terça-feira, 20 de agosto de 2013

Vendedores e Prostitutas

Ainda que este termo possa ofender ouvidos, sentimentos e olhos mais intelectuais ou pudicos, você certamente já ouviu estas frases:

- Este mercado é muito prostituído!


- Vendedor é igual garota de programa!


Por mais que as vendedoras de produtos e serviços convencionais respeitem as profissionais da noite, pergunte para elas se consideram justa esta comparação. E após perguntar, prepare-se para correr.


Também conheço outras centenas de homens, vendedores sérios e comprometidos com seus clientes, frequentemente comparados com quem vende o corpo sem nenhuma cerimônia.


Não tenho absolutamente nada contra garotas de programa. Quero apenas contribuir para a justiça ou injustiça desta analogia e não sou eu quem vai decidir, mas sim você: 



Nós costumamos comparar profissionais da noite com a profissão dos engenheiros, economistas, médicos, jornalistas ou qualquer outra? 


Certamente, a sua resposta é não!


Se ainda assim, com esta base de argumentação, você observa que algumas pessoas continuam com reservas sobre vendedores, aí vai um recado e peço, POR FAVOR, que você encaminhe para estas pessoas que saem pregando rótulos sociais:

Nós vendedores não somos em NADA melhores que as prostitutas, tampouco piores, apenas escolhemos funções e vidas diferentes. 

As garotas de programa deixam uma lição, não apenas para vendedores, mas para a toda sociedade e se quiserem nos comparar, que no mínimo saibam fazer:

Nós não vendemos para qualquer um sob quaisquer circunstâncias, mas sim para quem reconhece que o nosso produto ou serviço vale mais por meritocracia;

Assim como a maioria das garotas de programa, não somos inflexivelmente seletivos, entendemos que muitos podem comprar os nossos produtos e não apenas os mais belos, desejados e estereotipados clientes;

Os vendedores éticos têm salários muito superiores, se comparados com as profissões exemplificadas.

As semelhanças terminam por aqui.
Quando as primeiras horas do alvorecer se fazem surgir, as garotas de programa em geral vão dormir. Os vendedores também?
Não!

Eles ficam bem acordados e com os olhos fixos em você, que ainda discrimina esta profissão.

O ser humano é vendedor nato de imagem, ideias e convicções. Assim, TODOS NÓS, você goste de admitir ou não, somos vendedores. 

Portanto, pense bem antes de fazer comparações preconceituosas ou pague o preço, pois a REVOLUÇÃO EM VENDAS não é mais uma questão de possibilidade, e sim de prazo. Esta revolução exigirá o respeito de todas as profissões, afinal não vai haver espaço no mercado para quem não sabe vender o melhor de si.

Um pensamento final: Médicos que não sabem vender a sua imagem provavelmente terão a carreira mal sucedida, por mais competentes que sejam. Se contratarem um consultor de imagem (necessariamente vendedor) poderão ter sucesso!

Ou seja, estes mesmos vendedores que algumas pessoas tentam ofender, podem lhes salvar a carreira. Pense nisso...

A escolha, como sempre, é apenas sua!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Enlouqueça com MODERAÇÃO

