sexta-feira, 3 de agosto de 2012

8 coisas que as faculdades não contam para os jovem empreendedores


Está saindo da faculdade e já quer começar sua empresa? Tome nota, já que existem coisas que a faculdade não irá te preparar. Confira 8 coisas que a universidade não vai te ensinar:
1. “Espero que tenha gostado de viver como um estudante”
Agora que você saiu da faculdade, você pode ter sua casa, talvez comprar um carro e parar de comer Miojo. Porém, quando você empreender, alto custo de vida pode matar sua empresa antes dela começar.
Quanto mais dinheiro você gasta no seu estilo de vida, menos você terá para investir no seu negócio.
2. “Não existem respostas certas”
Os problemas que você vê na faculdade são feitos para ter respostas certas e erradas. Quando você começa sua empresa, você recebe bons conselhos, mas cada negócio é diferente e você nunca saberá se está certo até que a empresa deslanche ou quebre.
Você precisa dar um jeito de seguir em frente mesmo sem um caminho claro pela frente.
3. “Receitas prontas não te ajudarão a ter sucesso”
Habilidades como decorar informação e seguir as direções do professor não te levarão muito longe. É hora de quebrar o modo-estudante e arriscar.
Pare de alcançar expectativas e comece a superá-las.
4. “Estar na média nunca é bom o suficiente”Você pode ter passado nas matérias com 5, mas se sua empresa não está tirando 10, seus concorrentes te destruirão.
5. “É temporada de provas o tempo inteiro”
Se planeje para trabalhar muito. Começar um negócios significa que nem sempre você poderá estar com seus amigos e sempre haverá algo para fazer.
6. “Seu diploma não importa”É verdade que algumas escolas preparam melhor os empreendedores e a rede de contatos pode fazer muita diferença. Porém, geralmente seu diploma não importa muito para investidores e outros empreendedores.
Ter um projeto genial e a habilidade de transformá-lo em realidade é o que conta.
7. “Você não pode matar o trabalho”
Para ser um empreendedor bem sucedido, você precisa estar presente. Você precisa estar lá, comprometido a trabalhar bastante, todo dia.
8. “Não há problema em falhar”Um 0 não irá arruinar sua faculdade e uma falha – ou mais – não significa que sua próxima ideia não dará certo.
Continue trabalhando muito, modifique seu negócio ou comece outro.

QUAL SUA PRÓXIMA PRIORIDADE?


Um fato muito comum quando você observa pessoas trabalhando e usando seu tempo para realizar atividades é a falta de claras prioridades do que deve ser feito. Isso causa uma gigantesca confusão mental e por conseqüência uma grande perda de tempo no dia-a-dia.

O quadro é mais ou menos o seguinte: você está trabalhando em uma tarefa chata, dentro de algum tempo você começa a cansar e vai ver sua Caixa de Entrada, ai descobre um monte de outras coisinhas para fazer e começa a responder seus e-mails. No meio do caminho, surge um e-mail um pouco mais chato e você vai ver o que está acontecendo na Internet, em algum portal ou até em uma rede social. Depois de dar uma espiadela, você volta para aquela tarefa chata que parou e começou toda nossa história, quando de repente toca o telefone e começa tudo de novo.

Interrupções nós temos a todo o momento, elas sempre vão acontecer (geradas por nós mesmos ou por terceiros). O problema é quando as pessoas se perdem nesse volume de informações e atividades que vão chegando e não conseguem dar conta das verdadeiras prioridades.

Todo dia deve ter uma lista de prioridades do que realmente deve ser feito. Se algo for opcional ou não deve ser feito, ele deve ir para outro dia. Essas prioridades não podem nunca lotar todas as suas horas de trabalho, ou você vai procrastinar e se frustrar.

Comece com a primeira prioridade da lista, enquanto estiver executando essa prioridade, deixe o e-mail fechado, o navegador fechado, ou seja, foco no que está fazendo. Terminou? Ai sim, vai passear no e-mail, na Internet,etc.. se surgiu algo novo nessa passeada, transforma em prioridade e coloca na lista. Simples, mas não é fácil!

Isso é treino. É disciplina. É você aprender a controlar não o tempo, mas seus dedos, sua ansiedade, sua atenção. É gerenciando você que você se torna o senhor do seu tempo e não o escravo dele.

