sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Novas carreiras


Todos os anos, cursos tradicionais como Medicina, Engenharia, Direito, Administração, Ciências biológicas, Comunicação social, Enfermagem, Letras, Educação física e Pedagogia figuram entre os mais concorridos nos vestibulares em todo o País.
  • Quando se escolhe qualquer um deles além da dificuldade em ingressar na universidade, o recém-formado, provavelmente, enfrentará uma maior competição no mercado de trabalho.

Devido a esta questão e ao aumento significativo de novos cursos como Engenharia de Biossistemas, Visagismo, Gerontologia, Cinema de animação, Engenharia Aeroespacial e Biomedicina, entre outros, que podem se tornar uma alternativa para seguir uma carreira diferente, apesar de aparentemente menos disputadas no mercado, não se iluda, pois a numero de vagas também é proporcionalmente menor.

Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas no período 1991-2003 o número de nossas carreiras universitárias passou de 125 para 572, ou seja, mais que quatriplicou, atualmente correspondem a mais 82 áreas de conhecimento.
  • Imagine o seu filho(a) anunciando numa reunião de família que irá prestar vestibular para "Inteligência Artificial" ou para "Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis" ambos com quatro anos de duração e disponíveis na Universidade Federal de Minas Gerais.

Seja honesto, qual seria a sua reação?

Geralmente os pais "enlouquecem" e tentam convencer os filhos a mudar de idéia.

Mesmo os estudantes ainda são relutantes aos novos cursos, poucos possuem o espírito empreendedor suficiente para assumir uma carreira inédita no mercado, a maioria ainda prefere digladiar-se nos cursos tradicionais em nome de uma pseudo-segurança ao se formar.

Qualquer que seja a sua escolha envolverá riscos. Não existem mais carreiras que garantam o sucesso ou estabilidade como ocorria na geração de nossos progenitores.

No século XXI qualquer carreira exige muita dedicação, estudo, atualizações constantes e não se limita apenas às competências técnicas também se deve desenvolver as competências emocionais.

Com a evolução da tecnologia a informação ficou disponível para a maioria das pessoas tornando assim mais fácil o desenvolvimento de competências técnicas.

Sendo assim somente estas competências já não lhe garantem mais um diferencial competitivo no mercado este agora passou a ser reconhecido pelas competências emocionais.

Para esclarecer esta questão recorro à definição de Claude Levy Leboyer em que ele define que competências são repertórios de comportamentos que algumas pessoas dominam, o que as faz destacar de outras em contextos específicos

São alguns exemplos de competências emocionais: autoconhecimento, comunicação, criatividade e inovação, empreendedorismo, flexibilidade, humildade, liderança, motivação, negociação, relacionamento interpessoal, dentre muitas outras.

Claro que ninguém possui todas elas desenvolvidas, mas o grau e a conjugação de cada uma delas é o que define a nossa personalidade.

De qualquer forma para aqueles que pretendem seguir uma carreira alternativa, o caminho é estar sempre atento aos segmentos em fase de crescimento, pois ali estão as verdadeiras oportunidades de desenvolvimento. 

Vale à pena verificar jornais, revistas, sites e depoimentos de profissionais.

Mas, para obter sucesso, o principal é alinhar as habilidades à função desejada e trabalhar muito , seja em uma área nova, seja em uma tradicional.

Suce$$o

Fonte:  Roberto Recinella - Qualidade Brasil - http://www.qualidadebrasil.com.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Os Precursores da Gestão Empresarial Americana

 Quem Eram os Mestres em Gestão Empresarial no Início do Século 20? 

Que Modelos Eram Seguidos? 

Que Empresas Contribuíram Para a Gestão Empresarial?

No início do século XX os grandes fabricantes de automóveis da Europa como a Renault, a Citroën e a Peugeot cultivavam o fordismo como “modelo de produção”.

As cadeias de produção fordista também foram empregadas na indústria aeronáutica, ferroviária, na construção elétrica e no setor alimentício.

No início de 1920 a cidade de Paris recebeu o congresso da Organização Científica do Trabalho e a Du Pont – fabricante de fertilizantes e produtos de consumo – acabou destronando a Ford Motors do pódio das empresas modernas.

