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terça-feira, 30 de março de 2021

A Regra das Duas Pizzas


Há poucos empreendedores no mundo que dão tanto valor à estratégia de longo-prazo como Jeff Bezos. 

Começando pela famosa carta aos investidores (onde ele tentou convencer os investidores a pensar no longo prazo para o futuro da Amazon) até o lançamento do Kindle e suas versões que não cobriam nem o custo de produção do dispositivo, Bezos sempre olhou anos a sua frente, dane-se o balanço financeiro do final do ano. 

E foi assim que ele construiu a maior loja virtual do mundo, à base de atendimento espetacular, produtos baratos e pequenas inovações poderosas.

Jeff Bezos tem um jeito diferente de conduzir a sua empresa, não apenas pelo demasiado foco no longo prazo, mas também na forma que obtém boas ideias. 

A Amazon é uma empresa muito mais inovadora do que parece, ela inseriu uma porção de boas ideias como análises de clientes, patenteou a compra com 1-clique, sugestões de produtos similares, e-mails personalizados, etc. 

Novas ideias estão sempre sendo testadas na companhia. 

Para assegurar que elas continuem fluindo e se concretizando, Jeff Bezos instituiu o conceito que ele chamou de “Equipes 2 pizzas”.  

Muito simples: se uma equipe que não pode ser alimentada por 2 pizzas, ela é grande demais para discutir ideias.

Para entender o porquê disso, vamos analisar o que acontece quando uma equipe muito grande se reúne para falar sobre ideias.

  • Poucas ideias novas
  • Excesso de opiniões sobre as ideias existentes
  • Poucas críticas construtivas
  • Muitos “não gostei” ou “não vai dar certo”
  • Consenso extremamente difícil
  • Nem todos contribuem o que podem (críticas e equipes grandes inibem certas pessoas)

Há uma frase que diz que o camelo é um cavalo projetado por um comitê, de tanto as pessoas (do comitê) darem opiniões, ele ficou feio daquele jeito. 



Há vários artigos na internet falando sobre isso, porque é uma analogia realmente interessante, e acontece todos os dias em milhares de empresas e situações no mundo todo (e não apenas com os publicitários, ouviram?). 

Uma versão mais curta se tornou mais popular e você pode começar a usar nos happy hours da vida. 

Se seu projeto inicial teve muitas alterações, diga que foi “criado por um comitê”.

A Amazon não possui comitês. 

As equipes de criação/inovação são enxutas o bastante para todo mundo contribuir democraticamente, sem freios, sem preconceitos, do tamanho de 2 pizzas. 

Isso significa o quê, cinco, seis, sete pessoas? 

O número não importa tanto quanto o conceito: tenha equipes pequenas! 

Estudos sugerem que entre 5 e 9, é o número ideal de pessoas para equipes produtivas. 

Menos do que isso, não há volume de conhecimento e experiência bom o bastante para criar e filtrar boas ideias; e com mais de 9 pessoas na equipe, bem, problemas acontecem. 

Um desses problemas é o chamado “pensamento de grupo”, em que as pessoas tendem a se posicionar junto da ideia que está tendo a maior aceitação no grupo, e deixam de lutar pela sua. 

Isso dificilmente acontece em grupos pequenos, onde cada um defende suas próprias ideias com unhas e dentes, e às vezes pizza.

Ao longo da história, a criatividade sempre trabalhou sozinha, artistas não pegavam uma segunda opinião, quiçá terceiras e quartas. 

É algo relativamente novo essa história de “trabalho em equipe”, e embora funcione extraordinariamente bem em atividades físicas (veja os esportes) e lógicas; costuma ser uma má ideia no mundo criativo.



 

No entanto, trabalho em equipe é uma coisa — reuniões de brainstorming podem ser realmente produtivas se conduzidas da maneira correta –, comitê é outra. 

Enquanto num há um tipo de compatibilidade que interliga os integrantes, mesmo nas divergências, o segundo é barulhento, populoso e independente. 

