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quinta-feira, 5 de abril de 2018

O Que é Empreendedorismo Digital?

Com o crescimento desenfreado de usuários de internet através de banda larga – que conta inclusive com o apoio do governo federal via Plano Nacional de Banda Larga -, cresce na mesma proporção o mercado da internet (ou internet marketing, em inglês).
Não é a toa que tantas empresas físicas (Lojas Americanas, Casas Bahia, Walmart…) também possuem lojas virtuais, onde é possível comprar sem sair de casa. Além disso, existem também lojas exclusivamente virtuais, como o Submarino ou Netshoes, que já nasceram nesse meio e têm obtido relevante sucesso.
O que muita gente não sabe (e já existem algumas pessoas ganhando milhões de dólares por ano nessa área) é que qualquer pessoa pode embarcar nesse mercado, com bastante estudo e dedicação para criar e promover o seu negócio e ganhar dinheiro na internet.

O que é empreendedorismo digital?

Empreendedorismo digital é o desenvolvimento de um modelo de negócio para oferecer um produto/serviço diferenciado através de um meio digital (internet, por exemplo) e obter lucro. Existem uma infinidade de formas de fazer isso atualmente, mas neste artigo vou focar em dois deles.
A primeira maneira é desenvolver um produto próprio, baseado em algum conhecimento que você já tenha, e vendê-lo pela internet. Isso pode ser feito através de um site, blog ou através de links patrocinados.
Outra possibilidade é vender produtos de terceiros. Nesse caso, você se torna parceiro ou afiliado de produtos que você conhece, confia e acredita que agregará valor para seu público e oferece esse produto através do seu site, blog, lista de e-mails, entre outros.

Por onde começar?

A primeira coisa que deve ser feita é a escolha de um nicho de mercado. Entretanto essa escolha deve estar relacionada com algum conhecimento que você já possui. De nada adianta escolher o nicho “jogos para PlayStation” se você nunca tiver jogado. Ou “como ganhar massa muscular” se você nunca tiver frequentado uma academia e obtido resultados.
Escolhido o nicho de mercado, você deve escolher um meio para captar clientes. Você pode montar um site ou blog para conquistar sua audiência, mas esteja certo que esse é um caminho bem trabalhoso. Não pela criação do site, pois isso você consegue fazer em poucos minutos. Mas pela dificuldade em conquistar audiência.

Escolhi um nicho e criei meu site. Já estou pronto para ganhar dinheiro?
Infelizmente existe um mito – alimentado por alguns produtos enganosos – que ganhar dinheiro na internet é fácil e rápido. Essa é uma das maiores mentirasque existem nesse meio. É necessário MUITA dedicação e leva um bom tempo para começar a entrar algum dinheiro.
O grande erro dos empreendedores digitais é ter como objetivo ganhar dinheiro. Digo que isso é um erro porque o maior objetivo deveria ser oferecer um conteúdo de qualidade, para conquistar e fidelizar leitores.
À medida que você consegue conquistar audiência para seu site, já é possível oferecer seu produto ou produtos de terceiros.
Aqui vai outra dica valiosíssima: não ofereça produtos só porque a comissão é boa ou por saber que seus leitores confiam em você e comprariam de qualquer maneira. Tenha critério ao avaliar os produtos que você pretende oferecer.
Quem tem um site ou blog de sucesso sabe o quanto é difícil conquistar uma audiência relevante. O problema é que perdê-la é muito fácil. Basta oferecer um produto ruim e sem garantia de reembolso que tudo pode ser perdido.

Leituras recomendadas (gratuitas)

Não é fácil encontrar conteúdo de qualidade e gratuito sobre esse assunto na internet. A grande maioria está muito mais preocupada em vender seus produtos ou oferecer produtos de terceiros, sem se importar se esses realmente vão contribuir para os leitores.
Um site que acompanho sempre e que fornece conteúdo bem bacana é o Escola Dinheiro, do ótimo Paulo Faustino. Ele traz várias dicas sobre como ganhar dinheiro com sites e blogs.
Outro site fenomenal (em inglês) é o ProBlogger, do Darren Rowse. Esse cara já ganhou milhões de dólares pela internet vendendo livros digitais e produtos de terceiros para seus leitores. E continua oferecendo muito conteúdo de qualidade e gratuito. Para quem sabe um pouco de inglês, é leitura obrigatória.

