Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de setembro de 2022

ESG - (Ambiental, Social e Governança): o que Significa e Qual é a Importância desse Conceito?

 


Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as empresas precisavam escolher entre construir um mundo mais sustentável ou alcançar bons resultados financeiros. 

Mas isso está mudando. 

Cada vez mais companhias têm descoberto que adotar medidas de cuidado com o meio ambiente, de responsabilidade social e melhores práticas de governança são, na verdade, fatores que ajudam no balanço das empresas.

Aliás, do ponto de vista do consumidor, essa realidade é ainda mais latente e o público já estimula e prioriza empresas que se dedicam a temas socioambientais. 

Uma pesquisa recente realizada pela consultoria Nielsen em 60 países revelou que 66% das pessoas estão dispostas a pagar mais por produtos e serviços de companhias comprometidas com essas questões. 

Esse é um dos motivos para que termos como ESG venham se tornando cada vez mais comentados. 

Mas você sabe o que essa sigla significa? Vamos explicar a seguir. 

  • O que é ESG?

ESG é uma sigla em inglês para “environmental, social and governance” (ambiental, social e governança, em português). 

Geralmente, ela é usada para se referir às práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa.

Na prática, o termo ESG pode ser usado para dizer o quanto um negócio busca formas de minimizar seus impactos no meio ambiente, construir um mundo mais justo e responsável para as pessoas em seu entorno, além de manter os melhores processos de administração. 

  • E de onde veio a sigla ESG?

A sigla ESG surgiu pela primeira vez em um relatório de 2005 da ONU (Organização das Nações Unidas), intitulado “Who Cares Wins” (“Ganha quem se importa”, em tradução livre).

Na época, 20 instituições financeiras de nove países diferentes – incluindo o Brasil – se reuniram para desenvolver projetos e recomendações sobre como incluir questões ambientais, sociais e de governança na gestão de ativos, serviços de corretagem de títulos e pesquisas relacionadas ao tema.

O relatório concluiu que a inclusão desses fatores e o fomento de discussões sobre o assunto no mercado financeiro gerava mercados mais sustentáveis e melhores resultados para a sociedade.

  • O que significa cada letra dessa sigla?

Basicamente, a sigla ESG reúne três fatores que mostram o quanto uma empresa está comprometida em ter uma operação mais sustentável em termos ambientais, sociais e de governança. 

Cada letra tem um significado: 

"E" - (Environmental, em inglês, ou Ambiental, em português)

A letra "E" da sigla se refere às práticas de uma empresa em relação à conservação do meio-ambiente e sua atuação sobre temas como: 

  • aquecimento global e emissão de carbono, 
  • poluição do ar e da água, 
  • biodiversidade,
  • desmatamento, 
  • eficiência energética, 
  • gestão de resíduos e 
  • escassez de água. 
  • "S" - (Social, em inglês e Português) 

A letra S, por sua vez, se refere à relação de uma empresa com as pessoas que fazem parte do seu universo. 

Envolve preocupações com questões como: 

  • satisfação dos clientes, proteção de dados e privacidade, diversidade da equipe, engajamento dos funcionários, relacionamento com a comunidade, respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas.
G (Governance, em inglês, ou Governança, em português)

A letra G se refere às medidas relacionadas à administração de uma empresa. 
Envolve composição dos:
  •  conselhos, 
  • estrutura do comitê de auditoria, 
  • conduta corporativa, 
  • remuneração dos executivos, 
  •  relações com entidades do governo e 
  • políticos e existência de canais de denúncias. 

Mais do que nunca, os grandes investidores têm olhado com mais cuidado para as práticas sociais, ambientais e de governança das empresas antes de depositarem sua confiança e seu capital nelas.  

E você? 

Já conhecia esse conceito? 

Agora que você já sabe o que é ESG, que tal pensar em práticas simples que a sua empresa já pode começar a adotar pelo bem da sociedade? 

Copiado: https://acsp.com.br/

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Princípios do Desenvolvimento Sustentável

O desenvolvimento sustentável baseia-se em satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de vivência das gerações futuras.

