segunda-feira, 16 de abril de 2018

Inteligência Emocional: Você sabe a diferença entre QE e QI?

Você provavelmente já ouviu falar em inteligência emocional, medida pelo QE (quociente emocional). Esse conceito se popularizou com o psicólogo e autor Daniel Goleman, em seu livro sobre o tema.
Embora possa parecer bobagem para alguns, ter bom QE é um ponto em comum entre muitas pessoas de sucesso. 
  • Mas do que se trata exatamente? 
  • Por que é tão pertinente? 
  • O que isso tem a ver com o meu sucesso?

O que é inteligência emocional? A inteligência emocional é um conceito da Psicologia, criado para designar a capacidade de cada indivíduo de reconhecer as emoções, lidar bem com elas e gerenciá-las. E quando dizemos ‘emoções’, nos referimos às nossas e às dos outros.

Essa característica inclui fatores como a habilidade de se auto motivar, a persistência, o controle dos impulsos, a regulação do humor, a empatia e a esperança. Exemplificando: uma pessoa com inteligência emocional é capaz trabalhar bem com o seu estresse e o dos outros, sendo resiliente e flexível nas mais variadas situações.
Mas essa não é uma tarefa nada fácil! Pare para pensar. Quantas vezes as suas emoções superaram o seu pensamento racional? Algumas vezes, não é mesmo?
Importante saber também que o modo como administramos as emoções pode ter um papel crítico em várias esferas da nossa vida. Agora que você já sabe o que é inteligência emocional, acompanhe abaixo a explicação do conceito de QE e porque é complementar ao QI.

QI ou QE, qual o caminho para o sucesso?

O psicólogo Daniel Goleman, autor do livro Inteligência Emocional, propõe um modelo complementar ao QI, o QE. Enquanto o QI é o quociente de inteligência, o QE é o quociente emocional. 
Os testes tradicionais de QI foram criados para filtrar pessoas conforme a sua capacidade de processar informações. Mas será que isso é realmente tão importante quando se trata de sucesso profissional e pessoal? Existe um grande debate contra o uso do alto QI como preditor de sucesso das pessoas. Sim, o QI tem um papel, mas, para Daniel Goleman, na maioria das vezes, ele não é o mais importante.
Afinal, você pode ser uma pessoa muito inteligente, mas não saber administrar bem as suas emoções, por exemplo. Isso tem um grande impacto na sua vida como um todo, mas principalmente no ambiente de trabalho. É por isso que a inteligência emocional é uma característica que tem sido cada vez mais buscada em entrevistas de emprego. Não pense que isso é bobagem. Para o próprio Goleman, o QI contribui com apenas 20% do nosso sucesso na vida! Os outros 80% são resultado do QE.
Mas lembre-se: QI e QE não são fatores opostos, mas complementares.

Os 5 aspectos principais da inteligência emocional

Ainda segundo Daniel Goleman, a inteligência emocional é composta por 5 aspectos principais, sendo eles:
  • Conhecer as próprias emoções: tenha consciência de si mesmo. Isso é a chave da inteligência emocional, até mesmo para a tomada de decisões.
  • Guiar e controlar as emoções: saiba lidar e controlar as suas emoções, colocando-as na direção certa conforme cada situação.
  • Auto motivação: utilize suas emoções para atingir seus objetivos. As pessoas que têm essa capacidade tendem a ser muito mais produtivas.
  • Reconhecer as emoções dos outros: tenha empatia. Essa característica significa estar adaptado aos sinais que indicam o que os outros necessitam ou querem.
  • Saber se relacionar interpessoalmente: saiba manter boas relações, guiando as emoções dos outros. Isso é crucial para o seu sucesso.

As vantagens da inteligência emocional - Como dissemos, o alto QE tem sido muito buscado nas pessoas. Mas por que?

