sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Qual o Verdadeiro Papel do Consultor Empresarial?

Jamais na história recente do nosso país tantas empresas contrataram consultores empresariais para ajudarem as mesmas a cresceram num ritmo mais acelerado.
O consultor empresarial é uma peça-chave para “arrumar” aquelas empresas que estão querendo de alguma forma melhorar alguns ou todos os departamentos das mesmas.
Mas qual o verdadeiro papel do Consultor Empresarial?
Segundo Ivan Marcos Kruger Mestre em Liderança, consultor empresarial é aquele que dá conselhos sobre uma área que é de seu conhecimento e que fornece uma direção, esclarece uma dúvida, escuta dilemas para, então, sugerir um caminho mais apropriado.
Para Gisele Meter psicóloga e especialista em liderança para que uma consultoria possa atingir seu propósito, é necessário que o profissional que a presta saiba “ler” o ambiente e esteja consciente do que a empresa necessita.
Mas afinal de contas, no que o consultor empresarial pode ajudar as empresas a melhorarem seu desempenho e quais as características de um consultor de sucesso.
O consultor precisa ser dinâmica e profundo conhecedor do ramo em que presta consultoria.
Precisa saber ouvir mais do que falar.
Precisa saber em que setores suas ações precisam ser tomadas antes aos outros departamentos da empresa.
Precisa saber diferenciar o que é importante do que é urgente.
Precisa ser independente e saber falar a verdade para os líderes e liderados das empresas sem ser arrogante e nem o “dono da verdade”.
Precisa estipular metas alcançáveis e que motiva o grupo a seguir mais firme e mais determinado.
  • O consultor precisa ser dinâmica e profundo conhecedor do ramo em que presta consultoria.Precisa saber ouvir mais do que falar.
  • Precisa saber em que setores suas ações precisam ser tomadas antes aos outros departamentos da empresa.
  • Precisa saber diferenciar o que é importante do que é urgente.
  • Precisa ser independente e saber falar a verdade para os líderes e liderados das empresas sem ser arrogante e nem o “dono da verdade”.
  • Precisa estipular metas alcançáveis e que motiva o grupo a seguir mais firme e mais determinado.
E quais as empresas que precisam de um consultor empresarial?
  • Toda aquela que nota deficiência em alguns setores.
  • Toda aquela que deseja avançar mais rápida para o sucesso.
  • Toda aquela que tem a mente aberta e empreendedora para promover mudanças necessárias.
  • Enfim, toda aquela que não quer perder clientes e negócios importantes.
E a sua empresa leitor (a) amigo (a) precisa de uma consultoria?

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Procrastinação (Lei de Parkinson)

'A eternidade começa amanhã, a posteridade acabou ontem e, o presente é só o dia de hoje, portanto faça o que tem que ser feito agora'.
Procrastinar é a intenção de deixar tudo para depois. É utilizar todo tempo disponível para realizarmos uma tarefa. É deixar para amanhã o que deve fazer hoje. 
É o ato de adiar por comodismo, preguiça (lascívia), falta de iniciativa e determinação, delongar, demorar. 
A tal famosa ‘preguiça’ que toma o ser humano e subverte os padrões de eficácia e efetividade no que é esperado no desempenho de uma tarefa.
Por vezes, o indivíduo reage às imposições e obrigações que lhe são impostas, isto foi objeto de estudo de Douglas McGregor na Escola Comportamental da Administração, quando enunciou sua Teoria X, descrevendo que o homem: 
1) É indolente e preguiçoso por natureza, evitando o trabalho ou trabalhando o mínimo possível e sempre em troca de recompensas; 
2) É sem ambição e não gosta de assumir responsabilidades, preferindo ser dirigido e sentir-se seguro nessa dependência; 
3) É egocêntrico, sendo que seus objetivos se opõem aos objetivos de outrem; 
4) É resistente à mudanças preferindo a segurança a assumir riscos e, 
5) É dependente, sem autocontrole e autodisciplina, necessitando ser vigiado e controlado. 
Talvez um exagero, posto que o próprio McGregor, a despeito de tantos preconceitos lançou a Teoria Y em seguida, devolvendo ao homem uma posição mais digna e honrosa.
Abraham H. Maslow tratou do mesmo assunto, porém com outro enfoque – o da motivação humana. 
Sua Teoria da Motivação prevê uma escala de cinco grupos de necessidades a que os seres humanos estão sujeitos. 
Partindo das necessidades básicas (fisiológicas e de segurança), passando pelas necessidades sociais e psicológicas (aceitação e estima) para chegar no topo, onde estão as necessidades de auto-realização. Em cada patamar, as necessidades motivam cada ser humano com atitudes que as atendam, justificando assim a diversidade de determinação de um indivíduo para outro. As atitudes guiam as pessoas na realização das tarefas fazendo com que sejam realizadas em tempo satisfatório ou sejam procrastinadas, tudo em concordância com a motivação pessoal.

