quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Home Office ou Escritório Virtual? Qual a Melhor Opção?

Qual seria a melhor opção? Home Office ou Escritório Virtual? Essa é uma pergunta que surge com cada vez mais frequência nas discussões sobre o novo modelo de trabalho na era virtual.
Não há como negar que o modelo tradicional do escritório de trabalho está mudando no mundo inteiro. 
O cenário que era comum até bem pouco tem atrás, do escritório com endereço fixo, baias e divisórias, para o qual diariamente os funcionários corriam para cumprir um “expediente” com hora de início e fim definidos está aos poucos dando lugar a modelos mais flexíveis e racionais.
As novas tecnologias de comunicação favoreceram parte dessa mudança facilitando a mobilidade do trabalhador através da Internet, smartphones, tablets e notebooks.
Essa tendência, na verdade já havia sido prevista há várias décadas atrás por pensadores futuristas comoAlvin Toffler, autor de best sellers, como A Terceira Onda e muitos outros.

O Home Office

As vantagens econômicas como o menor custo de transporte e alimentação, de produção como mais horas dedicadas ao trabalho, com menor estresse e até ambientais, tão em voga nos dias de hoje como menos carros circulando e menor prejuízo ao planeta não foram suficientes para convencer as grandes empresas.Na década de 70 Alvin Toffler profetizou que o Home Office como símbolo de um novo modelo de produção apoiado em tecnologia, o que finalmente se tornou realidade em fins do século XX, embora de forma menos glamourosa do que se imaginava, afinal de contas a Internet não existia como ideia pública naquela época.

Salvo algumas poucas exceções, aderiram ao Home Office tipicamente profissionais liberais, free-lancers e pequenos empresários que trabalham sozinhos ou não necessitam de um escritório tradicional em caráter permanente.
Além disso, o escritório em casa mostrou algumas desvantagens: – O ambiente doméstico pode não ser o melhor lugar para atividades que exigem concentração e dedicação por longos períodos.
  • O investimento em equipamentos e material é todo do profissional e não há uma estrutura de apoio para manutenção ou reposição rápida em caso de sinistro
  • Normalmente, não é o lugar ideal para receber clientes (ou mesmo atendê-los ao telefone!)
  • Dependendo das regras do condomínio, algumas atividades podem ser dificultadas ou até mesmos proibidas em prédios residenciais
  • Para trabalhos que exigem tarefas em equipe, a falta de uma boa sala de reuniões (convenientemente equipada) se torna um empecilho

O Escritório Virtual

Embora pareça hoje uma evolução natural, o Escritório Virtual não foi previsto pelos pensadores do final do século XX. Ao contrário, surgiu naturalmente na forma de uma gradual terceirização de tarefas do escritório convencional.
Vale lembrar, para aqueles que não conhecem o termo ou não leram meus outros artigos, que escritórios virtuais são empresas que disponibilizam a infra-estrutura de um escritório — endereço físico, pessoal, mobiliário, atendimento telefônico, salas de trabalho, serviços de apoio administrativo etc. — a outras empresas e profissionais para os quais os investimentos e despesas necessários à montagem de um escritório próprio não se justificam.
O Escritório Virtual apresenta muitas das vantagens originalmente imaginadas para o Home Office, como a flexibilidade de local e horário de trabalho e otimização de custos de produção.
Por outro lado, não traz as desvantagens daquele – basta reler a lista mostrada no item anterior para concordar.
Porém o mais significativo é que o Escritório Virtual tem se mostrado útil tanto para aqueles que já utilizam um Escritório Doméstico quanto para grandes empresas com edifícios-sede e escritórios convencionais. Para estas últimas, são muitas as vantagens dos escritórios virtuais como base de apoio para:
  • Viagens de negócios em cidades onde não contam com filiais
  • Prospecção de novos mercados
  • Serviços temporários ou eventuais
  • Atividades de caráter sigiloso ou estratégico, que por motivos de segurança devem ser executados fora dos escritórios da empresa.

Escritório virtual ou escritório doméstico?

Como você pode ver a escolha pelo escritório virtual ou home office não é mutuamente excludente. Na verdade, os profissionais baseados em um Home Office podem se beneficiar bastante de um Escritório Virtual, utilizando-o para reuniões ou encontros de trabalho, atendimento telefônico permanente e serviços de apoio.
Por outro lado, a realidade está demonstrando – para além dos prognósticos dos estudiosos do século anterior – que o Escritório Virtual poderá não apenas coexistir com os Escritórios Doméstico e Tradicional, mas também se fortalecer como a verdadeira grande tendência na reorganização do trabalho do mundo globalizado do século XXI.
Copiado: http://www.empreendedoresweb.com.br/

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

PENSAMENTO SISTÊMICO NA PRÁTICA

O livro A Quinta Disciplina, escrito por Peter Senge na década de 1990, tornou-se um dos maiores clássicos da administração moderna. O propósito do autor era definir os contornos da "organização que aprende", na qual as pessoas poderiam expandir continuamente sua capacidade de criar os resultados que realmente desejam.

