quarta-feira, 18 de novembro de 2015

A Importância e o Impacto da Administração do Tempo na Rotina Corporativa

Falar em Técnicas para Administrar o tempo, é considerar que estratégias usadas para esta finalidade são encontradas facilmente. Porém, não se adequam a qualquer tipo de atividade ou de indivíduo que a exerce.

"A administração do tempo pode ser definida de forma simples, como um plano de utilização e controle do mesmo da forma mais eficiente e eficaz possível. 

Obviamente o tempo é algo mais do que isto que a definição sugere. Um plano deve ser criado para atender às necessidades específicas de um indivíduo. Um único sistema não pode ser adequado para todos. Ele precisa ser solto e flexível, de forma a ajustar-se a situações em constante mudança. (IAIN, 1995, p. 7)"

Ainda que não haja uma fórmula padrão para o planejamento do tempo, algumas medidas, quando bem empregadas e moldadas à forma de trabalho de cada indivíduo, podem decorrer em resultados surpreendentes. Primeiramente é importante compreender, qual a diferença entre o que deve ser considerada uma atividade urgente ou importante.

Urgente significa que a atividade exige nossa atenção imediata. A importância, por outro lado, tem a ver com resultados. Se algo é importante, contribui para nossa missão, nossos valores e metas prioritárias. Nós reagimos a questões urgentes. As questões importantes que não são tão urgentes exigem mais iniciativa, mais pro atividade. Precisamos agir para aproveitar as oportunidades, para fazer com que as coisas aconteçam. (COVEY, 1989, p. 98)

MATRIZ DE ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO OU MATRIZ URGENTE/IMPORTANTE
Matriz de Administração do Tempo, mais conhecida como Matriz Urgente/Importante é uma ferramenta utilizada para se ter um melhor entendimento do que diferencia as atividades entre urgentes e importantes. Ou seja, utiliza-se para estabelecer o grau de prioridade de determinada tarefa e quais ruídos serão encontrados (a fim de contorná-los) para que a mesma seja executada.



  • Quadrante I (Crises ou problemas)
São considerados os problemas de última hora. Administração de crises.
  • Quadrante II (Metas e Planejamento)
Questões não urgentes, porém, importantes.
  • Quadrante III (Interrupções)
Questões não importantes, porém, urgentes.
  • Quadrante IV (Distrações)
Questões não urgentes e não importantes.

OBSTÁCULOS NO DESEMPENHO DAS ATIVIDADES DIÁRIAS
As interrupções e distrações, assim como outras ações, conhecidas como os “ladrões de tempo” poderão obstaculizar o cumprimento de atividades urgentes ou importantes. São elas:
  •   Internet e Redes Sociais

Com o avanço acelerado da tecnologia e da forma como as pessoas se comunicam, muitas ferramentas que são utilizadas para aperfeiçoar e agilizar vários processos acabam tornando-se grandes vilões. Assim como qualquer ferramenta que tem como objetivo de sintetizar alguma parte de um processo, as mesmas sendo utilizadas de maneiras errôneas acabam por atrapalhar e criam ruídos de comunicação. Por exemplo, celulares e computadores com aplicativos que permitem acesso imediato a internet e conseqüentemente redes sociais.
  • Comunicação/E-mails

Estabelecer um cronograma para visualização e categorizar cada e-mail durante a jornada de trabalho é fundamental para uma rotina enxuta e eficaz. Muitos profissionais acabam por não concluir nenhuma atividade com 100% de eficácia pelo simples fato de ter dificuldades no processo de organização dos e-mails recepcionados ao longo do dia. Atividades não urgentes e que necessitam apenas que o destinatário tenha conhecimento sobre algum assunto, podem ser comunicadas por e-mail. Uma ligação para passar informações, acabam por interromper o trabalho de outrem desnecessariamente.
  • Preocupações Emocionais

Colocar as atividades a fazer no papel, em uma planilha do excel ou até mesmo em post-its são formas de “retirar” da mente preocupações com o que necessita ser realizado. Quando a mente está repleta de preocupações com o que precisa fazer, a concentração com a atividade que está sendo realizada, fica comprometida.
  • Reuniões

Reuniões devem seguir um cronograma pré-definido ao início de cada projeto. A realização de reuniões sem planejamento pode causar desvios de atenção e conseqüentemente perda de tempo nas realizações de outras tarefas que exigem elevado grau de concentração. Outro ponto importante é a pauta da cada reunião. É de extrema importância que antes da realização dos encontros os gestores tenham pré-definido todo roteiro que o encontro deverá seguir, evitando assim fugas de temas e ruídos de comunicação e despreparo dos envolvidos quanto aos assuntos abordados.