O historiador inglês Cyril N Parkinson (1909-1993) publicou em 1955 uma tese muito interessante: as pessoas sempre utilizam o máximo do tempo disponível para realizar uma tarefa, independentemente de sua importância. O enunciado da lei de Parkinson diz que: "O trabalho expande-se na exata medida do tempo disponível para ser feito".
A dificuldade em definir prioridades pode levar a prejuízos materiais, financeiros e morais e, é ai que o planejamento das atribuições de caráter pessoal, social ou profissional mostra sua relevância, posto que o encadeamento das tarefas por grau de importância impõe ao cérebro prioridades que combatam a procrastinação. 
Certamente que a quantidade de tarefas, impostas pelas múltiplas atividades a que nos sujeita a vida moderna, provoca tensão e frustração pela procrastinação de algumas delas, o que redunda em estresse, portando tem-se que dosar estas atribuições na medida da capacidade individual de realizações. 
É evidente que certas atribuições são por natureza, inconvenientes, indesejáveis ou desagradáveis como abastecer o veículo, elaborar e entregar o formulário do Imposto de Renda, analisar extratos bancários ou de cartões de crédito, etc. sendo postergadas ao extremo ou negligenciadas, por vezes com prejuízos.
Há que se falar também das intenções fantasiosas, oníricas, pretensiosas que nunca se realizam ou podem se estender pela eternidade por estarem além de nossas possibilidades financeiras ou temporais, digo do desejo em realizar uma viagem para terras distantes ou fazer filantropia, por exemplo, porém se isto estiver no seu planejamento de vida, deve ser realizado, mas se for um sonho, não cabe nos limites da procrastinação, se acontecer ótimo, senão fica no ‘baú das boas intenções’.

A Teoria Clássica da Administração

A Teoria Clássica da Administração foi idealizada por Henri Fayol. Caracteriza-se pela ênfase na estrutura organizacional, pela visão do Homem Econômico e pela busca da máxima eficiência.

Sofreu críticas como a manipulação dos trabalhadores através dos incentivos materiais e salariais e a excessiva unidade de comando e responsabilidade.

Paralelamente aos estudos de Frederick Winslow Taylor, Henri Fayol defendia princípios semelhantes na Europa, baseado em sua experiência na alta administração. 

Enquanto os métodos de Taylor eram estudados por executivos Europeus, os seguidores da Administração Científica só deixaram de ignorar a obra de Fayol quando a mesma foi publicada nos Estados Unidos. O atraso na difusão generalizada das idéias de Fayol fez com que grandes contribuintes do pensamento administrativo desconhecessem seus princípios.

