segunda-feira, 19 de março de 2018

Improbidade Administrativa: Conceito e Significados

O termo improbidade administrativa foi bastante popularizado, recentemente, quando as famigeradas “pedaladas” da gestão da então presidente da república passaram a ser avaliadas. Na prática, a improbidade administrativa é bastante conhecida na contexto político brasileiro, e diversos escândalos, punições e afastamentos de gestores públicos surgem da acusação de sua prática.
Trata-se, na verdade, de um dispositivo previsto em lei, que é uma importante ferramenta para evitar o uso inadequado da máquina público – seja através de atos intencionais, ou simplesmente da incapacidade de administrar as atividades do cargo.
Saiba o que é improbidade administrativa, quais são seus tipos, punições e efeitos:

O que é a improbidade administrativa?

A improbidade administrativa é percebida quando um agente público pratica condutas inadequadas que sejam danosos à administração e ao cargo que ocupa. Isso significa que essa conduta pode ou não ser proposital, e pode ou não ter finalidade de beneficiar a si a ou a alguém.
Em outras palavras, a improbidade administrativa diz respeito a causar danos à administração, e não à finalidade dos atos que causam tais danos. Pode-se entender a improbidade administrativa em três tipos diferentes de atuação:

Atos contrário à administração pública

O administrador público deve seguir uma série de princípios e valores que são inerentes a seu cargo. Sempre que alguém que ocupa uma vaga pública comete um ato contrário a isso – realizando atos ilícitos ou fraudes, por exemplo, age de maneira contrária aos princípios estabelecidos, cometendo improbidade.

Enriquecimento às custas da máquina pública

Este tipo de improbidade ocorre quando um administrador público utiliza-se de seus cargos e privilégios para obter vantagens econômicas. Isso pode acontecer não apenas subtraindo dinheiro público, mas também através da esquematização de sistemas indiretos – como venda de favorecimento de licitações – que resultem em recursos financeiros adicionais para si.

Atos que causem danos ao erário

Sempre que um administrador público age de forma que prejudique os recursos públicos – seja em função de tentativa de obter ou gerar benefícios, ou simplesmente por imprudência ou desconhecimento sobre o assunto, configura-se uma aplicação irregular dos recursos públicos, podendo ser acusado de improbidade administrativa.

A improbidade administrativa é um crime?

Improbidade administrativa: conceito e significados  

O termo improbidade administrativa foi bastante popularizado, recentemente, quando as famigeradas “pedaladas” da gestão da então presidente da república passaram a ser avaliadas. Na prática, a improbidade administrativa é bastante conhecida na contexto político brasileiro, e diversos escândalos, punições e afastamentos de gestores públicos surgem da acusação de sua prática.
Trata-se, na verdade, de um dispositivo previsto em lei, que é uma importante ferramenta para evitar o uso inadequado da máquina público – seja através de atos intencionais, ou simplesmente da incapacidade de administrar as atividades do cargo.
Saiba o que é improbidade administrativa, quais são seus tipos, punições e efeitos:

O que é a improbidade administrativa?

A improbidade administrativa é percebida quando um agente público pratica condutas inadequadas que sejam danosos à administração e ao cargo que ocupa. Isso significa que essa conduta pode ou não ser proposital, e pode ou não ter finalidade de beneficiar a si a ou a alguém.
Em outras palavras, a improbidade administrativa diz respeito a causar danos à administração, e não à finalidade dos atos que causam tais danos. Pode-se entender a improbidade administrativa em três tipos diferentes de atuação:

Atos contrário à administração pública

O administrador público deve seguir uma série de princípios e valores que são inerentes a seu cargo. Sempre que alguém que ocupa uma vaga pública comete um ato contrário a isso – realizando atos ilícitos ou fraudes, por exemplo, age de maneira contrária aos princípios estabelecidos, cometendo improbidade.

Enriquecimento às custas da máquina pública

Este tipo de improbidade ocorre quando um administrador público utiliza-se de seus cargos e privilégios para obter vantagens econômicas. Isso pode acontecer não apenas subtraindo dinheiro público, mas também através da esquematização de sistemas indiretos – como venda de favorecimento de licitações – que resultem em recursos financeiros adicionais para si.

Atos que causem danos ao erário

Sempre que um administrador público age de forma que prejudique os recursos públicos – seja em função de tentativa de obter ou gerar benefícios, ou simplesmente por imprudência ou desconhecimento sobre o assunto, configura-se uma aplicação irregular dos recursos públicos, podendo ser acusado de improbidade administrativa.

A improbidade administrativa é um crime?

Embora a improbidade administrativa seja uma ilicitude e tenha punição prevista em lei, ela não faz parte do escopo do direito penal. Isso significa que a pessoa será punida por seus atos, mas não se pode considerar que tenha cometido em crime.
Trata-se de uma ilicitude de natureza civil, que será julgada em âmbito civil – diferentemente dos crimes administrativos, que possuem natureza penal. Isso não impede, no entanto, que durante as condutas que demonstram improbidade administrativa, a pessoa tenha praticado ações de natureza criminal. Se este for o caso, será julgada por estas ações na esfera adequada da justiça.

