sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

O Carnaval e a Administração























Apesar de não gostar deste feriado, todo ano, com a chegada do Carnaval, eu me impressiono com a capacidade de organização e com a aula que uma escola de samba nos oferece. São vários os conteúdos que um desfile pode nos ensinar.

Logística

O transporte dos carros alegóricos, a organização dos instrumentos da bateria, compra dos materiais utilizados na confecção das fantasias e as escalas de trabalho nos barracões são verdadeiras aulas de atividade logística. Tudo o que se aprende num curso pode ser aplicado às escolas de samba.

Administração

Planejamento de recursos financeiros, gestão de equipes, controle dos ativos, produção e estrutura hierárquica de poder são apenas alguns dos exemplos administrativos das escolas; por todo lado que você olhar, vai encontrar uma aula de administração.




Gerenciamento de tempo


O que acontece com uma escola se ela extrapola o tempo máximo de uma apresentação? E se ela não cumpre o tempo mínimo também perde pontos no quesito evolução. O controle do tempo e das atividades desempenhadas é crucial para o sucesso.

Liderança

Cada ala possui seus responsáveis, cada carro alegórico tem o seu destaque, cada bateria tem o seu mestre... e todos eles seguem o diretor de harmonia, que por sua vez segue o diretor geral, que segue o presidente e assim por diante. Cada um sabe a sua parcela de contribuição e entrega para o resultado final. Todos são dotados de empowerment.




Teamwork

Da comissão de frente até a velha guarda (que geralmente encerra o desfile) existe um sentimento único. Ninguém é menos importante naquele momento, todos são responsáveis pelo resultado final. Não adianta a ala das baianas desempenhar a função maravilhosamente bem se o casal de mestre-sala e porta-bandeira não fizer o deles. Ou todos ganham ou todos perdem.

Pois é...

Até para ser folião, a gente não pode perder de vista as analogias e descobrir que até se divertindo podemos aprender.

Só é preciso estar atento.

Bom carnaval para você que vai se divertir...

Por: João Gilberto Vedovello - http://www.administradores.com.br

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

‘’O Corpo Fala’’ Resumo do livro de Pierre Weil e Roland Tompakow

Pela linguagem do corpo; dizemos muitas coisas aos outros. Antes de tudo, nosso corpo é um centro de informações para nós mesmos. É uma linguagem que não mente. A grande maioria das pessoas ignora a existência da linguagem do corpo quando se relacionam. 

Gestos, olhares, posições do corpo, etc. comunicam normalmente à verdade que as palavras não conseguem dizer. A estrutura do nosso corpo é demonstrada nas páginas desse livro, que nos dará uma nova dimensão na comunicação pessoal.

A comunicação é fundamental nas relações pessoais, empresarias e educacionais. Pode ser feita de várias maneiras, entretanto, só existe realmente quando a mensagem é recebida com o mesmo sentido com o qual ela foi transmitida. 

O importante na observação e aplicação da linguagem não verbal é que ela esteja em concordância com a linguagem verbal, de forma que a comunicação seja um processo completo e coerente.

O corpo fala e fala mesmo. Aponta as mentiras, expõe verdades inconscientes, reforça as idéias, dá ênfase à comunicação. Devemos estar atentos para o fato que muitas vezes transmitimos sem perceber uma mensagem verbal diferente da mensagem corporal. As duas formas devem contribuir para o fortalecimento uma da outra, aumentando a credibilidade nas informações transmitidas. Por mais clara e assertiva que seja uma mensagem, sempre vai envolver subjetividade, pois este processo envolve relações humanas, envolve vários fatores na emissão, recepção e percepção da mensagem.

O livro “O Corpo Fala”, de Pierre Weil e Roland Tompakow, procura mostrar a linguagem manifestada pelo corpo, nos diversos tipos de relacionamentos humanos que temos ao longo de nossas vidas.

Por se tratar de um livro que explica os aspectos do comportamento humano, o conteúdo não é somente transmitido por meras palavras, e sim por ilustrações que facilita o nosso entendimento, formando uma unidade de comunicação intensa, clara, simples e divertida.

