sábado, 2 de março de 2013

7 Dicas para se ter Sucesso nas Mídias Sociais

01 – ESPALHE-SE PELA REDE
Crie perfis e página para sua empresa nas principais redes sociais, como linkedin, facebook, twitter, Google + e integre estas ferramentas umas com as outras, de forma que interajam entre si. Mesmo que já possuam perfis particulares, mas as pessoas tendem muito mais a seguir uma marca a mais um na rede. Além das redes sociais, existem diretórios gratuitos onde se pode criar perfis e mini páginas para suas empresas como hotfrog, Google Place entre outros.

02 – CRIE E PARTICIPE DE GRUPO DE DISCUSSÕES

Identifique assuntos comuns de interesse em grupos existentes e crie seu próprio grupo de discussões. A grande maioria das redes sociais dispõe destas ferramentas, compartilhe conteúdo, ideias, imagens e tudo que for relevante para seu seguidor.

03 – CONTEÚDO É REI

Seja em seu site, na sua página do facebook ou em um grupo, compartilhe ideias, dicas, conselhos. Gere conteúdo fantástico e dedique-se há gastar seu tempo em 80% para ótimo conteúdo e 20% para promoção de sua marca.  Entenda que as pessoas irão te seguir pelo seu conteúdo relevante e não para ouvir você falar de como é bom fotógrafo, que suas fotos são bonitas e bla bla bla…
Mas no final as pessoas acabarão entrando em contato e fixando sua marca e com certeza será lembrado quando elas assim precisarem.

04 – 20 MINUTOS POR DIA

As mídias sociais apesar de uma forma relativamente barata de publicidade requer um mínimo de esforço. Dedique-se ao menos 20 minutos de seu dia para cuidar de sua marca na web. Crie um plano de marketing e separe alguns preciosos minutos, para responder, comentar e produzir conteúdo para cada mídia que participe.

05 – SEJA VOCÊ, SEJA AUTÊNTICO

As pessoas sempre buscam o lado humano das coisas, escreva para pessoas que se interessam pelo seu serviço ou produto. Evite jargões, seja simples, sincero e objetivo. Escreva ideias, dicas, poste suas melhores imagens.
Obs. Não se esqueça de pedir permissão por escrito para postar imagens de seus clientes.

06 – ESTEJA PREPARADO PARA CRÍTICAS E OPINIÕES NEGATIVAS

Quando se está presente nas redes sociais, estamos abertos a receber tanto elogios, quanto críticas, sem falar em postagens mal educadas ou de caráter ofensivo. Seja paciente, gerencie a crise e a direcione para um caminho mais confortável para você. Mas evite apagar posts e discursões mais acaloradas, mostre-se transparente e aberto à comunicação.

07 – FACILITE O BOCA-A-BOCA

Você já tem um site, ótimo, então espalhe botões de compartilhamento em todas as páginas, faça com que fique fácil para seus visitantes compartilharem seu conteúdo nas redes sociais.
 Por: João Karim  - http://www.fotografia-dg.com

sexta-feira, 1 de março de 2013

12 Dicas para Escrever Melhor

A escrita está presente em praticamente qualquer profissão. Alguns erros em um simples e-mail podem acabar com sua credibilidade na 
empresa


Uma ideia por parágrafo deve ser sua meta sempre, seja em um e-mail ou em uma apresentação de PowerPoint


Escrever bem é uma habilidade que qualquer profissional deve almejar. A clareza nas ideias, coerência na escolha das palavras e a correção gramatical são elementos essenciais para tal. Além disso, outros fatores como objetividade também devem ser sempre considerados.


A seguir, você poderá conferir algumas dicas práticas que irão ajudá-lo a escrever melhor, seja em um livro ou um relatório:


1. Decida seu objetivo
Seja qual for seu material – apresentação, discurso, e-mail ou relatório –, é importante que, antes de tudo, você estabeleça claramente quais são seus objetivos com o texto. Além de evitar que você se distraia com informações desnecessárias, montar uma lista de objetivos para o texto irá deixá-lo mais confiante na realização da tarefa, refinando sua perspectiva.


