Mostrando postagens com marcador Kanban - Ferramentas da Administração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Kanban - Ferramentas da Administração. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Funções do Administrador serão atualizadas pelo Ministério do Trabalho

Funções do Administrador serão atualizadas pelo Ministério do Trabalho, entenda como será:
O Ministério do Trabalho deve concluir até o fim deste ano um estudo técnico para atualizar as atividades dos profissionais de administração na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO).
A medida atende a um pedido feito pelo Conselho Federal de Administração (CFA), durante reunião com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, nesta quarta-feira (5 de Julho de 2017), na sede do Ministério, em Brasília.
“Precisamos criar condições e uma legislação específica, por meio da CBO, que possibilite o reconhecimento da importância do profissional administrador em todos os setores das administrações pública e privada”, afirmou o ministro.
Ronaldo Nogueira citou exemplos da importância da profissão do Administrador.
“Se tivéssemos uma atuação mais efetiva de administradores na gestão pública, não teríamos tantas obras inacabadas. Uma obra inacabada é um prejuízo ao erário, porque há um custo com a execução do projeto, com desapropriação, licenciamento, execução de primeira fase, e acabam sendo milhões de reais investidos em obras não concluídas”, salientou.
Um estudo preliminar, feito por técnicos do Ministério e do Conselho, aponta funções do Administrador que podem ser listadas na CBO para atualizar as ações dos administradores.
São funções do Administrador previstas na Lei 4.769, que dispõe sobre o exercício da profissão de administrador, mas que muitas vezes são exercidas por profissionais de outras categorias.

Recursos Humanos – O Conselho aponta, entre outros casos, a administração hospitalar, as obras da construção e os setores de Recursos Humanos nas empresas.
“A área de RH é uma das que mais preocupam, entre outras em que profissionais estão atuando como administradores sem ter a formação específica para isso.
É preciso atualizar as atividades para que esses profissionais tenham a formação específica e suficiente para atuar nessas funções”, disse o diretor de Desenvolvimento Institucional do CFA, Rogério Ramos.
Na reunião sobre as Funções do Administrador serão atualizadas, o ministro determinou que a equipe técnica da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego (SPPE) realize os estudos, em articulação permanente com o CFA, para viabilizar e adequar a proposta do Conselho à legislação.
Segundo Ronaldo Nogueira, a atualização das funções do Administrador terá impactos positivos para o país. “Antes da resposta para o CFA precisamos dar uma resposta ao Brasil, porque será bom para o país, será bom para o setor produtivo, que possamos ter uma eficiência muito maior na utilização dos recursos”, afirmou o ministro, que é formado em administração.
“Os recursos são escassos e as demandas, constantes. É necessário um planejamento adequado, e o administrador é formado para esse fim.”
Copiado: http://seradministrador.com.br

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Como Elaborar o Controle de Estoque de Mercadorias



A organização do estoque evita acúmulo ou falta de produtos, além de ajudar a controlar as finanças e o espaço físico da empresa.
O gestor financeiro deverá manter controle do estoque por tipo de mercadorias/produtos existentes na empresa, da seguinte forma:
1.    Registrar no Controle de Estoque a quantidade, o custo unitário e o custo total das mercadorias/produtos vendidos.
2.    Periodicamente, confirmar se o saldo apurado no Controle de Estoque "bate" com o estoque físico existente na empresa.
3.    Calcular no Controle de Estoque o saldo em quantidade, custo unitário e custo total das mercadorias/produtos que ficaram em estoque.
O custo unitário é calculado pelo custo médio ponderado dividindo-se o custo total pela quantidade.

Controle de estoque físico e financeiro
O controle físico e financeiro de estoque tem como objetivo básico informar a quantidade disponível de cada item existente na empresa, seja matéria-prima, seja mercadoria, e quanto essa quantidade significa em valores monetários.
Controlar as entradas e especialmente o consumo de materiais é uma das funções mais básicas de uma empresa. Nem por isso é uma função menos importante, na medida em que os materiais representam cerca de 60% dos custos de um negócio.
Contudo, grande parte das pequenas empresas não realiza um controle eficaz dos insumos, apresentando, via de regra, "furos" de estoque (as quantidades físicas não "batem" com o registro em fichas ou sistema).
Uma das consequências da falta de controle está no fato de não ser possível checar se o consumo efetivo dos materiais está de acordo com a sua real necessidade. Com efeito, não conhecer o consumo médio dos materiais dificulta a compra que vise diminuir a necessidade de capital de giro da empresa.
O estoque de alguns itens, por exemplo, pode estar superdimensionado, o que significa um capital desnecessariamente parado. A falta de gestão tem como consequência, também, a parada na produção ou nas vendas pela falta de materiais ou mercadorias, com diminuição da produtividade.
A possibilidade de desvios da produção também é uma consequência da falta de um controle efetivo.
Recomendações
O correto controle das entradas e saídas de materiais deve se constituir em uma obrigatoriedade a ser cobrada rigidamente;