Uma pessoa com inteligência emocional:

Dicas para desenvolver a inteligência emocional

Fácil falar, não é mesmo? Mas sabemos o quão difícil é conquistar um QE mais alto. Tem gente que tem mais facilidade, claro, enquanto para outros pode ser um tremendo desafio. Então, para te ajudá-lo, separamos algumas dicas:
  • Encontre uma distração: sempre que você tiver sentindo aquela raiva, encontre alguma distração. Que tal colocar toda essa energia naquele relatório que você tem que entregar no trabalho? Funciona que é uma beleza!
  • Realize atividades prazerosas: para bloquear um ciclo de depressão, por exemplo, precisamos de realizar atividades que nos deem prazer. Nada melhor para espantar a tristeza do que fazer algo que te faz bem! É como se desligasse a chavinha ruim no nosso cérebro.
  • Tente enxergar o lado positivo das coisas: tudo tem um lado bom, não se esqueça! Portanto, se você está com aquele sentimento ruim, tente se lembrar disso e entender o que você pode aprender com a situação que tanto está te deixando mal.
  • Foque no longo prazo: às vezes, nos deixamos levar por pequenas recompensas momentâneas, como uma fugidinha da dieta ou um dinheirinho fácil, não é mesmo? Mas já pensou se isso se torna um hábito? É essencial começar a focar no longo prazo se você quer controlar melhor as suas emoções.
  • Canalize sua ansiedade: vivemos em um mundo onde as coisas mais rápidas parecem ser mais eficientes, onde a pressa é algo valorizado. Assim, ficar muito ansioso é normal. Mas você sabe que tudo em excesso faz mal, não é? Portanto, canalize essa ansiedade em alguma atividade, para dispersá-la. Um esporte pode ser a melhor opção, se for do seu agrado.
  • Seja otimista: você é o senhor do seu destino, então seja otimista e crie suas próprias oportunidades. Atribua o seu fracasso a coisas que você pode mudar, de forma que, no final, tudo corra bem. Assim, você evita pensamentos negativos.
  • Nunca perca o seu brilho nos olhos: já falamos que nada em excesso é bom, nem a empolgação! Mas tente encontrar o equilíbrio. Não queremos que você elimine seu lado emocional, mas que saiba conciliá-lo com o racional.
Agora, lembre-se: todas as suas manifestações de emoção influenciam imediatamente suas relações interpessoais. Por isso são tão relevantes quando se trata do nosso sucesso e é tão importante saber administrá-las. Então, que tal aprender mais sobre como desvendar o comportamento humano? Entender melhor os seres humanos provavelmente vai ajudá-lo a conquistar um QE mais alto.
Copiado: http://blog.12min.com.br

terça-feira, 10 de abril de 2018

História e Evolução dos EPIs

A evolução dos EPIs começou com os primatas, atravessou guerras e batalhas trabalhistas para que se chegasse ao padrão de segurança que conhecemos hoje. Quando falamos em EPI, logo pensamos na era pós-revolução industrial. Mas a evolução dos EPIs começou a acontecer muito antes disso, desde que o homem teve que se proteger pela primeira vez. Considera-se a época das cavernas o momento em que esse conceito se originou, quando os primatas vestiram peles de animais para se proteger. O que nos mostra como a necessidade de proteção é inerente ao ser humano. Ao longo dos anos, essa necessidade foi ganhando outros contornos e as vestimentas de proteção foram se aprimorando. Não há como falar da evolução dos EPIs sem mencionar, por exemplo, as armaduras e elmos, utilizadas por cavaleiros na Idade Média.

Evolução dos EPIs: Revolução Industrial e Guerras - 

evolução dos EPIs deu um salto na Revolução Industrial, com o surgimento de metalúrgicasmineradoras e fundições. A Indústria foi em busca de matéria-prima em larga escala a um custo menor em países africanos e asiáticos, desembocando em conflitos com os Balcãs, estopim da Primeira Guerra Mundial.  Quase conectadas, a revolução industrial e a Primeira Grande Guerra apresentam-se como eventos transformadores para a evolução dos EPIs, evidenciando riscos, valores e gerando uma maior conscientização quanto à necessidade de proteção.

No balanço entre guerra e indústria, descobriu-se que grande parte da incapacitação humana acontecia no trabalho – há estudos que consideram ainda mais perdas com a indústria que com as guerras – o que levou à elaboração de medidas preventivas.

