segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Feedback - Pedra de Toque da Gestão de Pessoas

Optamos por tratar de um tema que é de importância estratégica para a Gestão de Pessoas e para os resultados de qualquer negócio.
A outra razão é porque o feedback é, também, uma das atividades mais complexas e difíceis da função de liderança.

Vamos começar comentando sobre a origem da palavra feedback.

“Retroalimentação” é a sua tradução literal e foi utilizada, inicialmente, pela Nasa na época em que os foguetes não eram tripulados, e sim teleguiados.

Nessa situação os foguetes, já em sua trajetória para o alvo (a Lua, por exemplo), emitiam um sinal para a Nasa indicando seu posicionamento e sua direção. A Nasa interpretava esse sinal e, em feedback, devolvia o sinal redirecionando o foguete para atingir o alvo. Esta situação aplica-se exemplarmente para a questão da comunicação e da sua compreensão: “pede-se um sinal de quem recebeu a mensagem reorientando-o para não errar o alvo!”.
Feedback, portanto, é uma reorientação para garantir o alcance dos objetivos e para direcionar o desenvolvimento de nossos subordinados!

Pode parecer simples, mas enfrentar a situação de dar o retorno aos subordinados sobre sua performance, que inclui pontos positivos e pontos negativos, não é, nunca, uma situação tranquila.

O primeiro ponto a ser considerado é exatamente essa condição de que não é uma relação tranquila. A prática do feedback é uma rua de duas mãos, pois se de um lado o subordinado estará em posição difícil ao ter que ouvir sobre suas deficiências (não é muito comum gostar disso), do outro lado nós também estaremos recebendo feedback. E se não estivermos preparados para ouvir comentários não muito agradáveis, como esperar que o outro esteja?

Mas há um ponto que atenua esta questão: não há feedback negativo! Podem ocorrer relações de feedback mais difíceis, onde tratamos de questões mais delicadas, mas o objetivo é sempre positivo. 
Afinal, toda ação de feedback procura conduzir a ação para um redirecionamento objetivando o desenvolvimento do subordinado, da relação e dos próprios resultados organizacionais. 

E todos nós sabemos que: “pior do que ser avaliado negativamente é não saber o que está acontecendo”. 

No entanto, com toda a nobreza de objetivos é uma atividade complexa e, para tanto, é necessário preparar-se. 

Não existe uma regra para praticar-se feedback. 

Acredito firmemente que cada profissional deve adotar a forma que melhor se adapte ao seu estilo de conduta. Seguir roteiros podem constituir-se em uma “camisa de força” e restringir os melhores resultados. 

No entanto, para orientação, gosto de apresentar, em meu curso, um “check list” para a ação de Feedback:

Chamamos de sistema Laser, porque é constituído de cinco passos iniciando com as cinco letras da palavra. 

Os dois primeiros passos são de preparação e planejamento (para serem realizados antes da reunião de feedback) e o último passo é para garantir os resultados esperados (acompanhar a execução do plano).

1- Levantar dados e informações: municie-se de fatos! Nada melhor para esclarecer comportamentos que, geralmente, os nossos subordinados não percebem que praticam. Procure saber a opinião de outros profissionais da empresa sobre o subordinado. É importante que ele conheça a imagem que a empresa lhe tem;

2- Analise os dados, não se contente com os resultados sem análise eaAgende e reserve um horário para a reunião de feedback (não atenda telefones ou outras pessoas). Dê foco e importância para esta situação. “Esse cuidado, às vezes, vale tanto quanto o próprio assunto em si!”;
3- Separe o enfoque emocional da reunião. É normal que aflore, por isso reforce o lado profissional e deixe claro o objetivo (de ambos). Faça-o perceber que você tem dados e que se preparou para a reunião. Se precisar, pergunte: “o que você queria com essa atitude?”. Questione as razões e poderá ter uma boa oportunidade de checar percepções. Aliás, o feedback é um jogo de percepções (auto e hetero percepção);

4- Estabeleçam alternativas e um Plano de Ação conjunto (isto é, de comum acordo) e não se esqueça do foco, esta é uma palavra mágica. Trabalhe com dados e prazos. E, principalmente, coloque tudo no papel. Releiam os compromissos e definam pontos de controle;
5- Resultados! Esse é o objetivo! Esta é uma relação de compromisso, portanto acompanhe. O alvo prioritário é o funcionário. A empresa virá como consequência dos resultados da ação. E você também ganhará muito com isso.

sábado, 9 de novembro de 2013

Os 5R’s do Famoso Atendimento!

