terça-feira, 12 de agosto de 2014

Desmistificando o Significado da CRISE

Em vários campos de nossa vida e em diversos momentos passamos por crises. Na nossa juventude temos a crise da adolescência, em função das mudanças que acontecem em nosso corpo e que na maioria das vezes não entendemos e por isso geram conflitos e sofrimentos. 

Muitos de nós temos crises em nossos relacionamentos, e algumas vezes até levam à ruptura.

Na vida profissional isso também não é diferente. Quantas vezes temos dúvidas se estamos no caminho certo, na profissão correta, na empresa mais adequada as nossas capacidades e expectativas? 

Como as empresas são feitas de pessoas também nelas as crises chegarão de tempos em tempos em função das crises pessoais, inclusive da liderança.

Acreditando que aquilo que conhecemos é mais fácil resolver e superar, procurei estudar o sentido da palavra crise. Descobri que se origina da palavra grega Krísis e no dicionário li que é uma manifestação violenta e repentina de ruptura de equilíbrio; também definida como fase difícil, grave, na evolução das coisas, dos fatos, das idéias; é também um estado de dúvidas e incertezas; momento perigoso ou decisivo; além disso, é ponto de transição entre um período de prosperidade e outro de depressão; tensão, conflito.

Continuando minhas pesquisas descobri que a bíblia trás a palavra crisol, que leva a interpretação da palavra crise como purificação. Crisol é definido como um cadinho, um recipiente das máquinas fundidoras, onde se derrete o metal e separa materiais diferentes. 

Além disso, no dicionário tem o significado de servir para evidenciar as boas qualidades do indivíduo. Aprendi também o verbo acrisolar que significa purificar-se, submetendo-se a provas; aperfeiçoar-se, sublimar-se.

Pensando na história de purificação e de separação entendi que quando uma crise acontece é o momento ideal para separarmos o que temos de bom do que temos de ruim e aí fazermos dela a oportunidade que os chineses falam e aproveitarmos para sermos melhores e crescermos. 

Entendi que o melhor a fazer é buscar o auto-conhecimento para assim conseguir separar as virtudes e os defeitos. Descobrir quais são nossos pontos fortes, nossas principais qualidades, pois essas nos permitirão montar estratégias para vencer a concorrência. 

Também é bom sabermos quais as oportunidades que o mercado nos oferece. Assim, saberemos onde poderemos atuar e traçar um cenário do futuro para superar os problemas que por acaso venham acontecer.

Claro que precisaremos também identificar nossos pontos fracos e as ameaças que o mercado oferece. Esses dados serão importantes para planejarmos nossas ações visando superar nossas deficiências, independentemente de termos uma imprensa sensacionalista ou não.

Por exemplo, imagine que ao fazermos essa análise descobrimos que não temos domínio de uma língua e que por isso não podemos atuar em um determinado país, onde poderíamos obter grande sucesso em função de nossos pontos fortes. Podemos contratar um intérprete ou procurarmos aprender a língua rapidamente. Assim aproveitaríamos as oportunidades.

Não podemos deixar o otimismo e o entusiasmo cair – é preciso ter foco e ir à caça de novos negócios. Precisamos enxergar a parte cheia do copo que está pela metade e não a parte vazia. Patrões usam da crise para demitir, profissionais ruins usam para se justificar. Até quando você vai ficar justificando seus fracassos? Aprenda com os vencedores a comemorar.