Seria como comparar um restaurante a kilo da praça de alimentação de um shopping  com uma cantina italiana de lugares reservados. 

Qual você prefere?

Copiado: http://financiafidc.com.br/

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

É Hora de Ressignificar: Mudanças Promovidas pela Quarentena

 


Mesmo com tantos desafios, talvez estejamos no melhor momento para ressignificar muitos aspectos da nossa vida. Caso você ainda não esteja familiarizado com essa palavra… Bom, ela é autoexplicativa, descrevendo a ação de dar novos significados e encontrar diferentes sentidos.

Nós não percebemos no dia a dia, mas tudo é um signo; ou seja, todos os elementos à nossa volta, seja material ou não, representam algo, carregam seus próprios sentidos e desenvolvem as suas próprias narrativas. Mas esses significados podem variar. Até porque, somos nós quem damos significados às coisas. Assim sendo, não precisamos nos ater necessariamente ao que já está dado.

Portanto, em tempos de pandemia, quarentena e isolamento social, queremos propor que, não obstante as adversidades, desenvolvamos um novo olhar. Afinal, com o “mundo parado”, podemos observar, refletir e repensar. Acompanhe o texto com a gente e se prepare para muitas perguntas, às quais só você pode dar respostas finais que lhe satisfaçam.

Ressignificar os relacionamentos 

Uma grande mudança desses tempos de ter que ficar em casa é na maneira como nos relacionamos. Tal quebra no ritmo e na forma de estabelecer conexões tem levantado questões como: por que criamos vínculos com outras pessoas? Será que é só para passar tempo? Para ocupar algum espaço? Para ganhar seguidores? Ou será que é para algo mais genuíno?

A quarentena traz incertezas e promove a distância – ou um possível excesso, quando tem-se de conviver 24h por dia com alguém. Nessas situações específicas, encontramos outras necessidades, talvez mais reais, nos relacionamentos. Ou, ao menos, essa oportunidade de ressignificar surge.

Então, qual significado que você quer que as suas relações tenham para você? E qual significado você quer ter na vida de outras pessoas? Quanto vale quantidade em nome de qualidade? E como construir conexões reais, profundas e duradouras que não se limitem ao espaço física ou às curtidas?

Ressignificar o trabalho

Especialmente quem trabalha em escritório já sabe: a pandemia veio para trazer mudanças irreversíveis no dia a dia do trabalho, ao menos em uma noção mais prática. Enquanto que, de maneira geral, o papel que a vida profissional ocupa na nossa essência, algo que já vinha sendo questionado, tem sido colocado em cheque.

Para o que estamos trabalhando tanto? Qual é o retorno de fato em nossa felicidade? Qual é o ponto gravitacional das nossas rotinas e expectativas? Esse modelo de vida que coloca o trabalho como meio e fim (leia-se: veículo e finalidade) de nossos dias e vontades parece estar caducando. Bem como essa noção de que uma vida de excessos de consumo, que só seria conquistada por submissão incondicional a um emprego, também está. 

É hora perceber que ressignificar o trabalho está intimamente vinculado a encontrar uma nova, e possivelmente melhor, maneira de se viver a vida. Afinal, uma ocupação, um oficío ou algo com que se ocupar é essencial. Mas resumir-se a isso parece injusto com nós mesmos – e com a pluralidade com a qual podemos existir.

Ressignificar os propósitos de vida

Tendo já questionado sobre relacionamentos e trabalho, poderíamos seguir falando sobre temas importantes como corpo, gênero, sexualidade, alimentação… Mas, no final das contas, estamos chegando no ponto central de verdadeiramente ressignificar os propósitos de vida. Ou seja, aquilo que nos motiva e nos preenche.

