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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Miss Universo 2023 abraçou a Diversidade. Exagero ou Modernidade?

Miss Universo 2023 abraçou a diversidade. Exagero ou modernidade?

Com o avanço da modernidade, os estereótipos enfrentam um constante desafio, pois a sociedade está cada vez mais aberta a questionar as noções tradicionais de beleza, gênero e identidade.

Um exemplo recente que ilustra esse progresso é a participação da Miss Nepal, plus size, no Miss Universo deste ano, bem como a inclusão de misses trans, Portugal, Guatemala e Países Baixos, no concurso.

A tradicional concepção de beleza tem sido historicamente influenciada por padrões estreitos e restritivos, normalmente centrados em características físicas específicas.

Esses padrões muitas vezes reforçaram ideias de atributos considerados ideais, enquanto marginalizavam grupos que não se encaixavam nessas normas.

No entanto, vemos uma mudança significativa na percepção de beleza, à medida que a sociedade moderna se torna mais inclusiva e aberta à diversidade.

A presença da Miss Nepal, representando seu país no Miss Universo, desafia diretamente os estereótipos de beleza predominantes.

Ela nos lembra que a beleza não se limita a um único padrão e que as mulheres de todas as origens e características são igualmente capazes de se destacarem e serem reconhecidas pelo seu valor.

Essa representação não apenas empodera as mulheres nepalesas, mas também envia uma mensagem poderosa para o mundo sobre a aceitação e diversidade.

Além disso, a inclusão de misses trans no Miss Universo reflete um passo importante em direção à aceitação das diferentes identidades de gênero na sociedade.



Essa mudança demonstra uma maior compreensão de que a beleza não é determinada apenas pelo sexo atribuído ao nascer, mas também pela autenticidade e pela expressão individual.

Ao quebrar as barreiras tradicionais, o concurso abre caminho para um diálogo mais amplo sobre diversidade e inclusão, ajudando a desconstruir estereótipos prejudiciais.

Esses exemplos marcantes de mudança no âmbito dos concursos de beleza são parte de um movimento mais amplo para desafiar e transformar os estereótipos de gênero e beleza na sociedade.

A medida em que abraçamos a diversidade, permitimos que pessoas de diferentes experiências e identidades se sintam incluídas e representadas. Isso não apenas fortalece a autoestima e a confiança dessas pessoas, mas também enriquece nossa compreensão coletiva do que significa ser bonito.

No entanto, é importante reconhecer que ainda há muito a ser feito para combater completamente os estereótipos arraigados.

Essas mudanças progressistas são um passo na direção certa, mas continuam sendo apenas o começo.
Precisamos continuar a promover a aceitação e o respeito para todas as pessoas, independentemente de sua aparência, identidade de gênero ou origem étnica.

Seria bom Miss Portugal ou Miss Nepal, que estavam entre as 20 mais belas do planeta, ser a nova Miss Universo?

Você é a favor ou contra esta diversidade no modelo da beleza feminina?

Copiado: https://www.linkedin.com/in/marcus-vinicius-pinto

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Adoro Reticências...


 Adoro Reticências...

Aqueles 3(três) pontos intermitentes...

que insistem em dizer que nada está fechado, que nada acabou, que algo sempre está por vir! ...


A vida se faz assim! ...


Nada pronto, nada definido. ...


Tudo sempre em construção. Tudo ainda por se dizer...



Nascendo...


Brotando...


Sublimando...


Vivo assim...


Numa eterna reticência...


Para que colocar ponto final? ...



O que seria de nós sem a expectativa de continuação...

🔹 💠 🔹 💠 🔷 💠 🔹 🔸 🔹 🔺 💠

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

SÉRIE: AS DIFICULDADES VIVENCIADAS PELAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM UM SUPERMERCADO/VAREJISTA E SIMILARES. EPISÓDIO 1:

EPISÓDIO 1: VOCÊ JÁ SE COLOCOU NO LUGAR DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PARA FAZER SUAS COMPRAS EM UM SUPERMERCADO?