Fonte: Sonia Jordão  / http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

PCP - Planejamento e Controle da Produção

O PCP - Planejamento e Controle da Produção (em inglês, Production Planning and Control) consiste em umprocesso utilizado no gerenciamento das atividades de produção.
Sistema de gerenciamento dos recursos operacionais de produção de uma empresa, com funções envolvendo planejamento (o que e quando será produzido), programação (recursos utilizados para a operação, com ínicio e término de todo o fluxo de trabalho) e controle (monitoramento e correção de desvios da produção), bem como a determinação das quantidades que serão produzidas, qual o layout da planta para melhor aproveitamento do fluxo de insumos, quais as etapas de cada processo de manufatura e designação de mão de obra, seja ela humana ou mecânica, para a transformação dasmatérias primas passo a passo.
 Com a consolidação de todos estes dados, será criada a carta mapa da produção, o chamado PMP – Plano Mestre da Produção, nas quais estão expostas as diretrizes do processo em geral.
Nos dias atuais existem departamentos especializados apenas no PCP, sendo estes dedicados as atividades mais operacionais do cotidiano de produção.
Outra característica marcante da evolução do PCP como um todo é a transcendência de tal atividade do nível operacional para outros níveis essenciais da administração, como, por exemplo, o nível tático, onde a aplicação do PCP determina a arquisição de novos insumos, sejam eles as quantidades de matérias primas, máquinas ou pessoal, no nível de vendas, onde a provisão de produção torna-se importante na previsão de oferta e demanda, e no nível financeiro, onde a programação de gastos e receitas ajuda em uma visão mais ampla do gerenciamento empresarial.
  • Conceitos Gerais
Quem não planeja, programa e controla o que produz, provavelmente terá dificuldades em alcançar os índices de produtividade e qualidade que o mercado exige, logo está fadado ao desaparecimento. 
Para que isto não ocorra, o empresário deve buscar gerenciar sua empresa de maneira mais objetiva, dinâmica e eficaz.
Portanto é necessário decidir uma forma de garantir que a sua empresa atinja o objetivo de produzir com qualidade eprodutividade.

A garantia de bons resultados está ligada ao bom planejamento, programação e controle de todo o processo de produção.

Desse modo, torna-se possível atuar corretamente quando ocorrerem desvios, falhas do processo, ou agir em metas traçadas de melhoria de seu produto, para que ele seja bem aceito. Essa prática também possibilita a diminuição de seus custos operacionais.
  •  Objetivos do PCP
O planejamento pressupõe a necessidade de um processo decisório que ocorre antes, durante e depois de sua elaboração e implementação na empresa.
Portanto a função do PCP requer um modo de pensar que objetive responder a indagações referentes aos diversos questionamentos sobre o que será feito, como, por quem e com que recursos, bem como onde e quando será executado.
O planejamento de produção define todos estes fatores, a partir do projeto de desenvolvimento do produto que vai ser manufaturado, fornecendo os dados básicos para o estabelecimento da programação.
O trabalho de planejamento, direta ou indiretamente, afeta toda a organização, por meio de documentos e planos: roteiro de produção, ferramentas e estimativas, etc.
O objetivo global do PCP não envolve somente o planejamento, mas também a programação (definição de quando fazer) e o controle do que foi estabelecido, não deixando que o objetivo final seja desviado do plano, ou ainda, decidindo sobre quaisquer mudanças que possam ocorrer, caso, defeitos ou falhas do planejado passem a atuar no sistema.
O PCP vem para dar suporte à gerência na tomada de decisão, já que está nela os maiores problemas de produção, onde o seu objetivo maior é sempre esquecido, o de gerenciar os meios planejados e não as metas de produção.
As empresas que possuem maior preocupação com o seu PCP ou efetuam algum PCP, conseguem melhores resultados finais. Além de estarem sempre com os seus planos de melhoria voltados para onde suas produções prioritariamente exigem.
