quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

O Que é Economia Criativa?

Há quem diga que estamos diante de uma nova era quando falamos em consumo. Os mais metafísicos acreditam que entramos em uma fase na qual nos preocupamos mais com os impactos que nossas ações geram e quais são os valores que vamos deixar para as gerações que virão depois de nós. Os mais otimistas, então, afirmam que estamos chegando ao fim de uma era individualista e dando um passo ao futuro em direção a uma sociedade mais colaborativa e sustentável.
E são essas discussões que nos pautam para um novo tema: a criatividade. Se alguém pedisse você para explicar este termo, você sabe o que responderia? Quando resgatamos a etimologia da palavra, encontramos o seguinte conceito: capacidade de criar, produzir ou inventar coisas novas. E é justamente isso que vivemos e experimentamos atualmente. As startups e as empresas pautadas no conceito de criatividade, representantes da nova economia – a criativa –  são provas desse movimento que tem se tornado cada vez mais vivo e colaborativo. 
Mas, afinal de contas, o que é essa tal de Economia Criativa?
O conceito, propriamente dito, foi definido pelo professor inglês, John Howkins, em seu livro The Creative Economy, que a considera como “atividades nas quais resultam em indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando seu valor econômico. Pode ser definida como processos que envolvam criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos”.
De forma clara, é todo tipo de negócio gerado a partir da criatividade, que, como o próprio nome diz, é o pilar desse novo formato de economia. É importante destacar que, para ser considerado parte da economia criativa, o negócio precisa gerar – ou, na visão de pesquisadores da área, pelo menos tentar – algum tipo de valor, seja para quem o produz ou para quem é o público do produto gerado.
John Howkins, o especialista no assunto que citamos acima, defende também a ideia de que a Economia Criativa está diretamente ligada às nossas necessidades. À medida que elas se tornam mais latentes ou que demandem novas soluções, a EC entra com um papel fundamental para oferecer recursos inovadores: pautados sempre na criatividade e na inovação.
Na Samba Tech, nós sempre buscamos formas criativas e inovadoras para desempenhar o nosso trabalho da melhor maneira. Desde a forma que nos comunicamos por meio das estratégias de marketing, passando pelo atendimento com a equipe de consultores, até a equipe de Costumer Success no pós-venda, tudo é pensado para agregar valor à ideia, ao projeto e ao cliente.
Na última semana, publicamos um material específico sobre Economia Criativa. Nos inspiramos mais ainda na discussão sobre o tema e convidamos a Perestroika, o Quartoamado, o Shoot The Shit e o Num Pulo, que entendem bem do assunto, para contar a história deles, a relação com a criatividade e, ainda, como a tecnologia os ajudou na criação dos seus projetos. 
O fato é que, hoje, a Economia Criativa é vista como a economia do século XXI. Em uma época cada vez mais marcada pela criatividade e pela quebra de padrões pré-estabelecidos, investir em soluções criativas contribui diretamente para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e mais preocupada com o futuro. E é justamente isso que estamos vendo e vivendo no nosso dia a dia.
Como surgiu a economia criativa?
O conceito de Economia Criativa é relativamente novo, por isso, não há uma definição de conceito concreto e unânime sobre o termo, mas é possível dizer que a ideia da Economia Criativa é unir economia com criatividade, que tem, como matéria-prima, o capital intelectual, isto é, carregado por valores simbólicos. Há o encontro da economia, que diz respeito à ciência que regula a produção, a distribuição e o consumo de bens e serviços com a criatividade, que diz respeito a ser capaz de criar algo novo ou transformar algo que já existe.
Ao longo dos últimos 20 anos vêm surgindo serviços, plataformas e produtos que unem a criatividade com lucratividade, ou seja, se complementam e ampliam as possibilidades para  criação de novos negócios.
A Economia Criativa abrange quatro áreas: consumo, mídias, cultura e tecnologia. São negócios nos mais diversos segmentos que se agrupam nessas categorias e se identificam com os movimentos e tendências da inovação e da criatividade. Os bens e serviços comercializados, em geral, tem um valor intangível, baseado na venda de experiências, propondo aos consumidores uma nova relação com os produtos.
As pequenas e médias empresas são a maioria nesse setor, embora grandes companhias já adotem práticas voltadas a projetos de inovação. A premissa é simples: consumir menos e melhor, seja conhecendo as pessoas de quem você compra ou incentivando negócios sustentáveis.
Economia criativa e sustentabilidade
Com a sustentabilidade ganhando cada vez mais espaço, as empresas estão mais atentas a isso, indo em busca de novos modelos de negócios, e é nesse contexto que a economia criativa se conecta à sustentabilidade. As empresas têm trabalhado mais com produtos e serviços, buscando como matéria-prima, a criatividade, recurso inesgotável.  