Evolução dos EPIs no Brasil

Getúlio Vargas trouxe o crescimento da Indústria de Base e, com ele, os riscos ocupacionais. Isso motivou a criação do Ministério do Trabalho, em 26 de novembro de 1930.
evolução dos EPIs por aqui foi bem gradativa, com departamentos e associações surgindo ao longo do tempo. Destacamos alguns importantes acontecimentos:
  • 1943 – APÓS 13 ANOS DE DISCUSSÃO, NASCEU A CLT, COM O INTUITO DE UNIFICAR A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA BRASILEIRA.
  • 1966 – CRIOU-SE A FUNDACENTRO, COM O OBJETIVO DE ESTUDAR E AVALIAR OS PRINCIPAIS PROBLEMAS TRABALHISTAS, ASSIM COMO APONTAR POSSÍVEIS SOLUÇÕES.
  • 1978 – FORAM APROVADAS AS NORMAS REGULAMENTADORAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO, AS FAMOSAS NR.
Curiosidades sobre a Evolução dos EPIs

Vestimentas
fibra antichamas DuPont Nomex® foi usada pela primeira vez em 1965, em macacões de voo para a Marinha americana. Hoje, a fibra é parte integrante em trajes de voo militares e policias.
Calçados
Até meados da década de 1960, usava-se em áreas quentes um calçado denominado Chanca para proteção dos pés, trabalhado em madeira articulada e solado de pneu ou couro. Desconfortáveis e pesados, responsáveis por diversas dores e lesões, as Chancas só foram substituídas por botas de borracha muitos anos depois.
Embora os americanos sejam considerados os inventores das botas de borracha, historiadores atribuem sua origem aos índios amazônicos, que faziam experiências com látex e fogo em seus pés.
Óculos de Proteção
Até meados da década de 1980, os óculos de proteção brasileiros não tinham qualquer preocupação com conforto e design. A armação era trabalhada em metal ou acetato e as lentes, em vidro temperado.
Na década de 1990, a abertura da economia balançou o mercado brasileiro de produção de óculos de segurança, obrigando a indústria a se diferenciar contra o preço atrativo e as inovações dos importados. Muitas fábricas foram salvas por investir em estudos de características faciais brasileiras para criar armações próprias para nossos trabalhadores.
EPIs contra quedas
Somente de 20 anos para cá houve uma evolução expressiva dos EPIs contra quedas. Antes, eram utilizados cinturões abdominais com talabarte. Embora já existissem, pouco se falava em cinto paraquedistaabsorvedores de impacto e trava-quedas retrátil.
Capacetes
Os elmos medievais, feitos em couroferro e malha, são considerados a origem dos capacetes e constituíram uma das maiores fontes de estudo de prevenção de acidentes relacionados a impactochoques elétricos e fontes de calor.
Copiado: http://falandodeprotecao.com.br

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Entenda o Que é Diversidade nas Organizações

Você sabe o que é diversidade nas organizações? 
Embora o termo seja cada vez mais frequente nas empresas, ainda gera muitas dúvidas. 
Há ainda muita confusão sobre o que é ter uma gestão da diversidade como política e, até mesmo, sobre o conceito de diversidade. Pensando nisso, elaboramos alguns tópicos importantes acerca do tema. Confira!

Mas afinal o que é diversidade nas organizações?

O conceito de diversidade nas organizações não está representado apenas na inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência física. É algo mais rico e amplo, que chegou ao Brasil na década de 1990, junto com o avanço da globalização econômica. Com a diminuição das barreiras no mundo, a preocupação das grandes empresas que começaram a necessitar de profissionais com conhecimentos distintos aumentou. A luta da inclusão foi fortalecida pelos movimentos sociais, como o de igualdade de gênero e o movimento negro.
“Durante muito tempo, as organizações buscavam ter profissionais ‘robôs’, que executavam as tarefas da mesma forma para ter um desempenho igual. Hoje é exatamente o contrário, pensar em gestão da diversidade é reconhecer que na diferença eu tenho potencial”, afirma a psicóloga e mestre em psicologia social Letícia Souto.

Engajamento, produtividade e resultados positivos

Diversidade de histórias, raças, crenças, orientações sexuais, idades, gêneros, regiões e culturas. Cada um traz em sua bagagem conhecimentos únicos que podem ser aplicados no trabalho. Muito mais do que preencher uma tabela de cotas, trata-se da capacidade de interação com o diferente em prol de resultados produtivos. Profissionais de origens diversas têm opiniões distintas sobre cada temática. E isso amplia a visão de mundo da empresa, tornando-a mais competitiva no mercado.
A diversidade promove benefícios, como inovação, criatividade e engajamento. O reconhecimento aos profissionais faz com que se sintam mais motivados a darem o melhor de si. Letícia Souto destaca que atualmente é imprescindível para uma empresa trabalhar essa questão.
 “Hoje temos mecanismos legais, como as cotas, para incluir as minorias nas organizações, mas uma empresa que quer estar à frente no mercado precisa reconhecer a necessidade da diferença, independe de leis. Ela vai pensar na questão positiva dos resultados que serão gerados”, diz.

Diversidade nas empresas do país

O respeito às diferenças já deveria ser algo implícito ao ser humano, principalmente quando falamos de Brasil, afinal, o país é formado por uma diversidade de raças e culturas. Mas infelizmente não é que a realidade mostra. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ethos, com 500 empresas brasileiras, apenas 2% dos funcionários das organizações nacionais são pessoas com deficiência; as mulheres representam 13,6% das vagas executivas e recebem 30% a menos que os homens. Além desses números, a pesquisa, publicada em maio de 2016 mostra que apenas 4,6% dos negros ocupam cargos executivos; e não existe nenhum executivo indígena nas empresas estudadas.

Cultura de respeito às diferenças

É preciso, antes de tudo, que as empresas criem práticas de desenvolvimento que despertem os talentos e habilidades de todos, conscientizando-se de que a reunião de diferentes tipos de competências e perspectivas pode ser uma maneira valiosa de melhorar o desempenho das equipes.
Por Rafaella Sabino - http://www.joaquimnabuco.edu.br

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Mais Fortes e Exigentes, Mulheres Adotam Nova Postura na Carreira

A mulher do século XXI tem conseguido adotar uma postura muito mais forte e confiante. Os velhos conflitos entre carreira e maternidade e as culpas estão gradativamente sendo substituídas por uma consciência muito mais ampliada que possibilita o seu desenvolvimento integral. Trabalham, estudam, cuidam da casa, dos filhos, da sua própria vaidade e fazem suas contribuições sociais. 
Em alguns casos, a gravidez tem sido adiada e a criação dos filhos, com mais maturidade, aprimorou-se.
Algumas mais maduras, outras nem tanto, mas o fato é que a nova mulher é uma mãe com olhar 360ºC, graças ao seu engajamento em várias áreas da vida. Sabe considerar os aprendizados do passado, mas vive intensamente o presente. É forte e sabe que os filhos necessitam aprender a viver, e se empenha em lhes dar as oportunidades de aprender a autoconfiança confiando-lhes pequenas responsabilidades desde pequenos.
Torna-se cada vez mais forte e segura para colocar os limites necessários ao desenvolvimento de seus filhos. Ela aprendeu com o passado que os excessos impedem a criança a crescer e assim, eliminou coisas como mimar demais, proibir demais, poupar demais, exigir demais, confiar demais, ter expectativas demais.

