sábado, 5 de julho de 2014

O Que Podemos Aprender Com os Jogos da Copa do Mundo

No campeonato do mundo corporativo, nenhum profissional deseja perder, não é mesmo?

Mas infelizmente o caminho para a vitória, entenda: sucesso, vez por outra encontraremos as “derrotas temporárias”, cabe ao profissional moderno, encarar os atropelos como uma lição a ser aprendida.

Na copa do mundo, este ano sendo realizada no Brasil, estamos vendo de tudo, grandes seleções como Espanha, por exemplo, sendo eliminada na primeira fase e seleções de menor “talento” fazendo bonito e se classificando para as oitavas de final. 

Ao que se deve isso? 

O fato é que nos tempos de hoje, vence mais e melhor o time que tiver algumas características, como as que listo a seguir:
  • Humildade para entrar em campo respeitando sempre o adversário;
  • Trabalho constante de equipe, respeitando os talentos individuais;
  • Simplicidade de coração para aprender com os que sabem mais;
  • Respeito à liderança da equipe, entenda na copa, técnicos e no trabalho 
  • chefe, gerente, supervisor, coordenador, patrão;
  • Treinamento constante para reforçar os talentos já conhecidos;
  • Treinamento constante para superar dificuldades que vão acontecendo no decorrer do campeonato (vida corporativa);
  • Saber reconhecer algumas derrotas, mas continuar com foco em melhorar para vencer no próximo.
  • E saber comemorar cada vitória, a fim de fortalecer a própria autoestima individual e do grupo em si.
A vida corporativa sempre nos dar uma chance para avançarmos, para isso, precisamos enxergar os obstáculos como desafios e não como problemas insuperáveis.



Fonte: Eugênio Sales Queiroz - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Negócios, Decisões e Adequações

Se ficarmos esperando pelo momento certo do quando articular nossos planos é muito provável que o tempo vencerá a nossa disposição pelo fazer o que pretendemos. A nossa realidade é o que temos que enfrentar. 
A nossa sustentação ficará pelo acreditar no que estamos planejando para que as sementes, que “inteligentemente” plantarmos, acabem por serem adaptadas para suportar quaisquer influências climáticas.
Em uma análise bem simples basta relembrar que vivemos em um mundo onde a competitividade significa ter a capacidade de criar e inovar, e isso fica pela dependência de disponibilidades de talentos, pesquisas, desenvolvimentos e tecnologias, e terminando por um modelo de produção que seja aonde for deve reunir quantidade, qualidade e baixos custos. 
A questão desses conceitos é que na maioria das vezes são perfeitos para os grandes conglomerados, mas de difíceis aplicações para quem se encontra ou pretende entrar com pequenos e médios negócios.
Para não ficar esperando, para evitar ficar só pelos sonhos, o ponto de partida pode sair tanto de coisas revolucionárias, como das básicas bem feitas. No fundo negócios, tanto os tradicionais já estabelecidos, como os que surgem diariamente devem ser definidos como novos ou em contínua renovação, pois sejam onde estiverem em relação aos seus estágios, ora se classificaram como criativos e outras como cópias dos criativos.
- Toda a capacidade criativa está ligada as competências e renovações dos times e das técnicas do como integrá-los diante dos objetivos dos projetos, mas devemos atentar sempre que criar não significa produzir centenas de coisas novas, pois a inteligência deve ser aprofundada para que possamos transformar as novidades em coisas que ofertem um sentido de inovação e mais valia para convencer e justificar procuras.
- Em muitas vezes nossos negócios serão obrigados a copiar as ideias dos outros, mas que isso nunca venha a ser feito sem ofertar diferenciações do que achamos faltantes neles. Pequenos detalhes podem fazer muita diferença e que de certo se forem evoluídos e aperfeiçoados poderão transformar nossos negócios para que tenham personalidades recuperadas e próprias.
E para fechar esse texto que tem por objetivo abrir mais uma semana onde teremos que tomar sábias decisões, segue uma reflexão que adoro adotar nas minhas idas e vindas, nos meus altos e baixos.
“A chave do êxito dos negócios nas empresas está na interpretação dos fatos e sua velocidade de resposta, mas os resultados ficam pela dependência de um clima interno favorável, motivado e orientado para as relações e aproximações externas.” (Sérgio Dal Sasso).
Sucesso e boa semana a todos!
Fonte: Sérgio Dal Sasso - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Veja 15 comportamentos que podem destruir sua carreira lentamente

