segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Código de Conduta de Benchmarking

A instituição internacionalmente mais importante em matéria de Benchmarking é a APQC (anteriormente conhecida por American Productivity Center and the American Productivity & Quality Center). A APQC é detentora da marca International Benchmarking Clearinghouse (IBC).


Com mais de 500 empresas associadas, criou um código de conduta aceite universalmente, a saber:


  1. Princípio da Legalidade


    Não faculte os resultados de um estudo de benchmarking sem primeiro ter obtido o consentimento das partes que participaram no estudo
  1. Princípio da Troca de Informações


    Esteja disponível para prestar o mesmo tipo e nível de informações que pediu aos seus parceiros de benchmarking. Seja honesto e completo;
  1. Princípio da Confidencialidade


    A participação de uma empresa num estudo é confidencial e não deve ser revelada ao exterior sem a prévia autorização dessa empresa

  1. Princípio da Utilização


    Utilize as informações obtidas através do benchmarking apenas para efeitos de formular melhorias. Não utilize o benchmarking como meio de comercializar ou vender;
  1. Princípio do Primeiro Contacto


    Respeite a cultura empresarial das empresas parceiras e trabalhe de acordo com procedimentos mutuamente acordados. Evite revelar o nome de um contacto numa reunião aberta sem ter obtido a licença desse contacto;
  1. Princípio da Preparação


    Tire o maior partido do tempo de benchmarking dos seus parceiros estando totalmente preparado para a troca;
  1. Princípio da Conclusão


    Cumpra cada compromisso assumido para com os parceiros de benchmarking;
  1. Princípio da Compreensão e da Acção



    Compreenda de que modo os seus parceiros de benchmarking gostariam de ser tratados.
Por: Carlos Pinto Ascensão - http://www.portalwebmarketing.com/

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O Que é: Branding e Imagem Corporativa

Quem não tem uma formação na área do marketing, comunicação ou do design, encontra por vezes alguma dificuldade em "traduzir" ou percecionar conceitos inerentes a termos correntemente utilizados nestas áreas.
Sem pretendermos ser exaustivos ou complicados, eis aqui uma breve e simples clarificação de alguns conceitos.


1. O que é a Identidade Corporativa?

Entende-se por Identidade Corporativa o processo pelo qual uma instituição utiliza os elementos comunicacionais para transmitir eficazmente o que faz, como o faz, quem é e como pretende ser percepcionada pelo público.



2. Quais os elementos constituintes da identidade corporativa?
A identidade corporativa traduz os valores da instituição através de vários elementos: a marca gráfica da empresa, as suas comunicações (interna e externa), o seu ambiente de produção ou atendimento, o tratamento que dá ao cliente, a apresentação dos seus profissionais, o seu material impresso, nome, portfólio de produtos, etc... 



3. Identidade Corporativa vs Imagem Corporativa 

Ao contrário da identidade corporativa, que define quem a empresa é, a imagem corporativa define como a empresa se parece, ou seja, como ela é apercebida pelo público.
A imagem corporativa é uma representação mental, no imaginário colectivo, de um conjunto de características e valores que funcionam como estereotipo e determinam a conduta e opiniões da instituição.



4. O que é o Símbolo? 

O símbolo é um dos elementos base da identidade visual que pode integrar (ou não) uma marca. Completamente abstracto e desprovido de significado (bp?), ou figurativo (shell) e representativo de conceitos caros à actividade da instituição ou à sua política, constitui frequentemente o elemento mais forte da identidade corporativa e concentra na sua simplicidade toda a força de uma identidade global complexa e de múltiplos significados.
Dispensa palavras. Facilmente entendível, dificilmente explicável.



5. O que é o Logotipo? 

O logotipo é a forma particular como o nome da instituição ou produto é representado graficamente, pela simples escolha de uma fonte de texto (mercedes, vodafone) ou desenho original de um lettering específico (ferrari, audi). Juntamente com o símbolo, constitui a logomarca/marca, no entanto, é frequentemente o único elemento e principal representação gráfica da mesma (toshiba, zara, microsoft, coca-cola, nokia).