O desenvolvimento sustentável visa promover o equilíbrio entre os seres humanos e a natureza. Podendo ser definido como a estabilidade entre tecnologia e ambiente. Neste artigo, você vai ficar sabendo como se estabelece o desenvolvimento sustentável no planeta. 
Base para que haja o Desenvolvimento Sustentável
Além do princípio de harmonia entre homem e natureza, o desenvolvimento sustentável baseia-se em satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de vivência das gerações futuras. Veja agora o que compõe o desenvolvimento sustentável.
Estratégias que compõem o desenvolvimento sustentável
Para efetivar o desenvolvimento sustentável é preciso estabelecer uma estratégia, cumprindo necessidades como:
#1 – Sistema político com legítima participação dos cidadãos em todas as decisões;
#2 – Sistema econômico qualificado;
#3 – Sistema de produção que conserve o apoio ecológico do desenvolvimento;
#4 – Sistema social com capacidade de resolver as diferenças;
#5 – Uma tecnologia que procure soluções;
#6 – Sistema administrativo flexível;
Medidas que podem ajudar o desenvolvimento sustentável
Sabemos que estamos em um momento de desequilíbrio no mundo, tanto economicamente, quanto pela degradação ambiental e poluição que a cada dia aumentam. Por estes motivos, é importante pensar em um programa adequado que auxilie o desenvolvimento sustentável. Confira agora, algumas medidas que podem ajudar na busca desse objetivo:
#1 – Reestruturação da distribuição de zonas residências e industriais;
#2 – Consumir por meio de fontes alternativas de energia, como a solar, a eólica e a geotérmica;
#3 – Reciclagem de materiais reaproveitáveis;
#4 – Consumo racional de água e de alimentos;
#5 – Diminuir a utilização de produtos químicos prejudiciais à saúde na produção de alimentos;
Educação ambiental para o desenvolvimento sustentável

A educação ambiental é de extrema importância na busca pelo desenvolvimento sustentável, pois é a forma mais direta e funcional de se atingir uma das metas desse desenvolvimento: a participação da população. Mas, e as metas do desenvolvimento sustentável? Simples, elas se baseiam na satisfação das necessidades básicas da população, a solidariedade para com as gerações futuras, a preservação dos recursos naturais e a efetivação de programas educativos.
Se você gostou de saber mais sobre o desenvolvimento sustentável que é tão importante para nós, compartilhe com seus amigos para mais pessoas entenderem sobre o assunto. 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Açoes Filantrópicas: Palhaço Com Material Reciclado




Meus queridos amigos, eis aqui a apresentação de uma reportagem da TV Guará ( Programa K Now), sobre um trabalho voluntário que é realizado pela minha mãe em São Luís/MA, conjuntamente com amigas, em encontros semanais na sua residência. 

Mamãe conheceu esse trabalho em Brasília, através da sua irmã Joana Mariano Lopes, minha mãe de criação, que conjuntamente com dezenas de outras voluntárias desenvolvem com desprendimento, muito amor e carinho um trabalho destinado ao envio desses simpáticos bonecos confeccionados com materiais recicláveis, para crianças carentes não apenas na periferia de cidades como Brasília, mas também de outros países que encontram-se em situações de guerra ou instabilidade política mundo a fora, como por exemplo na Palestina, Síria, Campos de refugiados de guerra na Ásia e no Haiti.


O que está por trás desse trabalho é um conjunto de providências simples, elementares, que começa com a disponibilidade das pessoas que espontaneamente abraçam a causa humanitária e buscam com sua dedicação, levar a alegria, a oportunidade de fazer das crianças que vivem em ambientes de extrema carência:

  • Um momento de alegria... 
  • Dar a elas a oportunidade de sorrir, brincar, olhar, sentir, ainda que ao longe um "fio" de esperança... 
  • Em cada um desses bonequinhos, certamente estão contidos sentimentos puros de dedicação, amor, desprendimento... 
Sentimentos especiais de pessoas que, na maioria, são aposentadas, já com uma história de vida e famílias consolidadas. 

Trata-se, complementarmente, de uma excelente terapia ocupacional, onde nesses encontros para o bem, nascem novas amizades, o bom papo com cafezinho e a maior das satisfações: O auxílio ao próximo de forma gratuita. 

Isso indubitavelmente é fazer acontecer, é fazer a diferença... É exercer algo especial, uma vez que entendo, seja esse um trabalho eivado de boas energias espirituais.

