quarta-feira, 2 de julho de 2014

Veja 15 comportamentos que podem destruir sua carreira lentamente

Existem grandes erros que podem arruinar a sua reputação no trabalho imediatamente ou até mesmo levá-lo à demissão. 
Mas é o acúmulo gradual de infrações menores que mantém os profissionais longe de alcançar o topo de sua carreira.
Maus hábitos como dar respostas curtas em e-mails e se manter atento somente às suas tarefas diárias podem prejudicar sua reputação profissional.
O site de carreiras norte-americano Business Insider listou 15 maus comportamentos que podem destruir sua credibilidade e custar seu sucesso.
1) Você não se adapta à cultura da empresa
Todo local de trabalho opera com seu próprio conjunto de costumes sociais. Não fazer um esforço para assimilar essa cultura passa a impressão de desaprovação e julgamento. A atitude de se manter alienado dos colegas de trabalho faz parecer que o profissional não se importa com a formação de relações positivas no ambiente de trabalho.

2) Você inventa desculpas
Não assumir a responsabilidade por seus erros e fracassos ainda trará consequências. Esperar até o dia da entrega de um projeto para avisar que você está atrasado, por exemplo, diz ao chefe que você não sabe gerenciar seu tempo.

3) Você faz o mínimo
Cumprir prazos e entregar o trabalho fazendo apenas o mínimo necessário passa a impressão de complacência. Por outro lado, se manter à procura de oportunidades em vez de esperar que elas caiam no seu colo mostra ao chefe que você se preocupa com o seu futuro na empresa.

4) Você não segue adiante
Não fazer uma coisa que você disse que ia fazer pode comprometer sua credibilidade. Manter a sua palavra mostra que você é confiável e pode ter novas responsabilidades quando for considerado para uma promoção.

5) Você se veste como um 'pateta'
Uma vez estabilizado em uma posição na empresa, pode ser fácil deixar sua aparência de lado. Entretanto, se vestir mal pode prejudicar sua credibilidade e autoridade e ainda pode passar a impressão de que você não se importa com o que faz. Lembre-se sempre de se vestir para o trabalho que você quer.

6) Você é pessimista
Se você anda com uma atitude ruim, isso pode se tornar um incômodo para o seu chefe e ainda pode arrastar a equipe para baixo. Lamentar e reclamar constantemente não faz de você uma pessoa agradável e certamente não fará seu chefe querer mantê-lo perto por muito tempo.

7) Você ignora os colegas de trabalho
Fazer amizades com colegas é tão importante quano cultivar o relacionamento com seus superiores. Faça um esforço para ser conhecido e para que os colegas queiram compartilhar informações com você e ajudá-lo quando precisar.

8) Você sempre está na defensiva
Seu chefe não espera que você seja perfeito, mas ficar na defensiva quando recebe um feedback negativo faz você parecer pouco profissional. Se você não está disposto a ouvir críticas construtivas, isso diz ao seu chefe que é improvável que você tenha um desempenho melhor.

9) Você procrastina
Adiar projetos até o último minuto não só coloca a pressão sobre você, como dificulta o andamento do trabalho de outras pessoas que dependem de que você faça a sua parte. Se algo der errado, você provavelmente será o primeiro responsabilizado.

10) Você é 'seco' nos e-mails
Não importa o quão amigável você é com uma pessoa: uma linguagem concisa pode ser facilmente mal interpretada em um e-mail. Mesmo que não seja intencional, e-mails rudes podem acabar com sua reputação no escritório e manter as pessoas afastadas de você.

11) Você não faz contribuições significativas
Dizer alguma coisa em uma reunião apenas por falar não acrescenta nada de produtivo. Em vez disso, prepare-se para participar e lembre-se que quantidade não é qualidade.

12) Você sempre está atrasado
O atraso frequente significa que existe algo mais importante para você do que chegar no horário. Isso passa a impressão de desrespeito e indeferença, fazendo as pessoas desconfiarem de você. Não importa o que aconteça, sempre procure uma maneira de ser pontual.