Na época, Senge estabeleceu cinco disciplinas permanentes de estudo e prática que levam ao aprendizado organizacional. Todas são fundamentais para que uma empresa adquira as capacidades necessárias para mudar a sua forma de trabalhar e conquistar espaço no mercado. Para algumas, a aplicação integral das disciplinas é uma questão de sobrevivência.

Apesar de considerar todas as disciplinas essenciais para o aprendizado contínuo, meu objetivo aqui é desmistificar a complexidade do assunto e discorrer sobre o pensamento sistêmico - a disciplina mais importante, na minha modesta opinião.

As demais servem de âncora para a criação do pensamento sistêmico - a quinta disciplina.Domínio pessoal, modelos mentais, visão compartilhada e aprendizado em equipe são disciplinas importantes na medida em que nos ajudam a compreendê-lo.
Na liderança é muito comum alguém repetir continuamente a ideia de que "nossa empresa ou nossa equipe não possuem pensamento sistêmico". Isso não deixa de ser uma realidade, entretanto, para entendermos a origem do problema seria necessário rever as bases antropológicas e culturais da nossa formação, o que não é tão simples.

Qualquer mudança de hábito ou de cultura leva tempo e as lideranças de hoje não dispõem de tempo nem de paciência para esperar as coisas acontecerem, portanto, o que prevalece é a cultura dos "resultados imediatos, a qualquer custo, enquanto alguém estiver no comando". Em poucas palavras, não há espaço para aprendizagem. Você deve nascer pronto para o combate.

Mas o que significa pensamento sistêmico? Por que as pessoas têm tanta dificuldade para colocá-lo em prática? Existem inúmeras respostas para isso e aqui vão algumas: individualismo ao extremo, cultura do imediatismo, complacência, egoísmo, falta de visão, medo das mudanças, liderança ineficaz .

Pensamento sistêmico nada mais é do que criar uma forma de analisar e uma linguagem para descrever e compreender as forças e inter-relações que modelam o comportamento dos sistemas, segundo Peter Senge. É a disciplina que permite mudar os sistemas com maior eficácia e agir mais de acordo com os processos do mundo natural e econômico.

Calma, vamos simplificar a ideia. Pensamento sistêmico é a capacidade que uma pessoa - líder, pai e mãe de família, governante, empreendedor, professor etc. - adquire para avaliar os acontecimentos ao redor e suas possíveis implicações a fim de criar uma solução única que possa contemplar as expectativas de todas as partes envolvidas. Isso diz respeito aos aspectos pessoais, profissionais e econômicos do ser humano.

Na prática, o que isso quer dizer? Agora sim, para responder essa questão é necessário recorrer às demais disciplinas que fundamentam a base do pensamento sistêmico:
Domínio Pessoal: quanto mais você expande a sua capacidade pessoal para obter os resultados desejados, não somente para a empresa, mas para todos os que dela fazem parte, maior a probabilidade de se criar um ambiente favorável ao engajamento das pessoas para o alcance das metas escolhidas.

Modelos Mentais: não existe nada que não possa ser questionado, modificado, repensado ou reorganizado, portanto, você deve refletir, esclarecer e pensar em como melhorar continuamente a sua maneira das coisas para moldar também as suas decisões.

Visão compartilhada: estabelecer uma visão é fácil, mas compartilhar essa visão e conquistar o engajamento do grupo em relação ao futuro que se deseja criar é um desafio. Lamentavelmente, para algumas empresas, a pressão funciona melhor do que a visão e a missão.
Aprendizado em equipe: transformar aptidões coletivas e fazer com que as equipes desenvolvam capacidades maiores do que a soma dos talentos individuais é o grande desafio dos líderes.

Uma das maiores dificuldades para a criação e a manutenção do pensamento sistêmico é o alto índice de rotatividade nas empresas. Por outro lado, a rotatividade torna-se elevada quando a empresa não faz a mínima ideia ou não compreende a importância do pensamento sistêmico, portanto, forma-se aqui um círculo vicioso.

Dessa forma, como não existe mais fidelidade nas empresas e as pessoas mudam de emprego como quem muda de roupa, a continuidade necessária para a formação do pensamento sistêmico fica comprometida.

Na realidade, como afirma o próprio Senge, os seres humanos aprendem realmente quando há mudanças fundamentais na sua maneira de ver o mundo e alterações significativas de suas capacidades. Não vejo como conseguir isso sem a criação de uma cultura forte de estímulo ao aprendizado contínuo dentro das organizações.