  • Todas as entradas e saídas devem ser anotadas em fichas ou em um sistema informatizado;
  • Qualquer saída de estoque (produção, transferência, troca etc.) deve ser acompanhada de requisição de saída;
  • Não permitir que sejam retiradas mercadorias ou materiais sem a devida requisição e com a identificação de quem retirou;
  • Implantar o "Inventário Rotativo". Nesse sistema, diariamente são escolhidos alguns itens para serem contados. As diferenças encontradas deverão ser comunicadas e sua causa, investigada;
  • Todo processo de movimentação de estoque deve ser estabelecido por meio das Normas de Entrada e Saída de Estoque. Com informações estatísticas sobre o que está saindo, o gestor pode calcular o giro das mercadorias/materiais, auxiliando na compra para melhor aproveitamento do capital de giro da empresa. Além disso, terá segurança de que estas mercadorias/materiais são utilizadas na empresa, e não desviadas.

Objetivos da ficha de estoque

O principal objetivo da ficha de controle de estoque (que pode ser física ou em um sistema informatizado) é controlar a movimentação individual, as entradas e as saídas dos materiais de estoque, ou seja, produtos acabados, matérias-primas etc. da empresa.
Portanto, para cada produto existe uma ficha correspondente.

Normalmente, constam dessa ficha de controle as seguintes informações:

Para o correto preenchimento dessa ficha, os registros de entrada devem ser feitos quando do recebimento dos materiais, com base na documentação de entrada, que pode ser a própria nota fiscal ou uma nota de recebimento.

Os registros de saída devem ser feitos com base nas requisições de materiais emitidas pelos usuários.

Copiado: https://www.sebrae.com.br/

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A Era Industrial Acabou?

O principal desafio das empresas agora é conseguir abandonar o modelo da era industrial e incorporar o da era do conhecimento. 
Isto é um desafio gigantesco. Até porque a idéia da era do conhecimento já se popularizou, mas o fato é que poucas empresas têm conseguido passar do discurso a pratica, nessa área, disse Peter Drucker, mestre da gestão moderna.
A materialização de suas teorias, não impediu que outros grandes teóricos como Jack Welch, Malcolm Gladwel e outros não menos importantes, descartassem idéias do século 20 e aplicassem conceitos, modelos e ferramentas com perspectivas do século 21, nas décadas de 1980 e 1990. Enquanto isso a esmagadora maioria das empresas, governos e gestores, mesmo os mais jovens, ainda está presa aos modelos da era industrial.
Isto ficou evidente quando Welch em sua apresentação no auditório principal da Expo Management 2006, realizada em São Paulo, enfatizou a importância da intuição nas tomadas de decisão. As novas realidades pedem, portanto, que tenhamos tanto percepção como capacidade de análise. Se Descartes disse: “Penso, logo existo”, nós temos de dizer também “Percebo, logo existo”. O único cuidado é que a intuição funciona melhor com os negócios do que com pessoas, destaca.
Em sua visão positivista, ele assinala a perceptível crítica à micro gestão, um dos principais males que assolam o universo das empresas no sentido de que “Os presidentes perguntam muito sobre quais são os problemas, quando devem buscar saber quais foram os acertos, e definiu liderança como a arte de gerenciar pessoas”.

Em um mosaico de temas discutidos, aplicando um simples teste de dupla-escolha da palestra de Stephen Covey, em que o participante pode descobrir se sua empresa ainda está na era industrial, portanto, se ela se inclui nessa maioria prevista por Drucker, estabelece: Qual destas afirmações descreve sua organização?
a) Consideramos cada um responsável pelo progresso em atingir as metas – ou seja, a cultura é responsável pelos resultados; 
b) O líder considera os membros da equipe responsável pelo progresso em atingir as metas.
Se o participante assinalou a alternativa “b”, saiba que sua empresa ainda está na era industrial. Como se reflete esse modelo da era do conhecimento numa economia emergente como a do Brasil? Reflete-se na necessidade de formar trabalhadores do conhecimento e de saber executar estratégias inovadoras, responde.