O isolamento social faz isso com a gente: nos coloca sozinhos e reflexivos. E, então, nos perguntamos: qual é o meu propósito? O que é esse propósito? Eu o crio ou deixo que o criem para mim? O que é mudar esse propósito? Ele está ligado a coisas supérfluas ou ao meu “eu” genuíno? O que é a felicidade plena e o que é apenas prazer momentâneo? E nesse o que é, o que é, nunca se esqueça de:  

Viver e não ter a vergonha de ser feliz!

E tem muito papo bom para pensar mais sobre isso

Levantar esses questionamentos, para conseguir encontrar repostas ao longo do tempo, fica mais fácil a partir do diálogo. Embora a solitude seja extremamente importante para encarar questões existenciais; é nas trocas que conseguimos expandir nosso repertório e encontrar diferentes maneiras de se ver o mundo.

Por conta disso, convidamos Rafa Brites, apresentadora e influenciadora de jornadas, para uma conversa no Zencast, nosso podcast sobre saúde emocional. Na entrevista conduzida por Izabella Camargo, Rafa nos guia pelo seu pensamento, que tem se revolucionado durante a quarentena.

A seguir, você pode conferir alguns dos principais pontos discutidos entre elas.

Saiba observar

Vivemos numa sociedade voltada muito para a produção. Porém, Rafa nos convida a ir para um lado mais contemplativo, no lugar de estritamente produtivo no sentido prático. Para ela, saber observar-se – realmente se olhar, sem análises nem julgamentos – é a chave para encontrar momentos construtivos durante o isolamento. Nesse sentido, ela comenta:

Quando você consegue olhar para sua vida como observador, saindo daquela confusão e se colocando nesse outro papel, é possível concluir em qual momento, por exemplo, você deixou de confiar em si mesmo.

Permita-se parar de verdade

Dedicar-se a esse projeto de ressignificação, agindo sobre pontos tão fundamentais da vida, é mais difícil de realizar dentro de uma rotina acelerada. Então, já que agora o mundo está pedindo para que paremos, usemos dessa oportunidade para de fato fazer uma pausa. No Zencast, Rafa compara a situação atual com um trem que finalmente cessou:

Nós estávamos andando num trem muito rápido. E se pulássemos, iríamos nos machucar. Mas, agora, o trem parou. Então, se tem um momento de dizer “eu vou descer, eu vou mudar”, esse momento é agora! 

Volte a sonhar

Ter metas é bom. Em geral, é algo essencial para seguirmos em frente. Só que metas, por si só, são apenas isso: pontos a serem alcançados; números a serem superados. Nossa vida, porém, é muito mais do que apenas bater metas. Por isso, é possível dar um novo significado para esses objetivos, que deixam de ser meros números e viram sonhos. Não é à toa que Rafa comenta o seguinte: 

Ressignificar é o caminho para voltar a sonhar.

Ressignificar para de fato viver!

A fim de concluir, vamos deixar claro: não, nós não precisamos de crises. Nós podemos crescer e nos desenvolver mesmo nas melhores condições – ou ainda: especialmente nas melhore condições. Mas uma crise tem sempre o potencial de abrir nossos olhos para o que pode ser melhorado.

Na crise atual, que se mostra indo muito além da pandemia, estamos entrando em contato com questões verdadeiramente profundas. Então, vá fundo. No seu ritmo e dentro dos seus limites. E, se não souber por onde começar, venha ouvir o episódio completo do Zencast com a Rafa Brites. 

Ressignificar não acontece de uma hora para outra. Comece por onde for possível e lembre-se: você não está sozinho. Se esse período estiver desgastante emocionalmente para você, não hesite em procurar ajuda. 

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

MAPA MENTAL: O QUE É, PARA QUE SERVE E COMO FAZER O SEU

Qual a função de uma mapa? 

Fazer com que cheguemos ao destino não é mesmo? O mapa ajuda a chegar aonde queremos e de forma mais prática, especialmente com um mínimo de erros. Se o mapa estiver certo, conseguiremos alcançar o destino. Com os mapas mentais acontece algo parecido.

Para que servem os mapas mentais?