Quando as empresas e os líderes em geral compreenderem isso, terão o combustível necessário para transformar ideias em oportunidades de aprendizagem e crescimento para todos. E mais do que isso, terão compreendido a essência do pensamento sistêmico.

Pense nisso e seja feliz!
Por:
Site: www.institutojetro.com

Título do artigo: Pensamento sistêmico na prática

Autor: Jerônimo Mendes

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Dez Propagandas Antigas Machistas (Parte 02)

Seleção de propagandas antigas machistas veiculadas em décadas passadas.


Há tempos a publicidade sempre levantou grandes polêmicas. O racismo e o machismo foram predominantes em décadas passadas. Para revirar o baú desta polêmica, apresentamos uma segunda seleção de propagandas históricas com cunho machista. Seja para vender café, cigarro ou sabonete algumas campanhas tornaram pérolas polêmicas.




Propaganda da Chase & Sanborn Coffee onde o marido bate na mulher.
Chase & Sanborn Coffee - 1952
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)
Com uma naturalidade de assustar os olhares dos dias hoje, a Chase & Sanborn Coffee apresentou uma propaganda onde o marido dava a liberdade de bater na esposa, caso o café que é servido a ele não venha a ser fresco. Propaganda americana de 1952.




Propaganda da Eletrolux nos anos 50 com uma mulher usando viseira de cavalo.
Electrolux (Novas Ideias) - Anos 50
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Imagine ilustrar um anúncio colocando uma dona de casa com uma viseira de cavalo? Um tanto incorreto e chocante porém usado pela Electrolux em um anúncio publicitário dos anos 50. O título afirma: "Viseira de Cavalo... Porque ela recusa (recusa em aceitar) novas ideias".


Propaganda machista do sabonete Palmolive nos anos 40.
Sabonete Palmolive - Anos 40
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

"A maioria dos homens pergunta ‘Ela é bonita?’, e não ‘Ela é inteligente?’" . Este é o principal argumento da propaganda do sabonete Palmolive, nos anos 40. Lançada nos Estados Unidos, certamente esta propaganda faria um grande escândalo nos dias atuais.



Propaganda machista das Vitaminas PEP em 1950.
Vitaminas PEP - 1950
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Em comerciais antigos, a mulher era vista apenas como dona de casa. Temos este exemplo no comercial das Vitaminas PEP, de 1950:  "Quanto mais duro uma esposa trabalha, mais bonita ela fica"




Propaganda da enceradeira voltada para as filhas das donas de casa.
Enceradeira Infantil Champion - 1954
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Anúncio de lançamento da enceradeira mirim da marca Champion: ‘Para tornar a tarefa do lar mais agradável, a Champion criou a enceradeira Mirim para sua filhinha’. Na edição de 1 de agosto de 1954 do jornal 'O Estado de São Paulo'.


Propaganda machista da cafeteira italiana Moka.
Moka Express Cafeteira - Anos 40
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

A preocupação real de uma mulher, como deve ser: que o marido beba um café tão bom em casa como no bar. Essa foi a ideia que a propaganda da cafeteira italiana Moka Express apresentou aos seus consumidores na década de 40. Nem precisamos discutir o quanto forte foi o cunho machista desta campanha. Verdadeira pérola.


Propaganda do Cachimbo Bull Dog voltado para os homens.
Cachimbo Bull Dog (Mulheres por Perto) - 1969
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Propaganda segmentada e com um cunho machista. Direcionada aos homens, o fumo para cachimbo Bull Dog mostrava a causa que as mulheres estavam sempre junto aos homens durante o ato de fumar. Acompanhe esta curiosa campanha veiculada na Revista Veja em dezembro de 1969.


Propaganda dos Cigarros Califórnia em 1969 que fazia ligação à infidelidade.
Cigarros Califórnia (Seja Infiel) - 1968
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

“Seja infiel. Mude para Califórnia, o único com filtro de carvão ativado e fumo Virgínia da melhor qualidade”. Venda de cigarros e apologia à traição. Quer mais polêmica em um só anúncio? Mais uma pérola publicitária dos anos 60. Cigarros Califórnia da Santa Cruz.


Propaganda machista da batedeira Kenwood Chef, veiculada nos Estados Unidos
Batedeira Kenwood Chef (Esposas) - 1961
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

O comercial ao lado é da batedeira Kenwood Chef, de 1961. Made in Estados Unidos da América. Mais machista que ela, impossível. O título do anúncio resumia bem: "O Chef [a batedeira] faz tudo, menos cozinhar. É pra isso que existem as esposas".