Princípios Básicos
Fayol relacionou 14 princípios básicos que podem ser estudados de forma complementar aos de Taylor:
  • Divisão do trabalho - Especialização dos funcionários desde o topo da hierarquia até os operários da fábrica, assim, favorecendo a eficiência da produção aumentando a produtividade.
  • Autoridade - Autoridade é o direito dos superiores darem ordens que teoricamente serão obedecidas. Responsabilidade é a contrapartida da autoridade.
  • Disciplina - Necessidade de estabelecer regras de conduta e de trabalho válidas pra todos os funcionários. A ausência de disciplina gera o caos na organização.
  • Unidade de comando - Um funcionário deve receber ordens de apenas um chefe, evitando contra-ordens.
  • Unidade de direção - O controle único é possibilitado com a aplicação de um plano para grupo de atividades com os mesmos objetivos.
  • Subordinação dos interesse individual(ao interesse geral) - Os interesses gerais da organização devem prevalecer sobre os interesses individuais.
  • Remuneração - Deve ser suficiente para garantir a satisfação dos funcionários e da própria organização.
  • Centralização(ou Descentralização) - As atividades vitais da organização e sua autoridade devem ser centralizadas.
  • Linha de Comando(Hierarquia) - Defesa incondicional da estrutura hierárquica, respeitando à risca uma linha de autoridade fixa.
  • Ordem - Deve ser mantida em toda organização, preservando um lugar pra cada coisa e cada coisa em seu lugar.
  • Eqüidade - A justiça deve prevalecer em toda organização, justificando a lealdade e a devoção de cada funcionário à empresa. Direitos iguais.
  • Estabilidade dos funcionários - Uma rotatividade alta tem conseqüências negativas sobre desempenho da empresa e o moral dos funcionários.
  • Iniciativa - Deve ser entendida como a capacidade de estabelecer um plano e cumpri-lo.
  • Espírito de equipe - O trabalho deve ser conjunto, facilitado pela comunicação dentro da equipe. Os integrantes de um mesmo grupo precisam ter consciência de classe, para que defendam seus propósitos.
Funções Administrativas
  • Planejar - Estabelece os objetivos da empresa, especificando a forma como serão alcançados. Parte de uma sondagem do futuro, desenvolvendo um plano de ações para atingir as metas traçadas. É a primeira das funções, já que servirá de base diretora à operacionalização das outras funções.
  • Organizar - É a forma de coordenar todos os recursos da empresa, sejam humanos, financeiros ou materiais, alocando-os da melhor forma segundo o planejamento estabelecido.
  • Comandar - Faz com que os subordinados executem o que deve ser feito. Pressupõe que as relações hierárquicas estejam claramente definidas, ou seja, que a forma como administradores e subordinados se influenciam esteja explícita, assim como o grau de participação e colaboração de cada um para a realização dos objetivos definidos.
  • Coordenar - A implantação de qualquer planejamento seria inviável sem a coordenação das atitudes e esforços de toda a empresa, almejando as metas traçadas.
  • Controlar - Controlar é estabelecer padrões e medidas de desempenho que permitam assegurar que as atitudes empregadas são as mais compatíveis com o que a empresa espera. O controle das atividades desenvolvidas permite maximizar a probabilidade de que tudo ocorra conforme as regras estabelecidas e ditadas.
Considerações sobre a Teoria Clássica
  • Obsessão pelo comando - Tendo como ótica a visão da empresa a partir da gerência administrativa, Fayol focou seus estudos na unidade do comando, autoridade e na responsabilidade. Em função disso, é visto como obcecado pelo comando.
  • A empresa como sistema fechado - A partir do momento em que o planejamento é definido como sendo a pedra angular da gestão empresarial, é difícil imaginar que a organização seja vista como uma parte isolada do ambiente.
  • Manipulação dos trabalhadores - Bem como a Administração Científica, fora tachada de tendenciosa, desenvolvendo princípios que buscavam explorar os trabalhadores.
Funções Gerenciais X Princípios Científicos

A Teoria da Administração Científica estudava a empresa privilegiando as tarefas de produção enquanto a Teoria Clássica da Administração a estudava privilegiando a estrutura da organização.

Ambas as teorias buscavam alcançar o mesmo objetivo: maior produtividade do trabalho e a busca da eficiência nas organizações. Se a Administração Científica se caracterizava pela ênfase na tarefa realizada pelo operário, a Teoria Clássica se caracterizava pela ênfase na estrutura que a organização deveria possuir para ser eficiente. 

A conseqüência destas Teorias foi uma redução no custo dos bens manufaturados. Aquilo que fora um luxo acessível apenas aos ricos, como automóveis ou aparelhos domésticos, tornou-se disponível para as massas. Mais importante foi o fato de que tornaram possível o aumento dos salários, ao mesmo tempo em que reduziram o custo total dos produtos.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Blurring: brasileiros são os que mais misturam vida pessoal e profissional

Uma pesquisa realizada no final de setembro pelo Instituto Ipsos apontou que os brasileiros estão entre os que mais misturam a vida pessoal e profissional. O estudo mostrou que 74% dos brasileiros carregam seus computadores, smartphones e tablets durante as férias ou fins de semana, contra 47% dos britânicos ou 50% dos alemães.

Também foi apontado que 92% dos chineses e 83% dos brasileiros pensam que o “blurring”, termo em inglês que define a mistura entre vida profissional e pessoal, facilita o trabalho. Nos demais países, a opinião foi compartilhada por cerca de 70% dos pesquisados.