Pela primeira vez as funções da sede de uma empresa foram separadas das funções dos departamentos e, a partir desse momento, a direção das organizações passou a fixar os objetivos para os outros setores.
Além disso, a direção das empresas também passou a coordenar as atividades dos demais departamentos e a servir de árbitro entre eles. As filiais obtiveram maior responsabilidade operacional e passaram a gozar de grande autonomia.

  • Porém, em 1923 os americanos reagiram ao predomínio europeu, quando Henri Ford lançou seu primeiro livro nos ensinando a reduzir o preço, estender as operações industriais e a melhorar o produto final. 
  • Por volta de 1930 Dale Carnegie – considerado o pai dos guias de autodesenvolvimento – também lançou seu livro “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, o qual vendeu 15 milhões de cópias à época.

Levada pelo turbilhão da Du Pont, a General Motors – segundo fabricante americano de automóveis – foi reestruturada com o mesmo esquema; ou seja, 95% das decisões passaram a pertencer aos diretores das divisões.

O presidente da GM – Alfred Sloan – observou o fosso existente entre uma sociedade com gostos diversificados e um produto de massa e, dessa forma, surpreendeu a Henry Ford segmentando o mercado e propondo um modelo para cada consumidor, “de acordo com os seus meios e necessidades” – dizia ele.
A produção, a distribuição, os preços e a publicidade se adaptaram a esta estratégia voltada para o cliente, que deixou fora de moda o “carro de uniforme preto” fabricado pela Ford.

Dessa forma, Sloan venceu jogando com a “procura”, enquanto Ford liderava uma política de “oferta”.  Constatava-se mais tarde que o automóvel seria o berço das grandes inovações da Gestão Empresarial do século e, de certa forma, a mãe de todas as indústrias — até chegar à informática, com a sua nova visão do mundo.

Em meados dos anos 30, o processo de produção taylorista começou a ser contestado, pois a cadeia de produção favorecia somente à produtividade e, além de não ser flexível, ignorava o homem, abatendo cada vez mais a moral dos operários. 

Elton Mayo – psicólogo e professor em Harvard – conduziu uma série de experiências científicas que o levaram a esta conclusão: - “o simples fato de se interessarem por eles dá aos trabalhadores certa motivação”.

À “lógica do sentimento” passou a se opor à “lógica dos custos e da eficácia” e a corrente das “relações humanas no trabalho” passou a ter a sua fonte ilustrada também por outros estudiosos do “comportamento humano no trabalho”.

As teorias das relações humanas no trabalho – desenvolvidas por estudiosos como Abraham Maslow, Chris Argyris e Douglas McGregor – passaram a contestar o taylorismo, embora durante a II Guerra Mundial quando era imprescindível produzir rapidamente armas ou veículos  o taylorismo ainda era o sistema triunfador, por exemplo, com os “liberty ships”.

Os “liberty ships” eram navios cargueiros fabricados em cadeia a partir de 1942 (um navio a cada 15 horas) e que iriam garantir a logística no desembarque aliado na Normandia.

Graças a eles, a operação do dia D não apenas derrubou Hitler, mas demonstrou também aos europeus – até então considerados os “mestres” na Gestão Empresarial – a superioridade da organização americana.

Fonte: http://www.qualidadebrasil.com.br - 
Julio Cesar S. Santos

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Inflação


A definição econômica da inflação é a alta continuada e substancial do nível geral dos preços, concomitante com a queda do poder aquisitivo do dinheiro. 

A causa principal da inflação é devida ao crescimento da circulação monetária em desproporção com o volume de bens disponíveis. 

É um tumor, um câncer ou tumor maligno que deve ser removido para evitar o crescimento do mal.
Deve ser tratado com cuidados especiais que evitem a recidiva.

Entre os anos de 1960 a 1970 tivemos o início do desequilíbrio econômico no Brasil. Naquele período, os índices de inflação chegavam a aproximadamente 40% ao ano. A seguir, a década de 1980 foi marcada pela conjunção de dois fatores:
  • a) forte retração na taxa de expansão econômica.
  • b) significativo aumento da inflação. A média anual, por exemplo, subiu para 330% e, entre 1990 e 1994, para 764%. Foram pelo menos 15 anos de hiperinflação.    
Na época os supermercados e o comércio em geral remarcavam diariamente os preços dos produtos, que sumiam rapidamente das prateleiras e das vitrines, já que a população estocava alimentos por temer as sucessivas altas. Esse quadro caótico se estendeu até a primeira metade dos anos 1990, forçando os governos daquele período a adotarem sete planos de estabilização econômica em menos de dez anos com resultados pífios.

