quarta-feira, 16 de julho de 2014

Gestão e Administração Proporcional

Estamos todos nas trilhas (velhas, novas ou renovadas), caminhando em ritmos acelerados com uma conscientização comum de que a palavra sobrevivência (em todos os níveis e para qualquer atividade) é o ponto mais preocupante dos que: ingressam, permanecem ou obrigatoriamente procuram por novas soluções para continuar assegurando dignidade, respeito e utilidade, diante da expectativa de troca por retornos mínimos que garantam equilíbrio, sustentabilidade e reservas para os avanços. 

Não adianta ficar vendendo sofisticação ou qualificação que não estejam no passo seguinte, natural e evolutivo das pessoas e seus negócios. 

O que é importante na evolução pessoal e empresarial é poder perceber as falhas, agir pelas retificações e incluir o ferramental, que garanta mais comprometimento, participação e soluções, aproximando mercados e a própria seleção dos mesmos. 

Não faltam pessoas “ridículas” querendo ofertar fórmulas milagrosas para criar mudanças. Alguns dizem que o diferencial está no corpo a corpo, outros que as equações estão nas tecnologias dos processos e informações.

O principio está na natureza e tradição de cada região, está em poder ser forte aonde se nasce, e procurar crescer sem perder a identidade que o fez ser diferente. A tecnologia começa sempre pelo domínio e conhecimento do que se está fazendo, sua evolução depende do histórico evolutivo, resultante de uma boa sala de aula participativa, aonde todos são preparados para contribuir. Meu filho terá que escrever, evitando quebrar grafites dos lápis, usando apontador e borracha, até chegar a uma composição que permita o entendimento e uso adequado do reino virtual.  

Nunca contrate nenhuma novidade (consultores, palestrantes, assessores), sem que isso seja amplamente discutido pelo seu grupo e definido como necessário. Aquela história de que os que vêm de fora, geralmente enxergam coisas que você não tinha percebido, muitas vezes é porque você mesmo não liberou seus colaboradores para que se soltassem e evoluíssem para geração de novidades. 

Mudanças sempre devem ser baseadas quando da percepção de sofisticação e hábitos dos novos públicos a serem atendidos. Tome cuidado quando o crescimento for acelerado, pois novos processos não garantem a fidelização, que deve se diversificar sem afetar a continuidade daqueles que até hoje fazem questão de enfrentar filas e serem reconhecidos pelos nomes. 

Gente jovem, não representa idade ou custos baratos, mas mentes que trabalham pela adaptação do conhecimento frente à criação de formas que estabeleçam relações. ]

Sempre vai existir o dia aonde a luz apaga, os sistemas deixam de funcionar e ai alguém terá que emitir as notas fiscais, com o conhecimento do porque, do valor das vendas, das deduções, e dos custos que formaram a operação.

Fonte: Sonia Jordão  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 15 de julho de 2014

Até que a Demissão nos Separe


Todo emprego tem uma relação parecida com a de muitos casamentos e exige sacrifícios e decisões de ambas as partes. 

Num primeiro momento vem a fase de aproximação e respeito mútuo.

 A entrevista é suave, as palavras são lapidadas e a troca de olhares é intensa. Sobram gentilezas e é permitido confidenciar as expectativas. As partes se medem da cabeça aos pés, disfarçadamente, cada uma com sua técnica e, por mais que se esforcem, não há como identificar os defeitos que ambas fazem questão de esconder ou que a cegueira do amor não é capaz de perceber.

Na relação patrão-empregado, o namoro dura pouco. Há mais de 200 anos é assim, desde a Revolução Industrial. A lua-de-mel começa no mesmo dia da admissão e dura menos ainda, afinal, a união precisa produzir frutos o mais rápido possível. Não sobra muito tempo para amaciar a presa, acariciá-la nem prepará-la psicologicamente para a consumação do fato, a tal das preliminares. O início é meio dolorido, mas aos poucos a relação se ajeita e ambos vão pegando amor e ódio pelo caminho.