13) Você nunca para de falar
É ótimo tentar conhecer os colegas de trabalho, mas a socialização constante impede que as pessoas comecem a reparar no seu trabalho. Mantenha a conversa durante o almoço ou nas pausas para não irritar os outros e se tornar uma pessoa com quem ninguém vai querer trabalhar.

14) Você ignora e-mails
Deixar de responder e-mails em um prazo razoável não só frustra aqueles que precisam de respostas, mas também significa para os seus colegas que eles não valem a pena a ponto de você usar seu tempo para respondê-los.

15) Você é rude
Fazer um bom trabalho sem se importar se ninguém gostaria de trabalhar com você. Isso é grosseiro e a maioria dos gestores não tolera funcionários irreverentes. Ser educado é a chave para conquistar as pessoas.

Copiado: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/06/veja

terça-feira, 1 de julho de 2014

Capital Organizacional: Chassis do Conhecimento

Capital Organizacional refere-se, basicamente, a um grupo de ativos intangíveis que norteiam as relações de uma determinada empresa para com seus stakeholders ou agentes de relacionamento (internos e externos). 

Estes ativos, passíveis de serem identificados e em parte já passíveis de serem mensurados e incorporados a metodologias de valorização de empresas, possuem grande impacto nos processos corporativos, nos modelos produtivos e operacionais e na própria arquitetura das empresas.


Podemos dizer que compõem o chamado chassis corporativo e definem o modelo de negócios e sua dinâmica de integração com os agentes da cadeia de valor da empresa.

Seu foco principal está em incrementar a vantagem competitiva da organização, seja pela otimização de seus processos, sistemas, fluxos e rotinas (geração de valor incremental via ganhos de eficiência), seja pela arquitetura de (infra)estruturas alinhadas aos objetivos e ecossistemas de operações da empresa, seja pela capacidade de propiciar a geração sistêmica de diferenciações e inovações (geração de valor de ruptura), maximizando a utilização dos conhecimentos dissipados na organização e/ou absorvendo conhecimento de fora da organização.

Cada vez mais se torna imprescindível a relação sinérgica entre o conhecimento e o modelo de trabalho/produção na atual conjuntura competitiva, que demanda das organizações a utilização de todos os fatores e recursos produtivos com o máximo de eficiência e inteligência.

Enfatiza-se, portanto, a relação do trabalho/produção com o conhecimento como fator capaz de impulsionar e alavancar os demais ativos associados à produção, além de potencializar a capacidade de multiplicação das vantagens sustentadas pelo modelo produtivo/operacional da companhia. Dentro desta realidade, deve-se tratar o conhecimento advindo da experiência produtiva-operacional como agente agregador de valor, que alavanca a capacidade de resposta da empresa (e de seus colaboradores) às solicitações do mercado.

A identificação, aplicação e o gerenciamento de uma política eficiente de empacotamento do conhecimento tácito, geralmente difuso e em grande parte inexplorado dentro das organizações, a fim de torná-lo explícito e pronto para o uso torna-se cada vez mais estratégica para o sucesso do planejamento organizacional, por ser fonte inesgotável, relativamente barata de incremento do valor e de ganhos de competitividade. 
Além disso, esse processo de maturidade na gestão do conhecimento propicia o desenvolvimento e a melhora contínua dos processos corporativos, refinando, a cada ciclo, a qualidade dos outputs entregues por cada processo.

A utilização funcional do Capital Organizacional passa a ser um grande diferencial na vantagem competitiva das organizações. Todavia, como qualquer outro conjunto de ativos, o saber só é eficaz se for utilizado dentro de uma estratégia capaz de alavancá-lo, focando-o nas possibilidades reais, nas condicionantes do mercado e nas necessidades dos stakeholders impactados, principalmente clientes e colaboradores. O conhecimento organizacional sem meta pré-estabelecida se torna disperso e pouco aproveitável.