Na Economia Criativa, é possível pensar em novas soluções econômicas, que levem em consideração o lado humano e a sustentabilidade do planeta. A Economia Criativa caminha em uma lógica contrária ao do consumo de massa, instaurado há décadas por empresas que produziam bens constantemente, estocando e desperdiçando muito. No oposto desse fluxo, a ideia é estimular o consumo inteligente, comprar menos e melhor e até mesmo habituar-se a reutilizar materiais em vez de descartá-los.
O intuito da economia criativa também é oferecer soluções de qualidade, únicas e personalizadas, e  muitas marcas atualmente se destacam por aliar economia criativa e sustentabilidade em seus negócios, como por exemplo companhias que trabalham com reutilização de energia, captação de água e construções de uma forma mais ecológica.
Essa associação de economia criativa e sustentabilidade​ só traz benefícios à sociedade, tanto que cada vez mais empreendedores conseguem ter sucesso buscando pilares como o respeito ao meio ambiente e a promoção da diversidade. Com essa visão,  pequenas e médias empresas conquistam espaço comercializando valores intangíveis, como experiências. Repensar o o consumo é benéfico tanto para o planeta quanto para o desenvolvimento pessoal.
Com a conscientização da população, o ter algo está sendo substituído pelo ter acesso, usar quando necessário, ter novas experiências em prazos curtos, com o emprego da Economia Criativa o mundo ganha novas dimensões para fazer negócios. Aos poucos, vamos migrar do tangível para o intangível, para a desmaterialização em favor da experimentação.
Economia criativa no Brasil e no mundo
O número de pessoas com ocupações criativas no emprego formal e informal, não só no Brasil, como no mundo, está crescendo. No Brasil, a maioria ainda se concentra em grandes centros urbanos da região sudeste, no entanto, a participação da Economia Criativa no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, ainda é baixa, por volta de 2,5% em comparação com países onde a Economia Criativa já é expressiva.
Em relação aos empregos em Economia Criativa, de acordo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), os bens e serviços culturais participam aproximadamente 7% do PIB mundial, e há expectativas de crescimentos anual entre 10% e 20%.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

5 Princípios Lean que Todos Deveriam Saber?

A menos que um engenheiro esteja diretamente envolvido na fabricação, ele ou ela só poderá estar levemente familiarizado com os princípios Lean. Considerado uma maneira de melhorar significativamente a eficiência de fabricação, o lean pode ser aplicado a qualquer negócio ou processo de produção, em qualquer setor. Por exemplo, lean agora está sendo amplamente usado no setor de saúde para melhorar a eficiência e reduzir os custos. 
Os princípios podem até ser usados, em menor escala, para organizar seu escritório, espaço de trabalho ou até seu laboratório.
O Lean foi originalmente criado pela Toyota para eliminar o desperdício e a ineficiência em suas operações de fabricação. O processo tornou-se tão bem-sucedido que foi adotado em setores de produção ao redor do mundo. Para uma empresa brasileira, ser lean é fundamental na hora de competir contra países de menor custo.
O objetivo do lean é eliminar o desperdício – os componentes que não possuem valor agregado em qualquer processo. A menos que um processo tenha atravessado muitas análises de aplicação do Lean, ele contém algum elemento de desperdício. Quando feito corretamente, o lean pode criar enormes melhorias em eficiência, tempo de ciclo, produtividade, custos de material e sucata, levando a custos mais baixos e a uma maior competitividade. E lembre-se, lean não se restringe à fabricação. Pode melhorar a forma como uma equipa trabalha em conjunto, o gerenciamento de inventário e até mesmo a interação do cliente.