O que acontecerá com as empresas que não fizerem à transição da era industrial para a do conhecimento, que passa pela internacionalização e equipara as oportunidades de organizações grandes e pequenas? Não se sabe ao certo, mas a grande aposta é que não resistirão por muito tempo. A era seguinte será a da sabedoria, mas antes dela, é preciso ingressar-se na era do conhecimento, diz Covey. Isto inclui começar a pensar em outra palavra-chave “sustentabilidade”, muito utilizada pelos estudiosos do assunto.
Por: Amazildo de Medeiros – http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Sistema Toyota de Produção (TPS): Origem e Definições

O cenário atual é marcado por fortes mudanças que estão virando pelo avesso a maneira de trabalhar, produzir, atender ao cliente, criar valor e agregar riqueza. Por essas razões, a produção de bens e serviços não é mais a mesma. Aparece agora uma empresa enxuta preocupada com uma maior flexibilidade, alta produtividade, estoques baixos, exposição de problemas, menor tempo de entrega produtos e serviços, custos baixos, atividades com valor agregado e pessoas totalmente envolvidas.
É nesse contexto que cresce o sucesso do TPS em todo o mundo devido aos resultados obtidos pela Toyota Motors Company. O fato é que a liderança industrial que ultrapassou a General Motors e outros fabricantes renomados, em quantidade de veículos produzidos, valor de mercado e lucro, fizeram com que outras empresas começassem a desenvolver estudos com o intuito de entender o segredo da Toyota que é hoje copiada pelos seus concorrentes, assim como também, por outras dos mais diferentes setores.
Ocorre que a diferença cada vez maior entre a Toyota e as outras companhias fez com que muitas perguntas surgissem. Dentre essas perguntas, a mais intrigante é: “Qual o segredo do sucesso da Toyota?”. Portanto, o desafio das empresas, desde então, é copiar o modelo na tentativa de alcançar os mesmos resultados e transformar as operações em uma vantagem competitiva com o intuito de sobreviver a acirrada disputa global, através da redução dos custos e, ao mesmo tempo, da produção de pequenas quantidades de muitos tipos de produtos. 
O problema é que essa iniciativa das empresas em melhorar a qualidade com custos menores é forçada pelas exigências dos clientes e pela competitividade global, pois, para competir com eficácia neste ambiente altamente competitivo, as empresas devem continuamente inovar e buscar aprimoramento contínuo das vantagens competitivas. 

Nesse contexto, a Toyota desponta como liderança global em obter melhores resultados com o menor custo, pois, realmente transformou a operação em um diferencial competitivo e estratégico baseado em ferramentas e métodos de melhoria continua da manufatura.
O fato é que o chamado Toyota Production System - TPS ou ainda, Sistema Toyota de Produção, vem sendo aclamado como a origem do espetacular desempenho da Toyota como fabricante. 

No entanto, para o começo da nossa jornada, surgem as seguintes perguntas: Como surgiu o TPS?. O que há de novo? Quais técnicas estão inseridas no TPS?
O TPS surgiu de um estudo realizado por Eiji Toyoda juntamente com seu principal engenheiro de produção Taiichi Ohno sobre outro modelo já existente aplicado na fábrica da Ford, até então a unidade mais eficiente e complexa do mundo. O modelo de produção em massa, criado por Henry Ford, contrapôs o antigo modelo de produção que construía centenas de automóveis por ano, todos eles fabricados pelo clássico sistema artesanal. Nesse período, o volume de produção era muito baixo quando comparado aos dias atuais. Produzia-se cerca de mil carros por ano e, dificilmente, seriam encontrados dois carros idênticos.
Durante as visitas as fábricas da Ford para estudar o modelo de produção em massa, Toyoda e Ohno perceberam que o pequeno mercado e com demandas fragmentadas não iria suportar altos volumes de produção. Portanto, para sobreviver, os gerentes perceberam que era necessário fazer uma adaptação ao mercado japonês, isto é, um contraste a filosofia Ford da época, pois eram necessários baixos volumes e com diferentes modelos usando a mesma linha de montagem. Portanto, a necessidade do mercado japonês exigia qualidade, custo baixo, lead-time curto e flexibilidade.
Ainda nas visitas de estudo as fabricas americanas, em 1950, os gerentes da Toyota observaram muitos equipamentos produzindo grandes quantidades e formando estoques que seriam transferidos para outro processo e assim por diante. Esse tipo de processo causava o acumulo de estoques intermediários decorrente do excesso de produção e defeitos escondidos em grandes lotes acumulados por semanas.
Desta forma, por meio do benchmarking realizado nas visitas a Ford, a Toyota aproveitou a ideia da linha de montagem contínua da Ford, porém, implementando a melhoria de redução dos desperdícios. Estabeleceu-se então a produção puxada conforme a necessidade do cliente, inspirado nos supermercados que abasteciam as prateleiras somente após a necessidade do produto na mesma, e o fluxo contínuo com o (one-piece-flow) fluxo puxado um a um. 