Só que as pessoas têm preguiça de tentar, elas começam e desistem. Voltam pra zona de conforto que é tentar fazer tudo, não conseguir dar conta e reclamar que não dá tempo para mais nada! Sempre dá, é uma questão de o benefício ser maior que a preguiça. Claro que você pode ter transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e ai vai precisar consultar um médico para via medicamento controlar isso, é simples, não mata ninguém e ajuda bastante.

A sua próxima prioridade é controlar você e com isso controlar seu tempo!

Por Christian Barbosa - http://darleisimioni.blogspot.com.br/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

15 autores que todo administrador deve seguir no Twitter

Alguns escreveram best-sellers. Outros deram contribuições à Administração que vão além dos livros. Todos, enfim, pode confiar: merecem seu RT

A Administração é uma ciência dinâmica. A cada dia surgem novos assuntos - oriundos de pesquisas e cases - que devem ser analisados e incorporados ao cotidiano dos profissionais dessa área, em suas diversas disciplinas e competências. Com isso, o volume de livros e autores de referência voltados para temas de áreas relacionadas - como Marketing, Psicologia Organizacional e TI - aumenta a cada ano.

Por outro lado, as relações sociais mediadas pela internet abriram novos canais para que os escritores pudessem conversar diretamente com os seus leitores. Pelo Twitter, o leitor pode tirar dúvidas, encaminhar questões e até corrigir ou debater as opiniões e deduções do autor expressas em suas obras.
O Administradores.com resolveu então fazer uma seleção com alguns nomes importantes para a área de Administração que também são usuários ativos do Twitter. É importante notar que nem todos são administradores por formação, mas seus livros têm grande importância para a compreensão de diversas segmentações. O psicólogo Daniel Goleman, por exemplo, desenvolveu a teoria da Inteligência Emocional, que pode ser aplicada nos estudos e práticas sobre liderança, carreira e RH.
Saiba quem são esses pensadores e porque eles merecem ser seguidos.
Jovem empreendedor, Ries é atualmente um dos primeiros nomes que vêm à cabeça quando se fala em startups e empreendedorismo. Escreveu um livro - A Startup Enxuta, onde propõe a metodologia de aplicação do Lean às empresas de tecnologia pós-bolha. Apesar de ter apenas 32 anos, conta com uma experiência de dar inveja, assessorando grandes empresas e investidores. Também é editor do blog Startup Lessons Learned.
Considerado um autor e palestrante passional, Peters tem quatro décadas de serviços prestados como administrador, consultor e escritor. Entre os seus livros estão "Em Busca da Excelência", "Reimagine!: Faça diferente e faça a diferença", dentre outros. É conhecido por levar a excentricidade para o mundo dos negócios, apresentando soluções heterodoxas para problemas complexos.
Porter é o principal autor da área de estratégia e competitividade do mundo. Seu artigo "Como as forças competitivas moldam a estratégia" é o mais citado em trabalhos acadêmicos, e deu origem ao livro "Vantagem Competitiva". Se você ouvir falar por aí das "cinco forças" ou de "diamante da estratégia", fique certo que o assunto é Porter. Sozinho, escreveu outros sete títulos, mas participou de outros projetos como co-autor. Atua ativamente como professor e pesquisador, com dezenas de artigos científicos publicados.
O executivo, na verdade, tem mais livros escritos sobre ele do que por ele. Foi CEO da General Electric Company por aproximadamente duas décadas, onde implementou técnicas de gestão que alçaram a companhia para o panteão das maiores do mundo, com um valor de mercado de US$ 211 bilhões. Assinou sua autobiografia, "Jack, definitivo", e escreveu "Paixão por Vencer" em co-autoria com sua esposa, Suzy Welch. Atualmente dirige a escola de negócios Jack Welch Management Institute.
O francês já publicou algumas dezenas de livros, mas os de maior destaque são aqueles voltados para o Marketing. São verdadeiros best-sellers, alguns já foram traduzidos para mais de 30 idiomas. Ele passou pela vice-presidência de marketing do Yahoo! após a venda da startup Yoyodine, da qual foi fundador. Criou a Squidoo.com, espécie de rede social, bem acessada nos EUA. Tem uma vida online ativa: escreve diariamente para o seu blog sethgodin.typepad.com e tuíta frequentemente.
