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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Black Fraude: 12 Dicas para não cair nesse golpe

Na época da Black Friday é muito importante ficar atento para não cair em golpes que recebem a alcunha de Black Fraude.
Qualquer tipo de ‘truque’ que tire vantagem do consumidor e que não ofereça descontos verdadeiros pode ser interpretado como um golpe que usa a campanha de descontos Black Friday como fachada.
Já faz alguns anos que a tradição das liquidações de novembro, iniciada nos Estados Unidos, chegou ao Brasil.
Contudo, os consumidores não têm só motivos para comemorar, pois algumas empresas agem de maneira ilícita subindo o preço de alguns produtos semanas antes do dia do desconto para que pareça que estão reduzindo os preços quando na verdade não diminuíram nenhum centavo entre outros golpes.
Confira 12 dicas para evitar cair na Black Fraude e aproveite os descontos de verdade!

1 – Saiba o que você quer comprar

Infelizmente não se pode confiar nos anúncios das lojas e para ter certeza de que está realmente pagando menos é essencial definir e pesquisar com antecedência os produtos que irá comprar.
Tendo uma ideia do que pretende comprar é possível conferir o preço desses itens semanas antes da Black Friday e assim reconhecer os descontos reais.
2 – Prefira pagar com o cartão de crédito
Parece estranho ler uma dica para pagar com cartão de crédito?
Pois, saiba que se algo der errado na sua compra e você descobrir que foi ludibriado pela Black Fraude poderá contará com a estrutura do seu banco para cancelar o pedido.
Muitas lojas virtuais oferecem descontos para pagamento à vista no boleto bancário, contudo, essa opção reduz as possibilidades de devolução e ressarcimento na prática.
3 – Atenção às letrinhas pequenas
Embora não possa ser exatamente encarado como uma Black Fraude algumas lojas aproveitam a época de liquidação para alterar as suas políticas de troca e devolução.
Antes de concluir a compra é fundamental que o consumidor leia com atenção todas as condições para saber como será feito o pagamento e se poderá trocar o item caso seja necessário.
4 – Escolha a loja com cuidado
Seja uma loja física ou uma loja virtual é fundamental que antes da compra o consumidor faça uma pesquisa em sites como o Reclame Aqui.
Verifique qual é a avaliação e os comentários disponíveis na web a respeito da loja em que você pretende fazer o seu investimento.

Peças indicações para os seus amigos e conhecidos também.
5 – Cuidado com promoções muito genéricas
Muitas lojas, físicas e virtuais, usam promoções genéricas como ‘Até 70% de desconto’ para atrair os consumidores que acabam se deparando com apenas um ou dois itens com desconto de verdade.
A dica é evitar esse tipo de loja, mas no caso de entrar e se sentir lesado saiba que indicações como ‘70% de desconto’ na vitrine sem discriminação dos itens pode ser interpretada como uma promoção que se aplica a todos os produtos dentro da loja.
Exija os seus direitos para ajudar a acabar com as artimanhas da Black Fraude!
6 – Evite links enviados por e-mail
Sabendo do potencial da Black Friday para atrair internautas, muitos hackers criam e-mail marketing falsos como se fossem de lojas virtuais.
Evite clicar em links enviados por e-mail, se gostar de algo procure o site da loja por um buscador evitando clicar num link que pode ser malicioso.
Observe se a extensão do link corresponde a loja virtual em que você deseja fazer as suas compras.
Na dúvida delete o e-mail.