Existem grandes erros que podem arruinar a sua reputação no trabalho imediatamente ou até mesmo levá-lo à demissão. 
Mas é o acúmulo gradual de infrações menores que mantém os profissionais longe de alcançar o topo de sua carreira.
Maus hábitos como dar respostas curtas em e-mails e se manter atento somente às suas tarefas diárias podem prejudicar sua reputação profissional.
O site de carreiras norte-americano Business Insider listou 15 maus comportamentos que podem destruir sua credibilidade e custar seu sucesso.
1) Você não se adapta à cultura da empresa
Todo local de trabalho opera com seu próprio conjunto de costumes sociais. Não fazer um esforço para assimilar essa cultura passa a impressão de desaprovação e julgamento. A atitude de se manter alienado dos colegas de trabalho faz parecer que o profissional não se importa com a formação de relações positivas no ambiente de trabalho.

2) Você inventa desculpas
Não assumir a responsabilidade por seus erros e fracassos ainda trará consequências. Esperar até o dia da entrega de um projeto para avisar que você está atrasado, por exemplo, diz ao chefe que você não sabe gerenciar seu tempo.

3) Você faz o mínimo
Cumprir prazos e entregar o trabalho fazendo apenas o mínimo necessário passa a impressão de complacência. Por outro lado, se manter à procura de oportunidades em vez de esperar que elas caiam no seu colo mostra ao chefe que você se preocupa com o seu futuro na empresa.

4) Você não segue adiante
Não fazer uma coisa que você disse que ia fazer pode comprometer sua credibilidade. Manter a sua palavra mostra que você é confiável e pode ter novas responsabilidades quando for considerado para uma promoção.

5) Você se veste como um 'pateta'
Uma vez estabilizado em uma posição na empresa, pode ser fácil deixar sua aparência de lado. Entretanto, se vestir mal pode prejudicar sua credibilidade e autoridade e ainda pode passar a impressão de que você não se importa com o que faz. Lembre-se sempre de se vestir para o trabalho que você quer.

6) Você é pessimista
Se você anda com uma atitude ruim, isso pode se tornar um incômodo para o seu chefe e ainda pode arrastar a equipe para baixo. Lamentar e reclamar constantemente não faz de você uma pessoa agradável e certamente não fará seu chefe querer mantê-lo perto por muito tempo.

7) Você ignora os colegas de trabalho
Fazer amizades com colegas é tão importante quano cultivar o relacionamento com seus superiores. Faça um esforço para ser conhecido e para que os colegas queiram compartilhar informações com você e ajudá-lo quando precisar.

8) Você sempre está na defensiva
Seu chefe não espera que você seja perfeito, mas ficar na defensiva quando recebe um feedback negativo faz você parecer pouco profissional. Se você não está disposto a ouvir críticas construtivas, isso diz ao seu chefe que é improvável que você tenha um desempenho melhor.

9) Você procrastina
Adiar projetos até o último minuto não só coloca a pressão sobre você, como dificulta o andamento do trabalho de outras pessoas que dependem de que você faça a sua parte. Se algo der errado, você provavelmente será o primeiro responsabilizado.

10) Você é 'seco' nos e-mails
Não importa o quão amigável você é com uma pessoa: uma linguagem concisa pode ser facilmente mal interpretada em um e-mail. Mesmo que não seja intencional, e-mails rudes podem acabar com sua reputação no escritório e manter as pessoas afastadas de você.

11) Você não faz contribuições significativas
Dizer alguma coisa em uma reunião apenas por falar não acrescenta nada de produtivo. Em vez disso, prepare-se para participar e lembre-se que quantidade não é qualidade.

12) Você sempre está atrasado
O atraso frequente significa que existe algo mais importante para você do que chegar no horário. Isso passa a impressão de desrespeito e indeferença, fazendo as pessoas desconfiarem de você. Não importa o que aconteça, sempre procure uma maneira de ser pontual.

