sexta-feira, 20 de setembro de 2013

10 Filmes a Que Todo Empreendedor Deve Assistir


Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. 

Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. 

Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. 

Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú. 



Longe de ser um filme sobre esporte, O homem que mudou o jogo mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras. 


A rede social conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook. 


Um dos maiores sucessos recentes do cinema indiano, Quem quer ser um milionário mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores. 


Em À procura da felicidade, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo. 


Um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor. 


Depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). Jerry Maguire – A grande virada é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso. 


Baseado numa história real, o filme mostra a trajetória de Preston Tucker (Jeff Bridges), um empreendedor que tinha o sonho de criar um carro à frente de seu tempo. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele construiu o Trucker Torpedo, um carro mais seguro e veloz que os concorrentes da época. O projeto, no entanto, não deslanchou, pois sofreu com o lobby da indústria automobilística americana. 


O jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio. 


Wall Street – Poder e cobiça mostra que se você quer ser bem-sucedido, precisa enfrentar riscos. Bud Fox (Charlie Sheen) é um corretor ambicioso que trabalha no mercado financeiro. Certo dia, dá ao bilionário Gordon Gekko (Michael Douglas) algumas informações sigilosas e acaba se tornando seu discípulo, abrindo mão de ética, valores e escrúpulos para ter sucesso. 


A clássica trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. 
Mostra as vantagens e as desvantagens de empreender “em família”.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Governança Corporativa Nas PMES

Em primeiro lugar, vale dizer que não é mais necessário inventar a roda. Depois de tudo o que já vivemos e conquistamos, basta utiliza-la com sabedoria. 

O termo “governança corporativa” ainda assusta, entretanto, é mais simples do que se imagina.

Na definição do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, o termo define bem o sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos entre Acionistas, Conselho de Administração, Diretoria, Auditoria Independente e Conselho Fiscal.

De maneira geral, as boas práticas de governança corporativa têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para a sua perenidade com base em quatro princípios importantes: 

1) transparência; 
2) equidade; 
3) accountability (prestação responsável de contas); 
4) responsabilidade corporativa.

Obviamente, uma PME (Pequena e Média Empresa) não consegue levar isso ao pé-da-letra, entretanto, precisa pensar sobre isso. Como eu digo sempre, quando você é pequeno, ninguém se importa, entretanto, quando você começa a incomodar os grandes, eles vão querer bater em você o tempo todo. 

O papel da governança corporativa é simples e diz respeito ao seguinte:
  1. Administração de riscos: qual é o investidor ou o sócio que vai colocar dinheiro no negócio para perder;
  2. Perenidade: ninguém deseja abrir uma empresa para fechar daqui a cinco ou dez anos;
  3. Poder compartilhado: distribuição ponderada da autoridade e da responsabilidade entre diferentes sócios, executivos e membros do conselho;
  4. Geração de valor: o que a empresa vai produzir de fato para todos os stakeholders (sócios, clientes, governo, empregados, fornecedores e a sociedade em geral).
Em geral, as PMEs não têm cultura nem dinheiro para implantar um sistema básico de governança corporativa, pois, grande parte delas precisa concentrar o seu tempo nas necessidades mais prementes e na sobrevivência do negócio.

Tudo isso é importante e necessário, mas como fazer para implantar a ideia na sua empresa?  

A voz da experiência: vá por partes, mas não deixe de fazê-lo. A maioria das grandes empresas começou da mesma maneira e evoluiu com o tempo.

O modelo IBGC seria ideal, porém, como eu disse anteriormente, pensar em governança ao mesmo tempo em que você tenta sobreviver no mercado não é fácil. Pensando nisso, eu desenvolvi um Sistema de Governança Corporativa Simplificado, o qual poderá ser implantado por etapas. 

Na medida em que a empresa for crescendo, não tem como fugir disso, porém, se você tentar implantar tudo de uma vez, há uma grande chance de se perder no caminho e se desmotivar. Para evoluir nos negócios é necessário evoluir também na gestão. 