2. Peça feedback
Quando se sentir desafiado por determinado trabalho, pedir a opinião e considerações de certas pessoas sobre seu texto pode ser uma estratégia útil. Pergunte se entenderam seu objetivo com o texto, se a linha de raciocínio está clara, se há informações faltando, entre outras questões que achar relevante. Mas lembre-se que, algumas vezes, feedback demais pode desmotivá-lo e desencorajá-lo. Por isso, decida o que acha melhor ou pergunte apenas para uma ou duas pessoas que realmente entendem do assunto para ajudá-lo.


 3. Seja sucinto
O escritor Carlos Drummond de Andrade já dizia, "escrever é cortar palavras". Você não precisa de um parágrafo inteiro para transmitir informações que poderiam ser ditas em uma frase. A objetividade deve ser a meta, independentemente do tipo de texto em que você estiver trabalhando.


4. Edite
Para alcançar o objetivo esclarecido acima, edite seu texto quantas vezes achar necessário. Comece com um simples rascunho e, conforme for escrevendo, modele o texto até alcançar o melhor resultado. Elimine artigos, palavras, adjetivos e informações desnecessárias e repetidas.



 5. Refine a estrutura
Nesse momento, não se preocupe muito com as palavras, mas sim com a forma como seu texto está estruturado. Reordene da maneira que achar mais coerente e só acrescente mais parágrafos se achar que for realmente necessário.


6. Considere um tom informal
Escrever um relatório não quer dizer que você só deve optar por palavras longas, complicadas e formais. Considere utilizar um tom mais informal para o texto, para que não seja burocrático e enfadonho.


7. Valorize a clareza
Como dito anteriormente, sua mensagem deve ser transmitida com o mínimo de palavras possível. Essa instrução, no entanto, não deve ser sobreposta à clareza. As informações cruciais devem ser de conhecimento do seu público, e a objetividade não deve sacrificar a lógica em nenhum caso.


8. Deixe a mensagem se destacar
Escrever um texto elegante é uma ótima característica, mas não pode ser considerada importante. Pelo contrário, o que deve se destacar é a mensagem que você deseja transmitir e não a linguagem que utiliza.


9. Elimine os jargões
Jargões e clichês acabam com qualquer texto. Por mais “especializados” que eles possam parecer, deixe-os para o cotidiano.


10. Uma ideia por parágrafo
Considera a dica 10 como uma regra imprescindível. Uma ideia por parágrafo deve ser sua meta sempre, seja em um e-mail ou em uma apresentação de PowerPoint.


11. Deixe seu objetivo claro na primeira frase
Não enrole seus leitores com contextualização e detalhes no começo. Deixe esses parágrafos por último. É importante que seu principal objetivo ou informação seja transmitido logo na primeira frase ou parágrafo. Em seguida, desenvolva o texto para acrescentar o que considera de relevância secundária.


12. Escreva visualmente
Poucas pessoas leem cada palavra de um relatório ou email. Por isso, é importante que sua mensagem seja visível, ou seja, o leitor deve olhar para o material e facilmente identificar cada ideia. Para isso, pense em algumas opções de estrutura de organização do texto, como em tópicos ou cabeçalhos.
Fonte: Portal Universia - Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A Importância do Caranguejo-Uçá na Alimentação


O Uçá é rico em proteínas e ajuda na redução de problemas cardiovasculares


Dentre as várias espécies de caranguejo, o uçá é o mais consumido nas regiões litorâneas, em especial no Litoral Maranhense. Além de ser útil para o meio ambiente, o caranguejo-uçá tem um grande valor nutricional. 

Ele possui proteínas minerais, é rico em cálcio, manganês, zinco e ácidos graxos poliinsaturados da série ômega 3, que apresentam vários efeitos benéficos, como adiminuição do colesterol ruim (LDL). 
O caranguejo tem, ainda, um baixo teor de gordura, o que contribui para a saúde, pois reduz o risco de problemas cardiovasculares. 

No entanto, o caranguejo, por ser um crustáceo, apresenta altos níveis de colesterol, representando um fator de risco à saúde humana por ser relacionado àdoença coronariana aterosclerótica. 

