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terça-feira, 25 de outubro de 2022

ACADEMIA MARANHENSE DE CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO - AMCA

Tive a honra de me tornar Acadêmico e Imortal na  ACADEMIA MARANHENSE DE CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO - AMCA. 

Cadeira  n° 05 - Patrono: Adm. Miguel Conte Longo.



Neste momento de Reflexão, da minha Jornada Academica e Profissional, quero agradecer  meus Pais (Cavalcante e Valdinar), meus Filhos (Nathalia Johanna e Diego Henrique)  e em especial minha Esposa GRAÇA CAVALCANTE, pelos intensos Incentivos e paciências, nas minhas ausências em função das atividades profissionais. 

Agradecer tambem todos os meus Pares Familiares, Academicos, Profissionais, Alunos e Colaboradores, que me ajudaram a ser a pessoa que hoje sou, ciente da minha responsabilidade social e ética.

Agradecer tambem a DEUS, que me permite na FÉ, nas Orações e nas Atitudes, ser Feliz e um instrumento nas suas Bençãos.

Obrigado a todos, pelos estimulos em continuar minhas Jornadas.

Adm. Jorge Henrique Mariano Cavalcante (JORGENCA)

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

32 Conselhos de Homem de 80 Anos

 


1. Evite fazer observações sarcásticas.

2. Se entrar em uma briga, bata primeiro e bata com força.

3. Nunca dê um aperto de mão sentado.

4. A inveja de um amigo é pior que o ódio de um inimigo.

5. Escute o que as pessoas têm a dizer.  Não interrompa; deixe-as falar.

6. Guarde segredos.

7. Não cultive medo por ninguém. Todo homem pode morrer.

8. Seja corajoso. Mesmo se não for, ao menos finja ser. Ninguém consegue perceber a diferença.

9. Cuidado com as pessoas que não tem nada a perder.

10. Escolha a companheira da sua vida com cuidado. A partir dessa decisão, virão 80% de toda a sua felicidade ou miséria.

11. Se a casa do seu vizinho está em chamas, a sua também está em perigo.

12. Nunca elogie a si mesmo; se houver elogios, que venham dos outros.

13. Seja um bom perdedor.

14. Não deseje colher frutos daquilo que nunca plantou.

15. Quando aflito: respire fundo e distancie-se.

16. Dê às pessoas uma segunda chance, mas nunca uma terceira.

17. Cuidado ao queimar pontes. Você nunca sabe quantas vezes precisará atravessar o mesmo rio.

18. Lembre-se de que 70% do sucesso em qualquer área se baseia na capacidade de lidar com pessoas.

19. Defenda os menores. Proteja os indefesos.

20. Assuma o controle da sua vida. Não deixe que outra pessoa faça escolhas por você.

21. Visite amigos e parentes quando estiverem no hospital; você só precisa ficar alguns minutos.

22. A maior riqueza é a saúde.

23. Pense duas vezes antes de sobrecarregar um amigo com um segredo.

24. Mantenha um bloco de anotações e um lápis em sua mesa de cabeceira. Ideias que valem milhões de reais surgem de madrugada.

25. Mostre respeito por todos que trabalham para viver. Não importa o quão simples seja a profissão.

26. Vista-se adequadamente aos padrões da época.

27. Elogie a refeição quando for hóspede na casa de alguém.

28. Não permita que o telefone interrompa momentos importantes.

29. A menos que ela seja da sua família, sempre cumprimente uma mulher comprometida com um leve aperto de mão.

30. Não demore onde não é bem recebido.

31. Todo mundo “gosta” de ver você crescer profissionalmente, até começar a superá-los.

32. Ouça os mais velhos.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/othondecarvalho/

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Demitam os Bajuladores! Líderes Competentes não precisam. Alcançam as Metas.