Toda improbidade administrativa é corrupção?

De forma sistemática, a improbidade não é um sinônimo de corrupção. É possível que em boa parte dos casos, a improbidade esteja aliada a fins de corrupção, mas também é perfeitamente plausível que trata-se apenas de uma ilicitude quando à conduta, sem a intenção de obtenção de vantagem alguma.
or isso, a improbidade administrativa pode configurar ou não um contexto de corrupção, mas uma coisa não necessariamente implica na outra.

Quais as consequências para quem comete improbidade administrativa?

Quem é acusado de improbidade administrativa passa por um processo que resultará na sanção, definida a partir dos atos comprovados. As consequências geralmente envolvem a perda do cargo público, a devolução de todos os bens e valores irregularmente tomados (se houver), além de multas adicionais.
É possível que a pessoa também perca seus direitos políticos de forma temporária, além de perder o direito de participação de licitações públicas de forma temporária ou definitiva, em empresas em que tenha participação.
Copiado: http://direitosbrasil.com/improbidade-administrativa-conceito-e-significados

sexta-feira, 16 de março de 2018

Marielle: Presente! — Vida e Olhar Doce em Forma de Combate


A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte; a gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte. A gente não quer só dinheiro, a gente quer dinheiro e felicidade; a gente não quer só dinheiro, a gente quer inteiro e não pela metade. Você tem sede de quê? Você tem fome de quê? (Comida — Titãs)
Os assassinos de Marielle Franco mandaram um recado à sociedade: Cale-se! Se não se calar, eu acabo contigo!
Uma morte que, literalmente, revela, de forma escancarada, o Brasil e o Rio de Janeiro pós-golpe, que crava estaca no peito da intervenção eleitoral militar, apoiada diuturnamente pelos Marinho do Grupo Globo.
O Brasil do golpe de 2016 e de *mi-shell temer{PSDB/Globo/Congresso/Judiciário} abriu a caixa de Pandora e dela saíram criaturas infernais, que ocuparam o poder, as ruas, as redes sociais e agora estão a subordinar o País a estrangeiros, ao tempo que submete o povo brasileiro à baixa estima e à desesperança.
O golpe de direita de 2016 não se dissocia da morte de Marielle Franco, porque são criaturas egocêntricas e nascidas do mesmo útero, que gera racismo, egoísmo, sectarismo e violência.
Marielle Franco não é vítima! Sempre soube se defender e se dedicar às ações políticas em busca de igualdade e oportunidades aos grupos sociais em situação de fragilidade. Se enganam seus algozes e verdugos, os promotores de infausta e infame covardia. Marielle é tudo o que eles não são: corajosa e inteligente; politizada e bonita; solidária e instruída; e, sobretudo, humana.
A violência endêmica e a falta de pão nas mesas de milhões de brasileiros pobres e desempregados não serão resolvidas por militares armados, muitos deles oficiais politicamente alienados e divorciados das razões e necessidades de grande parte dos moradores das comunidades cariocas.
Cercar as senzalas contemporâneas com as forças armadas é como enxugar gelo em pleno apartheid, porque a intervenção militar é essencialmente eleitoral, além de ser apenas mais uma de tantas que já estiveram presentes no Rio de Janeiro, sendo que jamais resolveram nada, porque o que resolve é pão na mesa, emprego, educação pública de qualidade, igualdade de oportunidades e implantação de infraestrutura em todas favelas e periferias.
O Estado presente, a servir os cidadãos. E não somente o Estado militar-policial, a reprimir as periferias e favelas para que a classe média e os ricos possam levar suas vidas "sem problemas", como se nada tivesse a acontecer, enquanto o governo irresponsável e perverso governa para poucos, a cometer incontáveis maldades e diatribes, a fim de atender apenas 30% da população, além de entregar o patrimônio público e extinguir quase todos os programas de inclusão social.
Fatores esses que acarretaram, sobremaneira, o recrudescimento da pobreza e, com efeito, da violência. Somente um cretino fundamental e idiota por vocação não enxerga ou finge que não está a ver a origem de tanta violência e corrupção no País, apesar que os criminosos sempre têm de ser combatidos, independente de origem de classe e cor de pele.
O Brasil é realmente e verdadeiramente o País da impunidade. Corruptos, golpistas e assassinos o tomaram de assalto, porque é dessa forma que se ganha mais dinheiro. O que resolve, cara pálida, é dignidade e respeito!

