sexta-feira, 18 de julho de 2014

A Cultura do Agradecimento


A rotina exacerbada a qual o ser humano é submetido cria hábitos, que muitas vezes, o afasta da sua condição de ser social e de transformar ambientes que poderiam ser amistosos em ambientes hostis. E, geralmente ele entra nesta roda-viva e não se dá conta disso. Começa a agir por impulso, se condiciona e pronto: esse passa a ser um novo padrão de comportamento.

Quer um exemplo? Qual a sua opinião sobre a pessoa que reclama quando percebe que alguém não está fazendo um atendimento que não está de acordo com o regulamentado ou com as suas expectativas? É certo ela reclamar? Claro que sim. Desde que ela saiba como fazer isso.

Ok. Até aí, tudo certo. Mas quando essa mesma pessoa percebe (será mesmo que percebe?) que está sendo bem atendidas em todas as suas solicitações? Será que ela agradece? Muito provavelmente não! É a cultura do “ele não está fazendo mais que a sua obrigação”...!

E isso acontece não apenas no meio familiar, mas também no meio profissional. Reflita: quantas e quantas vezes você pede algo a alguém, é atendido e não agradece? Ah, sei você esquece de agradecer... entendo. Mas quando acontece o contrário. Ou seja, quando você faz algo para alguém e não recebe um agradecimento, você também “esquece” de perceber que a pessoa não agradeceu? Muito provavelmente não. Por falar nisso, você já agradeceu àquela pessoa que respondeu a pergunta que você fez por e-mail? Ela está esperando o seu agradecimento.

E o que dizer daquele candidato que participou do processo seletivo e até hoje aguarda uma resposta sua? Você já agradeceu a participação dele?

Reflita: Que exemplo você esta dando para as outras pessoas?

Evite passar por uma pessoa mal educada: agradeça. Não custa nada e vai ter um valor enorme para quem recebe.
Não sei se você sabe, mas, tempos atrás, grupos de trabalhadores se reuniam para agradecer a Deus pela colheita e por outros bons acontecimentos  que aconteceram em mais um ciclo que estava se fechando. Foi assim que surgiu o Thanksgiving Day (ou o Dia de ação de graças). Isso não aconteceu no Brasil, mas poderia ter acontecido aqui ou em qualquer lugar do mundo. Afinal, o ato de agradecer é universal e independe de ideologia política, religião, orientação sexual ou de qualquer outro fator que segregue.

Aliás aqui no Brasil há o movimento de resgate do Dia Nacional de Ação de Graças, onde o lema é “Digamos sempre obrigado pois não conquistamos nada sozinhos”. Você pode conhecê-lo melhor e ver as ações que são realizadas se acessar o site www.acaodegracas.com.br. Recomendo.

Que tal elaborar uma versão miniatura deste movimento na sua empresa? Tenha certeza que, no mínimo, haverá um impacto positivo no clima organizacional.
Tenha certeza também que todos tem algo a agradecer. Ajude a quebrar o paradigma da invisibilidade dos gestos e das pessoas quando o interesse é não agradecer, inventando desculpas.

No inicio deste artigo, discutimos sobre a capacidade que temos de começar a agir por impulso, se condicionar e, a partir daí, assumir um novo padrão de comportamento.
Então convido você a mudar seus paradigmas. Descobrir não apenas uma, mas várias razões para mudar a sua maneira de agir, de pensar e de entender o mundo e agradecer. Agradecer  ao seu Deus, ao motorista do ônibus, ao gari e a quem mais fizer, de qualquer forma, o bem para você.

Agradeça a sua família, por ela dar o suporte necessário a sua existência.Combata a cultura do “esquecimento” de agradecer.  E lembre-se de que um agradecimento não tem custo, mas tem um valor inacreditável.
Eu agradeço, a você, entre outras coisas, por ler esta minha reflexão.



Fonte: Odilon Medeiros - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Como Contratar Consultoria?

Antigamente esta era uma atividade que enfrentava muita resistência por parte das empresas. Afinal, não é muito agradável discutir questões particulares do negócio com pessoas estranhas. 

Por outro lado sempre existia a possibilidade de que esse recurso poderia significar que a empresa não tinha competência para enfrentar os seus problemas. 

Hoje a situação está mais facilitada.
Há compreensão mais clara da contribuição e efetividade de um olhar externo sobre os negócios. Principalmente se for de profissionais competentes. Por isso no processo de contratação de consultoria não hesite em fazer pesquisas e buscar indicações, principalmente de clientes.

