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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

DOMINE SEUS SENTIMENTOS OU ALGUÉM FARÁ ISSO POR VOCÊ


Somos ímpares e amamos de forma singular. Há quem defina amor como tempestade, outros como calmaria. Há quem prefira viver com ciclones no estômago, enfrentar turbilhões de sentimentos e perder o controle das situações, enquanto outros preferem a tranquilidade de um amor seguro. E tudo bem! Na verdade, a teoria e forma de amar pouco importam, o que realmente, faz diferença é saber diferenciar um amor que te proporciona paz de um amor que te tira ela.


Amar virou um objetivo de vida. O medo da rejeição, da solidão e de encarar a própria companhia faz com que pessoas incríveis aceitem “qualquer forma de amar”, tornando-se escravos de um sentimento que deveria ser libertador. Gustave Le Bom, psicólogo e sociólogo francês, dizia que “o homem que não sabe dominar os seus instintos, é sempre escravo daqueles que se propõem satisfazê-los”.

Romantismo à parte, as pessoas precisam entender que essa teoria de que nossas emoções são incontroláveis e dominam nossa mente é tão ridícula quanto fraca. Se pensarmos na situação que gerou a emoção, somos capazes de controlar até a dor (e isso não é brincadeira). Resumindo: as emoções dão sentido a nossa vida, mas o controle sobre elas nos dá equilíbrio.

Quando somos capazes de entender nossas emoções e utilizá-las de forma sadia, somos capazes de discernir entre relacionamentos bons de relacionamentos doentios e, isso, já é uma grande coisa.

Saber identificar a maldade alheia, não se envolver com quem não está disposto a amar e dominar os próprios sentimentos são atitudes de quem reconhece o próprio valor e, sabe que, poucas coisas, valem a sua paz.

Você pode se sentir carente, mas isso não te dá o direito de implorar a presença de alguém. Você pode amar muito, mas não pode obrigar o outro a sentir o mesmo. Respeito, limites e bom senso são desenvolvidos no silêncio da alma e não na gritaria do corpo.

Amor é paz. Indiferente da teoria que deram ou da falta de ar que ele traga. Enquanto você for controlado pelas emoções, sua vida será uma montanha russa e seus relacionamentos estarão fadados ao fracasso, já que conviver com pessoas desequilibradas e inconstantes é insuportável.

Ser sensível é diferente de ser carente. Ser impulsivo é diferente de ser corajoso. Falar o que pensa é diferente de ser sincero. Lembre-se que ou você domina os próprios sentimentos ou alguém fará isso por você.


sexta-feira, 8 de março de 2019

A Força e o Poder da Gentileza em Nossas Vidas


Ter uma atitude de gentileza faz bem para o mundo e, principalmente, para quem pratica.

A gentileza faz com que o homem pareça exteriormente,
como deveria ser interiormente.
Jean de la Bruyère

Se há algo com o que tem me proporcionado um profundo inconformismo é a falta de gentileza e amorosidade que estamos vivenciando no mundo. É um “salve-se quem puder” em todos os aspectos de nossas vidas. 

No trânsito, nas relações de trabalho e até mesmo nas relações familiares e nas amizades. Qual foi a última vez que você realmente ouviu um amigo sem estar olhando no celular ou pensando no próximo compromisso que você terá no dia. Estamos nos desconectando de nossa essência e isso é extremamente perigoso! Afinal, sem amor e gentileza a humanidade só irá regredir!

E é por isso que eu lhe pergunto: você é gentil? Sabe realmente o que significa gentileza? Muita gente confunde ser gentil com noções básicas de educação formal. “Sou gentil porque dou o meu lugar para uma pessoa mais velha se sentar. Sou gentil porque cumprimentei meu vizinho no elevador pela manhã…” Claro que essas atitudes são atos de gentileza, mas a essência do sentimento vai muito além de algumas ações formais e automáticas.