Essa doença pode afetar as artérias do cérebro, do coração, dos rins, de outros órgãos vitais e até causar infarto. A cada 100 g de carne de caranguejo-uçá, o teor médio de colesterol corresponde 85,37mg. 
Segundo a nutricionista do Restaurante Universitário da UFMA, Waléria Costa, o caranguejo é uma importante fonte de energia para o homem, além de ter baixo teor de gordura, mas por outro lado, é preciso ter cuidado ao consumi-lo, pois como se trata de um crustáceo, pode ocasionar alergias. 
  • “Os crustáceos, em geral, podem causar reações alérgicas como coceira, edemas, inchaço nos lábios e, em casos mais graves, pode levar ao choque anafilático”, adverte. 
O caranguejo, bem como qualquer crustáceo, possui uma proteína chamada tropomiosina, que, ao ser ingerida, pode produzir um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE), que ataca uma proteína contida no crustáceo, originando os sintomas da alergia em minutos ou em algumas horas após a ingestão do alimento. 
“Portanto, é preciso ter muito cuidado em caso de reações alérgicas e procurar orientação médica”, defende a nutricionista. 

Waléria orienta que é indispensável que o animal seja cozido vivo. A carne congelada pode ser utilizada em tortas, por exemplo, e só dura cerca de 30 dias, que é o seu prazo máximo de validade. 
  • “Se uma pessoa ingerir carne crua ou mal cozida, poderá ter infecções e acabar tendo que ser hospitalizada. Portanto, é preciso ter cuidado ao consumir caranguejo”, explica. 
Risco de ingestão 

Waléria ressalta que a carne fora da validade pode conter o Vibrio parahaemolyticus, que é uma bactéria que pode causar infecção com sintomas de diarreia, cólica abdominal, náusea, vômitos, dor de cabeça, febre e calafrios. 
“Se cozinhar bem os alimentos, essa bactéria pode ser facilmente destruída”. Por isso, é um risco ingerir alimentos crus, principalmente os crustáceos. 
“Ter cuidado com a higiene e com o preparo desse alimento é fundamental para saboreá-lo sem prejudicar a saúde”, finaliza. 

Saiba + 

O caranguejo-uçá é uma das espécies de caranguejo mais comuns nos manguezais brasileiros. Ele é o segundo maior crustáceo encontrado no manguezal e o mais explorado para o consumo humano. 

O uçá é caracterizado por patas carnudas, peludas e arroxeadas. Assim como os demais caranguejos, possui cinco pares de patas, sendo que o primeiro par é bem desenvolvido e terminado em pinças que ajudam na alimentação, na defesa e na atração da fêmea. 

Esses crustáceos vivem em tocas e se alimentam de folhas. Durante a maré alta, o uçá permanece na toca, e na maré baixa, ele sai em busca de alimento. 

Por: http://www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=41318
Revisão: Juliana Lavra
Lugar: Cidade Universitária
Fonte: Liliane Cutrim

A Importância do Conhecimento da Contabilidade


Em fins do século XV, o monge franciscano Frá Luca Pacioli, na Toscana (Itália), publicou seus estudos sobre Aritmética, Geometria e o tratado de escrituração mercantil, sob o título de Summe de Arithmetica Proportioni ET Proporcionalitá, contendo as primeiras referências ao sistema de “partidas dobradas” até hoje utilizado na contabilidade. 
A Pacioli é atribuída a paternidade do sistema, mas nunca por ele confirmada. 
Ocorreu que, na época mercantilista, principalmente em Gênova, os comerciantes registravam as transações comerciais já utilizando o conceito de que “quem recebe é debitado e quem dá é creditado”.
O conceito fundamental da contabilidade é conhecido como “a todo débito deve corresponder um crédito de igual valor”. 
Todos os gestores empresariais necessitam conhecer com profundidade os princípios contábeis, para que possam analisar os dados da empresa e adotar decisões adequadas.
Infelizmente, muitos administradores de empresa não têm conhecimentos profundos sobre os critérios contábeis e sua utilização. 
Para que o leitor avalie o que afirmamos, faça a seguinte experiência. Pergunte a um administrador “do que é formado o capital de giro de sua empresa”. Acrescente à pergunta a expressão capital de giro líquido e saberá que esses conceitos são pouco conhecidos, quando a nosso ver, deveriam ser facilmente elaborados por um bom administrador de empresas.
Numa tentativa para melhor esclarecer o assunto, passarei a apresentar alguns conceitos técnicos necessários ao debate do assunto. Em qualquer empresa, dependendo de suas especificidades, as seguintes contas sempre existem:
  • Caixa
  • Bancos
  • Aplicações Financeiras
  • Contas a receber de clientes
  • Estoques
A soma dos saldos dessas contas representará o Capital de Giro Ativo.