Por sua vez, ontem, dia 14 de março de 2018, o País do golpe da direita política, empresarial e midiática, o País mais desigual do mundo ocidental, com dezenas e dezenas de milhões de favelados em todo o território nacional, o País que possui Judiciário e MPF que se tornaram algozes de sua democracia e Constituição, bem como condenam à prisão pessoas sem comprovar seus crimes, tornou-se testemunha de um crime de assassinato dos mais bárbaros e brutais de todos tempos, que ficará na memória do povo carioca e na história da política brasileira e do Rio de Janeiro.
Não porque a morte da vereadora Marielle Franco, do Psol, seja mais importante do que as mortes de milhares de brasileiros em todo o País, que são assassinados por meio de tenebrosas e infames covardias, mas, sobretudo, porque a vereadora e militante de esquerda representava e representa as minorias políticas e sociais, que são maiorias em termos populacionais, mas que são também segmentos e setores da sociedade que não têm voz ativa e força reivindicatória no Legislativo, no Executivo e no Judiciário.
Eis a questão principal e primordial, que remete ao passado e se reafirma no presente as injustiças sociais, os preconceitos bárbaros e a negação sistemática da humanidade de grupos sociais que lutam para ter reconhecidos seus direitos à plena cidadania por parte de setores hegemônicos, a começar pelas polícias, as forças armadas, o Judiciário, o MPF, que, indubitavelmente, são e sempre foram os capitães do mato, os feitores da grande burguesia — a proprietária inconteste da casa grande de índole e alma escravocrata, bem como aliada dos capitalistas estrangeiros.
Marielle era uma militante política experiente e forjada na luta diária das ruas e dos lares abandonados pelo Estado, que é, irremediavelmente, patrimonialista e, com efeito, só serve aos interesses dos senhores e das senhoras dos centenários "engenhos", que tratam as minorias sociais e políticas como apenas mão de obra barata, com identidades ocultas pela opressão e repressão, assim como seus sonhos e desejos são sabotados pela pobreza e ignorância seculares, o que permite ao sistema de capitais e às quadrilhas e máfias calarem a boca da população brasileira, além de matarem, a ferro e fogo, lideranças humanistas e importantes, como a cidadã e socialista Marielle Franco.
Poderia escrever artigo sobre sua biografia, mas muitas pessoas já o fizeram. Por isto, atenho-me à sua representatividade social e política das mais raras e completas, porque Marielle Franco, além de ser uma vereadora de esquerda e militante que, corajosamente, lutava na linha de frente dos combates da vida, ela era, sobretudo, uma mulher que "vem de longe" desde os tempos da escravidão.
Marielle foi morta por causa de sua paixão. A paixão dos justos e dos combatentes dos direitos humanos e das igualdades entre as pessoas. Pois é, poder acreditar, existe ainda gente imprescindível para humanizar a humanidade, como forma de se aproximar de Deus. Ser Sua interface.

A vereadora, que não estará fisicamente mais presente nas ruas do Rio de Janeiro, mas espiritualmente entre aqueles que admiravam-na. Ela foi covardemente morta porque sua representatividade era por si só a própria sociedade oprimida em toda sua essência e amplidão, pois ativista em quase todos os setores e segmentos sociais.
Pois, observemos. Marielle era de esquerda, socialista e militante das causas sociais. Não sofismava e agia com desenvoltura no plenário, nas comissões e junto à sociedade, principalmente no que tange aos interesses das comunidades, a exemplo das favelas da Maré e de Acari, dentre outras.
Além disso, na Comissão da Intervenção da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a vereadora Marielle exigia que os militares do Exército fizessem relatórios quando nas comunidades, uma forma, segundo ela, para evitar violência e arbitrariedades, que sempre ocorreram em intervenções anteriores contra pessoas inocentes e trabalhadoras.
Negra, mulher, nascida em favela. Socióloga, feminista e ativista desde muito jovem. A vereadora assassinada covardemente era lésbica, casada e mãe de Luyara, filha de 19 anos, além de ser motivadora de movimentos sociais e participar de inúmeros eventos políticos, artísticos e de promoção da igualdade.
Seu pensamento político e ideologia, além da coragem, a levaram a ser uma pessoa que estava inserida em quase todas minorias, pois mulher, negra, lésbica, esquerdista e nascida em uma favela.
Apesar dessas quase intransponíveis realidades, Marielle Franco ascendeu politicamente e se tornou uma pessoa muito importante para a sociedade carioca e brasileira, verdade esta comprovada pela comoção que sua morte causou e pela repercussão nacional e internacional sobre as condições que ocorreram o atentado infame contra sua doce pessoa ao tempo que corajosa e determinada.
Denunciou as mortes, agressões, covardias e arbitrariedades de policiais militares, principalmente em Acari, e pagou com a vida. Contudo e apesar de tudo, a vida segue e as pessoas que pensam como a Marielle Franco não têm outra opção do que continuar a trilhar os caminhos que levem às igualdades e aos direitos para todos os brasileiros, de forma que o Brasil se torne uma Nação igualitária, justa, democrática e civilizada.
Marielle Franco: Presente!
Por: DAVIS SENA FILHO - https://www.brasil247.com

