenciável;
  4. Times: equipes de desempenho elevado, formada por pessoas com habilidades complementares que trabalham de maneira sinérgica e se responsabilizam coletivamente para atingir objetivos comuns como, por exemplo, a equipe da seleção brasileira, dirigida pelo técnico Felipão em 2002, na Coréia do Sul.
Apesar de conhecer a fundo os quatro tipos de agrupamento, vamos nos concentrar no principal: times ou equipes de desempenho elevado, cuja formação deveria ser o sonho de consumo de todo profissional que aspira manter o cargo de liderança e obter sucesso no mundo dos negócios.

  • Em primeiro lugar, faz-se necessário lembrar que o comportamento da equipe é o retrato do líder, ou seja, se o líder for eficaz, a equipe, seguramente, será eficaz e os resultados acontecerão de forma natural. Por outro lado, se o líder for mediano ou medíocre, os resultados serão alcançados na mesma proporção.
  • Times são relativamente difíceis de serem formados; mais difícil ainda é mantê-los no mesmo ritmo, coesos, sem que, dentro deles, aflorem a inveja e uma vontade incontrolável de se destacar dentre os demais. Quando times de verdade se destacam, entra em cena o eterno espírito de competição do ser humano e se a liderança não atuar com firmeza, os objetivos comuns tomam o lugar dos objetivos pessoais, o que, certamente, destruirá o espírito de equipe.
Quer se tornar um líder eficaz e montar uma equipe de alto nível? Não é necessário reinventar a roda. O sistema VOICE, que em português significa “voz”, desenvolvido por David Ulrich e outros pesquisadores de Harvard, quando aplicado na íntegra, facilita o caminho e estimula maior envolvimento dos funcionários na organização. Veja os fatores:
  1. Visão: as pessoas querem encontrar um sentido ou um objetivo no trabalho que executam; portanto, compartilhe a visão, a missão e os valores da empresa.
  2. Oportunidade: todos querem uma chance para aprender, crescer, avançar e melhorar naquilo que fazem; portanto, delegue atribuições e cobre responsabilidades.
  3. Incentivos: o dinheiro pode ser um bom fator de motivação se vier em quantidade significativa e se seu ganho estiver associado a objetivos específicos; desse simples fato nasceram organizações como a Apple, Microsoft e outras se tornaram maiores ainda, como a GE, a Sony e a Honda.
  4. Impacto: as pessoas querem fazer seu trabalho quando visualizam o impacto dos seus esforços; sentir-se importante, ser reconhecido e ser valorizado são os três princípios da natureza humana.
  5. Comunidade: os funcionários se envolvem mais quando se sentem parte de uma equipe; além do mais, não basta fazer parte da equipe, é preciso ter espírito de equipe.
  6. Comunicação: as pessoas têm mais motivação quando sabem o que está acontecendo; nesse sentido, a transparência, em todos os níveis da organização, tem um valor considerável.
  7. Empreendedorismo: cresce o envolvimento das pessoas quando elas têm a oportunidade de controlar como e onde o trabalho será feito; elas devem participar do sonho e não apenas da burocracia.
Acima de tudo, a formação de equipes ou times de alto nível requer sabedoria, determinação e comprometimento com a liderança. 
 De acordo com Franklin Delano Roosevelt, ex-presidente norte-americano, “agindo em conjunto, com um grupo, as pessoas conseguem realizar coisas que nenhum indivíduo sozinho jamais poderia esperar realizar.” 
Pense nisso e seja feliz! 

Por: Jerônimo Mendes - Administrador, Escritor e Palestrante Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional,