QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Gestão Opressora

Ludwig Wittgenstein filósofo austríaco considerado um dos maiores do século XX, disse que "Os limites da minha linguagem são também os limites do meu pensamento".

Uma das competências essenciais atemporais para o sucesso nas organizações é a comunicação.  

O principio é basicamente simples apesar disso não significar que seja fácil. Uma mesma mensagem passada a todos os funcionários não pode ser compreendida de forma distinta por cada um deles, pois acarretaria no risco de não atingir as metas e objetivos da organização nos prazos acordados.

Segundo Paul Grice filósofo britânico especialista em linguagem existe um conjunto de máximas que ele chama de principio da cooperação, elas garantem a clareza, coerência e objetividade da comunicação.

 São elas: 
  • Da Quantidade de informação necessária a ser passada; 
  • da relação entre as informações relevantes ao assunto tratado; 
  • da relevância do assunto em relação ao objetivo da conversa e do modo, qual o vocabulário pertinente para passar estas informações.


Baseado nestas máximas pode-se inferir que, por exemplo, o “estrangeirismo” usado em excesso nestes chamados “jargões” ferem diretamente o modo e quantidade da informação, pois muitas vezes esses termos não são compreendidos, comprometendo assim completamente a clareza da mensagem.

Alem disso existem “modismos” importados de nações ou empresas que antes de ser esclarecidos, ou melhor, traduzidos para a linguagem local da organização são incorporados a linguagem da alta diretoria que começa a utilizá-los indiscriminadamente de forma opressiva aos demais colaboradores, na realidade sinalizando que eles detêm o poder e o conhecimento dentro da organização.

Com isso segundo o filosofo austríaco Ludwig Wittgenstein gerando uma limitação de pensamento do próprio gestor.

Por outro lado, segundo a gramática normativa o uso do “estrangeirismo” nos casos em que exista uma expressão equivalente na língua portuguesa é considerado um vicio de linguagem chamado de “barbarismo”, já que há muito tempo atrás para os latinos, qualquer estrangeiro era chamado de bárbaro. 

Se ampliarmos o significado do termo barbarismo, chegamos ao significado contemporâneo para crueldade, que se encaixa muito bem no ambiente corporativo atual de algumas empresas.

A crueldade organizacional sustenta o exercício do poder organizacional através de algumas ferramentas como: manipulação da comunicação; centralização do conhecimento; insensibilidade burocrática; estrutura impessoal de gestão.

Esta crueldade organizacional propicia um ambiente fértil para a implementação desta gestão opressora tanto dos colaboradores (clientes internos) como dos clientes propriamente ditos.
Indo assim de encontro ao conceito de gestão moderna baseada na delegação como ferramenta de desenvolvimento, liderança compartilhada, transparência de informação, negociação, respeito, comprometimento, inovação e principalmente voltada para resultados.

Em minha opinião todas as empresas estão inseridas neste ambiente de crueldade e praticam em algum grau este estilo de gestão opressora conscientemente ou inconscientemente.  

Usemos o exemplo de insensibilidade burocrática, basta observar o atendimento despendido ao cliente por grandes empresas que se escondem atrás da burocracia ao se relacionar com os seus clientes.

Não concorda! Então experimente reclamar do produto ou serviço da maioria das organizações que atuam no setor aéreo, telefonia, montadoras, saúde, financeiro, e-commerce (olha o estrangeirismo), varejo dentre outros.

Nunca na historia da humanidade as pessoas tiveram tanto poder sobre as empresas seja dentro como fora delas.

Os colaboradores e gestores representam a parte de dentro da empresa, basta não ser competente, não fazer o que deve ser feito e se não aprimorar para comprometer os resultados da empresa. Já os clientes são a parte de fora, basta deixar de comprar os produtos ou serviços de determinada empresa para comprometer seus resultados. 

Saber qual o grau de gestão opressora e crueldade organizacional em sua empresa será determinante para a sua sobrevivência no século XXI. 

Fonte:Roberto Recinella  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 29 de maio de 2014

As Cinco Primeiras Gerações do Marketing

Conceituados especialistas vêm afirmando que a
Primeira (1ª) geração do Marketing no Brasil ocupou as décadas de 50 e 60, caracterizando-se pela utilização relativamente envergonhada da palavra “marketing”. Tanto é que muitos empresários usavam as palavras “comercialização”, “mercadologia” e até a expressão “mercadagem” para traduzir a ciência mercadológica.

Poucas organizações utilizavam algumas ferramentas do Marketing como vendas, promoções, propaganda, distribuição de forma desorganizada e espalhada por áreas distintas na empresa. Outras até possuíam um setor de “Pesquisa e Desenvolvimento” que era utilizado exclusivamente sob a ótica da “Produção”, ficando submissa a esse setor.

À exceção de algumas filiais americanas, nas demais organizações brasileiras existia um esboço da área de Marketing camuflado com títulos como “Departamento de Expansão” ou “de Desenvolvimento”. Isto é, em sua primeira geração, o Brasil recebeu a novidade com cautela e medo, diante da força da palavra Marketing e dos seus segredos.

A Segunda (2ª) geração do Marketing ocupou toda década de 70, onde a estrutura de distribuição das organizações passou a ter nos auto-serviços um novo traço cultural. Nas grandes cidades brasileiras multiplicaram-se os supermercados, instalaram-se hipermercados e, após anos de costume das pessoas comprarem em lojas de ruas, finalmente surgem os shoppings centers que feriram mortalmente as lojas de departamento.

A televisão consagrou-se como a “mídia das mídias”, possibilitando coberturas inimagináveis e obrigando os anunciantes a tirar proveito do magnetismo oferecido por ela. Conseqüentemente, o comercial de TV avançou sobre os investimentos que antes eram canalizados para outras mídias convencionais.

As rádios também se modernizaram, oferecendo estações FM. As revistas e publicações, as quais eram voltadas ao público genérico iniciaram timidamente seus primeiros movimentos na direção da segmentação e da especialização. Todas essas novidades exigiram das empresas uma maior organização de seus organogramas e, especialmente, nas atividades que estavam espalhadas por diferentes setores – e que hoje conhecemos como as “ferramentas do marketing”.

Dessa forma, a segunda geração do Marketing passou a merecer um espaço reservado nos organogramas das empresas, dando origem às figuras do Gerente e do Diretor de Marketing que gastaram bom tempo na tentativa de ocupar o espaço a eles reservado.

Terceira (3ª) geração do Marketing ocupou parte da década de 80 e, na medida em que as resistências foram sendo gradativamente superadas, ocorreu uma enorme adesão às verdades do Marketing. Em função disso, ele passou a ser entendido como uma função que deve ser compartilhada por todos na organização e não apenas do Diretor (ou do Gerente) de Marketing.

Na verdade, a responsabilidade – inicial e final – do Marketing passou a ser de competência exclusiva do presidente da organização e, objetivamente, pode-se dizer que nessa época as empresas substituíram todos os espelhos por janelas e passaram a olhar, analisar e sentir o mercado de forma mais organizada.

Dessa forma, durante parte da década de 80 muitos executivos passavam seus dias olhando em espelhos debruçados sobre as janelas, contemplando sobre o mercado e realizando grandes descobertas. A principal delas foi a de que existia – no mercado – um valor da empresa muito mais importante que todos os outros valores: _ a imagem que as pessoas têm dela.

À medida que passaram a se conhecer as organizações descobriram que precisavam se organizar melhor, antes de se exporem. Sendo assim, a preocupação com o planejamento e a formatação de suas identidades corporativas tornou-se uma obrigação das melhores empresas da Quarta (4ª) geração do Marketing.

Portanto, encontrou-se na quarta (4ª) geração do Marketing um grande empenho das organizações, a fim de definir sua identidade corporativa que pretendem divulgar, no sentido de aprimorar – na cabeça dos seus consumidores – uma imagem de liderança, respeito e admiração.

Finalmente, nessa etapa as empresas reconheceram aquele que é o maior de seus ativos, infinitamente maior que a soma de todos os outros patrimônios tangíveis: _ a sua imagem.

O Marketing da Quinta (5ª) geração foi marcado pela utilização de novas tecnologias, as quais criaram condições para voltarmos a praticar o Marketing praticado na pré-história – o Marketing “Um-a-Um” (Individualizado). Essa possibilidade foi garantida – principalmente – pela utilização do computador cada vez mais leve, barato e veloz.

O computador proporcionou ao Marketing o coração de uma nova sistemática: _ a aplicação do Database Marketing. Conforme os autores Rapp e Collins a “Era do Maximarketing” trazia um conceito básico, o qual era poder praticar um Marketing de eficácia quase absoluta. Ou seja, um Marketing sem desperdício.

Sendo assim, os escassos recursos empresariais passaram a ser aplicados de forma precisa em comunicações que produzam e multipliquem os resultados, deixando de lado o acaso que sempre esteve presente nas mídias de massa. Dessa forma, a geração do Maximarketing se caracterizou pelo reconhecimento de que é possível praticar-se um Marketing sem desperdício, onde os resultados são passíveis de mensuração.

Além disso, a introdução do Database Marketing marcou o reencontro do Marketing com aquele que era praticado em sua pré-história. Isto é, o marketing do “freguês de caderno”, do “armazém do seu Antônio” que conhecia todos os seus clientes pelo nome, endereço e preferências e mandava o “menino” avisar assim que ele recebia produtos procurados pelos seus fregueses.



Fonte: Julio Cesar S. Santos -http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 28 de maio de 2014

10 Maneiras de Lidar com um Chefe Difícil


Estabelecer uma boa relação com o chefe é o desafio de muitos profissionais. Se mesmo depois de muitas tentativas você ainda não obteve sucesso, pode ser que o seu chefe seja considerado uma pessoa difícil. 

Lidar com esse tipo de personalidade exige muita calma e estratégia. Se você não sabe como acalmar os ânimos, confira 10 dicas simples que podem ajudá-lo no processo:

 1. Não leve para o lado pessoal


Resista à tentação de acreditar que o seu chefe está perseguindo você. Isso faz com que você se sinta pessoalmente prejudicado e atrapalha não só a sua produtividade como também a convivência no ambiente de trabalho. Ao invés disso, encare o comportamento dele como consequência do estresse das altas demandas de trabalho.

2. Comunique-se da maneira correta


Para evitar dramas futuros, descubra o método de comunicação preferido do seu chefe. Ele é do tipo que gosta de saber de todos os detalhes ou prefere um panorama geral ao fim de cada projeto? Ele prefere ser informado em reuniões semanais ou via e-mail durante todo o dia? Esse tipo de esforço faz com que ele esteja mais aberto para se comunicar com você e entenda o que você precisa mais rapidamente.