Na questão de visão externa as grandes empresas dispõem de um Conselho de Administração, dotado de profissionais gabaritados que exercem um olhar crítico para garantir sustentabilidade aos negócios. Esse olhar externo tem sido um fator de rara contribuição para os negócios em geral. O posicionamento isento e competências diferentes das alocadas no negócio podem fornecer uma análise mais abrangente das oportunidades e das dificuldades a operar. Mas será que as pequenas empresas precisam, ou melhor, poderiam suportar um processo de consultoria.,

Bem, costumo dizer, e já escrevi um artigo sobre isso, que os pequenos empresários não tem pequenos problemas. Aliás, ás vezes até o espaço de manobra é menor e, portanto, de solução mais difícil. Além do mais há problemas de ordem pessoal. Pequenas empresas, ou mesmo as médias empresas, são compostas, de maneira geral, por pessoas muito próximas, quando não familiares, o que dificulta um posicionamento profissional mais consistente e direto.

 Bem, mas voltando, porque as empresas contratam consultoria? Os motivos são muito variados, mas podemos citar alguns exemplos:
  • - Por questão dessa visão externa que possibilita uma revisão das ações organizacionais e de identificação de gargalos e de reposicionamento. Esta é um motivo recorrente das empresas na busca de consultorias que podem ser de várias expertises dependendo da necessidade mais emergente.
  • - Outro motivo refere-se á necessidade de maior velocidade e aprofundamento em determinado tipo de atividade. Interessante notar que nestas questões há sistemáticas para a contratação de profissionais aposentados e que, normalmente, detém expertise técnica específica para dar um impulso ao desenvolvimento dos negócios.
  • - Também encontramos empresas que necessitam de profissionais para analisar questões que envolvem relações pessoais onde uma visão externa e isenta sempre permite um posicionamento mais equilibrado e livre de comprometimentos. E poderíamos falar de muitos outros motivos, mas é importante entendermos como contracenar com as consultorias. Em primeiro lugar a necessidade não precisa estar clara, mas precisa ser discutida de maneira clara.

Um cliente, certa vez, me fez uma observação, no mínimo interessante. Ele disse: para os médicos e consultores é necessário ser sincero, senão se está jogando dinheiro fora.
É verdade. É necessária uma relação de clareza e definição de objetivos. Outra questão importante é a da definição das expectativas. Este é um ponto muito complicado. Os resultados, na ação da consultoria, dependem diretamente de uma ação conjunta entre Empresa e Consultoria. A responsabilidade é dividida. Até porque, como sou psicólogo entendo assim: a Consultoria assemelha-se muito á terapia. Você não vai a terapia para se tornar outra pessoa.

Vai-se á terapia para ser a mesma pessoa, melhor! Esse é o ponto. A empresa não pode ser despersonalizada. É determinante respeitar-se a Cultura Organizacional. 

E quando contratar uma consultoria? Este também é um ponto controverso. Mas é importante observar alguns sinais, como por exemplo. Há empresas que, no processo de sucessão iniciam o trabalho após o falecimento do sucedido. Ora, não há muito que fazer!

É necessário planejamento para um bom resultado. Mais uma vez vou pedir licença para fazer uma nova analogia. Quando devemos ir ao médico? Quando os sintomas forem intoleráveis? Lógico que não. Precisamos sentir os sinais e agir de maneira preventiva.

Com consultoria também é assim. Talvez devêssemos imaginar a possibilidade de um check up! Sem forçar a barra, mas a saúde dos negócios também tem sua importância. Bem o assunto é muito abrangente e poderíamos ir muito mais além, mas o importante é iniciar uma análise aberta de um recurso empresarial que, se bem administrado, pode trazer excelentes resultado

Fonte: Bernardo Leite Moreira - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Gestão e Administração Proporcional

Estamos todos nas trilhas (velhas, novas ou renovadas), caminhando em ritmos acelerados com uma conscientização comum de que a palavra sobrevivência (em todos os níveis e para qualquer atividade) é o ponto mais preocupante dos que: ingressam, permanecem ou obrigatoriamente procuram por novas soluções para continuar assegurando dignidade, respeito e utilidade, diante da expectativa de troca por retornos mínimos que garantam equilíbrio, sustentabilidade e reservas para os avanços. 