Diferente de quem vende droga ilícita, os fabricantes de bebidas alcoólicas descobriram a palavra chave para aumentar seus lucros sem remorso: moderação. 
Beba com moderação, dizem eles. 
O aviso é dispensável, todos sabem que eles querem mesmo é convencer todos a beber. 
Faz mal, vicia, enlouquece, mas eles incentivam o consumo. 
Fique maluco aos poucos, beba com moderação, mas beba…
É claro que devemos fazer tudo com moderação. Sem exagero, podemos fazer muitas coisas. 
Exerça sua opção, faça o que tiver vontade, mas siga o conselho dos fabricantes de bebida. 
Certamente sua consciência ficará mais leve quando fizer algo que não deve. 
Lembrei de cinquenta coisas que podem ser feitas moderamente. 
A lista pode ser aumentada com facilidade…
- Beba com moderação
- Ame com moderação
- Elogie com moderação
- Transe com moderação
- Assista à TV com moderação
- Mande todos pra puta que pariu com moderação
- Dissimule com moderação
- Seja corajoso com moderação; medroso também
- Seja esperto com moderação
- Beije na boca com moderação; noutros lugares idem
- Use cartão de crédito com moderação
- Xingue com moderação
- Se autoelogie com moderação
- Reze com moderação
- Minta com moderação; diga a verdade também
- Use telefone com moderação; o do serviço também
- Perdoe com moderação
- Dedure com moderação
- Odeie com moderação
- Cobice com moderação
- Aposte com moderação
- Discuta com moderação
- Seja sovina com moderação
- Coma com moderação
- Fale com moderação
- Discorde com moderação
- Descanse com moderação
- Use o celular com moderação
- Faça filhos com moderação
- Puxe saco com moderação
- Namore com moderação
- Seja sincero com moderação; infiel também
- Negue com moderação
- Diga que não sabia com moderação
- Seja irônico com moderação
- Seja impiedoso com moderação
- Engane com moderação
- Sofra com moderação
- Arrependa-se com moderação
- Sonhe com moderação
- Dê (e negue) aval com moderação
- Durma com moderação
- Seja mau com moderação; bonzinho também
- Inveje com moderação
- Acredite com moderação
- Trabalhe com moderação
- Concorde (e discorde) com moderação
- Olhe com moderação
- Despreze com moderação
- Finalmente, enlouqueça com moderação

Duas exceções: leia meus textos, e torça pro Grêmio sem moderação…
Copiado com Moderação: http://www.valacir.com/

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Como Dinamizar Seus Relacionamentos Pessoais

Atualmente temos uma diversidade enorme de meios para comunicação, de forma que nossas relações interpessoais requerem atenção muito especial para não perderem a eficácia.