Ferramenta para montar seu próprio negócio pela internet

Como escrevi anteriormente, tem muito produto de péssima qualidade, onde apenas o autor consegue ganhar dinheiro, mas não ensina absolutamente nada. Já quebrei a cara com vários livros digitais, não apenas em português mas também em inglês.
Das ferramentas que conheço, a melhor e mais completa é o Búfalos Geradores de Dinheiro, que apresentei no artigo “Como ganhar dinheiro na internet“. Até então é a única que recomendo, por oferecer um pacote completo – através de vídeos, tutoriais, modelos de sites, dicas de nichos de mercado, entre outros – para montar um negócio pela internet.

É realmente possível ganhar dinheiro pela internet?

Sim, mas – pela milésima vez – não é fácil nem é rápido. Digo isso sempre, pois conheço muita gente que já quebrou a cara com a esperança de ficar rico nesse negócio. É possível, mas a possibilidade disso acontecer é diretamente proporcional ao seu esforço e dedicação ao negócio. Se você não quer estudar o mercado e se dedicar ao desenvolvimento do seu negócio, certamente também vai quebrar a cara.
Para quem realmente tem interesse, a boa notícia é que existem muitos nichos que não estão devidamente explorados e – principalmente – muitas pessoas que ainda não compram pela internet ou até que não têm acesso à internet, mas terão nos próximos anos.
Por: Rafael Seabra - https://queroficarrico.com/

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

19 - Coisas do Cotidiano Que Vão Desaparecer em 5 Anos

Conforme as  Startups estão realizando grandes mudanças na economia mundial, e podem acabar com algumas das coisas do cotidiano até 2020 – apenas cinco anos para vermos mudanças bastante significativas. É o que mostra o site TalkMarkets, que cita um estudo feito pelo YEC (Young Entrepreneur Council).


Confira o que deve perder força até 2020: 


APARELHO DE FAX
Acredite ou não, mas ele ainda existe em muitos escritórios. Esse já pode ser considerado um dinossauro.


 TELEFONE FIXO

Por que precisamos de telefones fixos se já existem mais de 7 bilhões de celulares no mundo? O futuro é dos dispositivos móveis em nossas mãos para toda e qualquer tipo de comunicação, inclusive no trabalho.




CD, DVD e Blu Ray

Eles surgiram como uma grande revolução e mataram os LPs e as fitas magnéticas de áudio e vídeo. Eles desaparecerão junto com os aparelhos que tocam essa mídia. O futuro é do conteúdo armazenado e distribuído na nuvem da internet.



PEN DRIVE

Para que precisamos de pen drive se iremos armazenar tudo na nuvem?





MOUSE

O futuro são as telas sensíveis ao toque e outras tecnologias de interação inteligente com as máquinas, já existentes nos smartphones, PCs e tablets.



PC

Os nomes PC e computador já não fazem mais sentido. Eles desaparecerão das nossas vidas. O desktop vira peça de museu e o notebook vai evoluir para outro tipo de dispositivo.



IDENTIFICAÇÃO E SENHA

Vamos nos livrar definitivamente do sofrimento de memorizar identificação e senha para acessar as coisas. Tudo será feito por biometria.




CABOS

Os cabos que interligam tudo tendem a reduzir ou desaparecer. Tudo será conectado por tecnologias de transmissão sem fio. Será o fim daquela bagunça de fios atrás dos nossos equipamentos.



CONTROLE REMOTO

Será substituído por apps para tablets e smartphones ou por sensores de movimento, aliás, já presentes em modelos mais novos de Smart TV.



INTERNET

Em breve não falaremos mais a palavra "internet". Ela estará tão integrada e inserida na rotina de nossas vidas, como acontece com a eletricidade, que nem sentiremos mais a sua presença no dia a dia. A internet da coisas será a evidência disso.