 
POR QUE OS SUPERMERCADOS SÃO TÃO INACESSÍVEIS?


 
MUDANÇAS SIMPLES PODEM FAZER TODA A DIFERENÇA.

Será que quem projeta um supermercado/varejista já parou para se colocar no lugar de uma Pessoa com Deficiência ou ao menos sabe regras simples de acessibilidade?

Tenho certeza que a maioria não.


Esquecem que somos consumidores potenciais.

Que comemos, consumimos e se tivéssemos melhores condições para realizar nossas compras nos transformaríamos em clientes potenciais.

A falta de acessibilidade é gigantesca, desde falta de banheiro e bebedouros adequados, não há lavatórios acessíveis quando disponibilizados no interior dos supermercados.

Gôndolas para seleção de frutas e legumes que a pessoa cadeirante precisa “voar” para ter acesso.

Corredores dos caixas estreitos e monitores que não possibilitam a conferência (são mal posicionados, sem a possibilidade de regulação de altura).

Puxadores de geladeiras só pensados para pessoa que deambula. 

Balcão de atendimento onde você precisa “gritar” para ser atendido, pois o colaborador não te enxerga (eis que não houve adaptação de um dos espaços). 

Colocação dos produtos na prateleira de forma que o muito alto não alcançamos, dentre tantas coisas.

Saiba você que são questões tão simples de serem resolvidas, mas que falta alguém “calçar os nossos sapatos”.

É preciso que você pergunte a quem vive a realidade; 

Ela é muito diferente da legislação e quem não convive com as deficiências não consegue vislumbrá-las.

Aqui, nem entrarei na falta de conhecimento, empatia, por parte dos colaboradores em relação as nossas necessidades e anseios, que poderiam ser resolvidas com treinamentos adequados.


Trarei ao longo dos dias a minha: 

  • SAGA DE IR A ALGUNS SUPERMERCADOS/VAREJISTAS SOZINHA.

Eu não conseguiria realizar as compras. 

Sabe por quê?

Por falta de conhecimento de quem os planejou.

Tenho mestrado em Direito, na área de acessibilidade.

Mas o que mais tenho é a dor de muitas vezes não ter autonomia e independência por ignorância de prestadores de serviço.

VAMOS PENSAR NISSO E TRANSFORMAR UM SUPERMERCADO/VAREJO EM UM LUGAR PARA TODOS?

Copiado: https://www.linkedin.com/in/alessandra-trigo/

#pessoacomdeficiência
#diversidadeeinclusão
#supermercado
#atacadista
#alimentação
#acessibilidade
#recursoshumanos
#atacarejo

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Promover Fofoca é Atestar Ausência de Inteligência


 Sim, eu admito: todos nós, em algum momento, já praticamos a fofoca. Ou algo que se aproximasse tanto dela que os seus efeitos ecoassem iguais ou piores que a de um mexerico mal intencionado. 

Espalhar qualquer informação sem nos preocuparmos em saber se é ou não verdade pode causar um dano irreversível à vítima. E, em alguns casos, mesmo sendo verídico, espalhar algum fato sobre alguém pode constituir crime passível de detenção (veja quadro abaixo).

 LÍNGUA EM AÇÃO

A tática do fofoqueiro é a mesma e costuma funcionar. 

Alguém cria uma mentira para que o fofoqueiro a espalhe e o próximo a escutar acredita por se tratar de alguém ingênuo, ou, na pior das hipóteses, por ser portador da síndrome do idiota: quando apurar fatos e questionar sobre o que lhes é empurrado se torna um trabalho árduo, envolvendo o ato de pensar.

 Os rumores só terminam quando, finalmente, chegam aos ouvidos de pessoas inteligentes, vacinadas e dispostas a não atender o que não tem sentido ou utilidade real, alerta Valéria Amado, autora do artigo “A fofoca morre quando chega aos ouvidos de pessoas inteligentes”.

 QUE A CIÊNCIA DIZ?

