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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Invasão de Sites: Saiba Quais os Impactos de Ser Hackeado

Invasões de sites acontecem diariamente em todo o mundo e a todo instante. Pensando nisso, quero te fazer uma pergunta: como estão as políticas de segurança da sua empresa? O que você tem feito para evitar os ataques cibernéticos? Sua senha é segura?
Ainda não pensou sobre o assunto? Tudo bem, hoje vou falar sobre os impactos de ser hackeado, os prejuízos que as falhas de segurança podem trazer para o seu negócio e, claro, o que você precisa fazer para proteger sua empresa. Vamos lá?

  • Nenhum negócio está imune aos ataques virtuais

Há muita gente que pensa que basta manter o antivírus atualizado para garantir a segurança das informações, mas não é bem assim. Prova disso é a longa lista de grandes empresas que perderam fortunas por causa de ataques hackers.
A CSO, que fornece consultoria para profissionais de segurança em TI, lançou uma lista com os 17 maiores roubos de dados que aconteceram até agora. O ranking não se baseia na quantidade de dados roubados, mas nos riscos e prejuízos que as invasões a sites causaram às empresas. E o mais surpreendente é que, na maioria dos casos, mesmo as senhas protegidas por criptografia não foram o bastante para evitar os ataques.
No primeiro lugar da lista está o Yahoo! (hoje, Altaba), que em 2016 anunciou ter sido vítima do maior roubo de dados da história. Entre 2013 e 2014 a empresa sofreu ataques que afetaram 3 bilhões de contas de usuários, expondo informações como nome, datas de nascimento, endereços e até senhas.
Já em 2014, o banco JPMorgan Chase teve dados violados de 76 milhões de contas domésticas e de 7 milhões de contas de pequenas empresas. Ao invadirem o site, além de ter acesso aos dados dos correntistas, os hackers conseguiram realizar algumas operações, como transferência de fundos e fechamento de contas. E sabe qual o valor investido pela empresa em segurança? US$250 milhões ao ano!
Não se engane pensando que o seu negócio não deve ser tão visado quanto os grandes. Nenhuma empresa está protegida dos ataques cibernéticos e, portanto, todo cuidado é pouco.

  • As 4 invasões de sites mais comuns

Agora que você já sabe da importância de pensar na segurança dos dados de sua empresa, vou mostrar os 4 ataques mais comuns. Fique atento e evite cair em ciladas.

  • 1. Ataques silenciosos

Os dispositivos de segurança têm se tornado mais resistentes aos malwares e vírus. Por outro lado, isso fez com que os hackers também aprimorassem os ataques. Para você ter uma ideia, esses criminosos conseguem modificar os arquivos maliciosos para evitar a detecção dos sistemas de segurança.
Esse recurso é utilizado pelos invasores para descobrir as vulnerabilidades do site. Eles entram na rede e, a partir daí, podem acessar todas as informações do negócio.

  • 2. Ataques ao SSL/TLS

Talvez você não saiba, mas o Secure Socket Layer (SSL) e o Transport Layer Security (TLS) são protocolos de segurança que criam um canal criptografado entre o servidor e o navegador para garantir que todos os dados transmitidos sejam protegidos.
Proteção que os hackers se empenham em quebrar para atacar os dados das empresas. Eles conseguem se esconder no meio desse tráfego criptografado porque sabem que muitos negócios não contam com os recursos necessários para inspecionar o SSL e o TLS.

  • 3. Ataques ao DNS

Você e eu utilizamos o DNS o tempo inteiro. Quando você digita “Guia Empreendedor” em seu navegador, é o servidor DNS que faz a associação entre o nome digitado e o endereço da página. Mas você sabia que os criminosos conseguem “envenenar” os servidores e que isso pode trazer muitos prejuízos?
Os hackers invadem os dados de acesso do usuário e começam a redirecionar as páginas e as informações que ele mantém na internet para um outro endereço. O problema é que muitas vezes a pessoa nem sabe que o DNS está infectado e continua a usar a internet e seu site sem problemas.

  • 4. Ataque com sequestro

Esse tipo de ataque criminoso ocorre por meio do ransomware, um tipo de vírus que se infiltra na rede, encontra todos os dados importantes da empresa e cria um bloqueio de acesso por meio de códigos de criptografia, sequestrando esses dados.
Os criminosos colocam um valor de resgate, normalmente em criptomoeda, a fim de que o usuário possa recuperar seus dados. Para se ter uma ideia, Crysys é o nome do novo ransomware que tem atacado as empresas aqui no Brasil — ele se espalha via mensagem eletrônica.

