domingo, 4 de março de 2012

DICAS para jovens profissionais terem sucesso na carreira



1- Façam um cadastro no Linkedin e comecem a trabalhar seu network.
2- Inglês é mais importante do que pós graduçaõ ou MBA.
3- Cuidado com a forma de se apresentar. Use roupas adequadas ao ambiente empresarial e de acordo com a cultura da empresa. Vista-se bem, com sobriedade. 
4- Fale menos e escute mais, seja equilibrado. Trabalhe a inteligência emocional.
5- Não atrase. Seja pontual
6- Anote tudo. Documente as coisas. Organize-se.
7- Seja ético e confiável. A integridade é o requisito número um que as empresas buscam.
8- Estude e pesquise sempre. Aprenda e mostre interesse pelas coisas da empresa.
9- Não se envolva em fofocas, não reclame, não critique, nem se queixe.
10- Leia os melhores livros sobre gestão, liderança, comportamento e atitude na carreira.
11- Seja voluntário
12- Tenha um hobby sadio.
13- Mostre boa vontade quando solicitado colaborar. Não fuja das tarefas menos prazeirosas, muitas vezes elas são passaporte para o crescimento profissional.
14- Não queime o filme nas redes tipo Facebook e Orkut. Seu perfil poderá ser acessado por colegas de trabalho, superiores e até head hunters.
15- Tenha classe e saiba se portar à mesa, nas festas, nas reuniões e em todos os lugares.
16- Seja gentil, compreensivo e amigo.
17- Trate a todos igualmente. Não faça destinção às pessoas em função da posição, nível social, etc.
18- Seja agradecido. Agradeça sempre.
19- Quando precisar repreender faça reservadamente e com muito cuidado.
20- Quando elogiar faça-o em público.
21- Seja objetivo e não prolixo. Tempo é ouro!
22- Não pegue nas pessoas.
23- Não palite os dentes. Que coisa horrível!
24- Não coma segurando a faca.
25- Não se embebede nas festas.
26- Não guarde mágua.
27- Relaxe, desligue-se de vez em quando. Faça meditação.
28- Não fume.
29- Mantenha as unhas, dentes e sapatos impecáveis.
30- Alimente-se bem. Use alimentos funcionais, Evite junk food. 
31-Pratique exercícios, se não tiver tempo faça caminhadas regularmente.

Saiba como se destacar diante do seu chefe


Segundo especialistas em Recursos Humanos, marcar pontos com o gestor, não tem nada haver com ser puxa-saco. O negócio é trabalhar

Você já pensou quais atitudes conquistariam o seu chefe? Engana-se quem pensa que, para isso, é necessário ser puxa-saco de carteirinha. Para ganhar pontos, basta arregaçar as mangas e trabalhar.

Para a gerente de Recursos Humanos da Personal Service, Alexandra Morgado, o caminho para se destacar aos olhos do líder é ser proativo.

“Hoje, a demanda de trabalho é muito grande, não tem espaço para pessoas que esperam que o chefe passe o trabalho. Aquele tipo que só faz o que o chefe passa”.

De acordo com a especialista, os profissionais têm de saber trabalhar com planejamento, levantar questões e tentar encontrar uma solução. O colaborador tem de se antecipar aos fatos. Um exemplo: se você sabe que uma planilha ajudará no trabalho, por que esperar o chefe pedir? Faça, antes que ele peça.

O sócio da Ascend RH, Eduardo de Paula Santos, complementa dizendo que o profissional deve fazer muito mais do que aquilo é esperado. “Fazer o que foi acordado é obrigação do profissional. Superar a expectativa da empresa aumenta a visibilidade do profissional”.

Disponibilidade e transparência

Também é importante se mostrar disponível em relação ao trabalho. O gestor deve enxergar no funcionário alguém com quem ele possa contar para poder realizar o seu trabalho. “O profissional deve dar suporte ao seu gestor. Ele tem que saber que pode contar com a pessoa”, explica Alexandra.

Tudo isso indica comprometimento com o trabalho. Isso não quer dizer que o colaborador tenha de esquecer a vida pessoal e pensar 24 horas no trabalho, mas, sim, que, durante seu horário de trabalho, ele esteja 100% focado na produtividade e no resultado.

A disponibilidade, acrescenta Santos, deve estar relacionada também ao trabalho em equipe e com a vontade de se envolver em novos projetos. “A pessoa tem de mostrar disponível para o chefe, equipe e trabalho”.

Outra dica é ser transparente com o líder. A transparência na relação entre chefe e subordinado revela cumplicidade. De acordo com Alexandra, se o profissional estiver passando por momentos difíceis, como separação do cônjuge e problemas de saúde, é fundamental que o gestor saiba, pois só assim ele relevará a queda na performance de trabalho.

A transparência também é importante, quando o profissional cometeu algum deslize em relação ao trabalho ou não sabe mais o que fazer para dar andamento às atividades. “Se você tem dúvidas, pergunte”.

Por fim, Santos explica que, trabalhando desta maneira, o profissional não somente conquistará o chefe, o que aumenta a possibilidade de promoção e de novas atividades, mas também manterá a sua empregabilidade em alta, ou seja, será um colaborador disputado pelas empresas no mercado de trabalho.

Por Infomoney

sábado, 3 de março de 2012

LOGISTICA DE ARMAZENAGEM, DISTRIBUIÇÃO E GESTÃO DE ESTOQUES


1 - A IMPORTANCIA DA ATIVIDADE DE ARMAZENAGEM DENTRO DA LOGISTICA 
O conceito de ocupação física que se concentrava mais na área do que na altura, esta mudando. Em geral, o espaço destinado à armazenagem era sempre relegado ao local menos adequado. Com o passar do tempo, o mau aproveitamento do espaço tornou-se um comportamento anti-econômico.