Vejamos os principais pontos a serem abordados:

1) Acordo Societário: é a primeira coisa que você deve se preocupar quando têm sócios; retiradas, pró-labores, entrada e saída da sociedade, admissão ou não de parentes; é, em geral, o ponto da discórdia em caso de dissolução da sociedade.

2) Estrutura Organizacional: o mínimo que se deve fazer para evitar sobreposições de cargos e funções; quais são os níveis hierárquicos necessários para que cada um saiba exatamente o seu papel na empresa.

3) Matriz de Responsabilidade: quem faz o quê? Quem responde a quem? Qual é o papel de cada área definida na estrutura organizacional?

4) Planejamento Estratégico: quem não sabe para onde vai qualquer lugar serve; visão, missão, valores, diretrizes principais; objetivos, metas, indicadores, plano de ação; o seu posicionamento estratégico no mercado?

5) Políticas Organizacionais: todas as áreas precisam definir suas regras ou diretrizes de relacionamento com clientes, fornecedores, empregados e sócios; sem padronização não há coesão.

6) Processos bem definidos: a maneira como as coisas devem ser feitas para não criar dependência das pessoas; o modus operandi de cada processo ou atividade dentro de determinados padrões de qualidade e eficiência.

7) Plano de Cargos e Salários: pode estar inserido na política de recursos humanos e quando não existe, os critérios de admissão, treinamento, promoção e demissão ganham um caráter injusto e subjetivo incapaz de atender os interesses internos.

8) Controle e Monitoramento: quais os principais indicadores de sucesso do negócio? Você tem um ERP (software) básico para controle das suas operações? O seu contador aparece de vez em quando para discutir os resultados? Sua empresa tem um sistema de controle de relatórios gerenciais? Você compartilha os resultados com a equipe?

9) Conselho de Administração: você não precisa necessariamente montar um conselho como recomenda a Lei das S/A, entretanto, se os negócios estão em família, isso não o impede de reunir os membros periodicamente para discutir os resultados e definir os rumos do negócio; a prestação responsável de contas recomenda que tudo seja compartilhado, não apenas os resultados, mas a atribuição de responsabilidades.

10) Auditoria: quer estabelecer um caráter de seriedade para o negócio? Já pensou em submeter o negócio a uma Auditoria Externa uma vez por ano? 
Faça isso não apenas para demonstrar a seriedade, mas para corrigir as falhas que, mais dia, menos dia, tendem a atrapalhar o desenvolvimento do negócio.

Na prática, não basta dizer que tem, mas é necessário demonstrar todos os dias que a gestão da empresa não se restringe apenas a um ou outro sócio. 

Empresas responsáveis demonstram isso por meio de prestação de contas e compartilhamento das informações com frequência a fim de se manterem vigilantes perante as incertezas do mercado. 
Pense nisso e empreenda mais e melhor!

sábado, 14 de setembro de 2013

MARKETING – Origens, Conceitos e Definições

Onde Surgiu a Expressão Marketing? 

Qual a Sua Tradução? 

Quais as Diferenças Entre Marketing e Vendas?

A expressão “Marketing” foi difundida após a 2ª Guerra Mundial, no período em que a reconstrução dos países europeus estava em andamento.

Essa reconstrução produziu benefícios para as empresas americanas que puderam expandir suas atuações para a Europa.

O pós-guerra conheceu o crescimento das empresas e o surgimento de um novo tipo de consumidor, o qual era mais exigente, imediatista e com disposição para aproveitar melhor a vida através do consumo de novos produtos (e serviços).

Essa nova consciência alterou os padrões de vida e de consumo – no decorrer do século 19 e início do século 20 – que privilegiavam um projeto de vida em longo prazo, a valorização da poupança e também privilegiavam a acumulação de bens materiais a serem transmitidos aos descendentes.

Dessa forma, esse novo homem passou a valorizar mais o conforto e o gozo imediato de sua vida, encontrando no progresso tecnológico os suportes para sua realização pessoal.

