quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Uma Xícara de Café!

Um grupo de profissionais, todos vencedores em suas respectivas carreiras, reuniram-se para visitar seu antigo professor.
Logo a conversa parou nas queixas intermináveis sobre “stress' no trabalho e na vida em geral.
O professor ofereceu café, foi para a cozinha e voltou com um grande bule, e uma variedade das melhores xícaras: de porcelana, plástico, vidro, cristal, algumas simples e baratas, outras decoradas, outras caras, outras muito exóticas...
Ele disse:
- Pessoal, escolham suas xícaras e sirvam-se de um pouco de café fresco.
Quando todos o fizeram, o velho mestre limpou a garganta e calma e pacientemente conversou com o grupo:
- Como puderam notar, imediatamente as mais belas xícaras foram escolhidas e as mais simples e baratas ficaram por último. Isso é natural, porque todo mundo prefere o melhor para si mesmo. Mas essa é a causa de muitos problemas relacionados com o que vocês chamam "stress".
Ele continuou:
- Eu asseguro que nenhuma dessas xícaras acrescentou qualidade ao café. Na verdade, o recipiente apenas disfarça ou mostra a bebida. O que vocês queriam, na verdade, era café, não as xícaras, mas instintivamente vocês quiseram pegar as melhores.
Então, eles começaram a olhar para as xícaras uns dos outros.
Agora pense nisso:
A vida é o café.
Trabalho, dinheiro, status, popularidade, beleza, relacionamentos, entre outros, são apenas recipientes, que dão forma e suporte à vida. O tipo de xícara que temos não pode definir nem alterar a qualidade da vida que recebemos. Muitas vezes, concentrando-nos apenas em escolher a melhor xícara, nos esquecemos de apreciar o café!
As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor, mas as que fazem o melhor com tudo o que têm!
Então lembrem-se:
Viva simplesmente. Seja generoso. Seja solidário e atencioso. Fale com bondade.
O resto deixe nas mãos do Divino, porque a pessoa mais rica não é a que mais tem, mas a que menos precisa.
Agora desfrute o seu café!
Copiado do Facebook: Joaocarlos Grossdealmeida

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

5 (cinco) Desculpas que Impedem Você de Alcançar Seus Sonhos

Todos têm objetivos que desejam alcançar. Se você está incerto quanto à conquista dos seus, confira 5 desculpas que impedem você de alcançar seus sonhos e mude essa situação

Concluir um curso de graduação, encontrar um emprego satisfatório, ter uma carreira bem-sucedida. Todas essas conquistas fazem parte dos sonhos de diversas pessoas. Não importa qual seja o seu, se existe algo que você realmente deseja alcançar, você não pode deixar que nada o impeça de fazer o possível para conseguir.

A seguir, confira 5 desculpas que impedem você de alcançar seus sonhos:

1. "Não há tempo suficiente"
É verdade que você não pode fazer com que um dia dure mais tempo. Porém, se realmente existe a vontade de alcançar um objetivo, você deve administrar suas prioridades para que tenha momentos livres nos quais você possa procurar pelo que deseja.

2. "Tenho muito medo"
Sentir receio de começar algo novo é normal. Mas você nunca conseguirá obter o que procura se não tentar superar seus medos. Por isso, enfrente o que assusta você. Lembre-se de que sejam quais forem os seus temores, é necessário encontrar uma solução lógica que não deixe apenas a emoção e sentimentos negativos tomarem uma decisão por você.

3. "Não tenho DINHEIRO suficiente"
Pode ser que a falta de recursos financeiros realmente impeça você de conquistar o que procura. Mas de qualquer forma, não deixe que isso afete sua determinação. Muitas pessoas começam do zero, sem dinheiro algum e acabam extremamente bem-sucedidas porque foram persistentes e não deixaram que nada as afastassem de seus sonhos. Faça dessas pessoas uma inspiração e tome as atitudes necessárias para mudar qualquer situação negativa.

4. "Não é possível que eu faça isso"
Por mais distantes que pareçam seus objetivos, não pense que eles são impossíveis. Se você tentar da maneira correta e não deixar que algo o faça desistir, as chances de você conquistar seus sonhos são altas. Dificuldades existem em todos os âmbitos da vida. O segredo está em saber como solucioná-las.