6. O que é a Logomarca/Marca?

Entende-se por marca a representação simbólica de uma instituição, produto, serviço,...
A representação simbólica é normalmente constituída por um nome e por imagens ou conceitos que a distinguem. Quando se fala em logomarca, usualmente referimo-nos à representação gráfica no âmbito e competência do design gráfico, onde a marca pode ser representada por uma composição de símbolo e/ou logotipo.
No entanto, o conceito de marca é bastante mais abrangente do que a sua mera representação gráfica. A instituição, através de seu nome e representação gráfica - comunica a "intenção" de um produto/serviço, que traduz os seus atributos e a diferencia no mercado. É isto que a faz especial e única frente à concorrência. 
O papel do marketing é a constante busca de associação à marca de uma "personalidade" ou uma "imagem mental". Desta forma, o seu objectivo será "marcar" a imagem na mente do consumidor, ou seja, efectuar uma associação positiva entre a imagem e a qualidade do produto.



7. O que é a Gestão de Marca/Branding? 

O branding ou gestão de uma marca, é um processo sistémico e pluridisciplinar, onde se integram disciplinas da gestão, do marketing, dos recursos humanos, da comunicação e do design entre outras. O objectivo da gestão da marca, é conferir-lhe valor e acentuar-lhe o carácter de perenidade.
É fundamental entender que a intangibilidade da marca é um dado adquirido nos tempos que correm, a marca é, potencialmente, o maior gerador de valor de que qualquer instituição pode dispôr. A gestão deste valor é algo que deve merecer a maior atenção por parte da instituição, pois as suas peculiaridades podem levar a que consumidores de determinada classificação demográfica retirem sensações, experiências e percepções diferentes sobre a mesma marca em relação a outros classificados demograficamente da mesma forma.



8. Símbolo vs Logotipo vs Marca 

Podemos representar uma marca através do símbolo ou do logotipo, são duas formas de materialização de um conceito mais ou menos abstracto para o público.
É comum as pessoas se referirem ao símbolo como logotipo. Diz-se frequentemente: o logotipo da nike (swoosh) ou da shell (concha), quando, na verdade, a intenção é a referência ao símbolo. 
Também existem casos em que não é possível fazer a dissociação entre os dois elementos, nestes casos (bmw, martini) a marca integra símbolo e logotipo de tal forma que a sua separação se torna impossível. 
No entanto, o conceito de marca é bastante mais abrangente do que a sua mera representação gráfica. A instituição, através de seu nome e representação gráfica - comunica a "intenção" de um produto/serviço, que traduz os seus atributos e a diferencia no mercado. É isto que a faz especial e única frente à concorrência.



9. O que é o Manual de Identidade Corporativa? 

É um documento técnico concebido pelos designers responsáveis pela concepção da identidade corporativa, que reúne as especificações, recomendações e normas essenciais para a preservação das características da marca, com o objectivo de facilitar a sua correcta e coerente utilização, propagação, percepção, identificação e memorização.

 Copiado: http://www.dqa.pt/

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Princípios da Administração Pública


Neste resumo dos princípios da Administração Pública buscamos dar as noções básicas necessárias sobre o assunto, sem nos aprofundarmos muito no tema, a fim de servir de objeto de estudo, principalmente, para não estudantes de direito. Vamos lá então!
A República Federativa do Brasil, como estado democrático de direito que é, rege-se por preceitos legais. No que se refere à administração pública, a obediência a tais preceitos é ainda mais necessária, pois, caso assim não o fosse, estaria a sociedade à mercê dos gostos e caprichos dos administradores.
Também em razão disso, há princípios ou conceitos basilares que devem ser observados em toda  prática administrativa. Havendo esses princípios, a própria legislação existente em um país deve estar adequada a eles, sob pena de perder sua eficácia efetiva.

Em nosso País, os princípios gerais da administração pública estão previstos no próprio texto constitucional, de forma que devem ser observados tanto pelos administradores como pelos legisladores na criação de novas leis. Conforme artigo 37 da Constituição Federal:
A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: […] (grifo nosso)
Dessa forma são, no Brasil, cinco os princípios basilares da administração pública, a saber: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 

Tais princípios, principalmente entre os estudantes para concurso, são conhecidos como LIMPE. Como fica claro no citado artigo constitucional, a observância aos princípios deve existir tanto na administração direta como na indireta, nos níveis federal, estadual e municipal.