Os mapas mentais servem para melhorar o aprendizado, organizar informações, gerenciar o seu dia, desenvolver um plano de carreira, preparar uma apresentação, elaborar e gerenciar projetos, estudar para uma prova importante e resumir livros , por exemplo.

Um mapa mental possui como centro um tema e vai se ramificando a partir de palavras ou imagens que conectam  ideias e informações ligadas ao tema central.

Para criar o seu

Para criar um mapa mental, o primeiro passo é escrever ou desenhar a ideia central ou o tema no centro de um página e ao seu redor desenhar um balão.

Você pode escolher uma cartolina, uma folha de caderno ou quadro branco ou pode ainda usar aplicativos que facilitem a tarefa de criar esses mapas. No final desse post compartilharei alguns aplicativos para que você crie seu mapa mental.

Depois de escolhido o tema central vá puxando ramificações a partir dele. Essas ramificações representarão os pensamentos e ideias que estão relacionados ao tema. Desenhe quantas ramificações forem necessárias e subdivida-as em outras, caso preciso.

Não tenha medo se o seu mapa ficar enorme ou se não for tão bonito quanto os mapas do experts nisso, mas foque na serventia do seu mapa. Se ele faz sentido para você e cumpre o propósito para o qual foi feito, está tudo certo.

6 dicas para a criação de mapas mentais

mapas mentais

Antes de criar seu primeiro mapa mental leia com atenção as instruções abaixo, ela facilitarão o processo:

1 – Utilize uma única palavra ou um frase curta para cada linha  ou tópico, pois o mapa mental é visual;

2 – As palavras chaves devem ser escritas com letra maiúscula e o resto com letras minúsculas de preferência;

3 – Cada palavra, frase ou imagem deve ocupar apenas a sua linha, ou seja a sua ramificação, mas podendo se subdividir;

4 – As linhas das ramificações devem ser curvas e não retas e nem angulares, dessa forma fica mais fácil visualizar as conexões;

5 – Se fizer seu mapa mental à mão e não com a ajuda de um app, tenha em mente que as linhas devem ser mais espessas no centro e progressivamente mais finas à medida em que se afastam do centro;

6 – Use cores diferentes para tornar o seu mapa mental mais agradável e também para distinguir os tipos de ideia ou ainda os níveis de cada tema.

Aplicativos e sites para criar os seus mapas mentais

Conforme prometido no início da postagem, eis aqui uma listinha básica de aplicativos e sites nos quais você pode criar os seus mapas mentais. Alguns são pagos com versões gratuitas. explore todas as funcionalidades das versões grátis:

1 – GoConqr: um ambiente de aprendizagem, que além do recurso de mapas mentais possui muitas outras ferramentas interessantes. É possível usar a versão para desktop ou ainda o app para IOS ou Android

2 – Mindmeister – ferramenta online de mapeamento mental disponível para desktop, IOS e Android. Possui plano básico para até 3 mapas mentais e planos pagos a partir de USD 4,99.

3 – Mindomo – bem parecido com O Mindmeister, mas com algumas funcionalidades a mais, como a integração com serviços em nuvem (Dropbox e Google Drive), vídeo e áudio e mapas protegidos por senha. É bem mais caro que o anterior, mas também possui versão gratuita, mas restrita a três mapas mentais.

Para quem deseja ler livros

1- Mapas mentais, de Tony Buzan

2 – Mapas mentais e memorização para provas e concursos públicos, de Willian Douglas

Para quem tem um Kindle ou o app Kindle

1 – Mapeamento mental: guia passo a passo para iniciantes

Desafio

Aprenda mais sobre mapas mentais e comece a elaborar os seus para ajudar na organização do estudos, dos seus projetos e do que mais desejar. Essa ferramenta incrível pode fazer muito por você. Que tal fazer o seu primeiro mapa mental agora mesmo? Qualquer dúvida não hesite em deixar um comentário.  Grande abraço!

