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sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

O LinkedIn não é uma Plataforma de Currículos!


Se você já usou o LinkedIn e acha inútil, você errou feio!

Vejo muita gente cadastrando perfis muito mal feitos no LinkedIn, colocando como cargo "Em busca de oportunidade" ou coisas assim, e dizendo que não funciona! 

Essas pessoas não entenderam nada!

O LinkedIn não é uma plataforma de currículos, nem um site de vagas de emprego!

Ele é uma rede social! 

Foca no termo "rede social"!

Se você quer entrar, cadastrar seu currículo lá e ficar esperando ser chamado para o emprego dos sonhos, nem entra! 

Existem outros sites de currículo por aí!

Como toda rede social, no LinkedIn você precisa fazer pelo menos 2 coisas:

1) Interagir!

Interaja com os posts das outras pessoas, em especial das pessoas das empresas onde você pode querer um emprego! 

O LinkedIn é o local onde tomadores de decisão estão!

Aqui você pode seguir pessoas importantes, entender a cabeça deles, entender o que a empresa tem como desafio, e até contribuir com conteúdo! 

Será se isso ajuda na sua chance de ser contratado?

Porém, interagir é um trabalho que precisa ser feito diariamente:

  • Comente coisas construtivas nos posts dos outros.
  • Se importe com as pessoas!
  • Responda comentários do autor e dos outros (não é só colocar um joinha não, por favor!).

E assim será notado na multidão! 

LinkedIn é Networking!

Ficar só curtindo os posts alheios é como ir numa festa da empresa e ficar só sorrindo pra todo mundo e perder a oportunidade de conversar com o presidente da empresa! 

E não tem nem o lanchinho e a bebidinha! hehehe

2) Produzir conteúdo!

Faça posts relevantes, mostrando o seu conhecimento técnico do assunto com o qual trabalha! 

Mostre para o mundo que você conhece sobre o seu assunto!

Fale sobre como resolver problemas na sua área, escreva sobre novas tecnologias, sobre expectativas do futuro da sua carreira. 

Conte desafios que já enfrentou, oportunidades que já aproveitou, sua trajetória profissional, o que mudou na sua carreira nos últimos anos... Tantas possibilidades!

Isso conta muito mais do que seu currículo, concorda?

Ah! E outras dicas para ir bem no LinkedIn:

1) Ponha foto no perfil! É uma rede social!

2) Configure uma URL de Perfil Público próprio!

O meu URL é https://www.linkedin.com/in/lucianogrossi/, mas como padrão, quando você cria uma conta no LinkedIn, ele fica algo do tipo https://www.linkedin.com/in/luciano-grossi-6589647.

Você verifica isso acessando seu perfil e olhando qual endereço aparece na barra de endereços do seu navegador! 

Se o seu URL do perfil ainda tem esse número aleatório no final, você não configurou sua URL de Perfil Público! 

Para mudar, confira a Ajuda do LinkedIn. 

Fica mais fácil de compartilhar seu link e mais profissional também!

3) Se está desempregado, não coloque "Em busca de oportunidade" como seu cargo atual ou no seu "Título"!

Fala sério, pense em você sendo um empregador: você buscaria alguém "Em busca de oportunidade" ou você buscaria "Advogado", "Engenheiro", "Coach", "Especialista em Inteligência Artificial", "Especialista em Marketing", etc?? 

Acho que não preciso nem responder, né?

4) Escreva artigos sobre seus conhecimentos, mas não artigos científicos, ok!? 

Artigos interessantes, simples, de fácil compreensão e direto ao ponto são os que viralizam e que te colocam em evidência na rede!

Bem, essas são as minhas dicas para quem está começando no LinkedIn! 

É uma plataforma rica e, como eu disse, é onde os tomadores de decisão estão! 

Comporte-se, cuide da sua imagem digital e interaja!

Copiado: https://www.linkedin.com/in/lucianogrossi 

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

10 Dicas para um Currículo Perfeito

 


Todo mundo sabe que ter um bom currículo é um dos primeiros passos para encontrar um emprego, mas nem todos se fazem a famosa pergunta: “Meu currículo está bem feito?”.

Provavelmente você nem imagina, mas talvez seu currículo já tenha sido descartado de alguma seleção de emprego unicamente por causa da aparência e do excesso (ou falta) de informações apresentadas. Ter experiência e estudos é importante, mas não saber como apresentá-los pode botar tudo a perder.