É pós-graduada em Marketing, mestre e doutoranda em Belas Artes pela USP. Já publicou quatro livros - "Marketing de Otimização de Buscas (2008)", "SEM e SEO – Dominando o Marketing de Busca (2009)", "Marketing na Era Digital (2010)" e "Conversando com Computadores (2011)". Além disso é uma palestrante internacional premiada. É um perfil indicado para quem trabalha com otimização de buscas, TI e marketing digital.
Em 1995, o psicólogo Daniel Goleman lançou o livro Inteligência Emocional: foi um pipoco de vendas. Passou um ano e meio na lista dos mais vendidos do The New York Times, com 5 milhões de cópias traduzidas para 40 idiomas, um sucesso editorial que não é para muitos. De lá para cá, o autor desenvolveu novas abordagens e publicou outros títulos sobre o tema. Atualmente ele dirige o Consórcio para Pesquisas sobre Inteligência Emocional e tuíta nas horas vagas.
A história da brasileira empreendedora ganhou destaque na mídia nacional quando ela resolveu publicar um livro gratuito na internet sobre a sua breve e notável trajetória. "A Menina do Vale" teve 100 mil downloads em apenas uma semana. Afinal, a realização de sonhos tidos como intangíveis – como estudar no MIT aos 17 anos e trabalhar no Google e na Microsoft – atraem outros sonhadores.
Renomada professora de Administração da Harvard Business School, é autora de diversos livros nas área de estratégia, inovação e liderança. Desde os anos 1970, ela já é reconhecida como uma das mais importantes pesquisadoras da Administração no mundo.
Fundador do Administradores.com e da revista Administradores, lançou recentemente o livro Seu Futuro em Administração. Reconhecido pelo Conselho Federal de Administração no ano passado com o Prêmio Honra ao Mérito em Administração, categoria Jovem Administrador, é um dos principais nomes da área atualmente no Brasil. Leandro é mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Certificado em Empreendedorismo pela Harvard Business School.
O principal nome do Brasil quando o assunto é administração do tempo, Christian é autor de obras como o best-seller "A tríade do tempo" e o recém lançado "Equilíbrio e Resultado". Empreendedor, hoje ele ensina empresas como Santander, Bradesco, Gafisa, Mercer, Sanofi Aventis, Tupperware, Ingenico, Toyota, Coca-Cola, Globo e Nestlé a gerir melhor seu tempo.
Editor-chefe da conceituada revista norte-americana Wired, Chris é autor do best-seller "A cauda longa", que chamou a atenção do mundo para a forma como a internet passou a permitir uma revolução nos mercados com base na grande variedade de produtos. Mais tarde, lançou gratuitamente o e-book "Free", que trata da cultura do grátis e como ela pode ser encara do ponto de vista dos negócios.
Autor de livros como "Administração para profissionais liberais" e "Empreendedores esquecidos", Zugman fala sobre empreendedorismo, criatividade e inovação como poucas pessoas no Brasil. Formado em Ciências da Computação, é mestre em Administração e mantém hoje uma coluna no Administradores.com onde tira dúvidas dos leitores sobre os temas citados acima. 
Este dispensa apresentações. Um militante aguerrido da Administração, defende com unhas e dentes a ideia de que o Brasil e o mundo ficarão muito melhores com mais administradores nos espaços de poder. É autor de milhares de artigos e de livros como "O Brasil que Dá Certo", que ganhou o Prêmio Jabuti em 1995. Ele também é colunista do Administradores.com e da revista Administradores.
Pesquisador da área de engenharia digital, é cientista chefe do centro de inovação CESAR e presidente do conselho do Porto Digital, em Recife. Reconhecido por suas contribuições para o empreendedorismo tecnológico, é autor de diversos livros e artigos na área. 


Por Eber Freitas e Simão Mairins, www.administradores.com

5 (cinco) formas de perder o controle da sua Agenda


1 – Não anotar suas demandas
Se você faz gestão de tempo por memória, tem tudo para ter muitas urgências e esquecimentos na sua rotina. É impossível planejar aquilo que não consegue se ver claramente. Tire tudo da cabeça e escreva tudo que deve ser feito. 

2 – Super alocar a segunda-feira
Uma segunda-feira mal planejada é a chave para estragar toda sua semana. Se você perder o controle das suas atividades na segunda e não recuperar na terça, dificilmente conseguirá manter o planejamento da semana.

3 – Planejar o dia
O dia não deve ser planejado, deve ser priorizado! O planejamento é antecedência e isso significa que você deve planejar um mínimo de 3 dias à frente, caso contrário será quase impossível reduzir as urgências que você poderia prever.