Em função disso, as empresas passaram a se preocupar em conhecê-lo melhor e a investigar suas motivações de compra. E, percebendo essa nova demanda, as universidades americanas incorporaram em seus cursos voltados para a “Administração de Negócios” (Business Administration) disciplinas que privilegiavam a pesquisa e a análise de clientes e consumidores.

Diante disso, no início da década de 1950 nasciam as disciplinas dedicadas ao estudo do mercado, congregando-se numa nova especialidade – a “Mercadologia”.
Conceitos e Definições

Por se tratar de uma atividade complexa a palavra “Marketing” jamais obteve do nosso idioma, uma tradução que fosse capaz de ser descrita por uma única palavra. As primeiras tentativas de se traduzir esse termo apontaram para uma palavra em português chamada de “mercadologia”; ou seja, o estudo dos mercados e das mercadorias.

Conseqüentemente, as primeiras ações de marketing surgiram da necessidade das indústrias de bens de consumo em obter a preferência dos consumidores para seus produtos e suas marcas. No Brasil, a compreensão do termo “Marketing” data da época de 1954, que foi o período em que as primeiras escolas de Administração de Empresas começaram a surgir (UFRJ).

Observa-se que públicos diferentes são atingidos nas mais diversas formas de marketing e, cada indivíduo envolvido nessa ação mercadológica (= mercadorias), procura sua maneira de dar um significado ao termo “Marketing”.

Para Philip Kotler, Marketing é um “processo gerencial”, pelo qual os indivíduos (ou grupos) obtêm produtos que necessitam, através da criação, da oferta e da troca de valores por produtos.

Portanto, pode-se afirmar que o conceito de marketing está diretamente ligado à atividade de venda de mercadorias (ou serviços) e, por esse motivo, devemos tentar entender primeiro o que é Vendas e suas diferenças com o “Marketing”.

Duas Idéias Equivocadas Sobre o Marketing:
  • “Marketing é Vender”: é claro que vender faz parte do Marketing e, como dizia Peter Drucker, o objetivo do Marketing é tornar o esforço de venda desnecessário. Na verdade, o Marketing começa antes de se fabricar um produto, tornando-se a principal tarefa dos Gerentes (de “Marketing”, de “Vendas” ou de “Produtos”). Eles terão que avaliar as necessidades dos consumidores do seu produto (ou do seu “serviço”) e terão que determinar se existem oportunidades (ou não) para seus produtos. Terão que encontrar novos clientes, melhorar o poder de atração aos seus produtos e, principalmente, terão que gerenciar as vendas repetidas aos mesmos clientes.
  • “Marketing é um Departamento”: claro que as empresas possuem um “Departamento de Marketing”. Entretanto, as atitudes e o trabalho  de Marketing têm que ser desenvolvidos desde o mais humilde dos funcionários até o presidente da empresa. Sendo assim, empresas modernas buscam fazer com que todos os seus departamentos sejam orientados para o cliente;.
Distinções Essenciais Entre Vendas e Marketing

Segundo Theodore Levitt: "A venda enfoca as necessidades do vendedor; o marketing, as do comprador. A venda está preocupada com as necessidades do vendedor de converter seu produto em dinheiro. Já o marketing, está mais preocupado com a idéia de satisfazer às necessidades do cliente por meio do produto. E também com toda a gama de coisas associadas com a criação, com a entrega e com o consumo final desses produtos".

Segundo Peter Drucker: "Na realidade, venda e marketing são antíteses e não são sinônimos. Haverá sempre necessidade para alguma venda, mas o objetivo do marketing é tornar a venda supérflua, é saber e compreender tão bem o cliente que o produto (ou serviço) o sirva e se venda por si mesmo. Do ponto de vista ideal, o marketing deve resultar num cliente que está pronto para comprar. Tudo o que precisaremos então, é tornar o produto (ou serviço) disponível”.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

MOTO CLUB DE SÃO LUIS - MARANHÃO - BRASIL

O Moto Club de São Luís foi fundado em 13 de setembro de 1937. 
É um dos maiores e mais populares clubes do Estado do Maranhão. 