Propaganda das embalagens Alcoa em 1953: fácil para uma mulher abrir
Alcoa - 1953
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Em 1953, a Alcoa desenvolveu nos Estados Unidos uma tampa de rosca feita de alumínio, a HyTop, dedicada a facilitar a abertura de frascos de ketchup. A novidade ganhou um anúncio com a foto de uma típica dona de casa americana e o seguinte título: “Quer dizer que uma mulher pode abrir isso?”.



Copiado: http://www.propagandashistoricas.com.br/

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Finanças Pessoais e a Síndrome do Vampiro

O vampiro é, talvez, um dos mitos mais conhecidos do mundo. No inconsciente coletivo, o vampiro é um ser assombrado, assustador, capaz de matar qualquer um para alimentar sua fome insaciável por sangue humano.
Esse ser, no entanto, possui características interessantes que podem nos ajudar a refletir sobre nossa condição de seres humanos nos dias atuais, e a imortalidade é, sem dúvida, uma das características mais peculiares capaz de nos ensinar muito sobre os cuidados que precisamos ter ao buscar nossos objetivos.
Por ser imortal, um vampiro não tem com o que se preocupar. Para ele, quando o assunto é tempo, não existe pressa, plano para o futuro ou sequer ideia de sua finitude. Um vampiro não espera pela aposentadoria, pelas férias ou pelo dia em que será possível morar em uma bela casa, por exemplo, pois o amanhã sempre existirá. Para ele, a única preocupação é com o presente, independentemente do que o futuro (infinito) possa lhe reservar. Todo vampiro é míope.
Alguns adolescentes possuem a “Síndrome de Vampiro”, pois, embevecidos de jovialidade, querem consumir o mundo de uma só vez, e não compreendendo a evolução temporal da vida, acreditam que serão eternamente jovens. A despeito da idade, muitos adultos também se comportam como vampiros quando o assunto é planejar e organizar seus objetivos financeiros, pois se esquecem de considerar a variável tempo em suas decisões, até perceberem que um dia, de repente, já é tarde demais.
Todas as nossas ações possuem consequências. Os juros são a consequência direta de nossa decisão por consumir ou poupar algum recurso. Quando consumimos algo no presente para pagar no futuro, arcamos com os juros dessa decisão. Por outro lado, se optamos por poupar recursos para comprar um bem no futuro, os juros também estarão presentes, entretanto, como remuneração. A diferença entre essas duas decisões é a forma como os juros trabalham para a realização de nosso objetivo.
Ao consumirmos algo no presente sem termos os recursos necessários, pagamos a pena pela nossa impaciência. Os juros que incidem sobre nossa visão de curto prazo são muito maiores do que aqueles que nos remuneram quando poupamos para consumir no futuro; a pressa também nos torna míopes em nossas decisões financeiras.
 A incidência dos juros para quem decide poupar primeiro e consumir depois é muito mais modesta, mas pelo menos nos gratifica ao invés de nos penalizar. A decisão baseada no longo prazo merece ser recompensada. Por isso, não é estranho percebermos em nossa sociedade, pessoas impacientes endividadas e pessoas controladas com recursos investidos.
As pessoas endividadas são muitas vezes dotadas da “síndrome de vampiro”, ou seja, não conseguem ter clareza temporal de quando realizarão seus sonhos. Passam uma vida inteira tomando atitudes impacientes e de curto prazo, envolvidas em dívidas intermináveis que reduzem sua renda cada vez mais. Infelizmente, essas pessoas que não se preparam para os tempos difíceis da velhice, acabam tendo que viver uma realidade de restrições e de frustração. “E, atemorizado, escondi na terra o teu talento.” (MT: 25,25).
No final da década de 1960, o psicólogo americano Walter Mischel realizou um experimento denominado: teste do Marshmallow, que se baseou em reunir um grupo de crianças em busca de uma recompensa (marshmallow), deixando-as sozinhas em uma sala, em frente a um pedaço do doce e com a seguinte proposta: comerem um pedaço naquele momento ou esperar um pouco para ganhar dois pedaços. 
O teste, além de revelar que o controle temporal por recompensas se destaca em crianças a partir dos quatro anos de idade, mostrou, anos mais tarde, que as crianças que conseguiram esperar mais pela recompensa tiveram melhor desempenho escolar e profissional do que aqueles que a anteciparam.
Com isso, fica claro que a parcimônia e o equilíbrio no consumo são fundamentais para a construção de uma vida de realizações; uma pessoa que consegue planejar seu consumo de acordo com suas condições terá mais oportunidades para usufruir de boas experiências ao longo da vida.
Ao contrário, uma pessoa que se deixa conduzir pelo inconsciente do consumo de curto prazo tende a ter uma vida de infelicidade e lamento, opta por viver o dilema do vampiro, sem perspectivas nem projetos; imerso na escuridão e sem perceber o tempo passar.
O vampiro está fadado à mesmice. Sem contemplar o futuro, nem a beleza de suas conquistas; se satisfaz com lugares obscuros e sem qualquer chance de harmonia ou alegria. Em busca da eternidade; se comporta como um ser egoísta, que busca a qualquer custo se manter vivo a partir da morte de suas vítimas; e sem suportar que o espelho reflita sua imagem, acaba se escondendo sob uma cortina de desespero e inquietação, vivendo uma vida (eterna) de sofrimento.
Quando olhamos para nossa condição financeira, nos deparamos com essas duas alternativas: a primeira se baseia no enfrentamento dos desafios de uma vida finita, planejando algumas renuncias no presente a fim de colhermos (com frutos) no futuro. A segunda se assemelha à escolha do vampiro, que vive o presente sem se importar com o futuro, mesmo que isso gere consequências terríveis.
As duas alternativas são individuais, mas de uma coisa precisamos ter clareza, se optarmos por viver como vampiros, não teremos uma vida infinita, ao invés disso, correremos o risco de perceber, tarde de mais, que o tempo é um bem precioso, e acima de tudo, irrecuperável.
Por:Vanderson Silva - http://www.administradores.com.br/