Por outro lado, temos as contas passivas ou de dívidas da empresa com terceiros.
São elas:
  • Contas a pagar: luz, energia elétrica, combustíveis, água, etc.
  • Folha de pagamento de empregados e encargos sociais relativos.
  • Impostos a recolher.
  • Empréstimos e financiamento.
A soma dos saldos dessas contas representará o Capital de Giro Passivo.

Estou utilizando a linguagem técnica apropriada para familiarizar o leitor com ela.
  • Capital de Giro da Empresa é constituído pelas contas do ativo menos as contas do passivo. 
  • Feitas a subtração obteremos o Capital de Giro Líquido, que é o total dos ativos menos o total dos passivos. 
  • Esse assunto é tratado tecnicamente sob o título de Ativos e Passivos Circulantes considerado o prazo de 12 meses. 
  • Além desse prazo, tudo é considerado como Longo Prazo.

O conhecimento desse assunto é fundamental para que um administrador de empresa possa gerir bem seu trabalho em termos estratégicos, econômicos e financeiros.

Estendendo mais o conhecimento contábil da empresa, encontraremos na composição do Balanço Patrimonial, as demais contas do Ativo, quais sejam:
  • - Realizável a Longo – mais de 12 meses.
  • - Imobilizado – edifícios, máquinas, equipamentos, ferramentas e outros.
  • - Diferido – gastos com projetos que afetaram os próximos exercícios.

         No mesmo sentido, mas com sinal contrário, encontraremos na composição do Balanço Patrimonial as contas do Passivo, tais como:
  • - Exigível a Longo Prazo – mais de 12 meses.
  • - Capital, Reservas e Lucros

          Pela aplicação do sistema de partidas dobradas, acima referido, a soma total dos Ativos será igual à soma dos Passivos. 
A seguir, trataremos da Demonstração de Resultados, a qual se vincula ao Balanço Patrimonial pela apropriação de seu resultado ao item Capital, Reservas e Lucros.
          
A Demonstração de Resultados conhecida em inglês pela expressão “Profit and Loss” ou Ganhos e Perdas, contempla as contas de resultados – credoras e devedoras – para representarem as Receitas por vendas, os custos dessas vendas e as despesas advindas das operações, ou seja custos dos produtos vendidos, despesas administrativas, de vendas e financeiras.

O quadro a seguir contém todas as contas acima referidas:
DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS DO PERÍODO JAN-DEZ / X
                       VENDAS BRUTAS
                       (-) DEVOLUÇÕES E DESCONTOS
                        = VENDAS LÍQUIDAS
                       (-) CUSTO DOS PRODUTOS,                                                                            MERCADORIAS/SERVIÇO VENDIDOS
                        = LUCRO BRUTO
                       (-) DESPESAS ADMINISTRATIVAS
                       (-) DESPESAS COMERCIAIS
= LUCRO ANTES DE DESPESAS / RECEITAS FINANCEIRAS (EBITDA)
                       (-/+) DESPESAS (RECEITAS) FINANCEIRAS
                        = LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E                                                   CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
                       (-) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
                        = LUCRO LÍQUIDO

  • O resultado da Demonstração é o lucro líquido que será transferido para a conta de Capital, Reservas e Lucros, encerrando o Balanço Patrimonial.

Todas as teorias acima expostas pertencem ao currículo dos cursos de contabilidade – técnico e contador – em nível de graduação e pós-graduação. Só a prática trará todos os conhecimentos ao profissional. 

Por - João Baptista Sundfeld   Economista, MBA em marketing e mestre em Educação (PUC/SP). Sócio fundador da SUNDFELD & Associados – Gestão Empresarial.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Os Quatros Níveis de Liderança

Uma pesquisa apontou como as pessoas se tornaram lideres: 10% talento natural, 05% consequência de líderes, 85% influência de outros líderes. Se você está galgando, dentro da sua organização, alcançar níveis mais elevados de liderança, saiba que você passará por esses quatro níveis:

1. Posição ou Cargo: 
As pessoas o seguem porque têm que fazer.  A liderança está fundamentada na sua posição e sua influência não se estenderá além das fronteiras definidas pela descrição do seu cargo.  Um líder que deseja que as pessoas o sigam simplesmente porque ele é "o chefe" logo perderá o respeito de seus liderados. Quanto mais permanecer neste nível, maior será o turnover de sua organização e mais baixo será seu nível de influência.