No passado recente, os contatos eram feitos por meio de telefone direto, correio, cartas e telegramas. Depois vieram as mensagens transmitidas por fax e a seguir telefones celulares que se tornaram de uso comum. Agora a Internet dominou os mercados pela rapidez com que as comunicações podem ser feitas em todas as partes do mundo.
Apesar desse enorme progresso, muitas pessoas demonstram dificuldades para acompanhar tantas novidades, principalmente as mais idosas. Entretanto, os relacionamentos pessoais continuam a aumentar sua importância, para que se mantenha atualizada nossa vida social e profissional. Esse é o novo desafio.
  • Existe algum método que poderemos utilizar para manter e dinamizar nossos relacionamentos? 
A resposta é sim, mas precisamos ficar atentos às novidades passageiras cuja tecnologia avança com tal rapidez que poderá nos desesperar. 
Não podemos confundir o progresso tecnológico, que é positivo e necessário, com a necessidade básica de evoluirmos em nossos relacionamentos para melhorar a qualidade de vida, caso contrário restará vivermos fora da modernidade - o que não deixa de ser uma opção.
Para aqueles que preferem manterem-se ativos temos várias possibilidades, ou seja, aprendermos a utilizar os novos meios de comunicação ou encontramos uma forma de utilizá-los sem estresse, aproveitando o que têm de bom.
Uma possibilidade que julgo excelente é a utilização do Programa de Mudança de Comportamento (PMC), que nos foi apresentado pelo professor Noriyuki Murata em curso presencial assistido em Nagoya no Japão em 1986, o qual gentilmente, nos autorizou a traduzir para o português os textos que nos foram entregues pela AOTS, acrônimo que designa, a “The Organization for Tecnichal Scholarship” (Organização para Estudantes Técnicos).
O PMC propõe metodologia para aprimorarmos e dinamizarmos rapidamente nossos relacionamentos interpessoais. A seguir trataremos dos cinco princípios aplicáveis.
  • Primeiro Princípio: Mantenha e aumente a autoestima de seu interlocutor.
Qualquer pessoa que se sinta competente tem muito mais probabilidade de realizar uma tarefa de forma correta, sentindo-se altamente motivado e realizará consistentemente com esse sentimento. Precisamos estimular essa e competência em nossos interlocutores de maneira que a autoestima os leve a executar suas tarefas com tal empenho que os resultados sejam aprimorados.
Valemo-nos do conceito apresentado por Stanley Coopersmith para definir autoestima. “Refere-se à avaliação que o individuo faz e habitualmente mantém de si mesmo; expressa uma atitude de aprovação ou desaprovação, e indica a que ponto o indivíduo acredita-se capaz, importante, bem-sucedido e merecedor. Em resumo a autoestima é um julgamento pessoal do valor próprio, que se expressa nas atitudes que o individuo toma consigo mesmo”.
A falta de conhecimento ou desprezo pelo assunto gera dificuldades no seu relacionamento, eliminando qualquer comunicação adequada e o encontro de soluções que elevem os resultados. A manutenção e o reforço da autoestima é uma atividade sensível que está presente em todos os relacionamentos no lar, na escola, nas empresas, nos clubes, com amigos e em outras oportunidades.
O impacto positivo da aplicação de técnicas e exercícios de autoestima, segundo o Dr. Nathaniel Branden, canadense, formado em psicoterapia pela Universidade da Califórnia, vem ajudando as pessoas a desenvolverem suas atividades mais assertivamente.
Existem várias formas de aumentarmos a autoestima de outra pessoa: um simples sorriso, um aperto de mão, o reconhecimento de um valor superior da pessoa como cooperação ou alcançar um objetivo.
  • Segundo Princípio: Enfoque o comportamento e não a personalidade do interlocutor.
Quando nos apoiamos em traços da personalidade das pessoas, aumentamos a possibilidade de desgastar a sua autoestima. Nessa situação, a pessoa se colocará na defensiva e poderá utilizar mecanismos de negação, falsidade e distorção da realidade de forma a não se expor e proteger-se.
Uma forma de resolver o problema é focalizarmos o comportamento e o fato ocorrido e não a atitude, personalidade e aptidões inatas da pessoa alvo de nossa atenção.
Normalmente os traços de personalidade, valores, qualidades de caráter, como ser honesto, ser sincero, ser ou não ser orgulhoso, são abstrações de conteúdo positivo, porém não são evidenciadas no que as pessoas estão fazendo no desempenho de suas atividades. Por outro lado, rir, andar rapidamente ou lentamente, falar, fazer ou não uma atividade (comportamento) são exemplos de desempenho e indicam claramente o que a pessoa faz ou vem a fazer. Assim, identificamos o que devemos enfocar: apenas os comportamentos.
  • Terceiro Princípio: Escute atentamente (Escuta Ativa) para sentir e satisfazer o interlocutor.
A Escuta Ativa é uma técnica de comunicação que visa entender o que o nosso interlocutor está sentindo e qual o significado e o que deve ser apreendido da sua mensagem. Após o recebimento da mensagem, devemos colocá-la em nossas próprias palavras e voltar ao interlocutor para verificar se nosso entendimento está correto. Esta “tradução” da mensagem não deve expressar opinião ou pensamento. Esse exercício ajuda, definitivamente, a melhorar o entendimento entre as pessoas.
  • Quarto Princípio: Utilize técnicas de reforço para moldar o comportamento.
Um importante aspecto dos treinamentos de Relacionamento Interpessoal é a utilização de Técnicas de Reforço, especialmente as de Reforço Positivo. Esses instrumentos são um método poderoso para Mudança de Comportamento, tanto para fortalecer um comportamento desejado, tanto para mostrar iniciativa no trabalho como para diminuir um comportamento indesejado.
Para cada situação deve-se empregar algum tipo de reforço. Há quatro formas de reforços para moldar o comportamento do interlocutor:
  1. Reforço Positivo
  2. Reforço Negativo
  3. Punição
  4. Extinção
Alguns cuidados deverão ser tomados para aplicação de Reforços. Em primeiro lugar não poderão ser entendidos como manipulação do interlocutor, mas um meio de ajudá-lo a ter um melhor relacionamento.
Devem ser aplicados no início da exposição do comportamento desejado ou indesejado e serão gradativamente aumentados ou reduzidos, em função da repetição do comportamento.
  • Quinto Princípio: Estabeleça e mantenha a comunicação
As soluções mais eficientes são determinadas quando forem estabelecidos canais de comunicação abertos entre as pessoas.
Nas situações de trabalho, os supervisores podem utilizar sua posição de liderança para criar comunicações mais eficientes, convidando os subordinados a falarem mais livremente, encorajando-os a oferecer opiniões, sugestões e idéias para solução de problemas, o que constrói a autoestima, a autoconfiança, a competência e o envolvimento pessoal.
A técnica acima exposta propicia melhores relacionamentos e faz parte da melhoria na qualidade de vida das pessoas.
Por - João Baptista Sundfeld - http://www.qualidadebrasil.com.br