5. "Agora não é o momento certo"
Não existe um momento certo para começar a seguir seus sonhos. Quanto mais cedo você iniciar sua busca, maiores serão as oportunidades que você encontrará. Um bom exemplo de pessoas que iniciaram seus negócios em um momento que parecia totalmente inapropriado são os fundadores da Revlon. A empresa é mundialmente conhecida hoje, mas foi desenvolvida na década de 1930, quando os EUA passavam pela pior crise econômica. Por isso, não deixe que um problema momentâneo desanime você.

Copiado: http://www.fbde.com.br/

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A Tal da Empregabilidade

Rosabeth Moss Kanter, conhecida professora a universidade de Harvard, foi a primeira a utilizar o termo empregabilidade, com o significado de “condição de tornar-se empregável”. 

Hoje, porém, com as enormes transformações ocorridas no mundo do trabalho nas últimas décadas, empregabilidade pode ser entendida como capacidade de conseguir aumentar as chances para obter trabalho e remuneração, porém sem a preocupação com o tradicional vínculo empregatício. 

Com a introdução da tecnologia eletrônica, a conseqüente aceleração dos processos produtivos, a oferta de produtos e serviços quase idênticos e o aumento da demanda por qualidade pelos clientes, o mercado mudou fundamentalmente. Em conseqüência, o comportamento de profissionais e organizações deveria mudar também. Na maioria dos casos, não é o que acontece. Um bom começo seria entender que a palavra trabalho não é sinônimo de emprego.

Para quem procura oportunidades nesse cenário instável e competitivo, agora é preciso mais que simplesmente sair panfletando currículos à cata de emprego e de estabilidade. As empresas não estão mais à procura de meros empregados e sim de parceiros: pessoas capacitadas, talentosas, criativas, empreendedoras, que mostrem um equilíbrio inteligente entre suas competências técnicas e humanas. Aliás, estas tradicionais conquistas trabalhistas estão cada vez mais restritas e fadadas a uma gradual extinção na nova e exigente realidade global que se instalou.

No Brasil, por exemplo, apenas 39% dos profissionais atuam hoje inseridos na legislação em vigor, ou seja, através de um contrato social formalizado entre indivíduo e organização. Nos países desenvolvidos esse índice é ainda mais baixo. Daí que a carteira de trabalho assinada, com os benefícios atrelados a ela, está deixando de ser uma regra para ser exceção. No futuro, será uma possibilidade cada vez mais remota. 

Como afirma José Pastore, pesquisador da USP e autoridade nas relações do trabalho: “Esses vínculos entre pessoas e organizações terão, cada vez mais, diferentes formatos, liberados da antiga legislação que ainda vigora”. Nossa ultrapassada CLT, ao invés de facilitar as coisas, termina na contramão do aumento de empregos, situação agravada pelo sistema educacional, ainda obsoleto e em desacordo com as demandas do atual mercado. 

Apesar do enxame de universitários formados, inúmeras vagas não são preenchidas pela falta de profissionais capacitados para ocupá-las. Presos ao sistema do vestibular, os jovens fazem muito cedo sua opção por uma carreira. No percurso, desistem, mudam de curso e, mesmo assim, a maioria termina despreparada e sem uma visão amadurecida do que é necessário para ter sucesso na empreitada profissional.

Na verdade, toda essa nova situação representa uma ruptura definitiva com os procedimentos e relações que marcaram a vida de organizações e trabalhadores nos últimos duzentos anos. Longe de ser causa, a atual crise financeira mundial é apenas um tempero a mais nesse caldeirão das transformações. Para a maioria, porém, os efeitos negativos de tudo isso têm trazido apenas redução do número de vagas, ganhos menores, enorme competição, exigências de constante capacitação, sobrecarga de trabalho e maior pressão por resultados. 

Para uns poucos, porém, esse cenário de mudança mostra-se como caminho para melhorias e crescimento. O profissional de hoje precisa compreender claramente o que está acontecendo, ter percepção para as novas tendências, aprender a aproveitar e também a criar suas oportunidades nesse ambiente contraditório e mutante. O essencial é fazer com que as transformações atuem a nosso favor e não contra. Mais que a antiga visão de apenas sobreviver com segurança, as pessoas devem agora buscar sua realização no trabalho pela capacitação séria, postura ética, inovação e uso inteligente de seus recursos em função dos novos rumos e necessidades humanas que se criaram.