Gentileza é a qualidade do que é gentil, do que é amável. Gentileza é uma amabilidade, uma delicadeza praticada pelas pessoas. É uma forma de atenção e de cuidados que torna os relacionamentos mais humanos e menos ríspidos. Quem pratica a gentileza não tem má vontade, não é indiferente, e sim, cuidadosa, distinta e delicada.

Vivemos em um mundo altamente competitivo. Competimos no trabalho, por espaço no trânsito, por atenção nas redes sociais. E assim, vamos nos distanciando da preocupação com o outro, das noções básicas de empatia e gentileza.

No entanto, podemos sempre nos reconectar com esse sentimento. Não é algo simples, mas que, ao fazermos, trazemos enormes benefícios para as nossas vidas e para aqueles que nos rodeiam.
E é isso que vamos abordar neste artigo! Faz a gentileza de me acompanhar?
Correria e competitividade não são opostos da gentileza

Somos seres conectados e interativos. Estamos todos os dias e todas as horas em constante interação e, hoje, por meio das ferramentas de mídias sociais e de comunicação on-line, somos capazes de estar em contato com as pessoas das mais variadas localidades. Porém, apesar dessa constante interatividade, o que vemos é que as relações interpessoais próximas parecem cada vez mais superficiais, e, consequentemente, palavras como cortesia, empatia e amabilidade afiguram-se mais distantes de nossa realidade.

A impressão que nos fica é que a vida moderna, repleta de competitividade e escassa de tempo, dificulta as relações de gentileza e delicadeza. Afinal, como ser gentil enquanto enfrentamos o trânsito caótico das grandes cidades?  Como ter tempo e paciência para ouvir o outro em um dia a dia tão cheio de tarefas e obrigações?

Para reforçar essa imagem, no meio corporativo, muitas vezes, atitudes duras e arrogantes são até consideradas necessárias para alcançarmos o respeito profissional. Em um mundo cada vez mais apressado e competitivo, é comum as pessoas acreditarem que a agressividade é o caminho mais rápido para o sucesso.

Mas será que atitudes arrogantes e agressivas conquistam a confiança alheia e garantem o sucesso em longo prazo?

No livro “O Poder da Gentileza”, Linda Kaplan Thaler e Robin Koval mostram que não. Executivas de uma das mais prósperas agências de publicidade dos Estados Unidos, elas descobriram cedo que ser gentil é tão importante quanto ser eficiente.

É claro que amabilidade apenas não basta, pois trabalho duro, inteligência e talento também são essenciais.  Contudo, segundo as autoras, ser delicado e atencioso, em vez de egoísta e grosseiro, pode impulsionar sua carreira muito além do resultado mais imediato e mais importante: tornar a vida de todos mais agradável.

A partir de exemplos reais, a obra analisa o impacto positivo que a gentileza tem para cada um de nós, bem como as vantagens empresariais de se adotar uma cultura da simpatia, com menor rotatividade, menores custos de recrutamento e maior produtividade.
Ser gentil é bom para você!

E tratar bem as outras pessoas não é apenas um ato de educação ou uma vantagem profissional. É algo que também é bom para sua saúde e sua vitalidade.

Pelo menos é o que afirma a pesquisadora de psicologia, Barbara Fredrickson, autora do livro Love 2.0: Transformando Felicidade e Saúde em Momentos de Conexão. Ela estuda como os “micromomentos” de conexão com os outros, como compartilhar um sorriso ou expressar preocupação, melhoram a resiliência emocional e reduzem a susceptibilidade à depressão e à ansiedade.

Na visão de Fredrickson, nossas psiques precisam de conexão humana afirmativa da mesma forma que nossos corpos precisam de alimento saudável.
“Momentos de elevação e emoções positivas funcionam como nutrientes para a criatividade, crescimento e saúde”, diz.
Por isso, ao sermos gentis e buscarmos a empatia e a amorosidade em nossas relações, estamos fazendo bem para nós mesmos!