Também se desenvolveu o sistema Just-in-Time (um sistema de administração da produção que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora certa). Com esse sistema de trabalho, pode-se reduzir drasticamente os estoques vistos nas fábricas da Ford, através de um alerta visual que indicava ao processo anterior quando era necessária a reposição do produto. Alerta este chamado de Kanban (significado de cartão).
Também os gerentes começaram a usar um método para solucionar problemas chamado de PDCA (Plan – planejar; Do – fazer; Check – verificar/controlar; Act – agir) que é um dos pilares da melhoria continua. É essa melhoria contínua, chamada de Kaizen, que faz uso do trabalho em equipes para a solução de problemas, documentando e melhorando processos, coletando e analisando dados. Foi nesse contexto que o TPS passou a ser reconhecido como uma filosofia não só para a fábrica da Toyota, mas também para todos os componentes que compõem o sistema de negócio Toyota na Supply Chain (cadeia de abastecimento).
Portanto, foi esse benchmarking com as empresas americanas que proporcionou o primeiro passo da Toyota para entender os processos, as atividades e as estratégias dos competidores, reconhecendo seu impacto na própria cultura organizacional e, principalmente, promovendo melhorias no sistema interno com intuito de fazer as adaptações necessárias à própria realidade. Atualmente, a Toyota está sempre pensando em ensinar e reforçar o sistema de valores que os fundadores deixaram, tais como o botar a mão na massa, inovação e atuar na causa raiz dos problemas baseado em fatos. Esse é o legado e a filosofia da família Toyota.
Atualmente, outras empresas usam um termo ocidentalizado chamado de Lean Manufacturing que significa Manufatura Enxuta (ME). Esse termo foi cunhado no livro ‘A Máquina que Mudou o Mundo’, que trata de um amplo estudo sobre o TPS. Os autores popularizaram esse termo no ocidente por meio dos resultados de uma pesquisa realizada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) sobre uma descrição abrangente de todo o sistema de negócios da Toyota, tais como: desenvolvimento de produtos, gerenciamento de suprimentos, relações com os consumidores, atendimento dos pedidos desde a matéria prima até a produção e o gerenciamento de toda a empresa.
Portanto, a partir da publicação do estudo no MIT, o Lean Manufacturing tem sido o modelo de gestão escolhido pelas empresas que tentam implantar em suas fábricas as mesmas práticas diferenciadas do TPS, a fim de atingir os mesmos níveis de desempenho da Toyota.
Ocorre que coexistem várias outras definições para a ME. Por exemplo, como uma abordagem que busca uma forma melhor de organizar e gerenciar os relacionamentos de uma empresa com seus clientes, cadeia de fornecedores, desenvolvimento de produtos e operações de produção, segundo a qual é possível fazer cada vez mais com menos (menor quantidade de equipamento, menor esforço humano, menor tempo, menor custo, etc.).
Outra definição afirma que é uma abordagem que engloba uma ampla variedade de práticas gerenciais, incluindo o just-in-time, sistemas de qualidade, manufatura celular, entre outros. Há autores mais radicais que definem o poder do TPS através de uma analogia, afirmando que o modelo de gestão é tão poderoso que poderia extrair água torcendo uma toalha seca. 
O fato é que o TPS ou Lean Manufacturing é hoje uma filosofia organizacional copiada e disseminada em todos os setores produtivos do mundo todo, inclusive em ramos totalmente diferente da origem Toyota.