Cliente profissional é especialista em duas coisas: pesquisar preço (e condições) e detectar falhas.

Jeff Jarvis, autor do Livro “O que a Google faria”  tem uma frase que gosto muito que é “o seu pior cliente é o seu melhor amigo”. 

O ciente que aponta falhas e reclama está na verdade nos prestando uma consultoria gratuita, de nada adianta trabalharmos o composto tradicional de marketing (produto, preço, praça e promoção) se processos e pessoas não estiverem alinhados e gerando uma boa produtividade. 

Quando o cliente sinaliza nossas falhas precisamos perceber esta atitude como um feedback e converter o erro em aprendizagem.

Para realizarmos um bom (e fantástico) atendimento precisamos pensar na gestão do atendimento. 

  • Gestores de vendas e vendedores podem se utilizar de uma ferramenta bem simples, mas que quando trabalhada (num formato de processo) colabora significativamente com a venda: os 5 R’s.


Carlos Alberto Faria, da Merkatus Marketing, nos diz que essa prática apoia a organização na obtenção e fidelização clientes, nos levanto a pensar nos seguintes pontos: relevância, reconhecimento, receptividade, responsividade e relacionamento.

EXPLICANDO OS 5R’s
  • Relevância: todo vendedor é na verdade um consultor, ele precisa ajudar o cliente a encontrar os produtos e serviços que o cliente quer, demonstrando como aquele produto se torna uma fonte de benefícios e soluções para o cliente.
  • Reconhecimento: durante seu atendimento o cliente precisa perceber como você é único ou diferente. Outras empresas possuem o mesmo produto que você, o que faz a diferença hoje é o atendimento recebido (e percebido).
  • Receptividade: receba esse cliente da melhor maneira possível, trate-o como verdadeiro anfitrião. Busque sempre conhecer seu cliente para ofertar o melhor atendimento.
  • Responsividade: no Dicionário Aurélio responsividade tem o significado de "que envolve resposta". Quantos vendedores dizem que vão ligar tal dia e em “x” horas para o ciente e não retorna? O cliente adora acompanhar seus processos e se manter informado, portanto, gere respostas ao seu cliente de maneira continua, isso gera confiabilidade.
  • Relacionamento: cultive o relacionamento, faça do cliente um cliente para toda a vida. Transforme a primeira compra em compras sucessivas, estabeleça um relacionamento comercial duradouro com o seu cliente. A venda é o inicio (ou permanência) de uma história.
Conquiste e mantenha clientes, eles são nossa melhor propaganda!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O Canal de Distribuição

Qual o Melhor Canal de Distribuição Para Determinados Produtos? 
Por Que Surgem Intermediários? 
O Que é um Canal de Marketing?

Canal de Distribuição é um conjunto de unidades organizacionais, internas ou externas ao produtor, as quais desempenham as funções envolvidas na comercialização de um produto.

Para fazer um produto chegar às mãos dos consumidores finais existe uma série de funções – ou fluxos – que sempre estarão presentes no planejamento para escolha do canal de distribuição adequado para tal ação.

Na definição acima, está implícita a idéia da Distribuição Física, onde os produtos são movidos fisicamente para que estejam disponíveis ao consumo nos mais diversos pontos de venda de uma determinada região geográfica. 

Dessa forma, suponhamos que uma empresa resolva vender seus produtos diretamente ao consumidor final (Distribuição Direta).

Neste caso, essa organização teria que assumir todas as funções desempenhadas pelos Canais de Distribuição (distribuidores e varejistas) ou dividi-las com os consumidores.
Os melhores exemplos de empresas que utilizam esse critério são a AVON, a NATURA e outras, onde o esforço de entregas é enorme e custoso. No entanto, se a organização optar pela Distribuição Indireta usando um Canal de Distribuição ela terá que optar pelo tipo de intermediário que utilizará para que os seus produtos alcancem os consumidores finais.