Estudo realizado pela professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, demonstrou que a gentileza pode nos deixar mais felizes. Ela pediu a um grupo que praticasse atitudes gentis durante dez semanas e verificou que a felicidade aumentou consideravelmente no período do estudo.

Isso porque a gentileza está ligada ao gene que libera a dopamina, o neurotransmissor que proporciona bem-estar. Por isso, aqueles que ajudam os outros regularmente têm mais saúde mental e menos depressão. Pessoas solidárias têm menos probabilidade de sofrer de doenças crônicas, e seu sistema imunológico tende a ser melhor, pois existe uma relação direta entre bem-estar, felicidade e saúde.

Pessoas gentis não são individualistas, respeitam o trabalho do colega, razão pela qual chegam mais longe, já que abrem caminhos de comunicação com os outros e se tornam mais acessíveis.
E agir assim pode ser muito mais fácil do que parece. Afinal, ao contrário do que muitos pensam, a gentileza não é uma escolha, mas sim, um instinto natural do ser humano.

Uma teoria publicada pelo professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé (EUA), chamada de “sobrevivência do mais gentil”, afirma que a espécie humana sobreviveu graças à gentileza. Segundo Bowles, os grupos altruístas cooperam e colaboram mais para o bem-estar do próximo e da comunidade, a fim de garantir a sobrevivência.

Por outro lado, as pessoas aprendem a ser egoístas e escolhem esta atitude em determinadas situações.

Um dos principais exemplos disso é um experimento realizado em 2012 por professores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Com o objetivo de descobrir se a natureza humana é egoísta ou gentil, os pesquisadores recrutaram universitários e os dividiram em grupos de quatro. Cada estudante recebeu uma quantia de dinheiro e teve a opção de separar um pouco do valor para ser multiplicado e distribuído entre o restante dos participantes. Os participantes ganhariam algo, mesmo sem compartilhar, mas, apesar da tentação de ser egoísta, a maioria das pessoas escolheu por contribuir com o restante.

A gentileza vai além:  em um estudo realizado por psicólogos da Universidade Yale, nos Estados Unidos, afirma-se que o primeiro instinto das pessoas é cuidar e salvar os outros. Os pesquisadores entrevistaram várias pessoas que tinham se arriscado por desconhecidos. “A maioria das pessoas acredita que somos instintivamente egoístas, mas nossos experimentos mostram que, quando as pessoas dependem de seus instintos, elas são mais cooperativas”, explicou o psicólogo David Rand, de Yale.

Os pesquisadores sugerem ainda que o egoísmo se evidencia quando as pessoas param para pensar antes de tomar uma atitude. Ou seja, a gentileza faz parte do instinto, o egoísmo é uma escolha.
Mas, se ser gentil é nosso instinto, por que observamos cada vez menos atitudes de amorosidade?
A resposta pode estar em mecanismo do nosso cérebro que contém um viés de negatividade.
Para nos proteger do perigo que nos espreita diariamente, seja pela violência das grandes cidades, ou pela competitividade extrema, nosso cérebro mantém nossos comportamentos de sobrevivência primários rotineiramente acionados. Desse modo, vivemos em um estado de escassez fundamental, que nos impele a uma tendência de autofoco. Nós começamos a acreditar no “sou eu ou eles.” Todo o tempo.

Sob este tipo de pressão, a própria ideia de ser gentil – manter as necessidades e sentimentos dos outros em mente, mostrando cuidado e empatia – pode começar a parecer um luxo ou até mesmo tolice.

Felizmente, porém, podemos cortar essas tendências automáticas construindo conscientemente novos hábitos mentais. “O cérebro tem a habilidade maravilhosa de tornar as coisas automáticas”, diz o PhD no tema, o psicólogo Elisha Goldstein. “Quando você tem consciência de que você quer ser gentil, e então você pratica, você está essencialmente reconectando a parte compassiva de sua mente.”
E é exatamente o ato de se concentrar nos outros o que pode reduzir nossas ansiedades e nos tirar desse estado de alerta constante.