13) Você nunca para de falar
É ótimo tentar conhecer os colegas de trabalho, mas a socialização constante impede que as pessoas comecem a reparar no seu trabalho. Mantenha a conversa durante o almoço ou nas pausas para não irritar os outros e se tornar uma pessoa com quem ninguém vai querer trabalhar.

14) Você ignora e-mails
Deixar de responder e-mails em um prazo razoável não só frustra aqueles que precisam de respostas, mas também significa para os seus colegas que eles não valem a pena a ponto de você usar seu tempo para respondê-los.

15) Você é rude
Fazer um bom trabalho sem se importar se ninguém gostaria de trabalhar com você. Isso é grosseiro e a maioria dos gestores não tolera funcionários irreverentes. Ser educado é a chave para conquistar as pessoas.

Copiado: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/06/veja

terça-feira, 1 de julho de 2014

Capital Organizacional: Chassis do Conhecimento

Capital Organizacional refere-se, basicamente, a um grupo de ativos intangíveis que norteiam as relações de uma determinada empresa para com seus stakeholders ou agentes de relacionamento (internos e externos). 

Estes ativos, passíveis de serem identificados e em parte já passíveis de serem mensurados e incorporados a metodologias de valorização de empresas, possuem grande impacto nos processos corporativos, nos modelos produtivos e operacionais e na própria arquitetura das empresas.


Podemos dizer que compõem o chamado chassis corporativo e definem o modelo de negócios e sua dinâmica de integração com os agentes da cadeia de valor da empresa.

Seu foco principal está em incrementar a vantagem competitiva da organização, seja pela otimização de seus processos, sistemas, fluxos e rotinas (geração de valor incremental via ganhos de eficiência), seja pela arquitetura de (infra)estruturas alinhadas aos objetivos e ecossistemas de operações da empresa, seja pela capacidade de propiciar a geração sistêmica de diferenciações e inovações (geração de valor de ruptura), maximizando a utilização dos conhecimentos dissipados na organização e/ou absorvendo conhecimento de fora da organização.

Cada vez mais se torna imprescindível a relação sinérgica entre o conhecimento e o modelo de trabalho/produção na atual conjuntura competitiva, que demanda das organizações a utilização de todos os fatores e recursos produtivos com o máximo de eficiência e inteligência.

Enfatiza-se, portanto, a relação do trabalho/produção com o conhecimento como fator capaz de impulsionar e alavancar os demais ativos associados à produção, além de potencializar a capacidade de multiplicação das vantagens sustentadas pelo modelo produtivo/operacional da companhia. Dentro desta realidade, deve-se tratar o conhecimento advindo da experiência produtiva-operacional como agente agregador de valor, que alavanca a capacidade de resposta da empresa (e de seus colaboradores) às solicitações do mercado.

A identificação, aplicação e o gerenciamento de uma política eficiente de empacotamento do conhecimento tácito, geralmente difuso e em grande parte inexplorado dentro das organizações, a fim de torná-lo explícito e pronto para o uso torna-se cada vez mais estratégica para o sucesso do planejamento organizacional, por ser fonte inesgotável, relativamente barata de incremento do valor e de ganhos de competitividade. 
Além disso, esse processo de maturidade na gestão do conhecimento propicia o desenvolvimento e a melhora contínua dos processos corporativos, refinando, a cada ciclo, a qualidade dos outputs entregues por cada processo.

A utilização funcional do Capital Organizacional passa a ser um grande diferencial na vantagem competitiva das organizações. Todavia, como qualquer outro conjunto de ativos, o saber só é eficaz se for utilizado dentro de uma estratégia capaz de alavancá-lo, focando-o nas possibilidades reais, nas condicionantes do mercado e nas necessidades dos stakeholders impactados, principalmente clientes e colaboradores. O conhecimento organizacional sem meta pré-estabelecida se torna disperso e pouco aproveitável.

Internamente, o sucesso da gestão do Capital Organizacional depende fundamentalmente da revisão das relações entre os diversos atores (áreas e indivíduos) da organização. As novas relações colaborativas não podem mais se basear em puros acordos de execução das atividades programadas no ciclo produtivo e no job discription. As novas estratégias e modelos de interação devem focar o fator humano e seu produto direto (conhecimento) como os principais componentes na formação do arcabouço de valor agregado às atividades da corporação, do produto à gestão, na qual a aprendizagem mútua e contínua é parte preponderante da mecânica, recriando as condições de eficiência e competitividade que o ambiente demanda para se manter e evoluir.