2. Relacionamentos: 
À medida que os seguidores confiam e gostam de seu líder, começam a segui-lo porque assim desejam fazer. É neste nível que o trabalho começa a ficar gostoso.  Contudo, permanecer por muito tempo neste nível, sem elevar os índices de produtividade faz com que pessoas altamente motivadas fiquem inquietas.

3. Capacidade ou Resultados: 
Nesse nível sua influência está consolidada, o respeito aumenta por causa daquilo que o líder e os subordinados alcançam juntos. As pessoas começam a seguir o líder em razão do que ele fez pela equipe ou pela organização. Este é o nível em que se percebe a liderança propriamente dita. Os problemas são resolvidos com o menor esforço, metas alcançadas mais rapidamente, moral das pessoas é mais elevado, turnover baixa e a lucratividade aumenta.

4. Desenvolvimento de Pessoas:
Os maiores líderes tem a visão de ajudar pessoas a se desenvolverem de modo que alcancem seu máximo potencial. A maturidade faz com que seu foco mude, saindo da preocupação de inspirar e conduzir seguidores para a capacitação de outros líderes. Como resultado, elas o respeitam não apenas por aquilo que fez pelo time, mas também pelo que fez a elas a nível pessoal.

Fonte: http://www.qualidadebrasil.com.br - COLUNISTAS: PROF. MENEGATTI

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Dicas para Gestão de Tempo

Administrar o todo é a palavra chave para muitos profissionais, mas em tempos de tecnologias fantásticas, que todos os dias se transformam, as atividades acabam sendo dispersas e o tempo não espera, ou seja, possíveis atrasos e perdas da Gestão eficiente acontece.

Primeiramente administrar tem com objetivo realizar e prover possibilidades de resultados, portanto logo pensamos que o tempo é primordial para realizar, relacionei dicas que acredito estar de frente com o que precisamos para a Gestão do tempo eficiente.
  • Celulares
Os celulares hoje são vitais para os negócios e para facilitar a comunicação, mas será este mesmo responsável pela comunicação interna? Portanto tome cuidado com o uso excessivo, considerando que hoje os famosos smartphones apresentam milhares de aplicativos interessantes, você acaba deixando de lado o que de fato necessita atenção.
  • E-mail
Quantas vezes você olha seu e-mail por dia? Se a resposta for a cada 20 minutos, atenção ao excesso, sinal que algo não anda bem com sua gestão, portanto tenha o hábito de verificar seus e-mails de maneira programada, abrindo exceção para comunicações urgentes que são anunciadas anteriormente.
  • Internet
A sua frente um mundo de informações e conhecimento, de outro lado um dos maiores responsáveis pela perda de concentração do trabalho, tome cuidado com o uso excessivo, pois como citei anteriormente o tempo não espera, mantenha o hábito de usar o que de fato necessita e no horário que você determinou.
  • Evite a procrastinação
A procrastinação ou a arte de deixar para amanha é o principal motivo pelo acúmulo de atividades, ou seja, é muito comum você deixar para depois o que você pode fazer hoje ou seja, AGORA.

A Wikipédia define como
Procrastinação é o diferimento ou adiamento de uma ação. Para a pessoa que está procrastinando, isso resulta em estresse, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com suas responsabilidades e compromissos.

Tome cuidado com o excesso de confiança e perfeccionismo, dois principais responsáveis em tornar você um procrastinador crônico.

Nos próximos artigos estarei falando mais sobre a Gestão do tempo com foco no planejamento das atividades diárias, por enquanto, o que você acha em criar um planejamento simples para que você mude seus hábitos diários.

Data
Hora
Atividade
Realizado
Motivo
22-02
08:00
Checar e-mails
SIM



09:00
Reunião com diretoria
SIM



10:00
Visita a fornecedor

Não
Fornecedor não estava

11:30
Almoço
SIM



13:00
Checar e-mails

Não
Sem luz











Note que neste modelo simples de programação diária de atividades consigo evidenciar o que é realmente necessário para completar as atividades dentro de um período, porém quando esta mesma não é realizada, identifico o motivo e por conseqüência com o tempo consigo mudar o comportamento e criar uma Gestão do tempo mais eficiente e saindo da Procrastinação.