Por Que Surgem Intermediários?
Intermediários surgem, porque:
A) Aumentam a eficiência do processo de troca: no princípio do desenvolvimento econômico, a troca ocorria com o excedente produzido por cada agente e, com o objetivo de aumentarem sua eficiência, cada um se especializou produzindo um determinado bem. Entretanto, o artesão especializado na produção de botas necessitava de outros produtos, e trocava-as com o produtor de tecidos ou, se necessário, com o produtor de facas. Com a centralização das trocas (posto de trocas) formou-se a base para o surgimento de um agente que poderia reduzir a discrepância entre quantidade, variedade e momento de troca de mercadorias.
B) Ajustam a quantidade e a variedade produzida, com a consumida: produtores geralmente produzem em grande quantidade e em limitada variedade. Ao contrário, os compradores necessitam de grandes variedades, mas quantidades limitadas.  Assim, os intermediários combinam na sua oferta o lote, a variedade e o momento adequado e, com estes serviços, podem satisfazer as necessidades de compra.
C) Fazem as transações se tornarem rotina: toda transação envolve um processo onde o comprador e o vendedor procuram um acordo sobre preço, prazo, tempo de processamento do pedido, avaliação do crédito, etc. Todos esses processos podem ser otimizados na medida em que se torna rotina.  Para os agentes especializados no processo de compra e venda todos os procedimentos se tornam repetitivos e usuais, possibilitando maior eficiência. 
D) Facilitam o processo de pesquisa: quando produtos são classificados, re-agrupados e expostos de acordo com as necessidades da demanda, reduzimos o grau de incerteza porque boa parte das informações necessárias para comprar produtos está disponível. Por outro lado, os produtores se beneficiam ao coletarem informações sobre consumidores e produtos concorrentes.

Diante disso, pode-se constatar a importância do Intermediário na Distribuição Física dos produtos, através da utilização de um determinado Canal de Distribuição. Mas, a questão crucial é saber que tipo de intermediário será usado nessa distribuição, pois para fazer as mercadorias chegarem aos varejistas – por exemplo – também é necessário que a organização possua uma Logística eficaz.

O Canal de Marketing
É um conjunto de organizações independentes que estão envolvidas no processo de fazer um produto (ou serviço) disponível para uso ou consumo humano. Ou seja, um Canal de Marketing é um distribuidor.

É aquela empresa que adquire os produtos dos fabricantes para levá-los aos varejistas que não são atendidos diretamente pelos produtores.

Entretanto o Canal de Marketing transcende a distribuição física, fazendo mais do que apenas suprir bens e serviços na quantidade e locais certos.

Atualmente esse canal desempenha um enorme papel na venda de um produto, através de uma série de atividades que estimulam a demanda, podendo influenciar a oferta ao sugerir produtos ou auxiliando em ações competitivas.

É importante lembrar que podemos eliminar um participante do canal, mas não podemos eliminar as funções por ele exercidas, pois sempre que eliminamos um membro do canal alguém na posição à frente (cliente ou consumidor), ou mesmo atrás (fornecedor) terá que assumir suas funções. O conjunto destas funções (ou fluxos) está descrito abaixo:
  • Promoção: desenvolvimento de comunicação persuasiva, buscando atrair consumidores na direção da oferta.
  • Negociação: tentativa de atingir um acordo final em preço, prazo e outros termos de oferta, para que a transferência de titularidade possa realizar-se.
  • Informação: coleta, armazenamento e disseminação de dados sobre consumidores, concorrentes, clientes e forças que agem no mercado.
  • Pedido: levar a comunicação da intenção de comprar através do canal até a empresa produtora.
  • Financiamento: Aquisição de fundos para financiar a manutenção dos estoques, a qualquer nível.
  • Assumir riscos: ligados à atividade empresarial exercida pelo canal.
  • Posse física: sucessiva armazenagem e movimentação de produtos, desde a matéria-prima até o consumidor final.
  • Pagamento: compradores pagam suas contas aos vendedores através dos bancos e outras instituições financeiras.
  • Titularidade: real transferência do direito de prosperidade, de uma instituição para outra.
Considerações na Escolha do Canal de Marketing
Vários fatores devem ser considerados a fim de escolher o canal de Marketing adequado, pois a decisão envolve um conjunto de razões e entre elas estão o tipo de distribuição que será usado, o grau de controle desejado, os serviços que serão oferecidos, as características dos produtos que serão distribuídos, os fatores ambientais, as características do mercado e a estratégia da empresa:

