segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

JOVENS AMIGOS... FELIZ NATAL...













O NATAL

Ouvi dizer que o Natal perdeu seu significado...
Que deu lugar ao consumismo,
Árvores de Natal
e Papai Noel

Mas eu prefiro lembrar que neste Natal,
Por conta dos empregos temporários,
Muitas pessoas puderam resgatar um pouco de sua dignidade.

E que por conta do dinheirinho extra que receberão
Muitos pais e mães de família poderão
Oferecer uma mesa mais farta aos seus filhos
Prefiro lembrar que
por conta das Campanhas de Solidariedade feitas nesta época
algumas crianças ganharão, sim, algum brinquedo.

E que você...
Você poderá dar Aquele Abraço nas pessoas que você gosta
Mas que “por falta de motivo” pra abraçar
Ficou contido até agora...
















E, talvez, neste momento você perceba que,
Bem ou mal,
No Natal, o Amor está em toda parte!

Mas, se ainda assim, você não quiser celebrar nesta data
Não tem problema:
Quero te convidar a viver com o Espírito do Natal
Todos os teus dias!
POR: Augusto Branco

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

O Que É Verdadeiramente O Amor? A Ciência Responde

Todos já o sentimos alguma vez na vida. Os poetas escrevem sobre ele, os cantores cantam sobre ele, e a seu redor cresce uma indústria inteiramente dedicada a encontrá-lo, expressá-lo e conservá-lo. 
  • Mas o que é o amor? 
  • Onde mora? 
  • O que o desencadeia? 
  • E o que acontece de verdade em nossa mente e nosso corpo quando nos apaixonamos “perdidamente”?
Embora frequentemente difícil de definir, o amor romântico inclui o desenvolvimento de um forte vínculo emocional — conhecido como “apego” —, a atração sexual e a atenção. Os “apaixonados” experimentam uma série de sentimentos intensos, como os pensamentos intrusivos, a dependência emocional e um aumento da energia, mesmo que esses sentimentos possam se limitar às primeiras fases da relação.

O amor romântico pode ter importante função evolutiva, por exemplo, ao aumentar o apoio dos pais disponível para os descendentes.
Seja como for, aparentemente o amor romântico é universal. Só que o grau com que se manifesta ou constitui parte importante da relação sexual pode variar. Por exemplo, menos de 5% dos norte-americanos dizem que se casariam sem amor romântico, contra 50% dos paquistaneses.

A atividade cerebral

Diversas regiões do cérebro, especialmente as relacionadas com a recompensa e com a motivação, são acionadas quando pensamos num par romântico ou estamos diante de um, entre elas o hipocampo, o hipotálamo e o córtex cingulado anterior. A ativação dessas áreas pode servir para inibir o comportamento defensivo, reduzir a ansiedade e aumentar a confiança na parceira ou parceiro. Além disso, são desativadas áreas como a amígdala e o córtex frontal, processo cuja função pode ser reduzir a chance do surgimento de emoções negativas ou julgamentos sobre o par.
Consequentemente, a ativação cerebral em resposta ao par romântico parece premiar a interação social e ao mesmo tempo impedir as respostas negativas. O grau de ativação cerebral durante as primeiras fases de uma relação romântica parece influir tanto em nosso próprio bem-estar quanto no nível de sucesso ou fracasso da relação.
Por exemplo, a felicidade, o compromisso com o par e a satisfação com a relação têm a ver com a intensidade da ativação do cérebro.

A influência hormonal

A oxitocina e a vasopressina são os hormônios mais intimamente ligados ao amor romântico. São produzidos pelo hipotálamo e liberados pela glândula pituitária. Agem nos homens e nas mulheres, mas elas são mais sensíveis à oxitocina, e eles, à vasopressina.
O grau de ativação cerebral durante as primeiras fases de uma relação romântica parece influir tanto em nosso próprio bem-estar quanto no nível de sucesso ou fracasso da relação