  • Sistema de táxi atual - O Uber, legal ou não, está fazendo uma grande revolução na forma que o transporte particular é contratado nas grandes cidades. E a tendência é que os táxis estejam cada vez mais integrados ao seu celular – como é o caso do aplicativo 99Taxis e Easy Taxi. Com carros autônomos, isso vai virar ainda mais tendência.
  • Correios - Quem manda carta hoje em dia? Os correios servirão apenas como empresa para gerenciar o envio de mercadorias compradas pela internet.
  • Papel - Ele não vai desaparecer até 2020, mas deve perder bastante força. Muito do que é impresso hoje em dia será digitalizado.
  •  Planos de voz para celulares - Embora ainda pensemos nos celulares como celulares, a verdade é que eles estão cada vez mais funcionando apenas como computadores portáteis. Nos próximos anos, deveremos ver o término dos planos de voz, passando tudo para planos de dados.
  • Cartão de crédito - A tecnologia de NFC (Near Field Communication) deverá fazer com que o Apple Pay e o Google Wallet sejam cada vez mais usuais e aceitos. Isso acabará com o cartão de crédito de plástico que você carrega na carteira.
  • Cinemas - Por mais que tenhamos tido safras boas nos últimos anos, as vendas de tiquetes estão caindo no mundo, mostra o estudo. Culpe a Netflix e as televisões com HDTV cada vez mais baratas.
  • TV a cabo - Mais uma mudança que não muda nada: diga adeus aos planos de TV a cabo caríssimos e abrace o streaming via internet, em qualidade cada vez melhor.
  • Carteiras - O cartão de crédito vai morrer, junto com sua carteira. Tudo vai migrar para dentro do seu celular, graças ao Apple Pay e Google Wallet. 
  • Trabalhadores de fast food - A começar pelos fast foods, máquinas deverão substituir os trabalhadores humanos – nos caixas e nas montagens dos sanduíches, por exemplo. Essa é uma tendência que deverá atingir milhares de outras profissões no futuro.
http://aquintaonda.blogspot.com.br/

quarta-feira, 20 de março de 2013

As 12 lições que Steve Jobs ensinou a Guy Kawasaki


No artigo de hoje, trazemos até si um dos homens que tem sido considerado um gênio na gestão de grandes empresas. Estamos falando de Guy Kawasaki.

Este especialista em capital de risco é um dos maiores experts mundiais na área do empreendedorismo. Ele é também autor de vários best-sellers e trabalha atualmente com muitas empresas de Silicon Valley. 

Guy Kawasaki também foi um dos responsáveis pela criação do Macintosh em 1984 e trabalha atualmente com a Apple, tendo sido uma das pessoas que mais lidou com Steve Jobs. 

Kawasaki escreve artigos para algumas das revistas conceituadas a nível mundial. Devido ao seu contato constante com o fundador da Apple, ele publicou um artigo que viajou por todo o mundo, onde ele partilhou 12 lições que ele aprendeu com Steve Jobs, o qual consideramos que podia interessar a todos os freelancers e pessoas que tenham vontade de iniciar o seu próprio negócio. Segue a lista!

1. TENHA CUIDADO COM OS ESPECIALISTAS

Para Gawasaki, os especialistas são aquelas pessoas que “não podem fazer” por si mesmos então aconselham os outros. No entanto, eles apenas sabem o que está errado com o produto, não sabem como torná-lo maior. Eles podem ensiná-lo a vender mas eles não conseguem vender algo que é deles. Kawasaki aconselha a que se presta atenção o que dizem os especialistas, mas que depois filtre, adaptando à sua realidade toda a informação que recebeu.