Obviamente, não existe o currículo ideal. Cada empregador vai olhar de uma forma diferente para o que tiver em mãos. Por isso, o segredo é conhecer bem a empresa onde quer trabalhar e estruturar as informações de acordo com o perfil do lugar – e jamais mentir no CV, é claro!

Lembre-se de que provavelmente o responsável por analisar currículos tem bastante material em mãos. Centenas e centenas de outros currículos disputando espaço com o seu. 

Como se sobressair? O que fazer para ser notado em meio a essa multidão?

O primeiro passo é buscar um equilíbrio: nem detalhes em excesso, nem informação de menos. Nem tão longo, nem tão curto. Usar a objetividade é o primeiro passo. Informações bem estruturadas ajudam a capturar de imediato o olho do seu futuro empregador.

Mas existem outros segredos que envolvem a confecção de um bom currículo. Vamos desvendá-los ponto a ponto a seguir!

1. Economize na quantidade de dados pessoais

Não precisa preencher o currículo com todos os tipos de dados pessoais. O possível empregador não precisa saber do seu RG, CPF, tampouco do nome dos seus pais antes mesmo de contratá-lo. Em vez disso, coloque apenas:

  • Nome completo
  • E-mail
  • Telefone de contato
  • Endereço do seu perfil em redes profissionais, como o LinkedIn (se tiver). Evite incluir perfil de redes sociais pessoais.
  • Cidade onde mora
  • Idade ou data de nascimento (opcional)

Aqui vale uma observação importante: cuidado com os nomes que você usa em e-mails e endereços de redes sociais. 

Apelidos de internet ou associações com personagens de filmes, quadrinhos e videogames podem passar uma impressão negativa ao avaliador. Para parecer mais profissional, crie um endereço apenas com o seu nome real e nenhuma informação a mais.

2. Especifique uma área de atuação

Depois dos dados pessoais e antes da descrição de suas experiências e formação, é legal apresentar uma área de atuação bem definida, com bom destaque, usando poucas palavras. Essa informação deve comunicar, de maneira rápida e genérica, com o que você trabalha. Exemplo:

  • Redes Sociais e Publicidade Online
  • Recursos Humanos e Gestão de Pessoas
  • Finanças e Controladoria
  • Enfermagem e Acompanhamento de Saúde

Este não é o espaço para informar o cargo desejado (gerente de compras, assistente comercial, analista de redes sociais). É importante saber diferenciar cargos de áreas de atuação!

3. Descreva sua formação

Descreva, de forma sucinta, seus cursos de graduação e pós-graduação. Utilize os seguintes dados e use sempre a ordem do mais recente para o mais antigo. Veja como fazer:

  • Modalidade do curso
  • Título do curso
  • Instituição
  • Local do Curso
  • Período do curso (se já está concluído ou ainda em conclusão).

Exemplo:

  • Mestrado em Biologia Marinha – Universidade Federal do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro) – 2015 (em curso)
  • Graduação em Ciências Biológicas – Universidade Cruzeiro do Sul (São Paulo/SP) – 2011 – 2014.

4. Faça um resumo das suas qualificações

Usando poucas palavras, faça um resumo das suas principais qualificações, descrevendo as áreas de atuação e seu papel em cada uma delas. Exemplo:

  • Redes Sociais: produção de conteúdos, interação com o público no Twitter e no Facebook, gerenciamento de crises, encaminhamento de solicitações.
  • Publicidade Digital: experiência em publicidade do Google, definição de campanhas, planejamento de custos.

Evite colocar uma lista muito grande de qualificações, mesmo que sejam importantes. Escolha apenas aquelas que têm mais a ver com a empresa onde você concorre a uma vaga.

5. Capriche na experiência profissional

Essa é uma das partes mais importantes do seu currículo, é preciso tratá-la com atenção especial. Aqui devem entrar suas experiências mais atuais e relevantes.

A ordem das experiências deve ser sempre da mais recente para a mais antiga.

Os dados que devem aparecer são:

  • Nome da empresa onde trabalha ou trabalhou
  • Período em que trabalhou nesta empresa (ou se ainda está nela)
  • Brevíssima descrição da empresa
  • Último cargo ocupado ou função realizada
  • Descrição das suas atividades nesta empresa

Exemplo:

Mídia Digital Ltda. (2011-2015)

Empresa especializada na produção e execução de campanhas de mídias sociais para grandes corporações.

