segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Inteligência de Mercado: Conceito, Ferramentas e Aplicações

A alta competitividade faz com que os grandes players busquem na inteligência de mercado a solução perfeita para sair na frente dos concorrentes.
Por isso, contar com um setor de inteligência de mercado, também chamado de BI (Business Intelligence), é fundamental.
Inteligência de mercado nada mais é do que captar e utilizar as diversas informações e dados coletados sobre determinados tópicos: concorrentes, mercado, tendências, clientes, vendas etc. para auxiliar na tomada de decisões, melhorar o desempenho das vendas e suportar o crescimento de uma linha de produtos e até mesmo da empresa.
A primeira vez que o termo inteligência de mercado foi utilizado foi ainda na década de 1950, pelo pesquisador Hans Peter Luhn.
O autor, no artigo “A Business Intelligence System” já propõe o uso de dados captados de maneira automatizada e disseminadas nas organizações conforme o ponto de ação.
Depois, a partir da década de 1980, o conceito foi se popularizando, em conjunto a diversas evoluções tecnológicas e ao advento da era da informação, com a maior capacidade de processamento.

Nesse período a importância aos dados passou a ser mais valorizada também, e assim surgiram disciplinas como a de administração de dados, modelagem de dados, engenharia de informação e análise de dados.

Inteligência de Mercado na prática

Para utilizar a inteligência de mercado como uma ferramenta no fortalecimento de determinada marca ou para o aumento de vendas, é preciso primeiramente entender o que fazer com a grande massa de dados coletados (big data) que são gerados em diversas frentes.
Afinal, de nada adianta ter tantas informações nas mãos, mas não saber como ou para que usá-las.
Existem diversas fontes de geração de dados dentro de uma empresa, que passam pelas áreas de suporte ao cliente, financeiro, cobrança, fábrica, redes sociais, e-mails etc.
Um passo bastante importante é cuidar com eficiência dos indicadores em campo, melhor dizendo, do ponto de venda.
Hoje em dia, são inúmeras maneiras de fazer isso eletronicamente. Existem, por exemplo, aplicativos para smartphones, como o da Trade Force, que é capaz de coletar os dados em campo e disponibilizá-los em tempo real em um relatório online, de forma rápida e organizada.
No caso do varejo, por exemplo, é possível captar índices de ruptura, estoque, precificação, validação de pontos extras, promoções, materiais de merchandising, entre muitos outros.
Com os números coletados, o segundo ponto é filtrar os dados que vão ser efetivamente relevantes para alcançar os objetivos traçados.
Feito isso, ficará muito mais fácil traçar as ações de inteligência de mercado para corrigir falhas, prever possíveis problemas ou traçar ações de vendas mais efetivas.
Por exemplo: se em uma loja esgota-se facilmente todo o estoque de iogurte sabor morango e sobra muitos SKUs do iogurte sabor ameixa, vale reforçar a próxima compra para os produtos que têm maior saída e adequar as quantidades dos produtos com menor giro.
Outra situação: com os dados coletados pelo aplicativo, o time de inteligência de mercado detectou que a promoção do vinho argentino teve mais êxito quando ficou exposto na gôndola do corredor 1 do que no corredor 5.
E assim, com dados extremamente relevantes do que acontece em campo, a área de inteligência de mercado ou business intelligence vai trabalhando com mais eficiência e rapidez, a fim de detectar novas ações em prol das vendas, utilizando a mão de obra de forma proativa e prevenindo falhas que podem prejudicar o desempenho da marca.
Por: Rodrigo Leão - https://www.tradeforce.com.br

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Desconfie de Quem é Feliz Demais nas Redes Sociais


Você chega em casa (as costas doendo, a cabeça pesada) e abre uma cerveja para relaxar. Liga a TV e, enquanto os jornalistas proferem discursos realistas e chocantes, você navega em suas redes sociais. Gatinhos fofos, pratos de comida, check-in em qualquer lugar, sorriso, sorriso, abraço, declaração de amor, sorriso, uma pessoa irritada com a política, alguém divulgando um evento, sorriso, festa, bebida, corpos seminus, sorriso. As redes sociais são o universo mais loucamente paralelo que há.