  • 5 melhores práticas para proteger seu negócio dos hackers

Eu sei que o cenário parece um pouco assustador e que os prejuízos podem ser irreversíveis. Ainda assim, existem cuidados básicos para proteger seu negócio dos crimes virtuais. Selecionei aqui 5 deles. Confira!

  • 1. Suspeite de aplicativos, sites e e-mails

Sempre desconfie de tudo que você acessar ou receber pela internet, porque uma das maneiras utilizadas pelos criminosos para invadir sites é o phishing. Ele aparece em mensagens de e-mails, em anúncios virtuais e até em alguns programas.
Por isso, tenha muita atenção ao abrir mensagens ou sites que não são tão conhecidos. Além disso, evite fazer o download de links não verificados.

  • 2. Aumente o nível de segurança da rede interna

As redes Wi-Fi se tornaram outro ponto de entrada para os criminosos acessarem computadores, contas e sites.
Se você oferece Wi-Fi para os clientes, o ideal é manter uma rede apenas para uso da empresa. Também é fundamental usar serviços de gestão e segurança da internet e instalar servidores de firewall para proteger o acesso da rede interna.

  • 3. Use um bom programa antivírus

Eu disse que nem mesmo esses programas estão imunes às invasões, certo? Imagine, então, a vulnerabilidade da empresa que nem ao menos conta com um antivírus?
A maioria dos bons programas tem conseguido identificar a existência de vírus antes mesmo de um download. Além disso, os antivírus ajudam a bloquear a instalação de arquivos desconhecidos que podem roubar os dados do negócio.



  • 4. Realize o backup dos seus arquivos periodicamente

Faça um levantamento das informações mais importantes do seu negócio e não deixe esses arquivos apenas no computador da empresa.
Uma ótima opção é a computação em nuvem, que garante a segurança no armazenamento de dados e é uma excelente maneira de evitar comprometer seus dados em casos de ataques cibernéticos. E não se esqueça de manter a atualização dos softwares em dia!

  • 5. Alerte a equipe

Você sabia que o fator humano é apontado como uma das maiores brechas para os ataques virtuais? Afinal, não adianta instalar os sistemas de segurança mais sofisticados, se as pessoas que lidam com as ferramentas não estiverem atentas aos possíveis riscos.
Por isso, reúna a equipe e deixe claro os perigos do mau uso da internet e dos equipamentos. Oriente, ainda, sobre a importância de não compartilhar informações confidenciais ou trocar e-mails suspeitos.
Invasões de sites é um assunto sério e merece muita atenção, não é mesmo? Então, se você quiser saber um pouco mais sobre o assunto, dê uma olhada nos riscos e consequências dos crimes virtuais para as PMEs? Boa leitura e até a próxima!
Copiado:https://guiaempreendedor.com/

terça-feira, 10 de abril de 2018

História e Evolução dos EPIs

A evolução dos EPIs começou com os primatas, atravessou guerras e batalhas trabalhistas para que se chegasse ao padrão de segurança que conhecemos hoje. Quando falamos em EPI, logo pensamos na era pós-revolução industrial. Mas a evolução dos EPIs começou a acontecer muito antes disso, desde que o homem teve que se proteger pela primeira vez. Considera-se a época das cavernas o momento em que esse conceito se originou, quando os primatas vestiram peles de animais para se proteger. O que nos mostra como a necessidade de proteção é inerente ao ser humano. Ao longo dos anos, essa necessidade foi ganhando outros contornos e as vestimentas de proteção foram se aprimorando. Não há como falar da evolução dos EPIs sem mencionar, por exemplo, as armaduras e elmos, utilizadas por cavaleiros na Idade Média.

Evolução dos EPIs: Revolução Industrial e Guerras - 

A evolução dos EPIs deu um salto na Revolução Industrial, com o surgimento de metalúrgicas, mineradoras e fundições. A Indústria foi em busca de matéria-prima em larga escala a um custo menor em países africanos e asiáticos, desembocando em conflitos com os Balcãs, estopim da Primeira Guerra Mundial.  Quase conectadas, a revolução industrial e a Primeira Grande Guerra apresentam-se como eventos transformadores para a evolução dos EPIs, evidenciando riscos, valores e gerando uma maior conscientização quanto à necessidade de proteção.