Foi apenas a partir de 1994, com a criação do Plano Real, que o País deu os primeiros passos rumo à estabilidade econômica. Era o fim da correção monetária, do congelamento de preços e da inflação acima de dois dígitos. Foi no governo Itamar Franco que o Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, constituiu equipe de alto nível convidando economistas e advogados para implantação do plano. Registre-se que o Partido dos Trabalhadores (PT) jamais aceitou o Plano Real.

A partir de 1999, o Brasil adota metas para a inflação. Por esse regime, o Banco Central atua para garantir que a inflação esteja dentro de um patamar máximo pré-estabelecido.

O instrumento mais importante utilizado pelo BC para atingir esse objetivo é definir a taxa básica de juros da economia, a Selic que significa Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Trata-se de um sistema computadorizado, cujo responsável é o Banco Central, ao qual, apenas instituições autorizadas têm acesso.

É calculada diariamente pela média das operações financeiras feitas por instituições de mercado e revisada mensalmente pelo Banco Central.   

As metas têm como marco de referência a taxa oficial de inflação – o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) calculado pelo IBGE. Assim, o governo estabelece alvos anuais para a inflação e as divulga, cabendo ao Banco Central executar as políticas necessárias para cumprimento das metas fixadas.

O ano de 2013 começa com sinais preocupantes de inflação crescente. Parece que os governantes esqueceram os danos causados ao Brasil na época de hiperinflação acima descrita. Portanto, bastaria lembrar o passado recente para adotarmos providências imediatas, ou sejam:
  1. Não aumentar o volume de dinheiro em circulação.
  2. Buscar o desenvolvimento de meios de produção interna.
  3. Evitar que as importações prejudiquem a política de crescimento industrial interno sem, contudo, criar restrições indesejáveis.
  4. Não estimular o consumo desenfreado.
Ao leitor caberá examinar a situação atual da economia e constatará que:
  1. A retenção de reajustes de preços de combustíveis e outros produtos ou serviços só prejudica a competitividade interna e mascara a inflação.
  2. O estimulo ao consumo via redução do IPI é medida desvantajosa a médio e longo prazo.
  3. A falta de investimentos em educação deixa a população a mercê de especuladores.
Nossa conclusão é uma só: caminhamos para nova onda inflacionária que poderia ser combatida com políticas econômicas não populistas voltadas a evitar os problemas já vividos pelo Brasil.


Fonte: João Baptista Sundfeld -http://www.qualidadebrasil.com.br 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A Inteligência Espiritual


É cada vez mais comum encontrarmos pessoas que se dedicam ao trabalho, são reconhecidas como competentes por seus pares, recebem uma polpuda remuneração e mesmo assim não se sentem realizadas. 

Para algumas delas talvez falte cultivarem a chamada Inteligência Espiritual. 

Mas, o que isto realmente quer dizer?

Os primeiros testes QI (Quociente de Inteligência) foram criados pelo francês Alfred Binet e aperfeiçoados pelo americano Lewis Terman no início do século XX com o propósito de testar as capacidades verbal e lógico-matemática de crianças em idade escolar, pois tais habilidades já eram tidas como imprescindíveis para o sucesso acadêmico.
  • Durante as décadas seguintes testes desta natureza foram aprimorados e sua adoção chegou às mais diferentes áreas – mesmo com questionável eficácia – até que Howard Gardner alterasse os rumos da história com a antológica teoria das Inteligências Múltiplas lançada em 1985 na qual descreveu, além das capacidades típicas do QI, outras até então desconhecidas, como a espacial, a musical, a cinestésica, a interpessoal e a intrapessoal.

Todavia, nos anos seguintes Gardner não conquistou a atenção do grande público e ainda teve de presenciar o conterrâneo americano Daniel Goleman ser alçado ao status de guru mundial em 1995 com o best-seller Inteligência Emocional (QE), no qual defendeu que todos nós precisamos desenvolver o autoconhecimento, a empatia e controlar as emoções nos relacionamentos com as pessoas. 

Óbvio ululante hoje, mas um alívio e tanto para quem tinha dificuldade em matemática e pelo menos vivia rodeado por amigos.