O VALOR POSITIVO DA INTERNET E SUAS FERRAMENTAS NO AMBIENTE CORPORATIVO RELACIONADO À ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO
Atualmente é incontestável que a rotina corporativa está cada vez mais otimizada por meio da utilização de novas tecnologias. O uso da internet nas organizações cresce a passos largos e atinge todos os setores da empresa, dos mais operacionais aos setores de alta gestão. Um dos fatores que podem ser considerados positivos e de enorme contribuição para a disseminação do uso da internet é justamente a facilidade que esta ferramenta proporciona nos processos de comunicação.

Um dos valores positivos no uso da internet no meio corporativo é o alto impacto na redução de custos. Empresas que possuem filiais em cidades ou até mesmo países distantes, podem se comunicar e trocar dados com a velocidade e precisão que não teriam se estivessem utilizando contatos presenciais.
E-mails são um grande aliado no processo de administração do tempo. Através deles podemos classificar o grau de prioridade de uma determinada atividade a ser executada. Podemos citar também, o poder de integração que proporciona por ser responsável por integrar diversas células de uma empresa através de um só meio de se comunicar.

Com um poder de alcance abrangente, e conseqüentemente eficiente no fator tempo, as corporações conseguem utilizar a Internet e todos os seus recursos como benefício importante para economia do tempo.


LIDERANÇA INTELIGENTE: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO NO AMBIENTE CORPORATIVO
O líder possui papel imprescindível no que tange ao desenvolvimento dos colaboradores quando se trata de administrar o tempo, ou seja, as atividades, dentro do prazo especificado.
Entende-se por atuar com entusiasmo, sentir-se motivado e feliz com o ambiente em que está inserido, quando o colaborador se depara com um local de trabalho estimulante e que proporciona condições adequadas a execução das atividades. Dentro do contexto apresentado, a liderança é diretamente responsável por possibilitar que sua equipe tenha recursos e prazos perfeitamente atingíveis, no entanto, desafiadores, que os permitam se desenvolver como profissionais.

"Liderança: É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum. (Hunter, 1989, p. 25)"
A liderança precisa dispor de tempo para acompanhar e desenvolver a sua equipe, tendo em vista que a falta de planejamento gera desperdício de tempo e maior custo para a empresa.

Ao ser capaz de aplicar o planejamento estratégico, ou seja, indicar as direções a serem seguidas no processo de delegação de tarefas tanto para sua equipe como para si mesmo, o líder precisa considerar o tempo necessário para executá-las com qualidade, e assim, terá grandes chances de obter resultados satisfatórios para a empresa. É comum observar líderes queixando-se de reuniões improdutivas, que costumam tomar todo o tempo de trabalho. A aplicação de reuniões semanais para delegar as tarefas da semana à equipe pode proporcionar um melhor controle das atividades, maior entendimento da equipe quanto ao que precisa ser realizado e entregue. O resultado disso são melhores resultados e tempo hábil para agir nas urgências.

Ao ouvir sua equipe, a liderança poderá identificar problemas, interrupções e gargalos no dia a dia. A identificação e discussão sobre tais assuntos poderão gerar soluções que resultem em redução do tempo gasto. A administração do tempo não é algo individual, nosso tempo não exclusivamente nosso, pois dependemos de outras pessoas para executarmos nossas tarefas.
A elaboração de procedimentos de trabalho bem definidos, com instruções de tarefas e rotinas diárias, escritas com o auxílio dos colaboradores que executam as atividades, podem resultar em formas mais simples e rápidas proporcionando o uso mais inteligente do tempo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Grandes empresas tentam otimizar ao máximo o papel de seus gestores no comando dos projetos afim de fazer com que produzam mais e minimizem os custos em geral. A antiga expressão “tempo é dinheiro” faz mais sentido nos dias de hoje e obriga as corporações a buscar profissionais capacitados e com “feeling” de gerir equipes sempre com atitudes pró ativas. Vivemos numa era em que não há mais espaços para procrastinadores. Onde se destaca quem utiliza o tempo da melhor maneira possível.
Um mundo corporativo repleto de desafios e disputas sadias, algumas vezes nem tão sadias assim, mas acima de tudo justo. Justiça esta que pode ser demorada, mas um dia se faz presente na vida profissional das pessoas.

Portanto, vimos como o tempo é um fator importante e escasso se não for administrado da maneira correta. É imprescindível que haja uma nova forma de olhar estas questões por parte dos gestores. Onde as gerações mais antigas devem acompanhar e se manter atualizada, enquanto as novas gerações devem focar e procurar aperfeiçoar cada vez mais seus conhecimentos referentes ao assunto.
Por: Marcos Monte - http://admemdestaque.blogspot.com.br/

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Pinterest, o patinho feio das estratégias digitais?

O que é o Pinterest?

 É uma rede social que permite a partilha de fotos e vídeos em diferentes murais, de acordo com os gostos de cada utilizador. Aliás, o próprio nome pin + interest remete-nos para isso mesmo, uma parede virtual onde cada pessoa pode pendurar aquilo que mais lhe interessa. 