1) Tipo de distribuição: existem 3 (três) tipos de distribuição para um determinado produto:
  • Intensiva – o produto é colocado à disposição de todos os intermediários interessados, estando presente no maior número de pontos de vendas possível.  Neste grupo estão os produtos onde o principal fator na decisão de compra é a disponibilidade; ou seja, compra-se em função da conveniência (Ex.: PILHAS).
  • Seletiva – limita-se o número de intermediários, mas não significa exclusividade. O tipo e o número de intermediário é restrito, colocando-se o produto somente naqueles que possuem características desejadas. Produtores procuram varejistas ou atacadistas que assegurem uma venda apropriada de seus produtos. Exemplos: aparelhos de som, confecções de grife, etc.
  • Exclusiva – ocorre quando o produtor e os intermediários se comprometem em certos pontos. Empresas adotam este tipo de distribuição quando necessitam de venda ou assistência mais especializada, exposição apropriada, ou outras exigências que garantam a diferenciação de seu produto. Exemplo: automóveis, franchisings como Boticário, Benetton, etc.
2) Controle: é o quanto uma empresa precisa coordenar os fluxos desenvolvidos no canal. O grau de controle e informações que quer ter sobre os produtos, sua promoção, seus preços, a distribuição, os concorrentes e os consumidores.

3) Serviços: determinam tanto o canal quanto à forma de estrutura dentro do canal. Principais serviços prestados pelo canal: conveniência geográfica, tamanho do lote, prazo de entrega, variedade de produto e “assistência”.
             3.a) Conveniência geográfica – o deslocamento desnecessário aumenta o tempo para se adquirir um bem; portanto, devemos reduzi-lo, pois essa economia de tempo aumenta a possibilidade de troca.
          3.b) Tamanho do lote – a necessidade de compra é determinada por razões inerentes ao comprador, podendo significar a redução do capital em estoque, a redução dos custos de manutenção, espaço e risco.
          3.c) Prazo de entrega – definido como o espaço entre o pedido e o recebimento do mesmo. Satisfazer esta necessidade implica reduzir o estoque, reduzir o espaço físico e permite reação de compras em função da demanda.
          3.d) Variedade de produto – quanto maior a variedade maior o esforço do canal. Satisfazer esta necessidade implica reduzir o número de contatos, de forma que em um só contato se realize a necessidade de compra.
          3.e) Assistência – para que determinado produto seja consumido, o canal pode oferecer serviços ou assistência necessária, como por exemplo, incluir o local para estacionamento, ou linha telefônica para pedidos urgentes, ou mesmo compras a crédito.

4) Características do produto: valor unitário, peso, volume, equipamentos para movimentar ou armazenar, perecibilidade, sazonalidade, etc. Estas características podem contribuir decisivamente na escolha do canal.

5) Fatores ambientais: podem ser mais longos (maior nº de intermediários) quando a produção está concentrada e a população/mercados estão dispersos.  Fatores tecnológicos (como sistemas de comunicação ou máquinas de vender) podem alterar também a escolha do canal. 

6) Características do mercado: a decisão sobre o canal também dependerá de qual o segmento do mercado a ser atingido.  Qual a concentração, os hábitos de compra, o tamanho e o crescimento.

7) Estratégia da empresa: o caminho escolhido pelas empresas para alcançarem seus objetivos em longo prazo pode determinar a escolha do canal.  Este caminho pode significar inter-relacionamentos com outros negócios, ações competitivas ou apenas uma melhora de lucratividade.

8) Intermediários: existe uma série de características do próprio intermediário que podem ser determinantes na escolha do canal, tais como estrutura, eficiência, cobertura de mercado, poder de venda, imagem, etc

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

4 Dicas para Potencializar seu Negócio no Instagram

Impossível não reconhecer o poder das imagens na internet. A fotografia, por exemplo, demonstra-se bastante capaz de despertar emoções de maneira mais rápida e intensa em comparação ao texto, principalmente em tempos de maior velocidade e estímulos de informação.