quinta-feira, 15 de março de 2018

6 Lições que Aprendi com o Desemprego em um ano de crise

Creio que ninguém tenha dúvidas que estamos em um ano de recessão em todos os aspectos, principalmente na capacidade de empregabilidade do país.
Outro dia ouvindo uma música na rádio percebi o quanto Legião Urbana é sempre atual. A música dizia: “Vamos sair, não temos mais dinheiro, os meus amigos todos estão procurando emprego”. 
Dei um sorriso idiota quando me dei conta disso, mas é a mais pura verdade.
Pensando nisso, lembrei-me de uma fase de minha vida que estava justamente nessa situação. Havia saído de uma empresa na qual trabalhava há seis anos. Estava muito bem adaptada lá. Gostava das pessoas e do trabalho, ganhava um pouco menos do que gostaria, mas aprendia muito, o suficiente para acordar com vontade de estar lá todos os dias.
Neste mesmo período, havia feito algumas escolhas na minha vida das quais infelizmente não caberia mais espaço para estar naquela empresa: uma delas foi meu casamento e mudança de cidade.
Ao fazer tais mudanças, estava muito confiante de que seria uma vida muito feliz. Havia também acabado de me formar em psicologia e tinha muitas ideias românticas para por em prática. 
Porém não foi tão fácil como imaginei. Fiquei um ano desempregada em um período de recessão mundial. Durante este ano, fazia algumas (às vezes muitas) entrevistas, mas não era aprovada. Hoje entendo que minha energia ia se dissipando toda vez que recebia um “não” e ficava ainda mais desanimada. Tive inclusive receio de iniciar uma depressão por causa disso, mas felizmente não aconteceu.
Daí começaram as viradas da vida!
Durante todo o período tive muito apoio de familiares, esposo e amigos (os verdadeiros - é claro!). 
Fui incentivada por eles a me valorizar enquanto profissional e entender que aquela era apenas uma fase e que logo estaria produtiva novamente.
Assim considerei fazer uma especialização que me abriria portas para uma nova rede de relacionamentos e me proporcionaria também estar com a mente ativa. 
Fiz ainda outros cursos complementares em paralelo - hoje em dia existem muitos cursos gratuitos na internet de boa qualidade para quem não pode investir dinheiro.
Enfim, as coisas foram se encaminhando e o dia que uma empresa me abriu novamente as portas, entendi que todo aquele período desempregada me fez aprender muito.

Desta forma, deixo aqui as principais lições que a vida me deixou nesta etapa:
  1. Aprendi que as dificuldades nos fortalecem dez vezes mais do que qualquer momento feliz.
  2. Compreendi que os momentos de crise nos tornam mais criativos e mais independentes.
  3. Passei a admirar muito mais algumas profissões, sobretudo as que são geridas pela simplicidade.
  4. Percebi que as fraquezas e as forças ficam no mesmo lugar dentro de nós e que se deixamos uma de lado a outra acelera de zero a cem em um segundo.
  5. Tornei-me mais confiante depois de aceitar que minhas experiências (boas ou ruins) me dariam os recursos necessários para conquistar tudo que eu preciso.
  6. E entendi que existe lugar para todo mundo que não tem medo de trabalho.
Aos amigos que estão se identificando com a música da banda Legião Urbana neste momento, trate o dia de hoje como o dia da sua virada!
Inicie agora suas lições aprendidas e passe adiante. Isso começará a lhe dar forças para transformar seu momento ruim em uma fase importante e necessária de sua vida.
A forma como se encara os desafios lhe diz como ficarão as cicatrizes.
“Feliz é aquele que divide aquilo que aprende e pratica aquilo que ensina”.
Por: Daniele Brasil - Administradores.com.br.