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Dimensionamento da Gestão da Qualidade


Os sistemas de Gestão da Qualidade complexos têm excesso de documentação, padrões desnecessários, burocracia e um sentimento permanente de "carregar uma cruz”, unânime em todos da organização. 

Tudo isso "justificado" pelo tal Sistema de Gestão da Qualidade, muitas vezes um monstro desconhecido pela maioria, e que pode levar sua empresa para um abismo de ineficiência sem volta.

Há muito tempo gostaria de tratar sobre o dimensionamento do Sistema de Gestão da Qualidade, sobretudo àquele aplicado em pequenas e médias empresas que precisam de algo prático e eficaz para impulsioná-las na luta diária contra as grandes empresas da economia.

Acompanho há alguns anos, testemunhos sinceros de colaboradores e empresários que simplesmente não conseguiram obter qualquer vantagem com a implantação de normas de gestão da qualidade, consequentemente, muitos reclamam que após a implantação, o trabalho dobrou e constantemente eles se veem cercados por "atividades documentais" sem sentido e devoradoras de tempo.

Existem diversas causas relacionadas ao problema citado acima, entre elas estão:
  • Falta de experiência do pessoal responsável pela implantação do sistema da qualidade;
  • Profissionalismo duvidoso de consultores que apresentam "receitas prontas" para obtenção da certificação, sem uma análise cuidadosa das necessidades da empresa contratante;
  • Excesso de controle por parte dos responsáveis pelo Sistema de Gestão da Qualidade, muitas vezes estabelecido erroneamente pela norma e seus requisitos;
  • Criação excessiva de padrões, muitas vezes criados sem uma análise cuidadosa dos processos e suas falhas.
No decorrer destes anos que atuo na área, já perdi a conta de quantas vezes vi documentos que padronizavam até mesmo o retrabalho e o excesso de inspeção.

De fato, existem outros problemas, mas gostaria de proporcionar mais espaço para as boas práticas que uma pequena e média empresa (grande também!), pode adotar para deixar sua gestão da qualidade mais leve, eficaz e interessante.

Aproveite a multifuncionalidade: Empresas menores possuem um nível muito maior de multifuncionalidade em suas funções do que empresas maiores, ou seja, a pessoa que ocupa cada cargo tem uma visão mais abrangente dos demais processos e consegue dimensionar melhor o impacto ou necessidade de um novo padrão ou a implantação de uma nova atividade.

Diminua seus padrões documentados:  Embora não exista uma regra, é comum que grandes empresas possuam diversos padrões, pois cada processo é desempenhado por muitas pessoas com experiências e conhecimentos distintos, mas essa não é a realidade das pequenas empresas, muitas vezes com atividades desempenhadas por uma ou duas pessoas, quase sempre treinadas no trabalho do dia-a-dia (On the job). 

Considere que a probabilidade de uma tarefa ser executada fora do padrão, no caso de uma pequena empresa o impacto é muito menor do que em uma grande empresa, por isso, simplifique e até exclua padrões documentados desnecessários para a sua empresa.

Use a tecnologia: Com essa onda de Cloud Computing (Computação em nuvem) muitos softwares de gestão ficaram baratos e acessíveis para empresas menores, por isso explore essa oportunidade e aproveite todos os benefícios e automatização que essas ferramentas podem dar ao seu sistema de gestão. Aqui na Q2, nós usamos o Zoho (gratuito até três usuários), mas existem outros como o Salesforce que são muito bons e não pesam tanto no bolso.