2. OS CLIENTES NÃO SABEM DIZER O QUE VOCÊ PRECISA

Esta é uma frase antiga de Steve Jobs mas parece que também foi uma das lições mais importantes retiradas por Guy Kawasaki. Segundo ele, o antigo líder da Apple não tinha qualquer equipa de pesquisa de mercado. Quem tomava decisões era “o lado esquerdo do cérebro de Steve Jobs” falando com o direito. “Se você perguntar aos clientes o que eles querem, eles vão sempre dizer querem algo melhor, mais rápido e mais barato”, explica Kawasaki. Para ele, isso não é ser revolucionário pois os clientes acabam fazendo os seus pedidos tendo como base o que eles sentem no presente e não o que eles vão sentir no futuro. “As grandes startups estão a criar um produto que o cliente vai querer usar e não algo que ele está a precisar neste momento”.

3. VÁ PARA A PRÓXIMA CURVA

Enquanto que algumas empresas concentram-se em avançar um pouco mais na sua tecnologia, a Apple sente tentou dar mais do que isso. Tentou criar novas necessidades. “Enquanto que algumas empresas estavam pensando em mudar os tipos de letras, a Apple já estava pensando numa impressão a laser”, explica Guy Kawasaki, que termina este ponto com uma questão interessante: “Você está colhendo gelo de um lago bem gelado ou já comprou uma máquina para fazer gelo?”.

4. OS MAIORES DESAFIOS GERAM UM TRABALHO MELHOR

Para Guy Kawasaki, nada de ficar pensando pequeno. Para ele, Steve Jobs pensava grande e foi essa uma das chaves para o seu sucesso. “Eu ficava sempre com muito medo do que Steve Jobs fosse falar do meu trabalho. Concorrer contra a IBM e a Microsoft era um grande desafio. Mudar o mundo era um grande desafio. Eu e os empregados da Apple fizemos um grande trabalho e demos sempre o nosso melhor. Tivemos que dar o nosso melhor para enfrentar os desafios grandes”, refere Kawasaki.

5. O DESIGN É IMPORTANTE

É do conhecimento público que Steve Jobs era extremamente rigoroso com os pormenores. No seu próprio livro, ele conta um momento em que rejeitou milhares de tons da bege pois ele não gostava de nenhum tom de bege que a empresa tinha apresentado Estamos a falar de milhares de tons de bege! No design Steve Jobs não era diferente. Ele queria levar tudo ao limite. “Grande parte dos mortais acha que preto é preto e uma lata de lixo é uma lata de lixo. Mas Steve via de forma diferente. Ele afirmava que muitas pessoas preocupavam-se com o design mas poucas estavam interessadas em senti-lo”, escreve Guy Kawasaki.

6. VOCÊ NÃO PODE SE DAR MAL COM MUITOS GRÁFICOS E FONTES GRANDES

Quem não se recorda das apresentações memoráveis de Steve Jobs? O fundador da Apple dava autênticos espetáculos na apresentação dos seus produtos. Segundo Guy Kawasaki, um dos segredos eram os gráficos e as imagens muito grandes que ele utilizava. “Vocês lembra-se dos slides que ele usava? Tinha um fonte de 60! Geralmente havia uma imagem grande ou um gráfico. Olhe para os outros. A fonte era de 8 e não existiam gráficos. Por isso é que se dizia que ele era o melhor nas suas apresentações. Ainda me pergunto porque razão ninguém copiou o estilo dele”, esclarece Kawasaki.

7. MUDAR A SUA MENTE É SINAL DE INTELIGÊNCIA

Quando Steve Jobs lançou o iPhone, não existiam aplicativos. Steve Jobs avisou logo que eles seriam algo mau pois você jamais saberia o que poderia acontecer ao seu smartphone. No entanto, o líder da Apple mudou de ideias e Guy Kawasaki reconheceu isso como uma “evolução” por parte de Steve Jobs, especialmente se tivermos em conta que ele era uma pessoa muito convicta das suas ideias e ambições.

8. VALOR É DIFERENTE DE PREÇO

“Ai de vocês que comecem algo pensando no preço. Pior ainda é se você compete exclusivamente com o preço. Preço não é tudo o que interessa. Pelo menos para algumas pessoas, o mais importante é o valor. O valor leva em conta o treino, o suporte e a alegria de utilizar uma melhor ferramenta. É seguro afirmarmos que ninguém compra os produtos da Apple pelo seu baixo custo”, refere Guy Kawasaki, que comparou a Apple a empresa como a Zappos ou as empresas de Richard Branson, afirmando que faziam um trabalho “semelhante”.