No balanço entre guerra e indústria, descobriu-se que grande parte da incapacitação humana acontecia no trabalho – há estudos que consideram ainda mais perdas com a indústria que com as guerras – o que levou à elaboração de medidas preventivas.

Evolução dos EPIs no Brasil

Getúlio Vargas trouxe o crescimento da Indústria de Base e, com ele, os riscos ocupacionais. Isso motivou a criação do Ministério do Trabalho, em 26 de novembro de 1930.
A evolução dos EPIs por aqui foi bem gradativa, com departamentos e associações surgindo ao longo do tempo. Destacamos alguns importantes acontecimentos:
  • 1943 – APÓS 13 ANOS DE DISCUSSÃO, NASCEU A CLT, COM O INTUITO DE UNIFICAR A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA BRASILEIRA.
  • 1966 – CRIOU-SE A FUNDACENTRO, COM O OBJETIVO DE ESTUDAR E AVALIAR OS PRINCIPAIS PROBLEMAS TRABALHISTAS, ASSIM COMO APONTAR POSSÍVEIS SOLUÇÕES.
  • 1978 – FORAM APROVADAS AS NORMAS REGULAMENTADORAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO, AS FAMOSAS NR.
Curiosidades sobre a Evolução dos EPIs

Vestimentas
A fibra antichamas DuPont™ Nomex® foi usada pela primeira vez em 1965, em macacões de voo para a Marinha americana. Hoje, a fibra é parte integrante em trajes de voo militares e policias.
Calçados
Até meados da década de 1960, usava-se em áreas quentes um calçado denominado Chanca para proteção dos pés, trabalhado em madeira articulada e solado de pneu ou couro. Desconfortáveis e pesados, responsáveis por diversas dores e lesões, as Chancas só foram substituídas por botas de borracha muitos anos depois.
Embora os americanos sejam considerados os inventores das botas de borracha, historiadores atribuem sua origem aos índios amazônicos, que faziam experiências com látex e fogo em seus pés.
Óculos de Proteção
Até meados da década de 1980, os óculos de proteção brasileiros não tinham qualquer preocupação com conforto e design. A armação era trabalhada em metal ou acetato e as lentes, em vidro temperado.
Na década de 1990, a abertura da economia balançou o mercado brasileiro de produção de óculos de segurança, obrigando a indústria a se diferenciar contra o preço atrativo e as inovações dos importados. Muitas fábricas foram salvas por investir em estudos de características faciais brasileiras para criar armações próprias para nossos trabalhadores.
EPIs contra quedas
Somente de 20 anos para cá houve uma evolução expressiva dos EPIs contra quedas. Antes, eram utilizados cinturões abdominais com talabarte. Embora já existissem, pouco se falava em cinto paraquedista, absorvedores de impacto e trava-quedas retrátil.
Capacetes
Os elmos medievais, feitos em couro, ferro e malha, são considerados a origem dos capacetes e constituíram uma das maiores fontes de estudo de prevenção de acidentes relacionados a impacto, choques elétricos e fontes de calor.
Copiado: http://falandodeprotecao.com.br

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Acidente de Trabalho e Suas Consequências

Acidente de trabalho típico é o que ocorre na execução do trabalho, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Também é considerado acidente de trabalho aquele sofrido no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção; e a doença laboral, ou seja, aquela desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade ou em função das condições especiais em que o serviço é realizado.
No que se refere à doença do trabalho, duas observações são importantes: primeiro, a lei previdenciária admite a caracterização da doença laboral em decorrência da concausalidade, isto é, embora o trabalho não seja a única e principal causa para o desencadeamento ou agravamento da doença, este contribui como um fator secundário; segundo, a doença degenerativa e a inerente ao grupo etário não são consideradas doenças do trabalho.
Segundo dados divulgados em 2013 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), por ano 321 mil pessoas morrem em consequência de acidentes no trabalho, sendo que a cada 15 segundos, 115 trabalhadores sofrem um acidente laboral. Ainda de acordo com a OIT, o Brasil ocupa a 4ª colocação no ranking mundial de acidentes fatais.
As consequências previdenciárias e trabalhistas suportadas pelo empregador, em decorrência do acidente de trabalho, são tão alarmantes quanto as estatísticas. Falemos, por ora, das obrigações que podem recair sobre o empregador em face do empregado acidentado: a garantia no emprego e o dever de indenizar por danos morais e materiais.