Fonte: Zafenate Desidério -Qualidade Brasil - http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Gestão por Competências, O Que É?


Ainda há muita confusão em relação ao que é gerir por competências. E pra piorar o termo incompetente tem um tratamento muito pejorativo, no Brasil.

Bem, vamos começar entendendo o conceito original, que é gestão de pessoas por competências. E deixando claro que as competências estão nas pessoas.

  • Lá na escola todos aprendemos que competência é a soma de conhecimento habilidade atitude (o famoso CHA), ou saber o que fazer, como fazer, e querer fazer. 
  • Do ponto de vista da gestão esta leitura é limitada porque não inclui o alcance dos resultados necessários à sobrevivência e ao alcance dos objetivos da organização e também das pessoas que a integram. Quer dizer, competência é quando foi feito e bem feito.

O Brasil adora o futebol, então vamos usar um exemplo bem conhecido de fracasso, a seleção do Telê, de 82. Telê como líder era excepcional e conseguia reunir as competências individuais e aproveitar ao máximo o seu potencial para obter resultados coletivos.
Até hoje todos dizem que era o melhor time, o que jogava mais bonito, e que foi uma injustiça muito grande não vencer a copa, talvez coisa do destino. 

  • Avaliando as competências pela CHA, daríamos nota dez ao time.
  • Mas avaliando sob o ponto de vista da entrega de resultados a seleção de 82 foi um fracasso, da mesma forma que foi o do time horrível do Dunga, de 2010. Ambos voltaram pra casa mais cedo e com a cabeça baixa por terem falhado. Poderiam ter ganho, claro que sim, só que o potencial não se realizou. Eram competentes, capazes, na acepção da palavra? Sim, mas falharam na execução.

Não vou aqui citar uma ou outra literatura, minha referência no tema pro Brasil continua sendo a do meu mestre Joel de Souza Dutra, que diz que: Competência é a capacidade de uma pessoa gerar resultados de acordo com os objetivos organizacionais, isto é, pelos resultados e desempenho obtidos através do conjunto de qualidades que lhe é inerente.

Eu vou além, competência vista como capacidade ainda é só potencial, que pode ou não se realizar, dependendo de muitas variáveis pessoais e organizacionais. Defendo que competência é entrega de resultado, o que vem depois. É o ponto de partida para o desenvolvimento pessoal e organizacional, uma avaliação de desempenho justa que reconheça quem mais contribui com resultados, de forma pecuniária ou não.

Mas e na prática, como alinhar programas de formação e desenvolvimento com a estratégia e os processos da organização? Precisamos sair do lugar comum passivo dos RHs, que ainda continuam perguntando pras áreas o que elas QUEREM fazer, em vez de trabalhar um plano que contenha o que elas PRECISAM fazer.

Mas vamos tratar então da conexão estratégia/competências. 
  • Estratégia pressupõe um objetivo de longo prazo e ações coordenadas para alcança-lo, certo? 
  • Ora, se executar a estratégia é fazer escolhas no presente que se realizarão ou não no futuro, temos a resposta para a gestão por competências: escolhas no tempo. E olha que faz tempo que se fala nisto, desde 1994, com  Sparrow e Bognanno, em Competency requirement forecasting: issues for international selection and assessment.   

 Seu plano de formação de pessoal tem que tratar das competências no tempo, com deadlines para prontidão, quer dizer, quando e quanto as pessoas deverão estar capacitadas para realização das tarefas que a estratégia definiu para o uturo.

São classificações bem simples, e em apenas quatro categorias:
  • Competências emergentes – não eram necessárias ou não eram relevantes, mas passaram a ser e serão necessárias num futuro próximo, e tem que ser adquiridas. As formas de trabalhar? Interiorizar a competência na organização com terceirização ou não e formar com instrutoria interna, o que demora muito, ou contratar no mercado pessoas já competentes, o que é bem mais rápido.

  • Competências declinantes – são aquelas que fizeram uma diferença danada no passado, normalmente ainda são muito valorizadas na organização, mas serão cada vez menos necessárias no futuro. Por exemplo, quem tem diploma de datilografia, que nem eu? Dá pra imaginar hoje trabalhar na máquina de escrever, sem corretor ortográfico? Estas são as mais difíceis de gerenciar, porque programas ou cursos tem que ser extintos ou modificados, o que contraria muitos interesses e atrai muita resistência.