Longe de ser uma visão fatalista, esta realidade só vem comprovar aquela famosa máxima: nada é para sempre. Com sua sabedoria característica, a natureza mostra que, ao longo da evolução, as espécies que continuaram existindo não foram as maiores nem as mais fortes, mas sim as que melhor se adaptaram às mudanças que foram acontecendo na face do planeta. Aquelas que resistiram às novas alternativas foram extintas. A exemplo disso, a regra de ouro para enfrentar o momento atual e o que virá depois também é esta: mudar ou desaparecer. 

Quem quiser conservar ou expandir sua empregabilidade deve avaliar constantemente seus conceitos, seu nível de profissionalismo e seu comportamento no mercado. Se forem contraditórios, esses fatores devem ser mudados, parcial ou completamente. E não é por um simples modismo. É por sobrevivência mesmo.

Fonte: Ronaldo Negromonte Lima - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

9 (nove) Sinais de que Você Precisa de Férias Imediatamente


Na correria do trabalho, pode até parecer normal se sentir cansado com frequência. Mas não é. 

Especialistas defendem a importância de se cuidar ao primeiro sinal de desgaste, para garantir que seu corpo não seja prejudicado.


Estar mais lento, sentir-se oprimido ou facilmente irritado são indícios de que é hora de pegar mais leve — e pensar em investir em um período de férias. 

O Business Insider listou sintomas que devem ser observados com atenção.
  1. Você está sobrecarregado. Está sempre trabalhando, mas ainda parece que deveria fazer mais. A carga de trabalho, que é pesada, faz com que se sinta culpado quando não completa tudo que queria naquele dia, obrigando-se a trabalhar mais.
  2. Não cuida de si mesmo. Quando você está muito cansado ou estressado, hábitos pouco saudáveis começam a fazer parte da rotina — almoçar constantemente em fast foods, beber mais do que de costume e depender de café para continuar no mesmo ritmo.
  3. Sempre exausto. Sentir-se cansado com mais frequência pode ser o sinal de um problema maior. O esgotamento físico pode levar a exaustão psicológica, criando até mesmo uma sensação de medo ao ir para o trabalho de manhã.
  4. Seu celular é fonte de estresse. Simplesmente ao ouvir o telefone tocar ou vibrar no bolso com novas notificações, você se sente irritado e frustrado.
  5. Postura negativa. Você costuma ser otimista, mas recentemente está de mau humor e respondendo de maneira rude os colegas.
  6. Não consegue se concentrar. Está difícil ter foco e lembrar informações importantes. Os projetos começam a tomar o dobro do tempo que deveriam e, ao ler um relatório ou uma notícia no jornal, você fica preso em algum parágrafo, tendo de reler várias vezes para captar a mensagem. 
  7. Não consegue dormir. Fica sempre pensando na montanha de trabalho que enfrentará no dia seguinte a ponto de não conseguir pegar no sono.
  8. Sempre preocupado com o trabalho. Mesmo depois de sair do escritório, fica pensando nas chances de dar algo errado na reunião de amanhã.
  9. Você perdeu sua ambição. Faz tempo que se esqueceu do motivo pelo qual gosta de seu trabalho. Antes, você dava seu melhor para ser promovido e ajudar sua empresa a crescer. Mas se perdeu com seu próprio espírito competitivo.

Por: Época -  Negócios Online

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Não Pense Pequeno

Não Pense Pequeno... Pense Grande e Pense Melhor! 

Décadas atrás, passamos a receber uma espécie de comando para pensar grande, mas que poderíamos aqui acrescentar para pensar melhor também, visando resultados com qualidade de vida.