A gestão do quadrinho corporativo da sala de recepção
A maioria das pessoas, que tenha um mínimo de experiência de trabalho, certamente já passou por problemas com bajuladores. Em empresas maiores, ao sermos contratados, somos convidados a conhecer o planejamento estratégico da empresa (de longo prazo). 
Geralmente, implementado através de um Balanced Scorecard  – BSC. Lá estão descritos os objetivos, metas, indicadores, missão, visão e valores.  Estes artefatos, no geral, nos sugerem a acreditar que àquela empresa possui um consistente sistema de monitoramento e controle de gestão.
De fato, é muito interessante que líderes possuam bons indicadores, objetivos e metas para alcançar. Para isto, em geral, as empresas dividem o seu mapa estratégico nas 4 perspectivas padrão, que são: “financeira”, “processos internos”, “clientes” e “aprendizado e crescimento”.
Aqui vai uma pergunta “difícil”: destas 4, qual delas é realmente valorizada pela maioria das empresas? Complementando: entre um conflito de metas de uma perspectiva e outra, qual é a perspectiva que tem maior prioridade?
Acertou quem responde financeira.  Tudo bem que os autores Kaplan e Norton argumentam que o BSC surgiu para ter um equilíbrio de perspectivas e não ter só a visão financeira…
Mas,  Você ainda tem dúvidas? Consulte os indicadores de sua empresa. Aposto que encontrarás indicadores financeiros (faturamento) sendo medidos mensalmente, ou em menor periodicidade. Já àqueles de relativos à satisfação dos colaboradores, às vezes, são mensurados anualmente, através de instrumentos como pesquisa de clima, não é mesmo?
Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta mas, quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta.
  Já sabemos que, geralmente, os objetivos financeiros são os mais valorizadas institucionalmente. Seguimos: uma pergunta interessante poderia ser:
O que acontece se os gestores perceberem que não estão conseguindo atingir as metas? 
Para resolver este problema, soube de gestores que mudavam a fórmula de cálculo dos indicadores, para seu benefício. Um exemplo típico foi a alteração realizada no indicador de nível de desemprego no Brasil.
Também soube, casos onde se alterou o período de apuração dos indicadores, para poder maquiá-los.
Um destes, foi o de uma empresa, de cosméticos, que não estava atingindo os indicadores de satisfação dos colaboradores. A pesquisa era aplicada sempre em dezembro. Um belo ano, a empresa resolveu mudar o período de aplicação para março, após fazer a “limpa” anual de demissões, antes do dissídio,  de empregados que não estavam “alinhados” com seus gestores. Só com este “plano de ação”, conseguiram aumentar em 20% a satisfação dos colaboradores. Eu acho que era só para enfeitar, a palavra “ética”  encontrada, em um dos quadrinhos de “missão, visão e valores”, na sala de recepção.
Se as metas são S.M.A.R.T e os gestores forem bons líderes,  eles alcançarão bons resultados. E se não chegarem, conseguirão de fato, apurar as reais causas e trazer um desempenho superior à média do mercado para suas empresas. Se entretanto, não possuírem competência gerencial desenvolvida, precisam encontrar outra forma de sobreviverem corporativamente. Uma forma, é fazer uso de bajuladores.  Ou “puxa-sacos”, como preferirem.