Não era mais suficiente apenas guardar a mercadoria com o maior cuidado possível. Racionalizar a altura ocupada foi a solução encontrada para reduzir o espaço e guardar maior quantidade de material.

A armazenagem dos materiais assumiu, então, uma grande importância na obtenção de maiores lucros. Independente de como foi embalado o material, ou de como foi movimentado, a etapa posterior é a armazenagem.

Os termos "armazenagem" e "estocagem" são freqüentemente usados para identificar coisas semelhantes. Mas podemos distinguir os dois, referindo-se à guarda de produtos acabados como "armazenagem" e à guarda de matérias-primas como "estocagem".

A armazenagem aparece como uma das funções que se agrega ao sistema logístico, pois na área de suprimentos é necessário adotar um sistema de armazenagem racional de matérias-primas e insumos. No processo de produção, são gerados estoques de produtos em processo, e, na distribuição, a necessidade de armazenagem de produto acabado é, talvez, a mais complexa em termos logísticos, por exigir grande velocidade na operação e flexibilidade para atender às exigências e flutuações do mercado.

A importância da Armazenagem na Logística é que ela leva soluções para os problemas de estocagem de materiais que possibilitam uma melhor integração entre as cadeias de suprimento, produção e distribuição.

O planejamento desta integração deve ser efetuado segundo as variáveis estratégica, através de estudos de localização aspecto técnico, através de estudos de gerenciamento e planejamento operacional através de estudos de equipamentos de movimentação, armazenagem e layout.

Além de reduzir custos e aumentar a satisfação do cliente, a armazenagem correta fornece muitos outros benefícios indiretos tais como centralização de remessas, o que aumenta a visibilidade dos pedidos, fornecendo informações que não eram capturadas.  Podemos utilizar o Sistema de Relatório de Pedido em Aberto e medir o impacto dos atrasos de produção em operações de remessas e atendimento ao cliente, enquanto rastreamos questões de pedidos em aberto.  Essas informações são usadas para identificar e corrigir problemas durante o processo de armazenagem assim como para manter os clientes informados do status de seu pedido.  Permitindo que a empresa gerencie as questões de pedidos em aberto, a equipe de vendas perde menos tempo resolvendo problemas, tendo assim mais tempo para vender. 

2 – FERRAMENTAS DE AUXILIO À CORRETA GESTÃO DO ESTOQUE 
A utilização de modernas técnicas de gerenciamento de estoques adequadas à realidade da empresa, possibilita meios de minimizar impactos financeiros negativos pela imobilização desnecessária de capital em estoques, assegurando máximos níveis de atendimento aos clientes.

Diferentes profissionais como gerentes, planejadores, analistas, compradores e pessoas-chave das áreas de materiais de diferentes ramos como empresas industriais, incluindo áreas de manutenção, assistência técnica e distribuição, empresas comerciais, incluindo atacadistas e varejistas e empresas de serviços fazem uso destas técnicas.

Um dos princípios básicos de gestão de estoques é como os investimentos em estoques impactam os negócios da empresa o que representa capital imobilizado e sem liquidez imediata, representando custos financeiros para a empresa.

Muitas vezes encarado como vilão, o estoque pode ser um dos maiores aliados do lojista. Mas, antes de tudo, é preciso lembrar que uma empresa de sucesso, para se manter de pé e ativa no mercado, precisa preservar seus clientes, que devem ser muito bem atendidos e satisfeitos. Por isso, o foco dos negócios sempre deve estar no cliente - sem jamais, obviamente, deixar de lado os resultados positivos e os lucros.

E por falar em lucros, a gestão eficaz dos estoques é uma mina de ouro para aumentar a receita de qualquer empresa. Sem dúvida, o maior desafio é minimizar o risco entre a sobra ou a falta de produtos para atender o cliente, mas esse risco sempre existirá; o segredo está em minimizá-lo. A seguir, alguns dos fatores que podem auxiliar a reduzir tal risco em relação ao estoque:

Nível de serviço ao cliente: Resumidamente falando, esse nível de serviço ao cliente é medido pelas vendas perdidas por falta de mercadoria, que pode gerar vários impactos negativos. Pesquisas indicam que apenas 11% desistem da compra quando não encontram o produto que desejam e menos de 20% decidem adiá-la. Em contrapartida, mais de 30% trocam de loja ou fornecedor e 40% trocam por outro produto ou marca. Em óptica, a troca por produtos e marcas substitutos ocorre freqüentemente em função da grande variedade disponível e da falta de estabilidade nos prazos de reposição e entrega das mercadorias.


Relações entre indústria e varejo :Há bons indicadores nesse sentido para melhorar tal quadro. Do lado da indústria, a evolução crescente dos sistemas de distribuição e logística fará o produto chegar mais rápido ao lugar certo e na hora certa. Do lado do varejo, a necessidade de administrar seus estoques de forma sistemática e profissional, passando a avaliar as suas necessidades de reposição de forma mais acurada e realista, garante ordens de compra com prazo suficiente para produção e entrega. É preciso encontrar o ponto de equilíbrio para acabar com a fama de "tudo para ontem" do varejo e a de "tudo para depois de amanhã" da indústria.

Também é importante destacar a necessidade cada vez maior de melhorar o relacionamento entre indústria e varejo, para que ambos compartilhem informações que só irão melhorar as previsões de demanda e venda, diminuindo os riscos de estoque.