Parabenizo aqui, não apenas minhas mães, mas todos aqueles voluntários, seja em São Luís, seja em Brasília, pela brilhante iniciativa.

  • Nem tudo está perdido! 
  • Ainda bem!!!
  • Quer colaborar? 
  • Entre em contato!!!

Fraterno abraço!!!

Julio Cavalcante

By: https://www.youtube.com/watch?v=CgLw4CVwhdc&feature=youtu.be

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A Perigosa Moda da Sustentabilidade

Após analisarmos os fatores que nortearão a competitividade das empresas nos próximos anos, percebemos que sobreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte de um todo, que deve ser sustentável. 


Portanto, para que as empresas consigam ter sucesso, seu ambiente, seu todo, formado pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos, deve ter sucesso e deve prosperar, o que torna a empresa co-responsável por este processo, juntamente com governos, Academia, ONGs e os próprios cidadãos.

Ultimamente, Sustentabilidade Corporativa passou a ser mais que um conceito importante. De fato, passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas, seja por estimular sua capacidade de interagir com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes, seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões como transparência, ética, cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial
.
Portanto, o conceito de Sustentabilidade Corporativa, embasado no chamado “triple bottom line” (ou tripé resultado econômico-financeiro x resultado social e x resultado ambiental) é cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações.

Antes de tudo, Sustentabilidade Corporativa se refere a uma postura, uma forma de conduzir as atividades empresariais.

Ser, pensar, decidir e agir de forma sustentável requer um processo de entendimento, negociação e integração construtiva entre todos os agentes de relacionamento de uma empresa ao olhar os princípios e valores da própria organização e de sua ética. 

A forma como a empresa se relaciona com seus acionistas, clientes, sociedade, fornecedores, Estado, meio-ambiente ou com os seus funcionários deve refletir esses valores e essa postura ética e deve ser questionada e medida sistematicamente, uma vez que todos esses stakeholders (ou seja, sua cadeia de valor e interesses) são co-responsáveis pelo crescimento sustentado e equilibrado do todo.

Mas, como tudo em tendências corporativas, há quem não goste do modismo do tema. E com razão.
O americano Milton Friedman, um dos mais destacados economistas do século XX, influente teórico do liberalismo econômico, conselheiro de Nixon, Ford e Reagan, era um crítico da idéia de “responsabilidade social” nas empresas.

Prêmio Nobel de Economia de 1976 por suas realizações nos campos da análise do consumo, da teoria e demonstração da complexidade da política de estabilização, Friedman defendia que
“A empresa pertence aos acionistas. Sua missão é gerar a maior quantidade possível de lucros para eles, respeitando as leis de cada país.”

Para ele, o conceito de responsabilidade social era ”fundamentalmente subversivo”.
O fato é que por muitos anos esse tipo de mentalidade influenciou a visão das empresas americanas. Apenas recentemente, com exemplos vindos dos mais diversos países, empresas e do terceiro setor, é que a maioria das empresas daquele país começou a perceber que as regras do jogo mudaram e caso não incorporassem as práticas de Sustentabilidade seriam boicotadas e preteridas pelos consumidores globais, com poder e atuação em rede, fora possíveis liabilities a que seriam submetidas, principalmente no campo ambiental e social.

De certa forma, é difícil discordar integralmente de Friedman. De certo, as empresas têm como premissa primeira atingir sua missão, gerando o máximo lucro possível aos acionistas. Ou seja, a missão da empresa vem em primeiro lugar e é seu norte central. 

Portanto, pensar no lucro é premissa de existência de uma empresa; mas não sua finalidade única. O lucro empresarial é imperativo e deve ser exigido das empresas (como forma de mensuração de seu direito de existir como agente econômico de transformação); porém, deve ser entendido como meio, energia, combustível que permite à empresa atingir seus objetivos, sua missão.

Para tal, a organização está sujeita a condicionantes-meio fundamentais, como respeito às leis e regulamentações de cada país, desenvolvimento da sociedade e preservação do meio-ambiente.
Ou seja, a Sustentabilidade é meio – e não fim – para as empresas.

Particularmente, evitar a extinção dos ursos panda ou ajudar aos necessitados do Haiti é prerrogativa primeira organizações construídas com tal missão, ou seja, ONGs, ou órgãos dos governos e mesmo empresas, mas a partir de seus institutos, fundações e apoios filantrópicas e assistencialistas… o que difere radicalmente em conceito e convocatória do tema Sustentabilidade.