Boa parte do tempo busca seu crescimento, orientada para o futuro, planejando e realizando metas e objetivos pessoais e familiares. Está reestruturando a nova família deste século, trocando a velha divisão de tarefas por responsabilidades integrais assumidas por pai, mãe e filhos.
Ensina o filho a ser "humano" acima de tudo, com seu exemplo forte e sensível, racional e cheia de emoção. Ela erra, assume, aprende e dá a volta por cima.
 Se você Mulher e Mãe ainda não está assim, aí vão algumas dicas:
- Confie que pode dar conta de tudo isso.
- Utilize todas as suas qualidades naturais.
- Continue sendo polivalente, capaz de fazer várias coisas simultaneamente. E lembre-se, isso é uma característica da geração de seus filhos, portanto eles se identificarão com você.
- Use discernimento e lógica para manter-se conectada ao mundo real.
- Fortaleça sua garra, coragem, determinação e perseverança, continue sempre.
- Perceba que sensibilidade quer dizer sentidos aguçados e não fragilidade. Utilize seus sentidos para perceber mais as coisas e as pessoas à sua volta.
- Seja feminina, suave, harmoniosa e bela.

- Confie na sua resiliência, pois ela é a capacidade que permite que você absorva impactos sem perder a sua forma, a sua natureza, as suas propriedades de mulher.
- Viva generosamente, utilize sua capacidade de se doar incondicionalmente.
- Esbanje o seu poder de sedução, seu poder de persuasão e conquiste o que você acredita.
- Agora mais do que nunca tenha a decisão de ser feliz em TUDO.
- Honre e reconheça a importância daqueles (pais, avós, professores, empregadas, tios, padrinhos) que compartilham com ela a missão de conduzir os filhos para uma vida saudável e feliz.
As mães do século XXI acima de tudo amam e aprendem da vida junto com os filhos.
Copiado: /www.portaleducacao.com.br

quinta-feira, 5 de abril de 2018

O Que é Empreendedorismo Digital?

Com o crescimento desenfreado de usuários de internet através de banda larga – que conta inclusive com o apoio do governo federal via Plano Nacional de Banda Larga -, cresce na mesma proporção o mercado da internet (ou internet marketing, em inglês).
Não é a toa que tantas empresas físicas (Lojas Americanas, Casas Bahia, Walmart…) também possuem lojas virtuais, onde é possível comprar sem sair de casa. Além disso, existem também lojas exclusivamente virtuais, como o Submarino ou Netshoes, que já nasceram nesse meio e têm obtido relevante sucesso.
O que muita gente não sabe (e já existem algumas pessoas ganhando milhões de dólares por ano nessa área) é que qualquer pessoa pode embarcar nesse mercado, com bastante estudo e dedicação para criar e promover o seu negócio e ganhar dinheiro na internet.

O que é empreendedorismo digital?

Empreendedorismo digital é o desenvolvimento de um modelo de negócio para oferecer um produto/serviço diferenciado através de um meio digital (internet, por exemplo) e obter lucro. Existem uma infinidade de formas de fazer isso atualmente, mas neste artigo vou focar em dois deles.
A primeira maneira é desenvolver um produto próprio, baseado em algum conhecimento que você já tenha, e vendê-lo pela internet. Isso pode ser feito através de um site, blog ou através de links patrocinados.
Outra possibilidade é vender produtos de terceiros. Nesse caso, você se torna parceiro ou afiliado de produtos que você conhece, confia e acredita que agregará valor para seu público e oferece esse produto através do seu site, blog, lista de e-mails, entre outros.

Por onde começar?

A primeira coisa que deve ser feita é a escolha de um nicho de mercado. Entretanto essa escolha deve estar relacionada com algum conhecimento que você já possui. De nada adianta escolher o nicho “jogos para PlayStation” se você nunca tiver jogado. Ou “como ganhar massa muscular” se você nunca tiver frequentado uma academia e obtido resultados.
Escolhido o nicho de mercado, você deve escolher um meio para captar clientes. Você pode montar um site ou blog para conquistar sua audiência, mas esteja certo que esse é um caminho bem trabalhoso. Não pela criação do site, pois isso você consegue fazer em poucos minutos. Mas pela dificuldade em conquistar audiência.