Quais os Cinco Princípios Fundamentais do Lean?

De acordo com Womack e Jones, existem cinco princípios básicos fundamentais: valor, fluxo de valor, fluxo, puxar e perfeição.

Valor.

O valor é sempre definido pelas necessidades do cliente para um produto ou serviço específico. Por exemplo, qual é a linha de tempo para fabricação e entrega? Qual é o ponto do preço? Quais são outros requisitos importantes ou expectativas que devem ser atendidas? Esta informação é vital para definir o valor.

Fluxo de valor.

Uma vez que o valor (objetivo final) foi determinado, o próximo passo é mapear o “fluxo de valor” ou todas as etapas e processos envolvidos na obtenção de um produto específico a partir de matérias-primas e entrega do produto final ao cliente. O mapeamento de fluxo de valor é uma experiência simples, mas que identifica todas as ações que levam um produto ou serviço através de qualquer processo.
Esse processo pode ser em design, produção, compras, RH, administração, entrega ou atendimento ao cliente. A ideia é desenhar, em uma página, um “mapa” do fluxo de informações / materiais por meio do processo. O objetivo é identificar cada passo que não crie valor e, em seguida, encontrar maneiras de eliminar esses passos desperdiçados. O mapeamento de fluxo de valor às vezes é chamado de reengenharia de processos. Em última análise, este exercício também resulta em uma melhor compreensão de toda a operação comercial.

Fluxo.

Depois que o desperdício foi removido do fluxo de valor, o próximo passo é ter certeza de que as etapas restantes funcionam sem interrupções, atrasos ou gargalos. “Faça com que os passos de criação de valor ocorram numa sequência justa para que o produto ou serviço fluam suavemente em relação ao cliente”, aconselha o Womack. Isso pode exigir quebrar o pensamento do departamento e fazer um esforço para se tornar multifuncional em todos os departamentos, o que pode ser um dos maiores desafios para os programas lean. No entanto, os estudos mostram que isso também levará a ganhos enormes de produtividade e eficiência, às vezes tão alto quanto uma melhoria de 50% ou mais.

Puxar.

Com o fluxo melhorado, o tempo para o mercado (ou o tempo para o cliente) pode ser dramaticamente melhorado. Isso torna muito mais fácil entregar produtos conforme necessário, conectando a demanda com a fabricação ou entrega. Isso significa que o cliente pode “puxar” o produto de você, conforme necessário (muitas vezes em semanas, em vez de meses).
Como resultado, os produtos não precisam ser construídos antecipadamente ou os materiais armazenados, criando um inventário caro que precisa ser gerenciado, economizando dinheiro tanto para o fabricante quanto para o fornecedor e para o cliente.

Perfeição.

Cumprir os Passos 1-4 é um excelente começo, mas o quinto passo é talvez o mais importante: fazer parte do lean e garantir a melhoria de processos em sua cultura corporativa. À medida que os ganhos continuam a se acumular, é importante lembrar que o lean não é um sistema estático e requer esforço constante e vigilância para aperfeiçoar. Todo funcionário deve estar envolvido na implementação do lean. Especialistas Lean geralmente dizem que um processo não é verdadeiramente lean até que tenha passado pelo mapeamento de fluxo de valor pelo menos meia dúzia de vezes.

Como fazer o Lean durar?

Lean pode se alastrar. Os clientes notarão grandes melhorias à medida que você implementa o lean e provavelmente quer fazer parte do seu processo. Este pensamento colaborativo também se estenderá aos seus fornecedores, que vão querer usar, eles próprios, o lean para gerar suas melhorias.
A ideia central por trás do lean é maximizar o valor do cliente e minimizar o desperdício. “Simplificando, lean significa criar mais valor para clientes com menos recursos”.
Uma organização enxuta entende o valor do cliente e concentra-se em seus principais processos para melhorá-los continuamente. O objetivo final é proporcionar um valor perfeito ao cliente por meio de um processo de criação de valor perfeito que tenha zero desperdício. Lean cumpre isso, ao mudar o foco do gerenciamento da otimização de tecnologias, recursos e departamentos separados para otimizar o fluxo de produtos e serviços por meio de fluxos de valores inteiros que fluem horizontalmente em tecnologias, ativos e departamentos para clientes.