9. CONTRATE PESSOAS MELHORES DO QUE VOCÊ

Steve Jobs era muito exigente com as pessoas que contratavam com ele e Guy Kawasaki não é excepção. Ele afirma que Jobs era “muito disciplinado” e por isso gostava de ter os melhores ao lado dele. “Na verdade, Steve acreditava que era preciso contratar pessoas que fossem tão boas ou melhores do que ele. Como é óbvio, também tínhamos pessoas como níveis inferiores. Mas se você não contratar pessoas melhores do que você, acontecerá aquilo que Steve Jobs chamava a ‘explosão de Bozo’, ou seja, grandes empresas que atingem o sucesso mas que depois acabam por cair em termos de resultados”.

10. OS CEO’S DEVEM APRESENTAR OS SEUS PRÓPRIOS PRODUTOS

Steve Jobs nunca percebia porque razão eram os vice-presidentes ou outros membros da equipa a apresentarem os lançamentos das empresas. Para o líder da Apple, deveriam ser os próprios CEO’s a fazer essas apresentações. “Estão milhões de pessoas assistindo, porque razão não vão eles? Talvez seja para mostrar que há um esforço em equipa. Ou então será porque eles não percebem nada daquilo que estão produzindo? Não será isso muito patético?”.

11. POR VEZES DEIXE SEGUIR

Steve Jobs era exigente, mas ele sabia os seus limites. Segundo Guy Kawasaki, ele por vezes lançava alguns produtos mesmo que eles não tivessem 100% perfeitos. “Ao lançar um produto, você vai errar mesmo. Portanto, jogue ele para a parede e depois analise tudo. Acho que esse é um medo de típico: o de compartilhar coisas que não estejam prontas. O melhor mesmo é ir melhorando o próprio produto, aos poucos”, explica Guy Kawasaki.

12. ALGUMAS COISAS PRECISAM QUE VOCÊ ACREDITE PARA SEREM VISTAS

“Quando você enfrenta grandes desafios, dá de caras com vários especialistas. Se está focado em criar algo com valor único, você precisa de fazer as pessoas acreditarem no que você está fazendo. As pessoas precisam de acreditar no Macintosh para vê-lo tornar-se real, o mesmo para o iPod, iPhone ou iPad. Nem todos vão acreditar, mas tudo bem. O ponto de partida para mudar o seu mundo está em mudar algumas mentes. Estas foi das maiores lições que aprendi com o Steve. Ele que descanse em paz, sabendo que realmente mudou o mundo”.

CONCLUSÃO

Estes pontos destacados por Kawasaki dão uma visão perfeita de como pensava Steve Jobs. Persistente (até um certo ponto), louco para acreditar em tudo o que criou e acima de tudo focado. Muito mas muito focado. Steve Jobs passava todo o seu dia pensando em fazer sucesso, pensando em mudar o mundo. Mais do que destacar o design dos seus produtos ou a inovação, um dos principais segredos dele para o sucesso foi o foco com que sempre acreditou em tudo. Com concentração no seu trabalho, ele passou a acreditar mais, a estudar mais ou até a ser mais exigente. Mas isso apenas foi possível devido a um esforço enorme da sua parte.

Por Luciano Larrossa em Empreendedorismo - http://www.escolafreelancer.com

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Empresas Startup - Desbravar Novos Caminhos

Não importa o momento: boas ideias sempre encontram a saída para se materializar em uma empresa.

Empresas startup são a cara do nosso tempo: 

  • Feitas por pessoas dispostas a desbravar novos caminhos, em geral na área de tecnologia; 
  • Com vontade de crescer muito e rápido. 
  • Está certo que nem sempre o saldo bancário corresponde aos sonhos do empreendedor. Quase nunca, aliás.
 Saiba quais são os desafios de fazer com que estas empresas decolem. 