  • Competências essenciais – aquelas ligadas ao negócio da organização, que todo mundo tem que saber. São as tratadas com prioridade na educação corporativa, na lógica da universidade corporativa: quem sabe é obrigado a ensinar, e que ainda não sabe é obrigado a aprender, e rápido.

  • Competências transitórias – aquelas que serão necessárias por um tempo apenas, normalmente tem que ser trabalhadas com prioridade e não precisam ser mantidas. Aqui a terceirização se justifica totalmente como a estratégia mas acertada.

E é isto, quando pensamos competência na linha do tempo fica bem mais fácil. Porque sempre haverá alguém fazendo o que não precisa fazer, ou fazendo do jeito antigo, ou da pior maneira, e se a gente for perguntar pra ele o que precisa de treinamento, pode ser que ele diga que precisa de um curso de datilografia, acredite.  

Fonte: Joel Solon Farias de Azevedo  -http://www.qualidadebrasil.com.br

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Os 12 momentos mais importantes dos 9 anos de história do Facebook

Fundado em 4 de fevereiro por um então desconhecido estudante da Universidade de Harvard chamado Mark Zuckerberg e colegas de quarto (entre os quais o brasileiro Eduardo Saverin), o Facebook completou nesta segunda-feira nove anos. 

Rica em polêmicas desde sua origem, a rede social é uma febre, um grande empreendimento, um divisor de águas, uma ameaça à privacidade, um instrumento de mobilização em escala global, uma promessa para o futuro, o delírio de um empresário que tem como meta dominar o mundo. 
As definições são muitas. Umas exageradas. Outras ainda incógnitas. Todas, entretanto, verdadeiras ou, pelo menos, possíveis.
Veja abaixo um resumo pontual dos momentos de maior destaque desses nove anos do Facebook:

  • 2003 – É lançado o Facemash, criação de Mark Zuckerberg que abriu caminho para o Facebook. A rede, fechada para estudantes de Harvard, era basicamente um espaço em que os usuários podiam comparar fotos e marcá-las como “hot (quente) ou not (não)”, algo como dizer o que achavam legal e o que não achavam.
  • 2004 – É lançado o Facebook, inicialmente fechado para estudantes da Harvard, desenvolvido por Zuckerberg e com investimentos de Eduardo Saverin.
  • 2004 – Sean Parker, fundador do Napster, passar a prestar uma espécie de consultoria ao Facebook, ganha 10% de suas ações e, com sua entrada no negócio, demarca o início da crise de Zuckerberg com os amigos que o ajudarão a lançar a rede.
  • 2004 - Saverin deixa o grupo e é iniciado um imbróglio judicial que culminou anos depois com a garantia de que o nome do brasileiro continuaria sendo apresentado como co-fundador do Facebook e teria direito a 5% das ações da companhia (inicialmente, o percentual era de 24%).
  • 2004 – O Facebook chega ao Vale do Silício e Peter Thiel, co-fundador do PayPal, faz o primeiro grande investimento: US$ 500 mil, em troca de 10.2% e lugar no comando da companhia.
  • 2005 – Zuckerberg amplia seus servidores e abre a rede para alunos de mais 20 universidades.
  • 2010 – É lançado o filme “A rede social”, dirigido por David Fincher, com Jesse Eisenberg no papel de Zuckerberg
  • 2010 – Irmãos Winklevoss voltam a processar o Facebook. Os primeiros, que já haviam conseguido um acordo, voltaram a entrar na Justiça contra Zuckerberg alegando que o dinheiro recebido inicialmente era pouco, diante do valor de mercado adquirido pela companhia.
  • 2012 – O Facebook abre seu capital com ação negociada, inicialmente, a US$ 43. IPO, entretanto, decepciona e faturamento é menor que o esperado.
  • 2012 – O Facebook compra o Instagram.
  • 2012 – O Facebook muda termos de sua política de privacidade e gera polêmica, sob a acusação de ampliar a exposição dos usuários.
  • 2012 – O Facebook apresenta sua nova ferramenta de buscas, a Graph Search, que deve ser mais uma maneira de a rede ampliar suas fontes de receita. A ideia é de que, a partir da oficialização do novo mecanismo, os resultados sejam apresentados a partir do cruzamento de dados, aproximando a busca interna da rede ao modelo do Google

Por: Simão Mairins, www.administradores.com,