Como ter o foco nos princípios Lean?

Sei que é difícil manter-se focado nos princípios do Lean. Não é fácil. A quantidade de demandas concorrendo com os esforços de implementação de longo prazo acabam por causar um forte impacto nos projetos. Entre o importante e o urgente, a tendência é ficarmos com o urgente. Tal comportamento, é péssimo do ponto de vista da melhora nos processos da empresa.
Para conseguir fazer o Lean durar e não parecer apenas como mais uma onda, seja disciplinado e garanta que o resultado será alcançado. Como? Não alterando seu planejamento várias vezes, pois isso pode lhe causar problemas graves.
Comece simples com os princípios do Lean tal qual nós ensinamos em nossa Formação Lean, Green Belt e Black Belt. É com esses passos básicos que o resultado começará a chegar a e empresa alcançará os resultados mais facilmente e de maneira sustentável.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

25 Sinais de Maturidade: Quão Maduro você é?


Você acha que existe uma certa idade em que a maturidade aparece naturalmente?

Talvez aos 20? 40? 70 anos? 

Nas minhas experiências pessoais, observei que a idade tem pouco ou nada a ver com isso. Conheci jovens que são maduros bem além dos seus anos, e conheci pessoas mais velhas que agem de maneira infantil, apenas pensando em si mesmas. Então, a questão é: quais são os traços de caráter que mostram a maturidade? 

E as pessoas “maduras” os exibem 100% do tempo?

Bom, não tenho certeza de que possamos ser maduros em absolutamente todas as situações, afinal, estamos sempre crescendo e aprendendo, e também tenho certeza de que todos nós fomos culpados de pelo menos alguns desses comportamentos negativos pelo menos uma vez em nossas vidas.

Dito isto, vamos aos 25 sinais de maturidade – que, é claro, podem variar de acordo com a situação que você está vivendo no momento: 

1. Perceber o quanto você não sabe; 
2. Ouvir mais e falar menos; 
3. Ser consciente das diferenças de privilégios entre as pessoas e atencioso em relação aos outros; 
4. Não levar tudo para o lado pessoal, se ofender facilmente ou sentir a necessidade de se defender o tempo todo e se provar ou criar desculpas para si mesmo;

5. Saber agradecer quando necessário; 
6. Assumir a responsabilidade por sua própria saúde e felicidade, não confiar em outras pessoas para “consertar” você ou culpar as circunstâncias; 
7. Saber perdoar e realmente superar; 
8. Ser calmo e pacífico, não desesperado, frenético ou irracional; 
9. Mostrar flexibilidade e abertura ao invés de resistir, controlar ou não ser razoável; 
10. Ajudar a si mesmo, não apenas esperando que outros o façam por um senso de “direito”; 
11. Fazer boas ações mesmo quando não há nada para você receber em troca; 
12. Respeitar o ponto de vista, as crenças e o modo de vida de outra pessoa sem julgamentos. Não menosprezar outras pessoas; 
13. Compartilhar seus privilégios com os outros; 
14. Ser capaz de dar a outra face sem prejudicar os outros; 
15. Pensar antes de agir e não ser grosseiro gratuitamente; 
16. Incentivar e apoiar os outros; 
17. Encontrar alegria no sucesso de outra pessoa, principalmente quando essa outra pessoa for sua amiga; 
18. Saber que sempre há espaço para crescer e melhorar, e buscar ajuda quando necessário; 
19. Ter humildade e rir de si mesmo; 
20. Reconhecer o que não funciona na sua vida e fazer um esforço para mudar; 

21. Compreender que às vezes os benefícios demoram para surgir, então, ter paciência e trocar uma satisfação momentânea por algo mais demorado; 
22. Entender que não é necessário estar namorando ou casado para se sentir completo; 
23. Fazer o que é certo e justo; 
24. Fazer sacrifícios pelo bem dos outros sem ressentimento; 
25. Não se agarrar a itens materialistas ou a se gabar de tudo. 