 3. Documente tudo


Quando seu chefe pede alguma coisa, dê um jeito de conseguir a recomendação por escrito. Você precisa criar um arquivo com todos os pedidos feitos por ele. Se as instruções forem dadas verbalmente, peça confirmação via e-mail, só para garantir que você entendeu tudo. Isso resguarda você em caso de um problema com os superiores.

 4. Entenda os problemas dele


Embora pareça muito complicado, tente entender que seu chefe também tem problemas e que isso pode estar causando esse tipo de comportamento exagerado. Procure alguma maneira de ajudar, talvez se ele se sentir menos pressionado o relacionamento se torne mais simples.

5. Finja que ele é um cliente

Pare de pensar no seu chefe como uma simples irritação. Em vez disso, pense nele como um cliente do qual você precisa para ser pago. Tente satisfazer suas necessidades da melhor maneira que puder, estabelecendo uma relação conciliatória. Não é necessário seguir a máxima de que “o cliente sempre tem razão”. Mas procure concluir as demandas do seu chefe de maneira eficiente.

6. Não queime oportunidades

Resista à tentação de mandar seu chefe para lugares pouco ortodoxos. Embora isso pareça libertador no início, em longo prazo você pode ser prejudicado por esse tipo de atitude. Por mais estressante que seja conviver com o seu chefe, lembre-se de que ele é quem pode reconhecer o seu trabalho e fazer algo por você dentro da empresa. Portanto, evite queimar oportunidades em momentos de raiva.

7. Entregue o máximo que puder
Habitue-se a entregar ao seu chefe mais do que ele pede. Se você providencia todo o necessário e ainda consegue adiantar seu trabalho o seu chefe terá poucas considerações negativas a fazer sobre o seu trabalho. Seja uma pessoa mais eficiente do que ele espera.

8. Estabeleça limites
Não é porque ele é seu superior que você pode aceitar todo tipo de comportamento negativo. Por mais que você precise do emprego, é fundamental que você imponha os seus limites. Entenda que você é o principal responsável pelos maus hábitos do seu chefe. Não deixe que ele se acostume com aquilo que incomoda você. Estabeleça os seus limites e deixe claro que você não vai desrespeitá-los.

 9. Seja flexível
Bater de frente com o seu chefe não vai trazer benefício nenhum, portanto, elimine essa opção da sua lista. Ao invés disso, tente ser uma pessoa mais flexível, aberta a mudanças. Se você está preparado para lidar com um comportamento volátil, dificilmente se sentirá abalado pelas surpresas que seu chefe prepara para você.

 10. Encontre uma inspiração
Diversas pessoas já passaram por situações parecidas. Encontre alguma que inspire você e passe a agir como essa pessoa. Pode ser complicado sair de uma situação assim sozinho, portanto, toda ajuda deve ser bem-vinda.
 Autor: http://noticias.universia.com.br/

terça-feira, 27 de maio de 2014

Negociação Científica

O mercado de capacitação vem trazendo, há muitos anos, o que há de mais atualizado nos temários relacionados ao desenvolvimento profissional humano, através de diversos meios, tais como, cursos, palestras, seminários, treinamentos, consultorias, dentre outros formatos, acadêmicos e empresariais.

Temas, bem  como, técnicas de venda, marketing pessoal, liderança, empreendedorismo e motivação são publicados em diferentes inserções, customizadas, para os mercados, corporativo, social e consumidor.

Entretanto, em uma perspectiva histórica, tais conceitos sempre foram apresentados  de uma maneira polarizada, não tão visível, por exemplo, em uma ótica mais associativa e ao mesmo tempo, mais equalizada. Já, nos últimos anos, este segmento passou por um período de transição temático-conceitual, onde o assunto que antes era tratado com um teor mais místico e mágico, e menos cartesiano e racional, hoje é abordado em um modelo mais técnico-conceitual.

É correto afirmar que, atualmente, os conceitos que antes eram relacionados às negociações, por exemplo, ganharam um ‘corpo’ mais científico, e até mesmo matemático, em um cenário temporal, dividido, entre o período anterior, em que se dizia: ‘’vender é uma magia’’, e o período atual, em que se diz: ‘’vender é uma ciência’’, planejada e pontual, pré-ocupada em  emocionar pela assertividade sobre as necessidades e desejos de seu cliente
.
Neste contexto,  com o desenvolvimento das ciências sociais, da psicologia, e de outras técnicas como a da PNL (Programação Neurolinguística), dentre outros estudos similares, podemos conceituar  tal cenário histórico em dois paradigmas
  • Antigo Paradigma: Vendas Negociações Marketing = ciência em desenvolvimento, magia, carisma, conceitos e métodos ainda não muito definidos. Arte misteriosa, sem conhecimento amplificado e mensurado.
  • Novo Paradigma: Vendas Negociações Marketing = ciência exata, fundamentada, matemática, que continua se desenvolvendo, entretanto, sobre conceitos já mensurados, e convenções de eficácia comprovada.  Bem como as fases de uma negociação postuladas: planejamento, prospecção, atendimento, fechamento, pós-venda, dentre outros conceitos.

Desta forma, atualmente, vendedores conseguem seguir de maneira mais uniforme efetiva as estratégias traçadas pelas empresas em que trabalham; um empreendedor consegue seguir em uma ordem quase que cronológica as ações necessárias para dar um ‘’star up’’ em seu negócio;  um departamento de marketing consegue acertar em seu ‘target ‘com mais pontualidade, com campanhas mais criativas e pertinentes,  e assim por diante.