No primeiro capítulo do livro recebemos um convite para folhear um pouco o livro para o despertar da curiosidade.Conheceremos três animais que vão fazer parte de todo o vocabulário do livro. O tópico traz uma introdução de como analisar as atitudes corporais como base na forma que aprendemos o alfabeto. Informa-nos que falamos através de cada gesto feito como andar, sorrir, virar a mão para cima ou para baixo, o olhar, a fala e vários outros movimentos pode- se mostrar a linguagem do corpo. Todo o processo desde o nascimento, mostramos a linguagem corporal, aprender a andar, a falar, a raiva, o medo, ou seja, as vontades e desejos do homem e durante a sua vida.

A partir do segundo capítulo do livro, compara o corpo humano a esfinge que é dividida em três partes (boi, leão e águia) o boi que equivale ao abdômen da esfinge significa vida instintiva e vegetativa, desta forma o homem mostra seus desejos, a apetites, ou a seus próprios instintos do dia a dia como comer, dormir, portanto seus desejos e outras vontades que se localizam no abdômen. O leão mostra o emocional do ser,( o coração) o centro de toda emoção do homem, são todos os nosso sentimento como medo, amor, ódio,raiva , susto, timidez, ser submisso ou retraído, mostra o equilíbrio e outras emoções que vem de dentro para fora.


Estendendo se para os demais capítulos, o assunto será sobre símbolos e as explicações sobre eles, vendo que um símbolo antigo nos dará a estrutura psicossomática do homem e da linguagem do corpo. Desde os tempos imemoriais, usam - se símbolos – mensagens sintéticas de significado convencional. 

Usando um símbolo, pode - se comparar o corpo humano a uma esfinge; àquela esfinge dos egípcios ou dos assírios. A esfinge era composta por quatro partes: corpo de boi, tórax de leão, asas de águia; e cabeça de homem.
Existe uma tradição muito antiga, que cada uma destas partes representa uma parte do físico do homem e também na sua correspondência psicológica. Sendo:

Boi – abdômen: vida instintiva e vegetativa;
Leão – tórax: vida emocional;
Águia – cabeça: vida mental (intelectual e espiritual);
Homem – conjunto: consciência e domínio dos três inconscientes anteriores.

Este esquema pode ser aplicado à expressão corporal:
O Boi, em evidência na nossa expressão corporal, tende a traduzir por uma acentuação do abdômen. A pessoa avança o abdômen; isto se encontra em pessoas que gostam de boas refeições, que se senta à vontade diante de uma farta mesa de jantar.
O Leão se evidência pelo tórax onde reside o coração; é o centro da emoção. Os especialistas em expressão corporal, sobretudo os coreógrafos, o consideram como o centro do EU.

Assim, quando há uma postura de preponderância do tórax, estamos em presença de uma preponderância do EU. São pessoas vaidosas, egocêntricas e extremamente narcisistas; ou naquele momento querem se impor. Ao contrário, quando o tórax está encolhido, estamos em presença de uma pessoa cujo EU está diminuído; são pessoas tímidas, submissas ou que naquele momento se sentem dominadas pela situação.

Um tórax em postura normal significa um EU equilibrado.
Pode - se observar o estado emocional da pessoa, olhando atentamente para o seu tórax:

- Aumento da respiração significa tensão e forte emoção.
- Suspiros são indicadores de ansiedade e angustia.

A Águia, representada pela cabeça, nos indica o estado de controle do corpo pela mente:
- Cabeça erguida significa hipertrofia do controle mental.
- A cabeça, em posição normal indica um controle normal da mente.

Nós, ocidentais, estamos infinitamente mais habituados a observar expressões na cabeça do que no restante do corpo das pessoas.

Na própria cabeça temos representados os três animais:
- O boi, representando pela boca por onde entram os alimentos.
- O leão, representado pelo nariz onde entra o oxigênio para os pulmões.
- A águia, representada pelos olhos que são o espelho da mente.

Há um número imenso de ações – reações programadas no nosso sistema nervoso – que é ele próprio, nosso sistema de percepção. Muitas percepções são inconscientes, anteriores até a própria espécie, como, por exemplo, os que governam os nossos movimentos intestinais.

Como por exemplo, quando tem mensagens visuais demais; competindo entre si para clamar pela nossa atenção. Vemos tudo, mas só registramos conscientemente o que nos interessa.

O rosto e as mãos emitem seus “balões-legenda”, embora não tenham boca para falar.
Por exemplo, o rosto expressa sentimentos que podemos chamar de encanto, enlevo, entre outros.

A inclinação do corpo fala sempre, se a inclinação do corpo de uma pessoa está para trás; pode significar que está simplesmente relaxando, confortavelmente descansado. Mas se está com os músculos tensos, pode significar resistência ou rejeição.