Para tanto, o relacionamento qualificado e construtivo, alicerce da interação do conhecimento, tem de assumir novos contornos e parâmetros, uma vez que o sucesso deste modelo se sustenta, em primeira instância, na decisão da alta gestão, necessária para coordenar e incentivar o alinhamento de interesses no âmbito estratégico, uma vez que é seu papel ser o agente catalisador capaz de transformar a organização em um organismo com capacidade de antecipação, execução e evolução em um ambiente externo em constante mutação.

Fonte:Daniel Domeneghetti - http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A Velocidade das Mudanças

Você conhece a história da rã que foi colocada em um recipiente com água fria? 

A temperatura da água vai subindo aos poucos e ilustra exatamente o que acontece em uma infinidade de empresas. 

A rã só percebe que a água está muito quente quando já não tem mais condições de se salvar, e acaba morrendo no momento da fervura da água.

Qualquer semelhança com o ambiente corporativo é mera coincidência? 

Infelizmente, não. No mundo dos negócios, a maior parte das pessoas vai ignorando as condições que apontam a necessidade de mudar e, quando percebem, já não há mais tempo para reagir.

Apesar de muitos dos seres humanos saberem lidar com a mudança, o que preocupa, na verdade, é saber se estamos treinando as pessoas adequadamente para lidar com a velocidade da mudança. 

Agilidade, flexibilidade e velocidade são essenciais, principalmente porque sabemos que as mudanças não acontecem em 24 horas. A mudança é um programa intensivo de ação, necessária em altas doses para que seja bem-feita.

O reconhecimento da necessidade de mudança, freqüentemente, surge no nível da alta administração, mas o sinal de alerta pode vir dos clientes ou dos departamentos que começam a se sentir travados por um processo deteriorado ou problemas de produtividade. Qualquer que seja o ponto de partida do processo de mudança, é preciso que seja disseminado até abranger toda a empresa.

Contudo, há uma fase preliminar que consiste em preparar um relatório, defendendo a transformação proposta e demonstrando a sua necessidade e vantagens. É um bom começo para defender as suas idéias e começar a conquistar o envolvimento das pessoas. Nessa fase, deve-se elaborar a visão e comunicá-la adequadamente a todos os membros da empresa. Convide-os a participar de projeto de forma concreta e criativa. Lembre-se de que preparar a empresa para o que virá é construir o contexto de mudança.

Apresente razões sólidas, argumentação precisa, clara, fundamentada e convincente.

A Price Waterhouse publicou um estudo no qual mostra que o maior obstáculo para a mudança é o argumento de que a empresa não está preparada para ela. Não caia nessa armadilha! Conte às pessoas o que vai dizer, diga e depois explique o que disse. Mesmo que a mensagem central permaneça inalterada, os detalhes do projeto devem ser modificados, caso você não o atualize constantemente. Mantenha a comunicação sempre ativa e controle a sua eficácia durante todo o tempo.

Dizer que existe uma receita de bolo para aplicar para os projetos de mudança é algo bem equivocado, uma vez que cada mudança traz consigo uma situação específica e singular. O que existe, segundo o estudo apresentado pela Price Waterhouse, é um conjunto de princípios que podem servir de base propulsora para a inspiração no momento de mudar. Acompanhe o checklist a seguir!

Checklist dos princípios básicos da mudança:
  • Enfrentar a realidade.Agir sempre junto a estratégia.
  • Exigir comando firme.Estabelecer um clima de mudança.
  • Dar informações convincentes.
  • Fazer do cliente mola-mestra da mudança.
  • Conhecer pessoas estratégicas.
  • Comunicar-se continuamente.
  • Reformular o sistema de medidas.
  • Utilizar todos os recursos.
  • Ser audacioso.
  • Aproveitar a diversidade de recursos.
  • Desenvolver novas capacidades na empresa.
  • Planejar.
  • Promover a integração de iniciativas.
Fonte:Alessandra Assad - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sábado, 28 de junho de 2014

800 anos da língua portuguesa


Basta que um fato qualquer repercuta nas redes sociais para que se veja uma profusão de comentários - em língua portuguesa. De acordo com estudo do instituto lusitano Camões, o idioma é o terceiro mais falado no Facebook e no Twitter, repetindo patamar ocupado no Orkut, que passou a ser dominado principalmente por brasileiros. A língua é hoje a mais falada de todo o hemisfério sul. Tem mais de 250 milhões de pessoas como idioma oficial.