Use a tecnologia e não fique mais refém de planilhas e formulários que mais atrapalham do que ajudam.

Seja criativo: É incrível, mas mesmo sem querer, a normalização causou um engessamento da criatividade em diversas empresas. Ainda desenhamos sistemas de gestão da qualidade como fazíamos há 10 anos, com os mesmos métodos, as mesmas ferramentas e da mesma forma.

Por favor, peço uma coisa para você que atua na qualidade (ou qualquer outra área) - PENSE DIFERENTE, pois a norma é apenas um meio e precisa se ajustar à criatividade e processo de inovação aplicáveis e vitais à gestão de cada empresa.

Outras alternativas?
Sem dúvida! Você, com certeza vai descobri-las se estiver atento as reações que cada pessoa expressa com relação ao sistema da qualidade. Muitas vezes elas não falam, mas acham que tudo poderia ser diferente, entretanto, por desconhecerem a própria norma, deixam essas sugestões de lado, pois afinal a cultura da "norma não deixa" é dominante e impositiva.

Busque o diferente estabelecendo um bom senso com a norma, a necessidade e visão da empresa e a sua criatividade, assim alcançará êxito no trabalho realizado.


O Aumento da Produtividade nas Empresas

O equilíbrio das organizações é suportado pelo tripé:

(a) conhecimento e atualização tecnológica 

(b) utilização de técnicas e métodos gerenciais avançados e por último 

(c) o bom relacionamento entre as pessoas.

Na prática, as empresas negligenciam a terceira condição, deixando que os relacionamentos entre as pessoas ocorram de forma “natural”, sem considerar que no ambiente de trabalho, a produtividade pode ser otimizada desde que as pessoas sejam preparadas para desenvolverem seu potencial e novas habilidades de trabalho em grupo.

As personalidades estão no DNA de cada um e certas características são imutáveis. Por outro lado, sabemos que as percepções de uma pessoa poderão mudar se ela reconhecer vantagens em adotar novos comportamentos. Em uma "mudança de comportamento”, quando acontece uma reação positiva, a percepção anterior tende a desaparecer assim como a resistência da pessoa ao “novo comportamento”. É o que acontece quando se mudam os paradigmas.

A importância da produtividade nas empresas torna-se mais evidente, quando se reconhece que problemas com os relacionamentos pessoais, geram efeitos danosos em todas as áreas. Uma solução moderna e de efeitos rápidos é a adoção do programa de treinamento denominado Programa de Mudança de Comportamento – PMC.

Sua finalidade é desenvolver habilidades de comunicação e de relacionamentos interpessoais, para que as pessoas melhorem continuamente os resultados de sua atuação. A estrutura do PMC está fundamentada em Cinco Princípios a seguir enumerados:   

            1 – Mantenha e aumente a auto-estima das pessoas
            2 – Enfoque o comportamento e não a personalidade das pessoas
            3 – Escute atentamente para sentir e satisfazer seu/sua interlocutor/a
            4 – Utilize técnicas de Reforço Positivo para moldar os comportamentos 
            5 – Estabeleça e mantenha a comunicação

Um dos pontos relevantes do Programa de Mudança de Comportamento é seu conteúdo prático e dinâmico, não interferindo na individualidade e respeitando, profundamente, a personalidade de cada participante do treinamento.

Utilizando dramatizações (rolling plays) gravadas em vídeo e comentadas imediatamente com os participantes, facilita a compreensão dos Cinco Princípios por colocá-los em prática logo após a explicação conceitual. O treinamento pode ser utilizado em todos os níveis da organização e transfere aos participantes melhores condições para desenvolver seu trabalho, inclusive nos contatos com clientes.

As estratégias empresariais de sucesso, precisam ser focadas na implementação e na garantia da qualidade de seus produtos e serviços, além de incorporar novos conceitos e práticas para aumentar a produtividade dos colaboradores, melhorando sua qualidade de vida e tornando-os pessoas mais felizes. 