Se a pessoa está interessada em alguém ou algo, a inclinação do seu corpo tende a mostrar naturalmente esta sua inclinação emocional.

O corpo fala o que a mente contém, por exemplo, uma pessoa que te encara com firmeza mostra interesse amável em você e o olhar que te evita com o sorriso que não chega a firmar - se mostra a fraqueza.

Muitas vezes acontece que, numa conversa, não podemos ou não queremos exprimir nossos sentimentos. Isto também é expresso pelo corpo.
É comum um homem fazer um gesto inconsciente de proteção qualquer à sua companheira, quando algum possível rival se aproxima.

O que amamos?
A Águia ama o raciocínio, o saber, a satisfação da sua curiosidade. É realista, foge da ilusão; procura enxergar o longe. Quer o “certo”, “usa a cabeça”...
O Leão ama o sentimento, música, cores, poesia e forma. Distingue entre as lágrimas e o riso. Não raciocina, é impulsivo. Quer o “belo”, o “bondoso”...
O Boi ama os prazeres simples, aqueles que são importantes para a sobrevivência do ser humano: respirar o bom ar, beber e comer bem, dormir comodamente, etc.

No reino animal, a territorialidade apresenta muitas funções vitais, desde os reflexos necessários para se esconder do inimigo até surpreender a presa, comunicar ou reproduzir a espécie.

No décimo capítulo em diante, o autor vem mostrar toda a parte de energia que o corpo humano transmite de forma exploratória, que mais uma vez através da esfinge ele vem a mostrar tanto a forma consciente e instintiva como o domínio e emoção que desperdiça energia o corpo mostra todas as informações necessárias do que está acontecendo no momento. Vindo a armazenar idéias e sentimentos como a fome, medo, desejo sexual, o autor mostra freqüentemente mostra exemplos de atitudes corporais e o que o corpo transmite como suas atitudes de direção e intensidade de fluxo de energia do corpo a seguir mostra as modificações de comportamentos interpessoais como contemplação cruzamento de braços, medo, raiva, expressão do rosto, inclinação do corpo, mãos frouxas, dedos estirados e entreabertos, enfim várias formas de mostrar-se dentro do território dando continuidade de o corpo expressar componentes de energia do estudo, ou seja, cada parte de nosso corpo nos mostra de certa forma a percepção do emocional dentro da expectativa humana através de varias atitudes como comunicação verbal do corpo humano, acima foi citado o medo, alegria, tristeza, um olhar, ódio, mutismo e outras formas de expressão.

 Alguns gestos e seus significados que aprendemos com o livro:

1. O cumprimento com a mão num forte aperto é sinal de que não há restrições. A mão frouxa é sinal de que a pessoa tem medo de ser envolvida.
2. Sentando com a pasta ou a bolsa sobre o colo, "protegendo o boi". Significa que você não está à vontade.
3. Pés em direção a pessoa indicam que você se interessa por ela. Se eles estiverem voltados para a porta, é a direção em que o corpo quer ir.
4. Com braços cruzados no peito, você não quer mudar a opinião e nem aceitar o que estão lhe falando.
5. Puxar os cabelos significa que você busca uma grande idéia. Cotovelos apoiados fazem a delimitação de espaço quando a pessoa sente-se invadida, intimidada.
6. Morder a caneta e mexer no queixo mostram que a pessoa está estimando a situação proposta.
7.As mãos na frente da boca geralmente significam que a pessoa deseja falar algo, mas não tem a oportunidade ou não sabe ao certo o quê.
8. As mãos cruzadas para trás é um sinal que não se concorda muito com o alvo da discussão.
9. As mãos fechadas mostram insegurança, como se agarrasse algo para não cair.
10. Com as mãos abertas significa que concorda com a situação.
11.Se a estufa o tórax, ela quer se impor e se afirmar diante dos outros. O contrário mostra pessoas reprimidas, tímidas ou dominadas pela situação naquele momento.
12. Aumento da respiração significa tensão e emoções fortes.
13.Roer unhas e estas com as mãos que sempre mexem em tudo, é sinal de tensão.
14. Cabeça encolhida entre os ombros significa agressividade.
15. Queixo apoiado nas mãos mostra uma espera paciente.

O importante na observação e aplicação da linguagem não verbal é que ela esteja em concordância com a linguagem verbal, de forma que a comunicação seja um processo completo e coerente.