Por outro lado, é visível o quanto a evolução da TI ( Tecnologia da informação) auxiliou todo este processo de mensuração e atualização dos negócios para o campo científico.
Já, em uma ótica epistemológica, é importante ressaltarmos que a palavra negociação não está somente associada com vendas de produtos e serviços. O processo cientifico de uma negociação está presente intrinsecamente nas relações humanas. Pois, o tempo todo, em nossas vidas, negociamos por diversas coisas, desapercebidamente.

Sobretudo, faz-se fundamental que tenhamos tais conceitos e ideias organizadas em nossa mente, de forma consciente, para que possamos não apenas usufruir de uma visão panorâmica, mas sim, também, conjugarmos nosso conhecimento sobre capacitação profissional, de maneira cientifica, com as necessidades e demandas de nossos negócios, individuais e profissionais.

Portanto, boa sorte e boas negociações!

Fonte: Daniel Lascani   - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Constelações Sistêmicas Organizacionais


Dificuldades de relacionamento com familiares ou sócios, dispensa de empregados, planejamento estratégico de negócios, lançamento de um novo produto ou serviço no mercado, situação financeira, atendimento a clientes, fornecedores, parceiros e todas as eventuais questões sobre as empresas. 

Esses assuntos fazem parte de um conjunto de preocupações dos gestores, que precisam constantemente de soluções práticas que sejam eficazes para tratar cada um destes temas.

As constelações sistêmicas organizacionais tratam destes assuntos de forma prática e não acadêmica. Os primeiros estudos foram feitos por um missionário de ordem católica que, anos mais tarde, tornou-se professor e psicanalista. Seu nome - Bert Hellinger.

Iniciou seus estudos como missionário em contatos com tribos africanas. Durante vários anos desenvolveu pesquisas que o levaram à conclusão de que membros de um sistema familiar ficam inexoravelmente implicados e podem gerar questões a serem examinadas pelas nas Constelações Sistêmicas Familiares, trazendo à luz influências sobre gerações futuras. Autor de muitos livros sobre o assunto, Hellinger tratou também dos mesmos sistemas em organizações.

Entre seus seguidores tivemos Gunthard Weber e Mathias Varga Von-Kibed, que trouxeram novos modelos e estímulos para empregar essa abordagem no contexto das empresas. Hoje existem muitos praticantes e centros de treinamento pelo mundo inclusive no Brasil.

Um sistema tem elementos interdependentes que equilibram a organização dentro de uma dinâmica.

 Vejamos os três princípios a considerar:

aCompensação: trata-se do equilíbrio entre dar e tomar, isto é as pessoas, nas organizações dão seu trabalho e recebem o justo pagamento. Sempre que alguém recebe mais ou menos que o devido, aparece uma dificuldade que reclama o retorno ao equilíbrio. Sempre que se dá gratuitamente algo, o sistema encara dificuldades, afetando a dignidade de quem recebe.

bPertencimento: por estar vinculado constitutivamente à existência da organização, todos que pertencem a ela estão ligados ao seu nome, seus valores e objetivos. Trata-se do pertencimento a um grupo. Assim, se um empregado é demitido sem causa justa, todos na empresa sentirão a injustiça e o sistema desequilibra. É necessário que a causa e o efeito sejam esclarecidos para que o sistema volte ao normal.

c) Ordem: há sempre uma hierarquia a respeitar. O fundador, o presidente, diretores, gerentes e funcionários mais antigos. Reconhecer contribuições passadas não significa volta ao passado, mas reconhecer que elas existiram em outra época e devem ser honradas abrindo espaço para novas abordagens.

As Constelações Sistêmicas Organizacionais são desenvolvidas para atender às questões apresentadas por empresários e executivos. O termo “constelar” significa participar de uma seção que envolve representantes (pessoas) que agem num contexto especial, representando situações concretas atuais

A questão é apresentada ao facilitador (a) que dirigirá os trabalhos. O grupo é posicionado pelo cliente e forma um “campo de força” que, por fim e ao cabo, demonstra a real situação apontando caminhos que levem às soluções.

A física quântica explica a formação do campo de força que inclui movimentos e processos inter-relacionados. As Constelações Sistêmicas Organizacionais são, atualmente, mais uma forma para complementar a boa gestão empresarial.

Fonte: João Baptista Sundfeld  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Não Odeie Os Ricos

Há uma cultura no Brasil de que os ricos são sempre desonestos. Muitos até dizem que isso é um pleonasmo.

Precisamos mudar essa crença. Muita gente rica é extremamente honesta, e cumpre com seus deveres de cidadão, de ser humano, e ajuda o próximo, além de fazer bem seu papel como pessoa.

Tem gente que chega até a ter ódio de quem é rico. Na realidade não percebe que essa atitude é que a deixa pobre. 

É como se dissessem ao dinheiro “vá para bem longe de mim”. Como ele é um bom escravo, obedece.

Honestidade e desonestidade são como a gripe: não escolhem classe social. Se espalham como uma epidemia.

Crenças religiosas também atrapalham. Muita gente entendida do assunto prega a pobreza e condena a riqueza, dizendo que dinheiro não é importante, que o que importa é a felicidade, a paz de espírito. 