Cargo: Gestor de mídias

Atividades:

–       Gerenciar a produção de campanhas online dos principais clientes da empresa.

–       Desenvolver relatórios de produção, com análise crítica e recomendações.

–       Gerenciar equipes de produção de conteúdos (texto e imagens) para veiculação na internet.

Outra informação importante: se você tem muitas experiências anteriores ou fora da área para a qual você disputa uma vaga, deixe-as para lá. Não precisa criar uma lista enorme de empresas só para provar que tem experiência. Escolha as cinco mais relevantes para detalhar, mesmo que sejam antigas.

6. Cite cursos e outras atividades

Se você tem cursos técnicos, experiências internacionais, ou participação em eventos que possam turbinar as chances de ganhar a vaga, liste-os no fim do currículo. Não precisa encher de detalhes nem fazer uma lista comprida de eventos. Basta colocar o título, a instituição, o local e a data. Exemplo:

  • Curso de formação em monitoria de redes sociais, pelo Instituto Internacional de Mídia. Fortaleza (CE), 2014.
  • Curso avançado de gerenciamento de redes, pela Associação Brasileira de Mídia Digital. Florianópolis (SC), 2015.

7. Esqueça as fotos e outros recursos gráficos

Não ponha fotos no currículo, a menos que seja exigido pela empresa. E no caso de ter que incluir sua foto, tente usar uma simples em que você pareça natural e simpático. Evite selfies, fotos em trajes de banho, em viagens ou festas. Uma simples imagem com boa luz e fundo neutro podem contar muito mais a seu favor.

Também não precisa utilizar recursos gráficos para enfeitar o currículo. Bordas, elementos florais, fontes diferentes, efeitos de sombra, excesso de cores, enfim. Seja simples.

A fonte do texto deve ser sóbria também. Evite as cursivas, que parecem escritas à mão, ou muito enfeitadas – elas podem provocar dificuldade de leitura.

8. Observe a linguagem

Nada mais comprometedor para um profissional do que apresentar um currículo com erros de português!

Invista em uma revisão detalhada de todo o seu currículo. Se não tem certeza sobre a grafia de determinada palavra, consulte-a em algum dicionário online. Se é inseguro para escrever, peça a ajuda de alguém especializado. Só não vale enviar currículo com erros para o avaliador.

9. Observe o formato

Se você não for designer, artista ou arquiteto, que geralmente têm currículos mais gráficos (os chamados portfólios), procure não inventar formatos diferentes para impressionar o avaliador.

O segredo do sucesso é, muitas vezes, não ter medo de parecer comum: faça a diagramação das informações usando o tamanho A4 – que é o padrão no Brasil – e utilize fontes com pouca diferença de tamanho nos títulos e textos. Tente concentrar as informações em, no máximo, duas páginas. Nada de tentar impressionar pelo volume!

Para imprimir, vale a pena usar um papel A4 branco de melhor qualidade, com uma gramatura levemente mais alta que o padrão. Esses papéis são facilmente encontrados em papelarias.

10. Entenda que a simplicidade é o melhor caminho

Currículos imensos, cheios de palavras difíceis e detalhes desnecessários não impressionam ninguém – pelo contrário, se perdem na pilha de outros currículos. Às vezes, na tentativa de chamar a atenção do avaliador, acabamos exagerando na quantidade de informações e o resultado disso é que o documento acaba na lata do lixo.

Use palavras simples e corriqueiras, fuja dos rebuscamentos e da tentativa de “parecer inteligente”. Seja prático, objetivo. Passe a ideia de eficácia. Uma boa carreira começa sempre com um bom currículo! Boa sorte!

Dica extra para turbinar um currículo

Um detalhe em especial turbina qualquer currículo: um diploma no ensino superior. Fazer uma faculdade abre portas no mercado de trabalho e também permite ao candidato alçar melhores salários.

Copiado: https://www.guiadacarreira.com.br/

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Primeiro Emprego é Sempre um Desafio

A combinação é interessante: você é jovem, tem um mundo inteiro pela frente, a força e o vigor físico da juventude, muitas ideias na cabeça e um currículo na mão. Falta apenas o primeiro emprego
Já sabe que, por necessidade ou vontade, não dá mais para ficar na dependência dos pais, avós, tios, irmãos, primos ou quem estiver debaixo do mesmo teto que você. Ou mesmo com 16, 18 anos já entendeu que é preciso dar a sua parcela de contribuição para as contas do mês.