Ser chamado de fofoqueiro é uma grande ofensa para qualquer um, mesmo o ultrajado sabendo que é um mexeriqueiro de carteirinha. 

Mas, saiba que existe uma explicação científica para obsessão pela vida alheia. Um estudo da Universidade de Northeastern, em Boston, nos EUA, descobriu não só que o subconsciente valoriza a fofoca, como a mente e os olhos prestam atenção quando estão em jogo informações negativas e mentiras perniciosas.

Ainda segundo alguns cientistas, o cérebro dos fofoqueiros reage dessa forma planejando uma futura defesa, agora dessa vez com um fato verídico.

 A HISTÓRIA FALA

Especular, inventar, e até mesmo causar intrigas já era motivo de preocupação na Idade Média. E por conta disso foi criada uma espécie de máscara medieval feita para impedir que pessoas cometessem o ato falho de falar da vida alheia.

Uma punição poderia levar ao bisbilhoteiro dias com a cabeça presa a uma invenção não muito confortável.

 FOFOCA NA BÍBLIA

Há na Bíblia várias passagens que condena a fofoca. No livro de Romanos narra como Deus está derramando a Sua ira sobre aqueles que rejeitam as Suas leis. A lista de pecadores inclui murmuradores e detratores (Romanos 1:29-32). O que prova o quanto a fofoca era levada a sério desde aquele tempo. 

Há também mais passagens sobre futricos em outros livros das escrituras. "A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma. As palavras do mexeriqueiro são como doces bocados; elas descem ao íntimo do ventre" (Provérbios 18:7-8). Ou, “o que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias” (Provérbios 21:23).

 LÍNGUA SOLTA

Um fofoqueiro pode ser também uma pessoa que tem informações privilegiadas sobre outras pessoas e revela essa informação àqueles que não precisam saber. 

Os fofoqueiros, geralmente, têm a intenção de se parecer alguém justo, ao passo em que outras pessoas se pareçam más. 

Eles também falam dos erros e defeitos dos outros, ou revelam detalhes embaraçosos, ou mesmo vergonhosos sobre a vida do próximo.

 CRIME E CASTIGO

É bem provável que eu, você e o seu melhor amigo já tenhamos nos tornado alvo de algum falatório pelo menos uma vez na vida. E mesmo que você diga que não se importa com quem anda falando a seu respeito não é legal ter seu nome envolvido em especulações que na maioria das vezes passa longe de ser verdade. Pois bem, saiba que acusar ou ofender a dignidade de alguém são, ambos, crimes passíveis de penas de detenção. Entenda melhor do que se trata calúnia, difamação e injúria.

 CALÚNIA

Acusar alguém publicamente de um crime.

 DIFAMAÇÃO

Acusar alguém publicamente de um ato desonroso, porém não definido como crime. Trata-se de um crime contra a reputação. Então, mesmo falando a verdade, espalhar publicamente o fato ofensivo é crime.

 INJÚRIA

Ofender a dignidade ou o decoro de uma pessoa – é como a difamação, mas a ofensa não é pública.

 FICOU SABENDO?

Não importa o quão delirante e infundada é a fofoca em si, mas bata um rumor para despertar o interesse nas pessoas sem resistência a qualquer diz-que-diz. 

E é assim que funciona no terreno fértil que é a internet, onde bilhões de pessoas estão conectadas e tende a ser o alvo certo da sensibilidade de um coletivo no mundo moderno.

 Mesmo sabendo que há grandes chances do boato não ser verdade, a impressão emocional perdura. Afinal, nos dias de hoje quem não está suscetível a cair numa lorota na internet? Apesar de já dizer o jargão que se tornou popular na rede: “não é porque está na internet que é verdade”

E é assim em Jussiape, uma cidade com pouco mais de 7 mil habitantes, onde tudo o que acontece tem seu desenrolar acompanhado. Seja pelo WhatsApp ou pessoalmente os fofoqueiros não perdoam ninguém. De quem pula a cerca a quem ganha sem trabalhar. Ninguém está a salvo das fofocas.