O problema é que essas pessoas não percebem que a conta de água, de luz, o carro, a casa que a pessoa quer, só se paga com dinheiro e não com felicidade, nem com gargalhadas ou com um sono tranquilo. Aliás, raramente alguém tem um sono tranquilo se não consegue cumprir suas obrigações como cidadão, nem honrar sua família com conforto, segurança e bem-estar.

Precisamos admirar os ricos, pessoas que se esforçaram, lutaram com garra e hoje desfrutam de uma boa qualidade de vida financeira. Ter ódio, inveja, raiva, na realidade, não melhora nossa condição, tampouco piora a dessas pessoas. Conservar esses sentimentos só faz com que o dinheiro, a riqueza se afastem de nós.

Então você deve amar o dinheiro? Sim. Deve. Só que menos do que seus valores, sua ética, seus princípios, sua fé. Você deve fazer dele, como já a própria Bíblia ensina, um escravo e não seu chefe, seu senhor.

Crie uma relação melhor com o dinheiro. Goste dele, diga que o quer por perto, e que admira pessoas ricas, milionárias. O desapego é lindo, mas só aquele que é verdadeiro, e geralmente isso acontece com pouquíssimas pessoas. A maioria só desapega de dinheiro depois que já ganhou bastante, ou desfrutou de tudo o que ele pode proporcionar, e percebeu que só dinheiro realmente não é sinal de riqueza espiritual, de paz e plenitude.

Diga para você mesmo: eu gosto de dinheiro, eu quero dinheiro. Quero construir uma vida de riqueza, para ser feliz, ajudar minha família, comprar coisas, ajudar o próximo e fazer o bem.

Deus ama quem é rico e tem a dimensão certa do dinheiro. Ele quer que mais e mais pessoas do bem fiquem ricas, que ganhem dinheiro. Pois assim Ele sabe que o mundo vai ser tornar cada vez mais um lugar melhor para se viver.

O problema é que Deus está achando pouca gente para dar riqueza, já que boa parte das pessoas de bem estão dizendo que dinheiro não é bom.

Mude essa crença, e ajude outras pessoas a mudarem também. Vamos criar um círculo de gente do bem que gosta de dinheiro, que quer ficar rico. Assim conseguiremos melhorar a condição de vida, a saúde, a educação de muita gente.

Vamos comigo nessa?
Fique com Deus, sucesso e felicidades sempre.

Fonte: Paulo Sérgio Buhrer  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 22 de maio de 2014

O Melhor Vendedor do Mundo


Nós vivemos num mundo real, mas buscamos um mundo ideal. 
No “real” nós tropeçamos, caímos... 
No “ideal” nos realizamos, concretizamos os nossos sonhos.
Qual destes “dois mundos” é melhor?
O melhor será aquele que você alimentar mais.
Ninguém vende mais sapatos... Vende-se a beleza, o conforto. 
O fundador da REVLON, Charles Revlon disse: 
“Nas fábricas nós produzimos cosméticos, nas lojas nós vendemos esperança”.
O argumento mais forte para vender é um raciocínio explícito no qual o profissional de vendas destaca o benefício desejado pelo cliente, ligando-o imediatamente ao produto ou serviço que está oferecendo.
Essa persuasão é a ferramenta essencial da venda. O dicionário da língua portuguesa nos ensina que persuadir é levar a crer, induzir a fazer, a aceitar, conviver.
O verdadeiro pedreiro não é aquele que simplesmente levanta a parede e sim o que sente alegria em construir uma casa.
Uma empresa não é somente um departamento ou uma unidade. Uma empresa é constituída pelo ideal de todos. E a pessoa que não tem um ideal na vida nem um guindaste a tira de manhã cedo da cama.
Essa negociação que chamo de “ganha ganha” pode muito bem ser imitada pelas pessoas no cotidiano do trabalho.
O sucesso exige que sejamos cada vez melhores e a palavra é preparação. É preciso ser antes de ter.
A natureza nos ensina através da abelha. Apesar de ser um inseto, aparentemente irracional, encontramos nela um exemplo de fé para nossas vidas através da sua “atitude”.
Segundo as teorias da aerodinâmica, a abelha não poderia voar. A relação entre tamanho, peso e forma de seu corpo e a extensão de suas asas tornaria o vôo impossível.
Conhece aquele ditado que diz: “Ele não sabia que era impossível, foi lá e fez?”. Pois é, como a abelha não conhece essas verdades científicas lança-se ao espaço e voa livremente. E ainda fabrica o mel todos os dias.
As grandes “ferramentas” de vendas e negociação são o planejamento e a informação. É importante lembrar que por trás de cada negociação existe um ser humano com sentimentos e percepções próprias, com suas opiniões e fatos distintos.
Aí entra um pouco da “psicologia do vendedor” em identificar esses interesses e criar opções para a melhor maneira de negociar.
Com as duas partes satisfeitas minimiza-se o risco de surgirem problemas e pavimenta-se o caminho do fechamento do negócio, ou seja, da realização do sucesso.
Não é o caminho fácil que constrói as suas vitórias. A construção deste caminho está na busca da excelência, do conhecimento, da atitude, da organização, das redes de contato, da motivação, da disciplina e da persistência.
Eu pergunto a você: Quantos livros você leu nos últimos doze meses? Participou de quantos treinamentos? E de quantas palestras? Não há outro caminho senão o do desenvolvimento pessoal trabalhando a informação (conhecimento) e o comportamento (motivação).
Sucesso é isso! Relacionamento “ganha ganha”. É continuidade. É entender de produto, de serviço, mas, sobretudo de pessoas. Não perca o foco e transforme estas oportunidades em resultados.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