Muitas vezes ignorada e deixada de fora das estratégias de muitas marcas e até mesmo confundida com o Instragram de Mark Zukenberg, a rede social dos "pins" tem se fortalecido e ganhado "um lugar ao sol"  nas estratégias digitais. E não em vão. 
Segundo o Comscore o Pinterest chegou aos 100 milhões de usuários ao redor do globo e o Brasil é um dos 10 maiores mercados do serviço. O que resultou na abertura de um escritório do site no país.  
E o que isso significa para a sua marca? bem...a maior oportunidade que o Pinterest oferece para marcas e empresas, é de humanizar a sua identidade, aproximando a marca/empresa do seu público. Através da exposição e partilha de conteúdos, a marca tem no Pinterest um excelente veículo para fazer circular os seus conteúdos num universo criado para o efeito, Mas isso vai muito mais além! 

Você já ouviu falar em Big Data? - O Big data é o termo utilizado para descrever uma grande quantidade de dados complexos que estão a todo o momento se multiplicando. Especialistas utilizam softwares extremamente eficientes que são responsáveis por analisar, separar e cruzar estes dados para auxiliar na tomada de decisões. 

Quando um usuário cria uma conta no Pinterest o aplicativo solicita que ele escolha pins de seu interesse que estão dispostos em diversas categorias: design, publicidade, arquitetura, moda, life style, entre outros. 
Ao final de sua escolha o app cruza os dados referentes as preferencias do usuário e cria um mural personalizado com os pins que estão em alta na rede social com os temas escolhidos.  
"And now Pinteres is taking big data to another level."  Bernard Marr


Ex: https://br.pinterest.com/jorgenca

Cut and Search: Uma nova função anunciada mostra a importância do Pinterest. Chamada de Guided Search a ferramenta possibilita que o usuário seleciona uma parte da imagem e pesquise por ela dentro dos milhares de pins relacionados, exemplo se você encontrou um sofá e gostou muito dele, você pode selecioná-lo e fazer uma busca especifica pelo modelo. 

E como isso é possível? 
Graças aos algorítimos extremamente complexos  que estão a todo o momento aprendendo a analisar e comparar imagens para um resultado o mais fiel possível com o termo pesquisado. Em resumo funciona como a ferramenta de reconhecimento facial do Facebook.  

Agora suponha que você é uma loja de roupas e tem um painel para cada tipo de roupas que comercializa. Uma usuária que está buscando por uma calça casual pode selecionar a peça e automaticamente será apresentado a ela inúmeras calças parecidas. 
Está aqui a sua chance de aparecer nas buscas e acessar a jornada de compras desta consumidora, consequentemente tornando a experiencia de busca muito mais personalizada e com altas chances de leva-la ao seu site. 
Se você ainda acha que o Pinterest não funciona para a sua estratégia digital, está na hora de rever este conceito. 

Por: - https://www.linkedin.com/pulse 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Employer Branding: trabalho integrado para desenvolver e reter talentos

Ser uma empresa procurada pelos melhores profissionais do mercado é, possivelmente, o sonho de toda organização. No entanto, foi-se o tempo em que oferecer um bom salário era suficiente para atrair e reter talentos.

 A dinâmica do mercado exige que as empresas possuam pessoas estratégicas nas principais áreas e a área de recursos humanos precisa, cada vez mais, se alinhar com a visão do negócio. 

Normalmente, as corporações criam as estratégias de marketing e de branding com foco no consumidor. 

O Employer Branding surge como um diferencial estratégico, pois volta o olhar para dentro da organização, aplicando um conjunto de técnicas usadas para atrair, desenvolver e reter profissionais qualificados. Difundido na Europa e nos EUA desde os anos de 1990, o Employer Branding representa para as empresas brasileiras uma possibilidade de diferencial competitivo. 

Atualmente as pessoas trabalham por paixão, querem ter voz e ajudar na construção de um propósito maior, não se motivam apenas pela remuneração. Isto traz uma complexidade positiva para as organizações, que devem identificar seu propósito e sua essência para conseguir se conectar com os talentos mais aderentes à sua realidade”, explica Priscila Pacheco, Gerente de Comunicação Interna e Employer Branding da Danone.

Cada vez mais exigentes, os profissionais da atualidade que querem criar, realizar e inovar, buscam qualidade de vida aliada a boas condições de trabalho, que vão desde um ambiente tranquilo e acolhedor, flexibilidade de horários, possibilidade de home office e benefícios relacionados a lazer, cultura e diversão. 