Representantes de venda : Eles nunca foram tão importantes como hoje. O verdadeiro valor de suas visitas está na compreensão cada vez maior das necessidades de seus clientes. Cabe a esse "novo representante" a apresentação de novidades, além de características e diferenciais tanto da empresa quanto dos produtos e das marcas que representa. É pura orientação de marketing: não basta mais vender e entregar mercadorias, a ordem agora é "atender o cliente", no sentido mais completo da expressão.

Cobertura de estoque :Outro fator importante, que compreende o tempo necessário para manter mercadorias em estoque e cobrir as vendas previstas. Pode ser medida por meio da seguinte fórmula:
Cobertura = Estoque em determinada data (quantidade ou valor) / Previsão de vendas (quantidade ou valor)
Porém, há riscos que devem ser considerados: se a necessidade de cobertura for muito alta - caso de grande parte do varejo óptico -, o produto pode "sair de moda" ou perder qualidade pelo tempo maior de exposição na loja ou de permanência em depósitos.

Giro de estoque - É o indicador mais "famoso", já que mede quanto do dinheiro investido em produtos é recuperado por meio das vendas. Eis a questão: se o giro do capital investido em estoque for baixo, vale optar por outra alternativa que garanta retorno mais rápido. Enquanto isso, a meta é buscar alternativas e ferramentas para melhorar o giro de estoque. O giro pode ser avaliado pela fórmula:
Giro = Custo das mercadorias vendidas x 100
/ Custo do estoque médio no período


A medida certa. Quanto comprar? Na era da informação, o que gera maior disponibilidade de dados, entra em cena mais uma ferramenta da gestão de negócios: o geomarketing ou marketing geográfico, que permite a seleção e a análise de dados como suporte para planos estratégicos e de ação em diversas frentes.

Quando o assunto é quanto comprar, cada caso deve ser avaliado conforme previsão de necessidade específica. Isso inclui análise de dados no que diz respeito à localização dos pontos-de-venda, tamanho do mercado, análise da concorrência, área de exposição nas lojas, vendas, tempo de reposição por parte de fornecedores, variações demográficas em termos de renda, sexo, idade etc. A medida exata da compra desafia o profissional de compras a equilibrar os benefícios de um alto giro com o risco da falta de mercadorias.

Mãos dadas :Gestão de estoque e planejamento de compras andam todo o tempo juntos. A gestão de estoque eficaz vai por água abaixo se não houver antes o planejamento das compras. E, para isso, o primeiro passo é enxergar além das grandes categorias, como armações de receituário e óculos solares, por exemplo. A estratégia de compra muda se o produto for de moda, básico, sazonal, ou ainda de "evento", como os produtos vendidos somente em ocasiões específicas, como as lentes de contato estampadas para o Halloween ou a grande variedade de produtos lançados por ocasião da Copa do Mundo - nesse caso, o que foi vendido, foi; para o que não se vendeu, resta esperar mais um período para o tal evento se repetir ou amargurar as sobras. É necessário planejar, sim! Planejamento é solo fértil para minimizar os riscos e garantir o sucesso dos negócios, além de ser a base para decisões importantes.

Cadeia de suprimentos: Quando um produto passou pelo caixa e definitivamente chegou às mãos do cliente, pressupõe-se que tudo correu muito bem nesse longo caminho. É um processo complexo que, na óptica, envolve desde o fornecedor de minúsculos parafusos até a loja, com eficácia em todas as suas etapas. Só assim, todos estarão satisfeitos.

Esse é o mundo ideal da cadeia de suprimentos. Mas nem sempre é assim. Para o seu perfeito funcionamento, deve-se combinar eficiência em vários processos como velocidade de reposição, tempo de comunicação das quantidades de compra, tempo de produção, tipo de transporte, processos de recebimento, conferência e inspeção de mercadorias, entre outros.

Colaboração, nesse caso, é fundamental. E colaboração em negócios é compartilhar muito: informações, conhecimento, riscos etc. E com transparência, no melhor sentido de parceria, em uma relação em que todos os lados ganhem. Tudo com a meta de reduzir custos, tempo de atendimento e estoque e repassar melhores resultados em benefício do cliente final para, principalmente, deixá-lo muito satisfeito e mantê-lo fiel.

Sincronização também é importante. Cada vez mais, os clientes querem escolher o melhor entre uma incrível variedade de produtos, com o melhor preço, que atenda as suas necessidades e desejos em termos de quantidade, tempo e lugar. E, diante de todos esses quereres, tem de ocorrer um verdadeiro "abastecimento sincronizado" em todas as etapas da cadeia. Tudo deve acontecer no tempo certo e, quanto menos imprevistos houver, melhor.
Em resumo, quando o assunto é melhorar resultados por meio de ferramentas como gestão de estoques, varejo e indústria estão diante de processos complexos que envolvem até mudanças comportamentais.

3 – ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR A EFICIENCIA DA ARMAZENAGEN E DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS 
O processo de utilização de um sistema de gerenciamento de armazém como reposicionamento estratégico devido a grande expansão do volume de produtos estocados a operação ficaria lenta para ser controlada sem um sistema de gerenciamento que analise a influência entre a implantação de sistemas e as dificuldades encontradas no decorrer do processo, assunto esse abordado na área de sistemas de informações, administração de materiais especificamente, podendo ainda ser aplicados em grande variedade de indústrias tais como: terceirização logística, automotivas, alta tecnologia e etc... 