Não adianta ficar vendendo sofisticação ou qualificação que não estejam no passo seguinte, natural e evolutivo das pessoas e seus negócios. 

O que é importante na evolução pessoal e empresarial é poder perceber as falhas, agir pelas retificações e incluir o ferramental, que garanta mais comprometimento, participação e soluções, aproximando mercados e a própria seleção dos mesmos. 

Não faltam pessoas “ridículas” querendo ofertar fórmulas milagrosas para criar mudanças. Alguns dizem que o diferencial está no corpo a corpo, outros que as equações estão nas tecnologias dos processos e informações.

O principio está na natureza e tradição de cada região, está em poder ser forte aonde se nasce, e procurar crescer sem perder a identidade que o fez ser diferente. A tecnologia começa sempre pelo domínio e conhecimento do que se está fazendo, sua evolução depende do histórico evolutivo, resultante de uma boa sala de aula participativa, aonde todos são preparados para contribuir. Meu filho terá que escrever, evitando quebrar grafites dos lápis, usando apontador e borracha, até chegar a uma composição que permita o entendimento e uso adequado do reino virtual.  

Nunca contrate nenhuma novidade (consultores, palestrantes, assessores), sem que isso seja amplamente discutido pelo seu grupo e definido como necessário. Aquela história de que os que vêm de fora, geralmente enxergam coisas que você não tinha percebido, muitas vezes é porque você mesmo não liberou seus colaboradores para que se soltassem e evoluíssem para geração de novidades. 

Mudanças sempre devem ser baseadas quando da percepção de sofisticação e hábitos dos novos públicos a serem atendidos. Tome cuidado quando o crescimento for acelerado, pois novos processos não garantem a fidelização, que deve se diversificar sem afetar a continuidade daqueles que até hoje fazem questão de enfrentar filas e serem reconhecidos pelos nomes. 

Gente jovem, não representa idade ou custos baratos, mas mentes que trabalham pela adaptação do conhecimento frente à criação de formas que estabeleçam relações. ]

Sempre vai existir o dia aonde a luz apaga, os sistemas deixam de funcionar e ai alguém terá que emitir as notas fiscais, com o conhecimento do porque, do valor das vendas, das deduções, e dos custos que formaram a operação.

Fonte: Sonia Jordão  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 15 de julho de 2014

Até que a Demissão nos Separe


Todo emprego tem uma relação parecida com a de muitos casamentos e exige sacrifícios e decisões de ambas as partes. 

Num primeiro momento vem a fase de aproximação e respeito mútuo.

 A entrevista é suave, as palavras são lapidadas e a troca de olhares é intensa. Sobram gentilezas e é permitido confidenciar as expectativas. As partes se medem da cabeça aos pés, disfarçadamente, cada uma com sua técnica e, por mais que se esforcem, não há como identificar os defeitos que ambas fazem questão de esconder ou que a cegueira do amor não é capaz de perceber.

Na relação patrão-empregado, o namoro dura pouco. Há mais de 200 anos é assim, desde a Revolução Industrial. A lua-de-mel começa no mesmo dia da admissão e dura menos ainda, afinal, a união precisa produzir frutos o mais rápido possível. Não sobra muito tempo para amaciar a presa, acariciá-la nem prepará-la psicologicamente para a consumação do fato, a tal das preliminares. O início é meio dolorido, mas aos poucos a relação se ajeita e ambos vão pegando amor e ódio pelo caminho.

Nos primeiros meses você percebe que aquele sorriso já não é tão meigo, aquele corpinho já não é tão bonito quanto você imaginava e aquela barriga do tipo “tanquinho” era mais agradável na foto do que ao vivo. Coisas incríveis começam a acontecer: você já não quer mais andar de mãos dadas, encontra defeitos com frequência, passa a ser inquirido em qualquer atraso ou saída antes do horário e as horas-extras seguidas começam a despertar preocupações.

Aos poucos inicia aquela marcação cerrada, pois você precisa dar mais atenção para a família e a empresa começa a ficar com ciúmes considerando que a primeira custa dinheiro e a segunda provém o dinheiro. Assim, você conclui que o melhor mesmo a fazer é dar mais atenção para a empresa, afinal, você trabalha loucamente pelo bem da família e pressupõe que todos devem compreender essa relação que deve ser infinita enquanto dure.

