segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

PERSONAL BRANDING - Construindo Sua Marca Pessoal

O novo milênio caracteriza-se, sem dúvida alguma, por seu próprio conjunto de eventos e estilos específicos. 
Isto, claro, afeta e altera o ambiente de mercado, que se torna mais sofisticado e complexo. 

O usuário do novo milênio é bem informado, inteligente e decidido a fazer a escolha certa, as empresas por sua vez buscam profissionais alinhados a este novo momento que possam responder a estas mudanças. 

Essa mudança no nível de conscientização e exigência profissional representa um excitante desafio para o profissional dos novos tempos. Entretanto, traz consigo incerteza e insegurança e acabamos encontrando neste mercado  muita gente qualificada desempregada. 

As empresas buscam profissionais alternativos enquanto acontece uma explosão de cursos para MBA em uma indústria do diploma. O mercado quer habilidades e competências, os profissionais oferecem apenas profissões. 

O mercado quer gente diferente, empreendedores, e os profissionais oferecem currículos iguais e empregados. Ou seja, ser bom não é o suficiente, isso é ser normal. É preciso ser o melhor.

É nessa linha de raciocínio que o Personal Branding – construindo sua marca pessoal  deve entrar, para tornar o profissional diferenciado. Se pensarmos em nós mesmos como marca, é possível fazer um trabalho de gerenciamento e administração da nossa carreira.

A construção da marca se dá construindo um novo caminho, é o conjunto de valores ligados a uma marca, seu nome e seu símbolo e seu significado econômico para a empresa e para seus consumidores saindo da estrada lotada, afinal, o valor está na diferença. 
Costumo enumerar algumas leis para a criação de uma sólida marca pessoal como: 
  • ser tudo é não ser nada; 
  • cultivar um defeito é importante; 
  • é preciso construir uma história; 
  • a imagem pessoal é apenas uma parte importante do processo; 
  • jamais subestime a audiência; 
  • não se adapte à empresa, quando isso acontece, você não serve mais.
A grande pergunta é saber se administramos a nossa marca pessoal ou gerenciamos a nossa sobrevivência, temos que compreender que a empresa é um empreendimento que vai para frente com você, sem você ou apesar de você, portanto, a gestão da sua carreira e seu sucesso é um problema seu. 
Se você quiser de verdade vencer como um profissional e ser uma marca de valor, você precisa pensar como empresa, pense no produto “você”, reflita na sua marca pessoal e responda com objetividade,  
  • quanto valho hoje? 
  • para onde estou indo? 
  • Onde quero chegar? 
  • Quanto quero valer amanhã? 
  • Quanto de diferença eu faço? 
  • Em que sou realmente competente? 
  • E principalmente, que imagem estou passando ao mercado hoje?
Você é uma marca viva emitindo sinais o tempo todo, isto é o que gera percepção de você como um profissional e percepção é realidade. Também não se pode esquecer que a marca está ligada ao produto. 

O produto deve ser bom e estar em constante evolução para que a marca se solidifique cada vez mais e seja imediatamente relacionada a uma imagem de credibilidade, confiança, competência, inovação e ética. Portanto, é preciso cultivar valores e seguir em frente, sem nunca deixar para se preocupar com isso amanhã. 

O futuro da sua marca é agora, comece a planejá-la. Reclamar qualquer um reclama, resolver ou buscar soluções fica reservado somente àqueles que sabem como fazer a diferença.

 Nunca podemos esquecer que somos uma marca num grande supermercado com milhares de outros profissionais, uns serão comprados, outros perderão a validade ou antes que isto aconteça, irão querer fazer promoções de preço e aí estarão fadados a serem marcas para quem busca apenas ofertas baratas.

 A escolha é sua.

Por: Cláudio Tomanini - http://tomaniniblog.blogspot.com.br

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Da Inovação à Gestão

Este é um momento complexo no ambiente de negócios e na sociedade. Fenômenos econômicos e sociais de alcance mundial estão reestruturando a dinâmica dos negócios. A globalização da economia, alavancada pela tecnologia da informação, é uma realidade inescapável. A gestão deve se tornar cada vez mais adaptativa aos novos cenários que vão sendo traçados.

Na década de 90, os países em desenvolvimento passaram a confrontar-se com o desafio da modernização das estruturas de produção e da reestruturação dos processos de gestão. O binômio inovação tecnológica X competitividade passou a ter importância estratégica para a participação no mercado internacional. A gestão passou então a se alinhar à tecnologia da informação.