Basta reparar o pessoal no trabalho, cinema ou em qualquer outro lugar. Uma voltinha no quarteirão já é suficiente para perceber que o semblante das pessoas reais não é o daquelas fotos. A matemática humana fica ainda mais surreal quando se tenta equacionar a mesma pessoa que distribui amor e felicidade nas versões “vida na rede” X “vida real”. A conta geralmente não “bate”.
A internet é um veículo baratinho para se brincar de ator. Atua-se na vida que se gostaria de ter, nos relacionamentos idealizados, nas amizades eternas e plenamente sinérgicas. Atua-se no dinheiro sobrando, nas festas e viagens absurdamente divertidas, nas crises de riso intermináveis, nos corpos prontos para ser espontaneamente clicados. Assim, como quem nem viu a foto sendo feita.

É estranho procurar entender o que motiva alguém a derramar essa suposta felicidade no mundo virtual. É provável que, em grande parte dos casos, a carência por curtidas e comentários espelhe aquela carência afetiva e dolorosa, uma autoestima arranhada, ou uma profunda necessidade de aceitação. Talvez, como tantas blogueiras e pessoas públicas que fazem da falsa perfeição uma curiosa profissão, sejam internautas publicitários de si mesmos, vendendo por um preço exorbitante produtos de qualidade duvidosa e negociando quem fechará a bolsa de valores invertidos mais em alta.
Dia desses, num restaurante divertido e com boa comida, observei um casal muito conhecido publicamente sentar-se à mesa ao lado. Os dois não trocaram uma única palavra, salvo para escolher a comida — sobre a qual, aliás, discordaram — enquanto postavam fotos, respondiam a comentários e tiravam “selfies” de seus rostos bonitos em ângulos diversos. Tomei o cuidado de bisbilhotá-los depois para ver o que haviam postado. Era como se a noite tivesse sido esplendorosa, de papos alegres e maravilhosas histórias compartilhadas. Caramba, eles não tinham trocado uma só palavra. Os casais mais infelizes e complicados que conheço são os que mais se autoafirmam, entre longas declarações e fotos “100% espontâneas”, o amor infinito que devotam entre si.

Por outro lado, se a pessoa realmente for muito feliz e apenas quiser dividir tanto esplendor com o resto do mundo, será mesmo que faz sentido colocar-se à frente dos holofotes? Honestamente, quantos por cento das pessoas observam alguém MUITO feliz em uma foto e lhe desejam boas energias e vida longa? Mesmo que inconscientemente, é natural e humano — infelizmente — invejar o próximo quando imagina que sua própria condição não esteja à altura da de seus semelhantes.
É evidente que tudo isso são elucubrações e você pode estar revoltado. Posso estar errada, posso não estar falando de todos, não sou dona da verdade. Mas procure se lembrar de que o homem é apequenado em sua natureza, humanoide e pouco elevado em seu espírito. Despidos de nosso escudo de polidez e elevação moral, talvez comecemos a pensar que, por trás da vida que tanto exibimos no mundo virtual, existe um mundo de vida aqui dentro que precisa de cuidado real.
Copiado: https://www.revistabula.com/

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Matriz Eisenhower: Como Organizar o Que é Importante e o Que é Urgente


A gente volta e meia se sente sobrecarregado, esmagado pela rotina de estudos e a quantidade de tarefas que a gente tem que cumprir, não é? 