quarta-feira, 14 de março de 2018

B2B e B2C: quais as diferenças na criação de estratégias de cada tipo de empresa

Tipo de público influencia diversos aspectos do desenvolvimento das estratégias

Há quem pense que as empresas se diferenciam apenas pelo mercado no qual atuam e pelos produtos que vendem, mas não é bem assim. O tipo de público também muda toda a dinâmica da organização e, consequentemente, suas estratégias de ação.
E quando falamos em público, uma das categorizações que podem levar em consideração é o fato de ela ser B2B ou B2C.
As operações B2B (Business to Business) vendem para outras empresas, que, normalmente, utilizam os produtos ou serviços para revender para o consumidor ou para uso próprio.
Uma empresa que faz limpeza de escritórios, por exemplo, é B2B, pois presta serviço apenas para outros negócios. Uma loja de peças por atacado também, já que costuma vender somente para comércios menores.
Já o esquema B2C (Business to Consumer) é o varejo tradicional, em que a venda é feita entre a empresa e o consumidor final, não passando por nenhuma transformação ou processo de revenda entre um ponto e outro.
Mas será que o simples fato de vender para uma pessoa física ou para uma outra empresa muda as estratégias e dinâmica do negócio? Com certeza! E se você ainda está decidindo com qual desses públicos seu negócio vai negociar ou se vende para os dois grupos, precisa estar por dentro dessas diferenças!
A jornada e as motivações para a compra
Vamos começar analisando um dos principais aspectos da venda, a jornada que leva um desconhecido a se tornar seu cliente e os motivos para que ele decida comprar com você.
Nas empresas B2C, as compras costumam ter um caráter muito mais emocional e pessoal e acontecem ocasionalmente. Enquanto isso, quem opera em esquema B2B precisa inspirar ainda mais comprometimento, já que fornece produtos para outras empresas que precisam ter a garantia de que eles serão entregues conforme o combinado.
Por exemplo, vamos imaginar uma empresa que trabalha com venda de louças. Se ela operar como B2C, é bem provável que os clientes comprem quando estiverem montando suas casas, forem presentear alguém em uma data especial ou encontrarem algum item desejado na loja que inspire uma compra por impulso.
Se a distribuidora de louças vender por atacado para lojas menores, os pedidos serão menos emocionais e mais racionais, afinal, o foco é abastecer o estoque e aumentar as vendas, ou seja, são metas totalmente estratégicas.
Isso significa que ao vender para o consumidor é preciso uma abordagem que toque mais no aspecto emotivo e visual dos produtos, enquanto na negociação com uma empresa é preciso estabelecer um relacionamento comercial que transmita confiança na garantia do fornecimento a médio ou longo prazo.
E cada abordagem exige uma comunicação totalmente diferente. Para o consumidor final a loja pode anunciar que tem “Tudo para a sua ceia de Natal com a família ser mais especial”, e o fará de forma massiva, em redes sociais, por meio da entrega de flyers, links patrocinados e todo o tipo de estratégia que atraia o maior público possível.
Mas se for vender para outras empresas, uma chamada melhor seria “Preços especiais e entrega expressa até 1o de dezembro”, e ela seria direcionada apenas para empresas específicas e altamente segmentadas.
A fidelidade no consumo
Existem clientes de varejo que são fiéis? Claro que sim, mas é bem difícil encontrar alguma empresa B2C que consiga vender para os mesmos consumidores todos os meses.
Isso faz com que a dinâmica de captação e fidelização de clientes seja muito mais agressiva, afinal, não há nenhuma garantia de que sua empresa vai faturar o suficiente em um mês ou que aquele consumidor que comprou uma vez voltará a fazer negócio.
No mundo B2B existe uma fidelidade muito maior. As empresas tendem a ter o seu círculo de fornecedores e fecham contratos de longo prazo para garantir bons preços e entrega pontual.
Por exemplo, se você fabrica camisetas sem estampa e uma estamparia gosta do seu trabalho, é bem provável que passe a comprar com sua fábrica sempre, porque pode atestar a sua qualidade e planejar os preços dela a partir dos seus.
Por conta disso, a negociação comercial entre duas empresas pode até ser um pouco mais demorada, mas provavelmente quem fecha negócio com a sua operação B2B vai comprar por um longo período.
Preços e pagamentos
As estratégias empresariais também precisam levar em consideração a precificação dos produtos e a forma como os pagamentos são recebidos. E aqui também existem diferenças entre B2B e B2C.
As empresas que vendem para o consumidor costumam trabalhar com preços iguais para todo o público, e dificilmente vendem quantidades muito diferentes para cada cliente. As B2B, por outro lado, podem trabalhar com tabelas diferentes de preços dependendo da quantidade comercializada e das características de cada lote de mercadorias. Essas diferenças de atuação, claramente, resultam em diferenças nos preços.
Além disso, a forma de pagamento também é bastante distinta. Enquanto clientes comuns usam seus cartões de crédito e débito, boleto ou pagam em dinheiro na loja, as empresas B2B recebem, principalmente, por meio de boletos faturados.
Essas formas diferentes de recebimento impactam diretamente no capital de giro da empresa e no fluxo de caixa, e é preciso que cada uma delas conheça muito bem sua relação de contas a pagar e receber e a possibilidade de antecipar recebíveis para manter o negócio funcionando bem e com sua saúde financeira em dia. 
Copiado: https://uolhost.uol.com.br