E aí? Você se considera maduro ou imaturo?

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

O Que Esperar de 2020?

O que esperar de 2020? 

Um novo ano se aproxima e a dúvida é a mesma: que áreas mais contratarão em 2020?

O país continua em busca da recuperação da economia, da credibilidade no mercado externo e da redução da taxa de desemprego.

O que muita gente não sabe é que, com crise ou sem crise, as empresas continuam a contratar.

Difícil acreditar, mas todas têm pelo menos três posições em aberto há meses e não conseguem preencher essas vagas.

Isso quer dizer que há um apagão da mão de obra no Brasil mesmo com 13 milhões de desempregados? A resposta é sim.

Com esse cenário, independentemente do setor de atuação, as empresas que mais contratarão em 2020 serão aquelas que encontrarem profissionais criativos, que estejam realmente atualizados em relação às novas tendências, dispostos a entregar bons resultados e ir além.

Quem deseja conquistar uma dessas vagas e se diferenciar no mercado de trabalho precisa fortalecer competências e reduzir os _gaps_.

O primeiro passo para esses profissionais é fazer uma retrospectiva de 2019 a fim de descobrir se estão acompanhado a revolução tecnológica e as novas metodologias para discutir sobre esses temas.

Algumas desculpas não são mais aceitas. Um exemplo simples é o domínio do idioma inglês, que continua a ser um diferencial nos processos seletivos.

A falta de recursos financeiros para fazer um curso ainda é a justificativa mais utilizada por quem não conseguiu o emprego por não preencher esse requisito.

Entretanto, com a revolução tecnológica e o surgimento de novas mídias, como YouTube, Instagram e Facebook, isso deixou de ser um álibi.

Hoje, o acesso à internet é muito mais fácil. Quem intenciona ser absorvido pelo mercado de trabalho deve lançar mão dessas ferramentas não apenas para entretenimento, mas também para ampliar seus conhecimentos.

Hoje, há aplicativos, sites e até tutoriais nas redes sociais que oferecem cursos gratuitos de inglês. Basta uma busca no Google para encontrá-los.

Networking também é fundamental para esses candidatos. Participar de congressos, feiras, palestras e seminários sobre temas variados é uma boa forma de ampliar os conhecimentos e, também, os relacionamentos.

Mais uma vez, não é preciso desembolsar nenhuma fortuna para isso. Atualmente, há eventos gratuitos sobre temas variados, onde é possível fazer novos contatos, que podem ser uma ponte para preencher vagas que estão em aberto.

Autoconhecimento é outra vantagem competitiva importante. Quem conhece suas competências, habilidades e pontos a desenvolver tem muito mais chance de ser contratado.

Com o avanço da Inteligência Artificial em todo o mundo, saber aproveitar a capacidade máxima do ser humano é um desafio. Vai se destacar aquele que se direcionar para onde a máquina não vai ocupar espaço.

As empresas também buscam profissionais com mais agilidade, maturidade emocional e assertividade nas decisões. Ainda são requisitos importantes a empatia, saber ouvir e fazer o que os outros não fazem.

Somente dessa forma, o candidato conseguirá se sobressair nos processos seletivos, ainda que as perspectivas econômicas não sejam as melhores.

Enfim, não adianta terceirizar os problemas para o governo ou para as empresas. É preciso planejar e agir para que 2020 seja o ano da retomada do crescimento econômico, da redução do desemprego e do recomeço para muitos brasileiros.

Por David Braga, CEO, Board Advisor e Headhunter da Prime Talent .