Para Christian Barbosa, especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade e CEO da Triad OS, um dos fatores que contribui para as pessoas trabalharem por mais horas são as interrupções, que derivam da falta de planejamento do profissional e ocasionam as horas extras. Além disso, outra postura comum é que o brasileiro costuma dar o seu famoso ‘jeitinho’ até mesmo na hora de trabalhar, e muitos costumam deixar as tarefas para entregar na última hora.

“O trabalho é infinito, ele sempre vai estar lá com coisas novas, oportunidades e demandas inesperadas. Em compensação, nosso tempo é finito. Ou seja, se você não limitar seu trabalho ele vai roubar todo o tempo que você tem. São proporções totalmente díspares”, observa o especialista.

Como trabalhar de forma equilibrada

Segundo a consultora Roseli Penteado, o ideal é separar tempo para cada uma das atividades, e não misturá-las. O planejamento e as soluções criativas podem resolver este problema, mas é necessário que o profissional se conscientize de que todos possuem dificuldade em encontrar a conciliação entre as partes. “É importante também não aceitar esta dificuldade de separar sua vida pessoal da profissional como desculpa para deixar as coisas que você mais gosta de lado. O sucesso profissional não é a única prioridade da sua vida”, garante Roseli.

Abaixo, o especialista Christian Barbosa indica algumas ações que podem tornar as jornadas de trabalho versus pessoal mais proveitosas:

Coloque você na agenda. Crie compromissos e tarefas relacionadas a papeis e relacionamentos importantes da sua vida. Crie o papel EU S.A. e planeje ações que possam satisfazer o seu eu, coisas que você gosta, que vão fazer você se sentir bem e mais energizado. Comece se perguntando o que eu quero fazer de importante para mim? Bloqueie um horário na sua agenda e faça uma reunião com você. Leve esse você S.A. para passear, ou assistir aquele filme, ouvir aquela música ou apenas escutar o que ele quer dizer de importante.

Limite seu horário de trabalho. Quando realmente queremos ou precisamos fazer algo sempre conseguimos sair no horário não é verdade? Assuma o compromisso de ser produtivo e eficaz nas horas de trabalho normais, para isso seja focado e organizado. Comece compreendendo que equilíbrio entre pessoal e profissional está relacionado a viver seu tempo com sabedoria. Se ficar tempo demais em uma determinada área da vida, outras áreas ficarão deficientes. Limite inclusive MSN, Facebook, entre outros. Autodisciplina é fundamental para viver bem o tempo.

Escreva sua missão de vida. Quem tem um propósito na vida caminha com passos mais firmes, decididos e não perde tempo. A vida e o nosso tempo só começam a ter sentido quando temos uma direção a seguir. Quais são os seus sonhos? Não quer começar a vivê-los? Sempre há tempo de começar, ou de recomeçar. Escrever dá forma aos nossos sonhos e permite que reflitamos sobre o que verdadeiramente é importante em nossa vida.

Escreva suas principais metas. Estabeleça metas claras tanto pessoais quanto profissionais, isso ajuda a ter atividades mais pertinentes e ações mais focadas nos resultados. Indivíduos que possuem metas, são mais produtivos e diminuem as circunstancias indesejáveis. Mantenha suas metas escritas em algum lugar onde possa lê-las, de preferência todos os dias. E não basta apenas escrevê-las e lê-las, crie ações para atingi-las e coloque em sua agenda.

Ache um hobby. Encontrar algo que gostamos muito de fazer nos dá mais disposição e energia para enfrentar o dia-a-dia. E se conseguir transforme seu hobby em sua profissão, ou sua profissão em seu hobby. É como o filósofo chinês Confúcio dizia: “Escolha um trabalho que você ama e nunca mais irá trabalhar na vida”. Se você ainda não escolheu um trabalho de amor ou que ame, comece escolhendo um hobby.

Primeiro você depois os outros. Quando você começa a realizar suas prioridades, alcançar suas metas e viver seu tempo focado no importante é incrível como sua disposição e energia aumentam. A verdade é que só conseguimos ajudar os outros de fato quando ajudamos primeiro a nós mesmos. Por isso, para ter mais tempo, comece fazendo coisas que você gosta que trazem resultado. Assim terá mais tempo para viver os relacionamentos importantes em sua vida. E sua alegria e produtividades servirão de exemplo aos outros.