Um fato importante a citar é o seguinte:
Em uma empresa que  prospera  a cultura do“puxa-saquismo”, os resultados tendem a diminuir cada vez mais, ao longo do tempo. 
Independente se os resultados estão maquiados ou não. Diminui, igualmente! Isto acontece, porque os melhores profissionais perdem a motivação quando não há meritocracia, e acabam  procurando outros empregos. Uma parte considerável dos pedidos de demissões, é o funcionário que está se demitindo do chefe incompetente, e não da empresa, necessariamente.
Os bajuladores são servos, cujas principais características são os seguintes:
  • Elogiam, sem motivos;
  • Fomentam rumores e produzem intrigas;
  • Servem de informantes;
  • defendem seus chefes indiscriminadamente;
  • sempre buscam privilégios e benefícios;
  • manipulam e são manipulados.
Entretanto, o principal desserviço prestado por eles é este:
Bajuladores criam um campo de distorção da realidade.
Funciona da seguinte forma: No geral, quando gestores possuem bons resultados, são valorizados. E o que acontece com aqueles que nada produzem? Precisam, de alguma forma, aparentar, que sim, para sobreviverem. Desta forma, utilizam-se de bajuladores, que em troca de privilégios, passam a dar apoio em decisões de interesse próprio do gestor, que acabam sendo políticas e não técnicas.
Qual o problema para a empresa, já que ele é o gestor, certo? O problema é este:
Decisões técnicas produzem resultados técnicos. Decisões políticas produzem resultados políticos.
Como os bajuladores criam um campo de distorção da realidade? Quer um exemplo? Quem já não participou de alguma reunião importante, onde o gestor ao ser questionado ou criticado, tecnicamente, pelos seus subordinados,  não foi interrompido por um colega bajulador, defendendo o ponto de vista do chefe sem fundamentação lógica ou dados que embasem o seu pensamento?
Sem dados, você é apenas mais uma pessoa com uma opinião.
A bajulação, de certa forma, é utilizada para aumentar o poder do chefe. Se na reunião citada, ninguém se opusesse, ao ser criticado, o gestor teria sido obrigado a se posicionar claramente para defender o seu ponto de vista. Algo extremamente benéfico para a empresa. Com a ajuda do bajulador, o gestor não precisará se expor.

O maior perigo da bajulação, para o gestor, é que ela cega a visão da realidade. Um conjunto permanente e periódico de elogios, pode proporcionar ao elogiado, uma falsa sensação de segurança e inteligência, já que as pessoas parecem concordar sempre com o seu ponto de vista. 
Desta forma, este será sempre agraciado com informações distorcidas, que muitas vezes, não refletem a gravidade ou a urgência dos problemas.
A primeira coisa que eu aconselho aos novos gestores é o seguinte:
Livre-se dos puxa-sacos. A bajulação só ocorre com a permissão e o fomento do bajulado.
 Lembre-se que quem bajula, busca benefícios. Líderes que trabalham com meritocracia não toleram bajuladores. Além da questão ética, e de prejudicar o desempenho da equipe, bajuladores não são confiáveis, pois procuram ascensão no poder de qualquer forma. 
Se puxam o saco, também podem puxar o tapete do chefe, quando este não o for mais útil.
Entretanto, se somos  colegas  de mesma hierarquia no trabalho? Não é fácil responder esta pergunta. Acredito que um comportamento que pode ser eficiente ao ter colegas com este perfil, é realização do seu trabalho sempre com  foco nos resultados para a empresa, e ter dedicação, ética e conduta ilibada.
Bajuladores  e bajulados caem sozinhos, cedo ou tarde.
A escolha está entre conviver até cair, ou procurar outro emprego, e não ser prejudicado na carreira. Os melhores profissionais tendem a escolher a segunda opção.
Autor: Humberto Moura – http://www.ibe.edu.br

quarta-feira, 15 de março de 2017

Existe Vida Profissional Após os 50 anos

Uma das apreensões da modernidade reside no modo como as pessoas geralmente encaram o ato de envelhecer. 
Vivemos em um mundo que não só banaliza a velhice, tratando-a até como uma espécie de doença, como também faz certa apologia à juventude e à beleza. 
As pessoas não reconhecem os valores que os mais avançados em idade possuem e têm cada vez mais dado valor à "cultura jovem", esquecendo-se, porém de que, tão certo como a morte, a velhice um dia chegará.
(Por favor, não atribuam à palavra "velhice" uma conotação pejorativa. Não é esta a nossa intenção aqui).
No mundo profissional essa barreira é ainda mais acentuada, já que não se precisa muitas vezes chegar a uma idade considerada como "avançada" para sentir alguns dos efeitos da "exclusão social". Assim, já existem pessoas gozando do pleno vigor dos seus 35, 40, 50 ou 60 anos que hoje estão se considerando "ultrapassadas" ou excluídas do mundo do trabalho - isso por causa de tanto se repetir o discurso malicioso da "imprestabilidade dos mais velhos".
Isso é um grande engano e triste é o fim de uma sociedade que exclui os mais experientes, independente da idade que possuam! Hoje, é possível conquistar uma colocação profissional acima dos 50 anos sim! Dá para ser muito feliz em qualquer idade, desde que saibamos construir um pouco dessa felicidade a cada dia vivido.
Dentre os vários pontos a favor da valorização da maturidade, um deles está no fato de que nosso país avançou pelo menos no quesito expectativa de vida, que prossegue evoluindo. Sabemos que não estamos no melhor dos países, mas nos últimos 20 anos têm surgido boas oportunidades no mercado para pessoas acima dos 50. Isso é inquestionável.