Em junho de 2014, o português completa oito séculos. O marco histórico para determinar o natalício é o testamento do rei lusitano dom Afonso II, datado de 27 de junho de 1214. Segundo estudiosos, o documento é o mais antigo já redigido na língua que abraça Fernando Pessoa e Guimarães Rosa.

O berço do português é a Península Ibérica. Derivada do galego-português, a língua é hoje falada nos cinco continentes. É o idioma oficial em oito países: Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

“A língua portuguesa é exuberante e é fácil, ao contrário do que todo mundo diz. Além de ser uma língua extremamente flexível e, por isso, tão falada e tão usada no ocidente”, afirma Roberto Pontes, professor de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade Federal do Ceará (UFC). O pesquisador afirma que a expansão do português mundo afora é hoje um processo conduzido principalmente pelo Brasil e o seus mais de 200 milhões de habitantes.


Para o professor Alber Uchoa, do departamento de Letras Vernáculas da UFC, o idioma tem se difundido, sobretudo, por meio da cultura. “A música, a moda e a dança, por exemplo, estão mostrando a importância do português, principalmente o falado no Brasil”, analisa. E completa: “O português é hoje uma das mais importantes línguas do mundo”.


Do romano ao índio

A expansão do Império Romano fez surgirem as vertentes românicas ou neolatinas, conjunto das línguas indo-europeias originadas a partir do latim. “O português provém do latim vulgar, de uma linguagem mais oralizada, que nasce a partir do que os romanos introduziram na região da Península Ibérica”, explica Victor Cintra, professor de literatura da Universidade Estadual do Ceará (Uece).

O pesquisador pondera que, apesar do marco histórico de 1214, o português tem histórico anterior à data. Victor destaca o período “pré-histórico”, que vai dos primeiros indícios da língua até o século IX, época que não possui registro material, pois era apenas falada e não escrito. Ele aponta ainda a fase “proto-histórica”, quando os textos eram escritos em galego-português, para, posteriormente, chegar ao português propriamente dito. “Ao longo do tempo a língua vai se transformando, tanto que temos o ‘internetês’ de hoje. Quem vai fazendo a língua é o povo”, afirma.

Depois de se tornar oficial em Portugal, o português se espalhou, alterando-se a partir da expansão marítima do país e do contato com as colônias. “É preciso considerar os substratos da língua, pois o povo que domina também recebe informações do dominado. A língua não permanece como chegou, vai sendo utilizada e modificada”, diz. Prova disso, ele argumenta, é a diversidade de origens da língua falada no Brasil, que tem forte influência da cultura indígena e negra.
Fonte: O Povo Online - Fortaleza/CE.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Os 10 Livros que toda Mulher de Sucesso deve Ler