7 – Cuidado com pagamentos por depósito bancário

Ao chegar a um site que tem como única forma de pagamento depósito bancário é fundamental que o consumidor fique atento.
No caso de realmente desejar efetuar a compra é importante verificar em nome de quem está a conta para depósito.
Se o nome do titular não tiver nenhuma ligação com a loja é melhor não realizar o negócio.
Lembre-se de nesse tipo de compra tirar prints da tela do site, guardar e-mails e o comprovante de depósito caso seja necessário.
8 – Cadastre-se antes na loja
Você já tem uma ideia do que deseja comprar e em qual loja?
Para evitar perder a sua compra dos sonhos por questão de minutos (sim, isso acontece em muitas lojas virtuais brasileiras!) faça o seu cadastro com antecedência.
Já tendo um login e senha de acesso será muito mais rápido entrar no site quando a Black Friday tiver início e colocar os seus produtos no seu carrinho.
9 – Verifique se a loja existe de verdade
São tantas lojas que aparecem na época da Black Friday com descontos fabulosos que alguns consumidores podem acabar caindo no truque das lojas fantasma, lojas que não existem de verdade.
Mesmo que a promoção em questão seja irresistível é importante que o consumidor tire alguns minutos para verificar se o CNPJ da loja realmente existe e está regular.
Uma dica para fazer essa verificação é o site Você Consulta Empresas que estará online durante o período da Black Friday.
10 – Se possível compre na loja física
O ambiente digital de compras se torna mais perigoso durante a fase de Black Friday pelo aumento significativo de tráfego de compradores.

Se o item que você deseja pode ser encontrado tanto numa loja virtual como em lojas físicas recomendamos que seja escolhida a segunda opção.
Assim você se expõe a menos riscos online.
11 – Troque informações
Durante a época da Black Friday você pode aproveitar para organizar grupos com seus amigos que também estão em busca de bons descontos.
Crie uma rede de troca de informações, mais pessoas conseguem encontrar descontos melhores porque terão pesquisado mais lojas.
12 – Cuidado com as compras por impulso
Como já dissemos acima algumas lojas alteram a sua política de troca e devolução de itens durante a Black Friday de maneira que mais consumidores se veem numa situação difícil quando percebem que fizeram uma compra por impulso.
A melhor dica que podemos te dar para fugir da Black Fraude é pensar bem antes de fechar o negócio.
Primeiro considere se você realmente precisa do item em questão e depois se o valor realmente cabe no seu orçamento.
Pronto para fugir da Black Fraude e aproveitar ao máximo os descontos da Black Friday?
Copiado: http://www.sitedebelezaemoda.com.br

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Fraude no Trabalho: Como Combater Essa Prática

A impunidade em crimes de corrupção não vem de hoje e, infelizmente, convivemos com ela todos os dias. É só vermos os jornais para, vez ou outra, nos depararmos com os escândalos que envolvem diversos membros da classe política brasileira. No entanto, a falta de ética não é uma exclusividade do ambiente político. 
Ela também pode ocorrer nas empresas, podendo passar despercebida por muito tempo… até a bomba estourar.
Tão perto de nós, a falta de ética no trabalho se constitui numa situação presente nas empresas. Pelo menos é o que nos levam a crer estatísticas numa recente pesquisa da KPMG sobre corrupção empresarial, realizada com 500 altos executivos. O levantamento aponta que 55% dos empresários disseram ter sido vítimas de fraudes nos últimos 15 meses, enquanto 62% acreditam que sua empresa poderia fazer parte de um ato corrupto.
Mas o que contribui para que os profissionais cometam atos fraudulentos? O administrador Antonio Gesteira, sócio-diretor da Forensic Services e Consultoria de Riscos da KPMG no Brasil, indica que um dos motivos da fraude no ambiente de trabalho está relacionado à pressão por resultados, metas agressivas e o retorno financeiro associado a atingir um determinado número do orçamento.
“Em alguns casos, a motivação para cometer uma fraude, além do risco de perder o emprego, pode vir acompanhada da possibilidade de ganho financeiro. A ausência de controles internos nas empresas promove a adoção de práticas de corrupção, suborno ou até mesmo adulteração de resultados nos sistemas contábeis, financeiros e de tributos. A fraude, na maioria dos casos, depende não só de uma, mas de um grupo de pessoas, considerando os aspectos da delegação de poder e conflito de segregação de funções”, destaca Antonio Gesteira.