No Brasil, conheça o movimento dos investidores e das empresas que nascem com o objetivo principal de incentivar e espalhar a cultura da inovação. 

 Juliano Seabra, da Endeavor Brasil, já dá a primeira dica: 

  • "Fuja do efeito manada".

Startup (Foto: Globo News)Startup (Foto: Globo News)Trascrito - http://g1.globo.com

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Startups: o que, de fato, são vantagens competitivas?


Saber quais são as vantagens competitivas da sua startup é fundamental, apresentar isso para um investidor também é um requisito, e se realmente forem diferenciais, somam muitos pontos a seu favor



Quando uma empresa tem uma rentabilidade sustentável acima da média da indústria, podemos dizer que ela tem uma vantagem competitiva sobre os concorrentes. No fim das contas, é exatamente isso que qualquer empreendedor busca. Um secret sauce, ou - em bom português - uma fórmula secreta para se diferenciar dos concorrentes.


Saber quais são as vantagens competitivas da sua startup é fundamental. Apresentar isso para um investidor também é um requisito. E, se realmente forem diferenciais, somam muitos pontos a seu favor. Infelizmente, a realidade é que a maioria dos empreendedores ainda apresenta diferenciais que não são diferenciais. O que são consideradas vantagens competitivas?

Existem três formas básicas de se diferenciar:
Custo
Ter liderança em custos significa entregar exatamente o mesmo produto/serviço a um custo inferior aos concorrentes. Apesar de ser um diferencial, a diferenciação (abaixo) não pode ser esquecida, pois uma briga entre concorrentes puramente em busca de custos mais baixos pode quebrar uma empresa ou até todo um setor. 
Imagem: Thinkstock

Diferenciação
Oferecer um valor superior em serviços ou produtos dos concorrentes e que esse não seja somente custo. Como diferenciação custa dinheiro, é natural que seja cobrado mais em busca de maiores margens e lucros.
Foco
Quando a empresa destina-se exclusivamente a atender um determinado segmento ou grupo de segmentos. Funciona bem quando grandes empresas não têm tempo ou interesse em dar uma melhor atendimento a este segmento.
Quando uma empresa não consegue desenvolver diferenciais, ela é facilmente replicada e pode rapidamente perder espaço no mercado. Para isso não acontecer, é necessário unir habilidades e recursos superiores aos concorrentes, que consequentemente se transformará em valor.
Os recursos são ativos da empresa utilizados para criar uma vantagem em custos ou diferenciais. Especificamente aqueles que dificilmente outras empresas conseguiriam criar, podemos citar:
  • Patentes
  • Conhecimento
  • Base de clientes
  • Reputação
  • Marca
É fundamental que a sua startup defina qual é a estratégia competitiva que ela busca. Cada um desses segmentos tem consequências bastante diferentes. Muitas startups utilizam a estratégia "deixa a vida me levar" e é muito comum que empresas fiquem empacadas no meio de todas as estratégias. Se você estiver nessa situação, saiba sair rápido, pois esse é um destino certo para o insucesso.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dado, Informação e Crítica


Qual a diferença?
  • Dado é qualquer informação que você armazena e pode coletar depois;
  • Informação é a utilização de dados de maneira a ser-lhe útil;
  • Crítica é o raciocínio em cima da informação obtida;