O PCP consegue dar informações à gerência, e esta tem capacidade de decidir melhor. Além da empresa conseguir uma melhor compatibilização dos produtos entre a produção e as vendas, levando a um produto capaz de atender aocliente e a produção, já que neste setor este fato é de suma importância, dada a diversificação que os modelos podem alcançar.
Em suma, o PCP tem como função a organização, padronização e sistematização do processo, levando a empresa a produzir com mais perfeição, segurança, rapidez, facilidade, correção e menor custo.
  •  Etapas do PCP
O planejamento envolve diversas atividades, das quais destacam-se:
- Previsão da demanda: os métodos estatísticos e subjetivos de previsão de demanda auxiliam os gerentes de produção no dimensionamento da produção e dos recursos materiais e humanos necessários. A previsão de demanda assume um papel ainda mais importante quando a empresa adota uma estratégia de produção paraestoque.
- Planejamento da capacidade de produção: a partir da previsão de demanda de médio e longo prazo e da análise da capacidade instalada, determina-se a necessidade de adequação (aumento ou redução) da capacidade de produção para melhor atender a demanda no médio e longo prazo.
- Planejamento agregado da produção (PAP): VISA determinar a estratégia de produção mais adequada para a empresa. No plano agregado, estão as decisões de volumes de produção e estoque mensais, contratação (ou demissão) de pessoas, uso de horas-extras e subcontratação, contratos de fornecimento e serviços logísticos. Usualmente, o horizonte de planejamento é anual com revisão mensal dos planos. Neste nível de planejamento, as informações de demanda e capacidades são agregadas para viabilizar a análise e tomada de decisão.
- Programação mestra da produção (PMP): trata-se da operacionalização dos planos de produção no curto prazo. No programa mestre são analisados e direcionados os recursos (máquinas, pessoas, matérias-primas) no tempo certo para produzir a quantidade necessária para suprir a demanda de determinado período. Nessa etapa, temos uma definição mais precisa dos itens e quantidades de produção e estoques, com um grau de detalhamento maior que o utilizado no planejamento agregado, incluindo não apenas PREVISÕES de demanda, como também pedidos firmes e ordens abertas de produção e compras.
- Programação detalhada da produção (PDP): é a operacionalização propriamente dita no “chão da fabrica”. Define como a fábrica irá operar no seu dia a dia. As atividades que envolvem a programação da produção são:administração de materiais, seqüenciamento das ordens de produção, emissão e liberação de ordens.
- Administração de materiais: planeja e controla os estoques, define o tamanho dos lotes, a forma de reposição da matéria-prima e os estoques de segurança.
- Sequenciamento: é a determinação da sequência de execução das operações de produção nas máquinas, visando minimizar atrasos, ociosidades e estoques em processo.
- Emissão de ordens: implementa o programa de produção emitindo a documentação necessária para o inicio das operações e liberando-a quando os recursos estiverem disponíveis.
Em sistemas de produção repetitiva (alto volume, baixa variedade), a programação detalhada é orientada por regras mais simples e visuais como os sistemas de produção puxada tipo Kanban. Por outro lado, em empresas de produção intermitente (baixo volume, alta variedade), a atividade de programação detalhada torna-se mais complexa, dificultando a sincronização das operações para redução de custos, atrasos e tempos de fluxo das ordens. Neste ambiente, a atividade de programação pode ser apoiada em software específicos de programação da produção.
- Controle da produção: é a última etapa do PCP e consiste no acompanhamento dos processos produtivos a fim de verificar o andamento da produção conforme o planejado, ou seja, verificar se o que foi decidido no plano agregado, programa mestre e programação detalhada está sendo realizado. A partir do apontamento da produção (tempos e rendimentos do processo), o PCP acumula dados atualizados dos processos para utilização nas decisões futuras.
Copiado:http://portogente.com.br/portopedia/pcp-planejamento-e-controle-da-producao