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

10 Tendências de Consumo e Inovação para 2015

Todo ano, diversos eventos costumam influenciar comportamentos e percepções sociais, gerando novas oportunidades no mercado. Com base em relatório da trendwatching.com, listamos as 10 maiores tendências para 2015 na América Latina. 

Nosso expertise é apontar novos caminhos que vão contribuir para o fortalecimento das marcas. Cada uma dessas tendências indica uma oportunidade de açāo e inovação a ser criada e adaptada pelas marcas de todos os setores.

Conheça as 10 maiores tendências de consumo e inovação para 2015:
1. IN-HAND BRANDS
Sirva os consumidores no lugar certo e na hora certa. Enquanto as expectativas dos consumidores crescem nas Américas do Sul & Central, a paciência deles diminui. Marcas espertas estão integrando-se à vida das pessoas com um preciso senso de urgência. Em 2015, os consumidores irão demandar marcas que acrescentem recursos e criem atalhos que acelerem as entregas. E as melhores delas estarão onde e quando forem requisitadas, antes mesmo dos consumidores saberem que as querem.
2. BRIGHT IS BEAUTIFUL
Ajude a alimentar o amor pelo conhecimento como status. O que isso significa para as marcas em 2015? Além de integrar o aprendizado e experiências literárias ao dia a dia dos consumidores, pense como você pode ajudar os consumidores a expressar (ou exibir) seus conhecimentos. Você pode ajudá-los a fazer isso via redes sociais? Na América Latina, as pessoas gastam mais tempo nelas do que em qualquer outro lugar do mundo, em torno de 8.67 horas por mês (comScore, julho de 2014). E se a oportunidade estiver no universo offline? Até mesmo um par de jeans pode ser usado para exibir o amor pela literatura.
3. RECONCILIATION BRANDS
Tome uma posição na luta contra a desigualdade. Apesar de todo o progresso das Américas do Sul & Central, há ainda muita desigualdade e barreiras que separam a população da região. Dificuldades financeiras, desigualdade e preconceitos. Em 2015, as marcas não podem ignorar essas questões. A lacuna entre ricos e pobres é uma questão séria para 68% dos brasileiros (Pew Research, junho de 2014). Marcas corajosas (grandes e pequenas) irão abraçar esta discussão.
4. DEMOCRATIC PRICING
Deixe os consumidores opinarem. Depois de viver anos de flutuação de preços, consumidores das Américas do Sul & Central estarão confiantes de que sabem o quanto produtos e serviços devem custar. Esses consumidores demandarão das marcas a possibilidade de participar da precificação de produtos. Estando confiante em sua oferta e respeito por seus consumidores, deixe que eles mostrem o quanto valorizam sua marca.
5. INSIDE OUT
Ajude os urbanoides a aproveitar espaços ao ar livre. Os latinoamericanos andaram se escondendo (especialmente da violência urbana) em shoppings, em seus carros no trânsito e em condomínios nos últimos anos. Mas, desde 2013, esses consumidores estão redescobrindo o valor de ir às ruas. Em 2015, como você vai ajudar os seus consumidores a aproveitar o espaço público?
6. PLAYFUL PERKS
Nas Américas do Sul & Central, as marcas muitas vezes recorrem a um tom sério no seu discurso, com o objetivo de serem vistas como profissionais e respeitáveis. Interações com marcas devem ser humanas: 73% dos consumidores do Brasil esperam que as marcas construam relações significativas com eles. (Edelman, outubro de 2014). Em 2015, as HUMAN BRANDS (“marcas humanas”) irão além das piadinhas com fãs e seguidores online, e vão estimular os consumidores com recompensas divertidas e interações surpreendentes.
7. CITY CONNECTIONS
Os solitários moradores das cidades irão amar marcas que possam uni-los. Graças à contínua urbanização das Américas do Sul & Central e ao ritmo das grandes cidades (muito trabalho, pouco tempo livre), é comum que moradores não conheçam seus vizinhos. Sua marca é amigável o suficiente para ajudar as pessoas a se conectar? Quanto mais conexões você fizer, mais você será amado.
8. OK COMMUTER
O cruzamento entre varejo e transporte é certamente uma das novas áreas mais interessantes a serem exploradas nas Américas do Sul & Central. Consumidores da região estão adotando novas formas de METRO MOBILITY (de apps de táxi e corridas compartilhadas à crescente adoção do transporte público). Conforme o status associado ao transporte muda da posse do carro a ter experiências únicas, a habilidade de comprar durante o trajeto será uma experiência valorizada. Em 2015, latinoamericanos irão abraçar marcas que se encaixem perfeitamente em suas jornadas.
9. ONLIFE SERVICE
Acrescente controle e conveniência à vida online dos consumidores. Em 2015, enquanto os consumidores desejarem marcas que os ajudem a gerenciar suas vidas online, eles também irão esperar ser servidos e assistidos com total conveniência. As marcas devem ajudá-los a usar a tecnologia de maneira segura, mais saudável e mais produtiva.
10. BRAND STANDS
Esteja comprometido com as mesmas causas que seus consumidores. De acordo com a pesquisa do Pew Research Center de junho de 2014, 72% dos brasileiros estão insatisfeitos com o país. Eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada que se aproxima fizeram os consumidores das Américas do Sul & Central (não apenas do Brasil!) repensar o uso dos espaços públicos e a infraestrutura local, causando grande desejo de melhorar a região para que isso seja motivo de orgulho nacional. Em 2015, os consumidores irão esperar que as marcas provem que são comprometidas com as mesmas causas que eles.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: O QUE AS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS BEM-SUCEDIDAS ESTÃO ENSINANDO AO MUNDO DOS NEGÓCIOS