Os fatores determinantes da competitividade passaram a ser redefinidos. Os investimentos em tecnologia decorrem do novo paradigma do setor industrial, que privilegia a inovação como vantagem competitiva. Uma verdade imutável, porém, é que as estratégias empresariais são definidas a partir da identificação de oportunidades e o desenvolvimento da tecnologia da informação em centros de pesquisa traz uma certa vantagem competitiva, na medida em que os processos e a cadeia produtiva passam a ser impactados.

Dessa forma, os investimentos em Pesquisa [_e_] Desenvolvimento passam a fazer parte da nova agenda de executivos e empresários, sendo estratégica a busca de parceiros para compartilhar gastos e riscos tecnológicos. Novas formas de parceria estão sendo implementadas, como a terceirização e as cooperativas profissionais, com o intuito de redução de custo nos processos de P[_e_]D.

Com a difusão do conhecimento tecnológico e de novas práticas gerenciais, as formas de organização da produção e o processo de especialização da mão-de-obra foram alterados e mesmo alguns dos países que possuem acesso à mão-de-obra barata estão incorporando unidades de alta tecnologia financiadas por capital externo.

Este novo contexto de concorrência global advindo da introdução da tecnologia da informação introduz ajustes nos custos das empresas afetando o emprego de milhares de pessoas. Novos postos de trabalho são criados exigindo mais qualificação profissional, alterando o perfil de exigências do trabalhador, enquanto que muitos postos de trabalho são eliminados.

No ambiente de negócios, praticamente em qualquer lugar do mundo, os responsáveis pela tomada de decisão nas empresas estão sentindo o reflexo dessas transformações. Seja pelas mudanças introduzidas internamente pela reengenharia, como a descentralização ou a terceirização, seja pelas transformações no cenário externo, como o declínio de antigas empresas multinacionais e o surgimento de novos competidores, o administrador de empresas enfrenta desafios totalmente novos.

Toda vez que acontece uma mudança radical de cenário torna-se crucial repensar as práticas, os processos e as formas de resolução dos problemas tanto na esfera privada como na esfera pública e nas organizações não-governamentais.

O administrador de empresas seja ele um executivo estratégico, um gerente funcional tático, um gerente de projetos ou um coordenador de equipes está mais do que nunca no olho desse furacão, no centro da turbulência, independente de sua nacionalidade, ramo de atividade, nível hierárquico, ou área de especialidade. Por isso, para todos, neste momento, é fundamental se repensar a gestão.

Gerir hoje envolve uma gama muito mais abrangente e diversificada de atividades que no passado. Conseqüentemente, o gestor hoje precisa estar apto a perceber, refletir, decidir e agir em condições totalmente diferentes do que antes.

Nesse ambiente, a diferença entre sucesso e fracasso, entre lucro e falência, entre o bom e o mau desempenho está no melhor uso dos recursos disponíveis para atingir os objetivos focados. Gerir a aplicação dos recursos é crucial, sejam recursos materiais, financeiros, de informação, humanos, de comunicação ou tecnológicos.

A ênfase na gestão vem da necessidade de aperfeiçoar continuamente os processos de negócio, pelo aprendizado e inovação permanentes. Novos métodos de gestão, novas ferramentas de apoio, novos sistemas de informação, tudo isso representa o esforço por aperfeiçoar a gestão.

Aquele que exerce função gerencial hoje, em geral, não foi preparado especialmente para a posição. As universidades formam pessoas com conceitos básicos, dando ferramental teórico para que continuem o seu desenvolvimento. Ninguém sai pronto para o ambiente real e atual do mundo dos negócios.

Por outro lado, a pura experiência, se não for acompanhada por modelos de raciocínio que permitam uma reflexão consciente, não vai além da repetição sistemática de fórmulas que um dia, eventualmente, foram bem sucedidas.

Não há sofisticação que mude o fato de que todos os nossos conhecimentos são sobre o passado, mas todas as nossas decisões são sobre o futuro. Assim sendo, para estar apto aos desafios do ambiente de negócios atual é preciso o aperfeiçoamento constante, para manter uma organização de aprendizado permanente.

No ambiente de negócios atual alguns fatores são fundamentais: inovação, qualidade, agilidade e atenção ao cliente, estão, com certeza entre os principais. Na Administração estamos na era da ênfase na sinergia do trabalho em equipe. É preciso dar elementos às pessoas em posição de responsabilidade pela gestão dos processos, para que elas possam atingir seus objetivos organizacionais.