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

AS FREQUENTES VIOLAÇÕES CONTRATUAIS NA CONCESSÃO DE FRANQUIAS

É expressivo o número de “franqueadores” que desconsideram, a cada dia, os requisitos exigidos pela Lei nº 8.955, de 15 de dezembro de 1994; bem como, o de “franqueados” que se submetem a tal prática, seja por desconhecimento ou por má-fé, na busca de indenizações futuras, relativamente fáceis de obter, via judicial.
( I )
QUANTO À CIRCULAR DE OFERTA DE FRANQUIA (COF)
 Deixando de confeccioná-la de modo objetivo, claro e conciso, na forma constante no artigo 3º da sobredita lei, verbis, que deve ser entregue aos “franqueados”, 10 (dez) dias antes do recebimento de qualquer quantia dos mesmos ou da assinatura de qualquer documento.
Sempre que o “franqueador” tiver interesse na implantação de sistema de franquia empresarial, deverá fornecer ao interessado em tornar-se “franqueado” uma Circular de Oferta de Franquia, por escrito e em linguagem clara e acessível, contendo obrigatoriamente as seguintes informações :
I-    histórico resumido, forma societária e nome completo ou razão social do franqueador e de todas as empresas a que esteja diretamente ligado, bem como os respectivos nomes de fantasia e endereços;
II-  balanços e demonstrações financeiras da empresa franqueadora relativos aos dois últimos exercícios;
III- indicação precisa de todas as pendências judiciais em que estejam envolvidos o franqueador, as empresas controladoras e titulares de marcas, patentes e direitos autorais relativos à operação, e seus subfranqueadores, questionando especificamente o sistema da franquia ou que possam diretamente vir a impossibilitar o funcionamento da franquia;
IV- descrição detalhada da franquia, descrição geral do negócio e das atividades que serão desempenhadas pelo franqueado;
V-  perfil do “franqueado ideal” no que se refere a experiência anterior, nível de escolaridade e outras características que deve ter, obrigatória ou preferencialmente;
VI- requisitos quanto ao envolvimento direto do franqueado na operação e na administração do negócio;
VII-  especificações quanto ao :
a)   total estimado do investimento inicial necessário à aquisição, implantação e entrada em operação da franquia;
b)  valor da taxa inicial de filiação ou taxa de franquia e de caução; e
c)  valor estimado das instalações, equipamentos e do estoque inicial e suas condições de pagamento;
VIII-    informações claras quanto a taxas periódicas e outros valores a serem pagos pelo franqueado ao franqueador ou a terceiros por este indicados, detalhando as respectivas bases de cálculo e o que as mesmas remuneram ou o fim a que as destinam, indicando, especificamente, o seguinte:
a)  remuneração periódica pelo uso do sistema, da marca ou em troca dos serviços efetivamente prestados pelo franqueador ao franqueado (royalties);
b)  aluguel de equipamentos ou ponto comercial;
c)  taxa de publicidade ou semelhante;
d)  seguro mínimo; e
e)  outros valores devidos ao franqueador ou a terceiros que a ele sejam ligados;
IX- relação completa de todos os franqueados, subfranqueados e subfranqueadores da rede, bem como dos que se desligaram nos últimos doze meses, com nome, endereço e telefone;
X - em relação ao território, deve ser especificado o seguinte:
a)  se é garantida ao franqueado exclusividade ou preferência sobre determinado território de atuação e, caso positivo, em que condições o faz; e
b)  possibilidade de o franqueado realizar vendas ou prestar serviços fora de seu território ou realizar exportações;
XI-     informações claras e detalhadas quanto à obrigação do franqueado de adquirir quaisquer bens, serviços ou insumos necessários à implantação, operação ou administração de sua franquia, apenas de fornecedores indicados e aprovados pelo franqueador, oferecendo ao franqueado relação completa desses fornecedores;
XII- indicação do que é efetivamente oferecido ao franqueado pelo franqueador, no que se refere a:
a) supervisão de rede;
b) serviços de orientação e outros prestados ao franqueado;
c)  treinamento do franqueado, especificando duração, conteúdo e custos;
d)   treinamento dos funcionários do franqueado;
e)   manuais de franquia;
f)   auxílio na análise e escolha do ponto onde será instalada a franquia; e
g)  layout e padrões arquitetônicos nas instalações do franqueado;
XIII- situação perante o Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI das marcas ou patentes cujo uso estará sendo autorizado pelo franqueador;
XIV - situação do franqueado, após a expiração do contrato de franquia, em relação a:
a)  know how ou segredo de indústria a que venha a ter acesso em função da franquia; e
b)  implantação de atividade concorrente da atividade do franqueador;
XV- modelo do contrato-padrão e, se for o caso, também do pré-contrato padrão de franquia adotado pelo franqueador, com texto completo, inclusive dos respectivos anexos e prazo de validade.”
 A COF deve ser entregue pelo franqueador 10 (dez) dias antes do recebimento de qualquer quantia do franqueado ou da assinatura de qualquer documento.
Tudo em linguagem não publicitária, contendo informações que possam ser prontamente comprovadas com respeito à figura do franqueador e aos seus dados empresariais, inclusive contábeis, e o que é oferecido ao futuro franqueado.
A expressão “as seguintes informações” refere-se a um documento que contém 15 pontos de informação sobre o franqueador, o negócio franqueado e o contrato de franquia. A divulgação é obrigatória e devem ser apresentados por escrito.

( II )
QUANTO À ELABORAÇÃO DE UM “PRÉ-CONTRATO” QUE DEVE ANTECEDER O “CONTRATO DE FRANQUIA” PROPRIAMENTE DITO

Uma minuta do Contrato de Franquia que será assinado deverá estar anexada à COF para que o candidato a determinada rede possa, consultar, detidamente, ambos os documentos e mostrá-los aos seus consultores econômicos, financeiros e contábeis, bem como a  os seus advogados.
A definição dos direitos e obrigações recíprocas é esboçada: enquanto o ponto comercial é analisado, as instalações são projetadas, o treinamento é encerrado e é iniciada a constituição da firma da futura empresa franqueada.
 O prazo do contrato de franquia geralmente está atrelado ao prazo de locação ou sublocação do imóvel onde a unidade franqueada será instalada.