Organizações sem fins lucrativos estão ensinando as entidade com fins lucrativos como gerenciar seus empreendimentos. Estão a praticar aquilo que a maioria dos negócios apenas prega. E nas áreas mais decisivas - motivação e produtividade dos trabalhadores do conhecimento - elas são verdadeiramente pioneiras, elaborando as políticas que os negócios ainda terão de aprender.

Poucas pessoas tem consciência da importância do setor sem fins lucrativos. O trabalho voluntário está mudando rapidamente. Com certeza, o que  muitos desses trabalhadores voluntários fazem requer pouca habilidade ou discernimento.

Crescem em escala potencial o número de voluntários que se tornam membro do stff não remunerado, assumindo as tarefas profissionais e administrativas na organizações das quais fazem parte.

O empreendedor social sabe perfeitamente que o seu sucesso encontra-se baseado no compromisso com a gestão profissional. Não muito longe na linha do tempo, gestão era um termo pejorativo para quem estava envolvido em organizações sem fins lucrativos. Ele significava negócios, e as entidades sem fins lucrativos se orgulhavam de estarem isentas da mácula do aspecto comercial e acima das considerações sórdidas, tal como o lucro.

Hoje, grande parte delas já entendeu que, justamente por não terem objetivo lucro, é que precisam mais de gestão do que as empresas de fins lucrativos. As entidades sem fins lucrativos ainda se dedicam, é claro, a promover o bem. Porém as mais eficazes compreenderam que boas intenções não podem substituir organização e liderança, responsabilização, desempenho e resultados. Para isso, é necessário gestão, e esta por sua vez, começa com a missão da organização.

A missão e seus requisitos talvez seja a primeira lição que os negócios podem aprender com as entidades sem fins lucrativos bem-sucedidas. Ela foca a organização na ação. Define as estratégias necessárias para alcançar metas decisivas.

A organizações sem fins lucrativos dedicam-se com afinco na reflexão para definir a missão de sua organização. Elas evitam declarações abrangentes cheias de boas intenções e, em vez disso, buscam foco em objetivos com implicações bem-definidas para o trabalho que seus membros executam - tanto funcionários, como voluntários.

As empresas sem fins lucrativos bem-sucedidas também começam pelo ambiente, pela comunidade, pelos possíveis clientes: elas não começam, como os negócios muitas vezes fazem, por seu próprio interior - ou seja, pela organização ou pelo retorno financeiro.