Copiado: http://marcelojusta.blogspot.com.br/

terça-feira, 4 de agosto de 2015

53 Termos Utilizados na Administração


Abaixo alguns termos utilizados na Administração e seus respectivos significados. 


TermoSignificado
Ambiente colaborativoAmbiente propício para os funcionários compartilharem conhecimentos. Por facilitar a disseminação do conhecimento na empresa, traz diferencial competitivo para a organização.
Avaliação 360 grausSituação onde todo mundo avalia todo mundo, desde colegas e subordinados a chefes. Tem por objetivo apoiar o desenvolvimento e o bom desempenho das pessoas.
Avaliação de desempenhoAvaliação periódica realizada pelo superior imediato com o intuito de identificar os pontos fortes e fracos do funcionário e ajudá-lo a crescer.
ASAP (as soon as possible)Termo usado ao final das correspondências ou e-mails, para requerer resposta ou solução rápida. Significa “tão breve quanto possível”, “urgentíssimo”.
AssignmentsTarefas a serem cumpridas. Missão de uma pessoa na empresa, compromissos.
BackgroundExperiência, vivência ou conhecimento tanto profissional quanto pessoal.
BenchmarkingSegundo a International Benchmarking Clearinghouse, entidade norte-americana de benchmarking, é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias de uma organização com as das líderes do mercado.
BônusForma de remuneração variável encontrada pelas empresas para reconhecer o mérito dos funcionários ou executivos. Se o funcionário e a empresa atingirem as metas, o trabalhador ganha um dinheiro extra.
BrainstormingReunião destinada a incentivar a total libertação da atividade mental criativa. A tradução para o português significa “tempestade cerebral” e visa ajudar os participantes a descobrir soluções criativas e inovadoras para as questões da empresa. Nas reuniões, os participantes devem encorajar ideias bizarras e nunca criticar as sugestões dos demais.
Capital intelectualInformação transformada em conhecimento. É o valor daquilo que as pessoas sabem, conhecem e aplicam. Também conhecido como experiência.
Capacitação internaCurso ou ensinamento aos colaboradores de uma empresa sobre novas competências. Um investimento na equipe e na qualificação dos profissionais.
CEOSigla das palavras em inglês chief executive officer (“diretor-executivo” ou “diretor-geral”, em português). É o número um na hierarquia da organização.
Clima organizacionalÉ a atmosfera do ambiente de trabalho e reflete diretamente no desempenho dos funcionários.
CoachVem do francês coche (que significa condutor da carruagem de quatro rodas). A função do coach é conduzir o cliente no desenvolvimento das questões relativas à sua vida pessoal ou profissional, levando-o a descobrir caminhos para novas possibilidades.
CoacheeÉ o aprendiz do coach.
CoachingProcesso individualizado de desenvolvimento de competências, no qual o coach ajuda o coachee
ColaboradorNome politicamente correto para funcionário ou empregado.
Cultura organizacionalÉ o conjunto de hábitos e crenças estabelecidos por meio de normas, valores, atitudes e expectativas compartilhadas na empresa de maneira informal. Orienta o comportamento dos funcionários no dia-a-dia.
Dinâmica de grupoEncontro que possibilita a criação e recriação do conhecimento por meio de atividades em grupo. Muito utilizada em treinamento e seleção. Auxilia o profissional a descobrir o que as demais pessoas do grupo pensam.
DinamismoAção com vitalidade, energia, vigor. Capacidade de o indivíduo “fazer e acontecer”. Uma pessoa dinâmica, com energia e flexibilidade, se diferencia no mercado.
DownsizingÉ o enxugamento ou redução dos níveis hierárquicos de uma organização.
Educação continuadaProcura constante de novos aprendizados, experiências e desafios, com cursos e atualizações no ramo de atividade. Termo usado pelas empresas para oferecer cursos de atualização profissional aos funcionários nas habilidades necessárias.
E-learningEnsino à distância por meio da mídia eletrônica, principalmente a internet.
EmpowermentSignifica dar aos funcionários poder, liberdade e informações que permitem a tomada de decisões.
EmpreendedorismoInovação, ousadia. Buscar o novo com o intuito de obter sucesso e melhores resultados.
Empresas de recolocaçãoEmpresas voltadas para a orientação de profissionais sem emprego ou que desejam mudar de carreira. São autorizadas a cobrar pelos serviços de consultoria e orientação de carreira. Mas elas não são autorizadas a prometer que irão arrumar um emprego para o cliente.
EndomarketingMarketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o funcionário. Técnicas de marketing utilizadas com o funcionário.
Equipe autogeridaGrupo de funcionários com as mesmas responsabilidades por um processo e seus resultados. Os integrantes têm liberdade para se organizar da forma que preferirem.
Estado de burnoutEstágio avançado de estresse do profissional, esgotamento. Estafa geral por conta do trabalho.