Se até algum tempo atrás a relação do consumidor com as empresas se estabelecia basicamente em torno do produto/serviço fornecido, hoje a sociedade, na figura de suas ONGs, dos órgãos governamentais, da imprensa e na própria figura do indivíduo-cidadão (como eleitor, consumidor e acionista/investidor) passa a exigir das empresas, principalmente das de capital aberto, que adotem a prática da transparência nos seus processos de governança corporativa e distribuição de riquezas, obrigando-as a mostrar a quem de direito que estão devolvendo à sociedade (em diferentes formas) os recursos que utilizam para produzirem essa riqueza.

Mais que intenção, Sustentabilidade “triple bottom line” é resultado aparente e transparente.

Fonte: Daniel Domeneghetti  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sábado, 21 de dezembro de 2013

O que é ser sustentável?

Dentre as inúmeras especulações sobre o mito criado em torno de Steve Jobs, existe algo que poucos pesquisadores e aficionados pelo assunto não destacam com a mesma importância com que deveriam: a questão da sustentabilidade e o lado humano da estratégia, visivelmente presentes na política da empresa.
De início, pode-se imaginar que a Apple está preocupada apenas com a questão econômico-financeira, porém, quando se analisa a qualidade dos produtos e sua aplicabilidade, é possível ter ideia do que se passava na cabeça de Jobs em relação à sustentabilidade e sua indissociável relação com a criação de facilidades tecnológicas.
Sustentabilidade diz respeito ao uso eficiente dos recursos naturais utilizados por parte de quem fabrica e também de quem consome produtos e serviços. Portanto, empresas que desejam perpetuar e construir um legado admirável devem pensar, acima de tudo, em como ganhar dinheiro sem destruir o meio ambiente.
Com relação ao lado humano da estratégia, significa dizer que as empresas, a exemplo da Apple, IBM, FIAT, GE e Natura, entre outras, procuram conceber produtos e serviços orientados para o bem-estar do consumidor. Obviamente, visam o lucro, porém, em tempos cada vez mais voltados para a interação do homem com o meio ambiente, é praticamente impossível ignorar essa premissa. 
Para ter uma ideia do que isso significa é necessário entender o que a Apple faz para merecer o conceito de empresa sustentável:
  • Os produtos Apple são construídos em peça única denominada chassi monobloco com alumínio 100% reciclável;
  • Os monitores são feitos com vidro 100% reciclável;
  • A iluminação do painel utiliza tecnologia LED (Light Emitter Diode) – a mesma utilizada na fabricação de chip dos computadores – capaz de transformar energia elétrica em luz alternativa e ecologicamente correta;
  • Por lei, toda compra realizada no Estado da Califórnia reverte oito dólares para auxiliar na recuperação do impacto dos seus produtos sobre o meio ambiente;
  • Todos os produtos Apple são fabricados sem componentes prejudiciais ao meio ambiente: chumbo, PVC, mercúrio, arsênio (tela de vidro), BFR (retardador de chama que contém Bromo, altamente tóxico);
  • As embalagens de produtos Apple são concebidas exclusivamente para acomodar os produtos e nada mais, ou seja, embalagens compactas significam menos transporte, menos consumo de combustível e menos resíduos no meio ambiente;
  • Se você mora nos Estados Unidos e adquire um produto Apple, ganha um programa de reciclagem para a próxima troca do equipamento; a Apple recicla 90% dos componentes utilizados no produto original;

  • Em geral, seus produtos são projetados para proporcionar a eficiência energética dos próprios usuários, portanto, mais recursos interativos e menos desperdício de energia.