Conceito dos princípios da administração pública


  • Legalidade - Toda e qualquer atividade administrativa deve ser autorizada por lei. Não o sendo, a atividade é ilícita.
  • Impessoalidade - Igualdade de tratamento que a Administração deve dispensar aos administradores que se encontrem em idêntica situação jurídica. Faceta dos princípios da isonomia e da finalidade.
  • Moralidade - Impões que o administrador público não dispense os preceitos éticos que devem estar presentes em sua conduta.
  • Publicidade - Indica que os atos da Administração devem merecer a mais ampla divulgação possível entre os administrados.
  • Eficiência Busca pela produtividade e pela economicidade; exigência da redução dos desperdícios de dinheiro público, da prestação de serviços com perfeição e rendimento funcional.
Interessante notar que tais princípios não são apenas normas gerais sem aplicação prática. A inobservância de tais princípios torna o ato administrativo ilegal, tanto na administração direta como na administração indireta. Você sabe a diferença entre elas?

Administração pública direta:
O conjunto formado pela somatória de todos os órgãos públicos recebe o nome de Administração Pública Direta ou Centralizada. Pertencem à Administração Direta todas as entidades federativas, ou seja, União, Estados, Distrito Federal, Territórios e Municípios” (Mazza, Ob. Cit., p. 132).

Administração pública indireta:

O conjunto de pessoas jurídicas autônomas criadas pelo Estado recebe o nome de Administração Pública Indireta ou Descentralizada” (Mazza, Ob. Cit., p. 133).
São da administração pública indireta, portanto: Autarquias Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista.

COPIADO: http://www.estudoadministracao.com.br/

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

3 Maneiras de Melhorar sua Memória Comprovadas pela Ciência

Toda vez que eu encontro uma notícia interessante, que pode ajudar quem estuda para concursos, eu coloco aqui neste espaço de notícias do Jusbrasil. Leia e comente no final para podermos conversar sobre o assunto:-)
Uma pesquisa feita em 2013 mostrou que jovens adultos (com idades entre 18 e 34 anos) têm mais dificuldade do que pessoas com mais de 55 anos de lembrar de datas (15% vs. 7%), onde guardam as chaves (14% vs 8%), de fazer o almoço (9% vs 3%) e até de tomar banho (6% vs 2%).
Você acha que se encaixaria nessas estatísticas? Está se sentindo esquecido? Vale testar as dicas que separamos, baseadas na ciência, para recuperar o controle sobre sua memória:
1. Associe suas memórias com objetos físicos
Você já deve ter passado por esse problema: acabou de ser apresentado a alguém e, assim que a pessoa vira as costas, você já esqueceu o nome dela. Acontece - mas é extremamente embaraçoso precisar perguntar o nome dela novamente. A dica é associar o nome a algum objeto. 
Por exemplo, se você acabou de conhecer a Giovana e ela estava próxima de uma janela, pense nela como a Giovana da Janela. Parece um truque estúpido, mas funciona. E, claro, não só para nomes de pessoas, mas para qualquer coisa: relatórios, documentos, marcas. 
Associando conceitos a objetos fica mais fácil de lembrar. E, claro, quanto mais absurdas forem as associações mais fácil é lembrar delas.
2. Não memorize apenas por repetição
Ao ver ou participar de apresentações você deve ter sentido isso - é muito claro quando alguém apenas decorou o que devia falar. Mas basta acontecer alguma mudança no roteiro ou um 'branco' para que a pessoa se perca. 

Memorizar algo de fato depende de compreensão. Então, ao pensar em falas e apresentações, tente entender o conceito todo ao redor do que você está falando. Pesquisas mostram que apenas a repetição automática pode até impedir que você entenda o que está expondo.
3. Rabisque!
Estudos indicam que rabiscar enquanto 'ingerimos' informações não visuais (em aulas, por exemplo) aumenta a capacidade de nossa memória. 

Uma pesquisa de 2009 mostrou que pessoas que rabiscavam enquanto ouviam uma lista de nomes lembravam 29% a mais dos nomes ditos. Da próxima vez que for a uma palestra, leve uma caneta e bloquinho e rabisque!
Copiado: http://gersonaragao.jusbrasil.com.br/