Vários são os fatores que fazem uma mulher alcançar o sucesso, dentre eles, o conhecimento é um dos pontos chaves que embasa tanto habilidades como atitudes, pois leva a refletir sobre nossas ações e assim podemos ajustá-las de acordo com as oportunidades que nos surgem,  sendo esta uma das premissas para o sucesso de qualquer pessoa.
A lista que apresento aqui, não tem a pretensão de se tornar uma bibliografia obrigatória para mulheres,  até porque excelentes livros ficaram de fora, e vários outros ainda estão por vir, mas quero que com estas sugestões você possa ampliar seus conhecimentos para assim vencer e ter sucesso não somente na carreira, mas em todas as áreas que uma mulher deseja se destacar.
1 - Faça Acontecer – Mulheres, trabalho e a vontade de liderar, de Sheryl Sandberg
O livro lançado em 2013 pela Chefe Operacional do Facebook, apontada como a 10ª mulher mais poderosa do mundo pela revista Forbes, despertou polêmica ao levantar a questão da estagnação das mulheres em suas carreiras, apontando fatores relacionados a forma de agir e pensar como algo fundamental para o sucesso da mulher no âmbito profissional. O livro trás ainda sugestões  práticas de como resolver questões pessoais  para atingir um alto  potencial de desempenho e assim chegar ao topo nas organizações.
2 - Feito Homem – A jornada de uma mulher ao universo masculino, de Norah Vincent
Norah Vincent queria saber como realmente era a vida dos homens, pois muitas mulheres sempre acreditaram que eles vivem melhor do que elas. Para descobrir por si mesma se isto era verdade, por dezoito meses ela se disfarçou de homem e relatou tudo o que pode perceber neste livro, acerca do universo masculino. Tendo estado onde certamente nenhuma mulher esteve, Norah Vincent narra de forma bem humorada e cativante os muitos mistérios singulares da identidade de gênero.
3 - Nos negócios jogue como homem,  vença como mulher, de Gail Evans
De forma direta, Gail Evans faz uma análise realista e sincera do segredo para o sucesso nos negócios e ensina mulheres de todos os níveis de uma organização através de exemplos práticos, como participar do “jogo” aumentando assim as chances de sair vencedora.
4 - Homem líder, mulher líder, de Michael Gurian & Barbara Annis
O livro apresenta ferramentas científicas para que os leitores possam compreender o cérebro feminino e masculino além de entender a si mesmo e uns aos outros. Analisando a diferença de homens e mulheres e como através do equilíbrio de uma equipe mista, as empresas podem alcançar maior vantagem competitiva, utilizando o que cada gênero tem de melhor.
5 - Mulheres, elas fazem historia, de Mayla Di Martino
Com coragem e comprometimento social, 64 executivas integrantes do Espaço Mulheres Executivas (MEX-Paraná),  relatam os desafios enfrentados para chegar a posições de liderança. Além de refletir sobre as condições que podem tornar o mundo corporativo, mais afável ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, tanto para homens quanto para mulheres.
6 - Executiva, a heroína solitária, de Emerson Ciociorowski
Escrito de forma leve, cativante e fluída, o autor busca levar mulheres, a uma reflexão profunda, sobre a importância de seu papel na vida e sua responsabilidade na concretização de um mundo melhor. Através de temas instigantes, a leitora é convidada a explorar o potencial que cada mulher tem mas que consequentemente é esquecido por falta de tempo e coragem.
7 - Mulheres que correm com lobos – Mitos e Histórias do arquétipo da mulher selvagem, de Clarissa Pinkola Estes
Este livro propõe que toda mulher tem em si um lado a ser descoberto, uma essência selvagem e poderosa que procuramos esconder, ou não entrar em contato por medo de nós mesmas, no entanto, a autora descreve, através da análise de mitos que este lado feminino nos coloca frente a frente com nosso eu verdadeiro, transformando a realidade através da força que está por trás de cada mulher, contribuindo assim para que a essência feminina se fortaleça e possa guiar cada uma para o sucesso e realização pessoal.
8 - Marketing da Mulher,  de Vanda Neves
De forma clara e reflexiva, Vanda Neves desafia elas a promoverem mudanças que muitas desejam, mas acabam não concretizando. Com a proposta de ser um guia para mulheres o livro mostra através de princípios do marketing que é possível ser mulher e amante, ter uma carreira e ser mãe, abraçar muitas causas e ser uma pessoa mais feliz.
9 - Mulheres no topo – Como mulheres bem sucedidas conciliam trabalho e família, de Diane F. Halpern e Fanny M. Cheung
Através do depoimento de profissionais influentes, as autoras buscam mostrar que é possível conciliar família e trabalho através da discussão dos principais dilemas vividos pelas mulheres na sociedade contemporânea: ser uma boa mãe e esposa e ao mesmo tempo conquistar o sucesso profissional.
10 - A era da mulher – Entenda e prepare-se para a mudança econômica em curso, de Alison Maitland
O livro aponta a importância e a força econômica das mulheres, argumentando que a posição feminina como consumidoras, profissionais e lideres tem sido reconhecida como um indicativo de saúde, maturidade e viabilidade econômica. Apontando que as mulheres atualmente exercem um papel essencial para as soluções do mercado de trabalho, para a diminuição das taxas de natalidade e para a escassez de qualificações.
Inspire-se e Boa Leitura.
Por: Gisele Meter - http://www.administradores.com.br/