O paradoxo do primeiro emprego

Você pode ter terminado ou ainda estar no ensino médio, sonhando em ir para a faculdade. Pode ter parado de estar ou precisando pagar as contas. Seja como for, para entrar no mercado de trabalho, você vai enfrentar um paradoxo: conseguir o primeiro emprego e já ter experiência profissional. Há um choque lógico visivelmente, mas o jeito é se preparar de todos os modos para lidar com esse ele.
Para completar, há o medo e a insegurança. A dúvida entre tentar mostrar serviço, expressar a própria opinião ou esperar as instruções e observar os sinais ao redor. Tudo isso é justificável e, em alguma medida, carregamos o peso dessas decisões pelo resto da vida profissional (e da pessoal!). 
Todo dia ouvimos que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, vemos em casa que nem sempre as coisas vão bem e sabemos que as exigências são sempre crescentes em um mundo globalizado.

Como se preparar para o primeiro emprego

Em agora? 

Minha sugestão começa pelo currículo. Em vez de volteios, use a sinceridade e a vontade de aprender. Se você não tem muito o que dizer, vale a pena buscar cursos, muitos deles gratuitos, que dão a formação necessária para o preenchimento das principais linhas do documento.
Procurando na internet por “cursos profissionalizantes gratuitos” você encontra muitas possibilidades. Está achando que, mesmo assim, não é fácil?  
Não é mesmo! Um artigo acadêmico escrito por pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá explica de modo claro que os trabalhadores do primeiro emprego estão em situação mais adversa que os demais porque quando a economia cresce, o emprego como um todo melhora, inclusive para aqueles que buscam uma primeira oportunidade.
Já nas fases de recessão, trabalhadores mais antigos são poupados de uma demissão mais imediata. O estudo defende a necessidade de que se intensifiquem as políticas públicas voltadas aos jovens que tentam ingressar no mercado de trabalho.
Ou seja, não está fácil mesmo, mas uma parcela grande desse desafio cabe a cada um de vocês, que, atentos a todas as oportunidades e desejosos pelo controle do futuro, precisam em algum momento respirar fundo e continuar “indo para cima” do primeiro emprego.
Por fim, busque ajuda em casa. Não é fácil explicar, principalmente aos mais jovens, que é em casa e na escola que aprendemos sobre as coisas da vida, inclusive profissional. 
Os conhecimentos, os valores, as aptidões, os desejos, as vontades. E quando nada disso vem lá de casa ou da escola da melhor forma possível, precisamos continuar tentando e buscar todas as ajudas. Tenha força de vontade e boa sorte!
Por Paulo Verano - https://www.vagas.com.br

quarta-feira, 15 de março de 2017

Existe Vida Profissional Após os 50 anos

Uma das apreensões da modernidade reside no modo como as pessoas geralmente encaram o ato de envelhecer. 
Vivemos em um mundo que não só banaliza a velhice, tratando-a até como uma espécie de doença, como também faz certa apologia à juventude e à beleza. 
As pessoas não reconhecem os valores que os mais avançados em idade possuem e têm cada vez mais dado valor à "cultura jovem", esquecendo-se, porém de que, tão certo como a morte, a velhice um dia chegará.
(Por favor, não atribuam à palavra "velhice" uma conotação pejorativa. Não é esta a nossa intenção aqui).
No mundo profissional essa barreira é ainda mais acentuada, já que não se precisa muitas vezes chegar a uma idade considerada como "avançada" para sentir alguns dos efeitos da "exclusão social". Assim, já existem pessoas gozando do pleno vigor dos seus 35, 40, 50 ou 60 anos que hoje estão se considerando "ultrapassadas" ou excluídas do mundo do trabalho - isso por causa de tanto se repetir o discurso malicioso da "imprestabilidade dos mais velhos".
Isso é um grande engano e triste é o fim de uma sociedade que exclui os mais experientes, independente da idade que possuam! Hoje, é possível conquistar uma colocação profissional acima dos 50 anos sim! Dá para ser muito feliz em qualquer idade, desde que saibamos construir um pouco dessa felicidade a cada dia vivido.
Dentre os vários pontos a favor da valorização da maturidade, um deles está no fato de que nosso país avançou pelo menos no quesito expectativa de vida, que prossegue evoluindo. Sabemos que não estamos no melhor dos países, mas nos últimos 20 anos têm surgido boas oportunidades no mercado para pessoas acima dos 50. Isso é inquestionável.