A concentração de ambos hormônios aumenta durante as fases intensas do amor romântico, e eles agem sobre diversos sistemas no interior do cérebro, estando seus receptores presentes em várias regiões cerebrais relacionadas ao amor romântico. A oxitocina e a vasopressina interagem especialmente com o sistema de recompensa dopaminérgico e podem estimular a liberação de dopamina pelo hipotálamo.
As vias dopaminérgicas ativadas durante o amor romântico criam uma prazerosa sensação gratificante. 
Essas vias são relacionadas também com o comportamento viciante, que tem a ver com o comportamento obsessivo e com a dependência emocional, observados normalmente quando o amor romântico está na fase inicial.
Os especialistas estudam com frequência a forma como a oxitocina e a vasopressina influenciam animais não humanos, como os ratos de pradaria e os de montanha. Ficou claramente demonstrado que nos ratos de pradaria (que formam relações monogâmicas pela vida toda chamadas “casais estáveis”) a densidade de receptores de oxitocina e de vasopressina é muito mais elevada que nos promíscuos ratos de montanha, especialmente no sistema de recompensa da dopamina.
Além disso, os ratos de pradaria se tornam promíscuos quando se bloqueia a liberação de oxitocina e vasopressina. Em conjunto, essas descobertas põem em evidência como a atividade hormonal pode facilitar (ou atrapalhar) a formação de um relacionamento próximo.

O amor e a perda

O amor romântico pode ter importante função evolutiva, por exemplo, ao aumentar o apoio dos pais disponível para seus descendentes. É normal que estabeleçamos uma série de relacionamentos na busca “pela pessoa”, e a perda do amor romântico é frequente, pelo rompimento da relação ou por morte. Embora a perda seja desoladora, a maioria das pessoas é capaz de superá-la e seguir em frente.
Há uma série de semelhanças entre as respostas fisiológicas ao amor romântico e ao amor materno. Por exemplo, as regiões do cérebro ativadas pelo amor materno se sobrepõem às ativadas pelo amor romântico.

Uma minoria entre as pessoas que vivem uma perda por morte desenvolve uma aflição complexa caracterizada por sentimentos dolorosos recorrentes e obsessão com o parceiro desaparecido. Todos os membros de um casal que passam pelo luto sentem dor em resposta a estímulos relacionados à perda (como um cartão postal ou uma foto). Há quem afirme que nas pessoas que sofrem uma aflição complexa os estímulos também ativam os centros de recompensa do cérebro, o que produz uma forma de compulsão ou vício que reduz sua capacidade de se recuperar da perda.
O amor materno
Há uma série de semelhanças entre as respostas fisiológicas ao amor romântico e ao amor materno. Por exemplo, as regiões do cérebro ativadas pelo amor materno se sobrepõem às ativadas pelo amor romântico. 
Especificamente, são ativadas as áreas de recompensa do cérebro que contêm altas concentrações de oxitocina e vasopressina, enquanto as regiões desativadas durante o amor romântico — incluindo as relacionadas aos julgamentos e às emoções negativas — são desativadas durante o amor materno.
Além disso, o aumento e a diminuição da concentração de oxitocina estimulam e coíbem, respectivamente, o comportamento maternal. Mas há entre o amor materno e o romântico diferenças devido ao fato de o primeiro ativar certas regiões (como a matéria cinzenta periaquedutal) que não são ativadas no amor romântico, o que acentua a natureza ímpar do vínculo maternal.
Poucas coisas parecem tão espontâneas quanto as fases iniciais do “verdadeiro amor” ou do amor que a mãe sente pelo filho, mas a realidade é muito mais complexa, um jogo de hormônios e complicadas interações fisiológicas que o tornam uma pequena maravilha do mundo.
Copiado:https://www.portalraizes.com-Artigo de Gayle Brewer – extraído de El País