O Rei Pelé Pelas Frases dos Súditos:

O Rei Pelé pelas frases dos súditos:

“Filho, Deus lhe deu o dom de jogar futebol. Então, você tem a obrigação de treinar mais do que os outros.”
Dondinho aconselhando o pequeno Pelé

“A perfeição não existe, mas quem chegou mais perto dela foi o Pelé.”
Zito

“Pelé é um dos poucos craques que contrariaram minha tese.
Em vez de 15 minutos de fama, terá 15 séculos.”
Andy Warhol, artista americano criador da Pop Art

“Na cabeça de muito jogador não passa nada no momento de fazer uma jogada. Na cabeça de Pelé passa um longa metragem.”
Nilton Santos

“Pelé é a figura suprema do futebol. Como Garbo e Picasso, basta-lhe um só nome.”
Daily Express, jornal de Londres

“Pelé entrava em campo com corpo, genialidade, alma e coração. Ele desequilibrou o mundo.”
Gylmar

“Pelé nunca será superado, porque é impossível haver algo melhor que a perfeição. Ele teve tudo: físico, habilidade, controle de bola, velocidade, poder, espírito, inteligência, instinto, sagacidade…”
Sunday Mirror, de Londres

“Pelé não é um rei por hereditariedade. Seu reinado não é de força nem de leis. Não foi eleito nem designado, mas reconhecido como Monarca dessa democracia ideal e universal que constitui o futebol.”
France Football

“Qual a diferença entre mim e Pelé? É simples. Eu fui craque e ele, gênio.”
Leônidas da Silva

“No momento que a bola chega aos pés de Pelé, o futebol se transforma em poesia.”
Pier Paolo Pasolini, cineasta italiano

“Posso ser um novo Di Stéfano, mas não posso ser um novo Pelé.
Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica.”
Johan Cruyff

“Após o quinto gol, eu queria era aplaudi-lo.”
Sigge Parling, zagueiro sueco encarregado de marcar Pelé na final da Copa de 58

“Eu pensei: ‘Ele é feito de carne e osso, como eu.’ Eu me enganei.”
Tarciso Burnigch, zagueiro italiano que marcou Pelé na final da Copa de 70.

“Muito prazer, sou o presidente dos Estados Unidos. Você não precisa se apresentar, porque Pelé todo mundo sabe quem é.”
Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, ao receber Pelé na Casa Branca

“O maior jogador de futebol do mundo foi Di Stefano. Eu me recuso a classificar Pelé como jogador. Ele está acima de tudo.”
Ferenc Puskas

“Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão, olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse.”
Fachetti, zagueiro italiano na Copa do México, em 1970

“Jogava com grande objetividade. Seu futebol não admitia excessos, enfeites nem faltas. Ele quase não fazia embaixadas, não driblava para os lados, mas sempre em direção ao gol. Quando tentavam derrubá-lo, não caía, devido à sua estupenda massa muscular e equilíbrio.”
Tostão

“Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: Ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.”
Nélson Rodrigues, dramaturgo e cronista esportivo

“Senti medo, um terrível medo quando vi aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal selvagem, olhos que soltavam fogo.”
Overath, jogador alemão nas Copas de 1966 a 74

“Maradona só será um novo Pelé quando ele ganhar três Copas do Mundo e marcar mais de mil gols.”
Cesar Luis Menotti, técnico campeão mundial pela Argentina em 1978

“O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.”
Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro

“Em alguns países as pessoas queriam tocá-lo, em outros queriam beijá-lo. Em outros até beijaram o chão que ele pisava. Eu achava tudo isso maravilhoso, simplesmente maravilhoso.”
Clodoaldo

“Cheguei com a esperança de parar um grande jogador, mas fui embora convencido de que havia sido atropelado por alguém que não nasceu no mesmo planeta que nós.”
Costa Pereira, goleiro do Benfica, sobre a derrota por 5 a 2 para o Santos na final do Mundial de 1962

“Quando vi o Pelé jogar, fiquei com a sensação de que eu deveria pendurar as chuteiras.”
Just Fontaine

“Você pode estar certo, mas não sabe nada de futebol e eu vi o Pelé jogar.”
Vicente Feola, técnico da Seleção Brasileira, ao psicólogo que afirmou que Pelé era jovem demais para jogar na Copa de 1958

“O Pelé estava muito determinado a levantar a taça Jules Rimet pela terceira vez. Era como se ele soubesse que esse era o seu destino. Ele parecia uma criança esperando pelo Natal.”
Mário Américo, massagista da Seleção Brasileira, sobre o Mundial de 1970

“O grande segredo dele era o improviso, aquelas coisas que ele fazia do nada. Ele tinha uma percepção extraordinária do futebol.”
Carlos Alberto Torres