Escolhi um nicho e criei meu site. Já estou pronto para ganhar dinheiro?
Infelizmente existe um mito – alimentado por alguns produtos enganosos – que ganhar dinheiro na internet é fácil e rápido. Essa é uma das maiores mentirasque existem nesse meio. É necessário MUITA dedicação e leva um bom tempo para começar a entrar algum dinheiro.
O grande erro dos empreendedores digitais é ter como objetivo ganhar dinheiro. Digo que isso é um erro porque o maior objetivo deveria ser oferecer um conteúdo de qualidade, para conquistar e fidelizar leitores.
À medida que você consegue conquistar audiência para seu site, já é possível oferecer seu produto ou produtos de terceiros.
Aqui vai outra dica valiosíssima: não ofereça produtos só porque a comissão é boa ou por saber que seus leitores confiam em você e comprariam de qualquer maneira. Tenha critério ao avaliar os produtos que você pretende oferecer.
Quem tem um site ou blog de sucesso sabe o quanto é difícil conquistar uma audiência relevante. O problema é que perdê-la é muito fácil. Basta oferecer um produto ruim e sem garantia de reembolso que tudo pode ser perdido.

Leituras recomendadas (gratuitas)

Não é fácil encontrar conteúdo de qualidade e gratuito sobre esse assunto na internet. A grande maioria está muito mais preocupada em vender seus produtos ou oferecer produtos de terceiros, sem se importar se esses realmente vão contribuir para os leitores.
Um site que acompanho sempre e que fornece conteúdo bem bacana é o Escola Dinheiro, do ótimo Paulo Faustino. Ele traz várias dicas sobre como ganhar dinheiro com sites e blogs.
Outro site fenomenal (em inglês) é o ProBlogger, do Darren Rowse. Esse cara já ganhou milhões de dólares pela internet vendendo livros digitais e produtos de terceiros para seus leitores. E continua oferecendo muito conteúdo de qualidade e gratuito. Para quem sabe um pouco de inglês, é leitura obrigatória.

Ferramenta para montar seu próprio negócio pela internet

Como escrevi anteriormente, tem muito produto de péssima qualidade, onde apenas o autor consegue ganhar dinheiro, mas não ensina absolutamente nada. Já quebrei a cara com vários livros digitais, não apenas em português mas também em inglês.
Das ferramentas que conheço, a melhor e mais completa é o Búfalos Geradores de Dinheiro, que apresentei no artigo “Como ganhar dinheiro na internet“. Até então é a única que recomendo, por oferecer um pacote completo – através de vídeos, tutoriais, modelos de sites, dicas de nichos de mercado, entre outros – para montar um negócio pela internet.

É realmente possível ganhar dinheiro pela internet?

Sim, mas – pela milésima vez – não é fácil nem é rápido. Digo isso sempre, pois conheço muita gente que já quebrou a cara com a esperança de ficar rico nesse negócio. É possível, mas a possibilidade disso acontecer é diretamente proporcional ao seu esforço e dedicação ao negócio. Se você não quer estudar o mercado e se dedicar ao desenvolvimento do seu negócio, certamente também vai quebrar a cara.
Para quem realmente tem interesse, a boa notícia é que existem muitos nichos que não estão devidamente explorados e – principalmente – muitas pessoas que ainda não compram pela internet ou até que não têm acesso à internet, mas terão nos próximos anos.
Por: Rafael Seabra - https://queroficarrico.com/

quarta-feira, 4 de abril de 2018

As Empresas do Futuro e Seus Princípios.


Jacob Morgan é autor do livro The Future of Work: Attract New Talent, Build Better Leaders, and Create a Competitive Organization e escreve para a Forbes, onde listou os 14 princípios das organizações do futuro:
1. Possuir equipe pequena globalmente distribuída: poucos funcionários trabalhando pelo mundo todo;