Analisando a influência da posição geográfica do fornecedor em relação a seu cliente, assunto esse abordado na área de administração de materiais ( logística ) e administração de produção. Qual o impacto no que diz respeito a posição geográfica do fornecedor em uma decisão do departamento de compras ? Tendo em vista que a função tomada de decisão não só no departamento de compras mais também em toda organização é de fundamental importância, surge agora a oportunidade de acompanharmos de perto os passos a serem seguidos para um total cumprimento dessa função, pois nela envolve desenvolvimento de um relacionamento entre as duas partes (cliente e fornecedor), de tal forma que a parceria e a cooperação proporcionam melhores resultados do que o interesse próprio e o conflito. Desta forma o termo posição geográfica do fornecedor será entendido como sua localização em relação ao seu cliente e quais as implicações a serem consideradas em uma definição do departamento de compras, sendo que existe uma série de avaliações a serem estudadas e que contribuem diretamente para o fechamento ou não de um pedido de compras. 

A princípio esse trabalho requer pesquisas totalmente voltadas aos compradores que poderão claramente nos posicionar e esclarecer essa dificuldades do dia a dia. Podemos dizer que nos dias atuais a posição geográfica ( localização ) dos fornecedores em relação a seu cliente passou a ocupar um papel de destaque nos problemas logísticos das empresas, pois o tempo para o cliente é uma vantagem competitiva, sendo que diretamente envolve custo, que com certeza força as empresas a reduzir os estoques e paralelamente um melhor desenvolvimento para com seus fornecedores.

Qualquer pessoa, como consumidor, tem claro o que espera dos produtos que compra: querem produtos que cada dia atendam melhor às suas necessidades, os querem quando necessitam, a um preço adequado e com altos níveis de qualidade. Clientes cada vez melhor informados e mais exigentes estão provocando a mudança dos mercados e consumo e, com eles, como um efeito dominó, de todos os demais mercados industriais e de serviços.
Além disso, outro fator chave explica esta evolução: a modernização dos meios de transporte e o desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação estão permitindo a real globalização da economia. Esta evolução na fabricação está mudando os mercados para um ambiente caracterizado para:

  • Extremo dinamismo
  • Máxima disponibilidade
  • Flutuação da demanda
  • Competitividade
  • Globalização
A cadeia logística é o canal de movimento do produto ao longo do processo industrial até os clientes. Mas pode-se dizer simplesmente que é a sucessão de manuseios, movimentações e armazenagens pelas quais o produto passa desde que é matéria-prima, conjuntos semi-elaborados, até chegar ao cliente final. A cadeia logística pode ser dividida em três partes:

1. Suprimentos, que gerencia a matéria-prima e os componentes. Compreende o pedido ao fornecedor, o transporte, a armazenagem e a distribuição.

2. Produção, que administra o estoque do produto semi-acabado no processo de fabricação. Compreende o fluxo de materiais dentro da fábrica, os armazéns intermediários, o abastecimento do posto de trabalho e a expedição do produto acabado.

3. Distribuição, que administra a demanda do cliente e os canais de distribuição. Compreende o estoque do produto acabado, a armazenagem, o transporte e a entrega ao cliente.

A  quantidade de produtos desta cadeia depende em grande parte da quantidade de manuseios que sofrem os materiais, das distâncias que percorrem (e o tempo que tardam em percorrê-las) e do nível de estoque que existe nos armazéns. Esta quantidade de material pode ser medida de duas formas:

Em dinheiro - o custo monetário de todo material que chega no canal. Isto nos diz quanto capital está imobilizado em forma de estoque.

Em tempo (lead time) - tempo em que uma unidade de material levaria para percorrer todo o canal desde que entra até sair. Este parâmetro nos diz qual é a nossa distância ao cliente em tempo para poder reagir ante a novas demandas de mercado.

Na atualidade, as estratégias logísticas estão evoluindo com grande rapidez. São vários os fatores que facilitam e contribuem a esta mudança. Entre os mais relevantes estão:

Profissionalização e especialização: a gestão logística se considera como uma fonte importante de oportunidades competitivas e se destinam recursos a ela. A visão tradicional da mera gestão burocrática de estoques, armazéns e transporte está em vias de extinção.
Aparição de empresas especializadas: fruto desta profissionalização da logística moderna, tem aparecido no mercado empresas que oferecem serviços logísticos integrais: análise, projeto, implementação e gerenciamento das necessidades logísticas da empresa. Com ela se abriu a possibilidade da sub-contratação de toda ou parte da cadeia logística.

Aparição de novos modelos de organização: há tempos tem se introduzido uma mudança substancial nos conceitos logísticos a partir da teoria de que o estoque é sempre sinal de problemas a serem resolvidos. As novas estratégias logísticas são muitas e variadas, e dependem em grande parte, do setor industrial. Tentar abordá-lo em apenas um artigo seria uma atitude um tanto ambiciosa, porém algumas das mais importantes serão apresentadas para que ajudem a ilustrar estas mudanças que se estão produzindo com grande rapidez nos últimos anos.