Sua sede está situada em São José de Ribamar, município da Região Metropolitana da capital maranhense. 

Suas cores são o vermelho e o preto e o seu mascote é o bicho-papão, que lhe rende o apelido de Papão do Norte. 

Tem como Estádio mandante o Nhozinho Santos mas atualmente manda seus jogos no Estádio Governador João Castelo, mais conhecido como Arena Castelão. 












Ao longo de sua história, conquistou 24 títulos do Campeonato Maranhense de Futebol profissional, incluindo um heptacampeonato entre 1944 e 1950. 
Participou por sete vezes da principal divisão do Campeonato Brasileiro e nove vezes da Copa do Brasil.

ONDE TUDO COMEÇOU

Foi na casa de número 486 da Rua da Paz, centro de São Luís, onde muito tempo residiu César Alexandre Aboud que surgiu, no dia 13 de setembro de 1937, o Moto Club com o nome de Ciclo Moto. 



O objetivo era participar das modalidades de motociclismo e ciclismo, bastante praticadas naquela época. 


No entanto, é no futebol que o Moto Club alcança grande notoriedade. 

Em 1939 foi inaugurado o Estádio Santa Isabel, em homenagem a fábrica do industrial César Aboud. 

Com seu próprio estádio, pois o Moto Club foi o único time do estado a ter um, conseguiu seus primeiros títulos e de forma incrível, pois foram sete títulos seguidos, os estaduais de 1944 a 1950, lembrados até hoje por seus torcedores da época, se tornando o único heptacampeão clássico do estado. 

Mas em 1972 o estádio é demolido e em seu lugar é erguido o prédio do Ministério da Fazenda em São Luís.


PRIMEIRA DIRETORIA

Presidente | Capitão José de Ribamar Campos
Vice-presidente | Capitão Aluísio de Andrade Moura
1º Secretário | Raimundo Baima
2º Secretário | Nagib Moucherek
Tesoureiro | Antenor Monroe

ESTREIA



A estreia do Moto Club como time de futebol aconteceu no dia 17 de setembro de 1939, contra o Ateneu, campeão estudantil. O resultado foi 1 a 1 - com o gol do Moto marcado pelo atacante Bibi. 


O time do Moto Club na época era formado por: Wilson, Jaime, Adolfo, Pavão e Feliciano, Mosaba, Bibi, Elvite e Leônidas, Ary e Bilau. 

Além de praticar o futebol, com participação em todas as categorias (profissional, júnior e juvenil) o Moto Club também é e já foi representado em outras modalidades como ciclismo, handebol, voleibol, atletismo, futebol de salão e futebol feminino.


 ESCUDO 

O Escudo é o principal símbolo do Moto Club de São Luis. Ele foi criado no formato de um brasão com o desenho no interior bem característico dos clubes de motociclismo e as argolas entrelaçadas simbolizando as diversas modalidades esportivas a que o Moto Club se dedica, tais como, o Futebol, o Atletismo, o Handebol e o Futebol de Salão, entre outras.
http://motocluboficial.com.br/arquivos/%5b1%5dcamisa+moto+club+ii+super+bolla+2013+torcedordevantagens.jpg

HINO

Moto Club de tantas tradições
Colocado entre grandes vencedores
Seu nome vive em nossos corações
E nos lábios de muitos torcedores