Um estudo divulgado pelo Hay Group, em fevereiro de 2015, mostra que as empresas têm avançado pouco para garantir a satisfação do funcionário e a retenção de talentos. A pesquisa, com 906 empresas no Brasil, mostra que embora 74% das corporações considerem um tema muito importante, apenas 26% têm estratégias estruturadas para garantir a retenção de talentos. Claudia Sérvulo, gerente corporativa de comunicação e responsabilidade social do Grupo Solvi, acredita que, no cenário atual em que a crise é econômica e ética, há aspectos que favorecem a retenção de talentos e outros que a dificultam.A instabilidade econômica pode indicar escassez de oportunidades no mercado e insegurança para fazer a mudança, o que gera, em um primeiro momento, a permanência do funcionário. A questão, no entanto, refere-se ao nível de engajamento que esse profissional demonstrará”, alerta.

Trabalho em parceria
A empresa precisa construir um programa consistente e tratar seus funcionários como parte de um time. Os profissionais precisam saber com clareza o que a empresa oferece. 

Assim, poderão escolher as companhias que mais se adaptam ao seu perfil. Para Alinne Rosa Aguiar, diretora de Recursos Humanos da Kantar Worldpanel Brasil, grande parte das empresas atua de forma reativa para reter os profissionais e acaba por tomar ações imediatistas mediante o risco de perder os talentos, mas essa não é a tática mais eficaz. A estratégia de retenção deveria estar muito mais relacionada ao clima, cultura, valores e senso de pertencimento do que na preocupação de como ser financeiramente mais competitivo do que os concorrentes para garantir a permanência das pessoas na empresa, ressalta.

As técnicas de Employer Branding só apresentam resultados positivos se todas as áreas da empresa trabalharem de forma integrada. 

Quando o RH, a Comunicação e o Marketing têm a mesma visão, a mensagem de uma boa empresa para trabalhar se torna poderosa. Claudia Sérvulo explica que investir na fluidez da comunicação interna de forma preventiva é importante para a prontidão em momentos de crise. Se a companhia investir no relacionamento com seus funcionários, prezando o desenvolvimento de um clima de qualidade e com comunicação fluída, a turbulência da crise pode inclusive ser um momento de maior produtividade, mobilizando funcionários já engajados para a construção de soluções comuns”, explica.

Para construir e fortalecer a marca de uma empresa é preciso ter no time pessoas engajadas com a causa e com a missão da empresa. “Há algum tempo, percebemos que a estratégia mais eficaz para emplacar o Employer Branding é ter os próprios colaboradores como embaixadores da marca. Nós nos preocupamos continuamente em gerar um ambiente de trabalho em que as pessoas sintam-se ‘donas do negócio’, capazes de empreender, realizar coisas novas e imprimir sua marca, declara Alinne.
Para a empresa, identificar os valores é fundamental para descobrir sua essência e conseguir não somente atrair, mas também reter os profissionais que conseguirão se desenvolver com mais facilidade na organização, e que irão constituir o principal diferencial competitivo da empresa, entregando os melhores resultados e tornando o negócio sustentável. Por isso, é preciso organizar uma proposta de valor para a empresa e apresentá-la em forma de projetos, programas e ações. Utilizar valores corporativos para construir um Employer Branding forte traz diversos benefícios para todos.
Dentre outros benefícios, podemos destacar:
  • ·         Atratividade de talentos de alto nível com menor esforço da área de RH;
  • ·         Diminuição da rotatividade de funcionários;
  • ·         Redução de custos rescisórios e de recrutamento;
  • ·         Melhora na produtividade, devido à retenção de talentos;
  • ·         Preservação do capital intelectual da empresa.

Como comunicar?
  • ·         Seja transparente: comunique os valores que a empresa realmente possui.
  • ·         Atenção na forma: busque modernizar os canais de comunicação, pois está cada vez mais difícil atingir os colaboradores pelas ferramentas tradicionais.
  • ·         Tenha conteúdo: trabalhe na construção de uma proposta sólida de valor da empresa, construa os programas e pense nos benefícios que pode oferecer aos profissionais. Somente depois parta para a estratégia de comunicação.


Copiado: http://blogpix.seepix.com.br/

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Relacionamentos – o que é isto?


“Carinho antes é interesse; depois é relacionamento”. (Romeo Busarello)

Gosto muito desta frase. Ela sintetiza a essência do marketing de relacionamentos, posto que se constitua na tática central - a sedução, dentre os esforços de marketing para obter a vantagem competitiva num cenário de alta competitividade.


Há mais cem anos Frederick W. Taylor já pregava: “Devemos recordar sempre que o mais importante em qualquer negócio são as boas relações”, com o que Peter Drucker corroborava: “No século XXI, os relacionamentos serão a maior geração de riquezas”. 


Há alguns anos atrás, quando ainda não existiam supermercados e magazines, os comerciantes praticavam o marketing de relacionamentos de forma intuitiva e espontânea. Conheciam e sabiam das preferências de sua clientela e a tratavam de forma personalizada, com isso conseguiam clientes fiéis por uma vida toda.