Internamente, o sucesso da gestão do Capital Organizacional depende fundamentalmente da revisão das relações entre os diversos atores (áreas e indivíduos) da organização. As novas relações colaborativas não podem mais se basear em puros acordos de execução das atividades programadas no ciclo produtivo e no job discription. As novas estratégias e modelos de interação devem focar o fator humano e seu produto direto (conhecimento) como os principais componentes na formação do arcabouço de valor agregado às atividades da corporação, do produto à gestão, na qual a aprendizagem mútua e contínua é parte preponderante da mecânica, recriando as condições de eficiência e competitividade que o ambiente demanda para se manter e evoluir.

Para tanto, o relacionamento qualificado e construtivo, alicerce da interação do conhecimento, tem de assumir novos contornos e parâmetros, uma vez que o sucesso deste modelo se sustenta, em primeira instância, na decisão da alta gestão, necessária para coordenar e incentivar o alinhamento de interesses no âmbito estratégico, uma vez que é seu papel ser o agente catalisador capaz de transformar a organização em um organismo com capacidade de antecipação, execução e evolução em um ambiente externo em constante mutação.

Fonte:Daniel Domeneghetti - http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A Velocidade das Mudanças

Você conhece a história da rã que foi colocada em um recipiente com água fria? 

A temperatura da água vai subindo aos poucos e ilustra exatamente o que acontece em uma infinidade de empresas. 

A rã só percebe que a água está muito quente quando já não tem mais condições de se salvar, e acaba morrendo no momento da fervura da água.

Qualquer semelhança com o ambiente corporativo é mera coincidência? 

Infelizmente, não. No mundo dos negócios, a maior parte das pessoas vai ignorando as condições que apontam a necessidade de mudar e, quando percebem, já não há mais tempo para reagir.

Apesar de muitos dos seres humanos saberem lidar com a mudança, o que preocupa, na verdade, é saber se estamos treinando as pessoas adequadamente para lidar com a velocidade da mudança. 

Agilidade, flexibilidade e velocidade são essenciais, principalmente porque sabemos que as mudanças não acontecem em 24 horas. A mudança é um programa intensivo de ação, necessária em altas doses para que seja bem-feita.

O reconhecimento da necessidade de mudança, freqüentemente, surge no nível da alta administração, mas o sinal de alerta pode vir dos clientes ou dos departamentos que começam a se sentir travados por um processo deteriorado ou problemas de produtividade. Qualquer que seja o ponto de partida do processo de mudança, é preciso que seja disseminado até abranger toda a empresa.

Contudo, há uma fase preliminar que consiste em preparar um relatório, defendendo a transformação proposta e demonstrando a sua necessidade e vantagens. É um bom começo para defender as suas idéias e começar a conquistar o envolvimento das pessoas. Nessa fase, deve-se elaborar a visão e comunicá-la adequadamente a todos os membros da empresa. Convide-os a participar de projeto de forma concreta e criativa. Lembre-se de que preparar a empresa para o que virá é construir o contexto de mudança.

Apresente razões sólidas, argumentação precisa, clara, fundamentada e convincente.

A Price Waterhouse publicou um estudo no qual mostra que o maior obstáculo para a mudança é o argumento de que a empresa não está preparada para ela. Não caia nessa armadilha! Conte às pessoas o que vai dizer, diga e depois explique o que disse. Mesmo que a mensagem central permaneça inalterada, os detalhes do projeto devem ser modificados, caso você não o atualize constantemente. Mantenha a comunicação sempre ativa e controle a sua eficácia durante todo o tempo.

Dizer que existe uma receita de bolo para aplicar para os projetos de mudança é algo bem equivocado, uma vez que cada mudança traz consigo uma situação específica e singular. O que existe, segundo o estudo apresentado pela Price Waterhouse, é um conjunto de princípios que podem servir de base propulsora para a inspiração no momento de mudar. Acompanhe o checklist a seguir!