Portanto, se começarmos a pensar mais no outro e menos em nós mesmos, vamos nos conectar com aquele instinto mais primitivo de sobrevivência do mais gentil e passar a viver com menos ansiedade e estresse. E os frutos dessa atitude só tendem a melhorar e beneficiá-lo, explica Goldstein.
“A bondade fica mais fácil com a prática.” Quando somos bons com os outros, diz Goldstein, nossos hábitos mentais de escassez, negatividade e rigidez começam a mudar. Tornamo-nos cada vez menos preocupados em obter nossa parte e mais interessados em ajudar os outros.
Faça o teste! Pratique a gentileza e você verá que todo o carinho e afeto que você proporciona voltam em dobro para você mesmo!


O vírus contagioso da gentileza
 Com certeza você já deve ter ouvido o ditado –  gentileza gera gentileza. E é exatamente nisso em que acredito! Vejo que a gentileza é como um “vírus” contagioso do bem: quanto mais gentis somos, mais nossa vida fica melhor e mais alegre, e mais pessoas ao nosso redor passam a agir da mesma maneira!


Ser gentil é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. É uma atitude muito mais sofisticada e profundada que ser educado. Conheço muita gente que segue todas as regras de etiqueta e de educação em um jantar sofisticado, mas que é incapaz de dar um sorriso sincero ao manobrista, no momento de pegar o carro. Ser gentil tem ligação com o caráter, com valores e ética.
Pessoas gentis tentam se colocar no lugar do outro, são bons ouvintes e praticam a arte da paciência. Além disso, são capazes de pedir desculpas, quando descobrem que erraram, são solidárias e companheiras. Procuram analisar as situações e serem justas. São capazes de resolver muitos conflitos, somente com seu jeito de ser.

Quem é verdadeiramente gentil o é em casa com seus familiares, com seus amigos, com seu chefe, mas também com subalternos. Ser gentil só com quem pode lhe proporcionar algo em troca não é gentileza, é interesse!

Dizem que o favor é feito com o cérebro, e a gentileza com o coração, ou seja, ser gentil não é um gesto planejado.

Seja gentil com as pessoas, e elas, provavelmente, serão gentis com você também. Como disse Shakespeare: “Eu aprendi que ser gentil é mais importante do que estar certo”.
Eu realmente acredito no poder da gentileza e busco praticá-la todos os dias da minha vida. E percebo como um simples sorriso tem o poder de realizar mudanças! Por isso, agora lhe lanço um desafio. Ao longo do dia, elogie alguém que trabalha com você e fez um bom serviço, abrace com força e carinho seu par, filhos ou pais, ouça com atenção quando alguém lhe procurar com um problema.  Pratique a empatia e a gentileza!

E é por acreditar no poder transformador da gentileza lhe convido a praticarem essa atitude, levando uma vida com mais
amorosidade e atenção ao próximo. Tente fazer isso ao menos por uma semana e verá os resultados maravilhosos que vai colher em sua vida!

Copiado: http://www.renataspallicci.com.br

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Felicidade e Competência não se Terceiriza

A terceirização se revela como uma das alternativas para se obter uma maior produtividade quando o objetivo é produzir mais com menos. Porém, quando o propósito é ser mais feliz ou aumentar a competência, a terceirização parece não ser o melhor caminho. 
A felicidade e a competência começam dentro de nós e são atributos de nossa inteira responsabilidade.
A altitude que um indivíduo poderá alcançar é diretamente proporcional à sua atitude. A grandeza humana está em assumir e não em “sumir” da responsabilidade por seus erros e fracassos. 
Grandes realizações estão reservadas para as pessoas de ação; elas não permitem que a ‘paralisia’ das desculpas e do medo as dominem, e se permitem errar e aprender com seus erros com a certeza de que eles não existem, existem apenas resultados.