A Publicidade sem ROI acaba de Morrer: Adapte-se ou Junte-se a Ela

No último mês de agosto, o McDonald’s trocou sua agência publicitária nos EUA. Sai Leo Burnett, entra Omnicon. Parece mais uma notícia normal do meio publicitário. Mas, se olharmos com calma, esse acontecimento pode ser visto como um grande marco na história do mercado. Tudo isso por um único motivo: no acordo, o grupo Omnicom será remunerado unicamente com base em resultados específicos de negócio que gerar para o McDonald’s. É isso mesmo, nada de BV ou qualquer outra forma de remuneração clássica do mercado publicitário. Entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo.
A tendência está clara, as empresas não vão mais investir em marketing, especialmente em publicidade, que não traga resultados diretos para o negócio. O fato de uma das contas publicitárias mais tradicionais do mundo ser agora 100% baseada em performance está praticamente gritando isso para o mercado. De certa forma, era previsível que a publicidade “de massa”, mais cedo ou mais tarde, precisaria começar a prestar contas. A internet mudou radicalmente o nível de exigência de CEOs sobre os resultados práticos de seus investimentos em marketing.
Antes, não havia tecnologia confiável para nos dizer exatamente quantos reais em vendas foram gerados por cada esforço de comunicação. Além disso, alternativas como pesquisas de mercado custavam fortunas e eram demoradas. Hoje, entretanto, qualquer PME pode ter dashboards mostrando, em tempo real, o retorno exato de todos os seus investimentos. O fato de uma gigante como o Omnicom aceitar um deal como esse, é a prova de que o mercado publicitário não tem outra saída a não ser se adaptar a esse novo cenário.

Agora, não adianta mais defender uma ação de resultados duvidosos no gogó, dizendo que foi uma “ação inovadora”, que melhorou a “personalidade da marca” ou que gerou “buzz nas redes sociais”. Quando se está falando com gestores, é difícil argumentar contra os números das vendas. Essa nova realidade traz duas consequências que preocupam muita gente do mercado publicitário: primeiro, se você não entregar resultados reais, você está fora do jogo; segundo, se você não tiver capacidade técnica para mensurar a sua performance, mesmo que o seu trabalho esteja bom, você também corre sérios riscos.Afinal, gestores agora só se satisfazem com números.
Os próprios diretores de marketing das empresas nunca estiveram tão ameaçados. A falta de capacidade em demonstrar ROI (retorno sobre o investimento) tem gerado demissões recorde. De acordo com uma pesquisa recente, 48% dos 30 maiores varejistas americanos trocaram a liderança de marketing nos últimos 12 meses. Isso porque os gestores de empresas estão exigindo uma demonstração clara de eficiência em vendas. E para muitos profissionais de outra época, a dificuldade de lidar com esse modelo de performance está lhes custando o emprego.
É importante lembrar que, obviamente, a tecnologia de hoje ainda não consegue mensurar todos os efeitos da publicidade com precisão. Ainda precisamos evoluir muito para entender exatamente o retorno de investimentos mais “subjetivos” como ações de branding. Não temos métricas 100% confiáveis para mensurar seus resultados para o negócio, mas sabemos que, se bem feitos, eles podem sim colaborar fortemente na geração receita.
Mas, independente disso, a realidade é que os gestores provaram o sabor da mensuração e gostaram. Eles viram o poder da avaliação minuciosa de performance em plataformas como o Google Analytics e o Adwords. Agora, eles vão exigir isso para tudo. E na medida em que o marketing de performance vai ficando mais “mainstream”, será cada vez mais difícil encontrar uma empresa que aceite trabalhar sem a mensuração precisa de resultados palpáveis.
Inevitavelmente, muitas agências ficarão pelo caminho. Afinal, além de não terem o domínio técnico para isso, há algo ainda mais sério: elas não têm a cultura. O mercado de comunicação brasileiro é perigosamente “colado” aos aspectos puramente criativos da publicidade. Algumas agências investem infinitamente mais tempo discutindo a estética de suas peças do que planejando e mensurando o impacto real que elas trarão para o bolso dos clientes. Por isso, esta atual mudança de paradigma será grande demais para alguns players do mercado suportarem.
Hoje, o palco ocupado por ideias inovadoras mas com potencial de resultado questionável, será tomado pelos casos que trouxerem resultados reais para as marcas. Saem as ideias “criativas”, entram as ideias que vendem. Parece cruel, mas pense comigo: receber por performance, como no acordo do McDonald’s com o Omnicom, fará a sobrevivência de agências, finalmente, depender dos resultados reais que elas geram para os clientes e não mais de relacionamentos, discursos ou ideias criativas agradáveis para os olhos de um ou outro decisor. E não era para ser assim desde o começo?