Prevista no artigo 118 da Lei 8.213/91, a estabilidade acidentária veda a despedida arbitrária ou sem justa causa do empregado que sofreu acidente do trabalho pelo prazo mínimo de 12 meses, após a cessação do auxílio-doença acidentário, independente do recebimento de auxílio-acidente.
São requisitos à caracterização da estabilidade: a ocorrência de acidente do trabalho e o afastamento do trabalho superior a 15 dias (este é um requisito para a percepção do auxílio-doença acidentário), sendo desnecessário investigar se o empregador agiu ou não com culpa.
Além da estabilidade, poderá o empregado acidentado exigir do empregador uma reparação pelos danos morais e materiais decorrentes do acidente de trabalho, passíveis de cumulação. O dano moral se caracteriza pela violação a direitos personalíssimos, que causem angústia, sofrimento e dor ao ofendido. Note-se que os tribunais trabalhistas vêm sendo especialmente rigorosos na análise de litígios que versam sobre acidente de trabalho, que resultar em morte ou amputação de membro do trabalhador, fixando valores expressivos a título de indenização.
Quanto aos danos materiais, correspondem aos valores despendidos pelo empregado que sofreu o acidente ou, ainda, aos valores que o profissional deixará de auferir devido a eventual redução da capacidade laborativa. Em casos como este, é comum a fixação de pensão em valor correspondente ao percentual da redução da capacidade. Esta pensão pode ser mensal, temporária ou vitalícia.
Observa-se que quando se trata do dever de indenizar, em regra, a culpa do empregador deve ser investigada. E, também age com culpa o empregador que se omite e não oferece ambiente de trabalho seguro aos seus empregados.
Sendo assim, como medida de prevenção, é imprescindível a implantação de programas de segurança no trabalho. Tais programas devem ser pautados na observância das normas regulamentadoras pelo Ministério do Trabalho. Investir na educação do trabalhador, que deve ser orientado e treinado a executar suas atividades de forma segura e responsável, também contribui na prevenção de acidentes.

É válido lembrar que o empregado que não avaliar as normas de segurança e medicina do trabalho e/ou não cooperar com a empresa na aplicação destas, poderá ser punido pelo empregador, sendo passível de demissão por justa causa. E, mais, se comprovado que o trabalhador contribuiu de forma culposa para a ocorrência do acidente, a responsabilidade do empregador poderá ser afastada ou mitigada.
Finalmente, registra-se que, além das consequências acima referidas, pesado é o ônus suportado do empregador perante o INSS, pois o empregador terá alterado seu Extrato de FAP e, consequentemente, sofrerá o aumento do tributo pago a título de SAT; e ainda ficará sujeito a futura ação regressiva a ser proposta pela Previdência Social objetivando a cobrança dos benefícios acidentários pagos ao empregado vítima de acidente de trabalho.
Copiado: http://www.gazetadopovo.com.br

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Como Elaborar o Controle de Estoque de Mercadorias



A organização do estoque evita acúmulo ou falta de produtos, além de ajudar a controlar as finanças e o espaço físico da empresa.
O gestor financeiro deverá manter controle do estoque por tipo de mercadorias/produtos existentes na empresa, da seguinte forma:
1.    Registrar no Controle de Estoque a quantidade, o custo unitário e o custo total das mercadorias/produtos vendidos.
2.    Periodicamente, confirmar se o saldo apurado no Controle de Estoque "bate" com o estoque físico existente na empresa.
3.    Calcular no Controle de Estoque o saldo em quantidade, custo unitário e custo total das mercadorias/produtos que ficaram em estoque.
O custo unitário é calculado pelo custo médio ponderado dividindo-se o custo total pela quantidade.