Quando pensar em sustentabilidade, lembre-se da Apple e incorpore em definitivo esse conceito. Quanto maior a conscientização em relação ao impacto do desenvolvimento econômico e social sobre o meio ambiente, maior a esperança para o futuro do planeta.
Ser sustentável, portanto, significa:
Ter políticas claras voltadas para o bem-estar do consumidor e ao mesmo tempo para o menor impacto possível dos seus produtos e serviços sobre o meio ambiente através da utilização consciente dos recursos naturais;

  • Ter consciência de que se você quer deixar algo de valor para os seus filhos e netos, deve fazer muito mais do que indignar-se com o que outros fazem com os resíduos dos produtos que fabricam e consomem;

  • Ter o pensamento orientado para um viés sistêmico que permita entender a diferença entre consumo consciente e consumismo.
Pense nisso e empreenda mais e melhor!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Sustentabilidade: Trazendo o Futuro a Valor Presente


Andrew W. Savitz, autor de “A Empresa Sustentável”, define sustentabilidade como a arte de fazer negócios num mundo interdependente. Para ele, como para John Elkington e tantos outros, a empresa sustentável de verdade gera lucro ao mesmo tempo em que protege o meio-ambiente e melhora a vida das pessoas com quem mantém relações.
  • Não existe empresa bem sucedida em sociedade falida. 
  • Lucratividade, competitividade e produtividade não podem estar dissociadas da sustentabilidade, principalmente no meio empresarial. 

Com este novo mind-set, o conceito de sustentabilidade se tornará cada vez mais valorizado pela sociedade e se transformará num modelo para as empresas agregarem maior valor aos seus acionistas, principalmente no longo prazo. Sim... no longo prazo.

Temos dito que o mercado de capitais – Wall Street em sua máxima expressão - precisa aprender a recompensar o crescimento duradouro, em vez de apenas superar as expectativas para o próximo trimestre (a famigerada ditadura do próximo quarter).
Essa mudança de “jeito de ser”, de forma mais integral, levará tempo, mas acontecerá, porque é lógica e necessária. No fundo, todos reconhecemos e tememos, em maior o menor grau, as ameaças do que temos plantado nos últimos 100 anos. 
No fundo, todos ainda queremos viver juntos no planeta Terra durante muito tempo e, para que ele exista ao longo do tempo – pelo menos de forma habitável, teremos de mudar nossa visão de mundo e práticas de quotidiano, inclusive de pensar e fazer negócios.
Essa mentalidade de longo prazo, na qual muito do conceito de sustentabilidade se baseia, torna-se cada vez mais crítica e nítida nas decisões mundo corporativo. 
Já não é novidade que as empresas sustentáveis têm maiores chances de gozar de vida longa, pois tendem a ganhar a preferência dos consumidores, manter boa reputação, controlar melhor seus riscos, proteger mais valor e enfrentar menos problemas na justiça e em órgãos de fiscalização, uma vez que prezam o bom relacionamento com seus stakeholders.
Os investidores, por sua vez, passam paulatinamente a considerar aspectos como responsabilidade social e ambiental, transparência e alinhamento de interesses entre acionistas controladores e minoritários na hora de analisarem as empresas para fins de investimento e tomarem suas decisões.
De fato, valorizar empresas sustentáveis pelo simples fato de não serem uma ameaça à nossa sobrevivência é obrigação de cada um de nós como consumidores, trabalhadores, cidadãos e acionistas/investidores.
A ganância poderá ser a sentença de morte para as empresas. As pessoas estão atentas, mais interessadas no que interfere na melhor qualidade de vida do planeta, no bem comum. Isso explica porque um consumidor, cada vez mais, rejeitará um sapato produzido a partir do trabalho infantil ou um automóvel cuja produção agrediu determinada comunidade. Ou até mesmo escolherá um destino para sua viagem.
Trazer a certeza da preservação da vida, da nossa vida no futuro, a valor presente é a única decisão econômica imperativa a todos os agentes econômicos. No ecossistema global essa é uma ameaça comum a todos. E por isso faz sentido o esforço integrado e conjunto para dirimir-se este risco.
  • Sustentabilidade é uma causa e uma prática evolutiva. É a defesa do futuro da vida. Como tal, não é esforço de um, nem assunto para amanhã.

Por - Daniel Domeneghetti  - http://www.qualidadebrasil.com.br

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A Importância do Caranguejo-Uçá na Alimentação


O Uçá é rico em proteínas e ajuda na redução de problemas cardiovasculares


Dentre as várias espécies de caranguejo, o uçá é o mais consumido nas regiões litorâneas, em especial no Litoral Maranhense. Além de ser útil para o meio ambiente, o caranguejo-uçá tem um grande valor nutricional. 