COPIADO: https://emprelas.com/

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

PROGRAMA DE IDEIAS - FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO

Este artigo é uma resposta aos inúmeros pedidos de socorro que recebo via e-mail: são profissionais responsáveis pela implantação de um programa de ideias ou por programas que não decolaram ou murcharam com o tempo.

Os sistemas de geração de ideias demandam mais do que a instalação de um software, por melhor que ele seja.

Veja os aspectos que considero fundamentais
  • Customização
Nestes projetos, benchmarks são freqüentes. Entretanto, os programas de ideias precisam estar profundamente sintonizados com a empresa. Eles variam conforme o tipo de inovação desejada, a cultura da empresa, expectativas, tamanho e estrutura da empresa, o nível sócio-cultural dos participantes, maturidade com processos de inovação, etc. Um exemplo: algumas empresas reconhecem ideias apenas por elas terem sido apresentadas, antes mesmo de elas terem sido aprovadas. Isto é certo? Funciona ou provoca ideias inúteis, que serão apresentadas só para a obtenção do reconhecimento? Esta é uma das opções que vai variar em função da cultura da empresa e da mudança cultural que se quer atingir.
Portanto, antes de orientar o desenho do programa, faço um diagnóstico sobre os aspectos citados e expectativas em vários níveis.

  • Propósitos
Os programas mais fáceis de administrar tendem a ser os que atendem a propósitos claros e acordados entre todos, como no caso da redução de custos.
Porém muitas empresas optam pelos programas de ideias, sobretudo para estimular a Cultura de Inovação.
Na verdade, todo o programa se beneficia nesses dois aspectos, mas mexer com cultura organizacional envolve mais variáveis, inclusive
líderes informais mais ou menos propensos a aceitar mudanças.

Por isso, elaboro junto com a empresa um Plano de Adoção que procura ver formas de mobilizar as pessoas favoravelmente

  • Apoio da cúpula
Como em qualquer programa, o apoio da cúpula é fundamental, e quanto antes ele vier melhor
Diretores podem ser conquistados por meio das próprias ideias, que bem comunicadas mostrarão os benefícios do programa


  • As Gerências
Gerentes nem sempre atuam na apresentação das ideias, mas quase sempre se espera que motivem a participação, avaliem ideias e dêem
espaço para que elas sejam implantadas.
Para tal, realizo palestras de sensibilização, bem como treinamento em avaliação e adaptação de ideias e feedbacks às ideias não aceitas


Negligenciar o preparo e reconhecimento aos gerentes pode criar um grande gargalo, e conflitos posteriores entre gerentes e suas equipes.

Implementação das Ideias
Mesmo recebendo premios, autores das ideias se frustram caso suas sugestões não sejam implementadas
Da mesma forma, o abandono a uma ideia, antes ou depois de sua avaliação diminui a credibilidade ao programa.

Um problema comum é a fila de ideias aceitas, mas não implantadas pela falta de tempo ou dinheiro para tal
Assim, insisto em um budget pré-definido, assim como permissão para a alocação de tempo para garantir a implementação

  • Aprendizado e Motivação Contínuos

A motivação é uma questão delicada, que deve ser monitorada frequentemente e estimulada de forma coletiva– com diferentes campanhas – e individual – com, por exemplo, a atenção que se dá aos feedbacks às ideias não aceitas.
Já o aprendizado envolve visão sistêmica da empresa, avaliação custo benefício de uma ideia e às vezes até da inserção da ideia no sistema.
Presenciei alguns programas nos quais a participação havia começado a decair e os colaboradores alegavam não ter mais ideias. Nessa
hora, promovi seminários sobre diagnóstico de oportunidades de inovação e geração de ideias e as contribuições voltaram a crescer.
A meu ver, estes são alguns “pulos do gato” dos sistemas de geração de ideias. Estou à disposição para ouvir, debater e contribuir.