Checklist dos princípios básicos da mudança:
  • Enfrentar a realidade.Agir sempre junto a estratégia.
  • Exigir comando firme.Estabelecer um clima de mudança.
  • Dar informações convincentes.
  • Fazer do cliente mola-mestra da mudança.
  • Conhecer pessoas estratégicas.
  • Comunicar-se continuamente.
  • Reformular o sistema de medidas.
  • Utilizar todos os recursos.
  • Ser audacioso.
  • Aproveitar a diversidade de recursos.
  • Desenvolver novas capacidades na empresa.
  • Planejar.
  • Promover a integração de iniciativas.
Fonte:Alessandra Assad - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sábado, 28 de junho de 2014

800 anos da língua portuguesa


Basta que um fato qualquer repercuta nas redes sociais para que se veja uma profusão de comentários - em língua portuguesa. De acordo com estudo do instituto lusitano Camões, o idioma é o terceiro mais falado no Facebook e no Twitter, repetindo patamar ocupado no Orkut, que passou a ser dominado principalmente por brasileiros. A língua é hoje a mais falada de todo o hemisfério sul. Tem mais de 250 milhões de pessoas como idioma oficial.

Em junho de 2014, o português completa oito séculos. O marco histórico para determinar o natalício é o testamento do rei lusitano dom Afonso II, datado de 27 de junho de 1214. Segundo estudiosos, o documento é o mais antigo já redigido na língua que abraça Fernando Pessoa e Guimarães Rosa.

O berço do português é a Península Ibérica. Derivada do galego-português, a língua é hoje falada nos cinco continentes. É o idioma oficial em oito países: Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

“A língua portuguesa é exuberante e é fácil, ao contrário do que todo mundo diz. Além de ser uma língua extremamente flexível e, por isso, tão falada e tão usada no ocidente”, afirma Roberto Pontes, professor de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade Federal do Ceará (UFC). O pesquisador afirma que a expansão do português mundo afora é hoje um processo conduzido principalmente pelo Brasil e o seus mais de 200 milhões de habitantes.


Para o professor Alber Uchoa, do departamento de Letras Vernáculas da UFC, o idioma tem se difundido, sobretudo, por meio da cultura. “A música, a moda e a dança, por exemplo, estão mostrando a importância do português, principalmente o falado no Brasil”, analisa. E completa: “O português é hoje uma das mais importantes línguas do mundo”.


Do romano ao índio

A expansão do Império Romano fez surgirem as vertentes românicas ou neolatinas, conjunto das línguas indo-europeias originadas a partir do latim. “O português provém do latim vulgar, de uma linguagem mais oralizada, que nasce a partir do que os romanos introduziram na região da Península Ibérica”, explica Victor Cintra, professor de literatura da Universidade Estadual do Ceará (Uece).

O pesquisador pondera que, apesar do marco histórico de 1214, o português tem histórico anterior à data. Victor destaca o período “pré-histórico”, que vai dos primeiros indícios da língua até o século IX, época que não possui registro material, pois era apenas falada e não escrito. Ele aponta ainda a fase “proto-histórica”, quando os textos eram escritos em galego-português, para, posteriormente, chegar ao português propriamente dito. “Ao longo do tempo a língua vai se transformando, tanto que temos o ‘internetês’ de hoje. Quem vai fazendo a língua é o povo”, afirma.

Depois de se tornar oficial em Portugal, o português se espalhou, alterando-se a partir da expansão marítima do país e do contato com as colônias. “É preciso considerar os substratos da língua, pois o povo que domina também recebe informações do dominado. A língua não permanece como chegou, vai sendo utilizada e modificada”, diz. Prova disso, ele argumenta, é a diversidade de origens da língua falada no Brasil, que tem forte influência da cultura indígena e negra.
Fonte: O Povo Online - Fortaleza/CE.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Os 10 Livros que toda Mulher de Sucesso deve Ler

