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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Saiba Quem são as Pessoas que Trabalham para a Administração Pública


 Nesta segunda-feira, 16, boa parte dos municípios brasileiros acordou com novos prefeitos e vereadores. Eles foram eleitos no último domingo, em um dos pleitos mais concorridos da história. Contudo, os eleitores de 57 cidades – entre as quais 18 são capitais – irão novamente às urnas para definir seus chefes do Executivo no segundo turno. 

Com a mudança de prefeitos e representantes no legislativo, surge também a promessa de novas vagas no serviço público, que poderão ser preenchidas por meio de concursos públicos.

Quem deseja fazer carreira nessa área precisa saber, contudo, que há outras formas de entrar nesse segmento sem, necessariamente, fazer uma prova. Afinal, poucas pessoas sabem qual é a diferença entre agente político, agente público, servidor público e empregado público.

Ele ensina que agente público é o gênero e, para isso, ele menciona o artigo 2º da Lei de Improbidade Administrativa, que é a Lei n.º 8.429, de 1992: “Agente público, para os efeitos desta lei, é todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas no artigo anterior.”

Para ajudar os profissionais e estudantes de Administração a esclarecer essas diferenças, o Conselho Federal de Administração (CFA) foi atrás de quem entende do assunto. Segundo o administrador, analista de Gestão Pública do Ministério Público da União (MPU) e professor de Administração Geral e Pública de Gestão de Pessoas do GranCursos Online, Renato Lacerda, em geral as pessoas tendem a confundir muito os termos. “Elas consideram que estes sejam termos sinônimos, mas é importante ressaltar que não são”, explica o servidor público federal.

Renato Lacerda é administrador, servidor público federal e professor.

“Portanto, como podemos perceber, o conceito de agente público abrange, inclusive, particulares que atuam em nome da administração pública. Ou, ainda, por exemplo, dos mesários que trabalharam no processo eleitoral. Ainda que eles não recebam, eles são considerados agentes público”, explica Renato.

Espécies de agentes públicos

Agente público é o gênero e abarca várias espécies. 

Uma delas é a do Servidor Público. 

  • “Ele é um agente administrativo que ocupa um cargo efetivo. Este cargo é aquele em que a pessoa é aprovada por meio de concurso público, que pode ser de provas ou provas e títulos. Ou, ainda, o ocupante de cargo em comissão, que é de livre nomeação e exoneração. Eles são regidos por estatutos. Em âmbito federal, por exemplo, o estatuto do servidor civil é a Lei n.º 8.112, de 1990. Estes servidores, além de serem agentes administrativos, são sempre remunerados. No caso dos concursados, estes gozam de estabilidade após um período e passam por estágio probatório”, explica.

Outra espécie é o Funcionário Público. 

De acordo com Renato, este é um termo em desuso. 

  • “Ele equivale ao Agente Público, só que não é mais usual. As novas leis não assim tratam. Ele figura hoje, somente, no Código Penal, porque é muito antigo, data de 1940”, orienta.

Tem, ainda, o Empregado Público. 

Esta espécie de agente público não é regida por um estatuto e, sim, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e ocupa, portanto, um emprego público. Renato diz que, em geral, esses empregados integram os quadros das estatais, que são entidade da administração indireta – empresas públicas e sociedades de economia mista. “Eles também fazem concurso público, mas eles não gozam de estabilidade, ainda que a sua demissão seja precedida de procedimento administrativo próprio com certas garantias”, comenta, ressaltando outras diferenças. “Ao contrário dos estatutários, os empregados públicos fazem jus a seguro desemprego, FGTS e demais garantias constitucionais que são atribuídas aos trabalhadores em geral do regime celetista”, explica.


Por fim, o Agente Político é aquele investido em cargo público por meio de eleição, nomeação ou designação. Renato conta que a competência dele vem da própria Constituição. 

Quem são exemplos disso? 

  • “Os chefes do Poder Executivo em geral, os membros do Poder Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público, dos Tribunais de Contas, os ministros de Estado e os secretários das unidades da federação. É importante dizer que eles não se sujeitam ao processo administrativo disciplinar que é próprio dos servidores públicos estatutários, pois eles têm regime próprio de responsabilização”, responde o professor.

Há, ainda, os Agentes Delegados, que são particulares que têm a responsabilidade de exercer uma atividade específica. 

  • É o caso de empresas contratadas para fazerem, por exemplo, uma obra. Já os agentes honoríficos são profissionais não contratados pela administração públicas, mas exercem, temporariamente, uma função para o Estado. É o caso dos mesários, de membros do tribunal do júri, entre outros. A outra espécie de agente público é a do agente credenciado. Eles são pessoas que representam o Estado em alguma circunstância.