É difícil, no ritmo atual do ambiente de negócios, abrir um espaço para repensar a gestão. Mas embora possa não parecer urgente, isso é de fundamental importância. O mundo dos negócios é, por excelência, o mundo da ação, tal como o ambiente acadêmico é o mundo da reflexão. Mas as distâncias entre ambos têm se estreitado cada vez mais, principalmente na área de administração.

Portanto, neste inicio de século, está em jogo a sobrevivência das empresas e a estratégia é a capacitação tecnológica e organizacional.
Com certeza, os esforços da alta gerência dever-se-ão concentrar na implantação e manutenção de uma estrutura de Pesquisa [_e_] Desenvolvimento, face o contexto da nova realidade competitiva. 

O processo inovador passou a ser um atributo organizacional, uma vez que a empresa terá condições de ser bem-sucedida na medida em que for capaz de agregar as melhores práticas de tecnologia da informação na gestão e nos processos.

Fonte: 
Daniel Domeneghetti  - http://www.qualidadebrasil.com.br

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O Papel do Administrador Financeiro

Diversas áreas de conhecimento são exigidas do administrador financeiro, que deve ter um ótimo relacionamento com os clientes internos e externos. 

Suas tomadas de decisões diárias exigem um bom domínio de conhecimento de áreas como: contabilidade, necessitando de noções avançadas, pois trabalhará com as demonstrações financeiras emitindo sua opinião sobre os resultados e a saúde financeira da empresa. É imperativo saber interpretar as demonstrações financeiras. 

No campo administrativo, deverá dominar as técnicas de administração, administração de pessoal além de conhecimentos na área econômica buscando uma visão macro do mercado.

A matemática financeira, é o “café da manhã” do administrador financeiro. 

Seu constante contato com instituições financeiras para negociações de juros, taxas, descontos, pagamentos antecipados, prazos médio, enfim, todas as atividades bancárias, além de fornecedores e clientes, fazem deste tema fundamental para o seu dia a dia.

Além destes podemos citar como básicos os conhecimentos do administrador financeiro em Informática, Direito, Meio Ambiente, Marketing, e Comunicação.

No trabalho diário o maior desafio do Administrador Financeiro é coordenar o equilíbrio entre a Liquidez e Rentabilidade. 

  • A Liquidez é a capacidade da organização de estar sempre com as suas finanças para que nunca falte recursos na hora de honrar os compromissos. 
  • Um instrumento infalível nesta hora é o Fluxo de Caixa, onde são projetadas todas as entradas e saídas de recursos, possibilitando uma visão de curto , médio e longo prazos do fluxo monetário da empresa. 
Com o Fluxo de Caixa, é possível verificar se haverá capital disponível para a empresa e com isso, tomar as devidas providências. 

  • A Rentabilidade, é a capacidade da empresa investir seus recursos, oriundos das suas operações e determinados no Fluxo de Caixa. Investir em itens necessários para a manutenção da produção (estoques) e conseguir fazer com que este estoque se transforme em dinheiro retorne, com os resultados (lucros) desejados novamente para o fluxo de caixa.
Enfim, é um profissional que cuida das finanças de uma empresa, honrando os compromissos nas datas dos vencimentos, captando recursos quando necessário, ou aplicando as sobras em investimentos atraentes, visualizando possibilidades de investimento em novos projetos.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A Definição das Responsabilidades dos Funcionários

Estudiosos em Administração vêm afirmando que o Gerente moderno deveria ser capaz de expor claramente às pessoas o que se espera delas, imediatamente após serem contratadas.

Por outro lado, os defensores do estilo liberal de administrar questionam a forma de expor as responsabilidades aos funcionários, pois esses estudiosos afirmam que isso inibiria a criatividade e iniciativa dos colaboradores.

No entanto, quantas vezes eu me vi em sérios apuros porque – às vezes – a minha compreensão era diferente da do meu chefe?

Perdi as contas das ocasiões em que o meu desempenho nada significou para o meu chefe, uma vez que esse não era o esperado por ele.

Você – caro leitor – talvez até já tenha sido repreendido pelo seu chefe por ter deixado de fazer algo no seu trabalho, simplesmente porque não sabia ser você o responsável.

Não importa se o seu estilo de gerenciar pessoas é liberal ou ortodoxo, pois quando as pessoas não têm uma compreensão bem clara das suas responsabilidades, quase sempre existirá grande ruído na comunicação entre os funcionários.