Depois de algum tempo, os desgastes no relacionamento são inevitáveis a ponto de gerar implicância, por vezes irreversível, comum nos primeiros anos em que você passa por um verdadeiro teste de provação. Por mais que você se esforce, saia no horário, diga a verdade e ainda traga flores, as coisas começam a tomar um rumo diferente. A partir desse instante, o nível de conflito aumenta a cada dia e as expectativas terminam frustradas por parte de ambos. Em suma, é preciso discutir a relação.

Bem, por um momento é necessário colocar o peixe sobre a mesa, como se diz na Sicília e, antes que o cheiro comece a exalar de verdade, ainda dá tempo de limpá-lo. Entretanto, quando a relação está estremecida e as expectativas não foram esclarecidas desde o início, entra em cena aquilo que comumente chamamos de orgulho e, apesar das inúmeras tentativas de diálogo, os dois lados tem razão e ninguém quer ceder. Cada um se perde no próprio mar de justificativas e, assim, nada mais pode reverter o processo de separação, por vezes amistoso, por vezes litigioso.

O fato é que a separação sempre traz danos para ambos os lados embora o elo mais fraco da corrente acabe sempre mais prejudicado. Obviamente, uma das partes empenhou um bom pedaço da vida apostando numa relação que tinha tudo para ser um conto de fadas, porém, como é mais fácil tentar novamente do que cada parte abrir mão da verdade, a relação acaba e cada qual decide seguir o próprio caminho.

Emprego e casamento possuem trajetórias semelhantes. A diferença fica por conta da emoção e da frieza. No casamento, as pessoas demoram a entender o significado dos termos trabalho em equipe, relacionamento interpessoal, vestir a camisa, negociação e feedback. No emprego, as pessoas demoram a entender o significado das palavras amor, dedicação, carinho, companheirismo, respeito e consideração pelo próximo. Em geral, você entra colaborador e quando acham que está rendendo menos do que o esperado, assume o posto de disponível para o mercado. No casamento, meu bem, na separação, meus bens.

Contudo, não se desespere. Como diz o dito popular com relação ao casamento, sempre existe uma tampa para uma panela velha desorientada. No caso do emprego, lembre-se: até um pé no traseiro o empurra para frente. Na maioria das vezes, as pessoas e as empresas não nos tratam como a gente gostaria e isso não significa que será sempre assim. Encontrar o emprego ou o par ideal requer a paciência do garimpeiro.

Portanto, até que a demissão o separe, procure seguir a sabedoria do Menestrel (poema atribuído a Shakespeare): “Plante seu jardim e decore sua alma em vez de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!”.

Por fim, procure entregar-se com todas as suas forças para a construção de um relacionamento melhor, de uma vida melhor e de um ambiente melhor de trabalho. Apesar de tudo, mantenha-se fiel, seja leal, humano e ao mesmo tempo profissional, a menos que esteja disposto a pagar o preço alto da separação. Se esta for a sua decisão, ainda que o custo lhe doa no bolso e na alma, lembre-se de que todos têm o direito de encontrar a própria felicidade, quer no trabalho, quer no casamento. 

Pense nisso e seja feliz!

Fonte: Jerônimo Mendes  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Caráter: Qualidade Indispensável

Sempre ouço falar que não existe receita pronta para o sucesso. 

Mas você pode pegar alguns ingredientes que são comuns às pessoas bem-sucedidas e que devem ser incorporados à sua receita de sucesso, como o "caráter"!

“Quando dizia a meus filhos que a honestidade era uma das maiores virtudes de nossa família, eles comentavam sobre o detector de radar que havia instalado em meu carro. 

Quando lhes falava sobre bebida, eles olhavam como nossos convidados se comportavam. É mais fácil pregar a idoneidade, o bom caráter, do que praticá-los, e os filhos são especialmente bons para enxergar as diferenças entre o que os pais pregam e o que praticam.”

Aquela antiga e sábia frase que afirma que as palavras movem, mas os exemplos arrastam, mostra o tipo de pessoa que você é com os amigos, em casa e nos negócios.

Ninguém trabalha ou negocia por muito tempo com os chamados “espertalhões”. Tem um exemplo que acho desconcertante e que acontece freqüentemente em feiras e supermercados. Diz respeito à venda de morangos. Acho que você já deve ter tido a experiência de comprar uma caixa de lindos morangões e, quando chegou em casa, a parte de baixo era de pequenos e podres moranguinhos.

“A capacidade de vender morangos do dono da loja está na parte de cima da caixa, mas o caráter na parte de baixo”. O caráter não pode ser herdado, mas pode ser aprendido.