Campeão de feitos gloriosos

De heroísmo sem par e de coragem

Receba agora mesmo neste instante

A nossa mais esplendida homenagem


Oh! Moto surpreendente

Time de fibra e garra

Quando te lança à frente

Nenhuma defesa te barra


Nos gramados daqui ou de outros Estados

Honra o Moto o valor da nossa gente

Grande foi em todo seu passado

Ainda maior agora em seu presente


Nosso lema é vencer de ânimo forte

Com justa fama de Papão do Norte

Marchemos nesse instante para a glória

Na conquista de mais uma vitória.
Composição Murilo Travassos
Mascote
Papão do Norte
A alcunha relacionada ao Moto Club e que gerou o apelido de "Papão do Norte", surgiu em 1948, quando o Moto Club realizou uma excursão à região Norte e venceu o Paysandu e Fortaleza, ganhando assim o título de "Papão do Norte". 
Há uma segunda versão que faz referência à 1946, quando o Moto cedeu basicamente toda a base da seleção maranhense que chegou à semifinal do Campeonato Brasileiro de Seleções. 
Por causa desse fato, os jornais já se referiam ao clube pelo apelido de Papão.
Seguindo a história, o mascote do clube tornou-se o Bicho-Papão.
Uniformes
Quando foi fundado em 1937, o uniforme adotado pelo Moto Club tinha cores verde e branco. 

Com a criação do departamento de futebol, em 1939, o Moto Club passou a adotar o uniforme com listras horizontais vermelhas e pretas. 
O uniforme reserva já foi branco com listra vermelha e preta verticais no lado esquerdo do peito e branco com listas horizontais vermelha e preta no centro. 

Atualmente, o patrocinador oficial do Moto Club é a Super Bolla que apresenta oficialmente três uniformes oficiais:

Uniforme I
Camisas com listras horizontais em preto e vermelho, calções pretos e meias pretas
Uniforme II
Camisa branca com faixas horizontais ombros/peito, calções brancos e meias brancas

Uniforme III
Comemorativo - Camisa verde e branca com listras verticais, calções brancos e meias brancas


Títulos
MUNICIPAIS
Copa Cefama Sub-17: 02 vezes (2010, 2011)
Torneio Djalma Campos: 2009
Taça Cidade de Teresina: 1997
Troféu Deputado César Aboud: 1961
ESTADUAIS
Campeonato Maranhense: 24 vezes (1944, 1945, 1946, 1947, 1948, 1949, 1950, 1955, 1959, 1960, 1966, 1967, 1968, 1974, 1977, 1981, 1982, 1983, 1989, 2000, 2001, 2004, 2006 e 2008)
Campeonato Maranhense - 2ª Divisão: 2010 e 2013
Campeonato Maranhense Sub-16: 02 vezes (2011 e 2012)
Taça Cidade de São Luís: 03 vezes (1993, 2003 e 2004)
REGIONAIS
Torneio Qualificatório Brasileirão Série B: 1993
Torneio Maranhão/Pará: 1972
Taça Brasil - Grupo Norte: 1968
Torneio Quadrangular de São Luís: 1961
Copa dos Campeões do Norte: 1948
Copa Norte-Nordeste: 1947
PARTICIPAÇÕES EM BRASILEIROS
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A
1973 - 39º colocado
1975 - 41º colocado
1978 - 54º colocado
1979 - 76º colocado
1982 - 28º colocado
1983 - 39º colocado
1984 - 37º colocado
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B
1972 - 11º colocado
1980 - 36º colocado
1985 - 21º colocado
1987 - 7º colocado
1989 - 17º colocado
1990 - 8º colocado
1991 - 57º colocado
1994 - 12º colocado
1995 - 17º colocado
1996 - 8º colocado
1997 - 23º colocado
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C
1981 - 15º colocado
1992 - 9º colocado
1998 - 9º colocado
1999 - 13º colocado
2000 - 7º colocado (Módulo Verde)
2001 - 65º colocado
2004 - 26º colocado
2005 - 19º colocado
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D - 2009
Copa do Brasil
09 participações (1990, 1999, 2001, 2002, 2003, 2005, 2006, 2007 e 2009)
Torcidas Organizadas
O Moto Club tem uma das maiores torcidas do Estado do Maranhão. É uma torcida fiel que apóia o time em qualquer situação. Suas principais torcidas organizadas são a Dragões da Fiel (fundada em 6/6/1982) e a Torcida UniformizadaMotofolia (fundada em 20/10/1996). As outra torcidas organizadas são a Cidade Rubro-Negra, Pelotão Rubro-Negro, TerreMOTO, Torcida Católica do Moto, Bicho Papão e Motornado.