terça-feira, 13 de março de 2018

O Que é Retenção de Impostos


Você já ouviu algo sobre retenções, mas não sabe o que isso quer dizer? 
Não se apavore! Essa é uma dúvida muito comum no ramo empresarial atualmente. Mas também não se acomode: é muito importante saber o que é retenção de impostos.
E se você ainda não se deparou com esse tema, mais dia menos dia, ele vai surgir na sua jornada empreendedora. E neste momento, é melhor você já dominar o assunto e saber como isso poderá influenciar na sua empresa.
O que é retenção de impostos? - A retenção de impostos é uma maneira que o Governo Federal tem para antecipar uma parte dos valores que devem ser pagos pelas empresas e combater a sonegação. É algo que vai depender da atividade da empresa e seu regime tributário.
Sua influência na empresa pode ser enorme, como o recebimento errado de valores emitidos quando obrigados a esta retenção ou até mesmo o não recolhimento quando se tem um fornecedor, acarretando em dívidas.
Por que existe a retenção de impostos? - Ela existe principalmente para assegurar que os impostos serão recolhidos, mesmo de maneira antecipada e com valor menor do que o devido, sendo este pago na data estipulada em Lei.
Outra razão é evitar o máximo possível de sonegação de valores perante o fisco, já que o tomador de serviço também é responsável por esta retenção.
Quais as diferenças para substituição tributária? - A substituição tributária é cobrada quando o produto normalmente é vendido em cadeias de empresas – como por exemplo uma fabricante de pneus – onde quem paga é o fabricante – quem fez o pneu – e os demais que revenderam pagam no momento de compra.
Já a retenção é quando uma pessoa simplesmente presta o serviço a outra, e esse serviço está incluído na lista da qual trata a Lei 10.833 e o Decreto 3.000 para as retenções federais.
As retenções municipais dependem de lei específica em cada município.
Como funciona a retenção de impostos na nota fiscal? - Quando o serviço da empresa está incluso nos itens da lista presente na Lei 10.833 e o Decreto 3.000 ela está obrigada a realizar este procedimento, e somente se o prestador/tomador for pessoa jurídica.
Na nota fiscal existem campos para discriminar estes valores, normalmente nomeados “IRRF, CSLL, PIS e COFINS”, ou no caso do ISS a opção “ISS Retido pelo Tomador/Fonte”.
Lembrando que sempre que estiver algum valor nessas nomenclaturas deve ser pago/recibo a menor do valor total da nota fiscal.
Como são feitos os cálculos de retenção de impostos? - O cálculo é bem simples: basta aplicar as alíquotas de 0,65 para PIS, 3% para COFINS, 1% para CSLL e 1,5 para IRPJ (IRPJ depende da atividade da empresa, no geral é 1,5%) sobre o valor completo da nota fiscal.
Exemplo:
Valor da nota fiscal = R$ 10.000,00
IRRF R$ 10.000,00 x 1,5% = R$ 150,00
CSLL R$ 10.000,00 x 1%    = R$ 100,00
COFINS R$ 10.000,00 x 3% = R$ 300,00
PIS R$ 10.000,00 x 0,65% = R$ 65,00
Valor líquido a Receber/Pagar = R$ 9.385,00
No caso do ISS, varia conforme a atividade, sendo de 2 a 5% conforme Lei Complementar 116.
Aplicando em um exemplo ficaria assim:
Valor da nota fiscal = R$ 10.000,00
ISS R$ 10.000,00 x 4% = R$ 400,00
Valor líquido a Receber/Pagar = R$ 9.600,00
Quais são os impostos que sofrem retenção? - São diversos os tipos de impostos que sofrem retenção. Os mais comuns são os relacionados às retenções federais: IRPJ, CSLL, PIS-PASEP, INSS. Das retenções municipais, é o ISS.
Os tipos de retenção sobre os vários impostos - A retenção do IRPJ e dos demais impostos mencionados é obrigatória quando a empresa está enquadrada na Lei 10.833 e o Decreto 3.000. Elas são devidas quando o pagamento do serviço, caso preste serviço para órgão público, a alíquota difere.
O ISS deverá ser retido por competência de serviço, sempre que o serviço for prestado, e dentro da lei municipal estiver obrigado. A retenção se dá quando do término do serviço, independentemente do pagamento.
O que são empreitadas e qual a relação com retenções? - A retenção do INSS se deve quando é feita a execução de empreitadas de obras de construção.

Empreitada é o contrato através do qual o proprietário da obra contrata um empreiteiro, que irá realizar a obra pessoalmente ou se irá contratar um terceiro por meio de pagamento. A direção do trabalho é do próprio empreiteiro, sem vínculo de empregado com patrão.
O empreiteiro de uma obra pode utilizar somente seu próprio trabalho (mão de obra) ou acrescentar materiais de construção no contrato. O contrato para construção de um projeto não incide a obrigação de executá-lo, ou de fiscalizar a execução.
Qual a relação da retenção com a bitributação? - Quando o empresário desconhece esse tema de retenção de impostos ele pode acabar caindo em alguns erros e tendo problemas. Um exemplo é receber o valor líquido, mas não discriminar na nota fiscal, e o tomador, por sua vez, efetuar a retenção (por conta do tipo de serviço). Neste caso, como ele não discriminou na nota, há a apuração normal destes valores sendo pago duas vezes: uma pelo seu tomador, e outra por você em sua própria apuração de impostos.
Por que as empresas devem ficar atentas ao tema? - Todas as empresas devem ter atenção com esse assunto e dominar o conceito sobre o que é retenção de impostos. Isso porque, se não tomarem cuidado, podem sofrer com fiscalizações exigindo os comprovantes e as notas. E se for constatado que estão irregulares, podem sofrer severas multas.
Isso impacta bastante no fluxo financeiro da empresa. Tudo deve sempre estar alinhado de acordo com as obrigações que a retenção traz de pagamento/recebimento no decorrer do mês.
Copiado: https://conube.com.br/

segunda-feira, 12 de março de 2018

Gerenciamento de Redes Sociais (11 Dicas)


Se você já criou um perfil em uma ou mais das 7 melhores redes sociais para empresas, agora é hora de entender como fazer o gerenciamento de redes sociais de forma que conquiste novos clientes e cative os antigos.