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quarta-feira, 21 de maio de 2014

19 Coisas que Pessoas Negativas Sempre Fazem

Ninguém está sempre feliz e todos têm dias ruins. Mas, às vezes, a extrema negatividade pode ser evitada e, assim, melhorar seu humor. 
Em recente artigo para o Business Insider, Hillary White comenta sobre as atitudes que as pessoas infelizes costumam ter e que deveriam abolir imediatamente. "Se você trabalha usando pensamento positivo sobre si mesmo e os outros ao seu redor, vai conseguir ser alguém feliz", diz ela.
Confira uma lista de 19 coisas negativas que você deveria parar de fazer:
1 - Preocupar-se com coisas que não podem ser mudadas
"Pessoas negativas têm tendência a pensar no que poderia ter acontecido na vida, mas é importante não se preocupar com coisas que não podemos mudar. Deveríamos aprender com nossos erros e tentar fazer melhor na próxima vez. Podemos até ficar felizes por termos cometido alguns erros", diz Hillary.
2 - Desistir quando algo fica difícil
Pessoas negativas e infelizes sempre vão desistir no meio do caminho ao encontrarem um desafio. É fácil pular fora quando algo parece perdido, mas perseverar através das dificuldades quase sempre trará bons resultados. "Desistir vai fazer você se sentir derrotado. Não importa como acabe, enfrentar as dificuldades aumenta a confiança", explica Hillary.
3 - Levar-se a sério demais
Ter a capacidade de relaxar e rir de si mesmo e do absurdo que pode ser a vida vai transformar o modo de olhar as coisas ao seu redor.
4 - Não se exercitar
Exercitar-se tem inúmeros benefícios mentais e físicos. Quanto mais exercícios você faz, melhor você vai se sentir consigo mesmo e provavelmente irá fazer você seguir um estilo de vida mais saudável. Levar uma vida sedentária trará efeitos negativos para o humor, saúde e felicidade.
5 - Focar-se em objetivos impossíveis
"Ter objetivos é importante, afinal, é a única forma de fazer algo. Porém, pode ser um problema quando os objetivos que damos a nós mesmo são impossíveis de serem realizados. Apesar de acharmos que tentar alcançar as estrelas é bom, pessoas que sempre buscam metas inalcançáveis sempre se sentirão desapontadas. A chave é montar diversos e pequenos objetivos para si mesmo, o que vai fazer você se sentir realizado ao alcançá-los e ultrapassá-los", diz Hillary.
6 - Alimentar-se de comidas que não são saudáveis
Todos têm prazeres que trazem culpa e sempre faz bem sair vez ou outra do regime. Porém, pessoas infelizes deixam essas saídas virarem a regra. Comidas saudáveis melhoram o humor, dão mais energia e são benéficas para a saúde.
7 - Não dormir o suficiente
Dormir é essencial. O quanto você dorme está diretamente ligado à sua produtividade e felicidade no dia seguinte. "Você pode achar que aquela hora extra é uma boa ideia, mas uma boa noite de sono deve ser prioridade", diz Hillary.
8 - Focar-se apenas em suas fraquezas
"Todos nós temos inseguranças", afirma Hillary. A chave está em focar no que temos de bom e não nos defeitos. "Auto-aperfeiçoamento é importante, mas pessoas negativas focam demais nas suas fraquezas em vez de se preocuparem em ter uma imagem positiva. Reconhecer as fraquezas é diferente de deixar elas tomarem conta das nossas atitudes", completa.
9 - Passar tempo demais nas redes sociais
"Esse é um dos maiores problemas! Hoje em dia as pessoas deixam toda sua vida online. Primeiro, isso nos faz passar tempo demais nos comparando aos outros. É uma boa ideia passar um tempo longe da tela do computador e ter novas perspectivas de atividades para o dia. Pessoas negativas se preocupam demais com a forma como elas aparecem na internet para as outras pessoas, o que trará um efeito negativo para como elas mesmas se enxergam", comenta Hillary.
10 - Ficar em sua zona de conforto
É fácil querer ficar na zona de conforto, onde é mais seguro e não existem riscos. Mas passar tempo demais nessa zona faz com que grandes coisas não aconteçam. Tédio é um grande fator para a infelicidade, o que pode ser facilmente combatido com novas experiências. Não precisa largar tudo e ir saltar de paraquedas, mas só a ideia de provar uma nova comida, ou escutar uma música de uma banda que você não gosta já pode trazer um pouco do novo.
11 - Preocupar-se com o que outras pessoas pensam
"Pessoas negativas ligam demais para a opinião dos outros. No fim das contas, nada pode ser feito para agradar a todos, então faça apenas o que faz você feliz", explica Hillary.
12 - Fofocar e sempre falar mal dos outros
De acordo com Hillary, se você não tem algo bom a dizer, simplesmente não diga. Pessoas negativas tentam trazer outras pessoas para baixo para que se sintam melhores e isso nunca funciona.
13 - Trabalhar em excesso
"Todos merecem um dia de descanso. Pessoas que trabalham demais geralmente negligenciam suas necessidades, e às vezes tudo o que precisamos para nos sentirmos melhores é um dia de folga", diz Hillary.
14 - Isolar-se
Apesar de parecer mais fácil apenas se isolar das pessoas nos momentos difíceis, passar tempo com os amigos e a família é a melhor maneira de revigorar as energias.
15 - Nunca sair da rotina
Pessoas felizes sabem que é importante tirar férias, usar uma roupa diferente, tirar um dia só para relaxar. Atitudes negativas em excesso fazem você esquecer que tomar conta de si mesmo é tão importante quanto tomar conta dos outros.
16 - Acomodar-se
"Pessoas negativas ficam felizes em se acomodar", comenta Hillary. "Seja um relacionamento que não as faz felizes ou um trabalho, manter-se assim nos faz pensar que nossas vidas estão estagnadas", diz.
17 - Recusar-se a perdoar
Pessoas negativas tendem a ser vingativas e guardar mágoas, mas a liberdade e a paz que perdoar vai trazer é um benefício bem maior que qualquer tristeza que alguém possa fazer você sentir.
18 - Evitar planejamento e organização
"Desorganização pode confundir nossas vidas. Mesmo que seja algo simples, como limpar um quarto, restaurar a ordem pode ajudar a ganhar um senso de controle sobre as coisas. Pessoas negativas e que evitam organização e planejamento estão menos preparadas para as reviravoltas da vida", diz Hillary.
19 - Focar apenas em si mesmo
Enquanto se preocupar com você é essencial, pessoas infelizes e negativas pensam apenas em si mesmas a todo o tempo. Tratar os outros mal ou sempre focar em si mesmo ou seus próprios problemas pode ser prejudicial para o bem-estar e felicidade. 
Por - Redação, Administradores.com - http://www.administradores.com.br/