2. Possuir força de trabalho conectada com pessoas e informações certas;
3. Intraempreender: arrastar pra dentro da empresa o espírito, a paixão e a criatividade dos empreendedores;
4. Operar como uma pequena empresa: decidir rápido, sem burocracia, adaptando-se de forma ágil;
5. Focar no "querer" e não no "precisar": para atrair talentos é preciso criar um abiente onde os funcionários queiram estar.
6. Adaptar-se à mudanças rapidamente: hoje as decisões e as ações precisam ser rápidas. Copiar o que as outras empresas estão fazendo não dá certo, você precisa chegar antes.
7. Inovar: incentivar os colabores a trocarem novas ideias. Em um mundo de rápidas mudanças a inovação precisa vir de fora da organização também.
8. Operar na nuvem;
9. Ter mais mulheres em cargos gerenciais: as mulheres serão a maioria da população em breve, ganharão mais que os homens e possuem a maior parte do poder de compra;
10. Possuir estrutura mais plana: comunicação e colaboração fluem para cima e para baixo, mas também para os lados; 
11. Contar histórias também para os funcionários: os colaboradores querem trabalhar para empresas cujos valores se alinham com os deles.
12. Democratizar o aprendizado: empregados devem estar aptos a agirem como professores ou alunos, podendo aprender com os colegas a qualquer momento;
13. Mudar de lucro para prosperidade: Além do lucro a empresa deve olhar para saúde e bem estar dos funcionários, envolver-se com a comunidade e impactá-la positivamente.
14. Adaptar-se ao funcionários e gerentes do futuro: é o resumo de tudo que foi dito antes.

Preparados?
Copiado: http://www.duopo.com.br/blog/

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Marketing: Conceitos, Tipos, Objetivos e Análise de Desempenho

Pressupostos centrais de marketing

Os conceitos centrais de marketing (necessidades, desejos, demandas, produtos, troca, transações e mercados) estão interligados numa relação causal direta. Esta relação tem como princípio a base da construção da própria fundamentação teórica do marketing. A seguir, vamos às definições dos elementos que compõem a sua estrutura conceitual.

NECESSIDADES - É o conceito mais básico e inerente ao marketing, pois está relacionado ao entendimento das necessidades humanas. Trata-se de um estado de privação do indivíduo, que inclui as necessidades físicas básicas, sociais e individuais de conhecimento e auto-realização.
Para ilustrar sua formulação, podemos recorrer ao olhar do psicólogo, da linha humanista, Abraham Maslow, através do modelo da pirâmide das necessidades.


PIRÂMIDE DE MASLOW



DESEJOS

São as necessidades humanas moldadas pela cultura e pelas características individuais. Os desejos são mutáveis e se modificam conforme as transformações ocorridas na sociedade. Como lacunas que jamais são preenchidas, o marketing deve se dirigir para criar novos desejos (produtos) com o objetivo de assegurar a sua própria existência.

DEMANDAS

As pessoas têm desejos infinitos, mas recursos limitados. Sendo assim, elas desejam produtos que proporcionam o máximo de satisfação possível em troca de seu dinheiro. Através da capacidade de compra de cada indivíduo, os desejos se tornam demandas.

PRODUTOS

Necessidades, demandas e desejos humanos sugerem que existem produtos disponíveis para atendê-los. Um produto é qualquer coisa que possa ser oferecida a um mercado para satisfazer parcialmente uma necessidade ou desejo.

O conceito de produto inclui bens duráveis e não-duráveis (tangíveis), serviços (intangíveis), pessoas, lugares, organizações, atividades e idéias. Nessa perspectiva deve-se destacar que a abordagem de produto implica na oferta de algo que tenha valor para alguém.

TROCA

Marketing ocorre quando as pessoas decidem satisfazer suas necessidades e desejos por meio de trocas. Troca é o ato de se obter um objeto desejado oferecendo algo como retorno. Troca é o conceito central de marketing, pois implica na relação de comunhão entre duas partes (produto e comprador) com interesses que, em um dado momento, estão em convergência.

TRANSAÇÕES

Se troca é o conceito central de marketing, uma transação é a unidade de medida do marketing. Uma transação é composta de uma troca de valores entre duas partes.

Podemos incluir nessa modalidade as transações do tipo monetária, de escambo e de cunho ideológico, como o voto, por exemplo.

MERCADOS

O conceito de transações leva ao conceito de mercado. Um mercado é o grupo de compradores reais e potenciais de um produto.

Um mercado pode ser identificado de duas formas estruturais: o físico ( marketplace ) e o virtual. Na mesma perspectiva, podemos destacar também diversos tipos de mercado como o financeiro, o de trabalho, o da filantropia, entre outros.