Copiado: https://cfa.org.br/

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Com prefeitos eleitos, população quer saber: quem será o Secretário de Administração?

 


Prefeitos de todas as cidades, eleitos nas últimas semanas, já estão articulando a formação da sua equipe de gestão.

O QUE MAIS INTRIGA OS PROFISSIONAIS DE GESTÃO É A DÚVIDA SOBRE “QUEM SERÁ O SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO?”.

A pergunta é uma das difíceis de ser respondida, mesmo porque a visão de muitos políticos é de não reconhecer a importância do profissional de Administração. Na foto principal, a sede do CFA, o Conselho Federal de Administração, autarquia federal que regulamenta e fiscaliza a atuação dos administradores e tecnólogos nas áreas da Administração.

Geralmente, os políticos, prefeitos, governador e presidentes de câmaras municipais acabam nomeando aliados políticos sem nenhuma formação para comandar a gestão das prefeituras, governos e câmaras municipais. Raramente essa receita da amizade e parceria dá certo.

CABIDE DE EMPREGO POLÍTICO É O PRINCIPAL FATOR QUE FAZ A GESTÃO PÚBLICA AFUNDAR!

O recomendado é que os eleitos possam nomear profissionais de administração para ocupar os cargos estratégicos da gestão pública e priorizem uma administração de qualidade, de resultados e com foco no desenvolvimento.


Prefeitura de Fortaleza adiou o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário dos servidores devido a “imprevistos financeiros”

São poucas as capitais que possuem administradores no comando das secretarias de administração ou de gestão. Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tem um administrador como Secretário de Gestão, por exemplo.

O que precisa ficar bem claro para os prefeitos, é que um administrador só está apto a desenvolver suas habilidades de gestão se ele tiver o registro profissional no conselho de classe, assim como o médico precisa ter o CRM, o advogado ter a OAB, o corretor de imóveis ter o CRECI, o engenheiro ter o CREA, entre outras profissões regulamentadas.

Um dos grandes desafios do mercado brasileiro é fazer com que os administradores tenham a devida qualificação para assumir uma secretaria municipal, ainda mais em período de pandemia onde as contas públicas e a administração como um todo podem estar a beira de um colapso.

Outro desafio que parece não ser favorável à população é a visão dos tribunais de contas nos Estados. Não há indicadores de que os TCEs pressionem os prefeitos para implantarem uma eficiência administrativa com a contratação e alocação de mão de obra especializada.

Em algumas regiões, a cobrança é feita apenas com resultados, mas não há a pressão para que prefeitos coloquem nos cargos pessoas estratégicas e com formação adequada.

Prefeitura do Rio de Janeiro não tem dinheiro para o décimo terceiro salário dos servidores públicos. Situação é delicada e caos na gestão pública está em todas as secretarias

Nos grupos de WhatsApp, há muitos comparativos bastante populares para mostrar na prática que “administrar é para profissional de administração”. Uma das mensagens diz que “não se contrata um médico para desenhar a planta de uma casa”, ou que “não se contrata um engenheiro para defender um cliente no tribunal de justiça”, ou seja, cada profissional da sua área. Então, porque colocar médicos para cuidar da gestão da saúde? porque colocar advogados para administrar? engenheiro para planejar equipes?

São reflexões como essas que os prefeitos precisam se atentar. Prefeito que não nomear técnicos nas áreas da gestão e preferir colocar “apadrinhados políticos”, terão inúmeros problemas com implicações na justiça, lei de responsabilidade fiscal, tribunal de contas da união, controladoria geral da união, adquirir recursos federais e não conseguir prestar contas, contratação de mão de obra errada sem resultados benéficos para a população, e ampliação da dívida pública levando o município à falência.

OUTRO PROBLEMA QUE OS PREFEITOS ENCONTRAM COM ERROS DE GESTÃO É O FRACASSO NA REELEIÇÃO E DIFICULDADES DE FAZER UM SUCESSOR POLÍTICO.

Prefeitos precisam se reunir com os profissionais de administração e com os conselhos regionais de administração, e traçar uma estratégia em conjunto para salvar a gestão pública.

FICA A DICA DO PORTAL DF INFORMA AOS NOVOS PREFEITOS DO BRASIL.

Copiado:  https://dfinforma.com.br/

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

28 de outubro - Dia do Servidor Público

 


O que faz um servidor público?

É fácil saber. Basta ir a uma repartição na prefeitura, ter aula com um professor numa escola estadual, pedir informações a um funcionário do Banco do Brasil ou conhecer um agente de saúde. Pois bem, todas essas pessoas exercem um cargo público.

Vamos entender melhor.