Presenciei outro dia um fato que me fez sentir a força do marketing: um amigo recebeu uma mensagem de um motel parabenizando-o pelo aniversário e presenteando com uma estadia gratuita sem restrição de dia ou horário. Percebi duas coisas: a satisfação do amigo por ter o aniversário lembrado e a ausência de condicionantes por parte da empresa.


Vemos muitas ações iguais a esta, porém com restrições. Em determinados segmentos de mercado, o brinde só tem validade para determinados dias da semana ou em determinadas condições. Isso não é carinho! 



Presentear é um ato incondicional, sem restrições, diferente das ações de fidelização dos programas de milhagem como, após a compra da décima pizza, temos direito a décima primeira grátis, que será entregue no próximo pedido, pois o estabelecimento não que arcar com o ônus do frete. Mesquinhez é pensar pequeno e pode redundar em efeito contrário ao pretendido. 


Fatores que promovem ou reforçam os relacionamentos são derivados de atitudes que atingem o emocional das pessoas, não o bolso. Isto é foco do cliente, não no cliente, é perceber o que o contenta e o que o torna fiel à marca ou a empresa. 


Toda manifestação de consumo tem caráter emocional, por isto quando falamos em marketing, estamos falando de ações que falam ao emocional dos clientes e, relacionamentos são pontes para chegar lá, são imãs que atraem clientes a fornecedores, são as algemas invisíveis que os retém.


"As táticas ‘ganha-ganha’ estabelecem relacionamentos, senão vejamos o que ocorre nos processo de simbiose na sábia natureza: a flor empresta o néctar à abelha e em contrapartida esta a poliniza; algumas aves se fartam dos frutos das árvores e para compensar espalham suas sementes pelo solo; os esquilos escondem as nozes e esquecem algumas, realizando um plantio involuntário, promovendo a perpetuação da espécie."


Em tudo, “a primeira impressão é a que fica”, portanto não podemos desperdiçá-la. Excelência no atendimento, cumprimento das obrigações contratuais (ou promessas) na entrega, aceitação das reclamações como uma oportunidade de correção e melhora do serviço ou produto, pois são oportunidades por vezes, únicas de o fornecedor mostrar seu empenho em agregar valor. 



Clientes fiéis reclamam quando têm uma experiência ruim porque querem ver seu problema resolvido, acreditam na marca/empresa e querem melhorá-la, já os clientes infiéis vão embora sem o menor remorso e pior, ainda falam mal da empresa.


É imperativo que tratemos os clientes de forma diferenciada, pois para o consumidor a percepção é a verdade e não justificamos, discutimos ou criticamos percepções – simplesmente orientamo-nos por elas! 


Nosso dia-a-dia com fornecedores mostra exemplos de como ferir relacionamentos: os “Fale Conosco, que não dão retorno ou mandam mensagens automáticas sem direito a respostas. Os “0800...” que deixam o cliente esperando vários minutos e ainda temos que ouvir uma gravação eletrônica sobre as qualidades da empresa.


Quando você se tornar um profissional de marketing, não se esqueça do ‘gap’ de como era tratado e do como gostaria de sê-lo. Pois necessidades, interesses e desejos derivam das emoções – emoção é manifestação de gente - gente é cliente e cliente é o objeto do marketing. Há que ser ter empatia. 