Tipos de Marketing

Descobrir e satisfazer necessidades é uma constante no trabalho do marketing. Fazer marketing é pensar no cliente o tempo todo. Portanto, toda a empresa deve estar orientada para esse pensamento, e não apenas o departamento do marketing, já que o conceito de business está focalizado nessa máxima.

Sendo assim, precisamos distinguir os tipos de marketing, as suas características e os seus desempenhos para concluir de que maneira o marketing pode ser útil às organizações.



São eles: marketing de resposta, de previsão e de criação de necessidades.

Marketing de resposta. É o marketing que responde a uma demanda, descobrindo e satisfazendo necessidades. É o chamado marketing ativo. Grande parte do marketing atual trabalha com essa formulação.

Marketing de previsão. É uma tarefa difícil reconhecer uma necessidade latente ou emergente. Para se aplicar esse tipo é fundamental analisar o mercado através de estudos de cenário, projetando futuros quadros de consumo. É o chamado marketing antecipativo. É considerado arriscado pois as empresas podem errar a estratégia em caso de enfrentarem uma forte influência de variáveis macroambientais.

Marketing de criação de necessidades. É o nível mais agressivo de marketing, pois é o esforço que leva a empresa a lançar um produto jamais solicitado e, muitas vezes, inimaginável. É o conceito que se parte da idéia de que ao invés da empresa ser dirigida pelo mercado é a empresa que dirige o mercado. É o chamado marketing pró-ativo, pois trabalha com a abordagem da inovação radical em sua estratégia.



Objetivos do marketing e análise de desempenho

O sistema de marketing engloba diferentes stakeholders – organizações com fins lucrativos e não-lucrativos, compradores e vendedores – com interesses e objetivos distintos. Cada um deles utiliza-se do marketing com propósitos específicos para atingir resultados mercadológicos


Contudo, pode-se sistematizar objetivos fundamentais que atendam às mais variadas formas de atuação.

Destacamos quatro deles:

O marketing serve para...

. Maximizar o lucro

. Maximizar a satisfação do consumidor

. Maximizar a escolha (personalização)

. Maximizar a qualidade de vida

O que existe em comum, entre eles, é a busca da satisfação da demanda através de uma oferta / valor que promova e atenda às expectativas de um dado mercado.

Entretanto, como se pode analisar o desempenho do esforço de marketing? Quais são os fatores que devem ser levados em consideração para avaliar o seu papel estratégico?


Propomos os seguintes pontos de investigação:

. Demanda

. Venda

. Marketshare

. Imagem

. Share of mind


Os impactos de marketing devem ser analisados, utilizando-se como parâmetro o atingimento da demanda, o volume de vendas, a participação de mercado e a visibilidade da imagem.

A eficácia do marketing é medida tanto quantitativamente quanto qualitativamente. Podemos representar alguns indicadores para o seu estudo.


PARAMETRO MEDIDA DE AVALIAÇÃO

  • DEMANDA- Análise do volume de mercado atingido, através da cobertura ( reach ). Referência para o estudo: GRP (propaganda)
  • VENDA -Comparativo de vendas antes e depois do esforço de marketing. A investigação pode ser feita tanto em números absolutos quanto relativos.
  • MKTSHARE- Estudo de participação de mercado. Por exemplo, de 30% para 40% do mercado. Toma-se como base o mercado total antes e depois do esforço.
  • IMAGEM- Análise da percepção da imagem da marca e/ou da campanha de marketing, através de pesquisa quantitativa considerando categorias e aspectos prévios de análise.
  • SHARE OF MIND -Estudo do nível de lembrança da marca na mente do mercado. Consideram-se os seguintes fatores: o que lembra e quantas vezes lembra, através da comunicação de marketing, para se chegar ao nível de recall da marca.
A sistematização dos fundamentos de marketing ajudam a refletir o seu papel na sociedade bem como a sua funcionalidade para as organizações, já que é indiscutível o seu caráter estratégico nesse sentido. 


Por:  Fred Tavares-http://www.portaldomarketing.com.br