Criar um perfil (ou mais) para sua empresa foi só o primeiro passo.
Para aproveitar ao máximo sua estratégia de social media é necessário conhecer e aplicar as 11 melhores práticas que irá conhecer neste artigo, fazendo com que o investimento obtenha resultados significativos.
Gerenciamento de Redes Sociais: um grande desafio
Se você já tem um perfil de empresa no Facebook, Twitter, Linkedin, Google +, etc, já sabe que fazê-los ser um sucesso não é uma coisa fácil.
Exige que você construa uma imagem adequada com os valores da empresa, elabore conteúdo relevante para seus clientes, tenha uma estratégia de divulgação, mantenha boas relações com os clientes e se torne uma fonte de inspiração para outras pessoas – e até empresas – para encantá-los.
Para ajudar empresas a fazer acontecer, preparamos 11 dicas para que o gerenciamento de redes sociais seja um sucesso, junto com as demais estratégias de marketing digital.
#1 Faça o planejamento do conteúdo
Ao contrário do que muitos pensam, investir em marketing digital não envolve só criar e distribuir qualquer conteúdo relacionado à sua empresa.
É necessário saber pelo que seu público se interessa e ter uma estratégia em acerca desse conteúdo para evitar erros simples. Seguem algumas dicas sobre planejamento de conteúdo no contexto do gerenciamento de redes sociais:
Evite usar a rede social apenas para vender – nas redes sociais, é possível escolher o que se vê e o que não se vê no seu feed, e as pessoas normalmente optam por não ver propaganda o tempo todo.
Transmita conteúdos interessantes, curiosidades sobre sua empresa, informações sobre a área de atuação e explicações sobre seus produtos ou serviços para leigos – além de ajudar seus clientes, pode tornar alguém interessado na compra.
Sua página da empresa não é uma página de humor: é preciso saber ponderar uma imagem que transmita credibilidade com brincadeiras ocasionais e leves, caso o público e a área de atuação da sua empresa permitam.
Evite abordar temas polêmicos ou expressar opiniões pessoais no perfil de sua empresa. Não misture suas opiniões e valores com a imagem que sua empresa passa na internet.
Lembre-se: uma vez na internet, para sempre na internet. A partir do momento que for publicado, você não tem mais controle sobre o que vai acontecer.
Isso quer dizer que se você fizer uma publicação que tem respostas péssimas do público, você até pode excluir a postagem, mas outras pessoas podem compartilhar o acontecido através de prints, imagens, comentários e críticas. Tome cuidado com o que publica e as proporções que isso pode atingir.
#2 Conheça seu público alvo
Não apenas com o conteúdo, nas redes sociais a chance de venda também aumenta ou diminui de acordo com o seu nível de conhecimento do seu público-alvo. Entender isso é essencial para garantir resultados positivos.
Para conhecer melhor o seu público-alvo nas redes sociais, se pergunte:
Quem são as pessoas que você quer atingir?
Em que redes sociais elas estão mais presentes? Você está nessas redes?
Como elas se comportam nas redes sociais?
Quais os horários que elas mais acessam as redes sociais?
Por quais meios (celulares, tablets, computadores pessoais) e de que lugares elas mais acessam as redes sociais?
Dessa forma, é possível traçar um plano mais claro tendo em vista quem você deseja atingir.
#3 Seja pessoal
As redes sociais transmitem uma ideia oculta de “amizade” – veja, por exemplo, como são chamados aqueles que você tem adicionado em quase todas as redes. E não é possível ser amigo de um produto. O que isso quer dizer?
Não apenas venda coisas. Seja amigável e pessoal com as pessoas que te seguem na rede socia.
Ter uma personalidade definida para seu perfil nas redes sociais implica em criar relacionamentos com os clientes e gerar laços e confiabilidade para ambos os lados.
Porém, é necessário cautela. Se sua empresa possui uma característica mais formal offline, não cabe fingir ser “descolado” na internet (com uso de emoticons e gírias, por exemplo). Não construa uma imagem falsa, seja autêntico, tratando as pessoas da forma como lida com elas no mundo offline.
#4 Interaja com o público
Se as pessoas estão te seguindo numa rede social, interaja com elas!
Responda os comentários, tire dúvidas, forneça respostas a perguntas frequentes, enfim, o importante é interagir para criar um relacionamento com clientes e visitantes, fazendo com que se sintam bem recebidos e sempre retornem.
Já é comprovado que empresas que demonstram se preocupar com as dificuldades dos clientes e interagem com eles recebem mais visitas e tem mais finalizações de compra.
 Ah, não se esqueça de ser amigável e responder de forma objetiva, sem enrolações.
#5 Conheça a concorrência
Assim como nos negócios offline, é preciso saber como a concorrência está atuando nas redes sociais. É sempre bom ver como interagem com o público, quais os seus pontos fortes e fracos e como você pode melhorar para atrair e agradar mais seus fãs do que eles.
Porém, cuidado para não perder sua personalidade. Não se torne uma cópia da sua concorrência, mesmo que eles se saiam melhores quando fazem o gerenciamento de redes sociais. “Entre a cópia e o original, todos preferem o original”.
Aprenda com a concorrência e aprimore seus perfis nas redes sociais mantendo sempre seus valores, e sem perder sua identidade.
#6 Supervisione e acompanhe