 CONTA OUTRA

É necessário que tenhamos ouvidos inteligentes que ajam como verdadeiros filtros, separando a especulação maledicente da informação genuína. Mas, o que pode ser feito de fato para inibir os efeitos de um fuxico?

 Algo importante a se fazer é não estimular quem nos conta qualquer boato, para isso basta agir com desinteresse para que o fofoqueiro saiba que o cochicho não nos interessa. 

Outra dica importante é não dá asas ao que foi dito. Se cheira a fofoca é muito provável que o acontecido está revestido de mentiras perniciosas.

 FOFOCA REVERSA

Que tal praticar o reverso mesmo se você não for um fofoqueiro? Experimentar praticar o bem é uma ideia que pode funcionar. Em vez de investir comentários maldosos, podemos falar, por exemplo, o quanto o novo funcionário é talentoso e gentil. Ou, então, que a tia de meu colega de inglês cozinha bem. 

Afinal, a fofoca pode causar danos irreversíveis, contudo temos que ter consciência de que vivemos em comunidade e a vida em grupo sempre será permeada por especulações das mais diversas.

 Por mais organizada que seja a nossa sociedade, haverá sempre um futrico. Seja por parte de um vizinho que deseja saber se você está de namorado novo, ou do seu antigo colega de trabalho que sempre quis tomar o seu lugar na empresa.

Não tem jeito, sempre correremos o risco de sermos assunto de um mexerico. 

Precisamos entender que a fofoca é uma forma de estratagema de lidar com o poder. 

A saída mais inteligente é tentarmos sermos íntegros, transparentes e não alimentar qualquer tipo de atitude que ponha em risco a imagem ou reputação do próximo.

 Copiado: https://www.jussiup.com.br/

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Pessoas LGBT, o Que as Empresas Têm a Ver Com Isto?

No dia 17 de maio foi celebrado o Dia Internacional Contra a Homofobia. 

Cada vez mais empresas utilizam a data para se posicionar a favor de uma cultura inclusiva com base no respeito e na qualidade das relações.

Este tipo de iniciativa ajuda muito a avançarmos no tema na medida em que dá luz a um enorme desafio da sociedade, sobretudo do ambiente corporativo. 

Falar sobre orientação sexual ainda é um tabu em boa parte das organizações. Isto ocorre em parte pelo desconforto de muitos em considerar as diferentes possibilidades de afeto entre as pessoas. A justificativa dada por estes é que a empresa não deve entrar em assuntos que dizem respeito à intimidade do funcionário.

O argumento, inicialmente, parece convincente, mas quando olhamos com mais atenção a rotina e a dinâmica das relações dentro de uma organização verificamos, sem muita dificuldade, que a vida afetiva de cada colaborador está bastante presente e impacta diretamente seu dia a dia. 

Relatar o fim de semana com o namorado, atender o telefonema da esposa e até mesmo dividir com o colega as intenções em chamar alguém para jantar são situações comuns e que passam desapercebidas. Este cenário muda drasticamente quando o namorado ou a esposa em questão são do mesmo sexo do funcionário.


É comum pessoas homossexuais se afastarem para atender uma chamada do namorado ou mesmo omitirem ou inventarem fatos sobre o fim de semana com receio de serem prejudicados em função de sua orientação sexual. 

Uma outra situação corriqueira nos corredores das organizações são as piadas que expõe e ridicularizam pessoas, mesmo que fictícias, por serem homossexuais.

Um dos reflexos deste ambiente hostil é o baixíssimo número de solicitações de benefícios corporativos como o plano de saúde para cônjuges do mesmo sexo. Mesmo sendo lei no Brasil desde 2011, quando o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união homoafetiva, o ambiente pouco inclusivo faz com que pessoas LGBT+ abram mão deste direito com receio de serem prejudicadas ou expostas.