Sem fazer pré-julgamentos etários, acreditamos que o que todo homem ou mulher que se considere numa idade um pouco avançada para os padrões atuais do mercado deve fazer passa por algumas das seguintes direções práticas:
- Buscar sempre está conectado (tanto off quanto online) aos conhecimentos de sua área de formação;
- Atualizar suas plataformas de trabalho, começando por manter em dias o seu currículo físico e considerar (se ainda não pensou nisso) ter alguns perfis virtuais para contatos. 


- Não fugir de oportunidades de emprego (permanente ou temporário) para as quais a pessoa se considere apta a participar do recrutamento.


- Jamais utilizar a "maior" idade (experiência/maturidade) para impor alguma visão de mundo ou desagregar-se de grupos, simplesmente por achar que tem razão. Seja dialético, prefira o diálogo e a convergência de ideias no ambiente profissional.


E se dentre as possibilidade de trabalho existentes essas pessoas vislumbrarem a participação e aprovação em um concurso público, por que não? Embora muitos revelem não ter mais aquela empolgação para os estudos que a juventude possui, isso não significa que seja necessário evitar os processos seletivos. Tem muita gente acima de 45 anos, por exemplo, demonstrando o contrário: que é possível sim enfrentar os estudos e ser aprovado num concurso, sem precisar até de ser beneficiado com o tal critério de desempate por idade! No mais, o que vai diferenciar uma pessoa mais velha de uma mais nova na carreira pública deverá ser apenas o menor ou maior tempo de serviço até alcançar a aposentadoria compulsória, aos 70 anos.
Encerramos, portanto, essas breves considerações, dizendo algo sobre essa questão da competitividade com o intelecto dos mais jovens. Tal problemática deverá ser sempre enfrentada, e não colocada como uma desculpa para não fazer as coisas. Por exemplo, há quem ingressou em um curso superior acima dos 30 anos e tem estudado com um relativo  sentimento de que não tem mais aquele "pique" dos mais jovens (na faixa dos 22 anos).

Mas isso jamais poderá ser empecilho para estudar. Ter consciência das limitações não significa que a pessoa acima dos 35, dos 45 ou dos 55 anos é imprestável. É preciso se dar valor, mesmo que não se consiga acompanhar o "ritmo" dos outros colegas. Exemplo disso é o senhor Eliseu Garcia, de 53 anos, que atualmente está em dois empregos. "Um dia pensei: devo voltar a estudar. Terminei meu ensino médio em 2014, em seguida, fiz o Enem para me avaliar e vi que estava a altura para um vestibular. E foi o que fiz, e passei! Hoje faço Letras e ainda tiro tempo para ir à academia. Não pretendo parar por aí, quero continuar estudando, adquirir mais conhecimento". Mas Eliseu Garcia alerta: "é preciso ter muita força de vontade".
Defina o seu tempo, vá mais devagar, curse menos matérias, porque você de certa forma já chegou em uma fase da vida em que reconsidera o tempo da correria plena para os estudos... E percebe que existe um lado vazio em toda essa corrida frenética... Ainda não que seja possível fugir do sistema, será que não existem algumas válvulas de escape? Procure-as, na medida do possível.
Que possamos respeitar a escolha daqueles que ultrapassaram a relativa metade da vida, tendo a consciência de que existe vida profissional, cultural, intelectual, sentimental, amorosa, religiosa, financeira e outras após os 50.
E que essas simples reflexões inspirem a confiança dessas pessoas em si mesmas.
Copiado: https://www.concursosnobrasil.com.br