Que tal, então, explorar uma rede social que é baseada somente em imagens?
O Instagram, plataforma com mais de 130 milhões de usuários em todo o mundo, tem se tornado eficaz em ações de marketing digital. Com abordagem diferenciada de outras redes como Facebook e Twitter, exige ainda mais criatividade de empresas e pode ser bastante útil na consolidação do conceito de uma marca.
1. Crie hashtags de compartilhamento: o uso de hashtags no Instagram auxilia na segmentação do conteúdo e facilita as buscas dos usuários. Estimule seu público a postar imagens relativas à sua marca com hashtags específicas.
Desta maneira é possível identificar quem usa seu produto e serviço, o que pensa sobre ele e também publicar as melhores fotos de seus consumidores em seu próprio perfil. Este tipo de ação permite a criação de campanhas e promoções para melhores imagens, por exemplo, além de demonstrar maior aproximação com o público.
Um caso bem-sucedido é o da companhia de cafeterias Starbucks. O perfil oficial da rede no Instagram (@starbucks) compartilha fotos com experiências de diversos consumidores ao redor do mundo, demonstrando atenção a seu público e consideração a suas opiniões.
2. Exiba seu backstage: uma boa maneira de afirmar o compromisso de seu negócio é mostrar sua linha de produção. Se sua marca estiver vinculada a um serviço, aproveite para divulgar suas vantagens, a utilização por consumidores, pontos físicos disponíveis. Caso sua empresa desenvolva algum tipo de produto, aproveite o Instagram para postar fotos de cada etapa da montagem, os funcionários responsáveis, a chegada às prateleiras.
A marca de joias Tiffany & Co. (@tiffanyandco) apresenta um ótimo exemplo dessa tática, ao mostrar cada detalhe da criação de seus produtos, apontando uma visão detalhada das técnicas e profissionais envolvidos.
3. Integre seu perfil a outras redes sociais: é importante que seu perfil no Instagram esteja vinculado a outras redes sociais. Sempre que você postar uma imagem, essa será compartilhada em seu Facebook ou Twitter, por exemplo. Desta maneira, além de manter seus perfis atualizados, você estimula que seu público acompanhe, também, esse outro canal de comunicação de sua empresa.
A marca de jeans Levi’s (@levisbrasil) costuma se utilizar desta estratégia, postando fotos de seus produtos no Instagram e vinculando a outras plataformas.
4. Propague seu estilo de vida: muito além de produtos e serviços, sua empresa deve vender um conceito. Quem sua marca quer atingir? Que sensações ela é capaz de proporcionar? Por que alguém deve escolhê-la? Motive seus usuários através de imagens estimulantes, diferentes, interessantes e que, principalmente, definam o que sua marca quer demonstrar.
A Red Bull (@redbull), por exemplo, busca divulgar o estilo aventureiro de diversos atletas que são patrocinados pela marca, muito além de disseminar seus produtos. Desta forma, demonstra que parte de seu lucro é voltado para ações de esporte e de estímulo a atividades físicas. 
Por:Lucas Diniz - http://exame.abril.com.br

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Como Usar o E-mail de Forma Profissional

Apesar das mídias sociais como o Facebook, Twitter e Lindekin estão fazendo o maior sucesso entre os profissionais de várias áreas o bom e velho e-mail continua sendo uma forma direta de comunicação. Por essa razão o mesmo deve ser usado de forma profissional, ou seja, algumas regras devem ser obedecidas para não “manchar” a imagem de quem está enviando.

Portanto, antes de enviar um e-mail o profissional moderno precisa:

  • Ter cuidado com a ortografia, e-mails com erros de português ou mesmo de inglês, espanhol, etc. conta ponto contra.
  • Ser sucinto, ou seja, e-mails longos, nem sempre é lido na íntegra, resumir o que precisa ser informado conta ponto a favor.
  • Ser cortês também é uma atitude louvável, já que muitas pessoas não se preocupam em ser um pouco formal, prejudicando assim a sua conduta profissional.
  • Jamais enviar “correntes” com assuntos que não interesse a pessoa que receberá seus e-mails.
  • Saber escolher o tema do assunto a ser colocado com criatividade para que possa chamar atenção à pessoa ou empresa em que se está entrando em contato.
  • E ter muito cuidado com as palavras usadas neste tipo de comunicação para não ofender a ou as pessoas que se está comunicando algo através do e-mail.