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

A Gestão do Luxo: Como compreender a sociedade do excedente

Segundo o especialista no comércio de produtos de luxo Carlos Ferreirinha, o mercado brasileiro é um dos mais promissores entre os paises emergentes, atraindo as marcas mais conhecidas do segmento, do vasto campo que vai dos cosméticos a indústria marítima, o que infelizmente, parece causar um certo desconforto para alguns que ligam a  existência do negócio do luxo a um mero símbolo de opulência. 
Por isso, neste artigo iremos analisar o desejo pelo luxo através de um raciocínio pautado em fatores mais consistentes e a Ética que deve ser agregada a ela.
Devemos compreender que o luxo “é parte integrante da própria civilização”, peça importante de um conjunto complexo de relações entre os membros das sociedades antigas que desejavam ter contato entre si através da troca, exibição ou até destruição (como forma absoluta de poder) de objetos ou bens de beleza e valor incomparáveis. 
A lógica do luxo está ligada a necessidade universal de “acúmulo e de desperdício”, uma vez que, é no dispêndio (de bens financeiros) que o diferencial é notado, que o comum se transforma em algo significativo. 
O interessante (e esta é uma característica básica do luxo), é que em sua maioria ele não terá qualquer utilidade clássica (ligada a sobrevivência) e sim um valor psicológico, que pode ser usufruído individualmente, como também apreciado pelo grupo social.
As suntuosas pirâmides egípcias, por exemplo, são simplesmente túmulos, porém sua grandiosidade ultrapassa sua finalidade meramente mortuária, elas em si, representam muito mais que um enorme gasto de bens e energia humana, motivo pelo qual, se transformaram em algo maior do que sua função primeira pretendia ser, ou seja, as pirâmides são a imagem da exuberância, para além de qualquer finalidade prática de seu uso. 
É dentro destes mesmos padrões, que o luxo se encontra. Quando o filósofo francês George Bataille (1897-1962) se debruçou sobre o assunto, concluiu que o desejo pelo luxo (o  anseio irresistível pelo supérfluo) não é somente uma característica das sociedades, mas também, o possível gerador do desenvolvimento artístico da humanidade, já que, arte e luxo sempre caminharam juntos ao longo dos séculos.

Quando o quadro “Os jogadores de Cartas” de Paul Cézanne foi vendido por 250 milhões de dólares, muitos se questionaram sobre o alto valor da arte em um mundo cheio de desigualdades sociais, porém, o que não foi devidamente compreendido é que a miséria existente em todos os continentes não diminuem o anseio coletivo por uma experiência especial. É exatamente o que nos ultrapassa, ou seja, o que cria um significado diferente do comum, que nos atrai, justamente por ser improdutivo. 
O luxo não é um vilão que se opõe a miséria, ela permanece em seu caminho linear na história humana, diferente da pobreza, que escandalosamente se agravou nas sociedades pós-industriais, impulsionado não pela ascensão dos objetos de luxo, mas pela velha e melancólica cobiça humana. Como bem disse o filósofo francês Voltaire (1694-1778) “o supérfulo é essencial”, a necessidade do supérfluo, sempre nos guiou, como um meio de suplantar o cotidiano maçante e ocultar de nosso pensamento o caminho irrevogável da morte, uma vez que o luxo (ex: diamente) nos oferta uma sensação de continuidade, de eternidade, de libertação do comum.
O luxo foi a possibilidade de exuberância que agrupamentos humanos encontraram para se diferenciarem uns dos outros das mais diversas formas: da criação de objetos preciosos a matança dos mais belos e fortes animais para uma única festa comemorativa ou simplesmente para demonstrar poder através do desperdício para seus adversários. Ainda hoje, a raridade, o exotismo, o designer (a complexibilidade da feitura e da matéria empregada) ainda direcionam o foco do desejo de todo grupo social, em suas diversas camadas. 
Dissociada da necessidade de sobrevivência, a existência do luxo, na verdade, é uma afronta a toda vida útil, e por isso mesmo seu valor redobra, pois está agregado ao símbolo que ele representa, de exclusividade, status e sucesso. 
Obviamente, quando o luxo ganha uma proporção gigantesca (se transformando em um acúmulo desordenado) ou torna-se em algo nocivo para a harmonia social de um povo (ex: os diamantes de sangue de Serra Leoa) ou ainda, ameaça a preservação do meio-ambiente, o luxo pode torna-se em algo realmente corrosivo e prejudicial, por isso, tal como outros tantos negócios, ele terá que se ajustar a um mundo que passa por uma auto-analise ética e quer reverter hábitos antigos que não nos conduziram a harmonia.

Se no mundo antigo a suntuosidade era próprio das grandes instituições (em um misto de política e religiosidade), hoje, o luxo deve ser compreendido em sua totalidade:  em sua matriz ética, histórica, psicológica, social e mercadológica de tal forma, que possa ser gerenciada com todo cuidado e delicadeza que merece, uma vez  que é o mercado que cresce 33% ao ano em paises como o Brasil. Mais que administrar um negócio, o gerenciador do luxo, tem que saber equacionar desejos.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Dezembrite, a Síndrome de Final de Ano que Faz Mal para a Saúde Física e Mental