FeedbackProcesso de fornecer uma resposta ao funcionário sobre seu desempenho no trabalho. Informações dadas para ajudar o funcionário a atingir os objetivos. Confundido erroneamente com bronca, crítica.
Follow-upAcompanhamento de ações e campanhas com o objetivo de medir seus resultados concretos. Na linguagem informal, trata-se de perguntar como as coisas estão indo, dar e pedir retono de algo.
HeadhunterCaçador de talentos. Pessoa ou empresa especializada na procura de bons profissionais no mercado para ocupar determinada função em outra empresa.
Job rotationRodízio de funções promovido pela empresa. O objetivo é capacitar os funcionários nas diversas áreas, para que adquiram uma experiência global na organização.
KaizenConceito de administração japonesa que significa aprimoramento contínuo e gradual, na empresa ou na vida pessoal. Antes de tudo, é uma filosofia de vida de aprimoramento constante, baseada na frase “o amanhã é melhor do que hoje”.
Lato sensuDenominação dos cursos de pós-graduação voltados para o nível de especialização, mais direcionados à área profissional, de mercado.
Learning organizationOrganização que cresce e se renova com os aprendizados dos funcionários. Empresa em constante aprendizagem, que valoriza e aplica os conhecimentos dos trabalhadores no dia-a-dia da companhia.
MBA in companySão cursos de MBA (Master Business Administration) oferecidos especialmente para os funcionários de determinada empresa, com temas de gestão daquela organização específica. Os funcionários fazem o MBA juntos e podem até desenvolver o TCC (trabalho de conclusão de curso) voltado para a empresa.
MenemônicaTécnicas que ajudam a treinar e melhorar a memória, por meio de associações e combinações.
MentoringAcompanhamento de um profissional mais novo feito por um mentor, geralmente um profissional com experiência e habilidade. O objetivo é aconselhar o mais jovem em suas ideias e experiências no trabalho. É uma espécie de padrinho ou tutor, que “adota” um empregado que julga ter potencial.
NetworkingRede de relacionamentos na qual as pessoas buscam outras para fazer negócios e arrumar novas oportunidades de trabalho. Todas as pessoas de nosso relacionamento formam nossa rede. Os colegas de trabalhos, chefes atuais e anteriores, parentes e amigos.
On the jobAprender fazendo, no dia a dia. Treinamento ou desenvolvimento do colaborador sem tirá-lo do ambiente de trabalho. A pessoa aprende trabalhando e geralmente é supervisionada. Programas de estágio e de trainee são exemplos.
OtimizaçãoProcurar o melhor desempenho em determinada tarefa para obter o maior proveito possível.
OutplacementForma gentil de demissão na qual a empresa oferece apoio ao funcionário para recolocação no mercado. Metodologia de apoio à mudança profissional. O apoio pode ser feito com a ajuda de uma empresa especializada ou com indicações e ajuda na entrega de currículos.
Período sabáticoPeríodo de desenvolvimento pessoal e profissional, no qual o funcionário se afasta da empresa com garantia de retorno. Pode durar de três meses a dois anos. Não são férias. Em alguns casos as empresas continuam pagando o salário ou pagam parte da remuneração.
Política de portas abertasAções para melhorar a comunicação entre os funcionários, proporcionando maior liberdade de falar e ouvir na empresa. Oportunidade que a empresa dá ao funcionário de conversar com os executivos da companhia quando se sentir prejudicado pela chefia imediata.
ProatividadeVontade de fazer e tomar a iniciativa por conta própria sem esperar ordens. Buscar a solução de um problema antes que ele se estabeleça. Ser proativo é o contrário de ser reativo.
QS (Quociente de Sucesso)Soma de qualidades ligadas a atitudes, valores, talentos e competências que estão sob o domínio do indivíduo e, assim, passíveis de melhorias.
RapportRelação de mútua confiança entre duas ou mais pessoas. Capacidade de se aproximar do outro, entrar em sintonia, “falar a mesma língua”.
RotatividadeTambém conhecida por turnover, é a entrada e saída de funcionários de uma organização.
Stock optionsPrograma que permite ao funcionário comprar ações da empresa por um preço abaixo do valor de mercado.
Strictu sensuDenominação de cursos para a continuidade da formação acadêmica e específica, como Mestrado e Doutorado.
TargetAlvo, objetivo.
Team buildingEspírito de equipe. Aplica-se tanto a empresas quanto a indivíduos em busca de uma identidade própria. Grupos de pessoas que, quando juntas, trabalham em sinergia e fazem mais do que quando estão sozinhas.
WorkaholicPessoa viciada em trabalho. Geralmente, o workaholic coloca o trabalho acima da família, lazer e amigos.
WorkshopLaboratório ou oficina de trabalho. Reunião de pessoas com interesses ou problemas comuns, orientados por especialistas, com o objetivo de aprimoramento ou desenvolvimento de novas competências.