Vários são os fatores que fazem uma mulher alcançar o sucesso, dentre eles, o conhecimento é um dos pontos chaves que embasa tanto habilidades como atitudes, pois leva a refletir sobre nossas ações e assim podemos ajustá-las de acordo com as oportunidades que nos surgem,  sendo esta uma das premissas para o sucesso de qualquer pessoa.
A lista que apresento aqui, não tem a pretensão de se tornar uma bibliografia obrigatória para mulheres,  até porque excelentes livros ficaram de fora, e vários outros ainda estão por vir, mas quero que com estas sugestões você possa ampliar seus conhecimentos para assim vencer e ter sucesso não somente na carreira, mas em todas as áreas que uma mulher deseja se destacar.
1 - Faça Acontecer – Mulheres, trabalho e a vontade de liderar, de Sheryl Sandberg
O livro lançado em 2013 pela Chefe Operacional do Facebook, apontada como a 10ª mulher mais poderosa do mundo pela revista Forbes, despertou polêmica ao levantar a questão da estagnação das mulheres em suas carreiras, apontando fatores relacionados a forma de agir e pensar como algo fundamental para o sucesso da mulher no âmbito profissional. O livro trás ainda sugestões  práticas de como resolver questões pessoais  para atingir um alto  potencial de desempenho e assim chegar ao topo nas organizações.
2 - Feito Homem – A jornada de uma mulher ao universo masculino, de Norah Vincent
Norah Vincent queria saber como realmente era a vida dos homens, pois muitas mulheres sempre acreditaram que eles vivem melhor do que elas. Para descobrir por si mesma se isto era verdade, por dezoito meses ela se disfarçou de homem e relatou tudo o que pode perceber neste livro, acerca do universo masculino. Tendo estado onde certamente nenhuma mulher esteve, Norah Vincent narra de forma bem humorada e cativante os muitos mistérios singulares da identidade de gênero.
3 - Nos negócios jogue como homem,  vença como mulher, de Gail Evans
De forma direta, Gail Evans faz uma análise realista e sincera do segredo para o sucesso nos negócios e ensina mulheres de todos os níveis de uma organização através de exemplos práticos, como participar do “jogo” aumentando assim as chances de sair vencedora.
4 - Homem líder, mulher líder, de Michael Gurian & Barbara Annis
O livro apresenta ferramentas científicas para que os leitores possam compreender o cérebro feminino e masculino além de entender a si mesmo e uns aos outros. Analisando a diferença de homens e mulheres e como através do equilíbrio de uma equipe mista, as empresas podem alcançar maior vantagem competitiva, utilizando o que cada gênero tem de melhor.
5 - Mulheres, elas fazem historia, de Mayla Di Martino
Com coragem e comprometimento social, 64 executivas integrantes do Espaço Mulheres Executivas (MEX-Paraná),  relatam os desafios enfrentados para chegar a posições de liderança. Além de refletir sobre as condições que podem tornar o mundo corporativo, mais afável ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, tanto para homens quanto para mulheres.
6 - Executiva, a heroína solitária, de Emerson Ciociorowski
Escrito de forma leve, cativante e fluída, o autor busca levar mulheres, a uma reflexão profunda, sobre a importância de seu papel na vida e sua responsabilidade na concretização de um mundo melhor. Através de temas instigantes, a leitora é convidada a explorar o potencial que cada mulher tem mas que consequentemente é esquecido por falta de tempo e coragem.
7 - Mulheres que correm com lobos – Mitos e Histórias do arquétipo da mulher selvagem, de Clarissa Pinkola Estes
Este livro propõe que toda mulher tem em si um lado a ser descoberto, uma essência selvagem e poderosa que procuramos esconder, ou não entrar em contato por medo de nós mesmas, no entanto, a autora descreve, através da análise de mitos que este lado feminino nos coloca frente a frente com nosso eu verdadeiro, transformando a realidade através da força que está por trás de cada mulher, contribuindo assim para que a essência feminina se fortaleça e possa guiar cada uma para o sucesso e realização pessoal.
8 - Marketing da Mulher,  de Vanda Neves
De forma clara e reflexiva, Vanda Neves desafia elas a promoverem mudanças que muitas desejam, mas acabam não concretizando. Com a proposta de ser um guia para mulheres o livro mostra através de princípios do marketing que é possível ser mulher e amante, ter uma carreira e ser mãe, abraçar muitas causas e ser uma pessoa mais feliz.
9 - Mulheres no topo – Como mulheres bem sucedidas conciliam trabalho e família, de Diane F. Halpern e Fanny M. Cheung
Através do depoimento de profissionais influentes, as autoras buscam mostrar que é possível conciliar família e trabalho através da discussão dos principais dilemas vividos pelas mulheres na sociedade contemporânea: ser uma boa mãe e esposa e ao mesmo tempo conquistar o sucesso profissional.
10 - A era da mulher – Entenda e prepare-se para a mudança econômica em curso, de Alison Maitland
O livro aponta a importância e a força econômica das mulheres, argumentando que a posição feminina como consumidoras, profissionais e lideres tem sido reconhecida como um indicativo de saúde, maturidade e viabilidade econômica. Apontando que as mulheres atualmente exercem um papel essencial para as soluções do mercado de trabalho, para a diminuição das taxas de natalidade e para a escassez de qualificações.
Inspire-se e Boa Leitura.
Por: Gisele Meter - http://www.administradores.com.br/