Já ouviu falar da dezembrite? 
Pode parecer piada, mas é real é acontece todo fim de ano. 
No último mês do ano, as pessoas estão cheias de coisas para fazer. 
Programar o Natal, comprar presentes, encarar shoppings lotados, participar de festinhas de confraternização, organizar a viagem de réveillon, finalizar as pendências no trabalho, fazer planejamento para o ano que vem.
Com diversas coisas para se preocupar e pouco tempo, o estresse, a ansiedade e a irritabilidade provocados pelo corre-corre podem influenciar na saúde, tanto física quanto mental. 
A pressão para terminar tudo até o fim do ano pode piorar as doenças crônicas, como problemas no coração, cérebro e estômago, e insônia.
Uma pesquisa feita pela Isma-BR (Internacional Stress Management Association Brasil) revelou que o nível de estresse do brasileiro aumenta, em média, 75% em dezembro. 

Pois esta é a época da epidemia de “dezembrite”, que, embora não seja uma doença, prejudica a saúde ou piora problemas já existentes.
Além do cansaço físico, há a fadiga mental. 

Existe a pressão de que o final do ano deve ser o encerramento de um ciclo para o início de uma nova fase, e a sensação de ter pendências e resoluções não concluídas pode colocar para baixo nossa moral, levando a sentimentos depressivos, angústia e tristeza. 
O cérebro entra em parafuso com tanta demanda e expectativa geradas nesta fase, o que se reflete no sono.
A ansiedade gerada pelo excesso de expectativa também pode ser extremamente nociva ao coração. 
Não à toa, nesta época aumentam as ocorrências de problemas cardíacos em hospitais.
Veja algumas dicas para não padecer de “dezembrite”.
  • Organize uma agenda de compromissos dia por dia (coloque no papel; não confie apenas na memória ou vai se embananar).
  • Resolva pendências pela internet, sempre que possível, para não ter que se deslocar para cima e para baixo no trânsito.
  • Compre os presentes online (observando bem os prazos de entrega, é claro).
  • Diminua seu nível de exigência consigo mesmo: faça só o que é capaz de dar conta. E não se culpe pelo que deixou de fazer.
  • Pense no lado prazeroso de cada compromisso ou atividade (deve existir um, pelo menos).
  • Distribua tarefas para a família ou seus subordinados, não queira fazer tudo sozinho.
  • Equilibre os compromissos com atividades relaxantes e exercícios físicos. Faça caminhada, corra, pedale, yoga…
  • Mantenha uma alimentação equilibrada, reserve tempo para as refeições e evite comer porcarias na rua.
  • Mantenha a saúde em dia.
  • Evite os “balanços” pessoais de fim de ano: 1 de janeiro é só mais um dia no calendário, não necessariamente o começo de uma nova vida.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Livros para Franqueados: uma Lista Essencial para Empreender no Mercado


Abrir uma franquia é uma estratégia que pode proporcionar resultados muito valiosos a longo prazo. É certo que começar um negócio com o suporte de uma marca já conhecida no mercado, que conta com know-how e estrutura de ponta é um dos melhores caminhos para novos empreendedores. 
Pensando nisso, separamos uma lista de livros para franqueados, que desejam empreender por meio de franquias.
São obras que ensinam o passo a passo, mostram como ter sucesso nesse segmento e que certamente vão inspirar você a abrir uma franquia agora mesmo.
Confira agora as nossas dicas de títulos!

1. Guia do Franqueado – Paulo Cesar Mauro

Nessa obra, o autor mostra o cenário em que estão inseridas as franquias. O texto ajuda o leitor a identificar as melhores oportunidades do mercado. Além disso, você encontrará diversas dicas poderosas sobre como alcançar o sucesso com a sua franquia.
Um dos diferenciais desse livro é que ele informa de maneira bem direta quais são os direitos e responsabilidades envolvidos em uma franquia. Dessa forma, o empreendedor pode tomar uma decisão mais assertiva, com base nas vantagens e desvantagens do investimento.

2. A Arte do Começo – Guy Kawasaki

Continuando nossa lista, esse livro é especial para investidores que estão em busca de um primeiro negócio ou desejam inovar no mercado. Guy Kawasaki é uma das maiores referências no assunto, porque em sua obra ensina como fazer com que um empreendimento decole.
As dicas vão desde a captação de recursos para a abertura de um negócio, até o posicionamento da marca. Leitura mais do que recomendada para quem deseja começar a empreender no mercado de franquias. O livro já está em sua versão 2.0, atualizada.