Essas dicas simples podem ajudar a você a usar essa poderosa ferramenta de comunicação de forma profissional e eloquente sem precisar complicar demais.



terça-feira, 5 de novembro de 2013

Empresa Não É Uma Família

"Aqui somos uma verdadeira família" é uma daquelas expressões que muitos gostam de utilizar para retratar a harmonia e a solidariedade existente na empresa onde trabalha, mas será que as companhias realmente devem se parecer com uma família?

Hoje em dia grande parte dos trabalhadores busca mais do que apenas um emprego para prover o seu sustento. Estas pessoas anseiam se dedicar a uma causa, serem reconhecidas quando fazem um bom trabalho e atuarem em organizações onde o clima interno seja no mínimo acolhedor. 

É por isto que nos últimos anos muitas empresas fizeram de tudo para se transformarem no sonho de consumo de jovens talentos e também dos profissionais com carreiras já consolidadas.
Contudo, dificilmente vemos qualquer uma destas companhias tentando se parecer com uma família ou declarar-se como tal. Elas sabem que as metáforas exigem um esforço descomunal para serem compreendidas como se quer e, portanto, não vale a pena escolher aquelas cuja interpretação varia de acordo com as experiências acumuladas ao longo da vida do receptor.
Quem convive numa família equilibrada, tem a felicidade de receber afeto e foi educado com base em valores universais percebe este discurso de "aqui na empresa somos uma família" de um modo muito diferente daquele outro indivíduo que infelizmente veio de um lar no qual sofria maus-tratos, escutava brigas constantes ou era alvo de descaso.

Concordo que para muitos é difícil deixar de lado este tipo de comparação, afinal quase 90% das empresas brasileiras são dirigidas por famílias e suas peculiaridades. Firmas em que pais, irmãos, tios, primos, trabalhadores que não tem laços consanguíneos – mas são percebidos como "gente de casa" – e outros que acabaram de chegar têm de separar sua vida pública da privada na hora de tratar de negócios. 
  • O problema é que a chave liga-desliga não funciona para vários deles.

Em meu dia a dia profissional é cada vez mais comum encontrar situações nas quais este tipo de projeção (empresa = família) foi terreno fértil para que o puxa-saquismo e outras formas de relacionamento por conveniência se instalassem como cancro na companhia. Isto sem falar na resistência às mudanças e na acomodação daqueles que acreditam ser imprescindíveis.

É claro que os gestores patrocinam isto tudo ao preferirem ser condescendentes com erros graves só porque "fulano é um bom menino grande parte das vezes". Ou então, no extremo oposto, ao repreenderem implacavelmente qualquer pessoa que saia da linha dentro da cultura aqui-quem-manda-sou-eu. 

Outro fato que chama atenção nas empresas que se veem como verdadeiras famílias é o número de eventos promovidos para integrar as pessoas. A iniciativa de aproximá-las até que é louvável, no entanto a intimidade excessiva cultivada neste tipo de corporação acaba sendo muito danosa com o passar do tempo.
 Por quê? 
Como as pessoas se tornam achegadas até demais, várias delas passam a não medir as consequências daquilo que falam e o clima organizacional tende a ficar insuportável entre aqueles que até pouco tempo atrás se tratavam como irmãos. 
  • Resumindo: intimidade só é conveniente quando existe maturidade.
Muitas pessoas e estudiosos criticam as organizações porque seus discursos nem sempre se tornam realidade e não tenho como divergir deste pensamento. Entretanto, somos seres que vivem de histórias e estas ajudam os dirigentes, funcionários, clientes, fornecedores e a sociedade como um todo a compreender como determinada empresa pensa e age diante do caso concreto..

Por isto, vale a pena investir energia para encontrar a metáfora que explica o tipo de corporação que vocês são ou querem ser. Só tenho um pedido a fazer: deixemos nossas famílias fora desta discussão para não confundir alhos com bugalhos. Empresa é empresa, família é família.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Desembale-se

Somos como os presentes: ficamos mais bonitos quando embalados. O problema é que até certa etapa da nossa vida a embalagem não somos nós que escolhemos, mas sim quem convive conosco.

Essa embalagem são nossas crenças e muitos continuam a vida inteira enrolados com o mesmo pacote que receberam dos outros.
Então, se eu fosse lhe dar um conselho prático, diria: 

“Desembale-se”.