4 – Work By Mail
Quem paga seu salário não é o seu servidor de e-mail, logo não trabalhe para o e-mail! Trabalhe com prioridades que são definidas pela manhã e que podem chegar via e-mail nos horários em que você abrir seu correio eletrônico. É um grande erro ficar com e-mail aberto e sair fazendo tudo aquilo que chega.

5 – Usar seu calendário para anotar tarefas
Seu dia possui tarefas e compromissos. Tarefas tem um dia específico para serem executadas, mas não tem um horário pré-determinada. Já os compromissos ficam na agenda, tem hora de início e término. Calendário não foi feito para agendar atividades ao longo do dia, além de deixar sua agenda mais inflexível é péssimo para realocar atividades no caso de furos (já fui instrutor de uma consultoria americana que joga no lixo as listas de prioridades e manda usar só calendar, e não funciona).

TEXTO DE: Christian Barbosa

Resultados na Área Pública: Para Quem?


Resultados no serviço público?
A gestão por resultados, derivada da gestão de processos, trouxe grandes contribuições ao bom desempenho de empresas, sobretudo por ter explicitado o resultado  que cada organização, e cada unidade de negócio ali inserida deve proporcionar e alcançar.
O resultado, porém, precisa ser entendido em duas dimensões: operacional egerencial.
Do ponto de vista operacional, proporcionar resultados tem a ver com a missão que devemos cumprir ao prestar um determinado serviço. Partindo do ponto que “servir é executar atividades visando proporcionar benefícios àqueles a quem servimos” (Nóbrega, 2006), cada serviço deve ser concebido, planejado e executado visando proporcionar benefício a alguém. Assim, o beneficiário do serviço é qualquer pessoa, cliente, cidadão, usuário, ou outro termo que esteja sendo usado, a quem devemos servir.
Quanto ao aspecto gerencial, o serviço público deve se preocupar em alcançar resultados, e isto pode ser avaliado na medida em que a operação, tendo prestado o serviço devidamente, precisa gerenciar o sistema de forma que: 1) metas sejam alcançadas; 2) elevados níveis de qualidade e produtividade sejam garantidos, e 3) o custeio não onere os muitas vezes escassos recursos disponíveis.
Se estes resultados PODEM e DEVEM ser avaliados, não tenho a menor dúvida.
PODEM por que uma boa definição dos resultados permite a identificação de indicadores apropriados para definir metas e fazer o monitoramento.
DEVEM por que gerenciar é um verbo que, gradativamente, vai fazer parte dos gestores públicos, e, em especial, de políticos. Além disto, a responsabilidade de gerir os recursos públicos é uma tarefa nobre, que, mais cedo ou mais tarde, vai ser incorporada ao dia-a-dia de servidores públicos, independem do nível que ocupem nas instituições onde trabalham.
Enfim, a gestão por resultados pode E VAI ser, cada vez mais, aplicada no serviço público, afinal, o cidadão exige bom serviço, de um lado, e exigirá boa gestão, por outro!
No mundo dos negócios uma das expressões-chave para o bom desempenho de uma empresa é identificar seu público-alvo e planejar seus processos de modo a atender às necessidades deste “cliente”. Numa instituição privada, o foco é facilmente identificado: o cliente, ou consumidor. Numa instituição pública o beneficiário é o cidadão, usuário.
Por outro lado o conceito de servir nos lembra que “servir é executar atividades visando proporcionar benefícios àqueles a quem servimos”. E os benefícios podem ser chamados de resultados. Mas quem é o beneficiário?
O beneficiário precisa ser entendido em duas dimensões: Operacional e Gerencial.
Quanto ao operacional, o beneficiário do serviço é, sobretudo, o usuário dos serviços, e aí, cada entidade de prestação de serviços terá seu respectivo usuário. Os serviços de saúde atendem ao paciente. Os serviços de educação atendem a alunos e pais. Os serviços de construção e manutenção de obras atendem ao público que se desloca, dirige veículos, etc.
Mas além daqueles que se beneficiam diretamente dos serviços, que chamamos de usuário, há outros impactados pelos aspectos gerenciais das entidades e instituições públicas.
Neste caso, podemos dizer que o principal interessado é o cidadão, contribuinte, eleitor, que, de forma direta ou indireta, pode(ria) atuar como “dono do negócio”.
A expressão “dono do negócio” é absolutamente forte para o contexto, porém não de todo inadequada. Se numa empresa privada o dono é aquele que investe capital e espera retorno de sua correta e eficiente aplicação, por que o cidadão contribuinte eleitor não poderia exercer o mesmo direito?
Tem ele este direito? Obviamente que sim, afinal o capital financeiro e de poder de voto é por ele exercido, e, portanto, há de retornar para satisfazer a seus anseios, de forma individualizada ou coletiva.
Imagine se os contribuintes e eleitores exercessem amplamente seu poder de sócio-investidor? Os governantes, responsáveis por planejar e controlar os recursos para uma boa operação, são “contratados” pelos cidadãos para, em seu nome, exercer a gestão das instituições públicas.
Mas boa parte dos governantes age a serviço de quem? Do cidadão? Ou de si mesmos?
Enfim é para o cidadão que o serviço público deve ser gerido, tanto no que diz respeito ao operacional como gerencial
Resgatamos um pouco da “carta de serviços” documento oficial do governo brasileiro, publicado em 2009, que, em seu texto de apresentação, estabelece como objetivos, entre outros:
  • … tornar os cidadãos mais exigentes em relação aos 
serviços públicos a que têm direito. 