Equilibre seus 4 corpos. Algumas filosofias ensinam que temos 4 corpos. O corpo físico, o metal, o emocional e o espiritual. O que você tem feito para contemplar cada um desses aspectos do ser? Estabeleça um equilíbrio entre esses 4 corpos. Faça atividades que trarão saúde e bem estar relacionados a cada corpo. Dedique tempo para exercícios físicos, estar com pessoas amadas, estudar, rezar, meditar. Pense em cada corpo e em coisas que eles precisam que sejam feitas para eles. Agende e cumpra, eles vão te recompensar com muita energia e disposição.

Fonte: Nathaly Bispo http://www.catho.com.br/

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Just in Time ! A Gestão do tempo

O sistema de produção Toyota mostrou ao mundo durante anos e claro, perpetuou diversas ferramentas que são utilizadas e sempre serão lembrados, hoje venho falar sobre uma das mais importantes ferramentas que é Just In Time que auxilia na programação de uma linha de produção, realizado sua manufatura no momento e quantidade ideal. 

Pense como seria uma empresa sem a programação de produção, ou seja, sem planejar compras de matéria prima e atender prazos conforme necessidade do cliente final, seria um desastre total, pois é exatamente nesta necessidade que o Just In Time funcionar como uma ferramenta de Gestão.

O sistema JIT funciona exatamente na Gestão de produção conforme a necessidade do cliente, ou seja, conforme demanda solicitada, partindo deste conceito o processo de compra é iniciado conforme esta necessidade.

Embora muitas empresas não consigam ou confiem nesta técnica de planejamento, vejo que o fundamental é a capacitação de todos os setores e pessoas que farão parte deste processo.

Devemos pensar na análise de risco de cada fornecedor, avaliando sua capacidade produtiva e de fornecimento dentro do prazo, pois esta situação pode acontecer em qualquer momento gerando atrasos e problemas na entrega, realize auditorias de qualificação ou uma própria pesquisa para avaliar o nível deste risco no fornecimento.

Elabore um procedimento específico para o processo de fornecimento, considerando todos os fatores necessários para atendimento neste processo, deixando claro prazos, valores, embalagens e em muitos casos até mesmo o custo atrelado em caso de atraso.

O JIT surgiu no Japão, no ínicio dos anos 50, tendo como criador à Toyota Motor Company, que buscava a melhoria no tempo de produção de veículos com modelos diferentes sem atraso.

Esta filosofia logo depois acabou gerando ótimos resultados e outros fabricantes japoneses adaptaram o modelo as suas fábricas, tornando este mercado muito mais competitivo devido a esta aplicação na Gestão do tempo.

Objetivos do JIT
  • Produção e entrega dos produtos dentro do prazo objetivo;
  • Otimizar o sistema de produção;
  • Melhoria continua dos processos.
É claro que buscar a melhoria contínua requer um trabalho antecipado de planejamento e ação, para isso devemos aplicar toda e qualquer melhoria de processo na busca por resultados, atendendo as metas necessárias para o bom funcionamento do JIT.

Portanto temos ai uma clara observação ao uso de diversas ferramentas para um único propósito que a de fornecedor dentro do prazo correto.

Necessidades na implementação do JIT

Abaixo relacionei alguns pontos importante para o uso do Just In Time, onde podemos tomar ações antes de pensar utilizar este método.
  • Envolvimento direto da alta direção;
  • Avaliação de desempenho desta implementação;
  • Conhecimento de toda a sistemática dos processos envolvidos;
  • Envolvimento das pessoas;
  • Qualificação.
As vantagens do Just In Time

Pense no uso do Just In Time e observe os seus resultados diretamente ligados nos custos diante da redução de compra desnecessárias, a Qualidade objetivada em produção menor e a flexibilidade da programação, pois com isso podemos gerenciar prazos e quantidades.
Então fica a dica de uma ferramenta que ajuda na busca pela produtividade perfeita.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Sistema CFA/CRAs lança Certificação Profissional