Sem fazer pré-julgamentos etários, acreditamos que o que todo homem ou mulher que se considere numa idade um pouco avançada para os padrões atuais do mercado deve fazer passa por algumas das seguintes direções práticas:
- Buscar sempre está conectado (tanto off quanto online) aos conhecimentos de sua área de formação;
- Atualizar suas plataformas de trabalho, começando por manter em dias o seu currículo físico e considerar (se ainda não pensou nisso) ter alguns perfis virtuais para contatos. 


- Não fugir de oportunidades de emprego (permanente ou temporário) para as quais a pessoa se considere apta a participar do recrutamento.


- Jamais utilizar a "maior" idade (experiência/maturidade) para impor alguma visão de mundo ou desagregar-se de grupos, simplesmente por achar que tem razão. Seja dialético, prefira o diálogo e a convergência de ideias no ambiente profissional.


E se dentre as possibilidade de trabalho existentes essas pessoas vislumbrarem a participação e aprovação em um concurso público, por que não? Embora muitos revelem não ter mais aquela empolgação para os estudos que a juventude possui, isso não significa que seja necessário evitar os processos seletivos. Tem muita gente acima de 45 anos, por exemplo, demonstrando o contrário: que é possível sim enfrentar os estudos e ser aprovado num concurso, sem precisar até de ser beneficiado com o tal critério de desempate por idade! No mais, o que vai diferenciar uma pessoa mais velha de uma mais nova na carreira pública deverá ser apenas o menor ou maior tempo de serviço até alcançar a aposentadoria compulsória, aos 70 anos.
Encerramos, portanto, essas breves considerações, dizendo algo sobre essa questão da competitividade com o intelecto dos mais jovens. Tal problemática deverá ser sempre enfrentada, e não colocada como uma desculpa para não fazer as coisas. Por exemplo, há quem ingressou em um curso superior acima dos 30 anos e tem estudado com um relativo  sentimento de que não tem mais aquele "pique" dos mais jovens (na faixa dos 22 anos).

Mas isso jamais poderá ser empecilho para estudar. Ter consciência das limitações não significa que a pessoa acima dos 35, dos 45 ou dos 55 anos é imprestável. É preciso se dar valor, mesmo que não se consiga acompanhar o "ritmo" dos outros colegas. Exemplo disso é o senhor Eliseu Garcia, de 53 anos, que atualmente está em dois empregos. "Um dia pensei: devo voltar a estudar. Terminei meu ensino médio em 2014, em seguida, fiz o Enem para me avaliar e vi que estava a altura para um vestibular. E foi o que fiz, e passei! Hoje faço Letras e ainda tiro tempo para ir à academia. Não pretendo parar por aí, quero continuar estudando, adquirir mais conhecimento". Mas Eliseu Garcia alerta: "é preciso ter muita força de vontade".
Defina o seu tempo, vá mais devagar, curse menos matérias, porque você de certa forma já chegou em uma fase da vida em que reconsidera o tempo da correria plena para os estudos... E percebe que existe um lado vazio em toda essa corrida frenética... Ainda não que seja possível fugir do sistema, será que não existem algumas válvulas de escape? Procure-as, na medida do possível.
Que possamos respeitar a escolha daqueles que ultrapassaram a relativa metade da vida, tendo a consciência de que existe vida profissional, cultural, intelectual, sentimental, amorosa, religiosa, financeira e outras após os 50.
E que essas simples reflexões inspirem a confiança dessas pessoas em si mesmas.
Copiado: https://www.concursosnobrasil.com.br

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Responda Em Poucas Palavras: Por Que Deveríamos Contratá-lo?