Em muitas empresas o ambiente acaba se tornando confuso, a equipe não cumpre as metas e a energia do grupo é dissolvida pela ansiedade e pela dúvida.

A maioria das pessoas precisa de limites e de uma descrição bem clara das suas atribuições, pois do contrário elas preencherão a lacuna existente pela falta de informações, inventando por sua própria conta uma atribuição que possa enquadrar às suas finalidades. 

Sendo assim, caberá aos gestores definirem e comunicarem claramente as responsabilidades aos seus funcionários, para que eles tenham condições de concentrar toda sua energia no cumprimento da sua função – em vez de se dedicarem às atividades improdutivas e desgovernadas.

Porém, não é suficiente as pessoas apenas saberem o que fazer, pois elas também precisarão conhecer a razão de o estarem fazendo. Os funcionários precisam ser capazes de enxergar a relação entre suas responsabilidades e os objetivos do seu departamento e da sua empresa.

Do contrário, as responsabilidades que lhes serão exigidas pelos seus Gerentes nada mais serão do que uma lista de atividades sem nenhum sentido e significado.

Fonte: Julio Cesar S. Santos  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O Legítimo Empreendedor

Empresas nascem e morrem todos os dias em diferentes lugares do mundo por motivos perfeitamente explicáveis, mas inaceitáveis para quem, muitas vezes, têm de abrir mão da única fonte de sobrevivência. 

Peter Drucker afirmou que o empreendedorismo pode ser definido como um comportamento e não como um traço de personalidade.

Sob esse ponto de vista qualquer pessoa pode se tornar empreendedor desde o momento em que toma a firme de decisão de mudar os acontecimentos ao seu redor e criar algo novo com base em princípios capazes de transformar as próprias necessidades e habilidades pessoais em oportunidades de negócios.

Empreendedorismo é uma palavra cativante, mas aplicá-la no sentido literal requer muito mais do que força de vontade ou capital. Infelizmente as escolas do século passado não se preocuparam com duas premissas básicas do empreendedorismo: lidar com dinheiro e lidar com gente, ou seja, saber conviver com o excesso ou a falta de dinheiro e aprender a se relacionar com as pessoas. 

Criatividade não falta a nenhum indivíduo na face da Terra, todos são munidos de algum dom especial que pode ser estimulado de alguma forma ou ficar adormecido sem nunca ter sido descoberto.

Ser útil e criativo significa contribuir para um mundo melhor, assim como fizeram Edison, Einstein e Graham Bell. Empreender significa criar valor, inovar, conceber algo inesquecível, útil, digno de louvor e apreciação, o que, em geral, é retribuído pela natureza com valor monetário e reconhecimento.

O que moveu Ford, Santos Dumont e o Barão de Mauá não foi o dinheiro propriamente dito, mas o sentido de realização. Dinheiro é apenas uma conseqüência e pode ser utilizado para o bem ou para o mal quando o empreendedor não conhece a sua verdadeira vocação.

Empreender é algo que transcende a lógica do mercado. Quem não conhece algum empreendedor que, contrariando todos os prognósticos, se deu bem na vida por ter reunido qualidades não ensinadas nas escolas? 
Persistência, foco, ousadia e relacionamento interpessoal são características imprescindíveis para quem quer vencer como patrão e isso somente o tempo é capaz de ensinar. O que não se deve fazer é lamentar durante uma vida toda sem ter coragem de tentar algo novo.

Vontade pura e simples não basta. O mundo está cheio de sonhadores que não conseguem administrar a própria conta bancária e quem não é capaz de controlar as próprias finanças jamais será um empreendedor de verdade. Talvez seja por essa razão que “a maioria dos homens prefere a escravidão na segurança ao risco na independência”, segundo Mouniere.

A sede de desafios e coisas novas demanda qualidades indispensáveis para a superação de obstáculos, portanto, antes de se atirar no complexo mundo dos negócios, tenha objetivos claros, conhecimento daquilo que deseja e seja um obstinado. 

Sonhe alto e não perca o foco. Nietzche afirmava que só se pode alcançar um grande êxito quando nós mantemos fiéis a nós mesmos. E mãos à obra, afinal, o Brasil precisa de legítimos empreendedores.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dicas Para Reuniões Produtivas

Já imaginou como você pode melhorar o desempenho das reuniões em sua empresa? pois é, relacionei neste artigo algumas dicas interessantes para que você possa aplicar na busca pela melhoria.