Afinal,  na rapidez do mundo que vivemos hoje, estamos sempre atrasados para APRENDER e adiantados para ENSINAR. E o equilíbrio aqui é fundamental.
Pensar grande é bom, mas valorizar a audácia desmedida pode destemperar a vida. Mas isso não significa pensar pequeno e até podemos encontrar meios de sermos mais felizes (pensar melhor) como a preguicinha gostosa depois do almoço de domingo e sabemos que ela anos ajuda a ser mais criativos.
No mundo de hoje, o que era prazeroso e até banal, passou a ser conversa de stress e ansiedade nas 24 horas do dia. Mas enquanto alguns reclamam que preguiça é pecado outros afirmam que inveja também.
Esquecemos aí que uma preguicinha é absolutamente humana, que a conversa jogada fora também é e que trabalho sem qualidade de vida acaba sendo uma chatice que mata a criatividade, a alegria da vida, a inovação e mais ainda o comprometimento.
Uma frase mais que conhecida continua sendo atualíssima: 
  • “Quando o trabalho é um prazer à vida é uma alegria... 
  • Quando o trabalho é um dever a vida é uma escravidão”. Veja o que Confúcio diz, 3 mil anos A.C: 
  • “Trabalhe naquilo que você ama e nunca precisará trabalhar na vida”.

Lembre-se: A vida não é uma coincidência, a vida é uma conseqüência. Portanto, somos fruto daquilo que pensamos, e este é o primeiro passo para depois colocar em prática.
Pois uma tonelada de teoria  não teria valor se não houver ao menos uma grama de prática. 
É onde as coisas acontecem. Palavras são palavras, promessas são promessas e desculpas são desculpas, mas nós vivemos de resultados.
O amor é o grande ideal  do Planeta Terra. Mas a dor  acaba ensinando mais. Vamos aprender a economizar caminhos e aprender. Só ensina quem aprende. 
Essa é a regra número 1 do novo líder de um novo tempo.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Fonte: Gilclér Regina - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vida ou Morte aos Nossos Negócios?

Não defendo e não concordo com a ideia simplista de que fazer o óbvio é suficiente para um bom resultado em negócios. Com certeza, por uma questão de boa lógica e não mera obviedade, não fazer o óbvio também não é saudável aos negócios.
Diante disto, facilmente  concluímos que precisamos fazer um óbvio bem feito e um “além do óbvio” excelente se quisermos ser competitivos. 
Assim, vamos refletir sobre algumas questões essenciais óbvias e não óbvias frequentemente esquecidas:
1) Lucratividade é função direta da qualidade do modelo de negócios e não apenas do modelo comercial. Ainda que nenhum de nós deva arcar com a ingenuidade de subestimar a importância do modelo comercial, uma grande maioria ainda superestima esta importância em detrimento de outras questões fundamentais de administração e marketing.
2) O modelo de negócios não se restringe ao planejamento estratégico que, mesmo sendo brilhante, frente a uma execução mediana (não devemos nem pensar em medíocre) não passa de um documento bem redigido. O modelo de negócios que não contempla em profundidade o impacto racional e emocional que causará nas pessoas (clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas) sequer merece o nome de um modelo de negócios.
3) Atitudes que não agregam valor a todos os stakeholders envolvidos nos negócios, ainda que sejam uma prática comum e até “aceita” em determinados segmentos de negócios (praxis), são imediatistas e autocanibalistas. 
Modelos excessivamente comerciais que ainda praticam um sell in sem correspondente sell out, embora falem com orgulho de suas iniciativas, esquecem-se do que pregam a seus diretores, gerentes, supervisores e força comercial: o que conta é a qualidade do resultado!
Estes são apenas três tópicos para refletirmos juntos.
Não fazer o óbvio bem feito é um absurdo. Fazer apenas o óbvio, ainda que bem feito, é commoditização total. Como commoditização é a palavra sofisticada para definir suicídio empresarial, precisamos decidir com urgência: vida ou morte aos nossos negócios?
O pior tipo de suicídio em negócios é o que acontece tão lentamente que parece ser, apenas, uma leve anemia.
Se a medicina está sofrendo do mal da medicalização dos sintomas e esquecimento das causas, que o mesmo não ocorra em administração e marketing. A vida do “paciente” contém a vida de suas células que em negócios, somos nós!
É melhor agir como neurônios a agir como células epiteliais...
Fonte: Carlos Hilsdorf  /http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 29 de julho de 2014