Depois de analisar a concorrência, é preciso ver como o seu conteúdo está se saindo, com supervisão constante e acompanhamento do desempenho.
Não adianta só postar e não verificar os resultados, ou não saber o que as pessoas acharam das suas postagens, ficando no escuro quanto a sua performance.
Mensuração e análise é condição sine qua non (essencial) para o bom gerenciamento de redes sociais.
A maioria das redes sociais fornece ferramentas de estatística, gráficos de desempenho, análise de conteúdo e de publicações.
Com elas é possível saber o que as pessoas gostam no perfil de sua empresa, quais são as publicações com mais resultados, qual estilo de publicação tem mais alcance, quais tem mais comentários, etc.
Utilize essas ferramentas a seu favor e comece a melhorar seu conteúdo baseado na forma que seu público reage a ele.
Aumente o número de publicações nos formatos mais desejados, remova ou diminua os conteúdos menos “curtidos” e inove verificando novas possibilidades para colher melhores frutos no futuro.
#7 Seja consistente
Nada mais esquisito do que alguém que vive se contradizendo, não é mesmo? Se um amigo diz que gosta de rock clássico, mas no dia seguinte diz que não suporta o “Queen” nem por um segundo, certamente faria com que você não acreditasse mais nas coisas que ele diz.
A mesma coisa ocorre com a visão que o público tem da sua empresa. Quando um perfil de empresa é inconsistente, os visitantes ficam confusos e perdem totalmente a credibilidade no negócio.
É importante que sua empresa tenha valores, missão, objetivos e visão definidos e os siga também nas redes sociais. para não parecer que você tenta mudar para agradar a gregos e troianos.
Seja consistente também na frequência do seu conteúdo quando for planejar o gerenciamento de redes sociais. Deixar o público à deriva por semanas ou meses e depois postar conteúdo de forma repetitiva não cumprirá com a falta.
Tenha em mente que seus clientes contam com você também nesse sentido: seja consistente na frequência das postagens.
#8 Lide positivamente com interações negativas
Ter um perfil público inclui que tudo que aconteça nele seja público também, inclusive os comentários negativos que você pode receber de clientes insatisfeitos ou dos críticos de plantão.
Esses críticos podem ser fakes (perfis falsos criados para causar discórdia) ou de pessoas reais, insatisfeitas com um serviço ou produto.
De uma forma ou de outra, eles visitam seu perfil e querem que sua crítica chegue aos seus ouvidos e aos do seu público.
Você deve reagir a essas críticas com leveza, de forma educada e receptiva.
Se um comentário ruim tem muitas chances de dar uma repercussão negativa, uma resposta com descaso ou mal educada pode atingir proporções virais, propagando a imagem de que você e sua empresa não se importam com clientes nem com suas reclamações.
Uma dica é resolver o problema offline. Peça ao autor da crítica por dados como telefone ou endereço de e-mail para que você possa contatá-lo de uma forma mais particular.
#9 Ouça seu público
Um perfil nas redes sociais também é uma forma de aprendizado. Muitas críticas podem te fazer entender melhor seu público, te ensinando como melhorar seu negócio e superar a concorrência.
Ouça o que seu público tem a dizer e torne a interação recíproca. Busque saber o que seu público procura de informações sobre você, sua área de atuação ou como seu produto pode solucionar suas dores.
Além disso, investigue se como seu público obtém informações em seu perfil, e como mantê-lo cada vez mais informado sobre cada um desses aspectos.
#10 Utilize (bem) as hashtags
As hashtags (#) foram uma revolução para o sistema de buscas interno nas redes sociais, tornando mais fácil encontrar o que se procura e lançar campanhas de grandes proporções através só de algumas palavras.
Porém, utilizar hashtags corretamente não é só colocar o símbolo de “jogo da velha” antes de palavras, e principalmente #não #é #falar #assim.
Utilizar várias hashtags pode divergir as pesquisas e confundir seus fãs sobre qual utilizar, além de ser mais trabalhoso e, consequentemente, menos utilizado.
Para utilizar bem as hashtags, você precisa analisar sua campanha ou o que você pretende divulgar e produzir uma frase curta que passe uma mensagem, com uma boa escolha de palavras.
Por exemplo, se sua campanha é sobre promoções em pacotes de viagens, que tal utilizar #embarquenessaviagem? Convença seu público e visitantes a utilizá-las em certas situações, para divulgar sua marca ou campanha, realizando sorteios através de hashtags ou dando benefícios para quem a utilizar.
#11 Saiba usar as imagens
Há quem, diga que uma imagem vale mais do que mil palavras. Seguindo essa linha de raciocínio, uma foto ruim, mal-feita, confusa, desconexa, vale por mil palavras que não comunicam nada. 
Utilize as imagens a seu favor durante o gerenciando de redes sociais: escolha bem as imagens para as publicações que sejam atrativas e combinem com o seu negócio. Essa dica vale tanto para redes sociais como para blog.
Um bom visual, além de chamar atenção do público, dará credibilidade à sua marca.
Gerenciamento de redes sociais de sucesso
Praticando essas 11 dicas simples no gerenciamento de redes sociais você terá um perfil de sucessopara conquistar leads, cativar seus clientes, criar um relacionamento com seu público e se tornar referência para outras empresas.
Como dizem por ai: é simples, mas não é fácil! 
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