Nos primeiros meses você percebe que aquele sorriso já não é tão meigo, aquele corpinho já não é tão bonito quanto você imaginava e aquela barriga do tipo “tanquinho” era mais agradável na foto do que ao vivo. Coisas incríveis começam a acontecer: você já não quer mais andar de mãos dadas, encontra defeitos com frequência, passa a ser inquirido em qualquer atraso ou saída antes do horário e as horas-extras seguidas começam a despertar preocupações.

Aos poucos inicia aquela marcação cerrada, pois você precisa dar mais atenção para a família e a empresa começa a ficar com ciúmes considerando que a primeira custa dinheiro e a segunda provém o dinheiro. Assim, você conclui que o melhor mesmo a fazer é dar mais atenção para a empresa, afinal, você trabalha loucamente pelo bem da família e pressupõe que todos devem compreender essa relação que deve ser infinita enquanto dure.

Depois de algum tempo, os desgastes no relacionamento são inevitáveis a ponto de gerar implicância, por vezes irreversível, comum nos primeiros anos em que você passa por um verdadeiro teste de provação. Por mais que você se esforce, saia no horário, diga a verdade e ainda traga flores, as coisas começam a tomar um rumo diferente. A partir desse instante, o nível de conflito aumenta a cada dia e as expectativas terminam frustradas por parte de ambos. Em suma, é preciso discutir a relação.

Bem, por um momento é necessário colocar o peixe sobre a mesa, como se diz na Sicília e, antes que o cheiro comece a exalar de verdade, ainda dá tempo de limpá-lo. Entretanto, quando a relação está estremecida e as expectativas não foram esclarecidas desde o início, entra em cena aquilo que comumente chamamos de orgulho e, apesar das inúmeras tentativas de diálogo, os dois lados tem razão e ninguém quer ceder. Cada um se perde no próprio mar de justificativas e, assim, nada mais pode reverter o processo de separação, por vezes amistoso, por vezes litigioso.

O fato é que a separação sempre traz danos para ambos os lados embora o elo mais fraco da corrente acabe sempre mais prejudicado. Obviamente, uma das partes empenhou um bom pedaço da vida apostando numa relação que tinha tudo para ser um conto de fadas, porém, como é mais fácil tentar novamente do que cada parte abrir mão da verdade, a relação acaba e cada qual decide seguir o próprio caminho.

Emprego e casamento possuem trajetórias semelhantes. A diferença fica por conta da emoção e da frieza. No casamento, as pessoas demoram a entender o significado dos termos trabalho em equipe, relacionamento interpessoal, vestir a camisa, negociação e feedback. No emprego, as pessoas demoram a entender o significado das palavras amor, dedicação, carinho, companheirismo, respeito e consideração pelo próximo. Em geral, você entra colaborador e quando acham que está rendendo menos do que o esperado, assume o posto de disponível para o mercado. No casamento, meu bem, na separação, meus bens.

Contudo, não se desespere. Como diz o dito popular com relação ao casamento, sempre existe uma tampa para uma panela velha desorientada. No caso do emprego, lembre-se: até um pé no traseiro o empurra para frente. Na maioria das vezes, as pessoas e as empresas não nos tratam como a gente gostaria e isso não significa que será sempre assim. Encontrar o emprego ou o par ideal requer a paciência do garimpeiro.

Portanto, até que a demissão o separe, procure seguir a sabedoria do Menestrel (poema atribuído a Shakespeare): “Plante seu jardim e decore sua alma em vez de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!”.

Por fim, procure entregar-se com todas as suas forças para a construção de um relacionamento melhor, de uma vida melhor e de um ambiente melhor de trabalho. Apesar de tudo, mantenha-se fiel, seja leal, humano e ao mesmo tempo profissional, a menos que esteja disposto a pagar o preço alto da separação. Se esta for a sua decisão, ainda que o custo lhe doa no bolso e na alma, lembre-se de que todos têm o direito de encontrar a própria felicidade, quer no trabalho, quer no casamento. 