Copiado: http://www.giselakassoy.com.br

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

ANÁLISE ORGANIZACIONAL - Termos Técnicos


BURNING PLATFORM
Capacidade da organização em formalizar, comunicar e compreender real e objetivamente as ameaças e oportunidades, transmitindo a certeza da necessidade de mudança.
LIDERANÇA
Existência de indivíduos que fornecem a direção a serem tomadas, as metas, a energia e a confiança necessária para a condução dos processos operacionais e melhoria da organização.
VISÃO
Existência de uma visão completa e objetiva da direção a ser perseguida pela organização.
FOCALIZAÇÃO
Capacidade da organização em focalizar os requisitos de seu mercado e focalizar os processos e pontos a serem trabalhados para o atingimento de seus objetivos.
ALINHAMENTO
Capacidade da organização em alinhar os objetivos de suas áreas e indivíduos com os objetivos maiores da organização.
CRENÇAS E VALORES
Existência de valores, crenças e normas que norteiem positivamente as decisões e ações da organização.
COMUNICAÇÃO 
A capacidade de distribuição eficiente de informações relevantes à organização em seus processos operacionais e de melhoria da organização.
MOTIVAÇÃO
A capacidade da organização em motivar os seus elementos a realizar as tarefas necessárias para condução dos processos operacionais e de melhoria da organização.
PARTICIPAÇÃO
Capacidade da liderança em envolver as pessoas nas atividades e capacidade dos indivíduos em participar nos grupos e equipes operacionais e de transformação.
INFRAESTRUTURA
Infraestrutura organizacional, física, material e humana para a condução dos processos operacionais e de melhoria da organização.
TECNOLOGIA
Tecnologia computacional, de produto, de processo e gerencial necessária para a condução dos processos operacionais e de melhoria da organização.
SISTEMA DE INFORMAÇÃO
Mecanismo de comunicação manual, computacional e visual exigentes para suportar o fluxo de informação geral da organização.

EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
Capacidade da empresa em desenvolver as pessoas para atuar adequadamente em seus processos operacionais e de melhorias. 
PLANEJAMENTO
Capacidade da organização em planejar os seus recursos, tanto para o desenvolvimento  das  atividades  operacionais, quanto  para  as  atividades de melhoria.
GERENCIA DE PROJETOS
Capacidade da organização em gerenciar o conhecimento existente sobre seus processos de produção, de apoio e de transformação.
MEDIDAS DE DESEMPENHO
Existência de mecanismos de avaliação de desempenho que possibilitem a orientação das tomadas de decisão, avaliação de desempenho dos processos, avaliação dos indivíduos.
PRODUTOS E SERVIÇOS
Capacidade da organização em prover produtos e serviços adequados ao mercado em que ela atua.
CULTURA EMPRESARIAL
É o conjunto de valores em vigor numa empresa, suas relações e sua hierarquia, definindo os padrões de comportamento e de atitudes que governam as ações e decisões mais importantes da administração.
BENCHMARK
Padrão ou ponto de referência para a comparação entre produtos, produtividade, serviços, processos, etc.
Em geral indica um referencial de liderança.
O objetivo costuma ser descobrir como as empresas líderes realizam alguma coisa e tentar imitar ou superar o desempenho dessas empresas.
BRAINSTORMING
Esta é uma expressão da língua inglesa que significa literalmente tempestade cerebral e designa o processo de solução de problemas pelo qual os participantes de um grupo, quando confrontados com um problema, geram inúmeras soluções sem direito a formular nenhuma crítica.
VANTAGEM COMPETITIVA
É o diferencial que a empresa possui frente aos seus concorrentes e que deve ser utilizado objetivando o sucesso empresarial.
CICLO DE VIDA DO PRODUTO
ü Lançamento
ü Crescimento
ü Maturidade
ü Declínio
REENGENHARIA
É um  esforço  organizado,  conduzido  de  alto  a  baixo  em  uma  companhia,  com  o objetivo  de  rever  e,  tanto quanto possível  e  necessário,  reformular completamente  seus  principais processos  de  trabalho,  de  forma  a aumentar  suas  vantagens competitivas.
DOWNSIZING
É uma expressão da língua inglesa que significa literalmente reduzir o tamanho de uma organização, especialmente pela redução planejada do número  de empregados, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a flexibilidade e adaptabilidade da organização.
EMPOWERMENT
Teoria de administração de recursos humanos que sustenta que a motivação individual aumenta e os resultados melhoram quando são dadas às pessoas oportunidades de participar com maior envolvimento e poder decisório no seu trabalho e nas metas a elas pertinentes.
TERCEIRIZAÇÃO
Quando se transferi para outras empresas as atividades não essenciais de determinada empresa.
FEEDBACK
  Processo, por meio do qual, a saída do processo é, em parte, utilizada para realimentar a sua entrada, de modo a regular a forma de funcionamento.  É usado com o sentido de avaliar o resultado de um processo e informar, ao responsável por ele, esse resultado e o que deve ser feito para o seu aprimoramento.
LEI DA ENTROPIA
Princípio físico  e químico aplicado às organizações  e que diz que à medida que a organização aumenta, tende a aumentar a desordem no seu interior, isto é, os desperdícios e  as disfunções tendem a proliferar.
STAKEHOLDER
 Palavra da língua inglesa que significa todo aquele que é direta ou indiretamente afetado pelas atividades da organização e que também a afeta.
TOMADA DE DECISÃO
Processo de identificar problemas e oportunidades e escolher uma linha de ação para solucionar o problema ou aproveitar a oportunidade.
UNIDADE ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS
 Parte ou divisão de uma grande empresa, organizada na estrutura divisional, que se constitui em centro de resultado e é administrada com alguma autonomia, possuindo essa divisão de objetivos específicos e estratégia própria de fazer negócios.
VANTAGEM COMPETITIVA
Vantagem sobre os concorrentes, oferecendo mais valor para os clientes, seja por meio de preços mais baixos seja proporcionando maiores benefícios que justifiquem preços mais elevados.
VISÃO SISTÊMICA
Habilidade para visualizar a organização como um conjunto integrado. 
Implica na capacidade de se posicionar no  ponto de vista da organização,  perceber como as várias funções são interdependentes e como  uma alteração em uma delas  afeta todas as demais.
Copiado:http://administracaonoblog.blogspot.com.br/

terça-feira, 29 de abril de 2014

Que Tal Promover um Brainstorming?


Sabemos que as mudanças no cenário mundial e local estão acontecendo o tempo inteiro, mal implantamos algo em nossa empresa e vem o mercado e dita outro rumo. 

Em momentos como esse é preciso tomar atitudes corajosas e ousadas  para não perder espaço.

Considerando isso, promover um Brainstorming (tempestade de ideias) é uma ação louvável para que sua empresa tome as devidas providências para não cair no marasmo-esquecimento dos seus clientes. 
  • Brainstorming é uma ferramenta altamente versátil que usa a criatividade de um grupo para gerar um grande volume de ideias para um projeto ou para solucionar problemas.
  • Brainstorming tem uma enorme quantidade de aplicações dentro de planejamentos de projetos e na solução de problemas.

E para que essa ferramenta tenha um valor real para sua empresa é o ideal é:
  • Que as dicas e ideias apresentadas sejam anotadas, por exemplo, num flip-chart ou quadro para que todos possam vê-las.
  • Que cada membro dê uma ideia por vez.
  • Registrar todas as ideias sem preconceito.
  • Que todos participem e que ninguém fique de fora.
  • Ter paciência quando as ideias solicitadas não saiam com certa rapidez.
  • E por último encorajar e incentivar os participantes de forma bem humorada  e profissional para que no final todos saiam ganhando com as ideias apresentadas.

Você que é líder de alguma forma na sua empresa, promova o quanto antes um Brainstorming e colha os melhores resultados possíveis para que todos possam ter sempre um rumo a seguir.



Fonte: Eugênio Sales Queiroz - http://www.qualidadebrasil.com.br/