3. Franquiês: O Idioma das Franquias – Glossário Brasileiro do Sistema de Franquias

O mercado de franquias comporta muitos termos específicos. Os mesmos fazem parte do dia a dia dos franqueados e franqueadores. Mas, será que você conhece todos esses termos? O Franquiês é um glossário com os principais conceitos, desde os mais técnicos até os mais comuns.
A obra foi redigida por membros do Grupo de Excelência em Franquias (GEF), do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA/SP).

4. Como Fazer Uma Empresa Dar Certo em um País Incerto – Instituto Endeavor

O mercado financeiro é cheio de incertezas, mas isso não significa que não seja propício para o desenvolvimento de novas ideias de negócio. Muito pelo contrário, as oportunidades existem e podem ser aproveitadas.
Esse livro conta com algumas dicas de grandes empresários brasileiros, como Abílio Diniz e Marcel Telles. Através de casos reais, eles contam como é possível empreender e ter sucesso no Brasil.

5. Franquia de A a Z: O que você precisa saber – José Castro Schwartz

Trouxemos para a lista de livros para quem deseja empreender no mercado de franquias mais um glossário. O Franquia de A a Z trata diversos temas do mercado de franquias de forma bem didática.
Por exemplo, no livro você vai encontrar tudo sobre a parte burocrática, os regimes de tributação aplicáveis e muito mais. O livro é indicado para consultas no dia a dia, ajudando principalmente o empreendedor que não está familiarizado com o mercado de franquias.

6. Marketing para Franquias – Filomena Garcia e Denis Santini

Depois de abrir uma franquia, uma das etapas mais importantes – e recorrentes – é pensar em estratégias de marketing.
Esse livro mostra exatamente como o empreendedor pode aplicar conceitos que são próprios do marketing ao seu negócio, para alcançar melhores resultados financeiros.

7. Franchising no Brasil: Tudo o que você precisa saber – Ana Cristina Von Jess

Esse é um livro mais generalista, daqueles que abordam de tudo um pouco. Portanto, é uma ótima pedida para quem está na dúvida sobre investir ou não na abertura de uma franquia. Será que é um bom negócio ser um franqueado? A resposta está nesta obra.
Em poucas palavras: entenda quais são os riscos envolvidos na abertura de uma franquia, como é a relação entre o franqueado e o franqueador e como escolher a melhor franquia. Um guia completo para o empreendedor iniciante.

8. Parcerias Lucrativas – Melhore seus relacionamentos no franchising e mude sua vida – Greg Nathan

O foco nessa obra está na relação entre o franqueado e o franqueador. Questões como comunicação, práticas e atitudes são abordadas de forma profunda. Dessa forma o empreendedor consegue entender como aproveitar ao máximo a parceria de mercado que surge através da franquia.
Greg Nathan, além de ser empreendedor, é um psicólogo, portanto, consegue tratar com mais propriedade de temas como relacionamento. Vale a pena a leitura.

9. Franquias – Sebrae

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) elaborou uma cartilha que ensina como uma empresa pode se tornar uma franquia. As orientações servem tanto para franqueados quanto para empresários.
Além disso, o material é bem didático e está disponível para download gratuito, em formato digital.

10. O Fator E – Como administrar o relacionamento franqueador/franqueado – Greg Nathan

Então, para finalizar a nossa lista de livros para franqueado, indicamos mais uma obra de Greg Nathan. Aqui a relação entre o franqueado e o franqueador é trabalhada dentro de uma fórmula, chamada de Fator E.

Para o autor, existem seis etapas ou estágios de relação entre as partes envolvidas em uma franquia. A leitura permite ao empreendedor descobrir como tornar a parceria de negócio benéfica para todos, em uma relação de ganha-ganha.
Esses são alguns dos principais livros para quem está pensando em empreender no mercado de franquias. São obras ricas em detalhes e informações que vão te ajudar a entender melhor o segmento, como ele funciona e como aproveitar oportunidades de negócio.
E se quiser enriquecer ainda mais a sua bibliografia, aproveite para baixar gratuitamente o nosso Manual da Empreendedora. Nele você vai descobrir o passo a passo para se tornar uma empreendedora de sucesso. Clique no link abaixo para fazer o download gratuito.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Intraempreendedorismo

A concorrência entre as empresas nos dias de hoje tem aumentado a uma velocidade incrível. 
Todos os dias entram no mercado centenas de novas empresas, boa parte delas cheias de novas idéias, empreendedores dedicados e muito dinheiro para investir. 
Uma combinação perigosa para empresas estagnadas, burocráticas e que não cultivam novas idéias
Por isso, as organizações buscam colaboradores que possam oferecer um “algo mais” para a elas, pessoas dedicadas que trabalhem como verdadeiros sócios do negócio. 
Que ofereçam opções diferenciadas de investimento para novos negócios, tornando a empresa ainda mais competitiva no médio e longo prazo. 
Este modelo de colaborador é chamado de intraempreendedor.