Pense nisso e seja feliz!

Fonte: Jerônimo Mendes  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Caráter: Qualidade Indispensável

Sempre ouço falar que não existe receita pronta para o sucesso. 

Mas você pode pegar alguns ingredientes que são comuns às pessoas bem-sucedidas e que devem ser incorporados à sua receita de sucesso, como o "caráter"!

“Quando dizia a meus filhos que a honestidade era uma das maiores virtudes de nossa família, eles comentavam sobre o detector de radar que havia instalado em meu carro. 

Quando lhes falava sobre bebida, eles olhavam como nossos convidados se comportavam. É mais fácil pregar a idoneidade, o bom caráter, do que praticá-los, e os filhos são especialmente bons para enxergar as diferenças entre o que os pais pregam e o que praticam.”

Aquela antiga e sábia frase que afirma que as palavras movem, mas os exemplos arrastam, mostra o tipo de pessoa que você é com os amigos, em casa e nos negócios.

Ninguém trabalha ou negocia por muito tempo com os chamados “espertalhões”. Tem um exemplo que acho desconcertante e que acontece freqüentemente em feiras e supermercados. Diz respeito à venda de morangos. Acho que você já deve ter tido a experiência de comprar uma caixa de lindos morangões e, quando chegou em casa, a parte de baixo era de pequenos e podres moranguinhos.

“A capacidade de vender morangos do dono da loja está na parte de cima da caixa, mas o caráter na parte de baixo”. O caráter não pode ser herdado, mas pode ser aprendido.

Seja persistente aos seus princípios morais. Quando você tiver dúvida quanto à forma que deverá agir, faça a seguinte pergunta para seu subconsciente: Se a minha atitude fosse publicada na primeira página do jornal da minha cidade, minha família sentiria orgulho ou vergonha do meu comportamento?

Se a resposta for sim, você está no caminho certo, vá em frente e dê o melhor de si. Se for não, reveja seus atos. Não adianta você ganhar muito dinheiro e, ao colocar a cabeça no travesseiro à noite, não conseguir dormir tranqüilamente com sentimentos de culpa e temor.

Os traficantes têm muito dinheiro, mas nunca serão prestigiados pela sociedade, porque para eles subirem muitas pessoas têm que descer, e descer muito fundo; ganham dinheiro, mas perdem a paz de espírito. Em qualquer lugar do mundo o dinheiro não compra respeito.

A nossa geração viverá mudanças grandiosas a uma velocidade absurda, mas algumas coisas, como caráter, respeito e uma vida idônea, jamais mudarão. Valorize estes princípios e você será uma pessoa admirada.


Fonte: Prof. Menegatti  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Seis Ações que Vão te Ajudar a Dizer Não