  • A partir de agora começaremos a olhar com atenção uma terceira inteligência: a Espiritual (QS). Estudos científicos conduzidos recentemente revelaram que há uma área no cérebro chamada "Ponto de Deus", que é responsável pelas experiências espirituais e, simultaneamente, por acionar a necessidade do homem em buscar os porquês de sua vida.

  • O conceito não tem a ver com o quanto de devoção e fé em Deus você conta e sim com o seu estado de espírito, a forma de enxergar as coisas e a maneira de agir frente a elas. 

É claro que muitas pessoas com alto nível de Inteligência Espiritual são dotadas de grande religiosidade, mas aquelas que professam uma fé podem não tê-la como também alguém que se declara ateu é capaz de desenvolver um respeitável Quociente Espiritual.

Segundo a física e filósofa Danah Zohar, uma das principais expoentes da teoria, é por meio desta inteligência que aprendemos a ser flexíveis, a lidar com experiências negativas e a enfrentar o medo e a dor. Que nos deixamos inspirar por ideias e valores, questionamos os objetivos a serem alcançados e nos tornamos relutantes em prejudicar o próximo. Portanto, o QS está relacionado à necessidade humana de ter senso de finalidade e direção pessoal. 

A péssima notícia é que a Inteligência Espiritual não é valorizada em nossa sociedade moderna. 

  • Desde pequenos somos orientados a pensar a vida de maneira prática e a resolver os problemas objetiva e rapidamente, relegando a jornada pelo autoconhecimento a uma esfera inferior quando a mesma poderia facilitar – e muito - a busca por perguntas e respostas que ajudam a resolver as coisas do dia a dia.


Enquanto isto, a boa notícia é que se você percebe que não tem dado muita bola para esta dimensão, segundo Zohar é possível elevar o seu Quociente Espiritual cultivando dez qualidades: 
  • a prática do autoconhecimento, 
  • a orientação por valores e ideais, 
  • a visão holística das coisas e 
  • a análise das situações num contexto amplo, 
  • suportando os obstáculos de modo maduro, 
  • celebrando a diversidade, 
  • atuando com independência, 
  • perguntando sempre o "por quê?", 
  • sendo espontâneo e 
  • exercitando compaixão.

Fonte: A Inteligência Espiritual - Wellington Moreira  - Qualidade Brasil - 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Filmes Motivacionais para o Sucesso

Motivação (do Latim movere, mover)  - designa em psicologia, em etologia e em outras ciências humanas a condição do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. 

Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da psicologia da motivação é “por que o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?”. 
  • “O estudo da motivação comporta a busca de princípios (gerais) que nos auxiliem a compreender, por que seres humanos e animais em determinadas situações específicas escolhem, iniciam e mantém determinadas ações”


Á PROCURA DA FELICIDADE

Em busca da Felicidade
Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados.

PATCH ADAMS – O AMOR É CONTAGIOSO

PATCH ADAMS - O Amor é Contagioso
Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina.
Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.

2 FILHOS DE FRANCISCO

2 FILHOS DE FRANCISCO
Francisco Camargo (Ângelo Antônio) é um lavrador do interior de Goiás que tem um sonho aparentemente impossível: transformar dois de seus nove filhos em uma dupla sertaneja. Ele inicialmente deposita sua esperança no mais velho, Mirosmar (Dablio Moreira), e resolve lhe dar um acordeão quando completa 11 anos.
Mirosmar e seu irmão Emival (Marco Henrique), que toca violão, se apresentam com sucesso nas festas da vila onde moram, mas devido a perda da propriedade onde moravam nos anos 70 toda a família é obrigada a se mudar para Goiânia. Mirosmar e Emival começam então a tocar na rodoviária local, na intenção de conseguir algum dinheiro para ajudar em casa. Lá eles conhecem Miranda (José Dumont), empresário de duplas caipiras, que viaja com eles por mais de 4 meses. Os irmãos novamente fazem sucesso e chegam até mesmo a cantar para 6 mil pessoas em um show no interior do país, mas um acidente encerra prematuramente a carreira da dupla.