Fraudes mais comuns nas empresas


Sendo, infelizmente, um tipo de crime comum no mundo dos negócios, a fraude pode ocorrer das mais variadas formas e ter diversas finalidades. A especialista Flavia Oliveira, da AFO Advocacia, aponta que “as principais fraudes no ambiente de trabalho são praticadas em concordância entre subordinados e chefia para vantagens pessoais”. Ela cita oito tipos de fraudes:
1. Plano ou acordo com um concorrente em relação a preços, licitações, descontos, promoções, abatimentos e termos e condições de vendas;
2. Planos ou acordos com concorrentes para repartir clientes, demarcar territórios, controlar ou limitar a produção ou as pesquisas;
3. Planos ou acordos com concorrentes com a finalidade de se abster de fazer negócios com determinada empresa ou restringir seus negócios com essa empresa; 
4. Acordos de vendas casadas;
5. Contratos com exigência de exclusividade;
6. Vendas abaixo do custo; 
7. Fraudes contábeis, como manipulação, falsificação ou alteração de registros ou documentos, de modo a alterar os registros de ativos, passivos e resultados; apropriação indébita de ativos; supressão ou omissão de transações nos registros contábeis; registro de transações sem comprovação e adoção de práticas contábeis inadequadas; 
8. Suborno de fornecedores para a compra de materiais ou aprovação de materiais no controle de qualidade.

Consequências e combate

Como a maioria das práticas criminosas, a fraude numa empresa, mais cedo ou mais tarde, vem à tona. E, em decorrência disso, quem protagoniza essas ações acaba respondendo por isso, tanto perante a justiça, como diante da própria empresa, por meio da demissão por justa causa. No entanto, algumas companhias optam por não tomar medidas legais ou mesmo qualificar como justa causa a demissão do profissional. “Muitas vezes, as empresas não usam a justa causa com medo da exposição negativa”, afirma o especialista Paul Peter Boilesen, expert em combate a fraudes.

Percebe-se, então, que com a fraude, tanto perde o profissional quanto a empresa. A imagem de ambos fica comprometida e há também que se arcar com os danos financeiros e de relações de negócios, que podem ser devastadores. Daí vem a importância do combate e prevenção a essa prática. “A principal forma de combate às práticas fraudulentas é pela cultura empresarial, disseminando de forma consistente campanhas contra as pequenas atitudes, às fraudes mais comuns e cotidianas, assim criando um ambiente que inibe tais ações”, esclarece Fernando Segato, sócio da Hallx Auditoria, Consultoria e M&A (Saiba mais no box ao lado).

O incentivo a uma construção ou reforço da cultura corporativa é essencial para a promoção da ética e da transparência das relações e práticas empresariais. Companhias e profissionais bem sucedidos são reconhecidos tanto por sua competência como pela honestidade de suas atitudes e é isso que possibilita a construção da confiança e do reconhecimento por parte dos clientes e da sociedade como um todo.

Combatendo as práticas fraudulentas

Com base nas dicas dos especialistas, veja uma lista com algumas atitudes que podem evitar que empresas e profissionais se envolvam em fraudes:
- Estabelecimento de normas de conduta e de ética;
- Prevenção e detecção da fraude por meio da criação de canais anônimos de denúncia;
- Atitudes de transparência partindo da alta gestão;
- Implantação de programas de ética e de controles internos envolvendo todos os profissionais presentes nas relações da companhia;
- Intolerância a “jeitinhos”;
- Manter o compromisso de todos por meio de educação continuada;
- Aplicações de sanções a quem praticar essas ações.

Dica de filme

Enron apresenta a ascensão e queda da corporação do ramo de petróleo e gás natural, principalmente pelas fraudes.
Por:Mayara Chaves,  http://www.administradores.com.br/