terça-feira, 20 de maio de 2014

Saiba Como Desenvolver Resiliência Profissional

O termo resiliência, emprestado da física, indica capacidade de se adaptar bem a situações adversas


Existem características que com o passar do tempo se tornam imprescindíveis para qualquer profissional do mercado. Atualmente, tem um grande destaque para os contratantes a necessidade de resiliência perante mudanças e adversidades. 
Mas o que é e como conquistar essa qualidade?
Segundo Lucienne Baldez, especialista em treinamento e desenvolvimento da Innovia Training e Consulting, o termo resiliência, foi emprestado da física, que utiliza esta palavra para avaliar a capacidade de um material retornar ao seu estado normal, após sofrer pressão. 
Para as ciências humanas, este termo tem sido utilizado para avaliar a capacidade das pessoas agirem positivamente frente às adversidades.
“As pessoas resilientes, são capazes de lidar com problemas, conflitos ou situações estressantes, sem se abalar emocionalmente. Elas conseguem manter otimismo, confiança e autocontrole nas situações mais inesperadas e conflitantes”, explica Baldez. 
Contudo, diferente do que a maioria das pessoas imagina, a capacidade de resiliência não nasce com as pessoas e sim pode e deve ser desenvolvida.
Assim, a especialista da Innovia pontuou os três passos para quem deseja desenvolver essa qualidade:


1. O primeiro passo é ter consciência do que é resiliência, de sua importância para o profissional e para a organização.

2. O segundo passo é conhecer métodos e ferramentas eficazes, para adquirir atitudes resilientes.
3. O terceiro passo é colocar em prática estas ferramentas e tornar estas práticas um hábito.
“Nenhuma mudança comportamental é adquirida sem conhecimento, prática e treino. No começo não é tão simples, mas com empenho, perseverança e ferramentas adequadas, se conseguirá descobrir que ser resiliente é a ferramenta mais importante e a mais utilizada pelos profissionais de sucesso”, conta Baldez.
Algumas características são marcantes em uma pessoa resiliente, nos quais podem ser destacados dentre os quais:


Não ter medo de encarar novidades e mudanças,enxergando-as como oportunidades – o profissional que se mostra motivado perante as mudanças no ambiente de trabalho geralmente são as primeiras a serem chamadas para debates de novos caminhos e projetos das empresas;

  • Autoestima elevada no ambiente de trabalho – uma pessoa com autoconfiança terá menos dificuldade ao ver mudanças no seu ambiente de trabalho, e o mais importante se sentirá preparado para novos desafios;
  • Estar emocionalmente estável – uma característica da pessoa resiliente é saber que sempre ocorrerão altos e baixos no ambiente de trabalho, contudo, mesmo perante dificuldades é imprescindível que se mantenha as emoções estáveis, respondendo adequadamente as demandas;
  • Possuir valores e princípios positivos – pessoas com valores e princípios morais bons, em sua maioria tem uma maior facilidade de ouvir e entender, pois sabe respeitar o espaço do outro e isso é fundamental em horas de mudanças;
  • Ser sociável e ter uma boa rede de network – Quanto mais a pessoa tiver empatia com os demais profissionais, mais fácil será para lidar com condições de crises e mudanças e maior será o auxílio que conquistará no processo de mudança.

Enfim, além desses, vários outros pontos também devem ser desenvolvidos para as pessoas que querem desenvolver a capacidade de resiliência, como otimismo e bom humor. Contudo, nenhuma é impossível de se desenvolver, mas é necessária uma reflexão e a vontade de realmente querer mudar. 
No mercado se observa muitos profissionais que se dizem resilientes contudo são na realidades os mais resistentes a mudanças neles mesmos, que é o primeiro passa para aceitar as mudanças.
Por: Redação, http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 19 de maio de 2014

A Arte de Planejar o Futuro

Fico feliz e um tanto decepcionado quando algumas pessoas me olham com cara de desdém toda vez que eu enfatizo a importância de planejar o futuro

Feliz pelo fato de saber que, apesar de a maioria ignorar o futuro, ainda existe uma parte preocupada com ele. Estatisticamente comprovado, menos de 3% das pessoas conseguem atingir suas metas e objetivos ao longo de uma vida inteira, quer seja, apenas aquelas que planejam e registram seus objetivos ou desejos mais profundos no papel. Quando digo isso, o semblante das pessoas muda visivelmente embora algumas ainda permaneçam céticas.