PIRATAS DO VALE DO CILICIO

Piratas do Vale do Cilicio
O filme conta através das personalidades de Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, entre outros, o desenvolvimento da história da microinformática e da popularização dos computadores. Mostra algo sobre a luta de alguns estudantes contra o domínio da produção de computadores por grandes empresas e também faz uma abordagem a cerca das primeiras reações culturais a esse processo de popularização.
Steve Jobs é um garoto hippie e contestador, que vai a passeatas na universidade, toma LSD e tem inspirações messiânicas. Toda essa fúria vem do sofrimento: Jobs chora, faz terapia e não se conforma com o sumiço da mãe biológica.

MUITO ALEM DO JARDIN – PETER SELLERS

Muito Alem do Jardin
Chance (Peter Sellers), um homem ingênuo, passa toda a sua vida cuidando de um jardim e vendo televisão, seu único contato com o mundo. Ele nunca entrou em um carro, não sabe ler ou escrever, não tem carteira de identidade, resumindo: não existe oficialmente. Quando seu patrão morre, é obrigado a deixar a casa em que sempre viveu e, acidentalmente, é atropelado pelo automóvel de Benjamin Rand (Melvyn Douglas), um grande magnata que se torna seu amigo e chega a apresentá-lo ao Presidente (Jack Warden). Curiosamente, tudo dito por
Chance ou até mesmo o seu silêncio é considerado genial. Paralelamente a saúde de Benjamin está crítica e Eve Rand (Shirley MacLaine), sua esposa, se apaixona por Chance.

MEU NOME É RÁDIO – MY NAME E IS RADIO

Meu nome é Rádio
Anderson, Carolina do Sul, 1976, na escola secundária T. L. Hanna. Harold Jones (Ed Harris) é o treinador local de futebol americano, que fica tão envolvido em preparar o time que raramente passa algum tempo com sua filha, Mary Helen (Sarah Drew), ou sua esposa, Linda (Debra Winger). Jones conhece um jovem “lento”, James Robert Kennedy (Cuba Gooding Jr.), mas Jones nem ninguém sabia o nome dele, pois ele não falava e só perambulava em volta do campo de treinamento.
Jones se preocupa com o jovem quando alguns dos jogadores da equipe fazem uma “brincadeira” de péssimo gosto, que deixou James apavorado. Tentando compensar o que tinham feito com o jovem, Jones o coloca sob sua proteção, além de lhe dar uma ocupação.
Como ainda não sabia o nome dele e pelo fato dele gostar de rádios, passou a se chamá-lo de Radio. Mas ninguém sabia que, pelo menos em parte, a razão da preocupação de Jones é que tentava não repetir uma omissão que cometera, quando era um garoto.

GLADIADOR – GLADIATOR

O Gladiador - Gladiator
Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius (Richard Harris), o imperador desperta a ira de seu filho Commodus (Joaquin Phoenix) ao tornar pública sua predileção em deixar o
trono para Maximus (Russell Crowe), o comandante do exército romano.
Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano.

O SUCESSO A QUALQUER PREÇO

O SUCESSO A QUALQUER PREÇO
Chicago. Em uma firma que trabalha com venda de imóveis os tempos estão difíceis para os corretores Shelley Levene (Jack Lemmon), Ricky Roma (Al Pacino), Dave Moss (Ed Harris) e George Aaronow (Alan Arkin). Eles são fortemente pressionados por Blake (Alec Baldwin), que agora chefia as vendas e promete um Cadillac Eldorado para o melhor vendedor, para o 2º colocado o prêmio será um conjunto de seis facas para churrasco e o 3º prêmio é o olho da rua, pois não lá há lugar para fracassados.
Quem tiver desempenho mais satisfatório vai receber as boas dicas para conseguir ir bem nas vendas, mas o roubo delas deixa a situação tensa. Hoje vivemos em tempos difíceis, em que enfrentamos diversos obstáculos para chegarmos ao nosso determinado objetivo, e sem motivação não chegaremos ao objetivo principal! O Sucesso empresarial.

Fonte: Filmes e Videos motivacionais para o sucesso
By - SucessoEmpresarial.com - 
POSTADO POR LUCAS LEONARDO

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Como Aprender a Fotografar?

Como aprender a fotografar? 


Tirar fotografias não é uma tarefa tão fácil quanto pode parecer. 
A habilidade em fotografar vai muito além de um simples apertar de um botão. 
É algo que todos queremos fazer e bem. 
No entanto não é fácil começar sem uma pequena ajuda. 