– Parece que faltam horas no dia para a gente dar conta de tudo o que tem para fazer. Mas relaxa, todo mundo se sente assim. – 

Vamos te contar sobre a Matriz Eisenhower, uma técnica inventada por Dwight D. Eisenhower – 34º presidente dos Estados Unidos, entre 1953 e 1961 –  para organização e priorização de tarefas.
Porém, antes de ser presidente, Eisenhower era general do Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, atuando como Comandante Supremo das Forças Aliadas (cara importante!). Então, você pode imaginar que que ele tinha um monte de decisões difíceis para tomar e precisava saber organizar muito bem o seu tempo.
– Para conseguir se focar nas decisões que precisava tomar diariamente, ele desenvolveu esse princípio simples, que ajuda a priorizar suas atividades a partir de dois fatores: URGÊNCIA E IMPORTÂNCIA. – 
Priorizando suas tarefas

Pensando em suas tarefas a partir da urgência e da importância de cada uma, Eisenhower propôs a seguinte tabela de quatro quadrantes para você organizar suas atividades:
matriz_eisenhower

– No quadrante Urgente e Importante você lista suas atividades que precisam ser completadas hoje, ou no máximo amanhã. São tarefas que você precisa terminar o quanto antes e não podem ser postergadas. – 

Revisar os conteúdos para uma prova ou terminar um trabalho com prazo de entrega podem entrar nessa categoria, por exemplo. 
Dica: você pode utilizar um timer para se concentrar melhor e trabalhar o máximo possível nessas tarefas. Que tal experimentar a técnica Pomodoro?

Programe-se: dê adeus ao pânico do último minuto

No quadrante Importante mas não Urgente você pode colocar as coisas que você geralmente marca em seu calendário: aquele trabalho final que você precisa entregar em 15 dias, um exame médico que está agendado para a próxima semana, as contas que você ainda precisa pagar.
 – Ao se organizar bem, você consegue trabalhar com a maior parte das suas tarefas nesse quadrante, evitando o estresse de ficar com o quadrante Urgente e Importante sempre cheio de coisas a fazer. Estamos falando com vocês, procrastinadores! – 

 Resolvendo essas tarefas de forma eficiente, você vai conseguir avaliar, planejar e executar de forma competente suas atividades, alcançando bons resultados em médio e longo prazo.

Delegue tarefas

O quadrante Urgente, mas não Importante considera tarefas, como: responder a e-mails pouco relevantes, telefonemas, fazer favores, visitas inesperadas de amigos.
 – Você acaba passando muito tempo nas tarefas sem perceber que elas vão trazer pouco ou nenhum resultado nos seus projetos. São as atividades que você pode delegar para outra pessoa fazer em seu lugar. – 
Esse quadrante foi pensado para os profissionais que podem contar com a ajuda de um assistente, mas isso não quer dizer que você também não possa delegar tarefas.

Faça mais tarde (ou não faça)

O último quadrante – Não importante, não Urgente – é onde passamos a maior parte do nosso tempo, procrastinando. E é talvez o quadrante que mais afete a solução dos outros três. Entram aqui todas as atividades que nós usamos para nos distrair enquanto deveríamos estar estudando ou trabalhando (e resolvendo as tarefas do primeiro e segundo quadrante que falamos), como passar a tarde assistindo séries, jogando videogame por muito tempo, fuçando nas redes sociais dos amigos.  
 – É claro que você precisa de um tempinho para se divertir e distrair a cabeça, mas a ideia dessa técnica é você organizar o seu tempo, de forma que as suas tarefas não acabem de transformando de “não urgente” para “preciso terminar isso em 5 minutos!”. – 
 Você encontra vários apps disponíveis para Android e iOS onde você pode organizar sua matriz Eisenhower.

Dicas, pra que te quero!

Veja como você pode utilizar a Matriz Eisenhower de forma eficiente:
  • Fazer uma lista com suas tarefas ajuda a deixar sua mente livre para efetivamente resolver suas tarefas;
  • Estabeleça uma quantidade de tarefas a concluir antes de adicionar novas na sua matriz, assim você não vai voltar a postergar;
  • Mantenha duas matrizes separadas: uma para os estudos/colégio/faculdade, e outra para a vida pessoal. Dessa forma você consegue concluir suas tarefas mais urgentes sem deixar a família ou os estudos de lado.