A atitude de “sair do armário” é única e exclusiva da própria pessoa, mas é inegável que a qualidade do ambiente que a cerca se torna um fator de grande influência no seu processo de tomada de decisão.

Para se avançar no tema, precisamos ir além dos aspectos legais. É necessário promover um ambiente respeitoso e inclusivo para que as pessoas não precisem deixar parte de si em casa quando forem trabalhar.

Além disto, um ambiente amigável impacta diretamente no sentimento de pertencimento, no engajamento e, consequentemente, na produtividade das pessoas. 

Ações de comunicação e a promoção de diálogos que explicitam o posicionamento da empresa a favor da diversidade contribuem muito para a construção deste ambiente.

A empresa deve garantir que dentro ou em nome dela o respeito e a inclusão sejam valores inegociáveis.


quinta-feira, 23 de maio de 2019

A Diferença entre Deficiência e Incapacidade

Se buscarmos qual é a primeira coisa ou expressão que nos vem à cabeça quando falamos em deficiência, na maioria das vezes termos como dificuldade, incapacidade, e falta de algo, serão os lideres em nossas mentes.

 E por que isto acontece?

Isto acontece porque, desde sempre, a sociedade discrimina e classifica as pessoas com deficiência usando os termos que citamos a pouco.
  • Na antiguidade, em diversos povos, as crianças que nasciam com algum tipo de deficiência eram eliminadas (mortas) logo após seu nascimento.
  • Na Idade Média, as pessoas com deficiência eram isoladas, seja porque eram vistas como pessoas sem alma, seja porque eram, em alguns casos, vistas como divindades.
  • Nos palácios, podíamos encontrar pessoas com deficiência servindo como “Bobos da corte”.
Os conceitos que temos sobre as pessoas com deficiência, desta forma, não nasceram com a gente, muito menos com nossos pais.

Foram passados de geração para geração durante centenas, milhares de anos.
Isto justifica relacionarmos palavras e expressões negativas às pessoas com deficiência.
  • Mas deficiência e incapacidade são a mesma coisa?

Não. São coisas diferentes embora possam se relacionar.

Explico melhor.
  • A deficiência é algo inerente ao corpo, à condição física ou intelectual da pessoa, por exemplo, a cegueira e a síndrome de Down. Esteja o mundo acessível ou não, a deficiência está lá.
  • Já a incapacidade é o resultado da relação entre a deficiência e as eventuais barreiras do meio.
Uma pessoa cega, isto é, que tem uma deficiência, pode ou não ser capaz de mexer em um computador, dependendo da existência de algumas barreiras. 

Se o computador possuir um programa de leitura de tela, as barreiras desaparecem. A deficiência continuará lá, mas a incapacidade de mexer no computador não.

No caso de um “cadeirante”, a deficiência física estará lá, mas a incapacidade de transpor um degrau com autonomia vai depender da existência de uma rampa.

Assim temos a diferença entre deficiência e incapacidade.

As vezes a barreira que tem que ser transposta é a falta de um leitor de tela ou um degrau, porém há um outro tipo de barreira tão cruel ou mais que é a barreira de atitude.. 

É a barreira invisível que muitas vezes não dá a oportunidade de uma pessoa com deficiência mostrar sua capacidade. 

É o não sem explicação, é o desvio de direção das outras pessoas quando passam por ela. É a discriminação baseada em conceitos preconcebidos.

 O desafio de cada um de nós é contribuir para eliminar ou ao menos diminuir as barreiras físicas ou de atitude, para que uma pessoa com deficiência seja capaz de desempenhar uma tarefa, aproveitar uma oportunidade e, sobretudo, usufruir a vida.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A Importância da Diversidade e Inclusão nas Empresas

A importância da diversidade e inclusão nas empresas não deve ficar atrelada apenas à legislação a ser cumprida em relação aos profissionais com deficiência. 
Hoje, quando falamos em ter diferentes perfis de funcionários, queremos dizer que é necessário que o time da empresa tenha representatividade compatível com a diversidade da população e da força de trabalho. 