Como os cursos de fotografia são escassos e os que existem são cursos caros, o melhor é conseguirmos uma alternativa mais barata. 

Veja a seguir algumas dicas básicas para melhorar suas fotos: 

1) Enquadramento 
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante. 
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. 
As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo. 

2) Flash desnecessário 
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. 
Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura. Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. 
Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros. 
Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. 
A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto. 

3) Flash necessário 
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. 
Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento. 
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

4) Cuidado com o fundo 
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. 
A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano. 
Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. 
Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça. 

5) Retratos Aproxime-se. 
Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. 
Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. 
O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio. 

6) Olhe nos olhos 
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. 
Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela. 

7) Fotos verticais 
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera. 

8) Aproveite a luz 
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. 
Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. 
É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado. A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados. 
É preciso de muito cuidado ao usar o flash. 
A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. 
Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. 
Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta. 

9) Cor 
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. 
Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade. 
A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. 
Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos. Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer. 

10) Experimente 
Não há melhor dica do que esta: experimente. 
O segredo da fotografia está na tentativa e erro. 
Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis. 
A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.

Fonte: Tecnologia - Terra Leia Mais http://www.oblogdoseupc.com.br/2009/10/10-dicas-de-fotografia-digital.html#ixzz2KXuS9D3vcomo fazer um twitter

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O Que Significa ter Sucesso na Vida Pessoal e Profissional?

O mundo atual proporciona infinitas possibilidades de sucesso no campo pessoal e profissional. 

Com ideias simples, esforço e otimismo, é possível destacar-se em qualquer área que você escolher para ganhar a vida e se transformar numa pessoa de bem. 

Você precisa apenas de cabeça (talento), preparação (coração) e oportunidade (chance). Não é necessário curso superior.

O caminho mais rápido para o sucesso é reavaliar o que ele significa para você. Se você lembrar que o mundo conta com sete bilhões de pessoas, que nem todas dispõem das mesmas ferramentas e oportunidades e que cada pessoa tem uma visão diferente do sucesso, o importante é não se deixar influenciar pelo motivo que levou outras pessoas a ter sucesso.

Quando você decide ouvir seus amigos, vizinhos, parentes ou se deixa influenciar pela mídia – revistas, jornais, televisão e Internet –, haverá um enorme pressão para realizar tudo ao mesmo tempo: comprar o celular da hora, ser gerente em menos de dois anos, trabalhar no Google, conseguir um milhão antes dos trinta anos e assim por diante.

É possível conseguir tudo isso? Provavelmente sim, mas, talvez não seja possível no tempo que você imagina. Além disso, ainda que você seja extremamente bem-sucedido, será que isso é o que realmente deseja da vida?

Warren Buffet, um dos homens mais ricos do mundo, há pouco tempo declarou o seguinte: “eu daria toda a minha fortuna para ser reconhecido como um grande filósofo e não como o homem mais rico do mundo”.

O erro mais comum que se pode cometer é não estabelecer o sucesso segundo os seus próprios valores. Você é capaz de identificar os parâmetros de sucesso que diferem da maneira tradicional, sem ser o dinheiro, a fama ou quinze minutos de exposição na mídia?

Isso é importante na hora de definir os seus objetivos e sonhos pessoais, entretanto, é preciso ser sensato ao escolher o tipo de sucesso que você pretende alcançar. Quando alguém alimenta sonhos impossíveis, tende a buscar atalhos mais fáceis para alcançá-los, o que, por vezes, pode acabar em frustração.

Felicidade, sucesso, fama e glória dependem de metas realistas. Quanto mais realistas, mais fácil de serem alcançadas. Deve existir significado em tudo isso. O que conta mesmo é o seu esforço e o risco envolvido, caso contrário, você nunca vai se sentir realizado plenamente.

A maneira mais gratificante, e confortante, de descobrir se você está no caminho certo para alcançar o sucesso e a autorrealização é adotar uma definição de sucesso diferente de qualquer outra existente na face da Terra. É a sua própria definição, aquela que vai fazer sentido para você.

Na medida em que você vai ficando mais velho e mais experiente, também vai acumulando todo tipo de advertência e perdendo contato com os seus desejos mais profundos. A impressão é a de que está caminhando na direção errada. Parece que todo mundo está bem, menos você.