A competitividade no mercado de trabalho está tão acirrada que ter um diploma de graduação ou pós-graduação já não é mais suficiente para se destacar dos demais. 
Para ter um diferencial na carreira, os profissionais precisam ir além. É por isso que vem ganhando força nos últimos anos as chamadas Certificações Profissionais. 
Embora em algumas áreas este tipo de qualificação tenha iniciado na década de 1970 em nível mundial, é agora que ela cresce em ritmo mais acelerado, principalmente no Brasil. 
Pensando nisso, o Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs) lança o Programa de Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs.
Há anos que o Sistema CFA/CRAs vem estudando a possibilidade de oferecer a Certificação para os profissionais registrados nos CRAs. O presidente do CFA, Adm. Sebastião Luiz de Mello conta que, na pesquisa Perfil do Administrador realizada pela autarquia, o Sistema recebeu inúmeros pedidos para a criação de um exame de proficiência voltado para os profissionais de Administração. “Somos a favor da avaliação, mas nossa intenção era oferecer um exame diferenciado”, explica.
A proposta da iniciativa é contribuir para o fortalecimento da imagem e credibilidade da profissão perante a sociedade. Com o paradigma da Certificação, o Sistema CFA/CRAs quer apresentar para a sociedade e as organizações públicas ou privadas, profissionais que sejam referência na ciência e arte de administrar, iniciando-se pela área de Recursos Humanos. 
Para as empresas, essa será uma oportunidade de escolher profissionais que estejam certificados e com a confiança de que o administrador foi testado e aprovado a partir de normas e padrões de excelência, com enfoque nas suas competências e conhecimentos.
Além disso, o profissional de Administração passa a fazer parte do seleto grupo de profissionais qualificados e certificados. Essa certificação alavancará as perspectivas profissionais para o desenvolvimento da carreira, pois ela será um atestado de competência, habilidades e padrões de conduta para desempenhar suas funções.
Etapas – Os trabalhos relativos ao Programa de Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs serão conduzidos operacionalmente pelo Instituto de Certificação dos Profissionais da Seguridade Social (ICSS).
 A Certificação será opcional e, na primeira etapa do projeto, a avaliação será realizada por uma área da Administração, a de Recursos Humanos - RH. Nessa primeira fase, poderão solicitar a Certificação os Administradores e Tecnólogos com Registro Profissional e cinco anos de experiência na área de RH. 
“A adesão voluntária significa relevante evidência do grau de profissionalismo do mercado e contribuirá acentuadamente para o fortalecimento da imagem e credibilidade da profissão perante a sociedade em geral”, ressalta o presidente do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP), Adm. Walter Sigollo.
As outras áreas da Administração serão certificadas futuramente, como adianta Sebastião Mello. “Nossa intenção é expandir o projeto para os demais profissionais e, assim, beneficiar todos os Administradores e Tecnólogos registrados nos CRAs”, explica.
Inscrições - O interessado em obter a certificação deverá acessar o site http://certificacao.cfa.org.br e realizar sua pré-inscrição, observando os requisitos estabelecidos no Edital e no Regulamento da Certificação. Entretanto, o Programa também oferecerá no primeiro semestre de 2014, a opção pela Certificação por Prova – Módulo RH, cujos preparativos estão a todo vapor.
Educação continuada - A Certificação terá validade nacional e será de três anos. “Esta condição proporcionará um processo contínuo, caracterizando ciclos evolutivos da capacitação profissional, em consonância com a premissa anterior de educação continuada”, garante o presidente do CFA, Sebastião Mello.
De acordo com Walter Sigollo, a Certificação pode ser o requisito adicional ao currículo decisivo num processo de seleção, por exemplo. “Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, uma certificação certamente é um relevante adicional para o currículo de uma pessoa. O mercado exige respostas rápidas aos problemas cada vez mais complexos. Preparação é determinante para os profissionais de hoje, e o aprendizado vai além do curso técnico ou da Universidade”, afirma.
Para obter a Certificação é preciso acessar o site http://certificacao.cfa.org.br  Dúvidas poderão ser esclarecidas no próprio site, no “Perguntas Frequentes” ou enviando um email para certificacao@cfa.org.br.
 
FONTE: CFA

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O Elogio em Público: é Saudável ou Prejudicial?

A jornalista do Financial Times Lucy Kellaway, recentemente, escreveu um artigo em sua coluna na editoria de carreira, sobre o comportamento dos americanos quando o feedback é concedido publicamente, no qual defendeu ter presenciado pessoas que foram elogiadas em público e visivelmente sentiram-se muito bem, mas também afirma:

Os colegas destes profissionais que estavam no mesmo ambiente se sentiram preteridos ou de certa forma, cobiçosos.