Curtiu nossa dica para se organizar nas suas tarefas? Dê uma olhada em outras Dicas de Estudo que podem auxiliar no seu planejamento de estudos! Como você faz para não procrastinar e conseguir dar conta das suas atividades? 

Copiado: https://blog.mesalva.com/

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

20 Palavras Erradas que parecem Certas

Se existe um adjetivo que não descreve a língua portuguesa, é simples. Para cada regra existe uma exceção, uma armadilha para deixar até os mais dedicados vulneráveis a uma derrapada de regência, de concordância ou de gramática. 

E se falar parece fácil, escrever é muito mais difícil.

Você pode até ter certa desenvoltura com o português, mas, na hora de colocar as ideias no papel, deslizar aqui ou ali é inevitável. 

Para piorar, algumas palavras parecem ser à prova de acertos, principalmente quando a forma “errada” dos termos é mais convincente que sua ortografia correta.

Veja alguns exemplos clássicos publicados pela revista Superinteressante. 

Vale lembrar que a forma “correta” dos termos distingue-se das outras por estar negritada e em itálico.

Sonbrancelha Sobrancelha Sombrancelha
Ebolição Ebulição
Azuleijos Azulejos
Tempeiro Tenpero Tempero
Simples mente Simplesmente Simplismente
Bandejas Bandeijas
Beneficente Beneificente Beneficente
Asterisco Asterístico Aste-risco
Porora Por hora Por ora Porhora
Holo-fortes Holofotes Holofortes Holo-fotes
Tijela Tigela
Cabeleireiro Cabelerero Cabelereiro
Estuprado Estrupado
Bahianos Baianos
Indentindade Indentidade Identidade
Mantega Manteiga
Reinvidicar Reivindicar
Corintiano Corinthiano
Prazeiroso Prazeroso Praserozo Prazeirozo
Supérfulos Supérfolos Supérfluos

Copiado: http://www.ilustrissimo.gruponuclear.com.br

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Qual a Diferença entre Gestão de Negócios e Administração?

Você, em algum momento, já pensou que ambos significavam a mesma coisa? 
Se sim, não se sinta mal, até porque os dois conceitos costumam ser empregados como sinônimos em muitas leituras. Eles estão, à primeira vista, muito ligados a atividades como coordenar, organizar e controlar uma empresa. 
No entanto, a diferença entre gestão e administração de negócios é um pouco maior do que se imagina.
Por isso, vamos detalhar pelo que cada área é responsável e, assim, esclarecer suas diferenças. Acompanhe nas próximas linhas!

As particularidades de um administrador

Como o conceito de administrar uma empresa é mais antigo, começaremos por ele. O administrador é responsável, basicamente, por organizar, controlar e dirigir os recursos internos (humanos, financeiros, materiais, informacionais e comerciais) para atingir determinados objetivos. A intenção é alcançar essas metas com eficiência, isto é, produzir o que é preciso com a maior economia possível.
Seu enfoque é mais racional, técnico e voltado para os processos administrativos, como planejamento, organização, direcionamento e controle. Algumas tarefas, dentro dessas quatro fases, que passam pelo crivo do administrador são:
  • Analisar os ambientes externo e interno para definir as oportunidades, ameaças, pontos fortes e fracos de uma organização;
  • Definir objetivos, processos produtivos, estratégias de venda, políticas de negócio, cronogramas, orçamento e indicadores de desempenho;
  • Organizar o espaço e o tempo de trabalho;
  • Delegar tarefas;
  • Medir o desempenho;
  • Identificar erros e otimizar processos, estratégias e campanhas;
  • Avaliar os resultados finais, realizar balanço financeiro, etc.
Percebe-se que a administração se posiciona no mais alto ponto hierárquico de uma empresa, tentando entendê-la e comandá-la em sua totalidade. Ela se sobrepõe e controla, mesmo que superficialmente, áreas estratégicas, como vendas, marketing, recursos humanos, financeiro, logística, entre outras.