A gestão do fluxo puxado: este tipo de gestão da cadeia logística é uma das contribuições fundamentais do just-in-time (jit). A diferença fundamental entre o fluxo puxado (kanban) e o fluxo empurrado (mrp) está na forma de planificar a produção, as compras e os abastecimentos. Como idéia geral pode-se dizer que a gestão no fluxo puxado se baseia em organizar a produção a partir do que o cliente realmente tem consumido, não do que é previsto consumir. Fluxo puxado é fabricar em função do consumo do cliente. 
Aplicar o fluxo puxado a toda a cadeia logística não é um trabalho fácil, pois implica uma interrelação estreita com os fornecedores e também com os clientes, o que não é sempre possível. Porém, utilizada para gerenciar o fluxo interno, pode ser uma ferramenta muito potente na redução do estoque em processo, sempre e quando vai unida a uma transformação do sistema de produção em três aspectos fundamentais:

  • Adaptação permanente à demanda do cliente
  • Fabricar em pequenos lotes mediante a flexibilização
  • Confiabilidade das instalações
A terceirização: muitas empresas utilizam a chamada teoria de valor, segundo a qual a empresa deve concentrar seus esforços, recursos e inversões naquilo que agrega valor ao que faz, ou seja, aquilo que somente ela pode fazer e que constitui uma vantagem competitiva. Neste contexto, a terceirização está em moda, porém envolve certos riscos se não implementá-la de um modo controlado. Antes de chegar a terceirização é necessário ter passado pela criação de sistemas próprios que, uma vez funcionando, podem ser externalizados. No que diz respeito à cadeia logística, atualmente, grande parte da mesma está terceirizada: armazéns, transporte, distribuição do produto, incluindo o fluxo interno e os abastecimentos aos postos de trabalho.

A transferência do estoque para o fornecedor: existem muitas formas de transferir o estoque para o fornecedor. Quando o fornecedor está longe, e não pode adaptar-se à entrega em pequenos lotes, se utiliza, frequentemente, a estratégia do estoque no depósito. O fornecedor deve depositar seu estoque em um armazém próximo ao cliente ou muitas vezes dentro do próprio cliente. Este estoque é considerado propriedade do fornecedor até que o cliente o consuma, momento no qual se fatura. Esta estratégia tem unicamente benefícios financeiros para o cliente, já que o estoque continua estando ali e com ele os problemas que acarreta outra forma de deslocar o estoque é mediante a sub-contratação de sub-conjuntos volumosos de fornecedores próximos. Desta maneira é o fornecedor que se encarrega da gestão do estoque de sub-componentes e é ele que disponibiliza o espaço de armazém. Em algumas ocasiões o provedor é também responsável pela compra destes sub-componentes, em outras este material está consignado pelo cliente. Ambas estratégias podem ser usadas com objetivos pontuais como economizar espaços na fábrica, mas geralmente não solucionam o problema do estoque, somente o escondem.

Centralização: esta técnica afeta toda a cadeia de distribuição. Quando se têm muitos canais distintos e se produz de forma específica para cada um deles, se é, obrigado a manter um estoque específico para cada canal. Se a demanda deste canal flutua muito, podemos encontrar, em um determinado momento, um sobre-estoque ou uma ruptura de estoque.

Se centralizarmos a demanda flutuante de vários canais, de modo geral, a demanda total é muito mais estável. Aqui reside a vantagem de adiar operações: se fabrica uma referência genérica e as particularizações se realizam no canal de distribuição, em função da demanda real, no próprio armazém do produto determinado.

Estas e outras inúmeras estratégias logísticas estão fazendo com que as empresas foquem ou prosperem na condução de seus negócios.

Autor: Adilson Koch -  http://artigos.netsaber.com.br

sexta-feira, 2 de março de 2012

Não siga exemplos, siga seu coração e seja um exemplo


Não siga exemplos, siga seu coração e seja um exemplo

Quando falamos de “coração” pensamos em sentimento e emoção, e relacionamos com uma habilidade de resposta mais próxima do que sentimos ser “nós mesmos”. Apesar de podermos pensar que guiamos nossa vida a partir do nosso processo de pensamento, esse não é o caso. Se examinarmos a questão mais de perto, descobriremos que são nossos sentimentos que guiam nossa vida e os pensamentos dependem destes sentimentos.
Seguir o coração, ao contrário do se imagina, não significa ser mole ou emotivo. Seguir o coração significa descobrir sua essência e demanda uma grande dose de autoconhecimento. Seguir o coração não é uma alusão romântica apresentada nos minutos finais dos filmes de cinema, mas um ato de descoberta e coragem que exige muita dedicação.
Nossa personalidade é formada por uma soma de personagens e máscaras. No dia-a-dia representamos os nossos papéis no teatro da vida. O jeito que somos em casa não é o mesmo que somos no trabalho. E no churrasco com os amigos também não somos do mesmo jeito que na empresa conversando com o patrão. Desempenhamos um papel diferente para cada momento da nossa vida. São as nossas máscaras sociais, os diferentes papéis, os personagens do nosso cotidiano.
A palavra “personalidade” é muito significativa. Ela se origina da palavra grega persona. Persona significa “máscara”. Nos dramas gregos, os atores usavam máscaras, faces falsas. Essas faces falsas eram chamadas personae. E foi dessa palavra que se originou a palavra “personalidade”. Ela é perfeita. Significa que você está agindo com uma face falsa. Ela não é você. Você está se ocultando por trás da face falsa, porque não pode revelar a sua verdadeira face.

A coisa fundamental a ser entendida é que você não pode conhecer sua própria natureza, seu próprio coração, seu próprio ser, por causa de sua personalidade, por causa de uma entidade falsa que você criou ao seu redor. Vivemos encerrados dentro de personalidades. As personalidades são falsas. Elas são, simplesmente, máscaras, fachadas a serem mostradas aos outros. Mas esse hábito torna-se tão arraigado que você se esquece completamente de sua face original. Mostrando suas falsas faces aos outros, aos poucos você se identifica com elas e começa a pensar que elas são as suas faces. Então, sua face original, sua face real, permanece oculta.