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Qual o Seu Grau de Excelência?

As pessoas deveriam aferir o seu grau de excelência em todas as atividades em que está envolvida , seja fritar um ovo , realizar uma neurocirurgia ou implementar um projeto de milhões. 

Não existe meio termo quando nos referimos á excelência, ou você faz as coisas bem feitas, dando o máximo de si, ou não faça.

Para aferir o seu grau de excelência você deve avaliar os seus pontos fortes em relação aos outros, ou seja, aquilo que você realmente se destaca dentro do seu grupo, lembrando-se de que assim aumenta o risco de se tornar prepotente ao estilo do ditado em terra de cego quem tem um olho é rei, pois ao mudar de cenário seus pontos fortes podem perder destaque, especialmente se nele as pessoas possuírem ambos os olhos.
Para não correr esse risco também compare seus pontos fortes com alguém que seja uma referencia neste quesito, pode ser até um personagem fictício. Com isso você poderá determinar seu grau de excelência e sempre se manter em eterno desenvolvimento.
Seja mais do que um apaixonado pelo o que faz. Acima de tudo AME o que faz isso aumenta exponencialmente o seu grau de excelência, aumentando assim a sua chance de ser bem sucedido.
Esta paixão será o combustível que alimentará a sua motivação tornando-o mais persistente, flexível e focado.
Utilize essa energia inicial para sair da inércia, isto é comece pelo mais difícil, justamente aquilo que você não quer fazer, mas é essencial que seja feito como, por exemplo, relatórios, atividades burocráticas, ligações para clientes difíceis. Crie uma rotina rígida para realizar estas tarefas repetitivas de tal modo que depois de um tempo você não terá mais que dispender energia pensando nisso.
Faça isso de preferência pela manhã antes de qualquer coisa, pois é neste horário que a maioria das pessoas tem mais paciência, energia e menos distrações.
Adote a filosofia P.Q. L (poxa que legal) sempre esteja preparado para fazer o melhor e encantar as pessoas ao seu redor. Por isso pratique muito, muito mesmo. Siga a regra das 10 mil horas.
Cientificamente foi provado que uma pessoa somente atinge a excelência depois de mais 10 mil horas de pratica, ou seja, dedicando-se 8h/dia por 3,5 anos; 3h/dia por 10 anos ou optando pela versão light 27 anos dedicando apenas 1h por dia. Decida-se. Isso tem a ver com a mielinização dos axônios neuronais (em outro artigo prometo me aprofundar nesta questão).
Relaxe! Essa historia de trabalhar sem parar é perigosa para o aprendizado, pois corre-se o risco de saturar o cérebro de informações sem permitir que tenha o tempo suficiente para incorporar e digerir os aprendizados. Alem disso pesquisas comprovam que o lado diretito do cérebro, aquele responsável pelos nossos “insights” somente se manifesta quando estamos descansados. Resumindo relaxar aumenta nosso aprendizado e por consequência nosso grau de excelência.
Então mergulhe de cabeça e lembre-se que o sucesso é construído enquanto os outros estão dormindo... E você acordado e praticando é claro.
 Suce$$o
http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Adeus, Zona de Conforto!