Pode-se dizer que o gestor tem uma amplitude de atuação maior do que o administrador. No entanto, ele está em um nível mais abaixo hierarquicamente. Isso porque a gestão engloba as questões gerenciais de uma empresa.
O bom gestor é o responsável por executar as determinações impostas pela administração. É um profissional mais participativo, que trabalha de perto com os colaboradores, apontando os caminhos para que esses entreguem os resultados necessários para atingir os objetivos do negócio — com o mesmo intuito de eficiência (mais produtividade com redução de custos).
O ato de gerir também é um dos pilares da administração, pois é o que está mais próximo dos agentes que colocam em prática o planejamento de uma empresa, ou seja, os funcionários.
Para você ter uma ideia melhor das diferenças de funções entre ambos, confira os dois exemplos a seguir:
• O diretor de vendas é um administrador quando convoca uma reunião com sua equipe para revisar os resultados obtidos no mês, apresenta as características da próxima campanha, fala do público-alvo e define as novas metas;
• O diretor da mesma área também é um gestor quando promove treinamentos aos vendedores, media conflitos entre eles ou com clientes, define ou corrige técnicas de vendas, mostra habilidade para tomar decisões pontuais, oferece autonomia para o time e premia ou reconhece os esforços dos seus funcionários.
Pode-se concluir, então, que administração e gestão são conceitos complementares. Enquanto o primeiro é a função determinante, o segundo é o ato executivo. Para tornar uma empresa mais produtiva, eficiente e eficaz, é fundamental que o administrador seja um bom gestor e vice-versa. Ou seja, você não precisa escolher ser um ou outro, mas sim absorver os dois conceitos e ser um profissional mais completo.
Copiado: igceducacao.com.br

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Pare de Reclamar e Reaja

A vida não anda como você gostaria? Ok… Mas, e daí? 
Por causa de uma pessoa, de uma situação, de algo que aconteceu você vai se deixar derrubar completamente? Não ceda seu poder pessoal para outra pessoa! Chega de tantas desculpas, pare de olhar para o vizinho e assuma a sua vida. 
Dê um basta nas atitudes que te aproximam do fundo do poço: chorar, se queixar, reclamar, se vitimizar, se achar o pobre coitado…
É hora da reação. 
Ninguém aguenta conviver com uma pessoa que só enxerga o lado ruim da vida. Ninguém aguenta trabalhar com alguém que só critica. Ninguém aguenta estar com alguém que não consegue olhar para além de si mesmo. Ninguém aguenta ficar perto daquele que não se pode nem perguntar: Bom dia, tudo bem?Que logo em seguida deslancha falando de tudo o que não anda bem na sua vida…
  • Será que você é uma dessas pessoas? 
  • Não sabe? 

Preste atenção ao que está acontecendo ao seu redor. 
  • As pessoas estão te evitando? 
  • A conversa não flui mais como antigamente? 
  • É só você quem fala durante o que era para ser um diálogo? 
  • O teor das conversas é praticamente só dor, doença, desgraças, comparações, críticas, queixas… 
  • Seu semblante já passa a ideia de sofrimento? 
  • Sua postura é curvada? 
  • Seu olhar procura motivos para reclamar no seu dia a dia?  

Sim? Então pare com isso. Acorde! 
  • O que você pensa que está fazendo consigo mesmo quando só sabe reclamar, se achar o menor em tudo? 
  • Onde você acha que vai chegar com essa postura de derrotado na vida? 

É… Palavra forte: derrotado. 
Porém, é assim que muitas pessoas vêm agindo diante da vida: esperando o tempo passar para morrer, esperando que alguém note o quanto é infeliz nessa vida, tomando atitudes que as comprometam para evidenciarem o quanto são as vítimas do mundo…
Qual o resultado de tanta energia desperdiçada? 
Um belo ponto de atração para que a vida se encarregue de trazer mais do que se queixar. Se só sei reclamar, mais situações acontecerão para que eu continue reclamando. 