Você já deve ter ouvido essa “pérola” dos selecionadores ao final de uma entrevista profissional. Geralmente é aquela última perguntinha capciosa antes de finalizar. Conversei com alguns amigos que já passaram por isso e todos partilham da mesma opinião, é perturbador.
Não que existam dúvidas sobre a nossa capacidade profissional, mas naquele momento temos a sensação de que precisamos falar algo brilhante, bastante convincente, que supere as respostas dos candidatos concorrentes. É uma situação delicada! Se você tentar mostrar mais do que realmente é, pode ficar feio. Acaba sendo perceptível quando a pessoa está querendo “aparecer”. Fala bonito, utiliza termos e expressões complexas pra deixar mais pomposo, porém não há firmeza no que se diz.
Então o que fazer?
Não sou psicólogo nem analista de recursos humanos. Contudo, acredito que, quando o entrevistador faz uso dessa pergunta sua intenção não seja coletar informações para compará-lo com outros candidatos, e sim, avaliar se você sabe o que pode oferecer ao contratante e o seu diferencial em relação aos concorrentes. As informações que ele precisava para compará-lo estavam no currículo que leu antes de fazer o convite para o processo seletivo.
Você precisa conhecer seus pontos fortes e fracos, suas virtudes, habilidades, realizações e conquistas profissionais. Não somente conhecer, como valorizar aquilo que o diferencia das outras pessoas.
Pode parecer besteira, mas uma grande quantidade de pessoas não sabem dizer quais são suas principais características que as diferem dos demais. Nessas horas nos apoiamos apenas nas experiências vividas e nos cursos feitos. Eu trabalhei na empresa tal, lá eu fiz isso e aquilo, tenho curso disso e daquilo e é isso!
Sim, tudo isso compõe nossa formação profissional e deve ser levado em consideração, mas estou chamando sua atenção para algo mais importante, algo que realmente o torna especial.
Se eu te perguntasse quanto você vale no mercado em que atua, saberia me responder imediatamente?
Veja bem, não estou falando da média salarial da categoria divulgada anualmente pelos institutos de pesquisa e empresas de recursos humanos, e sim do SEU verdadeiro valor.
Entenda! Um quilograma de ouro bruto tem um valor de mercado fixado que pode variar para mais ou para menos, entretanto, uma peça de ouro trabalhada, raríssima, feita do mesmo ouro bruto que se compra por aí, certamente terá um valor diferenciado.
Compreende o que quero dizer? Que tipo de ouro você é no mercado de trabalho? Bruto? Trabalhado? Um ouro de média qualidade? Um anel comum, igual aos que vemos nas lojas por aí? Ou será uma moeda de ouro valiosíssima do tempo do Brasil Império, colônia de Portugal, que não se acha mais tão facilmente por aí?
Tive a felicidade de ver um vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=uyMY2uo-iqQ) onde o consultor de empresas Waldez Ludwig explicava que os profissionais são remunerados por sua raridade, e não por sua importância. Foi um divisor de águas! Naquele dia recebi um choque de 220v e acordei.
Durante muitos anos caminhei e me preparei profissionalmente para fazer simplesmente e apenas o que todo mundo fazia. É verdade! Quero ser bom nisso, nisso e nisso, exatamente como fulano, beltrano e ciclano são. Por favor, novamente entenda. Não estou dizendo que desejar ser bom como alguém é seja um problema, alias, eu acredito que esse foi um bom começo pra mim, mas quando entendi que ser apenas mais um bom profissional no mercado não iria garantir minha vaga de emprego, tão pouco uma boa remuneração, uma vez que as empresas estão em busca de pessoas que tenham um diferencial, tirei uma conclusão: Preciso descobrir o meu diferencial e aprender como usá-lo para agregar valor ao meu trabalho.
Desde então uma inquietação tomou conta de mim. Sondei minhas habilidades e descobri algumas específicas que poderiam me projetar profissionalmente. É bem verdade que determinadas coisas ainda precisam ser trabalhadas, amadurecidas. Ainda não cheguei onde desejo. Me vejo com um luminoso informando o status - “em processo de transformação” - mas já estou caminhando para os objetivos que tracei.
Palavras-chave como criatividade, resiliência, eloqüência, visão, determinação, inteligência emocional,empreendedorismo, estão entre as principais características dos jovens profissionais que se destacam em suas áreas de atuação.
Conheço algumas pessoas nos âmbitos acadêmico e profissional que vivem se queixando da vida. Uns reclamam do salário que ganham, outros de nunca serem chamados para entrevistas das quais se candidatam, mas a verdade é que todos eles têm alguns comportamentos em comum que não os ajudam na valorização de sua contratação. Veja:
  •    Não gostam de se atualizar, acham perda de tempo buscar aperfeiçoamento;
  •    Não demonstram criativade e interesse para propor melhorias por achar que  ganham pouco;
  •    Estão sempre mal-humorados e reclamando de tudo;
  •    Sempre que se desligam de uma empresa, saem falando mal;
  •    Não zelam por sua aparência, roupas, barba, cabelos, enfim…
  •    Não conseguem manter o equilíbrio emocional diante de uma situação adversa;
  •    São os “senhores” da verdade, sua forma de ver as coisas está acima de tudo;
  •    Não sabem dizer “eu não conheço esse assunto”, “poderia me explicar para eu tentar”, falta humildade;
  •    Acham que são sempre mais do que realmente são, e estão ganhando pouco;
  •    Não controlam os palavrões e gírias no ambiente profissional;
  •    São negativos e pessimistas. Sempre que aparece um novo desafio dizem: “não é querer falar, mas minha experiência diz que isso não vai dar certo!
  •    Não têm prazer em ajudar, compartilhar conhecimentos;
Se você conseguiu enxergar alguma dessas atitudes em você, entenda que minha intenção não foi definir um estereótipo. Apenas relatei algumas características que percebo nas pessoas que não se movem para fazer um futuro diferente, melhor para si mesmas. Nenhum de nós está livre de cometer, em parte ou na totalidade, os mesmos erros em algum momento ou fase ruim de nossas vidas.
O importante é reconhecer onde temos falhado para conseguir evoluir. Por fim, como o grande livro da sabedoria, a bíblia, nos ensina em 1 Tessalonicenses 5:21, “Examinai todas as coisas; retenha o que é bom”.
Descubra o que diferencia você das outras pessoas e invista nisso. Seja seu maior e melhor produto, cartão de visitas e funcionário. Não seja simplesmente mais um no imenso oceano de profissionais em busca de uma oportunidade.
Já se perguntou por quais motivos existem tantas vagas de emprego em aberto e tantos profissionais ainda desempregados? Um paradoxo não?
Foque naquilo que acredita. Prossiga, seja persistente, faça sua networking com pessoas da área, busque o conselho dos melhores, atualize-se constantemente, ignore os comentários dos fracassados e pessimistas que aparecerem no seu caminho, seja sensível ao mercado e as oportunidades da sua área de atuação, suba degrau por degrau, não queime etapas, seja humilde para reconhecer quando não souber alguma coisa e determinado para aprende-la.
Depois de tudo isso, se te fizerem a danada daquela pergunta novamente (Por que deveríamos contratá-lo?), certamente você saberá como apresentar o seu diferencial mostrando o valor que tem.
Sucesso para todos!
Por: Leandro Corrêa - http://www.estudantesdeadm.com/