O que é o intraempreendedorismo?

É uma modalidade de empreendedorismo praticado por funcionários dentro da empresa em que trabalham. 
São profissionais que possuem uma capacidade diferenciada de analisar cenários, criar idéias, inovar e buscar novas oportunidades para estas empresas. São eles que ajudam a movimentar a criação de idéias dentro das organizações, mesmo que indiretamente.
Este tipo de colaborador tem sido muito valorizado pelas empresas, principalmente por agregarem valor ao trabalho final executado pela organização. 
Eles são procurados pelas empresas de recrutamento com uma freqüência cada vez maior, ocupando espaços importantes nas grandes corporações em todo o mundo.

Quais são as características do intra-empreendedor?

Este tipo de profissional lida muito bem com a busca pelo novo, sem medo dos riscos que possa correr por gerar uma idéia e compartilhá-la com seus superiores. 
Ele está focado na melhora contínua de seu setor, departamento ou mesmo de toda a empresa, dependendo da abrangência que sua idéia possa ter. Ele tem uma certa facilidade em descobrir oportunidades ocultas.
A inquietação de quem está sempre inconformado com a situação atual é característica inerente de todo intraempreendedor. 
Ele busca se capacitar cada vez mais para superar os desafios que lhe são apresentados. É, acima de tudo, ousado e bastante criativo.
  • Paixão pelo que faz;
  • Sempre atento às novas idéias;
  • Simulam erros e riscos;
  • Descobrem oportunidades ocultas;
  • Multi-disciplinaridade;
  • Persistente, dedicado;
  • Autoconfiante, decide por conta própria;
  • Proativo, inovador.
Além de todas estas características, o fundamental é o espírito empreendedor. O que nos faz lembrar que a grande maioria destes colaboradores empreendedores não tem o mesmo interesse em abrir um negócio, como os demais, por exemplo. 
Para ele, colaborar com a empresa, ter bons salários e elevar o seu nome dentro da organização são objetivos tão importantes quanto ter sua própria empresa.

Como incentivar o aparecimento dos intraempreendedores?

Para poder contar com um profissional com estas características, é necessário que a empresa crie condições para que ele se desenvolva naturalmente. Porém, isto não é uma tarefa nada fácil. 
A alta administração precisa estar disposta a abrir mão da sua rigidez e do conservadorismo nos processos de tomada de decisão, permitindo que seus colaboradores opinem e sugiram melhorias.
Talvez o fato mais importante neste processo seja a compreensão por parte dos “chefes” de que estes profissionais podem, e deverão, ser melhores que eles. 
A alta gerência precisa enxergar os intraempreendedores como um ativo de luxo para a empresa e não um concorrente que precisa ser tolido. Porém, sabemos como é difícil esta convivência nas organizações hoje. Neste caso, uma liderança descentralizadora é ideal para o surgimento dos novos intraempreendedores.
A motivação interna é essencial para que os funcionários se sintam à vontade para trabalhar desta maneira. Afinal, qualquer pessoa que possua um perfil empreendedor pode desenvolver as habilidades de um intraempreendedor. 
Mas, para que isso aconteça de forma perfeita, é preciso que a empresa crie programas de coaching ou mentoring para realizar o acompanhamento destes colaboradores que se destacam.