Quanto mais evidenciar em minha vida o lado ruim das coisas e pessoas, mais elas se afastarão de mim.
Ser negativo é uma opção pessoal de cada um! Você escolhe sobre o que quer falar, o que quer pensar, o que quer sentir e até mesmo agir. Mesmo em momentos de divergências na vida, sempre há meios de mudar essa energia. Sempre há alternativas para compreender o que está acontecendo e seguir em frente feliz.
Copiado: http://www.luzdaserra.com.br

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Felicidade e Competência não se Terceiriza

A terceirização se revela como uma das alternativas para se obter uma maior produtividade quando o objetivo é produzir mais com menos. Porém, quando o propósito é ser mais feliz ou aumentar a competência, a terceirização parece não ser o melhor caminho. 
A felicidade e a competência começam dentro de nós e são atributos de nossa inteira responsabilidade.
A altitude que um indivíduo poderá alcançar é diretamente proporcional à sua atitude. A grandeza humana está em assumir e não em “sumir” da responsabilidade por seus erros e fracassos. 
Grandes realizações estão reservadas para as pessoas de ação; elas não permitem que a ‘paralisia’ das desculpas e do medo as dominem, e se permitem errar e aprender com seus erros com a certeza de que eles não existem, existem apenas resultados.

A construção de todos os nossos recursos mentais e físicos é feita a partir de imagens mentais, diálogos internos, sensações e sentimentos. O sucesso começa em sua atitude. Outras pessoas e as circunstâncias só produzem em nós o que permitimos. Dez por cento de nossas mazelas são produtos do que nos acontece, os noventa por cento restantes são produtos de nossa interpretação dos fatos. 
A ‘síndrome do coitadinho’ e a autopiedade podem servir muito bem para chamar a atenção de outras pessoas, porém, o seu custo é a perda da autoconfiança, autorrespeito e do respeito dos que nos cercam.
O ser humano é como um computador que veio ao mundo sem o manual de usuário. Aprende-se novos comportamentos e apreende-se novos conhecimentos, observando, experimentando e modelando comportamentos bem sucedidos. 
A vida é curta para aprendermos somente através de nossas tentativas, erros e acertos. É sábio aprender a partir das experiências alheias.
O tempo vale mais do que o dinheiro. Valer-se de consultores, mentores e coaching, é um excelente atalho para a prosperidade. 
As ciências se multiplicaram neste último século de tal maneira que conhecimento e experiência, que outrora eram recursos caros e escassos, tornaram-se abundantes e relativamente baratos. Se você ainda os acha caros, com certeza ainda desconhece o quanto valem.
A intensidade de nossa vontade é o que determina até aonde podemos chegar. A ação é proporcional ao quanto desejamos o sucesso. Nosso cérebro é um mecanismo cibernético na busca de objetivos. Segundo a Wikipédia: “a cibernética é a ciência da comunicação e do controle, seja nos seres vivos, ou seja nas máquinas. 
A comunicação é que torna os sistemas integrados e coerentes, e o controle é que regula o seu comportamento”.
Defina seu estágio atual, os problemas que está enfrentando, as dificuldades e insatisfações, e o estado desejado. Também pense sobre onde estará e como estará se sentindo quando alcançar os seus objetivos.

É um passo muito importante para a sua vitória, escrever as suas metas e lê-las três vezes ao dia, antes do café da manhã, antes do almoço e antes de dormir, acrescidas das palavras: “Eu quero!” (ação),“Eu posso!” (habilidades) “Eu mereço!”, “Eu me permito!” (crenças). 
Seus limites são determinados pelas suas crenças. Se você acredita que é capaz de fazer alguma coisa ou que não é capaz, em qualquer caso está certo.
Por:  Soeli de Oliveira - https://www.campograndenews.com.br