Você já se deu conta de quantos “sim” você diz quando sua vontade real  é dizer “Não”? 
Quando isso acontece, acabamos experimentando uma profunda sensação de desgosto, de raiva, de frustração e de irritação conosco mesmo. Mesmo assim, é difícil aprender. 
E isso acaba se transformando em um grande ladrão de tempo em nossas vidas. E, pior do que isso, nos mantém reféns da esfera das circunstâncias.
As razões para dizer esse “sim” na hora errada são as mais variadas possíveis. Sentimos uma espécie de necessidade de ser sempre solícitos e agradáveis. Fazemos nossa parte para manter nossas amizades. 
Temos medo de decepcionar as pessoas. Um outro motivo muito comum é o medo de assumir o controle da situação: quando respondemos “sim” às demandas alheias, nos calamos diante de nossas próprias decisões.
Não importa  os motivos. Cada um tem os seus – mas quando respondemos de forma positiva a uma resposta que merecia ou deveria receber um ”não”, estamos terceirizando nossa administração pessoal. Isso é grave.
Dizer “não” não é simples! É preciso assertividade, certeza do que é importante, coragem mas principalmente respeito ao seu próprio tempo! Para ajudar, selecionei 6 dicas que podem fazer com que você pense melhor antes de dizer "sim" para tudo:
1) Nunca se acanhe em dizer não - Você não precisa ser bonzinho para os outros nem parecer sempre disponível. Na verdade, todo mundo tem problemas em dizer não. A capacidade de dizer essa palavra costuma ser vista com admiração inclusive pela pessoa que a ouve. Ela, na verdade, gostaria de ter a mesma disciplina.
2) Não adie: vá direto ao ponto - Pode doer, mas é melhor. Atrasar a comunicação do não quando a decisão já está tomada apenas prolonga o sofrimento. Um não bem dito logo no início do processo pode poupar muitos aborrecimentos (e dores!).
3) Evite inventar desculpas ou dizer mentiras na hora de dizer o não - Se tiver uma justificativa fundamentada em fatos, você deve utilizá-la, com certeza. Mas lembre-se de que você não deve aos outros explicações nem precisa se desculpar por suas escolhas. Você está no comando! Forneça uma resposta amigável, com sorriso. E evite entrar em um debate ou discussão sobre as razões de sua decisão.
4) Use o corpo para dizer não - Quando a pessoa estiver fazendo aquele convite que você não pretende aceitar, comece a torcer o nariz, contorcer a boca e franzir a testa de forma discreta antes que ela termine de falar. Esses movimentos já dão a entender para o seu interlocutor que você não está de acordo com a proposta. Isso tornará o “não” uma palavra natural e até mesmo esperada.
5) Faça um acordo mental com você - A partir do momento que você decidiu que não quer algo, prometa para você mesmo que manterá essa posição. Essa pequena atitude reafirma para você mesmo a importância da sua resposta e evita os conflitos internos.
6) E se o não tiver de ser dito ao seu superior? Nesse caso, a melhor forma é mostrar para ele a sua lista de prioridades profissionais e deixar que ele resolva o que mais é importante. Se o que ele estiver propondo for algo pessoal (um convite para uma festa ou para uma happy hour) você terá de avaliar a situação. E dizer seu não da forma mais direta possível.
Fonte: Christian Barbosa  http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 10 de julho de 2014

As Dez Características do Profissional de Vendas


  1. Ter objetivos bem definidos – Só desta forma sabemos exatamente o rumo que queremos dar às nossas vidas e, consequentemente, o que precisamos fazer para chegar lá.
  2. Ser ambicioso e ajudar os clientes a satisfazer as ambições – Ambições são sonhos que precisam ser realizados. O profissional de vendas precisa sonhar e ajudar seus clientes a também concretizá-los.
  3. Gostar do que faz – Esta é a grande diferença entre o bom e o mau profissional. Quem, na sua opinião, entrega-se mais a uma causa: aquele que por ela sente amor ou quem a executa por não ter nada mais a fazer?
  4. Conhecer – Estamos em plena era do conhecimento. Cada vez mais, as pessoas de modo geral, e de forma muito especial os profissionais de vendas, valerão pelo que sabem e pelo que são capazes de fazer com o que sabem.
  5. Gostar de se relacionar com gente – Vender é puro relacionamento. Clientes gostam de respeito e atenção. Eles dividem seus salários com os diversos vendedores que satisfazem suas necessidades.
  6. Ser criativo e audaz – Ser criativo significa ter jogo de cintura para transpor certos obstáculos. Audácia significa coragem e força de vontade para transpor esses mesmos obstáculos.
  7. Ser capaz de evoluir de acordo com o mundo que o cerca – Por que ainda há vendedor que não utiliza o computador e os meios de comunicação para estreitar o relacionamento com os seus clientes? Por que lutar contra a evolução? O que seríamos se não tivéssemos evoluído? Macacos? Ou, no máximo, homens da caverna?
  8. Assumir responsabilidades – O bom profissional não tem hora. Deve estar sempre disponível para atender seus clientes e resolver seus problemas. Por outro lado, precisa assumir a responsabilidade pelo que promete e entrega. Para muitos vendedores, os problemas terminam quando entregam o produto ao cliente. Mas, para o cliente, muitas vezes é a partir daí que começam seus problemas.
  9. Ter visão empresarial – As pessoas que apenas fazem aquilo para o qual são pagas não merecem o que ganham. É preciso ir além, vestir a camisa, estar comprometido com os resultados globais da empresa, sugerir, participar, dar ideias e trabalhar em equipe.
  10. Ser capaz de pensar – A diferença entre um bom e um mau profissional é que o primeiro pensa e o segundo não. É comum ver profissionais de vendas agirem exatamente da mesma forma, qualquer que seja o cliente. Pensar significa analisar o cliente e suas necessidades, definir a melhor forma de com ele se relacionar para, enfim, tomar a decisão correta.
Aline Xavier - Agente comercial: apoggian@yahoo.com.br
www.vendamais.com.br