Fonte: 
João Baptista Sundfeld http://www.qualidadebrasil.com.br/ 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Como Sabotar o Seu Tempo

Como sabotar o seu tempo

São alguns minutos perdidos e pronto, foi-se uma tarde ou uma manhã.


Pequenas atitudes que minam a produtividade e o tempo como um todo estão no nosso dia a dia da mesma forma que a fome impera no nosso estômago. Quanto mais ansiosos, mais fome e menos tempo temos.

Como gerenciar adequadamente o tempo?

Não é uma tarefa simples. Requer muita dedicação e principalmente gerenciamento. 

A revista Exame.com nos traz 5 dicas de como não perder este valioso aliado, o tempo:
Quando o relógio do escritório sinaliza que o expediente normal já acabou faz há horas - mas você ainda está lá - é que pode aparecer a dúvida sobre o quão competente é você no quesito administração do tempo.

“Mesmo sem querer, podemos perder o foco e desperdiçar tempo”, diz Patrícia Rocha, consultora da Sher Marketing e professora de cursos de MBA e pós-graduação. E, apenas ao constatar que a meta não será atingida no prazo determinado ou que será necessário ficar até mais tarde no escritório é que os profissionais se dão conta disso.

Ou seja, não é intencional, mas você pode estar sabotando a sua produtividade.
O primeiro passo para reverter este quadro, segundo Patrícia, é ter consciência de situações ou atividades que desperdiçam tempo e eliminá-las.

Confira as principais atitudes (ou falta de) que prejudicam a produtividade no trabalho:

1 Perfeccionismo

Não é à toa que a frase “feito é melhor do que perfeito” está estampada na parede da sede do Facebook, nos Estados Unidos.

O lema de Sheryl Sandberg, a chefe de operações da rede social de Mark Zuckerberg, vai contra um dos principais sabotadores da produtividade: o perfeccionismo.

Na opinião de Patrícia, prender-se a detalhes desnecessários é um dos jeitos de sabotar o fluxo produtivo durante o seu expediente.

2 Retrabalho ou dificuldade em delegar

A falta de organização e método pode fazer com que tarefas precisem ser refeitas. E, com o retrabalho gasta-se o dobro do tempo.
A dificuldade em delegar também coloca a produtividade dos chefes em xeque, segundo a consultora.

“Se o profissional tem cargo de liderança, pode deixar de entregar resultados porque fica muito tempo na operação, fazendo tarefas ou tomando decisões do escopo de sua equipe ao invés de delegar, por exemplo”, diz Patrícia.

O resultado disso é que muitos chefes não têm tempo para participar de projetos mais complexos ou promover a integração das equipes.

3 Discussões sobre dificuldades e polêmicas ou reuniões intermináveis

Profissionais também tropeçam na produtividade por conta de discussões sobre polêmicas ou as dificuldades de um projeto ou tarefa. “Perdem muito tempo discutindo sobre as coisas”, diz Patrícia.

Lotar a agenda com reuniões demoradas e que pouco contribuem para dar andamento ao trabalho também roubam o tempo produtivo, explica Patrícia.

“As reuniões devem ser planejadas, com objetivo claro e específico. É fundamental que sejam bem conduzidas para que se mantenha o foco no assunto (pauta)”, diz.

Além disso, a especialista a definição do tempo e a existência de alguém responsável por conduzir os assuntos a partir de um cronograma como aspectos fundamentais para evitar a perda de horas e horas de trabalho com as reuniões.

4 Falta de planejamento de agenda

A falta de planejamento é outro item que compromete a produtividade, de acordo com a especialista. “Por não tem um planejamento e boa agenda, gasta-se muito tempo com atividades menores logo nos momentos mais produtivos”, lembra Patrícia.

Ou seja, verificar todos os emails recebidos no momento em que você sente mais energia e disposição vai fazer com que o relatório final que o chefe está cobrando fique para depois. “E quando vamos nos dedicar às tarefas mais importantes, estamos cansados e indispostos”, diz Patrícia.

Adotar este tipo de conduta vai, certamente, impactar na sua produtividade ao longo da semana. “Isso porque há má gestão de tempo e energia, o que fica mais crítico se a exigência envolve processo criativo”, diz Patrícia.