Estes três elementos são fundamentais para o desenvolvimento relevante e estável do escritório e principalmente como comunicação relevante e imprescindível do escritório com o departamento jurídico.
Vejamos um exemplo prático: O escritório lança num controle de processos ou planilha todos os clientes que entraram no escritório no período de uma semana. Isto é um dado. Se através deste dado ele puder concluir quantos fecharam ações com o escritório e quantos foram embora, estamos diante de um dado que transformou-se em informação.
Agora, se diante desta informação o sócio tomar uma atitude de investimento em marketing, reformulação de procedimentos, entre outros, estamos diante da crítica, ou seja, da atitude contra o procedimento anterior, ou seja, a evolução.
Imagine que uma empresa solicita ao escritório algumas informações específicas sobre os processos, tais como prognósticos e contingências. Sem criar primeiro dados, depois gerar informação e fazer uma análise crítica antes de enviar este relatório, de nada o mesmo será útil para a empresa.
Esta ideia é similar a utilização do PDCA.
Tanto o PDCA como a ideia de dado, informação e crítica nos levam ao mesmo objetivo: Temos que analisar o que está acontecendo e raciocinarmos mudanças, ideias e novos procedimentos.
Não podemos aceitar passivamente as coisas como estão simplesmente porque sempre foram assim ou porque nunca tivemos problemas.
Sempre podemos evoluir e buscar o melhor. Não aceite menos que isto!
Padronize com dados, extraia informações e oferte críticas positivas de remodelação do seu negócio.
Dê ao seu cliente uma informação que já foi um dado e hoje é algo útil porque você exerceu a crítica em cima da mesma.
 Este é o segredo do sucesso!
Por: Gustavo Rocha - http://www.gestao.adv.br

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O que é uma startup?

Um dos termos mais em voga nos dias de hoje no mundo empresarial é “Startup” (ou Start-up). Uma palavra ainda pouco conhecida dos brasileiros, mas um conceito que vem ganhando cada vez mais espaço. Mas você conhece a definição desta palavra e o objetivo de uma empresa startup no mercado? Criamos este post para elucidar algumas dúvidas sobre o tema, confira!

O termo startup sempre esteve ligado ao ato de criação de uma empresa e a sua colocação em funcionamento, porém, na época denominada de “bolha da Internet”, entre os anos de 1996 e 2001, é que o termo startup começou a ser utilizado para denominar um grupo de pessoas trabalhando na implementação de uma idéia diferenciada que poderia gerar um bom dinheiro.

Algumas pessoas podem dizer, então, que startup é qualquer empresa em início no mercado, já outras podem afirmar que para ser uma startup a empresa precisa ter baixíssimos custos e alta lucratividade com crescimento rápido. Por isso, para te auxiliar no pleno entendimento do conceito de startups, deixo abaixo três definições de especialistas no assunto:

“Uma startup é uma organização formada para a busca de um modelo de negócios escalável e repetitivo.” – Steve Blank

“Uma startup é uma organização empreendedora formada para a busca de um modelo de negócios escalável e repetitivo.” – Mark Habit

“Uma startup é uma instituição de pessoas tentando criar algo novo sob condições de extrema incerteza” – Eric Ries

Embora algumas definições possam variar em alguns aspectos específicos, o conceito que predomina é mesmo o de uma empresa em implementação, com pouca ou nenhuma experiência de mercado, voltada para a geração de idéias inovadoras com um futuro muito promissor. Geralmente, se utilizam do aporte de capital de risco para financiar seu projetos.

Estas empresas, na maioria das vezes, já nascem com uma ótima perspectiva financeira e com boas projeções de receita e lucros. Por este motivo, possui uma boa possibilidade de ser comprada precocemente por uma grande empresa, devido ao seu potencial inovador. Tudo dependerá da forma como o empreendedor conduzirá sua empresa e, principalmente, como lidará com as incertezas do mercado.

Hoje em dia, a grande discussão em torno das empresas startups é sobre o modelo escalável de seus projetos e a forma como pretendem atingir os objetivos estabelecidos. Além do fator humano estar explícito como ator inibidor de incertezas e gerador de mudanças nas empresas. Por isso, é muito difícil estabelecer um rótulo fechado sobre o que é ou o que deveria ser uma empresa startup, até porque estamos ainda engatinhando neste assunto no Brasil.

Para você, o que é uma empresa Startup? Quais conceitos a sua definição deve abordar?

Veja como nossos leitores definem Startup:

“Uma nova empresa que está em busca de investimento com uma ideia inovadora e escalável em mãos, seja de tecnologia ou não.” – @leoreinaux

“São empresas de base tecnológica (mas não somente), as quais surgem com produtos/serviços em busca de um modelo de negócio escalável, mantendo o baixo custo em um ambiente de incertezas. – Kiercio Queiroz

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