Ter colaboradores com diferentes pensamentos, culturas, etnias, opiniões e deficiências permite que a empresa se torne mais plural e democrática. 
O resultado dessa mistura traz benefícios para a organização e trabalhadores. Veja alguns deles:  
Diversidade e inclusão geram valor para a marca

As empresas têm uma grande preocupação com a sua imagem e reputação, uma vez que isso impacta na forma como será recebida pelo seu público. As que são sustentáveis e socialmente responsáveis são bem vistas e possuem melhor aceitação no mercado.
Ao garantir a diversidade e inclusão nas empresas, elas estão ganhando em vários setores: com os consumidores, fornecedores e internamente.

Além disso, a diversidade e a inclusão se tornam valores que são incorporados à cultura da empresa e à percepção da marca. O resultado é que há um aumento da aceitação e da receptividade dos produtos e/ou serviços oferecidos pela organização.

Destaque perante os concorrentes

Ter uma marca forte é um dos passos para que a empresa se destaque no mercado e aliado a isso é preciso ter produtos e serviços de qualidade. Porém, só isso não é o bastante. 

Um ponto que está sendo bastante observado pelos consumidores é a responsabilidade social das organizações, o que abrange a diversidade.


Quando a empresa divulga que possui essa cultura, ela chama a atenção dos clientes, tornando-se uma preferência de consumo. Este fato já faz com que ela ganhe espaço e se destaque perante a concorrência.

Atração dos melhores profissionais do mercado

Organizações que entendem a importância da diversidade e inclusão nas empresas já estão cientes que os profissionais possuem necessidades diferentes e, com isso, passam a respeitá-las. Consequentemente, ocorre uma melhora no ambiente de trabalho, pois são criadas as condições para que os profissionais estejam motivados e se sintam parte do negócio.
Tantos pontos favoráveis para os colaboradores acabam por atrair e reter os melhores talentos que estão em busca não apenas dos melhores salários, mas também de empresas socialmente responsáveis. 

Formação de equipes mais criativas

Combinar diferentes culturas proporciona experiências únicas que agregam valor, melhoram a convivência e permitem a troca de aprendizado. Ter acesso a diferentes pontos de vista e ouvir opiniões diversas ajuda a “pensar fora da caixa” e ampliar a criatividade.
As equipes de trabalho começam a desenvolver soluções diferentes para atender os clientes que, assim como elas, também são diversificados e têm necessidades diferentes. A rotina de trabalho também muda, com sugestões que agregam valor às atividades, tornando a realização das tarefas diárias mais produtiva e agradável.

Inclusão real na empresa

Quando se fala de diversidade e inclusão nas empresas, logo se pensa nas minorias, nesse caso, profissionais com deficiência. Porém, a verdadeira inclusão ocorre quando todos os colaboradores passam a ter espaço e são respeitados.


Tal fato fica evidente quando há diferentes perfis trabalhando na empresa, sejam de diversas faixas etárias, etnias ou classes sociais. Paralelamente, ocorre uma comunicação mais clara e integrada, resultando em um trabalho mais produtivo. 
Implantando a diversidade e inclusão nas empresas

Transformar a cultura organizacional para que ocorra a diversidade e inclusão nas empresas é um processo que deve ser feito de forma estruturada para que não gere desconforto entre os colaboradores. É necessário que seja feito um estudo de acessibilidade para que a empresa possa receber adequadamente todos os colaboradores.
Líderes e gestores também devem ser preparados para apoiar a transformação e acolher diferentes culturas. Quando realizado um bom trabalho, logo as mudanças são percebidas, o clima fica mais descontraído, novas ideias surgem e existe um maior companheirismo no ambiente corporativo.

A questão é que esse projeto precisa ser contínuo para que não seja esquecido a longo prazo. A diversidade e inclusão nas empresas deve ser uma das metas do planejamento geral para que os seus benefícios possam ser aproveitados.

Copiado: http://talentoincluir.com.br