A construção de todos os nossos recursos mentais e físicos é feita a partir de imagens mentais, diálogos internos, sensações e sentimentos. O sucesso começa em sua atitude. Outras pessoas e as circunstâncias só produzem em nós o que permitimos. Dez por cento de nossas mazelas são produtos do que nos acontece, os noventa por cento restantes são produtos de nossa interpretação dos fatos. 
A ‘síndrome do coitadinho’ e a autopiedade podem servir muito bem para chamar a atenção de outras pessoas, porém, o seu custo é a perda da autoconfiança, autorrespeito e do respeito dos que nos cercam.
O ser humano é como um computador que veio ao mundo sem o manual de usuário. Aprende-se novos comportamentos e apreende-se novos conhecimentos, observando, experimentando e modelando comportamentos bem sucedidos. 
A vida é curta para aprendermos somente através de nossas tentativas, erros e acertos. É sábio aprender a partir das experiências alheias.
O tempo vale mais do que o dinheiro. Valer-se de consultores, mentores e coaching, é um excelente atalho para a prosperidade. 
As ciências se multiplicaram neste último século de tal maneira que conhecimento e experiência, que outrora eram recursos caros e escassos, tornaram-se abundantes e relativamente baratos. Se você ainda os acha caros, com certeza ainda desconhece o quanto valem.
A intensidade de nossa vontade é o que determina até aonde podemos chegar. A ação é proporcional ao quanto desejamos o sucesso. Nosso cérebro é um mecanismo cibernético na busca de objetivos. Segundo a Wikipédia: “a cibernética é a ciência da comunicação e do controle, seja nos seres vivos, ou seja nas máquinas. 
A comunicação é que torna os sistemas integrados e coerentes, e o controle é que regula o seu comportamento”.
Defina seu estágio atual, os problemas que está enfrentando, as dificuldades e insatisfações, e o estado desejado. Também pense sobre onde estará e como estará se sentindo quando alcançar os seus objetivos.

É um passo muito importante para a sua vitória, escrever as suas metas e lê-las três vezes ao dia, antes do café da manhã, antes do almoço e antes de dormir, acrescidas das palavras: “Eu quero!” (ação),“Eu posso!” (habilidades) “Eu mereço!”, “Eu me permito!” (crenças). 
Seus limites são determinados pelas suas crenças. Se você acredita que é capaz de fazer alguma coisa ou que não é capaz, em qualquer caso está certo.
Por:  Soeli de Oliveira - https://www.campograndenews.com.br

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Como Ser Mãe no Mundo Corporativo

Ser mãe nos dias de hoje não é tarefa fácil. A mulher atual tem que dividir seu tempo entre os filhos e a carreira. Pode parecer algo comum e já resolvido pela sociedade. No entanto, muitas mulheres que desejam a maternidade ainda enfrentam o monstro do preconceito.
O estudo Mulheres e o Mundo Corporativo publicado pela empresa de recrutamento Robert Half no ano passado revela que mesmo com novos valores sendo disseminados, algumas empresas ainda têm certo receio de contratar ou permanecer com as colaboradoras após o período de licença-maternidade.
Feito com 293 profissionais, o levantamento aponta que 27% das mulheres têm dificuldades de retomar o cargo depois da licença-maternidade e 64% das entrevistadas afirmam não receber os benefícios específicos como licença-maternidade estendida, auxílio creche e berçário.
Mesmo diante desse quadro pouco favorável, as mulheres podem ter e manter uma posição de destaque em seus trabalhos sendo mães ao seguir alguns passos importantes.
Em qualquer ocasião, a gravidez deve ser planejada. Trazer uma criança ao mundo é assumir uma responsabilidade vitalícia. Planeje e escolha o melhor momento na vida pessoal e profissional. No entanto, imprevistos acontecem. Não se desespere. Você terá 9 meses para se preparar.
A gravidez traz mudanças tanto no campo profissional como no pessoal e você deve procurar tomar consciência desse momento de transformação na sua vida e atestar o aumento da sua potência após a maternidade.
Afinal de contas, você protagonizou o milagre da vida. É sério e importante analisar o que significa esse momento e sentir essa sensação. Essa é a sua grande força para validar o quanto é possível ser mãe e executiva, superando os obstáculos que possam surgir. Atitude é fundamental.
A pressão por parte dos empregadores vai existir. Para superar este obstáculo é preciso estar consciente e segura de que você agora pode ser mais forte, mais madura e posicionar-se com serenidade em qualquer situação de enfrentamento. No calor do dia a dia, isso deve ser sempre lembrado. É treino.
Outro ponto importante: ao comunicar a gravidez ao chefe, mostre que nada mudará em relação a sua performance. Uma mulher feliz e realizada certamente trabalhará melhor, uma vez que a gravidez pode tornar-se uma grande inspiração para as mulheres que a desejam, o que consequentemente influencia positivamente no desempenho do trabalho realizado.
Não se prive desse direito, mas pense e converse com outras mães executivas para construir sua teia de segurança no trabalho e aproveite esse período. É mágico.
Copiado: http://reginanogueira.com.br