Conhecer a meta e dividi-la em partes para distribuí-las ao longo do tempo disponível é um das dicas de Patrícia. Ela também recomenda investir tempo em atividades “ não –urgentes” mas que não devem ser adiadas como o estudo e o desenvolvimento profissional.

5 Assertividade zero

A dificuldade em se posicionar e dizer não àquele colega de trabalho que pede ajuda toda hora também vai contribuir para a perda do foco.

“Ajudar os outros e trabalhar em equipe é uma coisa, mas atender às demandas dos outros, em excesso e repetidamente, certamente gera expectativas sobre as quais teremos cada vez mais dificuldade em nos posicionar”, diz Patrícia.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-maneiras-de-sabotar-a-sua-produtividade
Quais as suas práticas para evitar perder tempo?

Eu uso muito agenda, procuro ser objetivo e principalmente ocupo meu tempo livre para fazer o trabalho que resta ou curtir a vida, pois são nestes momentos de vida que podemos ser mais criativos e efetivos aos nossos clientes.

Quem passa muito tempo na operação não tem tempo para ser criativo e não consegue criar diferenciais.

Dê tempo para si mesmo. Isto é mais do que lazer... É uma ferramenta de trabalho!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

ASSÉDIO MORAL CONTRA O EMPREGADO

Tão antigo quanto o trabalho, o assédio moral caracteriza-se por condutas que evidenciam violência psicológica contra o empregado.

Desta forma, expor o empregado a situações humilhantes (como xingamentos em frente dos outros empregados); exigir metas inatingíveis; negar folgas e emendas de feriado quando outros empregados são dispensados; agir com rigor excessivo e colocar "apelidos" no empregado são alguns exemplos que podem configurar o assédio moral.

São atitudes que, repetidas com frequência, tornam insustentável a permanência do empregado no emprego, causando danos psicológicos e até físicos (como doenças devido ao estresse) ao empregado.

Os distúrbios mentais relacionados com as condições de trabalho são hoje considerados um dos males da modernidade. Algumas das novas políticas de gestão exigem que as pessoas assumam várias funções, tenham jornadas prolongadas, entre outros abusos. Para o empregado, não aceitar tais imposições é correr o risco de ser demitido já que dificilmente faltam substitutos.

Ressalte-se que o assédio moral é repetitivo, ou seja, é caracterizado por ações reiteradas do assediador. Portanto, devem-se diferenciar acontecimentos comuns e isolados que ocorrem nas relações de trabalho (como uma "bronca" eventual do chefe) das situações que caracterizam assédio moral. Se constantemente a pessoa sofre humilhações ou é explorada, aí sim temos assédio moral.

CADEIA DE ASSÉDIO
Além dos superiores hierárquicos, é comum os pares terem atitudes de humilhar seus colegas. Por medo, algumas pessoas repetem a atitude do chefe, humilham aquele que é humilhado ou ficam em silêncio quando vêm uma situação dessas. Mas os executivos também sofrem pressão. A cada ano eles têm que atingir metas mais ousadas em menos tempo e acabam transmitindo essa angústia para os demais. O problema é estrutural nas empresas.

Uma das principais causas do assédio é o desejo do empregador em demitir o empregado. Para não arcar com os custos de uma demissão sem justa causa, o empregador busca criar um ambiente insustentável na expectativa de que o empregado acabe pedindo demissão.
Entre as pessoas que mais sofrem humilhações estão aquelas que adoecem por consequência do trabalho; as de meia-idade (acima de 40 anos) e são consideradas "ultrapassadas" em alguns ambientes; as que têm salários altos, porque podem ser substituídas a qualquer momento por um ou dois trabalhadores que ganhe menos; gestantes e os representantes eleitos da CIPA e de Sindicatos (que possuem estabilidade provisória).

Abaixo algumas situações que podem identificar um empregado que está sendo assediado:
isolado dos demais colegas;
  • impedido de se expressar sem justificativa;
  • fragilizado, ridicularizado e menosprezado na frente dos colegas;
  • chamado de incapaz;
  • torna-se emocionalmente e profissionalmente abalado, o que leva a perder a autoconfiança e o interesse pelo trabalho;
  • propenso a doenças;
  • forçado a pedir demissão.