Controle de estoque físico e financeiro
O controle físico e financeiro de estoque tem como objetivo básico informar a quantidade disponível de cada item existente na empresa, seja matéria-prima, seja mercadoria, e quanto essa quantidade significa em valores monetários.
Controlar as entradas e especialmente o consumo de materiais é uma das funções mais básicas de uma empresa. Nem por isso é uma função menos importante, na medida em que os materiais representam cerca de 60% dos custos de um negócio.
Contudo, grande parte das pequenas empresas não realiza um controle eficaz dos insumos, apresentando, via de regra, "furos" de estoque (as quantidades físicas não "batem" com o registro em fichas ou sistema).
Uma das consequências da falta de controle está no fato de não ser possível checar se o consumo efetivo dos materiais está de acordo com a sua real necessidade. Com efeito, não conhecer o consumo médio dos materiais dificulta a compra que vise diminuir a necessidade de capital de giro da empresa.
O estoque de alguns itens, por exemplo, pode estar superdimensionado, o que significa um capital desnecessariamente parado. A falta de gestão tem como consequência, também, a parada na produção ou nas vendas pela falta de materiais ou mercadorias, com diminuição da produtividade.
A possibilidade de desvios da produção também é uma consequência da falta de um controle efetivo.
Recomendações
O correto controle das entradas e saídas de materiais deve se constituir em uma obrigatoriedade a ser cobrada rigidamente;

  • Todas as entradas e saídas devem ser anotadas em fichas ou em um sistema informatizado;
  • Qualquer saída de estoque (produção, transferência, troca etc.) deve ser acompanhada de requisição de saída;
  • Não permitir que sejam retiradas mercadorias ou materiais sem a devida requisição e com a identificação de quem retirou;
  • Implantar o "Inventário Rotativo". Nesse sistema, diariamente são escolhidos alguns itens para serem contados. As diferenças encontradas deverão ser comunicadas e sua causa, investigada;
  • Todo processo de movimentação de estoque deve ser estabelecido por meio das Normas de Entrada e Saída de Estoque. Com informações estatísticas sobre o que está saindo, o gestor pode calcular o giro das mercadorias/materiais, auxiliando na compra para melhor aproveitamento do capital de giro da empresa. Além disso, terá segurança de que estas mercadorias/materiais são utilizadas na empresa, e não desviadas.

Objetivos da ficha de estoque

O principal objetivo da ficha de controle de estoque (que pode ser física ou em um sistema informatizado) é controlar a movimentação individual, as entradas e as saídas dos materiais de estoque, ou seja, produtos acabados, matérias-primas etc. da empresa.
Portanto, para cada produto existe uma ficha correspondente.

Normalmente, constam dessa ficha de controle as seguintes informações:

Para o correto preenchimento dessa ficha, os registros de entrada devem ser feitos quando do recebimento dos materiais, com base na documentação de entrada, que pode ser a própria nota fiscal ou uma nota de recebimento.

Os registros de saída devem ser feitos com base nas requisições de materiais emitidas pelos usuários.

Copiado: https://www.sebrae.com.br/

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

10 Dicas Para Ter Uma SENHA Forte

Para navegar com segurança na internet e evitar que sua conta seja invadida, é importante escolher uma boa senha. Confira abaixo dez dicas para criar e manter uma senha forte e reduzir as chances de se tornar vítima de cibercrimes:
1. Escolha senhas fáceis de lembrar 
Uma senha fácil de guardar na memória evita que o usuário tenha que anotá-la em papeis ou arquivos, que podem chegar às mãos de pessoas erradas.

2. Não use palavras reais 
Uma palavra que pode ser encontrada no dicionário pode facilitar o trabalho de hackers. Para tornar esse trabalho mais difícil, use frases ao invés de substantivos.

3.  Combine maiúsculas, minúsculas, números e caracteres não alfanuméricos
A inserção desses itens na senha complica ainda mais o trabalho de quem estiver mal intencionado.

4.  Não recicle senhas
Por exemplo, não use "senha1 ‘, ' senha2 ‘, ' senha3 ' em contas diferentes. Ao mudar apenas um caractere, o usuário corre o risco de entregar o acesso a outros serviços ao cibercriminoso

5. Não use a mesma senha para várias contas
O mesmo se aplica nesse caso. Caso o pior aconteça, o usuário perde a segurança de todas as suas contas.

6.   Não use senhas óbvias que podem ser facilmente descobertas
Não escolha como código o nome de pessoas da família, como filho, marido ou até do animal de estimação. Ao investigar levemente a vida de alguém, esses nomes são facilmente descobertos e podem se tornar uma arma.