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

AMOR NO AMBIENTE PROFISSIONAL

O ambiente de trabalho é propício para estreitar contatos pessoais. Afinal, ali passamos a maior parte do dia. Almoços frequentes com colegas, happy hour, festas de aniversário, encontros de fim de ano... Os ventos sopram a favor de tornar as relações mais íntimas e assim fazer dos colegas, amigos.
Mas nem sempre essa intimidade para na amizade. Os envolvimentos afetivos ou sexuais são mais frequentes do que podemos imaginar. O espaço restrito do escritório e a possibilidade da convivência diária estimulam os movimentos sedutores: uma brincadeira aqui, um elogio ali, um esbarrão "sem querer", convites para o café, demonstrações de interesse pela vida pessoal do outro. Está pronto o clima para que algo mais comece a se desenrolar.
SEPARANDO ESTAÇÕES
A questão delicada não está no fato do envolvimento em si, afinal somos humanos, vulneráveis e desejosos de estabalecer contato íntimo. A afeição, a atração física e os motivos individuais que nos levam a buscar esses contatos são sempre legítimos sob o ponto de vista de cada um.
O ponto delicado está em saber se existe maturidade suficiente para não misturar estações no ambiente de trabalho. O envolvimento com um colega, um chefe ou mesmo com um cliente pode ser desastroso caso se comece a privilegiar o relacionamento em detrimento dos compromissos profissionais.
Essas relações passam a ser "perigosas" à medida que você:
  • Começa a perder o foco de suas obrigações
  • Passa mais tempo se comunicando de alguma forma com a pessoa do que se dedicando ao trabalho
  • Se incomoda quando alguém se aproxima mais da pessoa com quem você está envolvido
  • Passa a ir para o trabalho para estar junto dessa pessoa e não para trabalhar efetivamente
  • Se distancia dos outros colegas, deixando de interagir socialmente
  • Se comporta de forma que dá margem a comentários que causam desconforto não apenas ao casal, mas aos colegas

PRESERVE SEU EMPREGO

Não é à toa que algumas empresas preferem não contratar marido e mulher e que inibam namoros entre seus colaboradores. Pois conseguir separar questões pessoais no ambiente de trabalho nem sempre é uma tarefa fácil para os envolvidos. Por outro lado, como conseguir impedir um sentimento, um desejo?
É preciso que os envolvidos tenham plena consciência de suas limitações. Que façam acordos entre si, de forma a impedir que esse relacionamento, seja ele temporário ou com a intenção de ser duradouro, acabe comprometendo seu desenvolvimento profissional, uma carreira ou até mesmo o próprio emprego.
Saber separar vida pessoal de vida profissional é imperativo mesmo sem envolvimento no ambiente de trabalho. E mais ainda quando esse envolvimento existe.