Uma missão bem-definida serve como lembrete constante da necessidade de procurar fora da organização, não apenas clientes, mas medidas de sucesso. A tentação de se contentar com a bondade de nossa causa - e assim colocar boas intenções no lugar de resultados - sempre existe nas organizações sem fins lucrativos. É justamente por isso que as sem fins lucrativos bem-sucedidas  e de alto desempenho aprenderam a definir claramente quais as mudanças fora da organização constituem resultados e a se focar nelas.

Podemos afirmar que executivos de negócios podem aprender com as organizações sem fins lucrativos bem-sucedidas é começar com a missão. Instituições bem-sucedidas evitam declarações de missão brandas e as focam em estratégias e ações especificas.

Declaração de missão bem-sucedidas são focadas no exterior - na comunidade e no cliente. Elas olham para fora, para o que se considera como resultados significativos.
As organizações sem fins lucrativos  bem-sucedidas sabem como gerenciar voluntários, e que isso requer uma clara missão(ou um registro dos avanços) altas exigências, responsabilização e treinamento. Esses requisitos para voluntários eficazes são bem próximos do requisitos para trabalhadores do conhecimento de destaque, em outros setores da economia.

O empreendedorismo demonstra claramente que o empreendedor deve aprender a aprender pois na sociedade do conhecimento, os empreendedores têm que aprender a aprender. A sociedade do conhecimento requer do empreendedor aprendizagem pela vida toda. Por isso, precisamos de uma disciplina de aprendizagem do empreendedorismo.

Na verdade já sabemos o ensino do empreendedorismo é a bola da vez em todas sociedades - capitalistas ou socialistas - criamos tanto a motivação para continuar a aprender como a disciplina necessária para isso. Os bons mestres no ensino do empreendedorismo fazem isso, os bons treinadores fazem isso, e também os bons mentores em organizações de negócios, dos quais tanto ouvimos hoje na literatura sobre empreendedorismo.

Essas publicações conduzem seus leitores a realizações de tal magnitude que surpreendem aqueles que as alcançam e criam entusiasmo e motivação - especialmente a motivação para empreender, para um trabalho e práticas rigorosas, disciplinados, exigentes pela aprendizagem continuada do empreendedorismo.

Realização é dedicação.Mas essa realização não significa fazer uma pouco menos mal aquilo que não se sabe fazer bem. A realização que motiva é fazer excepcionalmente bem aquilo que a pessoa faz bem muito bem. A realização tem de se basear nos pontos fortes do empreendedor. De fato, o empreendedor descobrir os seus pontos fortes e se focar neles para a realização é a melhor definição da meta do ensino do empreendedorismo.

A sociedade do conhecimento e os trabalhadores do conhecimento, empreendedores do conhecimento requerem altos níveis de instrução, educação baseada em pontos fortes e aprendizagem continuada. a escola de empreendedorismo é uma das instituições fundamentais da sociedade, onde podem ter lugar a instrução básica e o desenvolvimento dos pontos fortes de um empreendedor. No entanto, a maioria das escolas tem sido tolhida por múltiplas missões, que limitam sua capacidade de atender às necessidades educacionais do empreendedorismo de uma sociedade do conhecimento.

Copiado: http://emanueleite.blogspot.com.br/

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

PLANEJAMENTO

De uma maneira geral sabemos que o planejamento diz respeito aos planos traçados para se alcançar os objetivos desejados, mas no universo empresarial destaca-se o planejamento estratégico que configura-se como um processo de análise de uma organização onde realiza-se a sua observação analisando-se vários ângulos, tendo como objetivo estabelecer que caminhos a empresa irá seguir por meio de um direcionamento que é constantemente monitorado por meio de um plano estratégico. 



Esse plano é elaborado com base nas ameaças que a organização pode estar exposta, bem como às oportunidades que ela poderá aproveitar, tendo como ações estabelecer os seguintes pontos:



• Missão da empresa: representa a sua verdadeira razão de existir, ou seja, para que ela serve; 

• Visão: Onde a empresa pretende chegar, quais são seus objetivos;

• Valores: quais o princípios adotados para alcançar a visão; 

• Estratégia: que comportamentos serão adotados para se alcançar a visão. 


Baseado no que a empresa deseja alcançar, qual negócio ela pretende realizar e que destino deseja trilhar traça-se o planejamento estratégico. 

Trata-se de uma preparação para o futuro, que orienta a organização de uma maneira geral apontando qual o caminho deve ser seguido na busca pela conquista dos objetivos.



Os componentes básicos da estratégia organizacional são:


a) Ambiente: oportunidades e ameaças que a empresa pode encontrar no ambiente de tarefa;

b) Organização: Trata-se dor recursos que a empresa possui, pontos fortes e fracos, habilidades e capacidade, compromissos e objetivos.

c) Adequação de ambos: postura que deverá adotar para obter a harmonia, buscando potencializar as oportunidades e diminuir as ameaças.