CONCLUSÃO
QUANTO ÀS MULTAS DECORRENTES DA PREDITA VIOLAÇÃO LEGAL

  Cogitadas no parágrafo único do artigo 4º, da lei em objeto declara que:
“Na hipótese do não cumprimento do disposto no caput deste artigo, o franqueado poderá argüir a anulabilidade do contrato e exigir devolução de todas as quantias que já houver pago ao franqueador ou a terceiros por ele indicados, a título de taxa de filiação e royalties, devidamente corrigidas, pela variação da remuneração básica dos depósitos de poupança mais perdas e danos”.
Em outras palavras, estará infringindo a lei e sujeito à devolução das quantias mencionadas anteriormente, o franqueador que deixar de fornecer a COF a qualquer franqueado potencial dentro dos prazos estabelecidos por constituir parte integrante da circular, o contrato de franquia também deve ser fornecido para análise ao candidato a franqueado nas mesmas condições.
Além disso, o artigo 7º declara:
“A sanção prevista no parágrafo único do art. 4º desta lei aplica-se, também, ao franqueador que veicular informações falsas na sua Circular de Oferta de Franquia, sem prejuízo das sanções penais cabíveis”.
Isto significa que, tão importante quanto possuir uma COF e fornecê-la ao candidato no prazo correto, é certificar-se de que as informações nela contidas são idôneas.
Por: ROGERIO ALVARO SERRA DE CASTRO - Advogado - rasc@rasc.adv.br

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Uma Xícara de Café!

Um grupo de profissionais, todos vencedores em suas respectivas carreiras, reuniram-se para visitar seu antigo professor.
Logo a conversa parou nas queixas intermináveis sobre “stress' no trabalho e na vida em geral.
O professor ofereceu café, foi para a cozinha e voltou com um grande bule, e uma variedade das melhores xícaras: de porcelana, plástico, vidro, cristal, algumas simples e baratas, outras decoradas, outras caras, outras muito exóticas...
Ele disse:
- Pessoal, escolham suas xícaras e sirvam-se de um pouco de café fresco.
Quando todos o fizeram, o velho mestre limpou a garganta e calma e pacientemente conversou com o grupo:
- Como puderam notar, imediatamente as mais belas xícaras foram escolhidas e as mais simples e baratas ficaram por último. Isso é natural, porque todo mundo prefere o melhor para si mesmo. Mas essa é a causa de muitos problemas relacionados com o que vocês chamam "stress".
Ele continuou:
- Eu asseguro que nenhuma dessas xícaras acrescentou qualidade ao café. Na verdade, o recipiente apenas disfarça ou mostra a bebida. O que vocês queriam, na verdade, era café, não as xícaras, mas instintivamente vocês quiseram pegar as melhores.
Então, eles começaram a olhar para as xícaras uns dos outros.
Agora pense nisso:
A vida é o café.
Trabalho, dinheiro, status, popularidade, beleza, relacionamentos, entre outros, são apenas recipientes, que dão forma e suporte à vida. O tipo de xícara que temos não pode definir nem alterar a qualidade da vida que recebemos. Muitas vezes, concentrando-nos apenas em escolher a melhor xícara, nos esquecemos de apreciar o café!
As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor, mas as que fazem o melhor com tudo o que têm!
Então lembrem-se:
Viva simplesmente. Seja generoso. Seja solidário e atencioso. Fale com bondade.
O resto deixe nas mãos do Divino, porque a pessoa mais rica não é a que mais tem, mas a que menos precisa.
Agora desfrute o seu café!
Copiado do Facebook: Joaocarlos Grossdealmeida

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

5 (cinco) Desculpas que Impedem Você de Alcançar Seus Sonhos

Todos têm objetivos que desejam alcançar. Se você está incerto quanto à conquista dos seus, confira 5 desculpas que impedem você de alcançar seus sonhos e mude essa situação

Concluir um curso de graduação, encontrar um emprego satisfatório, ter uma carreira bem-sucedida. Todas essas conquistas fazem parte dos sonhos de diversas pessoas. Não importa qual seja o seu, se existe algo que você realmente deseja alcançar, você não pode deixar que nada o impeça de fazer o possível para conseguir.

A seguir, confira 5 desculpas que impedem você de alcançar seus sonhos:

1. "Não há tempo suficiente"
É verdade que você não pode fazer com que um dia dure mais tempo. Porém, se realmente existe a vontade de alcançar um objetivo, você deve administrar suas prioridades para que tenha momentos livres nos quais você possa procurar pelo que deseja.