Copiado: https://rafaporfirio.wordpress.com/

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Kanban: Como Post-Its Podem Transformar sua Empresa

Você certamente já conhece ou ouviu falar sobre o Kanban, certo? Trata-se simplesmente de um sistema genial que utiliza cartões (ou post-its coloridos) para indicar o andamento dos fluxos de produção em empresas, estimulando a produção e entrega das demandas. 
Kanban significa literalmente “placa visível”, e foi desenvolvida em 1953 por Taiichi Ohno. Foi aplicado inicialmente na Toyota com grande sucesso, e, a partir daí, ganhou fama, se espalhando pelo mundo.
Entre muitas das formas de se medir e manter o desempenho de uma empresa, o sistema Kanban, mesmo sendo fortemente ligado às empresas de produção industrial, pode ser um eficaz medidor e gestor de desempenho para sua startup. Os benefícios que os princípios do sistema kanban podem trazer para sua empresa são notáveis.
Mantendo-se informado
O kanban é um meio de controle de informação dos processos da sua empresa, pois ele entrega resultados com o mínimo de informações ao separar as necessárias das desnecessárias. Além disso, por ser em sua natureza um sistema dinâmico, ele estará sempre atualizado.
Estoque ou investimento
Nas grandes indústrias, o kanban controla o estoque ao produzir o necessário, diminuindo desperdícios e aumentando lucros. O estoque é controlado de acordo com os kanbans em circulação. Se a sua empresa não é uma indústria, os kanbans auxiliam você a ter um controle da saída do seu serviço e de como aperfeiçoar o processo de gestão da sua empresa. O kanban auxilia informando onde você deve ou não investir para potencializar seus lucros.
Engajamento
O sistema kanban traz para a sua empresa um engajamento por parte dos empregados ligados às áreas. O kanban impõe metas a serem cumpridas por um grupo de pessoas que vai se empenhar para atingir as metas, trazendo para empresa maior desempenho através de meios inovadores e práticos.
Aplicando o Kanban
O dinamismo do sistema kanban simplifica o mecanismo de administração do trabalho, através de: controle de estoque e investimento; controle de informações sempre atualizadas; e renovação da organização nos processos da empresa.
Para o sistema kanban ser aplicado no seu negócio, primeiramente todos os envolvidos no processo de produção e entrega do seu produto/serviço devem estar comprometidos em fazer o sistema funcionar realmente. É responsabilidade de cada um manter o painel escolhido sempre atualizado e completo.
O sistema tem como função avisar visualmente todos os envolvidos sobre a situação de cada demanda ou job da empresa. Logo, ele deve ser inserido em um lugar visível e acessível aos responsáveis pelo trabalho.
O Kanban irá indicar o que tem que ser feito/resolvido e em quais quantidades ou prazo. O sistema permite, assim, ações de programação de alterações no seu quadro de gestão.
Ao usar o sistema Kanban, você verá os problemas escondidos, atrasos e falhas em sua gestão, o que estimula a correção do problema. Ele ainda fomenta a realização de análises criativas e produtivas. 
O resultado? Soluções objetivas e a criação de um sistema de avaliação e melhoria contínua.
Parece exagero, mas o simples fato de as informações relevantes estarem visualmente disponíveis, através dos cartões coloridos, pode revolucionar o seu gerenciamento!
Por: Marcelo Toledo - http://www.administradores.com.br/