Para seguir seu coração primeiro você deve manter sua face verdadeira por perto, é inegável que desempenhamos diversos papéis, mas temos que tomar muito cuidado para não nos tornarmos os personagens. Observe o ator, ele interpreta diversos personagens, mas se mantém intacto quando a cortina fecha.

Agora que descobrimos que somos meros atores da vida, devemos deixar de ser coadjuvantes e passar a desempenhar o papel principal. Assuma o controle da sua vida. Pare de representar. Seja você mesmo.
Você acha que Sócrates, Leonardo Da Vinci, Galileu Galilei, Darwin, dentre outros, seguiram o caminho de alguém ou fizeram seu próprio caminho? Apesar de irem contra todo o conhecimento e regras da época, eles mantiveram-se firmes em seus propósitos, seguiram seu coração e mudaram o mundo. Todos eles pagaram um alto preço por isso, foram perseguidos, ridicularizados, acusados, julgados, presos e até mortos, no caso de Sócrates (acusado de ateísmo e de corromper os jovens com a sua filosofia).
Mas mesmo assim deixaram seu legado para a humanidade.
E você, qual o legado vai deixar para a humanidade?
No filme “As Confissões de Schmidt”, Jack Nicholson interpreta Walter Schmidt, um homem de 60 anos que precisa enfrentar a aposentadoria e a recente viuvez para reanalisar sua própria vida de forma a evitar que ela seja um completo fracasso.
No final do filme, em um monólogo sobre suas reflexões e descobertas, Schmidt (Nicholson) lamenta ao constatar que quando morrer, e as pessoas que o tiverem conhecido também tiverem morrido, seria como se ele nunca tivesse existido, já que ele não havia deixado nenhum legado para perpetuá-lo na história.

O que você pretende fazer da sua vida para ela faça a diferença? Não se trata somente de ter filhos e netos, mas do exemplo que deixará para eles. A filosofia de vida que criará para evitar uma vida medíocre.
Neste momento histórico vivemos sob o domínio da mediocridade. A década de 60 do século passado entrou para a história universal como uma das épocas de maior brilho intelectual do século, representados por André Breton, Jean-Paul Sartre, Albert Camus, Louis Althusser, Jacques Lacan, Michel Foucault, Paulo Freire entre outros, que pensavam o mundo a partir de perspectivas multidimensionais; já o final do século XX entra como o período mais medíocre, aquele que marcou a completa inexistência do surgimento de grandes expoentes intelectuais e o retrocesso ao pensamento unidimensional no mundo.
Com a globalização surgiu um novo tipo de analfabeto. O analfabeto psicológico. Aquele ser mediano, com preguiça de pensar, que alimenta sua mente com as informações já digeridas e manipuladas pelos mais diversos meios de comunicação.
Segundo Eunice Homem de Mello, jornalista, psicopedagoga, Mestre em Língua Portuguesa e professora universitária na FMA, o analfabeto psicológico, talvez seja o mais grave, ele é apontado por C. Wright Mills em “A sociedade de massas” como o homem-massa, originário da cultura de massa, voltada às leis do mercado, ou seja, ao lucro imediato. Uma sociedade que vende cultura e para isso precisa agradar o consumidor, seduzi-lo, poupando-lhe o esforço de pensar. Apresenta-lhe tudo pronto para ser consumido, sem exigir-lhe nenhum esforço físico e muito menos intelectual. Cuidando apenas do espectador médio, do ouvinte médio, do leitor médio, oferece-lhe produtos culturais médios… Não há estímulo à sensibilidade, à imaginação, à reflexão e à crítica. Não há descoberta, criatividade, liberdade… Apenas alienação!
O grande desafio deste milênio é reaprendermos a pensar criticamente, nos libertando das “soluções prontas”, desafiando nossas verdades e crenças para assim trilhar novos caminhos.
Não siga exemplos, siga seu coração e seja um exemplo.

A mente tem um poder imenso

O nosso subconsciente tem um poder impressionante. Se ao acordar você disser "Que dia lindo! Como estou bem!" ou "Que dia horrível... Não estou me sentindo bem" saiba que o seu dia será um reflexo desse pensamento. Portanto, ocupe sua mente com pensamentos harmoniosos, saudáveis, alegres, prósperos e sábios.
A lei que rege a nossa mente é a fé. Para obter tudo o que deseja, é preciso saber pedir. Pense que você é o jardineiro de sua vida, portanto procure plantar continuamente bons pensamentos. Tenha cuidado com o seu pensamento, pois ele pode gerar um efeito. Se você desejar mal a alguém, este mal pode voltar para você. Ao invés de dizer não se esqueça, diga lembre-se. Vigie seus pensamentos para que sejam positivos.
Através do pensamento podemos passar da pobreza para a abundância, da tristeza para a alegria, do fracasso para o sucesso, da doença para a saúde. Através da mudança do pensamento, podemos mudar a nossa vida. Quando você diz repetidamente que é capaz de alguma coisa, sua mente aceita isso ao pé da letra e providencia para que você consiga alcançar o que deseja.
Ao mudar o nosso pensamento, podemos mudar a nossa vida. Saiba que o maior poder que temos é o da escolha. Por isso:
  • Escolha a saúde, a abundância e a vida!
  • Escolha o amor e a felicidade! 
  • Escolha a cordialidade. 
  • Seja prestativo, alegre e simpático.
Quando escolhemos ser prestativos, alegres e simpáticos teremos um melhor retorno das outras pessoas.
O que você forma em sua mente é tão real quanto qualquer parte do seu corpo. Seu subconsciente amplia tudo o que nele é depositado, quer sejam idéias de riqueza ou de pobreza. Pense o bem para os outros e estará, na verdade, pensando o bem para si próprio. Os chineses já diziam que "um quadro pode valer mais que mil palavras".
Temos diversos exemplos de pessoas que acreditaram que algo lhe aconteceria com tanta fé que viu seu pensamento se realizar. Quantas vezes ouvimos alguém dizer: imaginei isso desse jeito, aconteceu do jeito que sonhei, era assim mesmo que eu queria. Quantos atletas chegam à vitória e declaram que imaginaram o momento? Quantos jogadores fazem um gol e declaram que foi do jeitinho que pensaram? E você? Quantas vezes viu acontecer uma coisa que imaginou?
Uma das palavras mais fortes da bíblia é fé. Portanto, acredite! Tenha fé que as coisas mudarão para melhor na sua vida!
Por: Sonia Jordão - http://www.qualidadebrasil.com.br