Uma boa parte das pessoas que conheço tem um desejo profundo, por vezes secreto, de empreender, trabalhar por conta própria, ser dona do próprio nariz.

A maioria sonha em ganhar milhões de reais, criar algo de valor, tornar-se independente financeiramente.


Empreender é uma virtude que não dá em árvores. Qualquer ideia precisa ser cultivada, regada e admirada com paciência para ser colhida no tempo certo e é justamente esse tempo que a maioria não consegue administrar.
O mundo moderno é imediatista, tudo é para ontem, o maior lucro possível hoje, no dia seguinte, no mês seguinte e, por conta disso, o processo de maturação da ideia acaba se perdendo, pois as regras básicas da administração são atropeladas.
Muitas pessoas querem empreender, mas falta-lhes coragem para quebrar o modelo mental adotado desde o dia em que decidiram trabalhar como empregados, o que torna ainda mais difícil a ruptura. Não foi diferente comigo, é um processo longo e doloroso.
É preciso ter coragem para deixar as benesses do vínculo empregatício: salário fixo, plano de saúde, décimo terceiro, vale-refeição, carros, bônus etc. O feitiço das organizações é imenso e a maioria não sabe como lidar com isso. A zona de conforto não é uma opção, mas tende a ser inevitável.
O lado bom de tudo isso é que são poucas as pessoas que desistem de sonho depois de mergulhar de corpo e alma para torná-lo realidade. Da mesma forma que o emprego fixo vicia, trabalhar por conta própria também vicia e acaba se tornando um desafio, do qual não queremos abrir mão, seja por orgulho ou pela própria vontade de prosperar.
Seja qual for o seu negócio, ele vai exigir uma estratégia de concepção, amadurecimento e consolidação em determinado período de tempo. Lembre-se: o tempo não dá saltos, então, é necessário paciência para cumprir cada etapa da melhor maneira possível.
A fase da CONCEPÇÃO está dividida em duas etapas:
  • 1) Objetivo claro: em que negócio (segmento) você está, o que você realmente vende (produto), qual é o seu público-alvo? 
  • 2) Obstáculos a serem superados: capital de investimento e capital de giro, local, equipe, tudo isso suportado por um bom plano de negócio.
A fase do AMADURECIMENTO (maturação) está dividida em três etapas:
  • 1) Desastre: pouco menos da metade dos negócios prospera após o primeiro ano, portanto, se você estiver do lado mais feliz, não olhe para trás. 
  • 2)Reflexão: como você chegou até aqui, quais são os  pontos fortes e fracos, o que ainda falta para melhorar. 
  • 3)Dilema: não consigo evoluir, o negócio estagnou, não era isso que eu imaginava, eu coloquei muito dinheiro no negócio. 
  • 4) Decisão: persistir ou desistir? Vale a pena continuar investindo dinheiro em algo que não tem futuro?
A fase de CONSOLIDAÇÃO é mais simples. Se você conseguiu resistiu a todas as tentações e superar todos os obstáculos, é hora de pensar no crescimento e na maneira de tornar uma referência no mercado para nunca mais perder a posição que você conquistou.
O mercado é cruel, quando você pensa que está bem, o concorrente copia descaradamente e aperfeiçoa o que você levou anos para consolidar, mas isso faz parte do seu processo de amadurecimento e da sua liberdade. Não existe nada mais degradante do que ser escravo da zona de conforto proporcionada por um trabalho que não faz o ser humano evoluir.
Pense nisso e empreenda mais e melhor!
Fonte: Jerônimo Mendes  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 24 de junho de 2014