7.  Não compartilhe sua senha
Nunca compartilhe suas informações pessoais. Se alguma empresa pedir sua senha, mesmo que por telefone, não informe. Lembre-se, você não sabe quem está do outro lado da linha telefônica.

8.  Se algum site enviar um e-mail de confirmação com uma nova senha, inicie uma nova sessão na página e altere sua senha imediatamente
Esse procedimento evita possíveis fraudes. Ao abrir links suspeitos, o usuário pode acabar fornecendo informações pessoais sem perceber.

9.     Certifique-se de que seu software de segurança da Internet bloqueie as intenções dos cibercriminosos de interceptar ou roubar senhas
Muitos ataques podem ser evitados ao ativar serviços básicos de proteção na internet dos antivírus.

10.  Se você achar que é difícil lembrar-se de várias senhas complexas, considere a instalação de um gerenciadores de senhas 
Há diversos programas disponíveis que armazenam os dados de maneira segura e ajudam os mais esquecidos.

Copiado: http://olhardigital.uol.com.br/

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O Trump venceu, e o Trumpismo merece mais atenção.

O mundo acordou frustrado e aterrorizado com a vitória do Donald Trump. Afinal, a reação das bolsas e os comentários nas redes sociais indicam ser um desastre a vitória de alguém tão polêmico, misógino, xenófobo e radical na maior potência do planeta. 
Mas, apesar da imensa torcida contrária e do maciço apoio das celebridades e da mídia em geral, não podemos apenas desprezar e criticar os milhões de votos que ele recebeu em praticamente todos os estados da federação.

Foi uma vitória dos Republicanos com sinalização muito clara de que um enorme fenômeno social está ocorrendo e merece nossa atenção. A população parece ter cansado da ditadura do politicamente correto, da defesa exagerada das minorias e de que a visão mais socializante e paternalista do estado deve prevalecer sobre a meritocracia e defesa dos direitos individuais. E isso começa a ser questionado.
Em nenhum momento podemos afirmar que Donald Trump representa genuinamente tudo isso. Mas foi apenas um catalisador de todos os descontentes com os caminhos, crenças e regras que a sociedade está a nos impor.
Parece haver um cansaço dos políticos, da burocracia, do inchaço da máquina pública, do aumento de impostos e da existência do Estado pelo Estado. Estão fartos de uma cultura que tudo idealiza e pouco realiza. Ninguém pode ser contra a ajuda humanitária aos refugiados ou ao direito das minorias, mas trata-se de uma disputa entre os que estão preocupados com o fim do mês contra aqueles que se preocupam apenas com o fim do mundo. E sem a preocupação com o fim de mês, o fim do mundo pode chegar mais rápido.

Por isso, a essas pessoas que votaram no Trump devemos somar os vitoriosos do Brexit e dos que rejeitaram o acordo de paz na Colômbia. Podemos pensar que não há correlação entre esses fatos isolados pelo tempo e pela distância geográfica, mas na verdade tem tudo a ver.
Esse despertar da maioria silenciosa, que estava anestesiada frente à hegemonia cultural e valorização exacerbada dos Millenials em detrimento da Geração X e Baby Boomers pode ter algo de positivo. A reação dos Nacionalistas contra os Globalistas deve ser vista como representação de uma reação pendular que transforma o atual equilíbrio de forças e, por isso, merece uma avaliação profunda por todos nós que atuamos em comunicação. Republicanos venceram, democratas perderam e, por mais difícil que seja para milhões de pessoas entender e aceitar o resultado, isso é Democracia. E a Democracia, essa sim, precisa vencer sempre.

Em resumo, a vitória do Trump pode não ter sido boa para o mundo e para uma grande parte da população americana, mas a ascensão do Trumpismo, e o grito dos calados por mais atenção, deve ser encarada como positiva pois cabe a todos nós buscarmos a equidistância salutar das pressões contrárias que regem a nossa história. É assim que vamos manter a nossa nau seguindo em frente.
Por: Valter Longo - https://www.linkedin.com/pulse

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Higiene e Segurança no Trabalho

A higiene do trabalho compreende normas e procedimentos adequados para proteger a integridade física e mental do trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerente às tarefas do cargo e ao ambiente físico onde são executadas.