Público é aquilo que pertence ao povo, o que pertence a todos, à coletividade 

O cargo público é criado por lei, e quem paga o salário são os cofres públicos, ou seja, toda a população, através dos impostos.

O serviço público se relaciona com o governo federal, estadual ou municipal. 

Apesar disso, o servidor público não trabalha para o governo, ele trabalha para a população.

O serviço público atende as necessidades essenciais da população, como saúde, segurança e educação. 

Todos os cidadãos têm direitos a esses serviços, que são para o benefício de todos.


Como uma pessoa é admitida no serviço público?

Por meio de um concurso aberto a todos. 

Os deveres e direitos dos servidores públicos estão definidos na nossa Constituição. 

O trabalho do servidor público é muito importante para todos nós. 

Nosso bem-estar depende da qualidade do trabalho dos servidores públicos, em hospitais, escolas ou repartições.

Mas há muitos problemas. Você deve saber que alguns servidores não cumprem bem suas funções. Há muita burocracia, o serviço é lento e deixa a desejar.

Por isso mesmo, é muito importante a gente entender o que é o serviço público e qual o papel do servidor.

A ética, a eficiência, o respeito e a cordialidade são obrigações de todas as pessoas que trabalham para o bem comum. 

Todos nós precisamos dos serviços públicos

Espera aí, e os políticos?

Claro, os cargos políticos também têm como objetivo o bem comum. 

Os agentes políticos também trabalham para o bem público. 

São os prefeitos e vereadores, os governadores e deputados estaduais, o presidente da república e os deputados federais e senadores. 

No entanto, os políticos não prestam concurso, mas são eleitos pelo voto.

Se ganham a eleição, passam a ter um mandato público, que tem início e fim. 

Por isso os políticos servem a população apenas durante o período para o qual foram eleitos.


Também não são regidos pelo Estatuto do Servidor Público e não têm cargo vitalício.

Antes da existência do Estatuto dos Servidores Públicos, que foi criado em 1990 para regulamentar a profissão, os servidores eram chamados de funcionários públicos. 

Bem, agora que você já sabe como é importante o trabalho de um servidor público, pare e olhe em volta. 

Com certeza você conhece um servidor público que tem todas aquelas qualidades (ética, eficiência, respeito e cordialidade) e mais algumas. 

É a ele que você vai prestar homenagem no dia 28 de outubro.

Por: *Heidi Strecker é filósofa e educadora. 

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

CFA lança Simulador de Diagnóstico Municipal

 


O Índice CFA de Governança Municipal (IGM-CFA) traz mais uma novidade para os administradores públicos: o simulador IGM-CFA. Por meio dele, os gestores municipais poderão fazer simulações nos resultados obtidos no Índice, a fim de identificar qual seria a nota do município e a posição no 
ranking com os novos valores.

“A ferramenta se torna útil para municípios que não divulgaram as informações a tempo ou tiveram atualizações recentes nas políticas públicas”, explica o diretor de Gestão Pública do Conselho Federal de Administração (CFA), Fábio Mendes Macedo.

Para usar o simulador é simples, basta digitar o código do município e simular os valores no campo específico. O sistema já retorna a nova nota e o novo ranking. O sistema calcula e disponibiliza alguns gráficos que mostram as diferenças entre as notas. Além disso, divulga algumas recomendações nas variáveis com as menores notas.

O simulador está disponível apenas no acesso exclusivo. O IGM-CFA é uma ferramenta criada pelo CFA. Por meio dela, é possível medir a qualidade da gestão pública municipal. A proposta é que ela seja um referencial para os prefeitos elaborarem as políticas públicas dos municípios.

É fácil ter acesso exclusivo 

Como acessar: O acesso exclusivo é feito por meio do site: www.igm.cfa.org.br. No portal, o profissional de Administração clica na aba “Acesso exclusivo”. Quem ainda não tem login e senha para ter acesso ao estudo, é preciso fazer um cadastro. 

Uma vez preenchidas as informações solicitadas, é necessário aguardar a validação por e-mail. Após isso, o profissional de Administração terá acesso exclusivo ao IGM-CFA 2020.

http://cfa.org.br/ - Assessoria de Comunicação CFA - Facebook

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

CFA promove lançamento do IGM-CFA 2020

 Estudo acaba de ganhar nova versão. Levantamento consiste em uma métrica da governança pública nos municípios brasileiros a partir de três dimensões: Finanças, Gestão e Desempenho

Auxiliar gestores municipais a visualizar as necessidades e/ou boas práticas de sua região, priorizar políticas públicas, além de promover o debate sobre a importância da gestão municipal profissional. Esse é o objetivo do Índice CFA de Governança Municipal (IGM-CFA), estudo realizado pelo Conselho Federal de Administração (CFA) e que acaba de ser atualizado.