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Fuja da Síndrome do Coitadismo

A Síndrome do Coitadismo atinge a metade da população e reflete a incapacidade dos seres humanos de tomarem os rumos de suas vidas e buscarem a realização de seus sonhos.




A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos da própria vida?

Muitas pessoas adotam essa posição como uma muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.

Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá indo” demonstra a falta de controle da própria vida.

Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais, mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?

Essas pessoas preferem evitar sair da chamada “zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos, já sabem aonde pisar.

Isso é uma tendência de boa parte das pessoas, inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele evita a dor e aprova fielmente o prazer.

É o que acontece com um relacionamento ruim. Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por mais benéfica que seja, causa dor.

Um exemplo clássico são casais que se suportam durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida corporativa isso também acontece.
  • O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário pessimista e sem energia?
Para começar a mudança é necessário ser honesto consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar, justificando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas, enfim, são várias as justificativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias acordam e vão para a empresa trabalhar.

O problema disso é que essas pessoas correm o sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.

Talvez você, que esteja passando por isso agora, pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida. É fácil? Não, porém é preciso encarar!

Aproveito para dar um conselho valioso: procure profissionais que possam te auxiliar, pois eu fiz sozinho, funcionou, mais foi muito doído. Talvez, se eu tivesse uma pequena ajuda, as coisas teriam sido mais fáceis e eu já estaria desfrutando dessa ótima vida que possuo hoje.

* Fonte: MSN Empregos - Maurício Sampaio - fundador do InstitutoMS de Coaching

terça-feira, 8 de julho de 2014

Acerte as Coisas e largue os ratos mortos

Um grave problema das pessoas é o fato de irem levando a vida, ou deixando que as vida as leve, como diz a música.

Infelizmente, quem tem essa atitude, um dia vai estar sentado numa varanda e pensando “puxa, onde foi que joguei minha vida?”

Talvez nessa hora os filhos já estejam criados, e foram embora construir suas vidas.

É bom demais quando sentimos que fizemos nossa parte, e que as pessoas que amamos estão agora se dando bem na vida.

Mas não é por essa razão que vivemos: não vivemos para os outros, nem pelos outros. Devemos viver COM os outros e por nós mesmos. Isso não é egoísmo. É respeito por si próprio!

É muito triste ver homens, mulheres, às vezes tão jovens, não se acertando consigo mesmos.

Erram profissionalmente, mas, em vez de corrigirem seus erros, seguem o mesmo fluxo quando entram noutra empresa, noutra função.

Erram pessoalmente, namorando pouco e casando cedo, tendo filhos para tentar segurar uma relação que vive de intrigas, e parece que se não tiver mais brigas a relação morre, porque ambos já aprenderam a viver de brigas, que é o único alimento que mantém a união, por mais triste que seja uma união assim.

Precisamos acertar nossa vida, seja no trabalho, seja em casa. Dói muito o coração e a alma quando temos a plena certeza de que o outro não vai mudar, e que teremos briga dia sim e dia também. E quando de vez em quando a relação melhora um pouco, parece que é só para piorar ainda mais depois.