A higiene do trabalho está ligada ao diagnóstico e à prevenção das doenças ocupacionais, a partir do estudo e do controle do homem e seu ambiente de trabalho. Ela tem caráter preventivo por promover a saúde e o conforto do funcionário, evitando que ele adoeça e se ausente do trabalho. Envolve, também, estudo e controle das condições de trabalho.
A iluminação, a temperatura e o ruído fazem parte das condições ambientais de trabalho. Uma má iluminação, por exemplo, causa fadiga à visão, afeta o sistema nervoso, contribui para a má qualidade do trabalho podendo, inclusive, prejudicar o desempenho dos funcionários. A falta de uma boa iluminação também pode ser considerada responsável por uma razoável parcela dos acidentes que ocorrem nas organizações. Envolvem riscos os trabalhos noturnos ou turnos, temperaturas extremas - que geram desde fadiga crônica até incapacidade laboral.
Um ambiente de trabalho com temperatura e umidade inadequadas é considerado doentio. Por isso, o funcionário deve usar roupas adequadas para se proteger do que “enfrenta” no dia-a-dia corporativo. O mesmo ocorre com a umidade. Já o ruído provoca perca da audição e quanto maior o tempo de exposição a ele maior o grau da perda da capacidade auditiva. A segurança do trabalho implica no uso de equipamentos adequados para evitar lesões ou possíveis perdas.
É preciso, conscientizar os funcionários da importância do uso dos EPIs, luvas, máscaras e roupas adequadas para o ambiente em que eles atuam. Fazendo essa ação específica, a organização está mostrando reconhecimento ao trabalho do funcionário e contribuindo para sua melhoria da qualidade de vida. Ao invés de obrigar os funcionários a usarem, é melhor realizar esse tipo de trabalho de conscientização, pois o retorno será bem mais positivo.
Já ouvi muitos colaboradores falarem, por exemplo, que os EPIs e as máscaras incomodam e, alguma vezes, chagaram a pedir aos gestores que usassem os equipamentos para ver se era bom. Ora, na verdade os equipamentos incomodam, mas o trabalhador deve pensar o uso desses que é algo válido, pois o ajuda a prevenir problemas futuros. 


Na segurança do trabalho também é importante que a empresa forneça máquinas adequadas, em perfeito estado de uso e de preferência com um sistema de travas de segurança. É fundamental que as empresas treinem os funcionários e os alertem em relação aos riscos que máquinas podem significar no dia-a-dia. Caso algum funcionário apresente algum problema de saúde mais tarde ou sofra algum acidente, a responsabilidade será toda da empresa por não ter obrigado o funcionário a seguir os procedimentos adequados de segurança. Caso o funcionário se recuse a usar os equipamentos que o protegerão de possíveis acidentes, a organização poderá demiti-lo por justa causa.
As prevenções dessas lesões/acidentes podem ser feitas através de:

* Estudos e modificações ergonômicas dos postos de trabalho.
* Uso de ferramentas e equipamentos ergonomicamente adaptados ao trabalhador.
* Diminuição do ritmo do trabalho.
* Estabelecimento de pausas para descanso.
* Redução da jornada de trabalho.
* Diversificação de tarefas.
* Eliminação do clima autoritário no ambiente de trabalho.
* Maior participação e autonomia dos trabalhadores nas decisões do seu trabalho.
* Reconhecimento e valorização do trabalho.
* Valorização das queixas dos trabalhadores.

É preciso mudar os hábitos e as condições de trabalho para que a higiene e a segurança no ambiente de trabalho se tornem satisfatórios. Nessas mudanças se faz necessário resgatar o valor humano. Nesse contexto, a necessidade de reconhecimento pode ser frustrada pela organização quando ela não valoriza o desempenho. Por exemplo, quando a política de promoção é baseada nos anos de serviço e não no mérito ou, então, quando a estrutura salarial não oferece qualquer possibilidade de recompensa financeira por realização como os aumentos por mérito.
Se o ambiente enfatizar as relações distantes e impessoais entre os funcionários e se o contato social entre os mesmos for desestimulado, existirão menos chances de reconhecimento. Conforme Arroba e James (1988) uma maneira de reconhecer os funcionários é admitir que eles têm outras preocupações além do desempenho imediato de seu serviço.
Uma outra causa da falta de reconhecimento dos funcionários na organização são os estereótipos, pois seus julgamentos não são baseados em evidências ou informações sobre a pessoa. 
A partir do momento que as pessoas fazem parte de uma organização podem obter reconhecimento positivo ou negativo. Os grupos de trabalho, por exemplo, podem satisfazer ou frustrar as necessidades de reconhecimento.
Enfatizo bem, no final deste artigo, a importância do reconhecimento porque a partir do momento que a organização está preocupada com a higiene e a segurança do trabalhador, ele está sendo valorizado. 
E quando os colaboradores percebem o fato de serem valorizados, reconhecidos isso os torna mais motivados para o trabalho.