Seja persistente aos seus princípios morais. Quando você tiver dúvida quanto à forma que deverá agir, faça a seguinte pergunta para seu subconsciente: Se a minha atitude fosse publicada na primeira página do jornal da minha cidade, minha família sentiria orgulho ou vergonha do meu comportamento?

Se a resposta for sim, você está no caminho certo, vá em frente e dê o melhor de si. Se for não, reveja seus atos. Não adianta você ganhar muito dinheiro e, ao colocar a cabeça no travesseiro à noite, não conseguir dormir tranqüilamente com sentimentos de culpa e temor.

Os traficantes têm muito dinheiro, mas nunca serão prestigiados pela sociedade, porque para eles subirem muitas pessoas têm que descer, e descer muito fundo; ganham dinheiro, mas perdem a paz de espírito. Em qualquer lugar do mundo o dinheiro não compra respeito.

A nossa geração viverá mudanças grandiosas a uma velocidade absurda, mas algumas coisas, como caráter, respeito e uma vida idônea, jamais mudarão. Valorize estes princípios e você será uma pessoa admirada.


Fonte: Prof. Menegatti  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Seis Ações que Vão te Ajudar a Dizer Não

Você já se deu conta de quantos “sim” você diz quando sua vontade real  é dizer “Não”? 
Quando isso acontece, acabamos experimentando uma profunda sensação de desgosto, de raiva, de frustração e de irritação conosco mesmo. Mesmo assim, é difícil aprender. 
E isso acaba se transformando em um grande ladrão de tempo em nossas vidas. E, pior do que isso, nos mantém reféns da esfera das circunstâncias.
As razões para dizer esse “sim” na hora errada são as mais variadas possíveis. Sentimos uma espécie de necessidade de ser sempre solícitos e agradáveis. Fazemos nossa parte para manter nossas amizades. 
Temos medo de decepcionar as pessoas. Um outro motivo muito comum é o medo de assumir o controle da situação: quando respondemos “sim” às demandas alheias, nos calamos diante de nossas próprias decisões.
Não importa  os motivos. Cada um tem os seus – mas quando respondemos de forma positiva a uma resposta que merecia ou deveria receber um ”não”, estamos terceirizando nossa administração pessoal. Isso é grave.
Dizer “não” não é simples! É preciso assertividade, certeza do que é importante, coragem mas principalmente respeito ao seu próprio tempo! Para ajudar, selecionei 6 dicas que podem fazer com que você pense melhor antes de dizer "sim" para tudo:
1) Nunca se acanhe em dizer não - Você não precisa ser bonzinho para os outros nem parecer sempre disponível. Na verdade, todo mundo tem problemas em dizer não. A capacidade de dizer essa palavra costuma ser vista com admiração inclusive pela pessoa que a ouve. Ela, na verdade, gostaria de ter a mesma disciplina.
2) Não adie: vá direto ao ponto - Pode doer, mas é melhor. Atrasar a comunicação do não quando a decisão já está tomada apenas prolonga o sofrimento. Um não bem dito logo no início do processo pode poupar muitos aborrecimentos (e dores!).
3) Evite inventar desculpas ou dizer mentiras na hora de dizer o não - Se tiver uma justificativa fundamentada em fatos, você deve utilizá-la, com certeza. Mas lembre-se de que você não deve aos outros explicações nem precisa se desculpar por suas escolhas. Você está no comando! Forneça uma resposta amigável, com sorriso. E evite entrar em um debate ou discussão sobre as razões de sua decisão.
4) Use o corpo para dizer não - Quando a pessoa estiver fazendo aquele convite que você não pretende aceitar, comece a torcer o nariz, contorcer a boca e franzir a testa de forma discreta antes que ela termine de falar. Esses movimentos já dão a entender para o seu interlocutor que você não está de acordo com a proposta. Isso tornará o “não” uma palavra natural e até mesmo esperada.
5) Faça um acordo mental com você - A partir do momento que você decidiu que não quer algo, prometa para você mesmo que manterá essa posição. Essa pequena atitude reafirma para você mesmo a importância da sua resposta e evita os conflitos internos.
6) E se o não tiver de ser dito ao seu superior? Nesse caso, a melhor forma é mostrar para ele a sua lista de prioridades profissionais e deixar que ele resolva o que mais é importante. Se o que ele estiver propondo for algo pessoal (um convite para uma festa ou para uma happy hour) você terá de avaliar a situação. E dizer seu não da forma mais direta possível.
Fonte: Christian Barbosa  http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 10 de julho de 2014