Este é o link do texto, reproduzido no Brasil pelo Valor Econômico, para quem desejar apreciá-lo.

Quero parabenizar esta profissional por nos oferecer sua visão a respeito do feedback e  ao mesmo tempo, também podemos refletir sobre nosso “jeitão brasileiro” diante de circunstâncias semelhantes.

O elogio proferido em público requer muito tato da liderança. Existem líderes capazes de motivar a equipe inteira através do elogio direcionado a uma única pessoa durante reuniões tensas. Estes têm uma visão dissociada entre adversidades e pessoas. Apesar da natureza ou gravidade do problema em pauta, a solução será encontrada sem a tradicional investigação de “pré-culpa” promovida por alguns chefes.

Nas empresas, estão sempre presentes os fatores pressão, cobrança e urgência, três elementos básicos do circuito brasileiro de negócios, mas há líderes que conseguem equilibrá-los e promover ações com a necessária calma, outros não.

Os profissionais dotados desta visão privilegiada, quando finalmente encontram uma solução, costumam honrar e elogiar a pessoa da equipe que lhe ajudou. Isso é positivo e gera motivação em grupo, através do desejo consciente ou inconsciente de estar no lugar da pessoa que foi elogiada.

Entretanto, se for um elogio falso, superficial ou até mesmo sincero e não houver habilidade de fazê-lo publicamente, a chance de gerar uma bomba-relógio no sentido de desmotivação é grande. O elogio serve para gerar motivação e enaltecimento, mas não pode ser usado em detrimento de um grupo. Quer um exemplo que você já viu ou ouviu por aí?

“A Márcia se superou neste projeto. Vocês deveriam se envergonhar. Não é possível que neste grupo tão grande somente ela tenha conseguido”.

Esta é a típica frase de chefe que não sabe elogiar em público. Neste caso, o melhor é fechar as portas, elogiar somente a Márcia e fazer treinamento para aprender a lidar com pessoas.
Ao mesmo tempo, líderes servidores, na mesma reunião, diriam:

“Somos um grupo grande e seremos imbatíveis se cada um buscar resultados semelhantes aos que a Márcia conseguiu neste projeto”.

Percebe a diferença?
Há um problema maior: normalmente os líderes, quando precisam, desferem a bronca publicamente, no meio do setor, diante de todos ou naquela reunião para "discutir erros". Pensemos: se existe a política da bronca pública, o elogio em público passa a ser o único antídoto para preservar os fatores motivacionais. Do contrário, quando as portas são fechadas para um elogio, os profissionais pensam:

“Para me humilhar, é sempre diante de todos, mas quando é elogio, a porta está fechada e ninguém fica sabendo".

Uma reunião para “identificar culpados”, tão comum nas empresas, JÁ É, POR SUA NATUREZA, assédio moral. Precisamos mudar a maneira como convidamos as pessoas para fechar a porta e dialogar. Não pode ser “reunião para discutir o prejuízo gerado e a respectiva área responsável”, mas sim “reunião para planejamento e assertividade”.

Ainda existem empresas nas quais os líderes aproveitam estas reuniões para dizer “embora o Celso não tenha feito intencionalmente, um grande prejuízo foi gerado e é bom aprendermos com isso”.

Aprender o que? Como se humilha alguém publicamente?

O Celso do exemplo decerto já teve a sua atenção chamada antes desta discussão geral e seguramente foi um momento difícil para ele. Se o empresário optou por não demiti-lo, um cessar fogo definitivo deve ser declarado.

Outro estilo de líder tendencioso é aquele que desfere o feedback negativo por e-mail, copiando todos os envolvidos e até mesmo à quem desconhece o problema. Lá adiante, quando as circunstâncias apontam que ele próprio estava errado, habilmente envia e-mail SOMENTE para a "vítima" e nem se desculpa, diz apenas "ok, então está tudo certo" ou algo semelhante...

O feedback merece um rito presencial, olhos nos olhos. Alguns líderes se escondem atrás de seus cargos, uma estratégia inútil porque lhe distancia da equipe. O elogio eletrônico (e-mail e afins) quase sempre é ignorado e a bronca é vista como mera demonstração de poder.