  • … alertar para o fato do não reconhecimento do cidadão como o principal beneficiário das melhorias dos serviços públicos oferecidos”
O serviço público precisa identificar que serviço presta, e para que público está a serviço. Enquanto existir e persistir a ideia equivocada de que o público a quem o serviço público serve é o Estado, governantes e servidores (há exceções), teremos e conviveremos com um serviço de baixa qualidade, baixa produtividade e custo elevado!
Se você desejar conhecer a carta de serviço, acesse o link:

Estrutura da série de artigos "Gestão no serviço público"

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

AGOSTO - SIGNO: LEÃO (Meu Signo...21/08)


Por que Gestão na Área Pública?



Carta de Serviço, do governo brasileiro (2009)
A crescente conscientização da população, o crescente acesso à informação, seja através de mecanismos, de transparência, seja através de canais como a internet, ou outros, são todos incentivos para a gestão pública se tornar mais eficiente e eficaz. Mas como fazer isto?Você está satisfeito com a gestão pública brasileira? Você sabe o que é a carta de serviços, proposta pelo governo brasileiro? O que o serviço público pode aprender com a gestão empresarial?
Quais são os “resultados” com que a gestão pública deveria estar, permanentemente, comprometida? Os gestores públicos estão preocupados em proporcionar resultados? Os gestores públicos capacitados para gerenciar através de monitoramento de resultados?  Como identificar os resultados dos serviços públicos?
Iniciamos hoje, uma série de artigos sobre gestão no serviço público, em que traremos algumas contribuições da gestão de serviços e da gestão pro resultados para a gestão pública (Figura 1).
Apenas a título de provocação, registramos, a seguir trechos do documento “carta de serviços” documento oficial do governo brasileiro, publicado em 2009, que, em seu texto de apresentação, preconiza:
“A evolução da administração pública atual sinaliza que o momento é crucial para investir cada vez mais na excelência em gestão. Um dos grandes desafios é a proposição de iniciativas inovadoras que orientem a ação do Estado para resultados, tendo como foco as ações finalísticas direcionadas ao cidadão….
Simplificar a vida do cidadão tem sido um tema de discussão forte na busca da melhoria da máquina pública, porém, ainda requer a superação de alguns desafios. São eles:
  • Elevar o padrão dos serviços prestados aos cidadãos;
  • Tornar os cidadãos mais exigentes em relação aos 
serviços públicos a que têm direito. 
  • A ausência de eficientes e eficazes instrumentos institucionais de controle direto por parte dos cidadãos sobre os administradores públicos;
  • O não reconhecimento do cidadão como o principal beneficiário das melhorias dos serviços públicos oferecidos”
A gestão pública precisa se tornar, cada vez mais pública, a fim de beneficiar o público. Para isto, precisa publicar programas, projetos e produtos, permitindo e acompanhamento sistemático, e público, dos planos elaborados, a fim de proporcionar, permanentemente, benefício ao público, a quem deveria, sempre, servir!