As Dez Características do Profissional de Vendas


  1. Ter objetivos bem definidos – Só desta forma sabemos exatamente o rumo que queremos dar às nossas vidas e, consequentemente, o que precisamos fazer para chegar lá.
  2. Ser ambicioso e ajudar os clientes a satisfazer as ambições – Ambições são sonhos que precisam ser realizados. O profissional de vendas precisa sonhar e ajudar seus clientes a também concretizá-los.
  3. Gostar do que faz – Esta é a grande diferença entre o bom e o mau profissional. Quem, na sua opinião, entrega-se mais a uma causa: aquele que por ela sente amor ou quem a executa por não ter nada mais a fazer?
  4. Conhecer – Estamos em plena era do conhecimento. Cada vez mais, as pessoas de modo geral, e de forma muito especial os profissionais de vendas, valerão pelo que sabem e pelo que são capazes de fazer com o que sabem.
  5. Gostar de se relacionar com gente – Vender é puro relacionamento. Clientes gostam de respeito e atenção. Eles dividem seus salários com os diversos vendedores que satisfazem suas necessidades.
  6. Ser criativo e audaz – Ser criativo significa ter jogo de cintura para transpor certos obstáculos. Audácia significa coragem e força de vontade para transpor esses mesmos obstáculos.
  7. Ser capaz de evoluir de acordo com o mundo que o cerca – Por que ainda há vendedor que não utiliza o computador e os meios de comunicação para estreitar o relacionamento com os seus clientes? Por que lutar contra a evolução? O que seríamos se não tivéssemos evoluído? Macacos? Ou, no máximo, homens da caverna?
  8. Assumir responsabilidades – O bom profissional não tem hora. Deve estar sempre disponível para atender seus clientes e resolver seus problemas. Por outro lado, precisa assumir a responsabilidade pelo que promete e entrega. Para muitos vendedores, os problemas terminam quando entregam o produto ao cliente. Mas, para o cliente, muitas vezes é a partir daí que começam seus problemas.
  9. Ter visão empresarial – As pessoas que apenas fazem aquilo para o qual são pagas não merecem o que ganham. É preciso ir além, vestir a camisa, estar comprometido com os resultados globais da empresa, sugerir, participar, dar ideias e trabalhar em equipe.
  10. Ser capaz de pensar – A diferença entre um bom e um mau profissional é que o primeiro pensa e o segundo não. É comum ver profissionais de vendas agirem exatamente da mesma forma, qualquer que seja o cliente. Pensar significa analisar o cliente e suas necessidades, definir a melhor forma de com ele se relacionar para, enfim, tomar a decisão correta.
Aline Xavier - Agente comercial: apoggian@yahoo.com.br
www.vendamais.com.br

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Fuja da Síndrome do Coitadismo

A Síndrome do Coitadismo atinge a metade da população e reflete a incapacidade dos seres humanos de tomarem os rumos de suas vidas e buscarem a realização de seus sonhos.




A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos da própria vida?

Muitas pessoas adotam essa posição como uma muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.

Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá indo” demonstra a falta de controle da própria vida.

Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais, mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?

Essas pessoas preferem evitar sair da chamada “zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos, já sabem aonde pisar.

Isso é uma tendência de boa parte das pessoas, inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele evita a dor e aprova fielmente o prazer.

É o que acontece com um relacionamento ruim. Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por mais benéfica que seja, causa dor.

Um exemplo clássico são casais que se suportam durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida corporativa isso também acontece.
  • O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário pessimista e sem energia?
Para começar a mudança é necessário ser honesto consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar, justificando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas, enfim, são várias as justificativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias acordam e vão para a empresa trabalhar.

O problema disso é que essas pessoas correm o sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.

Talvez você, que esteja passando por isso agora, pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida. É fácil? Não, porém é preciso encarar!

Aproveito para dar um conselho valioso: procure profissionais que possam te auxiliar, pois eu fiz sozinho, funcionou, mais foi muito doído. Talvez, se eu tivesse uma pequena ajuda, as coisas teriam sido mais fáceis e eu já estaria desfrutando dessa ótima vida que possuo hoje.

* Fonte: MSN Empregos - Maurício Sampaio - fundador do InstitutoMS de Coaching