quinta-feira, 1 de março de 2012

Parabéns RIO DE JANEIRO...


Aquele Abraço
O Rio de Janeiro
Continua lindo
O Rio de Janeiro
Continua sendo
O Rio de Janeiro
Fevereiro e março
Alô, alô, Realengo
Aquele Abraço!
Alô torcida do Flamengo
Aquele abraço
Chacrinha continua
Balançando a pança
E buzinando a moça
E comandando a massa
E continua dando
As ordens no terreiro
Alô, alô, seu Chacrinha
Velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha
Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha
Velho palhaço
Alô, alô, Terezinha
Aquele Abraço!
Alô moça da favela
Aquele Abraço!
Todo mundo da Portela
Aquele Abraço!
Todo mês de fevereiro
Aquele passo!
Alô Banda de Ipanema
Aquele Abraço!
Meu caminho pelo mundo
Eu mesmo traço
A Bahia já me deu
Régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu
Aquele Abraço!
Prá você que me esqueceu
Ruuummm!
Aquele Abraço!
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Entrevista Coletiva? nova moda nos processos de seleção de vagas


Uma novidade em processos de seleção de profissionais em grandes empresas é a etapa em que o candidato passa por uma entrevista com um grupo de funcionários da companhia. Essa espécie de banca com múltiplos avaliadores pode envolver o futuro chefe, gestores de diferentes áreas e integrantes do RH, mas também futuros colegas de trabalho. Normalmente, essa etapa tem por finalidade investigar a adequação da pessoa à equipe e à empresa.

Competências técnicas, idiomas, salário e outras questões formais ficam para ser conversadas em outras etapas. Organizações como a cervejaria Ambev, a distribuidora de gás Supergasbras, a operadora de telefonia Tim e a distribuidora de combustíveis Shell adotam esse processo. Outra característica dessa etapa é a flexibilização de regras e processos de entrevista. Primeiro, porque a coisa é feita por um grupo não especializado em seleção, que tende a conduzir a avaliação de maneira informal e até desorganizada.
Segundo, porque a conversa normalmente será conduzida para uma discussão sobre atitude, em que vale mais o profissional ser sincero do que decorar previamente respostas perfeitas. “As entrevistas têm incluído mais avaliadores para que se possa estabelecer um consenso e minimizar eventuais preferências pessoais”, diz Claudia Klein, sócia da consultoria carioca Argumentar e ex-diretora de RH da L’Oréal.
Para ter um bom desempenho nesse tipo de avaliação, uma recomendação é repassar o histórico profissional atentamente antes da entrevista. isso ajudará o candidato a falar com maior segurança sobre sua experiência, o que causará efeito positivo no grupo. “Os avaliadores são integrantes da equipe, conhecem a rotina do trabalho e sabem onde o calo aperta”, diz Leyla Nascimento, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).
Nesse tipo de processo, é importante resistir à tentação de dourar a pílula: inventar um feito ou uma habilidade, ou mesmo aumentá-los. Afinal, é pouco provável que o candidato consiga sustentar uma mentira sendo observado e questionado por muitas pessoas. alguém vai perceber uma contradição. Vale também ser coerente. “Não adianta o candidato declarar-se capaz de enfrentar situações de extrema pressão, por exemplo, se demonstrar nervosismo durante a entrevista”, diz Lucia Cipriano, gerente corporativa de RH da supergasbras.
Como agir 
Durante a entrevista coletiva, o candidato deve agir como se estivesse apresentando um projeto em uma reunião. isso significa ser mais objetivo e direto na exposição das ideias, já que há mais pessoas na sala; olhar para o entrevistador que fez a pergunta sem se esquecer dos demais; e dirigir as respostas de cada tema para o avaliador responsável por conduzi-lo durante essa etapa da entrevista. Na construtora tecnisa, por exemplo, o candidato é escolhido por consenso, e não por votação. por isso, é preciso causar boa impressão a todos os entrevistadores presentes.
“Gap técnico a gente consegue suprir com treinamento, mas determinado valor ou comportamento a pessoa tem ou não tem”, diz Denise Bueno, gerente de rH da tecnisa. por mais que a entrevista coletiva possa causar insegurança, ela traz vantagens significativas para candidatos e empresas. Uma delas é o aumento das possibilidades de se escolher a pessoa mais alinhada com os valores da companhia, o que poupa sofrimento do candidato por se sentir um peixe fora d’água se contratado.
Outro ganho é a maior probabilidade de aproveitamento de candidatos aprovados, mas não escolhidos, para vagas que eventualmente se abram no futuro. “Como o profissional conheceu mais gente, é mais fácil de ser lembrado”, diz Leyla Nascimento, da ABRH.
Cinco participantes 
Camila Müller Zambeli, de 28 anos, analista de recursos humanos da supergasbras, de porto alegre, foi contratada há três meses após ser entrevistada por seus futuros colegas. “Durante os cerca de 40 minutos da seleção, tentei interagir com todos os cinco da mesma forma”, diz Camila, que além de colegas locais fez uma teleconferência com recrutadores da empresa no Rio de Janeiro. Para se preparar, Camila buscou reunir informações sobre a companhia antes da entrevista. “Se pudesse mudar alguma coisa, teria explorado um pouco mais as questões internas — as demandas do setor de recursos humanos, por exemplo”, diz a analista.
Autora: Juliana Cariello - Fonte: VC SA