Na prática, você se perde tentando entender o que mundo quer e acaba adotando um comportamento diferente apenas para obter a aprovação alheia. O resultado de tudo isso é que a maioria das pessoas acaba fazendo coisas que nada têm a ver com a sua vocação, mas, que agradam a maioria das pessoas, principalmente pais e amigos mais chegados.

Não desejo que isso lhe aconteça, portanto, seja razoável e considere o sucesso com base naquilo que você mesmo deseja para toda a vida. Nada me espanta com relação aos adolescentes que ainda nem imaginam o que querem da vida. A maioria demora em encontrar o seu lugar no mundo e boa parte nunca descobrirá a razão pela qual está nele.

Durante muito tempo eu tentei realizar o sonho de meu pai e acabei fazendo o curso técnico de eletrotécnica, talvez para agradá-lo, talvez para agradar a mim mesmo, talvez para encontrar um rumo na vida. O fato é que eu não tinha a mínima vocação para a área técnica, porém, isso não invalidou a boa intenção do meu pai de querer o melhor para mim, na visão dele, é claro.

Faz mais de vinte anos que eu concluí o curso de Administração. Os quatro anos da faculdade estão entre os melhores da minha vida, sem sombra de dúvida. Aprendi a tratar a administração como arte, religião e ciência, o que me ajudou a abrir os olhos e as portas para uma nova forma de sobrevivência, além do crescimento pessoal e profissional.

O bom de tudo isso é a que a Administração me permitiu ampliar o meu networking. Os relacionamentos me abriram novas portas para a docência e a educação corporativa. E isso, definitivamente, me abriu as portas para consolidar aquilo que eu realmente gosto de fazer e que acabou se transformando em missão de vida.

Isso acontece com frequência. Uma porta vai abrindo outra e assim você vai construindo o próprio caminho, razão pela qual desejo compartilhar a minha definição de sucesso pessoal e profissional enquanto você vai pensando na sua.

Sucesso é...
  1. Escolher, por livre e espontânea vontade, o que você quer fazer na vida.
  2. Entender que a vida não é só trabalho e que o trabalho não é toda a sua vida.
  3. Saber utilizar o tempo livre com sabedoria para aproveitar os pequenos e maravilhosos momentos que a vida lhe proporciona.
  4. Ter em mente que o dinheiro é importante, mas, que você só é feliz quando o dinheiro deixa de ser importante.
  5. Deitar a cabeça no travesseiro e acordar livremente no dia de seguinte com vontade de seguir adiante.
  6. Saber que o que você quer ajuda outras pessoas a conseguirem o que querem.
Sugiro que você dedique um tempo para pensar nisso e tente encontrar a sua própria definição. As questões a seguir poderão ajuda-lo a desvendar esse pequeno mistério e também vão ajuda-lo a reduzir a frustração, se for esse o problema.
  1. O que o sucesso significa para mim?
  2. O que a felicidade significa para mim?
  3.  O que eu pretendo ser quando crescer?
  4. O que significa ser bem-sucedido na vida pessoal?
  5.  O que significa ser bem-sucedido na vida profissional?
  6. Quais são os valores que melhor representam o meu conceito de sucesso: carro, amigos, família, dinheiro no banco, lazer, fazer parte de uma tribo, liberdade etc.?
  7. O que eu preciso fazer desde já para iniciar a caminhada em direção ao sucesso?
  8. O que eu estou pensando em fazer é passível de sucesso?
  9. Quanto tempo leva para alguém ter sucesso na vida?
Por fim, evite comparações. Quanto mais você se compara em relação aos outros, mais se distancia da vocação original. Cada pessoa tem a sua própria história, construída com base em uma experiência de vida que é muito diferente da sua.

Enquanto não encontra a sua própria definição, continue caminhando e lembre-se da sábia definição de Winston Churchill, Primeiro Ministro Britânico: Sucesso significa ir de fracasso em fracasso sem perder a paixão e o entusiasmo.

Pense nisso, empreenda, aja diferente e seja feliz!

Fonte: Jerônimo Mendes - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Dicas para Terceirização


Terceirização é um assunto da moda, quando estamos em um ambiente corporativo. Seja a terceirização que a empresa faz com outras empresas sobre atividades, seja a terceirização de de processos do departamento jurídico aos escritórios terceirizados especializados em determinadas áreas.