Planejamento das reuniões
Planejar o que será abordado durante a reunião é necessário, para atendimento aos objetivos e interesses do grupo, portanto devemos elaborar um fluxo desta reunião considerando o tempo necessário para abordagem de cada tema, não esquecendo que o processo de debate deve estar estabelecido de forma clara.
Um dos problemas durante a realização de uma reunião é a abertura para debate de um determinado tema, portanto ao ceder este espaço seja claro no tempo disponível ao mesmo, permitindo a todos a participação de maneira objetiva.

Objetivos da reunião
Não adianta dialogar sobre um assunto apenas, devemos estar focado na real necessidade deste evento considerando quais os resultados estamos esperando, para isso identificar ações e resultados são necessários para melhor aproveitamento deste tempo disponível.

Um dos pontos que mais considero importante durante a reunião é a objetividade do conteúdo que está em debate, devemos estar sempre voltados para uma constante avaliação de cada ideia apresentada não permitindo a distorção do foco, pois em muitos casos o diálogo começo em um porém e termina em outro, tome cuidado para não ser vítima da perda de objetividade.

Preparação da reunião
Uma reunião prática deve ser preparada de maneira antecipada, considerando o conteúdo a ser utilizado, fazer uso de apresentações com design justo e objetivo, transformando suas metas em resultados, possibilitando a todos os participantes identificarem o foco.

Além do aproveitamento do tempo, estaremos adequando de maneira eficiente o que se espera desta reunião, em muitos casos uma reunião aborda inúmeros temas com objetivos diferentes, então, que tal criar um fluxograma facilitando a apresentação de maneira mais objetiva.

Tempo da reunião
Um dos fatores que mais afetam os resultados de uma reunião é o tempo utilizado, em muitos casos a reunião pode perder o foco e sua função, então programe o tempo necessário para a realização, busque a eficiência sem perder a tolerância do tempo.

Um dos pontos importantes durante uma reunião é transformar em treinamento, então tome cuidado, pois reunião tem como objetivo criar o diálogo de um determinado assunto e o treinamento é o ato de qualificação de um grupo de pessoas.

Evitando interrupções durante a reunião
Hoje ao meio de tanta tecnologia, imagine em uma única sala a participação de 10 pessoas, então temos possíveis 10 aparelhos celulares, e ao mesmo tempo notebook, tablets e outros que são costumeiros no dia a dia, evite que os mesmos façam uso destes aparelhos, evitando a desatenção.

Certamente durante uma reunião os participantes devem estar envolvidos no conteúdo, para isso devemos estar atento ao que de fato está em questão, facilite esta etapa adequando um procedimento de bons costumes, onde se passa a ser necessário apenas uma caneta,bloco de anotações e agenda.

Divulgação antecipada da reunião
Divulgar uma reunião internamente é muito fácil, elabore um registro de aviso de reunião, onde você deverá apresentar ao participante informando a data,local e tema a ser apresentado, e claro, solicite a assinatura do mesmo para efetivar assim o conhecimento desta informação.

Outra forma é divulgar as reuniões através de uma calendário, onde você disponibilizará o local,data, tema a ser apresentado, preste atenção no local a ser divulgado este calendário, podendo ser em locais de grande circulação e até mesmo um cópia para cada participante.

Materiais de uso na reunião
Lembre-se de que durante a realização de uma reunião o registro das atividades é necessário, portanto utilize uma ata de reunião onde deverá estar relacionado todos os eventos abordados,responsáveis e datas, em muitos casos podemos aplicar a ata de reunião e em anexo utilizamos também o 5W2H onde podemos definir cada ação, responsável e prazo e demais fatores relacionados.

Durante uma reunião podemos necessitar de uma apresentação, então preparar a apresentação por meio do Office Power Point necessita de tempo, reserve um tempo para a diagramação deste conteúdo de para melhor aproveitamento do tempo disponível, não sendo rápido, mas sim sendo eficiente neste processo.

Qualidade da reunião 
Você já pensou que durante a reunião devemos estar voltado também para avaliação de cada assunto abordado? sim, todos os envolvidos devem ter de forma simples e clara a sua real participação neste evento. Medir a Qualidade de uma reunião é muito simples, verifique diretamente com cada participante o entendimento das questões apresentadas e também aproveite para tirar as dúvidas que em muitos casos acabam transformando a reunião em um fórum, seja bastante especifico nas perguntas de avaliação para facilitar também seu processo de investigação.