Eu já vivi isso, e sei do que estou falando. Não li isso em livros, e fico com pena de quem não aprende com os erros dos outros, porque vai aprender pela dor.

E enquanto somos jovens, temos a esperança de que as coisas melhorem, mas o tempo vai passando, e se cada dia a única coisa que nos mantém juntos são os gritos do chefe, do cônjuge, de alguém que está conosco, vamos nos machucar muito, e quando já não formos tão jovens, realmente a única coisa que vai restar é a tristeza por termos jogado fora a única vida que ganhamos.
Eu não quero ver você sofrendo, triste pelos cantos, tentando encontrar a vida na lata de lixo da cozinha, da sua sala do trabalho. Tampouco quero ver você olhando para trás e se arrependendo pelo que NÃO FEZ, pela falta de coragem que teve em dar um basta nas coisas que precisavam ser cortadas, arrancadas da sua vida, como o mato no meio do jardim.

Quero ver você feliz lá na frente, mesmo que agora tenha de abandonar alguma coisa importante neste momento, seja um trabalho, um relacionamento, mas que só machuca sua alma e todo dia esgota um pouco sua autoestima, sua motivação, e você já não sente nem vontade de mudar, e quem sabe já esteja acima do peso, com dores musculares, e tudo o que faz é tomar um analgésico, um relaxante muscular, pois falta ânimo até para uma simples caminhada. Sempre que olhamos no espelho e não vemos a pessoa que queríamos ver, alguns problemas precisam ser resolvidos na nossa vida, porque a maioria das questões externas não têm fontes externas, elas têm fontes internas.
Se onde você está não tem chances de realizar seus sonhos, suas vontades, vá para outro lugar. Às vezes pensamos que o máximo que temos direito é o que já temos agora. Mas isso não é verdade. Quando temos a coragem de sair do lugar em que estamos, nos tornamos um pintinho que quebra a casca e descobre que pode ser muito mais do que era, e de que o mundo é muito mais bonito do lado de fora do ovo.
Não passe a vida inteira pensando que seu chefe vai mudar, que seu esposo vai lhe dar mais atenção e carinho, ou que sua esposa vai ser mais dedicada e amorosa.

Infelizmente, as pessoas raramente mudam. O que elas fazem é se retrair e esconder seus desejos para evitar encrencas, brigas, e sofrimento. Só que se retrair, na verdade, só provoca mais sofrimento, e mina nossas forças, e acabamos nos anulando para o mundo belo e maravilhoso que somos.
Você é um campeão, uma campeã, e nasceu para ser muito feliz, e para fazer do mundo um lugar melhor para vivermos. Saia agora mesmo do lugar que lhe faz mal. Se quem você quer que mude, não está mudando, talvez não seja a pessoa quem deva mudar. Quem sabe ela não tenha coragem de dizer que não quer mais você na empresa, em casa,  e é você quem precisa mudar, e ter a coragem de abandonar os ratos mortos, como conta a história abaixo:
“Uma vez um pássaro encontrou um rato morto e o pegou, saiu voando e quando menos esperou, outros pássaros estavam lhe bicando, e ele não entendia porque, pois antes eram amigos. Ele voou mais forte, mas os pássaros também voaram e continuavam lhe bicando mais forte ainda. De repente, quando ele tentou se desviar de um dos pássaros, o rato caiu. Todos os outros pássaros pararam de bicar e foram atrás do rato morto”.
  • Isso quer dizer que talvez você esteja sofrendo porque está segurando um rato morto.
  •  Ele pode ser um trabalho sem prazer, uma relação sem respeito e sem admiração, o que leva o amor a desaparecer também, e faz a gente passar a vida muito infeliz. 
  • Um rato morto pode ser qualquer coisa que não está dando certo na sua vida, e quem sabe tudo isso só vai mudar se você largá-lo.
Conserte as coisas e largue seus ratos mortos. Você merece ser muito feliz. Torço por você!