De fato, pouquíssimas pessoas mantêm o hábito de pensar e planejar o futuro, de forma estruturada. No mundo essencialmente dominado pela satisfação imediata das necessidades e pelo empobrecimento do afeto, viver o hoje sem a preocupação do amanhã parece absolutamente normal. Dessa forma, não é de se estranhar que mais de 60% dos brasileiros em idade economicamente ativa apostam regularmente em jogos de azar oficiais e extraoficiais na esperança de reverter o quadro financeiro desfavorável em que se encontram.

Você pode afirmar assertivamente que “o futuro a Deus pertence”, mas isso apenas justifica um hábito terrível que fragiliza o desenvolvimento pessoal e profissional de qualquer pessoa na face da Terra: o da procrastinação. Quando esse hábito é dominante no ser humano, o futuro fica comprometido, pois todas as iniciativas morrem perante o menor sinal de dificuldade.

Planejar o futuro é uma arte ao alcance de todos embora uma minoria consiga dominá-la na prática. Aspirar a um futuro promissor, feliz e saudável exige boa dose de disciplina e domínio absoluto de um princípio explorado e defendido por Napoleon Hill em seu fantástico livro A Lei do Triunfo, o “hábito de caminhar um quilômetro extra”, ou seja, fazer, praticar, pensar e se dedicar um pouco mais do que o seu salário promete remunerar.

Naturalmente, a idéia do planejamento não é nova. O conceito existe desde os antigos povos sumérios, resistiu ao Império Babilônico, aos egípcios e os efeitos da sua ausência foram experimentados na prática pelos líderes do antigo Império Romano e por Napoleão Bonaparte quando tentou invadir a Rússia.

planejamento pessoal é mais antigo do que se imagina. Diz respeito ao fato de se saber viver alegremente com aquilo que se ganha e ainda de se ter a habilidade de guardar uma parte para as dificuldades advindas no período da velhice. Obviamente, você precisa de um pouco de ambição atrelada a metas e objetivos consistentes, além de ter claro em mente a resposta para as seguintes questões:

  • Qual é a sua missão de vida?
  • Qual é a sua visão de futuro da sociedade e de si mesmo?
  • Quais são os seus valores e virtudes mais importantes?
  • Quais são os seus sonhos e como poderá realizá-los?
  • O que é importante na sua vida e na sua carreira?
  • O que você precisa fazer na vida para se considerar realizado?
  • Você tem potencial empreendedor?
  • O que é mais importante para você: dinheiro ou qualidade de vida?

A missão diz respeito à sua vocação – o que você realmente gosta de fazer; a visão diz respeito ao seu futuro – o que você vai ser quando crescer, qual será o seu legado; os valores dizem respeito à formação do seu caráter.

Como eu já disse anteriormente, todos os seres humanos possuem características singulares e virtudes que outras pessoas nem imaginam, cada qual com seu talento e habilidades inconfundíveis. Entretanto, nada disso garante o bem-estar no futuro se não for utilizado com base em planos consistentes que transformem os seus desejos mais profundos em realidade.

Minha maior aspiração é me tornar uma referência em desenvolvimento de seres humanos, porém o simples desejo é apenas um insight. Transformar esse desejo em planos, metas e objetivos de curto, médio e longo prazo é o único caminho para alcançá-la na prática. Futuro e felicidade estão intimamente ligados e são conquistados aos poucos, meta por meta, objetivo por objetivo. Ao final, o que conta mesmo é o peso das coisas positivas realizadas na balança da vida.

Foram necessários 40 anos de vida e uma demissão para eu descobrir a verdadeira vocação. Isso me ajudou a construir uma visão e uma missão capaz de me permitir conciliar os interesses pessoais e profissionais, além da contribuição para o desenvolvimento da humanidade. Como acontece em todo processo de construção, as duas deverão sofrer evoluções ao longo da jornada, mas agora fazem mais sentido e me estimulam a cumprir a parte que me cabe na sociedade, além de projetar um futuro mais feliz e promissor.

A arte de planejar o futuro é algo que se aprende com a prática. Assim, o primeiro passo é eliminar definitivamente o hábito da procrastinação e parar de entregar a responsabilidade a Deus como se isso eliminasse a sua responsabilidade de melhorar a cada dia. O segundo passo é descobrir o que realmente te empurra para frente e, a partir daí, elaborar um plano efetivo de metas que deverão ser atingidas aos poucos em direção a um objetivo maior. O terceiro passo é entrar em ação e, de posse do plano, trabalhar arduamente para a sua realização. Lembre-se: “a sorte favorece os que são persistentes”.

Com relação ao futuro, lembre-se da máxima indiana: “O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo. O que for o teu desejo, assim será tua vontade. O que for a tua vontade, assim serão teus atos. O que forem teus atos, assim será teu destino.”

Pense nisso e seja feliz!


Fonte: Jerônimo Mendes  - http://www.qualidadebrasil.com.br/