Em muitas reuniões que participei, notei que o tema em questão não estava diretamente ligado a minha atividade, porém estava presente para absorver o conteúdo e me qualificar diante da meta, então penso que o processo de avaliação deste evento deva ocorrer para que possamos chegar em um alto desempenho de produtividade.

Ambiente adequado para realizar a reunião
Imagine realizar uma reunião em local com alto ruído e também sem luz adequada, por exemplo ao realizar uma apresentação o local não permite o uso de data show, ou você não tem disponível o Flip Chart, neste exato momento perdemos um potencial produtivo desta atividade, então avaliar antes o local a ser utilizado é recomendável.

Outra questão que sempre menciono é o layout dos participantes, tenha o objetivo de facilitar o foco da atenção dos participantes, isso depende é claro do número pessoas neste evento e também a estrutura disponibilizada.

Estas são as dicas de hoje para você profissional da área de Gestão e claro a todos os profissionais que em certo momento se depara com esta necessidade, previna-se tornando suas reuniões produtivas e claro qualificadas.

Fonte: 
Zafenate Desidério  -  http://www.qualidadebrasil.com.br

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Clientes São Apenas Diferentes

Sua Empresa Tem Clientes Especiais? 

Como São Tratados os Clientes Não-Especiais?

Sua Empresa Conhece as Necessidades e os Desejos de Todos os Seus Clientes?

Para algumas empresas você é um cliente especial, para outras você será considerado um cliente normal e, certamente, para muitas organizações talvez você deva ser classificado como um cliente qualquer.

Você é cliente especial de alguma empresa?

Provavelmente sim, não é? 

E a sua empresa?
Ela tem clientes especiais?

Também tem? 

Então, por favor, me responda:
  •  E os outros clientes da sua empresa? 
  • São classificados como o quê? 
  • “Clientes Não Especiais”? 
  • “Clientes Simples”? 
  • Ou “Clientes Piores”?
Analisando-se a relação existente entre empresas e consumidores podemos afirmar que não existem clientes piores ou melhores e, na verdade, existem sim clientes diferentes uns dos outros.

Com certeza alguns compram mais do que outros, uns querem pagar mais caro por um serviço de luxo e outros preferem artigos mais modestos – e, com o passar do tempo, isso talvez possa mudar.

Porém, todos são clientes especiais pelo simples fato de terem se tornado a razão da existência de qualquer empresa. Isto é, são eles que compram seus produtos – ou serviços – e quem determina o tipo de cliente é você.

Dessa forma, aconselhamos às pessoas a não abrirem um bar se não forem capazes de aturar um bêbado ou se tornarem obstetras se não forem capazes de acordar de madrugada.
Não se tornem técnicos de futebol se não forem capazes de suportar a crítica de milhares de colegas de profissão.

Pode-se afirmar que todos os consumidores do seu comércio – ou do seu serviço – são seus clientes e, diante disso, resta saber o que cada um deles necessita ou deseja.

Entenda seus motivos, comunique-se abertamente com eles e garanta que eles entenderam perfeitamente qual é o seu negócio.

Avalie bem quando – e como – eles julgam seus produtos, seus serviços ou seu atendimento.
Verifique se, em cada um desses momentos, os critérios abaixo estão sendo seguidos:
  • Presteza: Atender seus clientes no tempo adequado;
  • Cortesia: Boa educação, respeito e sorriso;
  • Competência: É a demonstração de somos capazes de realizar o que nos propomos fazer;
  • Segurança: Garantir que não haverá nenhum dano aos clientes;
  • Acessibilidade: Todas as vezes que eles quiserem deverão ter acesso à empresa rápida e facilmente;
  • Aparência, Elegância e Harmonia: Para não ferir os padrões de estética e higiene dos seus clientes;
  • Custos: O preço que eles percebem ser juto pagarem por um produto (ou serviço) à altura de seus desejos ou necessidades.
Somente assim as empresas conseguirão transmitir confiabilidade – habilidade de cumprir o que foi prometido – e, com o tempo, elas construirão o maior patrimônio das organizações: _ a credibilidade.

Portanto, se a sua empresa está julgando seus clientes como bons, maus, chatos, simpáticos, certos, errados, pobre, ricos, especiais ou normais......... desculpe-me; mas, sua organização está convivendo com sérios problemas de qualidade, pois o cliente sempre tem razão......mesmo que ele não tenha nenhuma.