terça-feira, 12 de abril de 2016

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

6 Dicas para Melhorar seu Currículo

O currículo é uma das partes mais importantes da sua contratação. É necessário que você consiga passar todas as suas habilidades em poucas palavras. 


Tome cuidado ao falar das suas contribuições e considere, inclusive, abolí-las do seu currículo
Nem sempre é fácil ter um bom currículo. É difícil mostrar quem você é e todas as suas habilidades em apenas uma ou duas folhas. 
O processo se torna ainda mais complicado se levarmos em consideração o pouquíssimo tempo que os recrutadores passam analisando seu CV. 
Isso significa, portanto, que ele deva ser "matador". Ou seja, cativar o possível empregador em poucas palavras e em pouco tempo de leitura. Como fazer isso?
 Confira 6 dicas para melhorar seu currículo

- 1. Cuidado com as redundâncias
Se você tem uma sessão de "habilidades" no seu currículo, é melhor repensá-la. Ao menos que elas sejam realmente específicas, elas não merecem ser mencionadas. Pelo menos não em um "box" especial para elas. Pois é provável que na parte em que você for falar de cada emprego pelo qual passou em sua vida, você repita essas qualidades.

Por exemplo, "aquisição de talento" é algo muito perigoso de colocar no seu currículo. Primeiramente porque não quer dizer muita coisa. Além do mais, é provável que, se você já trabalhou em algum lugar, adquiriu certo "talento", o que torna essa informação redundante. Portanto, cuidado com as redundâncias e descreva sempre experiências e habilidades específicas. Do contrário, o recrutador enxergará nada de importante no seu currículo, a não ser características que ele já está cansado de ler nos CVs.

- 2. Formato do currículo
Não se sinta preso à estrutura funcional de currículos cronológicos. O seu objetivo é mostrar as suas habilidades da melhor forma. Portanto, seja sábio e formate-o da maneira que mais se adequa ao seu perfil. Se você for um designer, é vantajoso apresentar um formato mais inovador. Se você troca bastante de emprego, é melhor não criá-lo em formato cronológico. Adequação é a palavra-chave quando o assunto é formatação curricular.