Ele possui proteínas minerais, é rico em cálcio, manganês, zinco e ácidos graxos poliinsaturados da série ômega 3, que apresentam vários efeitos benéficos, como adiminuição do colesterol ruim (LDL). 
O caranguejo tem, ainda, um baixo teor de gordura, o que contribui para a saúde, pois reduz o risco de problemas cardiovasculares. 

No entanto, o caranguejo, por ser um crustáceo, apresenta altos níveis de colesterol, representando um fator de risco à saúde humana por ser relacionado àdoença coronariana aterosclerótica. 

Essa doença pode afetar as artérias do cérebro, do coração, dos rins, de outros órgãos vitais e até causar infarto. A cada 100 g de carne de caranguejo-uçá, o teor médio de colesterol corresponde 85,37mg. 
Segundo a nutricionista do Restaurante Universitário da UFMA, Waléria Costa, o caranguejo é uma importante fonte de energia para o homem, além de ter baixo teor de gordura, mas por outro lado, é preciso ter cuidado ao consumi-lo, pois como se trata de um crustáceo, pode ocasionar alergias. 
  • “Os crustáceos, em geral, podem causar reações alérgicas como coceira, edemas, inchaço nos lábios e, em casos mais graves, pode levar ao choque anafilático”, adverte. 
O caranguejo, bem como qualquer crustáceo, possui uma proteína chamada tropomiosina, que, ao ser ingerida, pode produzir um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE), que ataca uma proteína contida no crustáceo, originando os sintomas da alergia em minutos ou em algumas horas após a ingestão do alimento. 
“Portanto, é preciso ter muito cuidado em caso de reações alérgicas e procurar orientação médica”, defende a nutricionista. 

Waléria orienta que é indispensável que o animal seja cozido vivo. A carne congelada pode ser utilizada em tortas, por exemplo, e só dura cerca de 30 dias, que é o seu prazo máximo de validade. 
  • “Se uma pessoa ingerir carne crua ou mal cozida, poderá ter infecções e acabar tendo que ser hospitalizada. Portanto, é preciso ter cuidado ao consumir caranguejo”, explica. 
Risco de ingestão 

Waléria ressalta que a carne fora da validade pode conter o Vibrio parahaemolyticus, que é uma bactéria que pode causar infecção com sintomas de diarreia, cólica abdominal, náusea, vômitos, dor de cabeça, febre e calafrios. 
“Se cozinhar bem os alimentos, essa bactéria pode ser facilmente destruída”. Por isso, é um risco ingerir alimentos crus, principalmente os crustáceos. 
“Ter cuidado com a higiene e com o preparo desse alimento é fundamental para saboreá-lo sem prejudicar a saúde”, finaliza. 

Saiba + 

O caranguejo-uçá é uma das espécies de caranguejo mais comuns nos manguezais brasileiros. Ele é o segundo maior crustáceo encontrado no manguezal e o mais explorado para o consumo humano. 

O uçá é caracterizado por patas carnudas, peludas e arroxeadas. Assim como os demais caranguejos, possui cinco pares de patas, sendo que o primeiro par é bem desenvolvido e terminado em pinças que ajudam na alimentação, na defesa e na atração da fêmea. 

Esses crustáceos vivem em tocas e se alimentam de folhas. Durante a maré alta, o uçá permanece na toca, e na maré baixa, ele sai em busca de alimento. 

Por: http://www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=41318
Revisão: Juliana Lavra
Lugar: Cidade Universitária
Fonte: Liliane Cutrim

quarta-feira, 11 de julho de 2012

HOME OFFICE - Como fazer seu escritório em casa


Um escritório em casa  pode ser a resposta para a sua proposta de redução de custos. Aluguel, IPTU, condomínio, secretária, luz, telefone, faxineira e estacionamento. Esses são itens básicos da despesa de um escritório. Sem falar no estresse, na perda de tempo no trânsito infernal e nos inúmeros telefonemas para resolver pepinos domésticos. Ufa! Mas existe uma outra opção para todo esse desgaste: levar a rotinaprofissional para dentro de casa. “Certamente economizo cerca de R$ 2 mil por mês, mantendo o escritório no meu apartamento”, calcula a paisagista Fany Galender, de São Paulo, que adotou a tática nos últimos doze anos.