Devemos estar atentos para o fato que muitas vezes transmitimos sem perceber uma mensagem verbal diferente da mensagem corporal. As duas formas devem contribuir para o fortalecimento uma da outra, aumentando a credibilidade nas informações transmitidas.
Por mais clara e assertiva que seja uma mensagem, sempre vai envolver subjetividade, pois este processo envolve relações humanas, envolve vários fatores na emissão, recepção e percepção da mensagem.

O importante é ter a sensibilidade de colocar-se no lugar do outro, perceber o seu momento. Quando aprendemos a prestar atenção em nossa linguagem corporal e a interpretar corretamente a dos outros, passamos a ter maior controle sobre as situações. 

Passamos a identificar sinais de abertura, de tédio, de atração ou de rivalidade e agir de forma adequada para a condução de todos à escolha da melhor opção naquele momento. Aplica-se tanto na vida pessoal quanto no mundo corporativo.
Lendo esse livro daremos a devida importância a linguagem corporal, por que realmente: O CORPO FALA!!!!

Copiado: http://rafaela1988.blogspot.com.br

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Design Thinking - Você Sabe o Que é ??


Muitos de nós somos cobrados no trabalho por desempenhos cada vez mais eficazes e resultados cada vez maiores. A busca por desempenho está aniquilando nossa capacidade de experimentar caminhos diferentes. 

O medo de não cumprir as metas e não atingir os objetivos nos leva, inexoravelmente, ao caminho mais seguro e confiável dentre os conhecidos e já testados. Tim Brown, CEO da Ideo, ficou famoso em 2009 por compartilhar com o mundo um caminho diferente que tornou a Ideo uma das dez empresas mais inovadoras do mundo. 

Esse caminho é conhecido como “design thinking”, título do seu livro que vendeu milhares de exemplares em todo o mundo e foi lançado no Brasil pela editora Campus em 2010. 

Como designer, Brown descobriu que um bom desenho nem sempre é suficiente para resolver problemas do produto e que muitas vezes nem o próprio produto resolve o problema do cliente. Estudando melhor os produtos que desenhava a pedido de seus clientes, ele percebeu que sua capacidade criativa poderia ir além do desenho e ajudar a repensar o negócio sob a perspectiva do consumidor final. 



A essência do conceito de design thinking como uma evolução do tradicional processo de design é colocada nos seguintes tópicos: 



● Insight: Aprender com a vida alheia. Quando nos deparamos com um problema, devemos nos livrar das amarras impostas pelas soluções baseadas na forma tradicional de pensar. 



Os insights são descobertas que surgem repentinamente depois de um momento de reflexão e contemplação sobre a situação que queremos resolver. O insight é decorrente de muita observação do comportamento das pessoas e da forma como elas lidam com a situação problema, como improvisam, como reduzem o impacto, como contornam de diversas formas as limitações impostas. 

Para transformar essas observações em insights, é preciso também se colocar na pele do outro e tentar “viver” o mesmo problema. Essa empatia ajuda o design thinker a explorar as perspectivas de quem está “dentro” do problema, suas interações com o ambiente e suas limitações na visualização de caminhos inovadores. 



● Mapa mental: O paradoxo entre o pensamento convergente explorar o pensamento convergente, no qual se usam critérios práticos para decidir entre as alternativas, comparando-as umas com as outras e testando algumas delas. 
Os modelos mentais são muito diferentes, e o maior desafio é considerar os dois lados do cérebro para pensar, ora de forma analítica, ora de forma sintética. 


● Prototipagem: Construindo para pensar. Um protótipo é uma versão física de um produto antes de ser fabricado. Ao fazer um protótipo, estamos pensando com as mãos, explorando fisicamente o abstrato, abrindo a mente para novas possibilidades e comparando pontos de vistas diferentes. Muitas coisas surgem a partir de um protótipo, mas não apareceriam numa versão em duas dimensões, no papel. 

O protótipo pode ser algo malfeito, barato, terminado rapidamente e até improvisado – o que importa é a sua capacidade de aprimorar uma ideia. Coisas intangíveis podem ser prototipadas também. 

O storytelling da indústria cinematográfica, as experiências simuladas nos ramos de serviços ou as maquetes de projeções do futuro para o desenvolvimento de estratégias organizacionais são bons exemplos.