2. "Tenho muito medo"
Sentir receio de começar algo novo é normal. Mas você nunca conseguirá obter o que procura se não tentar superar seus medos. Por isso, enfrente o que assusta você. Lembre-se de que sejam quais forem os seus temores, é necessário encontrar uma solução lógica que não deixe apenas a emoção e sentimentos negativos tomarem uma decisão por você.

3. "Não tenho DINHEIRO suficiente"
Pode ser que a falta de recursos financeiros realmente impeça você de conquistar o que procura. Mas de qualquer forma, não deixe que isso afete sua determinação. Muitas pessoas começam do zero, sem dinheiro algum e acabam extremamente bem-sucedidas porque foram persistentes e não deixaram que nada as afastassem de seus sonhos. Faça dessas pessoas uma inspiração e tome as atitudes necessárias para mudar qualquer situação negativa.

4. "Não é possível que eu faça isso"
Por mais distantes que pareçam seus objetivos, não pense que eles são impossíveis. Se você tentar da maneira correta e não deixar que algo o faça desistir, as chances de você conquistar seus sonhos são altas. Dificuldades existem em todos os âmbitos da vida. O segredo está em saber como solucioná-las.

5. "Agora não é o momento certo"
Não existe um momento certo para começar a seguir seus sonhos. Quanto mais cedo você iniciar sua busca, maiores serão as oportunidades que você encontrará. Um bom exemplo de pessoas que iniciaram seus negócios em um momento que parecia totalmente inapropriado são os fundadores da Revlon. A empresa é mundialmente conhecida hoje, mas foi desenvolvida na década de 1930, quando os EUA passavam pela pior crise econômica. Por isso, não deixe que um problema momentâneo desanime você.

Copiado: http://www.fbde.com.br/

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A Tal da Empregabilidade

Rosabeth Moss Kanter, conhecida professora a universidade de Harvard, foi a primeira a utilizar o termo empregabilidade, com o significado de “condição de tornar-se empregável”. 

Hoje, porém, com as enormes transformações ocorridas no mundo do trabalho nas últimas décadas, empregabilidade pode ser entendida como capacidade de conseguir aumentar as chances para obter trabalho e remuneração, porém sem a preocupação com o tradicional vínculo empregatício. 

Com a introdução da tecnologia eletrônica, a conseqüente aceleração dos processos produtivos, a oferta de produtos e serviços quase idênticos e o aumento da demanda por qualidade pelos clientes, o mercado mudou fundamentalmente. Em conseqüência, o comportamento de profissionais e organizações deveria mudar também. Na maioria dos casos, não é o que acontece. Um bom começo seria entender que a palavra trabalho não é sinônimo de emprego.

Para quem procura oportunidades nesse cenário instável e competitivo, agora é preciso mais que simplesmente sair panfletando currículos à cata de emprego e de estabilidade. As empresas não estão mais à procura de meros empregados e sim de parceiros: pessoas capacitadas, talentosas, criativas, empreendedoras, que mostrem um equilíbrio inteligente entre suas competências técnicas e humanas. Aliás, estas tradicionais conquistas trabalhistas estão cada vez mais restritas e fadadas a uma gradual extinção na nova e exigente realidade global que se instalou.

No Brasil, por exemplo, apenas 39% dos profissionais atuam hoje inseridos na legislação em vigor, ou seja, através de um contrato social formalizado entre indivíduo e organização. Nos países desenvolvidos esse índice é ainda mais baixo. Daí que a carteira de trabalho assinada, com os benefícios atrelados a ela, está deixando de ser uma regra para ser exceção. No futuro, será uma possibilidade cada vez mais remota. 

Como afirma José Pastore, pesquisador da USP e autoridade nas relações do trabalho: “Esses vínculos entre pessoas e organizações terão, cada vez mais, diferentes formatos, liberados da antiga legislação que ainda vigora”. Nossa ultrapassada CLT, ao invés de facilitar as coisas, termina na contramão do aumento de empregos, situação agravada pelo sistema educacional, ainda obsoleto e em desacordo com as demandas do atual mercado. 

Apesar do enxame de universitários formados, inúmeras vagas não são preenchidas pela falta de profissionais capacitados para ocupá-las. Presos ao sistema do vestibular, os jovens fazem muito cedo sua opção por uma carreira. No percurso, desistem, mudam de curso e, mesmo assim, a maioria termina despreparada e sem uma visão amadurecida do que é necessário para ter sucesso na empreitada profissional.