A estratégia de uma organização está envolta em múltiplos fatores, que envolvem tanto fatores internos e externos sendo que estes podem muitas vezes estar fora do seu controle. 

Assim, é preciso buscar um melhor direcionamento do seu empenho e dos recursos que possui para que assim seja possível galgar os degraus do sucesso.

Certamente, os resultados não são totalmente previsíveis devido às inúmeras contingências a que estarão sujeitos, por isto a empresa deverá adotar a postura de uma constante reavaliação de suas estratégias buscando assim modificar o que for necessário.

É comum que as estratégias sejam definidas pelos níveis hierárquicos mais alto se só depois de definidas é que serão repassadas aos outros níveis, desdobrando-se assim em planos específicos direcionados a cada área.


Copiado: https://www.portaleducacao.com.br

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Inteligência Social a Nova Competência Profissional

O conceito não é novo, muito menos o que ele representa, se durante muito tempo se falou em inteligência emocional no ambiente de trabalho, hoje a nova competência se chama Inteligência Social.
Você provavelmente deve conhecer pessoas inteligentes socialmente, mas talvez não saiba que esta habilidade pode ser desenvolvida e aprimorada com pequenas mudanças de comportamento.
Assim como Daniel Goleman, se dedicou a estudar sobre aquilo que hoje conhecemos como a arte de educar, compreender e expressar adequadamente as próprias emoções, Karl Albrech se debruçou no estudo da conduta social das pessoas. Albrech, distinguiu dois tipos de condutas baseadas nas respostas de comportamentos adquiridos e as classificou como comportamentos tóxicos e comportamentos nutritivos, sendo tóxicas todas aquelas atitudes que fazem com que outras pessoas se sintam desvalorizadas, diminuídas, intimidadas e até mesmo culpadas – Algo que infelizmente não é muito difícil de encontrar dentro das organizações.
Já os comportamentos nutritivos são os que permitem que outras pessoas se sintam valorizadas, capazes e respeitadas no ambiente social em que vivem. Ao estudar sobre o tema, não pude deixar de lembrar de vários artigos que falavam sobre as competências de um líder e ao que me parece, esta deve ser mais uma delas.
No entanto, acredito que é possível ir além e acreditar que não somente um determinado grupo de pessoas ou cargos deva trabalhar tal competência pois, assim como a inteligência emocional, a inteligência social diz respeito à qualidade de vida e a saúde psicológica, além de propiciar um ambiente mais cordial e adequado para todos. 
Inteligência social, muito tem a ver não somente com traquejo social bem desenvolvido, que é aquele que se refere ao tratamento de outras pessoas, mas entendido como uma habilidade essencial para o bom convívio e para a ajuda mútua pois também implica no cuidado em inspirar e deixar o outro bem.
Normalmente falo que pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas e demitidas por seus comportamentos e o que quero dizer com isso é que habilidade social é fundamental para sua carreira. Hoje qualquer empresa no mundo cobra essencialmente três fatores de uma pessoa: Conhecimento que é o quanto ela contribui com aquilo que sabe, engajamento que é o quão envolvida ela está com a empresa e resultado, que dispensa maiores explicações.
Muito em breve ficará explicito que o fator inteligência social será mais um item desta lista. Para profissionais que desejam se destacar, vale a pena começar agora.
Confira as 4 dicas para desenvolver sua Inteligência Social:
  • Treine sua habilidade perspectiva situacional – O nome parece complicado, mas o seu significado é simples, aprenda a ver uma situação por diversos ângulos, assim é possível ser capaz de entender as pessoas e seus sentimentos em diferentes situações.
  • Seja uma pessoa acessível – Esteja disponível para ouvir e falar, mais o primeiro do que o segundo, seja educado ao conversar e limite-se a dizer ao outro palavras que gostaria que fossem ditas a você. Isto transmite segurança e confiança para as pessoas.
  • Saiba expressar seus sentimentos e opiniões – Não sou muito adepta da frase: “Sou responsável pelo que falo e não pelo que você entende” pois acredito que podemos sim ter controle sobre certas palavras, é o que me refiro na dica acima. Existem mil maneiras de você dizer o que é preciso, basta apenas ter o cuidado para escolher as palavras, lembre-se de “Desiderata” que diz: “Fale a sua verdade mansa e claramente”. Jamais deixe de dizer o que pensa, apenas pense antes de falar.
  • Uma dose de empatia sempre ajuda – Isto está muito ligado à primeira dica, saiba se colocar no lugar do outro. As vezes quando algo me acontece, procuro imaginar inúmeros motivos pelos quais uma pessoa fez o que fez. Afasto os julgamentos emocionais e penso no ganho dela ao fazer isso, normalmente funciona, vale a pena experimentar.

Por: Gisele Meter - http://www.administradores.com.br/