Os 6 Ingredientes de uma Pessoa Carismática

Algumas pessoas têm carisma natural. Elas chegam aos lugares e as pessoas as parecebem de cara. Elas conseguem inspirar e passar confiança à equipe, parceiros e chefes. As pessoas as escutam.
A escritora de negócios Gwen Moren publicou recentemente um artigo na Fast Company sobre isso. “Todos têm uma definição diferente do que é carisma, mas pode ser interpretado tanto como a qualidade que fazem as pessoas fazerem o que você quer que elas façam, assim como pode ser o que faz as pessoas se perguntarem quem é a pessoa entrando na sala", diz Gwen.
Mas carisma não é um dom secreto que nasce com você. Gwen, então, criou seis áreas chaves para serem trabalhadas e, assim, ajudar no seu magnetismo pessoal.

1 - Poder

Poder não está ligado ao cargo profissional. Poder é, na verdade, uma combinação de confiança, linguagem corporal, expressões faciais e voz.
"Isso é como as pessoas te percebem. Pessoas carismáticas nem sempre são aquelas com vozes doces e risadas boas. Elas possuem foco e são confortáveis consigo mesmas. Sabem como se portar em todas as situações e como usar suas vozes, seja para confortar, seja para liderar", diz Gwen. "Uma dica para isso, é sempre ficar focado no que está fazendo agora durante uma conversa. Ao pensar no que vem depois, você pode se distrair e fazer linguagens corporais ou expressões que demonstrem isso", completa.

2 - Persuasão

"Pessoas com magnetismo pessoal são capazes de atrair outros para sua maneira de pensar, e isso é extremamente importante para possuir carisma, pois nenhuma ideia, não importa o quão brilhante, chega a algum lugar caso não seja tomada por pessoas diferentes. É necessário ter entusiasmo sobre o que você está fazendo ou falando, demonstrando-se digno de confiança e bem informado sobre o assunto", explica Gwen.

3 - Imagem

Segundo Gwen, "são necessários apenas algumas frações de segundo para pessoas formarem opinião sobre você, e, a partir do momento que ela é formada, é difícil mudar". Um recente estudo da Universidade de Glasgow e da Universidade de Princeton descobriu que as pessoas percebem você em menos de um segundo.
"Então, preste atenção em como você se apresenta. Não é necessário andar de terno e gravata a todo instante, mas tenha certeza que como você está vestido e como você se porta reflete quem você é, o ambiente em que você está e aonde você quer chegar", diz a escritora.

4 - Habilidades interpessoais

"Pessoas carismáticas são boas em ouvir e se comunicar com os outros, e isso vai bem além de só falar. É necessário entender e respeitar o espaço e o tempo dos outros. Eles não falam além do necessário com quem não gosta de ouvir muito e eles não se atrasam com quem não tolera atrasos. Ou seja, saber interagir sem deixar as pessoas desconfortáveis", diz Gwen. "Conforto é a palavra chave para esse ponto. As pessoas irão procurar isso em seu olhar quando te encararem e querem ouvir isso no tom da sua voz", completa.

5 - Adaptabilidade

A habilidade de tratar os outros da forma que eles querem ser tratados, não importa como você se sinta sobre isso, é adaptabilidade. Isto é, abraçar diversidade e todas as suas formas, entendendo que cada indivíduo é diferente. Quando o cenário muda, pessoas carismáticas fazem um esforço para entender e ajustar sua forma de se relacionar.

6 - Visão

"Pessoas carismáticas tem um plano ou mensagem sobre o que as entusiasma, e elas são capazes de passar essa visão e paixão para outros. Quais suas ideias? O que te anima? Para ser mais carismático, trabalhe em projetar esta crença e esse compromisso (e como vai beneficiar seu público) em como você fala e se relaciona com os outros", explica Gwen.
Não importa o objetivo, mas seguindo todas essas dicas, será possível influenciar as pessoas a mudar de ideias e tomar ações baseadas em tudo o que você acredita.
Por: Redação - http://www.administradores.com.br/