Você acha que as organizações públicas sabem o que é um serviço? Você acha que os organizações sabem que serviço devem prestar à sociedade? Você sabe o que é a carta de serviços, proposta pelo governo brasileiro?
Um dos maiores desafios de organizações prestadoras de serviços é saber o que é serviço, e, em segundo lugar, saber o que o serviço que fornecem a seus clientes e comunidade em geral.
Para entender o que é serviço, é necessário entender que os serviços, apesar de intangíveis, dependerem de pessoas, serem executados ao mesmo tempo em que são “consumidos”, faz-se necessário entender que serviços são atividades executadas em benefício de alguém – ainda que você chame este alguém de cliente, usuário, cidadão, ou qualquer outro termo similar.
Neste sentido, o serviço existe em prol de alguém, e constitui um desafio fundamental identificar: que benefício é este que entregamos? E para quem o prestamos?
Numa instituição privada a segunda questão é facilmente identificada: o cliente ou consumidor. Numa instituição pública o beneficiário é o cidadão, usuário. A primeira questão é, entretanto, mais difícil, dado, sobretudo, às variações naturais dos serviços, em ambos os casos.
O serviço público precisa identificar que serviço é, e para que público está a serviço. Enquanto existir e persistir a ideia equivocada de que o público a quem o serviço público serve é o estado, governantes e servidores (há exceções), teremos e conviveremos com um serviço de baixa qualidade, baixa produtividade e custo elevado!
Se você desejar conhecer a carta de serviço, acesse o link:

Estrutura da série de artigos "Gestão no serviço público"

A Diferença entre Objetivos e Metas


Você sabe a diferença entre meta e objetivo? 
Qual a importância de saber isto? Por que estes dois termos são tantas vezes confundidos? Como se integram os objetivos, metas e indicadores? O que tudo isto tem a ver com gestão?
Objetivos e metas andam junto!
Uma das definições de que mais gosto, pela sua simplicidade e objetividade é atribuída a Peter Drucker: “gestão é alcançar resultados através de, e com pessoas”.
Embora este conceito seja antigo, e muito citado, infelizmente nem sempre é compreendido e, consequentemente, aplicado. Uma das principais e mais frequentes confusões conceituais que se faz é confundir OBJETIVO e META.
Quando indago sobre a diferença entre os dois termos, em reuniões e debates, escuto respostas como:
  • “Objetivo é o que eu quero alcançar, e a meta tem a ver com onde vou chegar”;
  • “Objetivo é mais estratégico, e meta é mais operacional”;
  • “Objetivo é abrangente, e meta é mais específico”.
E outras respostas são dadas, parcialmente corretas, insuficientes para esclarecer de forma precisa e efetiva os dois termos, permitindo a obtenção de melhores resultados nas organizações.
Costumo ressaltar que a diferença é simples, e não precisamos ficar fazendo uso de palavreado difícil, que dificulta a compreensão.
Tanto OBJETIVO quanto METAS são alvos, ou seja, pontos onde se quer chegar.
Ambos se relacionam com onde se quer chegar, podem ser abrangentes ou específicos, estratégicos ou operacionais. Eu posso querer aumentar as vendas, viajar para um destino, ou perder peso.
A essência da diferença está em que o OBJETIVO é um alvo qualitativo, enquanto a META é um alvo quantitativo. Em outras palavras, a META é a quantificação de um OBJETIVO. Assim….
  • aumentar vendas é um OBJETIVO. Uma META poderia ser aumentar as vendas em 10%;
  • perder peso é um OBJETIVO. Uma META pode ser perder 10 Kg;
Porém, uma META, para ficar completa, precisa de uma referencia temporal. Se eu apenas focar em perder 10Kg, corro o risco de passar a vida inteira correndo atrás da meta, e não alcançá-la.
A referência temporal é um nome complicado para uma coisa simples: PRAZO!
Se eu definir um PRAZO em que eu pretendo perder 10Kg, vou possibilitar que se faça gerenciamento, isto é, o comparativo. Por exemplo, se eu definir o prazo de 6 meses, e, findo este período, não tiver perdido, os 10Kg, o resultado não terá sido alcançado.
Somente o número desejado, associado a um prazo, torna uma META completa.
E qual o papel de indicador nesta história?
O indicador será o índice utilizado para indicar o número que vai compor a meta.
Então vejamos um exemplo completo:
  • OBJETIVO: quero ficar rico;
  • INDICADOR: total de capital investido em ações (ou poupança);
  • PRAZO: 10 anos à frente (2022)
  • META: ter R$ 1.000.000,00 aplicado em ações
Assim, toda vez que você ouvir alguém dizer que a meta é satisfazer o cliente, corrija! Isto é apenas um mero objetivo.