Na verdade, toda essa nova situação representa uma ruptura definitiva com os procedimentos e relações que marcaram a vida de organizações e trabalhadores nos últimos duzentos anos. Longe de ser causa, a atual crise financeira mundial é apenas um tempero a mais nesse caldeirão das transformações. Para a maioria, porém, os efeitos negativos de tudo isso têm trazido apenas redução do número de vagas, ganhos menores, enorme competição, exigências de constante capacitação, sobrecarga de trabalho e maior pressão por resultados. 

Para uns poucos, porém, esse cenário de mudança mostra-se como caminho para melhorias e crescimento. O profissional de hoje precisa compreender claramente o que está acontecendo, ter percepção para as novas tendências, aprender a aproveitar e também a criar suas oportunidades nesse ambiente contraditório e mutante. O essencial é fazer com que as transformações atuem a nosso favor e não contra. Mais que a antiga visão de apenas sobreviver com segurança, as pessoas devem agora buscar sua realização no trabalho pela capacitação séria, postura ética, inovação e uso inteligente de seus recursos em função dos novos rumos e necessidades humanas que se criaram.

Longe de ser uma visão fatalista, esta realidade só vem comprovar aquela famosa máxima: nada é para sempre. Com sua sabedoria característica, a natureza mostra que, ao longo da evolução, as espécies que continuaram existindo não foram as maiores nem as mais fortes, mas sim as que melhor se adaptaram às mudanças que foram acontecendo na face do planeta. Aquelas que resistiram às novas alternativas foram extintas. A exemplo disso, a regra de ouro para enfrentar o momento atual e o que virá depois também é esta: mudar ou desaparecer. 

Quem quiser conservar ou expandir sua empregabilidade deve avaliar constantemente seus conceitos, seu nível de profissionalismo e seu comportamento no mercado. Se forem contraditórios, esses fatores devem ser mudados, parcial ou completamente. E não é por um simples modismo. É por sobrevivência mesmo.

Fonte: Ronaldo Negromonte Lima - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

9 (nove) Sinais de que Você Precisa de Férias Imediatamente


Na correria do trabalho, pode até parecer normal se sentir cansado com frequência. Mas não é. 

Especialistas defendem a importância de se cuidar ao primeiro sinal de desgaste, para garantir que seu corpo não seja prejudicado.


Estar mais lento, sentir-se oprimido ou facilmente irritado são indícios de que é hora de pegar mais leve — e pensar em investir em um período de férias. 

O Business Insider listou sintomas que devem ser observados com atenção.
  1. Você está sobrecarregado. Está sempre trabalhando, mas ainda parece que deveria fazer mais. A carga de trabalho, que é pesada, faz com que se sinta culpado quando não completa tudo que queria naquele dia, obrigando-se a trabalhar mais.
  2. Não cuida de si mesmo. Quando você está muito cansado ou estressado, hábitos pouco saudáveis começam a fazer parte da rotina — almoçar constantemente em fast foods, beber mais do que de costume e depender de café para continuar no mesmo ritmo.
  3. Sempre exausto. Sentir-se cansado com mais frequência pode ser o sinal de um problema maior. O esgotamento físico pode levar a exaustão psicológica, criando até mesmo uma sensação de medo ao ir para o trabalho de manhã.
  4. Seu celular é fonte de estresse. Simplesmente ao ouvir o telefone tocar ou vibrar no bolso com novas notificações, você se sente irritado e frustrado.
  5. Postura negativa. Você costuma ser otimista, mas recentemente está de mau humor e respondendo de maneira rude os colegas.
  6. Não consegue se concentrar. Está difícil ter foco e lembrar informações importantes. Os projetos começam a tomar o dobro do tempo que deveriam e, ao ler um relatório ou uma notícia no jornal, você fica preso em algum parágrafo, tendo de reler várias vezes para captar a mensagem. 
  7. Não consegue dormir. Fica sempre pensando na montanha de trabalho que enfrentará no dia seguinte a ponto de não conseguir pegar no sono.
  8. Sempre preocupado com o trabalho. Mesmo depois de sair do escritório, fica pensando nas chances de dar algo errado na reunião de amanhã.
  9. Você perdeu sua ambição. Faz tempo que se esqueceu do motivo pelo qual gosta de seu trabalho. Antes, você dava seu melhor para ser promovido e ajudar sua empresa a crescer. Mas se perdeu com seu próprio espírito competitivo.

Por: Época -  Negócios Online

sexta-feira, 1 de agosto de 2014