Ativador da Criatividade para Tomada de Decisão - FOFA


Temos uma parte da personalidade que nos aponta o que devemos e podemos fazer.
O deve fazer está ligado à ética, ao respeito à justiça, à moral social, à religião.
O pode fazer baseia-se na nossa capacidade de desempenhar uma determinada função e em nossa permissão interior para fazê-lo.
Isto quer dizer que eu posso me achar capaz de realizar alguma coisa, mas sem a permissão interior, pressionado (a) por uma autocrítica proibitiva para fazê-lo, acabo não fazendo.
Dentro de nós existe, além do impulso da criança, dois tipos de cobrança: você deve e você pode. O dever fazer e o poder fazer constroem, em nossas cabeças, uma espécie de diálogo interno. São vozes, em geral, das mesmas pessoas que nos educaram.
Atuam através dos valores e crenças que nos foram transmitidos no lar, na escola, no meio religioso, na sociedade, no contato direto com os meios de comunicação e nas demais influências que recebemos, ao longo da vida.
No dever fazer - "É assim que se deve fazer" - podem existir preconceitos ou paradigmas obsoletos e ultrapassados.
A realidade interna é aquela que habita nosso interior; a externa é aquela que está acontecendo em torno de nós.
A face adulta une o que está acontecendo fora de nós ao que está ocorrendo no nosso interior, para chegar ao consenso.
Por intermédio dessa parte amadurecida, estabelece-se o poder, o desejar e o gostar, acrescentado da conveniência de executar uma decisão.
Nestes momentos, muitas vezes nos falta um dado muitíssimo importante, o mais importante: UMA FERRAMENTA CRIATIVA QUE NOS AJUDE A TOMAR DECISÕES.
Apresentamos a FOFA, uma ferramenta que se destina a resolver problemas de forma sistematizada e criativa.
Ao usar a FOFA, lembre-se:
Existem cinco diferentes tipos de ações no processo de tomada de decisão:
a) Ação provisória
b) Ação adaptativa
c) Ação corretiva
d) Ação preventiva
e) Ação contingente

Como usar A FOFA:
A FOFA é usada após um torbelino de idéias, no momento em que o esboço da idéia já está elaborado. Dá pistas e condições para a decisão em adotar ou não a nova idéia.
A FOFA é aplicável para a tomada de decisão. É uma ferramenta que seleciona as melhores, dentre as melhores idéias.

QUADRO DE ANÁLISE FOFA
FORTALEZAS:
Análise relativa à força e aos pontos positivos das idéias geradas durante o TI. São relacionadas ao produto/serviço/idéia.
Exemplos: contém um diferencial, tem custo baixo de produção, exige poucos recursos, não necessita de pessoal especializado, é de fácil criação.
USE-AS!
• Posso aproveitar as fortalezas para minha estratégia?
• O número de fortalezas é razoável?
• As fortalezas das idéias poderão contribuir para o alcance de meus objetivos?
FRAQUEZAS:
Pontos vulneráveis das idéias geradas. São relacionadas ao produto/serviço/idéia.
Exemplos: já existe produto/serviço/idéia similar no mercado, exige alguns itens de segurança, o custo de criação é caro, exige pessoal especializado, tempo demorado de criação, etc.
ELIMINE-AS!
• As fraquezas podem ser eliminadas?
• A quem posso pedir ajuda?
• Como combater as fraquezas das idéias?
• Como transformar fraquezas em fortalezas?
OPORTUNIDADES:
Lista de oportunidades que poderão ser aproveitadas com a adoção da idéia. São relacionadas ao ambiente influenciador.
Exemplos: existe a demanda no mercado e não há fornecedores disponíveis no momento, a concorrência não tem estrutura para um lançamento similar, está dentro da expectativa dos clientes, etc...
APROVEITE-AS!
• Como aproveitar as oportunidades?
• Quem envolverei na estratégia?
• Que ganhos poderemos Ter ao aproveitar as oportunidades?
AMEAÇAS:
Fatores externos ameaçadores que poderão interferir na implementação das idéias. São relacionadas ao ambiente influenciador.
Exemplos: é uma boa idéia, mas o mercado não apresenta demanda, os concorrentes fazem algo similar, exige uma estrutura que não possuímos, está distante das expectativas dos clientes, etc...
EVITE-AS!
• Como evitar as ameaças?
• Com quem posso contar?
• São ameaças de grande porte?
• Posso contorná-las?
• Posso transformá-las em oportunidades?
A decisão de implementação faz-se após a análise FOFA. Muitas vezes, temos que melhorar as propostas de inovação eliminando as fraquezas e ameaças, antes de iniciar um empreendimento.

Por:Maria Rita Gramigna - Mestre em Criatividade Total Aplicada pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha). Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Minas Gerais