Isso não significa apagar todo seu passado, mas sim para não valorizar tanto o que disseram ou dizem sobre você. Esse passado não é seu, ele não foi criado por você. Portanto, desembale-se. Deixe esse pacote de lado e construa sua própria embalagem.

Muitas vezes precisamos ser como a águia, que na metade da sua vida arranca suas garras, bico e asas velhas para que nasçam novas e mais fortes. Se ela não fizer isso sua vida logo se acaba, pois seu corpo envelhecerá rapidamente não permitindo que voe nem capture suas presas para se alimentar.

Por isso, para recomeçar com todo o gás muitas vezes é necessário limpar a mente, cortar as garras, bicos e asas velhas e rasgar a embalagem que você vem carregando há muito tempo.

Por mais que você não possa evitar registrar ideias, imagens e coisas negativas em sua mente tem plena capacidade de permitir que elas não tenham replay. Palavras, ideias, imagens e pensamentos negativos são os principais inimigos dos seus objetivos, e sua vida se move na direção daquilo que você fala, pensa e vê, pois tudo isso se torna seu sistema de crenças.

Como disse Winston Churchill, em outras palavras: o pessimista vê dificuldade em toda a oportunidade, enquanto que o otimista vê oportunidade em cada problema.

Discutir com suas crenças, sobretudo, as limitantes e negativas liberta a imaginação para projetar o lugar aonde você quer chegar. Se simplesmente as aceitar ficará sempre no andar de baixo e o topo poderá ficar atrás da cortina de fumaça dos seus medos e limitações e tenderá a imaginar que não é capaz de nada grandioso.

E se há algo fantástico é a nossa imaginação. Faça este exercício:

Fique em pé um pouco à frente de uma parede. Levante os braços em forma de cruz e gire apenas seu tronco da esquerda para a direita até onde conseguir levar sua mão direita. Marque esse lugar em que encostou com sua mão. Depois volte para a posição anterior em forma de cruz,  feche os olhos, e na sua imaginação, somente na sua imaginação gire até onde gostaria de girar. Na sua imaginação gire muito mais do que girou da primeira vez, apenas na sua imaginação, vá girando, girando. Novamente volte para sua posição original em forma de cruz e de olhos abertos gire novamente e compare os resultados.

Como foi? Não é sensacional perceber o quanto podemos romper nossas limitações? O mesmo acontece com nossas crenças: sempre podemos superar os limites, pois da mesma maneira que foram criados podem ser rompidos.

Agora faça o exercício novamente de olhos fechados, só que na sua imaginação veja-se travado, travado, indo bem menos do que foi da última vez quando chegou bem longe. Depois abra os olhos e gire. Com toda a certeza voltou à estaca zero, ou girou até menos do que da primeira vez antes de saber do poder da sua imaginação.

Quando criamos em nosso cérebro uma série de conexões com crenças limitantes não há como obter resultados extraordinários, porque programamos toda nossa estrutura mental para agir conforme essas conexões. E essa é a principal razão pela qual crenças geralmente transformam-se em realidade, pois nossas ações são a extensão das nossas crenças.

Como mudar as crenças para que comportamentos e resultados mudem?

O primeiro passo é conhecer sua mente, seu cérebro, e como as coisas se processam lá dentro.
Mas isso é tema para outro artigo. O que importa é que se você fez o exercício da imaginação já percebeu que pode ir muito além de onde pensava que podia.

Beijo no seu coração, torço por você, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Exame de Próstata - Sem Preconceitos...Novembro AZUL


O exame de próstata inclui o toque retal e oexame de sangue PSA que devem ser avaliados em conjunto, anualmente a partir dos 45 anos de idade, especialmente quando há história familiar de câncer de próstata.
Se o médico encontrar alguma alteração ao realizar estes exames, poderá indicar uma ultrassonografia da região e depois, se achar conveniente realizar uma biópsia da próstata, retirando um pedacinho e enviando para análise laboratorial.
Se for confirmada alguma alteração na próstata, o médico poderá esclarecer ao indivíduo em relação as opções de tratamento para o câncer de próstata que incluem a retirada da próstata através de uma cirurgia chamada prostatectomia, radioterapia e/ou quimioterapia dependendo da gravidade da doença. 
É importante ainda informar que estes tratamentos podem ter como efeito colateral a impotência sexual e a incontinência urinária, mas não realizar o tratamento é potencialmente fatal.