● Pensamento integrativo: Tirando a ordem do meio do caos. É uma habilidade típica de pessoas que exploram ideias opostas para construir uma nova solução, ao contrário da maioria, que só leva em consideração um modelo por vez. 

Os pensadores integradores sabem como ampliar o escopo das questões relevantes ao problema e resistem à lógica do “isso ou aquilo” para favorecer a lógica do “isso E aquilo” e veem relações não lineares e multidirecionais como uma fonte de inspiração, não de contradição. 

Quem se destaca como “pensador integrativo” recebe a desordem de braços abertos, admite bem a existência da complexidade, pois consegue identificar padrões no meio da complexidade e sintetiza novas ideias a partir de fragmentos. 

Para isso, ele às vezes dá alguns passos atrás para conseguir ver o todo de forma contemplativa, na esperança de que seu cérebro identifique algo que se sobressaia diante da complexidade e do excesso de variáveis que compõe esse todo. 


● Pensamento visual: A ciência do guardanapo. Algumas pessoas só conseguem se expressar ou entender a partir de desenhos, gráficos, imagens ou qualquer representação visual que vá além de palavras e números. 

Muitas grandes ideias de hoje começaram com um esboço de um modelo em um guardanapo de papel numa conversa entre duas pessoas, regada a cerveja ou vinho. Nem é preciso saber desenhar, o importante é conceber uma imagem mental da ideia. É como se fosse uma etapa anterior à do protótipo, só que em duas dimensões apenas. 


Através desse conceito e das ferramentas associadas a ele, a Ideo vem ajudando empresas a encontrar soluções para negócios, como formas de aumentar a retenção de clientes, proporcionar experiências inesquecíveis ao saborear um prato ou minimizar o risco de uma excessiva exposição de imagem corporativa. 



Sempre são situações e desafios que exigem que a solução vá além do óbvio e, de certa forma, surpreenda a ponto de transformar algo extremamente negativo em algo extremamente positivo. Para isso, a Ideo reúne toda a sua capacidade criativa, antes usada para desenhar novos produtos, para agora desenhar novas soluções de negócios, entre elas a forma como esses produtos são usados ou que valor representam. 


Por: Marcos Hashimoto - http://revistapegn.globo.com/

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

O Que o Carnaval tem a Ensinar aos Gestores?


As explicações sobre como o Carnaval acontece no Brasil sempre envolveram variáveis de cunho cultural e social.


Na medida que tenta-se compreender como as festas acontecem percebe-se que o planejamento é peça chave deste desafio de “colocar o bloco na rua”. Se para alguns o Carnaval é o momento de descansar e aproveitar os blocos que enchem as ruas de algumas das principais cidades do Brasil, para outros, esse é um momento que envolve uma logística enorme e que demanda planejamento e muito trabalho.


Seja no Carnaval do Rio de Janeiro, em Salvador, ou em Recife, o país sempre apresenta uma festa cheia de detalhes e que gera consequências positivas em cada região. É importante ressaltar que, se a escola de samba, ou os blocos precisam se organizar, as Prefeituras locais e alguns governos estaduais também se organizam dada a complexidade da festa.

  • Planejamento das Escolas de Samba

Alguns pontos vinculados à noção de planejamento estão presentes nos grupos responsáveis pelo Carnaval em si:O primeiro ponto é a ciência de que planejar envolve adotar ações de curto, médio e longo prazo. Não é a toa que as Escolas de Samba, por exemplo, iniciam suas atividades com muita antecedência.
Quando as Escolas estudam e propõem um tema de enredo, devem, no médio prazo, estudar a complexidade de extrair da música os elementos essenciais que serão destaque no processo de construção de um desfile. 
A soma desses processos, atividades e produtos, é que resultará em um desfile integrado, harmonioso, de qualidade e com alta probabilidade de sucesso.
O ato de planejar sempre envolve uma liderança , no caso do carnaval, a pessoa chave na construção de um desfile é a do Carnavalesco. O Carnavalesco é aquele que colabora na execução das ações planejadas, controlando-as e realizando os ajustes necessários. 
A posição desse profissional pode ser comparada a de um Maestro à frente de uma orquestra, ele consegue integrar o que parece difícil – o tema/enredo do samba aos carros alegóricos, as fantasias às alas com os temas escolhidos.
Pensar um cronograma de aquisição de materiais para a confecção de fantasias e de carros alegóricos também é um momento importante. A falta de algum item previsto, ou altos valores podem impactar de forma severa nesse planejamento.
  • GESTÃO DE PESSOAS