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Torcedor Motense: 
JORGE CAVALCANTE 
(JORGENCA)
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Sexo na Boca do Povo

Um menino chega para uma amiga e comenta que está com dores na virilha. A menina, vermelha de vergonha, fica sem jeito e vai embora. Hoje, essa cena não faria o menor sentido, mas, no século XIII, essa seria a reação esperada. 
A palavra “virilha” não era lá um termo muito educado para se dizer a uma donzela. Da mesma forma, muitas outras palavras surgiram com uma conotação sexual ou chula e, hoje, são empregadas no dia-a-dia sem o menor pudor. 

Conheça algumas.
 VIRILHA
Na Idade Média, era tida como palavra obscena, pois deriva do latim virilia, nome dado às partes sexuais do homem. Com o passar do tempo, e pela proximidade anatômica, a palavra comportou-se e passou a designar os músculos localizados na junção da coxa com o tronco.
 ESCULHAMBAR
Vem do termo “colhão” (testículo) e apareceu com esse sentido no final do século XIII. Há também estudiosos que afirmam que o vocábulo foi oriundo de “ânus”, daí a palavra ter, na segunda sílaba, um sinônimo mais vulgar para o termo. O processo pelo qual esse verbo deixou seu passado chulo é pouco conhecido. Atualmente, a palavra é sinônimo de avacalhar, desmoralizar, ridicularizar.
 BACANA
A teoria mais conhecida sobre o passado desse vocábulo afirma que bacana se originou da palavra bacanal – festa pouco comportada em homenagem a Baco, deus do vinho na Roma antiga. A palavra seria o feminino de bacano – ou seja, um termo utilizado para designar as mulheres que participavam das bacanais. Outra corrente admite “bacana” como uma variante de macana, uma arma parecida com uma clava usada pelos índios taínos, do Haiti. De macana surgiu o derivado “macanudo”, com sentido de “grosso como um tacape”, que depois passou a significar “grande” e “extraordinário”.
 BABACA
Usado, em tempos antigos, como sinônimo chulo do órgão sexual feminino. Babaca vem do latim balbu, originalmente gago, que deu em bobo, sendo boboca e babaca algumas de suas derivações. Babaquice, hoje o mesmo que besteira ou asneira, era o termo utilizado para indicar “o gosto de focinhar a babaca”, como registra o Dicionário de Termos Eróticos e Afins, de Horácio de Almeida (Editora Civilização Brasileira, 1981).
 COITADO
Há contradições sobre a origem desse vocábulo. Alguns especialistas acham que vem de coito (ato sexual). Eles acreditam que a palavra tenha se originado do latim coitus – união, cópula –, que se mesclou com o particípio do verbo coagere, coactus. Esse verbo (que significava “juntar”) seguiu vivo no espanhol com os verbos coger e agarrar, que vulgarmente indicam o ato sexual. Para essa teoria é possível que exista a relação de coitado com desgraçado – afinal, antigamente o ato sexual era usado metaforicamente para designar desgraça e aflição das donzelas que perdiam a virgindade. Mas, atenção! Para a maioria dos conhecedores da língua portuguesa, essa teoria está furada. Segundo eles, coitado vem de coita – palavra presente nos dicionários atuais e que manteve seu sentido original como sinônimo de desgraça, aflição, pena ou mal. E que não tem nada de obsceno.
 APORRINHAR
A mesma coisa que apoquentar ou aborrecer. O termo surgiu no final do século XIX e é um vocábulo que faz parte do grupo dos descendentes da palavra “porra”, tais como pô, porrada (grande quantidade ou pancada), esporro (bronca, na linguagem coloquial) e porra-louca (pessoa sem noção de responsabilidade). Todas elas perderam a conotação sexual que sua palavra de origem mantém até hoje. “Porra”, definida nos dicionários como esperma ou pênis, é um termo antigo que significava “clava com saliência arredondada num dos extremos”. Por ironia do destino, o vocábulo, até o século XV, estava longe de fazer parte do clã dos palavrões e do vocabulário chulo. Ele servia para designar um cetro eclesiástico usado por autoridades da Igreja durante procissões e outras cerimônias.
 RECUAR
Não é preciso muita imaginação para decifrar de onde provém esse vocábulo, sinônimo de hesitar e retroceder. A palavra é derivada do latim reculare, assim como os termos recular (espanhol), rinculare (italiano) e reculer (francês), todos com origem datada do século XVI. Recuar é literalmente ir com o ** para trás (os asteriscos designam uma palavra de duas letras que talvez fosse melhor representada por um asterisco só). É também a ação de evitar ser acuado, isso é, ser ameaçado de tomar naquele lugar.