Não podemos olvidar que este assunto causa muita controvérsia.

De um lado a empresa/departamento jurídico preocupado com as atitudes do terceirizado em tudo que faz, posto que fala em seu nome, como se a empresa fosse. Quer dizer, erros, acertos e tudo mais é como se fosse um só, sendo que o terceirizado tem gerentes, sócios e condutas próprias.

O mesmo vale para empresas terceirizadas. Pegamos o exemplo de uma empresa terceirizada de segurança em que o representante desta empresa terceirizada na sua empresa se apresenta truculento ou desleixado… Para o cliente, é a sua empresa que assim se apresenta.

A revista eletrônica CIO traz algumas dicas de como pensar neste processo evitando dores de cabeça. A expertise apresentada pela revista é na área de TI, contudo as dicas são bem aplicáveis a terceirização dos departamentos jurídicos:
  • Procure especialistas

Algumas vezes, os CIOs não têm pessoas em sua equipe com a experiência necessária para trabalhar um contrato de terceirização problemático. Nessa situação, buscar ajuda em um consultor pode ser a melhor opção.

Quando Lynn Willenbring, CIO da WillTech, tornou-se CIO da cidade de Minneapolis, lebra que, apesar dos benefícios do contrato de outsourcing existente, percebeu que ele não estava sendo gerido de forma eficiente e existiam ambigüidades. E que a equipe interna de TI precisava focar mais em gestão estratégica e menos nos detalhes de como o fornecedor cumpriria o contrato.
Para ajudar a determinar quais mudanças seriam necessárias, Willenbring foi conversar com com consultores com experiencia em governança de contratos para ensinar sua equipe sobre as melhores práticas. Inicialmente, os consultores a ajudaram a avaliar se valia a pena manter o velho fornecedor ou se seria melhor começar tudo do zero. Quando decidiram pela renegociação do contrato, tornaram-se os líderes do processo.
  • Realinhe as expectativas 

Não atender às expectativas é uma reclamação comum nos contratos de outsourcing. Não importa se essas expectativas são financeiras ou operacionais, a primeira tarefa de um novo CIO que quer melhorar a experiencia de terceirização é entender porque a companhia está terceirizando parte de sua TI.

As complexidades de um contrato e das necessidades dos usuários só irão aumentar com o tempo. Até que uma empresa entenda o que ela quer dessa relação, o fornecedor não conseguirá satisfazer ninguém. Parte de ser um bom cliente está em não esperar o que você não pediu.
  • Adote governança neutra 

Não importa se foram as necessidades que mudaram ou se apenas é preciso adequar as expectativas, redefinir o nível de serviço não é tão fácil quanto apenas mudar algumas palavras no contrato. É preciso existir colaboração total entre cliente e fornecedor, assim como tem de ser visto por usuários que não estejam diretamente ligados ao contrato.

Uma ideia pode ser criar um grupo de governança que fique de foram como um ombudsman. O grupo seria responsável por tudo, como gerenciar reuniões e publicar o acompanhamento dos SLAs (acordo de nível de serviço). Essa gestão “semi-externa” é particularmente efetiva se o contrato envolve mais de um fornecedor. O grupo de governança pode servir como um coordenador imparcial ou como o mediador em possíveis disputas.
  • Coloque a equipe no jogo 

Enquanto a empresa modifica um contrato, é crítico investir para que a equipe interna gerencie seu sucesso. É fundamental convencê-los de que a mudança será benéfica e fazer com que eles tenham uma atitude “vamos fazer isso acontecer”, porque, se eles não quiserem, a iniciativa não dará certo.

Para garantir a importância do engajamento de todos, uma ideia é incorporar o quesito “desempenho do fornecedor” aos relatórios de performance de todos os profissionais da equipe. Esta técnica tem seu espaço. Mas é preciso lembrar que, em última instância, é o CIO o responsável pelos acordos de terceirização.
Em bom português: 
  • Alinhe seus conceitos internos, divida com o terceirizado, deixe tudo claro em termos de subsídios e documente tudo, mantenha contato permanente e treine a equipe como um todo para lidar com tudo isto…

Ufa!
Não é uma tarefa fácil, mas com paciência e inteligência o departamento consegue seus objetivos!

Fonte:  Dicas para terceirização - Gustavo Rocha - http://www.qualidadebrasil.com.br