terça-feira, 25 de março de 2014

Insegurança no Trabalho: Quem é o Vilão Desta História

Há uma coisa no jeito brasileiro de ser que atinge a todos os segmentos da sociedade: a visão sobre as conseqüências em detrimento da visão nas causas propriamente ditas.

Sinceramente não tenha ainda uma opinião formada para saber distinguir o quanto há nisso de falta de informação e o quanto faz parte de intencionalidade de alguns poucos que sempre atuam em causa própria. 

Infelizmente somos ainda um povo que não notou o quanto o bem comum deve estar acima dos interesses pessoais ou de certos segmentos e mesmo entre aqueles que se julgam detentores do direito de defender os direitos esta visão ainda é bastante obscura.

Disso tudo uma coisa é certa: a sociedade brasileira precisa saber e entender que quem paga a conta da falta de segurança é ele. Como em tudo em economia, não há mágica: é de nossos bolsos que o dinheiro sai, se não diretamente através dos impostos, com certeza indiretamente através dos custos embutidos em tudo que compramos. E entendendo isso talvez, a sociedade passe a prestar atenção em certos assuntos que hoje não estão em seu foco.

E quando me refiro a sociedade, obviamente estou falando de todos – em especial também dos empresários – muitos deles em alguns momentos iludidos pelas propostas de inovações muito bem elaboradas e apresentadas – mas com alguns detalhes embutidos que mereciam melhor atenção. Acima de tudo é preciso entender que o mundo tem tendências bastante interessantes. Uma destas tendências diz respeito a conscientização e politização dos chamados “clientes”.

Com certeza não passaremos mais uma década sem que isso chegue também a questão da rejeição pela empresa mutiladora – aliás assisti uma bela palestra sobre este tema dentro de uma instituição empresarial no ano que passou. Em pouco tempo com certeza o consumidor vai exigir mais do que um produto com qualidade e preço – vai exigir também um produto sem sangue – como hoje exige um produto sem violência com o meio ambiente. 

Pode parecer utopia – mas no futuro algumas empresas deixarão de existir porque mutilam e matam trabalhadores – ou mesmo – pela inviabilidade econômica causada pelas ações de ressarcimento devido aos danos causados aos seus empregados. 

Interessante dizer isso – em mundo globalizado, em tempos de concorrência acirrada e saber que ao mesmo tempo temos as bases de um modelo para fazer frente a isso estabelecida e algumas pessoas pensam em muda-lo. Não há como  explicar este retrocesso: qualquer estudioso do assunto prevenção ou mesmo

Prevencionista sabe do que estamos falando, entende a importância do Know How tupiniquim para o assunto. Os números reais das estatísticas de todo mundo – disponíveis na internet – mostram claramente o que falamos. Tal como em muitos outros assuntos precisamos passar a valorizar bem mais o que temos em nossa terra e deixarmos de lado a admiração por aquilo que supomos ou ouvimos falar.

Mais importante do que encontrarmos um vilão com certeza e tomarmos consciência que saúde e vida do trabalhador não é negócio e nem pode ser – afinal de contas as conseqüências não ficam restritas ao mundo empresarial. Portanto, o assunto merece regulamentação especifica e cuidados especiais – porque por mais que diga que a iniciativa privada vai assumir todos os ônus - na prática isso impossível.

É preciso também entender que prevenção de acidentes não é apenas problema da área de saúde – como alguns querem fazer crer – e que portanto – há necessidade implícita de multidisciplinariedade na atuação. É crucialmente e de forma urgente ficar claro – que mesmo com a determinação legal as coisas ainda não tem o desenho desejado e necessário e que portanto ainda não é hora de deixarmos este modelo de lado.

Fonte: Cosmo Palasio M. Junior - http://www.qualidadebrasil.com.br/