Copiado: http://wagnerherrera.blogspot.com.br/

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

9 Filmes Que Servem De Motivação Para Empreendedores

Abrir o seu próprio negócio não é uma tarefa fácil. Há obstáculos, dias corridos e cansativos. Mas, ser um empreendedor é exatamente isso: superar cada dificuldade sem se render. No entanto, uma pausa para o descanso é mais que  necessário.
Então aproveite  este  momento  para  buscar entusiasmo  com filmes que relatam histórias e pessoas  que  driblaram  os  problemas  e alcançaram seus objetivos.
Seja ele uma aventura, uma comédia ou um documentário que o convite a reflexionar. Uma boa história nos motiva. Para ajudar, criamos uma lista de nove filmes que marcaram um antes e um depois na mente dos empreendedores de todo o mundo, durante o processo de criação ou amadurecimento de uma ideia.
Inspire-se e celebre as conquistas das grandes lições.
1- Chef (2014)
cena filme Chef (2014)O ator e diretor Jon  Favreau  interpreta  o  chef  Carl  Casper, que  trabalha em um restaurante que impõe limitações para a sua criatividade e, além disso, passa a ser massivamente criticado pela mídia.
Neste cenário, ele decide mudar a sua vida e, mesmo sem saber qual seria o primeiro passo a ser dado, se muda de cidade  e monta um caminhão de comida cubana ambulante.
2- Piratas do Vale do Silício (1999)
Cena filme Piratas do Vale do Silício (1999)Este filme é inspirador principalmente para os micro-empreendedores das start-ups. Mesmo com alguns dados não verídicos, o filme mostra, em uma linguagem de documentário, os primeiros dias do início da febre tecnológica no principal centro de inovação dos Estados Unidos e o surgimento de Bill Gates e Steve  Jobs. 
Uma  visão  interessante  da  rivalidade  entre  os  fundadores  da Microsoft e Apple.
3-A rede social (2010)
cena A rede social (2010)Ainda no universo do Vale do Silício, o tema principal deste filme é se perguntar se no momento de criar uma empresa, o mais importante é a ideia ou a execução dela. No enredo, o longa mostra como Mark Zuckerberg passou de um estudante de Havard a um jovem capaz de lançar a rede social mais popular do mundo.
Ou, como fazer com que uma start-up tenha êxito ao exibir algumas qualidade como flexibilidade  e  resistência.  Ideias,  desenvolvimento  e  rentabilidade,  os  fatores -chave na vida de um empreendedor.
 4-Jerry Maguire – A grande virada (1996)
Neste filme, o protagonista Jerry Maguire (Tom Cruise), um agente esportivo que busca impor seus valores morais e esforços, acaba deixando seu trabalho de anos para perseguir seus sonhos.
Com muita dedicação e um bom uso das relações públicas, este longa é inspirador porque mostra a reconstrução, desde o zero, de uma vida executiva de sucesso.
5-The Corporation (2003)
cena filme The CorporationProduzido e dirigido pela dupla Jennifer Abbott e Mark Achbar, o documentário teve roteiro adaptado do livro "The Corporation: The Pathological Pursuitof Profit and Power",  do  escritor  Joel  Bakan.  Por meio  de  uma  análise  crítica, o filme mostra o impacto das corporações no cotidiano das pessoas.
“Acho o filme muito contundente,  a  brincadeira  de  apresentar  cada  empresa  como  se  fosse  uma pessoa psicopata é uma sacada inteligente. E a reflexão que fica: até que ponto se deve ir em busca do lucro máximo?”, conta a diretora e roteirista Mara Mourão.


6-Inside Job (2010) 
cena Inside Job
O  documentário de Charles  Ferguson é uma reflexão sobre a crise financeira global que começou em novembro de 2008. Dividido em cinco partes, Ferguson, explora  a forma que as  mudanças  políticas e os métodos  econômicos  aplicados  por bancos contribuíram para o início da crise.
7-À Procura da felicidade (2006) 
Baseado  na  vida do  empresário estadunidense Chris Gardner, o filme mostra de forma transparente e cheia de sentimentos como as dificuldades serviram de oportunidade para Gardner não desistir de seus sonhos.
É um exemplo de como criar resiliência no ambiente profissional.
Quando o personagem percebia que os resultados de um projeto não agradavam, ele mudava as estratégias, passando por muitas dificuldades e sem medo de encarar longas jornadas, até atingir sua meta final.
 8-Lixo extraordinário (2010) 
cena lixo extraordinárioEsse é um documentário que ajuda a despertar o lado criativo dos empreendedores e a pensar em novas formas para as coisas que já existem.
O longa conta o trabalho do artista plástico Vik Muniz com catadores do aterro do Jardim Gramacho, o maior aterro sanitário da América Latina,  localizado  em Duque de Caxias, Norte da Baía de Guanabara.
O ponto central é a transformação na vida dos catadores que participaram do projeto, além  das  obras desenvolvidas com os materiais coletados que hoje valem uma fortuna.
9-Quem se importa (2014) 
cena quem se importaA  película, dirigida por Mara Mourão, estimula a reflexão sobre o empreendedorismo social.  Nele,  acompanhamos  diversas histórias de empreendedores engajados, entre eles, Muhammad Yunus, Prêmio Nobel da Paz, e Bill Drayton, fundador da Ashoka.
As filmagens foram realizadas em sete países.
“Percebi que hoje os jovens estão atrás de propósitos e não só de dinheiro, é incrível ver a empolgação e a conscientização que muitos adotam após o filme”, conta a diretora.
Copiado: http://economia.uol.com.br/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Autoestima e Sucesso

“A Autoestima é o que há de mais divino no ser humano. Pois, quando nada lhe resta, resta-lhe a si mesmo". (Cíntia Salvato)

Não sou psicólogo, portanto tenho que lançar mão de textos de especialistas sobre o tema, assim selecionei algumas frases de artigos na internet que corroboram minha mensagem.