“A versão do IGM-CFA 2020 foi desenvolvida com intuito de reduzir discrepâncias identificadas em versões anteriores. A sistemática se manteve, sendo que as alterações realizadas se deram, basicamente, na implementação de outliers e no cálculo da meta”, explica o diretor de Gestão Pública do CFA, Fábio Mendes Mâcedo.

Atualmente a versão 2.0 da ferramenta abrange 5.569 municípios, com separação por clusters para agrupar e tornar o diagnóstico dos dados mais real. Houve, ainda, o acréscimo dos indicadores Saneamento e Meio Ambiente e das variáveis Taxa de Cobertura de Creche; IDEB 9º ano; Mortes no Trânsito e Tratamento de Esgoto. A nova metodologia também leva em consideração os outliers ou pontos fora da curva que são aqueles dados que se diferem de forma acentuada em relação ao grupo.

IGM-CFA

O estado de São Paulo ficou com a melhor média no IGM-CFA, com nota 6,25. Já o lanterna do ranking estadual é o Amapá, com 4,16, numa escala que vai de 0 a 10 pontos. Esse valor é calculado com base nas três dimensões: Finanças, Gestão e Desempenho. “O município que consegue gerir suas finanças, com base nas regras de boa gestão fiscal, aplicadas às ferramentas de gestão com intuito de fortalecer o planejamento e a excelência nos processos e, por fim, faz boas entregas à sociedade, alcança uma boa nota no IGM-CFA”, explica Fábio.

Os cinco municípios que lideram o ranking da Região Sudeste são do estado de São Paulo. Destaque para Votuporanga, que alcançou nota 8,47. Cidades de Mato Grosso dominam o ranking da Região Centro-Oeste. Nas regiões Norte, Sul e Nordeste houve um equilíbrio maior entre os estados.

Finanças

A dimensão Finanças analisa investimentos per capita em educação e saúde, índice fiscal, equilíbrio previdenciário e custo do legislativo. “Com base nos dados apresentados, foi possível perceber que os municípios brasileiros passam por um período de grave crise fiscal, sendo acompanhada de uma crescente demanda por serviços e gastos públicos”, reflete Fábio.

Contudo, o diretor explica que alguns municípios estão conseguindo superar tais desafios. “O IGM-CFA foi criado com esse objetivo: mostrar as melhores práticas do país para que sejam replicadas”, diz. Nessa dimensão, o município Água Boa, em Mato Grosso, alcançou nota 9,49 e lidera o ranking em Finanças. 

Confira, abaixo, os 10 melhores municípios na dimensão Finanças:

 Gestão

Pérola D’Oeste, no Paraná, alcançou a melhor nota em Gestão: 9,49. Esta dimensão busca avaliar os instrumentos que são utilizados pelos municípios que facilitam a gestão dos recursos públicos. “Ter profissionais capacitados torna-se essencial na geração de valor público, uma vez que o planejamento, captação de recursos, estudos, projetos e processos são mais bem executados quando entram em cena pessoas com conhecimentos específicos em tais áreas”, explica o conselheiro do CFA.

A seguir, conheça os melhores municípios com notas na dimensão Gestão.

 Desempenho

O quanto o município arrecada, investe e gerencia seus recursos vai refletir no Desempenho. Esta dimensão reúne indicadores na área de educação, saneamento e meio ambiente, saúde, segurança e vulnerabilidade social. Os dez melhores municípios nessa dimensão são da Região Sudeste, sendo que sete fazem parte do estado de São Paulo. Adamantina lidera o ranking, com nota 9,52. 

“As entregas efetivas à sociedade são relacionadas da forma como o recurso público é disponibilizado e como é feita sua gestão. O recurso em quantidade suficiente, porém mal gerido, não alcança seu objetivo. Por isso, a dimensão Desempenho pode ser considerada como a mais importante, pois avalia realmente a realidade municipal, entretanto para se alcançar bons resultados nesta dimensão, as anteriores – Fiscal e Gestão – são imprescindíveis”, avalia Fábio Macedo.

Confira o ranking dos dez melhores municípios na dimensão Desempenho.

 Saiba mais

Para ter mais detalhes do IGM-CFA 2020 basta acessar o site http://igm.cfa.org.br.  No portal, é possível ver o ranking completo dos oito grupos de municípios e ainda fazer comparações. O site também tem o acesso exclusivo para os profissionais de Administração, com informações complementares do Índice. Além disso, a CGP/CFA fez uma análise completa com a visão geral do Brasil. Para acessar o estudo completo, clique aqui e faça o download do documento.

Assessoria de Comunicação CFA - http://cfa.org.br/