Cabe aos líderes servidores observar suas assinaturas eletrônicas e abrir mão da gabolice de ter o cargo sob o nome. Quanto a empresas que assim exigem do profissional, está na hora de rever seus valores. Você pode ter a profissão mencionada, mas o cargo é irrelevante e desnecessariamente soberbo. Diga que é empresário (a), mas não “presidente” da empresa. Você é vendedor (a) e não “especialista regional de vendas no varejo”.

Quando o cargo que você tem passa a ser mais importante que o seu próprio nome, significa que as pessoas de suas relações se lembrarão de você pelo cargo que ocupa e não pelo fator que em tese deveria ser o mais importante: a sua IDENTIDADE.

Carlos da Silva MERECE ser mais importante que apenas GERENTE DE OPERAÇÕES. Quando os clientes passam por um problema e dizem para seus colaboradores: “ligue para o Carlos”, está tudo certo. Por outro lado, quando dizem “ligue para o gerente de operações”, temos a prova irrefutável de que é inútil demonstrar SER o que determinado cargo diz, se somos incapazes de fazer nossos clientes associarem e acreditarem nisso.

Concluindo, o elogio gerador de novos clientes muitas vezes será feito em público. Seu cliente dirá que você é bom no que faz nas redes de relacionamento, em meio a uma festa ou em qualquer outro ligar. Você acaso dirá para ele esta frase?

“Ao elogiar meu trabalho ou a minha empresa, prefiro que fale para mim a portas fechadas, para que ninguém saiba”.

Acho difícil... Você precisa do elogio como referência aos novos clientes.
Então, por que fecharemos a porta quando o assunto é elogiar a nossa estimada equipe?
A escolha, como sempre, é apenas sua!

Por: Edilson Menezes

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

As Atitudes Constroem a Nossa História!

O pensamento do sucesso  começa com ideias, sonhos, atitudes, educação e planejamento. 

Tem muita gente que defende a ideia de que para alcançar o sucesso profissional basta querer e querer intensamente.

E esta, provavelmente, será a primeira atitude de um vencedor. Mas de nada vai adiantar desejar, se os planos não saírem do papel.

Grandes ideias nascem e morrem todos os dias por falta de um plano de ação que dê sustentação ao pensamento. 

São as atitudes que escrevem a nossa história, e não nossas expectativas.

Muitos dos que fazem sucesso afirmam todos os dias que não ficam esperando ele bater em sua porta.

Gosto muito desta afirmação “Enquanto alguns sonham com o sucesso, nós acordamos cedo para fazê-lo”. Ninguém chega ao topo por um golpe de sorte.

Foi-se o tempo que um currículo recheado de excelentes universidades e MBAs eram certeza de boa colocação profissional.

Não faltam exemplos  hoje de pessoas com cursos, digamos aqui, apenas razoáveis, que conseguiram encontrar o caminho do sucesso até com mais solidez do que outros que vieram de grandes escolas. 

Não há crítica aqui ao conhecimento ou a qualidade real das grandes escolas, mas sim a atitude do ser humano ou a falta dela, a diferença está nas decisões e na postura que a pessoa toma em sua vida.

A maior carência no mundo profissional não é de conhecimento e sim de atitude. As pessoas sabem 90% o que tem que fazer, mas não fazem. Também existem outros ingredientes para se atingir o topo. As pessoas costumam encarar a vida profissional separada da vida pessoal, como se isso fosse possível!

Essa é uma visão de curto alcance porque não se pode desenvolver alguém pela metade. São alguns pontos estratégicos a questionar: 
1. Onde se está?  
2. Onde se quer chegar? e 
3. O que se está fazendo para chegar lá?

O ser humano é o animal mais frágil do planeta. Ele só consegue ter força quando se une aos seus pares. Essa é uma visão filosófica, mas também muito utilitária.

É por essa e por outras que as empresas programam as suas convenções e nós os profissionais somos chamados para realizar palestras que proporcionem reflexão maior sobre o tema da convenção.

Mas é preciso sair do discurso para a ação. Não basta apenas trocar cartões. É necessário cultivar amizades e estabelecer vínculos. Não basta rezar, orar... É preciso ir ao encontro de Deus!

E quando você estiver no topo, lembre-se desta frase: “Seja simpático com as pessoas à medida que você for subindo, porque você encontrará com elas à medida que descer”. Ou seja, humildade não faz mal a ninguém!

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!