Citamos também algumas situações que podem identificar o agressor, podendo ser um chefe ou superior na escala hierárquica, colegas de trabalho, um subordinado para com o chefe ou o próprio empregador (em casos de empresas de pequeno porte):

  • se comporta através de gestos e condutas abusivas e constrangedoras;
  • procura inferiorizar, amedrontar, menosprezar, difamar, ironizar, dar risinhos;
  • faz brincadeiras de mau gosto;
  • não cumprimenta e é indiferente à presença do outro;
  • solicita execução de tarefas sem sentido e que jamais serão utilizadas;
  • controla (com exagero) o tempo de idas ao banheiro;
  • impõe horários absurdos de almoço, etc.

Vale ressaltar que não basta alegar o assédio, é preciso provar que foi assediado, sob pena da Justiça do Trabalho não reconhecer o direito conforme se pode constatar em alguns julgados abaixo.

LEGISLAÇÃO E JULGADOS
No âmbito federal, o Brasil ainda não possui regulamentação jurídica específica, mas o assédio moral pode ser julgado por condutas previstas no artigo 483 da CLT.

Na prática, os tribunais trabalhistas reconhecem o assédio quando caracterizado e comprovado por testemunhas, levando aos empregadores a pagarem indenizações elevadas. Veja algumas notícias de julgados sobre o assunto:
  • Chefe será indenizado por assédio moral de uma subordinada
  • Trabalhador deficiente será indenizado por assédio moral
  • Empresa paga indenização por forçar empregada a pedir demissão
  • Trabalhadora do ramo turístico não consegue indenização por dano moral
  • Empresa pagará indenização milionária por assédio moral
  • Distinção salarial não configura assédio moral
  • Trabalhadora demitida por justa causa por violar o regulamento da empresa não consegue provar assédio moral

PRECAUÇÃO
As empresas precisam se precaver, mediante orientação às chefias dos procedimentos para evitar quaisquer atitudes que possam caracterizar o assédio moral. Treinamento e conscientização são as principais armas contra este mal, além, é claro, do respeito constante aos trabalhadores.

Dentre as inúmeras medidas que o empregador poderá tomar para evitar ou coibir tais situações, citamos algumas:
  • criar um Regulamento Interno sobre ética que proíba todas as formas de discriminação e de assédio moral, que promova a dignidade e cidadania do empregado, proporcionando entre empresa e empregado laços de confiança.
  • diagnosticar o assédio, identificando o agressor, investigando seu objetivo e ouvindo testemunhas.
  • avaliar a situação através de ação integrada entre as áreas de Recursos Humanos, CIPA e SESMT.
  • buscar modificar a situação, reeducando o agressor;
  • não sendo possível, deverão ser adotadas medidas disciplinares contra o agressor, inclusive sua demissão, se necessário.
  • oferecer apoio médico e psicológico ao empregado assediado;
  • exige-se da empresa, em caso de abalos à saúde física e/ou psicológica do empregado, decorrentes do assédio, a emissão da CAT - Comunicação de Acidente de Trabalho.
Transcrito do site: http://www.sinfa.org.br/

domingo, 11 de agosto de 2013

FELIZ DIA DOS PAIS

Meu Pai: 

JOAQUIM B. CAVALCANTE FILHO

Pai
Pode ser que daqui algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez
Pai
Pode ser que dai você sinta
Qualquer coisa entre esses 20 ou 30
Longos anos em busca de paz
Pai
Pode crer eu vou bem eu tô indo
Tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer
Pai
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você
Pai
Senta aqui que o jantar tá mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensina esse jogo da vida
Onde vida só paga pra ver
Pai
Me perdoa essa insegurança
É que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos seus braços você fez segredo
Nos seus passos você foi mais eu, eu, eu
Pai
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
E pedir pra você ir lá em casa
E brincar com vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai
Você foi meu herói, meu bandido
Hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você, nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Pai
Paz

LETRA -  Fábio Jr.