“Às vezes fico com a sensação de que o futebol foi inventado para esse jogador fantástico.”
Sir Bobby Charlton

“Pelé jogou futebol por 22 anos e, durante aquele tempo, fez mais para promover a amizade e a fraternidade mundial do que qualquer outro embaixador.”
J.B. Pinheiro, embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas

“Força e beleza. Rapidez e precisão. A elasticidade e a firmeza no gesto que poderia ser de bailarino.”
Oldemário Touguinhó, jornalista esportivo

”Pelé é um jogador especial, com ele começou uma nova era no futebol.”
José Luis Garci, cineasta espanhol

“Pelé é um mito. Todo jogador que ama o futebol tem que se informar sobre ele.”
Zvonimir Boban, ex-jogador croata

“Pelé chegou.”
Jornal chileno anunciando a chegada da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1962

“Passam os anos, aparecem jogadores excelentes, mas todos sempre se lembram de Pelé.”
Fernando Torres

“Comparar o Pelé com qualquer jogador é impossível. Pelé é Pelé. Ele está em um nível completamente diferente.”
Rivellino

“Pelé foi um jogador excepcional, estupendo. Nós, brasileiros, devemos dar graças a Deus por ele ter nascido aqui.”
Zico

“Quando o Pelé chegou ao Santos, falaram que seria o melhor jogador do Brasil. Erraram, foi do mundo.”
Pepe

“Pelé é onipresente. É a referência do Brasil. Em qualquer parte do mundo em que eu esteja, ao constatarem que sou brasileiro, dizem: Pelé!”
Antônio Carlos de Almeida Braga, banqueiro brasileiro

“Como se soletra Pelé? D-E-U-S.”
The Sunday Times, jornal inglês

Consulta Internet.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Calendário de Feriados Prolongados em 2020

Em 2020, o país terá nove feriados nacionais emendados com o final de semana (segunda ou sexta-feira) ou com uma ponte (terça ou quinta-feira), quase o dobro dos cinco feriadões nos mesmos critérios em 2019. 
O total de feriados prolongados pode ser ainda maior em algumas cidades, isso porque estados e municípios também podem decretar feriados locais em determinadas datas.
O ano 2020 é bissexto, ou seja, com 366 dias, e terá nove feriados prolongados.

E as datas nacionais devem cair em sextas-feiras, segundas, terças ou quintas, passíveis de emendas com o fim de semana.
Datas como Tiradentes, em 21 de abril, Independência, 7 de setembro, Nossa Senhora Aparecida, 12 de outubro, e Finados, 2 de novembro, caíram em finais de semana - metade do que está previsto para o ano que vem. 
Outro motivo de reclamação neste ano foi o fim do horário de verão instituído pelo governo federal no Brasil. Não há previsão para a retomada da medida.
O primeiro feriado prolongado de 2020 será o carnaval no dia 25 de fevereiro, uma terça-feira. 
Nas redes sociais, internautas já estão se programando.




Veja as datas dos feriados de 2020:
  • Ano novo: 1º de janeiro (quarta-feira)
  • Carnaval: 24 a 26 de fevereiro (segunda-feira a quarta)
  • Sexta-feira Santa: 10 de abril (sexta-feira)
  • Páscoa: 12 de abril (domingo)
  • Tiradentes: 21 de abril (terça-feira)
  • Dia do Trabalho: 1º de maio (sexta-feira)
  • Corpus Christi: 11 de junho (quinta-feira)
  • Independência do Brasil: 7 de setembro (segunda-feira)
  • Dia de Nossa Senhora Aparecida: 12 de outubro (segunda-feira)
  • Finados: 2 de novembro (segunda-feira)
  • Proclamação da República: 15 de novembro (domingo)
  • Natal: 25 de dezembro (sexta-feira)
Pesquisa : @JORGENCA

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

EVOLUÇÃO DOS COLABORADORES... SE LIGA...


Até a Idade Média, o trabalho tinha má reputação. Então Martinho Lutero o pregou como dever divino. 
Hoje, robôs ameaçam substituir a mão de obra humana, mas esta pode ser uma oportunidade positiva para os humanos.

SE LIGA JOVENS...