Por Lygia Rebello - http://super.abril.com.br/

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Just in Time ! A Gestão do Tempo


O sistema de produção Toyota mostrou ao mundo durante anos e claro, perpetuou diversas ferramentas que são utilizadas e sempre serão lembrados, hoje venho falar sobre uma das mais importantes ferramentas que é Just In Time que auxilia na programação de uma linha de produção, realizado sua manufatura no momento e quantidade ideal.

Pense como seria uma empresa sem a programação de produção, ou seja, sem planejar compras de matéria prima e atender prazos conforme necessidade do cliente final, seria um desastre total, pois é exatamente nesta necessidade que o Just In Time funcionar como uma ferramenta de Gestão.

O sistema JIT funciona exatamente na Gestão de produção conforme a necessidade do cliente, ou seja, conforme demanda solicitada, partindo deste conceito o processo de compra é iniciado conforme esta necessidade.

Embora muitas empresas não consigam ou confiem nesta técnica de planejamento, vejo que o fundamental é a capacitação de todos os setores e pessoas que farão parte deste processo.

Devemos pensar na análise de risco de cada fornecedor, avaliando sua capacidade produtiva e de fornecimento dentro do prazo, pois esta situação pode acontecer em qualquer momento gerando atrasos e problemas na entrega, realize auditorias de qualificação ou uma própria pesquisa para avaliar o nível deste risco no fornecimento.

Elabore um procedimento específico para o processo de fornecimento, considerando todos os fatores necessários para atendimento neste processo, deixando claro prazos, valores, embalagens e em muitos casos até mesmo o custo atrelado em caso de atraso.

Lembrando que o sucesso do JIT pode ser melhorado com a aplicação do Kanban que foi apresentando em artigo anterior.

O JIT surgiu no Japão, no ínicio dos anos 50, tendo como criador à Toyota Motor Company, que buscava a melhoria no tempo de produção de veículos com modelos diferentes sem atraso.

Esta filosofia logo depois acabou gerando ótimos resultados e outros fabricantes japoneses adaptaram o modelo as suas fábricas, tornando este mercado muito mais competitivo devido a esta aplicação na Gestão do tempo.

Objetivos do JIT
  • Produção e entrega dos produtos dentro do prazo objetivo;
  • Otimizar o sistema de produção;
  • Melhoria continua dos processos.
É claro que buscar a melhoria contínua requer um trabalho antecipado de planejamento e ação, para isso devemos aplicar toda e qualquer melhoria de processo na busca por resultados, atendendo as metas necessárias para o bom funcionamento do JIT.

Portanto temos ai uma clara observação ao uso de diversas ferramentas para um único propósito que a de fornecedor dentro do prazo correto.

Necessidades na implementação do JIT

Abaixo relacionei alguns pontos importante para o uso do Just In Time, onde podemos tomar ações antes de pensar utilizar este método.
  • Envolvimento direto da alta direção;
  • Avaliação de desempenho desta implementação;
  • Conhecimento de toda a sistemática dos processos envolvidos;
  • Envolvimento das pessoas;
  • Qualificação.
As vantagens do Just In Time

Pense no uso do Just In Time e observe os seus resultados diretamente ligados nos custos diante da redução de compra desnecessárias, a Qualidade objetivada em produção menor e a flexibilidade da programação, pois com isso podemos gerenciar prazos e quantidades.

Então fica a dica de uma ferramenta que ajuda na busca pela produtividade perfeita.

Fonte: 
Zafenate Desidério   - http://www.qualidadebrasil.com.br/