Bônus: Os 10 Mandamentos do intraempreendedor

Deixo como conteúdo extra para vocês os 10 mandamentos do intraempreendedor, estabelecidos pelo consultor Gifford Pinchot, responsável pela introdução do termo intraempreendedorismo no Brasil. Confira:
1 – Forme sua equipe. Intraempreendedorismo não é uma atividade solitária;
2 – Compartilhe o mais amplamente possível as recompensas;
3 – Solicite aconselhamento antes de pedir recursos;
4 – É melhor prometer pouco e realizar em excesso;
5 – Faça o trabalho necessário para atingir o seu sonho, independentemente de sua descrição de cargo;
6 – Lembre-se de que é mais fácil pedir perdão do que pedir permissão;
7 – Tenha sempre em mente os interesses de sua empresa e dos clientes, especialmente quando você tiver que quebrar alguma regra ou evitar a burocracia;
8 – Vá para o trabalho a cada dia disposto a ser demitido;
9 – Seja leal à suas metas, mas realista quanto ás maneiras de atingi-las;
10 – Honre e eduque seus patrocinadores.
Este guia foi desenvolvido para que você possa conhecer um pouco melhor sobre os intraempreendedores, para, quem sabe, despertar em você este sentimento de mudança, de inovação para o bem comum. 
Mas também tem o objetivo de mostrar às empresas a importância de se valorizar este talentos. Pois, sabemos que as organizações que valorizam o espírito empreendedor de seus trabalhadores ganham em vantagem competitiva no mercado.
Por isso, olhe com mais atenção para seus colaboradores e comece a enxergar aqueles com maior potencial de geração de novas idéias. 
O futuro da sua empresa pode estar ali, apenas esperando que você dedique seu tempo à eles. E se você é um funcionário com as qualidades de um empreendedor, comece a por em prática algumas idéias, converse com seus superiores, mude o seu futuro!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Diferentes Formas de Voluntariados


Quem já experimentou um dos tipos de voluntariado, sabe exatamente do que trataremos nesse post: a recompensadora sensação de fazer bem ao próximo e de ajudar, de diversas maneiras, a diminuir a dor de alguém.
Mas há ainda quem pense que para se tornar voluntário, é preciso investir muito tempo — vamos combinar, um bem tão escasso em nosso dia-a-dia. E, por isso mesmo, acabam não se engajando em alguma frente.
Para esclarecer sobre o assunto, reunimos as principais formas de voluntariado (e como elas se apresentam na prática).
Certamente, você encontrará uma maneira de se tornar um voluntário agora mesmo, quer ver só?
Voluntariado presencial: é uma das maneiras mais comuns hoje em dia. Nessa modalidade, é estabelecido um termo de adesão, deixando claras as responsabilidades do voluntário, que pode ter dois vínculos:
– Contínuo: acompanhar o desenvolvimento de um grupo, contribuir em atividades educacionais ou mesmo em tarefas hospitalares (sob orientação e acompanhamento).
– Pontual: embora conserve um vínculo com a instituição, nessa modalidade a participação é esporádica, quando há convocação de mutirões de limpeza, pintura, conservação do ambiente ou qualquer tarefa, desde combinada previamente.
Voluntariado assistencialista: outra forma bem comum também é o voluntário que se engaja para atender a uma urgente demanda social e, para isso, dispõe um tempo para arrecadar alimentos, brinquedos e outros produtos para ajudar instituições beneficentes ou até comunidades.

Voluntariado em desastres naturais: quem atua nessa frente, inscreve seu nome em um banco de dados da Instituição, se dispondo a ajudar em caso de emergências. 
No Brasil, essa atuação é frequente por meio da Defesa Civil de cada estado, que mobiliza pessoas a auxiliarem em casos de situações que demandem apoio.
Voluntariado empresarial: outra frente que tem crescido bastante é a do voluntariado mobilizado pela empresa. Assim, ela reúne colaboradores para apoiar de diversas formas e dá apoio, como na logística e até viabiliza capacitações. 
Você pode localizar o departamento de Recursos Humanos da sua empresa para certificar-se se há uma mobilização desse tipo. Ou, então, propor para a organização.

Voluntário online: 
essa é uma forma de ajudar que não para de crescer. 
Afinal de contas, as demais demandam tempo e disponibilidade (que são recursos escassos hoje em dia). 
Mas, nem por isso, deixam de ter seu valor e engajamento. Pela internet, por exemplo, você pode fazer o apadrinhamento financeiro de crianças que vivem em comunidades em risco social. Nessa modalidade, se compromete à doação financeira mensal e pode  acompanhar o desenvolvimento do beneficiado, mesmo a distância. 
São possibilidades que só a internet pode oferecer. Ah, é bom que se diga: essa modalidade não tem a ver com o apadrinhamento afetivo.
Sabe o que é mais incrível do voluntariado online? 
É que você pode começar agora! 
Que tal já fazer a sua parte?