Escritório em casa passa a ser tendência

O home office  ou escritório em casa é uma tendência mundial que passa a ser cada vez mais adotada no Brasil. Com a elevação dos preços dos imóveis e aluguéis nos grandes centros urbanos e o caos no trânsito em nossas cidades, cada vez mais brasileiros optam poe montar um escritório  em seu próprioapartamento ou casa, reduzindo custos, ganhando tempo de transporte e qualidade de vida.
Livrar-se de gastos, economizar tempo e agilizar o andamento da casa são as principais vantagens dessa escolha. Se você está cogitando a idéia, comece seguindo estas dez regras básicas para se ter umescritório em casa:

1- Respeite o relógio

Tenha um horário definido para começar e parar suas atividades, como se você estivesse mesmo no escritório. Da mesma forma que a casa não pode invadir o trabalho, a profissão não pode roubar sua saúde, física e mental.

2- Mantenha a disciplina

Atenção para não se dispersar. Não dá para ir à cozinha fazer um café no meio do dia ou visitar a geladeira a cada meia hora. E se você decidir trabalhar no sábado de manhã para fazer compras na sexta à tarde, cumpra sua promessa. Lembre-se que ter um escritório em casa é um desafio à disciplina.

3- Defina seu espaço de trabalho

Uma edícula da casa ou um cômodo do apartamento deve virar seu quartel-general. E não divida espaço com as ferramentas do marido ou com os brinquedos das crianças. Também não deixe o relatório em cima da cômoda do quarto. Se sumir, a culpa é toda sua.

4- Otimize o telefone

Ter um celular ajuda muito. Ele funciona como uma segunda linha telefônica. Outro ponto de apoio é a secretária eletrônica, fundamental para atender às chamadas no final de semana ou depois do expediente. Além disso, as empresas de telefonia de alguns Estados oferecem outros recursos para preservar sua privacidade. A de São Paulo, por exemplo, tem o Detecta, um aparelho que denuncia de que número vem cada chamada. Isso ajuda a selecionar o que deve ser atendido e o que deve ir para a secretária eletrônica.

5- Abuse da tecnologia

Com as novas linhas digitais dá para navegar na Internet e falar ao telefone simultaneamente. Confira se na sua cidade já existem linhas do tipo ADSL – sigla em inglês para linha digital assimétrica – ou RDSI, Rede Digital de Serviços Integrados. Outra saída para quem quer se manter conectado em seu escritório em casa é utilizar os novos serviços das TVs a cabo para plugar o micro na rede. Nesse caso, proteja o computador. Ele vai ficar mais vulnerável ao ataque de piratas.

6- Invista num micro valente

O computador deve ser compatível com o trabalho em seu home office. Se você já tem um no escritório, é ele que vai ser seu companheiro em casa também. Caso vá adquirir um para começar, evite modismos e converse com um técnico sobre a máquina e os programas que atendem melhor a você.

7- Cuide da infra-estrutura

Na hora de adquirir acessórios, equipe bem sua casa. Não se engane, por exemplo, com um fax no micro. Ele funciona bem para receber documentos e não para enviar originais.

8- Abandone a informalidade doméstica

Nada de trabalhar de pijama, sentar-se em qualquer lugar ou improvisar mobílias. Mesa, cadeira, arquivos e estantes devem equipar o ambiente. Estude, inclusive, a altura adequada dos móveis para que tudo seja confortável e não traga problemas de saúde no futuro.

9- Ensine o pessoal a anotar recados

É bom preparar quem está em casa para atender ao telefone. Explique direitinho como seus clientes devem ser tratados e, principalmente, como anotar os recados. Providencie um bloco de papel e uma caneta fixos para isso. Caso você more num prédio, avise porteiro e zelador sobre como proceder com material entregue na portaria.

10- Explique sua rotina para seus filhos

Tudo bem que você está ali para qualquer eventualidade, mas é bom que as crianças saibam qual é seu tempo de trabalho. Se puder, conte com a flexibilidade de horário das escolinhas. Não é porque você está em casa que sua rotina de trabalho deve mudar
E você? Possui alguma regra especial que queira compartilhar com quem deseja montar um escritório em casa?

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mas o que é a Páscoa?

Legal que muitos de nós fiquemos felizes com a Semana Santa, com a Páscoa, momentos de nos confraternizar, nos alegrar, de dar e receber ovos de Páscoa... Mas porquê isto? Bem! Para quem ao menos gosta da História e da essência dos fatos e atos ocorridos, vale continuar a leitura.