Torna-se imprescindível pensar um desfile sem executar uma boa Gestão de Pessoas: é necessário organizar e repassar as responsabilidades e competências para quem toca, quem dança, quem canta, sendo que muitos desses também desfilam ao mesmo tempo que executam outras atividades. Uma boa logística e um bom planejamento dos ensaios durante o ano podem facilitar a coordenação de tantas pessoas.
  • LOGÍSTICA

A logística de deslocamento também é fator importante. Um carro alegórico deve ser deslocado para o desfile da melhor forma possível, afinal desfilar e querer ser uma das Escolas de Samba vencedoras ou bem avaliadas é uma atividade que envolve risco zero. 


Outra logística importante envolve a emissão de cartões de acesso aos foliões que desfilarão, bem como as personalidades que estarão junto a escola.

  • Planejamento da Administração Pública

Não é somente as Escolas que precisam se planejar. As estruturas municipais precisam estar atentas a mudança de rotina das suas cidades durante o período de carnaval. Algumas ações envolvem uma atuação conjunta junto às Secretarias Municipais ou Órgãos responsáveis pelo Turismo regional ou local, acompanhando a forma como a economia local se comporta (incluindo hotelaria, restaurantes e bares).
Um outro ponto importante de se verificar do ponto de vista da Prefeitura ou de Governos estaduais são as ações de fiscalização e melhora da vigilância sanitária. O contato de comidas com ambientes inóspitos pode gerar problemas para o setor da saúde local e se isso acontece a probabilidade de alto fluxo de atendimento em um hospital pode gerar consequências negativas.
O Transporte e o planejamento de tráfego, além da segurança, tanto viária como para o transeunte também devem ser considerados pela administração pública como ações prioritárias. A mobilidade pode vir a ser um desafio se os corredores de transporte não estão livres para o deslocamento dos foliões.
Por fim, cabe a administração executar um bom planejamento para a execução da limpeza urbana. Afinal o carnaval continua amanhã.
Copiado: http://gestaopublicaeficiente.org.br

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

“O Medo é uma Viagem no Tempo”









Se existe qualquer coisa que você teme na sua vida hoje, eu posso afirmar algo com 100% de certeza: você está viajando no tempo.
O medo, todo tipo de medo, só existe quando a gente se desconecta do momento presente. 
Algumas vezes, a gente viaja pro passado. Nestes casos, o medo é baseado em alguma experiência passada que você está revendo e revivendo de novo e de novo, às vezes por anos, ou até mesmo décadas da sua vida.
Por exemplo, se você no passado já tentou empreender e não deu certo, é possível que hoje você tenha medo de tentar de novo, mesmo estando infeliz no seu trabalho ou carreira. Se você já sofreu em um relacionamento que terminou mal (quem nunca?), é possível que você tenha medo de se envolver novamente, mesmo que seja com uma pessoa totalmente nova.
Você está revivendo aquelas experiências do passado. E isso está gerando medo. 
Outras vezes, a gente viaja pro futuro. Nestes casos, o medo é baseado em um evento futuro que ainda nem aconteceu.

Nos exemplos que eu dei, pode ser que você nunca tenha tentado empreender no passado, mas morra de medo de fazer isso agora, porque pensa que pode dar tudo errado, falir, e ficar na rua da amargura. Ou pode ser que você tenha medo de se envolver com alguém e ser traído, mesmo que isso nunca tenha acontecido no passado. O medo existe porque coisas ruins estão acontecendo em um futuro hipotético (que só existe dentro da sua cabeça – HELLO!).
Agora imagina como é que uma pessoa empreende ou começa um relacionamento (ou faz qualquer outra coisa) se ela estiver viajando no tempo e experimentando medos baseados seja no passado ou no futuro? 
  • Como ela pensa? 
  • Como ela se comporta? 
  • Quais são as atitudes dela?
  • Como ela fala, como se comunica?


Não sei o que você está pensando aí do outro lado da tela, mas eu aqui estou pensando que é muito provável que ela vá de fato criar essa situação que ela tanto teme.
O momento presente é sempre perfeito. Se você conseguir ficar conectado com o Agora, o medo não existe. 
O medo é uma viagem no tempo.
Jogue sua âncora no Agora.
E aproveite a paz interior. “
Por: Paula Abreu - www.escolhasuavida.com.br