Estamos em um caminho sem volta. Se você é profissional de comunicação, cuidado para não ficar do lado errado nessas drásticas mudanças que já começaram pelo mundo. Por um movimento natural de mercado, as agências e seus clientes passarão a concentrar seus recursos na contratação de profissionais de performance. Depende de suas atitudes fazer com que esse fato seja uma grande ameaça ou uma grande oportunidade para você.
Para as agências, é “simples”: é preciso mensurar e entregar resultados reais. Ou, muito em breve, quem não conseguir se adequar poderá ter que achar um jeito de pagar suas contas com estátuas de Leões de Cannes.
Copiado:Rafael Damasceno -  https://www.linkedin.com

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Se Não Quiser Adoecer - Dr. Dráuzio Varela


Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"


Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças 
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a 
repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, 
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..



Se não quiser adoecer - "Tome decisão"


A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A 
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é 
feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder 
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de 
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.



Se não quiser adoecer - "Busque soluções"


Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o 
fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de 
mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.





Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"


Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que 
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando 
toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com 
muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.





Se não quiser adoecer - "Aceite-se"



A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos 
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os 
que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, 
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é 
sabedoria, bom senso e terapia. 



Se não quiser adoecer - "Confie"


Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria 
liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não 
há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em 
Deus. 



Se não quiser adoecer - "Não viva SEMPRE triste!"


O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida 
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.



"O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O Trump venceu, e o Trumpismo merece mais atenção.

O mundo acordou frustrado e aterrorizado com a vitória do Donald Trump. Afinal, a reação das bolsas e os comentários nas redes sociais indicam ser um desastre a vitória de alguém tão polêmico, misógino, xenófobo e radical na maior potência do planeta. 
Mas, apesar da imensa torcida contrária e do maciço apoio das celebridades e da mídia em geral, não podemos apenas desprezar e criticar os milhões de votos que ele recebeu em praticamente todos os estados da federação.

Foi uma vitória dos Republicanos com sinalização muito clara de que um enorme fenômeno social está ocorrendo e merece nossa atenção. A população parece ter cansado da ditadura do politicamente correto, da defesa exagerada das minorias e de que a visão mais socializante e paternalista do estado deve prevalecer sobre a meritocracia e defesa dos direitos individuais. E isso começa a ser questionado.
Em nenhum momento podemos afirmar que Donald Trump representa genuinamente tudo isso. Mas foi apenas um catalisador de todos os descontentes com os caminhos, crenças e regras que a sociedade está a nos impor.
Parece haver um cansaço dos políticos, da burocracia, do inchaço da máquina pública, do aumento de impostos e da existência do Estado pelo Estado. Estão fartos de uma cultura que tudo idealiza e pouco realiza. Ninguém pode ser contra a ajuda humanitária aos refugiados ou ao direito das minorias, mas trata-se de uma disputa entre os que estão preocupados com o fim do mês contra aqueles que se preocupam apenas com o fim do mundo. E sem a preocupação com o fim de mês, o fim do mundo pode chegar mais rápido.

Por isso, a essas pessoas que votaram no Trump devemos somar os vitoriosos do Brexit e dos que rejeitaram o acordo de paz na Colômbia. Podemos pensar que não há correlação entre esses fatos isolados pelo tempo e pela distância geográfica, mas na verdade tem tudo a ver.
Esse despertar da maioria silenciosa, que estava anestesiada frente à hegemonia cultural e valorização exacerbada dos Millenials em detrimento da Geração X e Baby Boomers pode ter algo de positivo. A reação dos Nacionalistas contra os Globalistas deve ser vista como representação de uma reação pendular que transforma o atual equilíbrio de forças e, por isso, merece uma avaliação profunda por todos nós que atuamos em comunicação. Republicanos venceram, democratas perderam e, por mais difícil que seja para milhões de pessoas entender e aceitar o resultado, isso é Democracia. E a Democracia, essa sim, precisa vencer sempre.

Em resumo, a vitória do Trump pode não ter sido boa para o mundo e para uma grande parte da população americana, mas a ascensão do Trumpismo, e o grito dos calados por mais atenção, deve ser encarada como positiva pois cabe a todos nós buscarmos a equidistância salutar das pressões contrárias que regem a nossa história. É assim que vamos manter a nossa nau seguindo em frente.
Por: Valter Longo - https://www.linkedin.com/pulse