Já há alguns milênios (3,5) os Judeus já comemoravam a Páscoa. Mas como? Jesus Cristo não havia nem mesmo nascido! É verdade! No início, as comemorações da Páscoa já eram nesta época do ano: Março, Abril (primavera no hemisfério norte) eram para comemorar as colheitas. Era, portanto, a festa das colheitas. A alegria de festejar e “bebemorar” com o sucesso de um período trabalhado e seus frutos (na verdade a festa da colheita era 50 dias após a páscoa).

Muito bem! Mas os nossos Pais religiosos, os Judeus, foram escravizados no Egito (Império naquela época). Ficaram como escravos muitos anos... Até que, com ajuda de Deus, conseguiram sair da escravidão e voltar à terra prometida e foi o que ocorreu por coincidência ou projeto Divino também nesta mesma época da Páscoa e, assim, então, a comemoração dos Judeus passou a ser a da Passagem, do Êxodo, da libertação da terra do Egito.

E agora onde está a Páscoa Cristã? A nossa Páscoa, que é, sem dúvida, a maior Festa e a maior comemoração de todas as festas cristãs, está exatamente neste mesmo período do ano, pois mais uma vez por coincidência ou não ocorre também nesta época.

O Verbo que era a palavra se fez carne e veio habitar entre nós e após um período aqui na terra nos mostrou que nós também somos eternos, pois o que vivemos é uma Páscoa, ou seja, em Hebreu Páscoa quer dizer PASSAGEM assim sendo, Jesus o Cristo, nos mostrou que aqui é apenas um local de passagem e acima de tudo de aprendizagem. Portanto o mais importante não é o que construímos materialmente, mas, sim, o que construímos espiritualmente. Jesus, após ser crucificado e morto (na época da festa da Páscoa judaica, pois ele havia ido até Jerusalém para as comemorações - ele também era Judeu), ele ressuscita no 3º dia e aparece aos seus discípulos algumas vezes.

Portanto nós, os Cristãos, comemoramos esta época do ano como a maior de todas as festas, assim, ela é mais importante que o próprio Natal (Nascimento de Jesus). Apesar de o Calendário Gregoriano contar os anos do nascimento de Cristo, na verdade nós estamos há uns 1970 anos de comemorações de Páscoas Cristãs.

E para quê os Ovos, os coelhos...? O raciocínio é sempre lógico como também muitas vezes é a Fé! Como foi aprendido que a verdadeira Vida é após esta Páscoa (Passagem) assim sendo temos que comemorar a Vida e o que é melhor para simbolizar a vida do que o ovo! E o coelho, é lógico. Como o bichinho procria, não é mesmo? Bem, devemos lembrar também que os fatos e símbolos foram incididos em um outro mundo - o chamado mundo velho (berço da humanidade) - e com suas culturas, portanto também é interessante relembrar que tudo em História se deve contemporizar.

A passagem por esta terra, por este planeta, é o que temos consciência neste momento, quanto ao futuro temos a esperança. Páscoa, portanto, é a passagem, mas não a passagem desta vida para outra, mas de toda a passagem por esta vida, com todos os seus anos de conhecimentos, aprendizagens, vivências e experiências. Portanto, a Páscoa é, em suma, a comemoração da VIDA! 

Feliz páscoa para você.

Por Benito Pepe - http://www.planetanews.com


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Objeto não identificado cai em Anapurus - Maranhao


Um objeto em formato esférico de cor metálica e ainda não identificado caiui na manhã desta quarta-feira (22) no município de Anapurus, próximo a Chapadinha (MA).
A queda aconteceu por volta das 6h no povoado Poços, na propriedade do senhor conhecido como “Pé de Ferro”.
Moradores ouviram um estrondo parecido com o som de um trovão antes da queda. O objeto parece um botijão de gás.
Eles estão assustados por não ter a mínima ideia de onde veio a peça.
Na queda a peça destruiu várias árvores, o que indica que ele caiu de uma grande altitude.
Entre os moradores há quem acredite que o objeto seja o pedaço de um satélite, foguete ou até mesmo de uma nave alienígena.
Em Goiás, um objeto idêntico também foi encontrado .
Postado - www.blogdodecio.com.br