“... autoestima é um ato de amor e de confiança consigo mesmo. Precisamos entender bem que são as duas coisas juntas: o "amor próprio" e a "autoconfiança". Faltando um destes ingredientes, não teremos uma auto-estima verdadeira”. (Chris Almeida é filósofo e psicoterapeuta - www.maisde50.com.br)



“A autoestima é a apreciação que uma pessoa faz de si mesma em relação à sua auto-confiança e seu auto-respeito. Através dela podemos enfrentar desafios e defender nossos interesses. É formada ainda na infância utilizando o tratamento que se dá à criança como peça chave, ou seja, se a criança for sempre oprimida em relação a suas atitudes terá baixa auto-estima e se a criança for sempre apoiada em relação à suas atitudes terá auto-estima elevada”. (Gabriela Cabral - http://www.brasilescola.com/psicologia/autoestima.htm)


“... (Autoestima) designa estruturalmente o surgimento de um sujeito, e não se trata de uma defesa, mas de uma etapa fundamental no desenvolvimento. É o momento em que as provisões de afeto que puderem ser recebidas serão interiorizadas, como certa sensação de segurança interna. É claro que não somente aí e sim durante toda a infância. Porém, esse momento, em especial, registra de maneira marcante a relação com o mundo”. (Leda Rebello - http://www.psicologiaesaude.com.br/artigo6.htm)


“... A autoestima é a melhor aliada do sucesso na vida pessoal e profissional e não há idade limite para conquistá-la. Os psicólogos são unânimes em afirmar que a auto-estima é a principal ferramenta com que o ser humano conta em enfrentar os desafios do cotidiano, uma espécie de sistema imunológico emocional, pois determina a forma como nos relacionamos com o mundo”. (http://pt.shvoong.com/social-sciences/psychology/1724696-auto-estima/)


Os três pilares básicos da estruturação do ser humano são: 1) Educação: estrutura a mente, 2) Alimentação: estrutura o organismo e 3) Afeto: estrutura a psique.


Não reconhecemos imediatamente a afetividade nas pessoas como são visíveis a educação e a saúde (física), porém ao longo da convivência percebemos as pessoas que foram criadas com afeto, posto que sejam agradáveis e sociáveis.



Não cabe a mim definir perfis de comportamento, mas via de regra, pessoas com menos valia (autoestima baixa) são pessoas defensivas, com certo grau de agressividade, algum desajuste e dificuldade de entrosamento. 

Desconheço alguma pesquisa sobre pessoas de sucesso e respectivas autoestima, mas seguramente haveria coincidência, desconsiderando certas patologias psicológicas, pelo menos é no que acredito. Vivenciei vários casos que me convencem disto. Creio que a autoestima possa ser desenvolvida ao longo de nossas vidas, porém quando é formada na infância pelo afeto recebido da família, ela se reflete ao longo da vida, de forma espontânea e instintiva.

O sucesso não ocorre por acaso, é fruto do ajustamento e aceitação da pessoa no grupo, comunidade ou sociedade a qual pertence, sendo equivalente a uma eleição, uma escolha feita por seus pares, uma preferência do melhor adaptado segundo o senso comum para o qual converge a aceitação. Isto ocorre em qualquer campo da atividade humana.



Naturalmente, quando pensamos em sucesso a idéia de fortuna é recorrente, mas isto não pode ser generalizado, afinal existe sucesso de pessoas nas ciências, literatura, religião, arte, etc. não implicando necessariamente em fortuna. 


Os motivos que levam ao sucesso são inúmeros e variados, a autoestima é primordial, mas não excludente. Competências e capacidades são necessárias para o atingimento do sucesso, porém a autoestima é importante na manutenção do êxito, na sustentabilidade.


Acredito serem tão importantes os cursos para aumentar a autoestima quanto os cursos motivacionais, posto que sejam componentes fundamentais para aumentar a produtividade de equipes profissionais, pois embora pessoas não sejam recursos, elas merecem investimentos.

Copiado: http://wagnerherrera.blogspot.com.br/

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Fidelização de Clientes: 5 Dicas Essenciais para Encantar o Comprador