Fonte: Paulo Sérgio Buhrer - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 7 de julho de 2014

10 Hábitos Típicos dos Americanos no Trabalho

Após ser repreendido por um chefe americano por conta de alguma tarefa, como você acha ele vai passar a tratá-lo? 
De maneira impessoal? Deixando claro que sua falha não foi esquecida? 
Ou considera que ele vai continuar a ser amável e a convidá-lo para almoçar, como sempre fez?
Acertou quem ficou com a última alternativa. É que, sem melindres, na terra do “Tio Sam” não se costuma misturar trabalho e relações pessoais.
A pergunta do começo deste texto é parte de um dos testes do Berlitz Cultural Navigator, ferramenta digital do Berlitz Educação Global que indica o nível de preparação de um executivo expatriado para enfrentar uma nova cultura.
Em relação ao caso específico de quem está se preparando para trabalhar nos Estados Unidos ou vai fazer negócios com americanos, seguem alguns aspectos da cultura deles desvendados por Silvia Freitas, diretora de relações corporativas do Berlitz Educação Global.
1. Fazer negócios sem necessariamente criar vínculo prévio
“Não é preciso ter um relacionamento prévio ou ser amigo antes de fazer negócios com os americanos”, diz Silvia. Ela explica, que, se para asiáticos a construção de um relacionamento cria a base da confiança para fazer negócios de peso, com os americanos não funciona da mesma maneira. “Não é necessário criar um vínculo antes”, diz.
2. Aperto de mão firme
Não se assuste se uma americano quase “amassar” a sua mão ao cumprimenta-lo. “Eles prezam por um aperto de mão firme e forte, é a maneira mais profissional de cumprimento”, diz.
3. “Terninho” como uniforme das executivas
De acordo com Sílvia, se aqui no Brasil não é regra, nos Estados Unidos o visual das executivas não foge muito ao estilo terninho ou tailleur.
4. Ir diretamente ao tema em reuniões
Nada de comentar sobre o tempo, perguntar sobre a família, filhos ou falar de amenidades. “Eles vão direto ao assunto, diferente de nós que fazemos alguma pergunta para quebrar o gelo antes”, diz Silvia.
5. Respeitar horários de reuniões 
Horários de início e de fim de reuniões são, em geral, respeitados. Se estiver marcada para começar às 14h e terminar às 15h, é exatamente isso que vai acontecer. “Caso não dê tempo de tratar de todos os assuntos, outra reunião será marcada”, diz Silvia.
6. Participar, de fato, das reuniões
A participação de todos os convocados para a reunião é não só incentivada, como também esperada, segundo Silvia.
“Eles não têm vergonha de falar algo considerado besteira, sabem que não serão julgados por tentarem apresentar seu ponto de vista”, diz Silvia.

7. Incentivar lado empreendedor dos profissionais
“Os americanos têm um lado empreendedor forte. As pessoas são incentivadas a correr riscos”, diz Silvia. 
Isso é possível porque possíveis erros que venham a acontecer são mais facilmente “perdoados”. “Sentem-se mais à vontade porque sabem que não serão punidos severamente se errarem”, diz Silvia.

8- Trabalhar de “portas abertas”
A hierarquia é menos rígida, segundo Silvia. “É possível falar com o chefe do chefe e isso não é mal visto, como pode acontecer aqui no Brasil”, diz. Lá o esquema “portas abertas” parece prevalecer.
9. Estimular tomada de decisões
Faça e traga o resultado. E é melhor se não inundar o expediente do seu gestor com perguntas. Segundo Silvia, profissionais muito indecisos não encontram muito espaço nas organizações. “ Eles esperam que seus funcionários sejam tomadores de decisão”, diz.
10. Competitividade
"Os americanos são muito competitivos, é possível ver isso no esporte e no trabalho também é assim", diz Silvia. E uma das consequências disso é que profissionais tendem a dar o melhor de si em  cada tarefa. "Em geral, um americano não faz nada por fazer", diz.
Por: Camila Pati é repórter de Carreira de EXAME.com.