- 3. "Experiência profissional"
Evite essa frase ao máximo. O motivo está relacionado com a dica número 1. "Experiência profissional" é algo muito vago, desnecessário em seu currículo. Se você já trabalhou alguma vez na sua vida, já teve alguma experiência profissional e não é isso vai diferenciar você dos outros. A saída para esse problema é simples: seja específico. Deixe em negrito e em destaque a experiência que você procura. Por exemplo, "experiência em Recursos Humanos", "estágio na área de Relações Públicas", etc.


 - 4. Contribuições
Tome cuidado ao falar das suas contribuições e considere, inclusive, abolí-las do seu currículo. Por exemplo, "contribuição em contratações e afastamentos de sucesso" (no caso de você for um profissional de RH), não é uma frase recomendada. Se o empregador quiser saber o que você realizou na empresa onde trabalhava, ele se informará. Não adianta você ser o juiz das suas atitudes. É melhor se ater às suas habilidades.

- 5. Destaque nomes importantes
Não se esqueça de destacar as escolas e universidades onde você estudou. Seja a primeira graduação, a pós, o mestrado ou até cursos de idiomas ou de extensão. Ainda que você tenha ficado desempregado por um tempo, é inteligente preencher o tempo que você ficou parado com cursos e outros afazeres, porém, não se esqueça de identificar as instituições. Tão essencial quanto, é deixar claro onde você trabalhou. O recrutador quer saber logo de cara em quais empresas você laborou, portanto, facilite a vida dele.

- 6. Preste atenção aos detalhes
Alguns detalhes finais podem fazer a diferença na sua contratração:


1- O seu e-mail tem que ser o mais profissional possível. Por isso, não use "hotmail", é melhor ter um "gmail". Além disso, não inclua números no seu endereço. Seja sério: faça um e-mail com seu nome apenas e, se achar necessário, com a sua profissão.

2- Inclua apenas um número de celular no seu CV. Não faça o recrutador ter que adivinhar para qual número ele deve ligar.

3- Lembre-se de que se você seu número de casa, ele se transformou no seu telefone profissional. Portanto, deixar seu filho bebê atender o telefone pode soar fofo, porém não-profissional.
Fonte: Portal Universia -  Portal www.cmconsultoria.com.br 

terça-feira, 3 de julho de 2012

5 dicas para procurar emprego


Esteja trabalhando atualmente ou não a busca por um novo emprego é algo que deve ser feito continuamente, pois o mercado está cada vez mais dinâmico e instável e, portanto, quem ficar parado esperando para ver o que vai acontecer ficará obsoleto e desatualizado.
Porém, procurar um  emprego nos dias de hoje é algo diferente, pois requer algumas técnicas e posturas diferentes de décadas atrás. Para facilitar neste processo escrevo abaixo 5 dicas para procurar emprego.
  • MUDANÇA DE MENTALIDADE

O primeiro passo é entender que "seu novo emprego" é procurar emprego. Portanto, é necessário uma postura focada nesta atividade. Usar as horas do dia para esta finalidade, como se estivesse trabalhando normalmente.
  • FOCO

Definir o que você quer profisisonalmente. Analisando sua experiência e formação acadêmica orientar sua busca de vagas para oportunidades compatíveis com elas. Evitar dispersar ou, na linguagem popular, "atirar para todos os lados". Comece com ações direcionadas para o que você realmente deseja.
  • NETWORKING

Seus contatos, amigos e conhecidos são importantes neste momento, pois podem ajudar a encontrar o emprego desejado. Ative sua networking sem vergonha de dizer o que busca.
  • CURRÍCULO

É básico, mas tem gente que esquece de atualizar o currículo. Outro cuidado fundamental é torná-lo objetivo e focado. Lembre-se que quem irá ler e analisar já recebe tantos outros e, portanto, quer ver informações úteis sobre você e que possam acrescentar a empresa algo positivo.
  • AUTO-ESTIMA

Manter o bom humor, cuidar da aparência e agir de forma positiva é elementar para este momento. Nem sempre é fácil, mas é um exercício pessoal que deve fazer parte deste processo e também para depois de empregado.
Muitas oportunidades profissionais acontecem por afinidade com o empregador ou a impressão positiva que um candidato deixa na hora de uma entrevista ou na entrega de um currículo.
Cuide-se.
Por: Rogerio Martins -  Pós-Graduação em Recursos Humanos e Psicodrama  - http://www.qualidadebrasil.com.br