Se tivéssemos que eleger a maior riqueza dentro de uma empresa, independentemente de seu porte ou segmento, não pensaríamos duas vezes: o cliente fiel. 
Segundo Steve Denning, autor de The Secret Language of Leadership, empresas que mantêm o foco na fidelização de clientes, ou no que ele denomina “encantamento de clientes”, garantem um exército de porta-vozes para sua marca. Esses clientes, com seu potencial de engajamento, funcionam como um núcleo de atração para novos compradores, e disseminam a boa imagem da marca.
Mais que isso, estima-se que manter um cliente fiel pode ser até cinco vezes mais barato que conquistar um novo, sendo que eles chegam a responder por até 65% de todas as vendas de uma empresa. Mas, afinal, como fidelizar clientes? Entenda neste post por que é tão importante investir na fidelização de clientes e confira como fazer isso com cinco dicas essenciais para encantar o comprador.
Satisfação versus fidelização
Ok, sua empresa oferece os melhores produtos e serviços e, por isso, está sempre atraindo novos olhares. Mas saiba que isso não é suficiente. Em um mercado cada vez mais concorrido, não há produto ou serviço bom o bastante que não possa ser copiado e ou melhorado. Mais do que qualidade na entrega, para fidelizar clientes é preciso ultrapassar os limites da satisfação pessoal do comprador.
Se, por um lado, um bom produto ou serviço abre portas, atrai o interesse e te coloca na briga de mercado, por outro, ele não é o suficiente para garantir que aquele cliente jamais ceda às tentações da concorrência. Este “encantamento” é um trabalho de médio a longo prazo e que inclui, além da qualidade do que se oferece, uma estratégia capaz de construir um vínculo afetivo entre a marca e o cliente. Veja a seguir 5 dicas para a fidelização de clientes:
1 – Atenda o cliente como ele gostaria de ser atendido
Comece encarando o atendimento como um diferencial. Ele é, talvez, o diferencial menos perene dentro de uma empresa, já que “quase” todo o resto pode ser reproduzido pela concorrência. Assim, ter — e manter — um bom atendimento é o primeiro passo para encantar clientes.
Mas, afinal, o que é um bom atendimento? Para Steve Denning, o atendimento diferenciado começa quando a equipe de vendas é treinada para atender o cliente como ELE gostaria de ser atendido. Uma boa equipe de vendas não insiste no atendimento (ou produto/serviço) que acha que é o melhor para o cliente. Ela capta os sinais dados pelo futuro comprador e embarca nas suas preferências e necessidades. Até mesmo o tipo de abordagem (mais ou menos agressiva), é definida de acordo com as respostas do cliente. Para isso, além de muita sensibilidade, o vendedor precisa saber calar seus pensamentos, ouvir e se colocar no lugar de quem está comprando.
2 – Direcione o foco para o cliente certo
Antes de gastar suas energias tentando abraçar o mundo, saiba que para fidelizar clientes é preciso manter o foco no público certo. Somente direcionando as ações estratégicas de sua empresa para as pessoas certas será possível garantir um atendimento de qualidade.
Quem são seus clientes em potencial? Onde eles estão? O que eles estão buscando? O que eles esperam dos seus produtos ou serviços? Saber responder a essas perguntas é fundamental para direcionar sua estratégia de negócio (e de marketing) para o público certo e garantir a fidelização de clientes. Não adianta pensar que é possível oferecer a todos os nichos o melhor atendimento do mercado. Não há produto ou serviço que agrade a todos.
3 – Fidelize clientes com a teoria da pirâmide invertida
Na teoria da pirâmide invertida, o cliente se encontra no topo, e para ele são destinados os maiores esforços dentro de uma empresa. Abaixo estão os vendedores e todos os que lidam diretamente com o cliente e, por fim, os líderes e gestores, aos quais cabe todo o suporte necessário para sustentação deste sistema.
A imagem descrita mostra o papel dos clientes dentro de uma empresa que visa a fidelização: eles são o motivo que justifica todo o trabalho. Aqui o foco não é o produto, nem os processos internos, mas sim o cliente. Vendedores, líderes e gestores se posicionam como o pivô que sustenta toda a estratégia de atendimento. Isso significa, na prática, uma cultura empresarial do bom atendimento, que além de visar o relacionamento de qualidade com cada cliente, reconhece o valor de ferramentas como SAC, ouvidoria, pesquisa de mercado, segmentação em marketing, entre outros.
4 – Para clientes fiéis, dê tratamento VIP
Se os clientes fiéis podem responder por até 65% de todo o faturamento de sua empresa, eles merecem, no mínimo, um tratamento diferenciado. Para isso, invista em ações de relacionamento como newsletters exclusivas, cupons de desconto e vantagens de um clube de fidelidade.
Para esse clientes, vale antecipar lançamentos e ofertas e investir em conteúdo personalizado. Lembre-se de que eles são o maior capital de sua empresa.
5 – Monitore, sempre
Toda ação voltada para a fidelização de clientes (seja uma campanha de e-mail marketing, ou o lançamento de um conteúdo exclusivo) pode — e deve! — ser monitorada. Para isso, conte com um bom CRM (Customer Relationship Management) e uma equipe focada em resultados. O monitoramento permite a otimização constante de sua estratégia e, a partir dos resultados de cada investida, você pode reunir cada vez mais informações relevantes sobre seu público-alvo, suas preferências de abordagem e necessidades. Encare esse processo como um ciclo virtuoso: quanto mais você monitora, mais conhece seu público e maior é a sua capacidade de criar estratégias para fidelizar clientes.
Pronto para dar o primeiro passo? Comece treinando sua equipe de vendas para um atendimento de excelência, reforçando junto aos funcionários valores e práticas de como ouvir o cliente para entender como ele deseja ser atendido, qual a abordagem mais eficiente para cada perfil, quem são os clientes foco dentro da empresa e como cativá-los em um processo contínuo que não se encerra na venda. Reforce essa estratégia e veja o processo de fidelização de clientes realmente acontecer!
Fonte: endeavor.org.br