Se você tem ou está prestes a se envolver com alguém de seu trabalho, considere alguns tópicos importantes se quiser preservar seu emprego sem riscos:
  1. Nunca discuta a relação nas dependências da empresa
  2. E-mails e torpedos devem ser evitados
  3. Não deixe que questões difíceis entre vocês interfiram no bom desempenho profissional
  4. Mesmo que o relacionamento seja público, evite situações de intimidade física, por mais discretas que sejam
  5. Fique atento para jamais acreditar que está numa situação privilegiada por estar envolvido ou namorando alguém de destaque, sob pena de ter questionada sua competência profissional.
Se você quiser que sua vida afetiva não perca o brilho, procure encontrar o distanciamento necessário no ambiente de trabalho. Seja essencialmente profissional, procurando abstrair ao máximo a condição de intimidade que se estabeleceu entre vocês. Dessa forma, quando estiverem juntos fora da empresa, essa intimidade terá espaço para se concretizar.
Por: Célia Lima: http://www.personare.com.br/

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Por Que Não Elogiamos Mais?

Em 2014 eu e o Matheus viajamos para Nova Iorque. Lá, andando por um dos parques que visitamos, uma mulher com seus 30 e poucos anos passou por mim e me disse (em inglês, ok?!): “Camiseta legal! Amei!”. Uma pessoa, desconhecida, falou comigo no meio do nada para dizer que a minha camiseta era bonita?! Como assim?
Uma atitude tão simples e amável como esta me fez pensar sobre como não costumávamos fazer esse tipo de coisa por aqui. Nós deveríamos fazer isto, não é?! Em conversa comigo mesma lembrei que algo parecido nunca havia acontecido comigo em 24 anos vivendo no Brasil. 
Aquela mulher que passou por mim me elogiou sem receber nada além de um sorriso amarelo e um “Muito obrigada” um pouco desorientado. Pense comigo, o que ela tinha a ganhar com aquilo?
Vemos muita gente fazendo coisas pensando no que vão obter em troca. Eu mesma muitas vezes o faço —mesmo que não queira. Estamos sempre pensando em ganhar, ganhar e ganhar, qualquer coisa de e qualquer forma. Por exemplo, no trabalho, você ajudaria alguém mesmo sem receber nada (nem reconhecimento) em troca? Você já ajudou alguém sem pedir nada em retorno? Por “sem pedir nada em troca” eu quero dizer sem que você tenha ficado chateado se ajudou alguém, alguma vez, e depois pediu ajuda para este mesmo alguém e ele não pode lhe ajudar.
Acho raro que isto aconteça. Quantas vezes ajudamos sem pedir nada em troca na hora, mas cobramos este favor lá na frente? E isto acontece com a ajuda, com o elogio, com comportamentos, tudo! Nós não estamos pensando apenas no bem do outro quando somos cordiais com alguém, estamos esperando que esta pessoa seja cordial conosco. É claro, seria ótimo se todos pensassem no próximo e fossem sempre solícitos e prestativos. Porém, não quero focar nisso, porque rende uma dissertação e não um pequeno artigo.

Faça sem esperar nada em troca

Quero focar em como não estamos preparados, muitas vezes, para fazer algo pelo outro sem receber. Como sempre queremos algo em troca. Este pensamento nos leva a trilhar um caminho numa vida cheia de isolamento, tristeza e egoísmo. Nós deixamos de nos aproximar de outro ser humano apenas porque não vemos nenhuma vantagem imediata. Por que eu elogiaria aquela pessoa se nunca mais vou vê-la? Por que vou ajudar um cego à atravessar a rua se vou perder meu assento no ponto de ônibus?
Vamos pensar: quantas vezes você elogiou alguém ou algo que alguém fez nos últimos tempos? Se você consegue contar nos dedos, bom, é triste. Sabe por que? Porque eu sei que a chave da maior parte dos relacionamentos está na admiração sincera que temos pelos outros, no interesse que demonstramos a respeito deles. Mas não somente por isto, mas pelo ato de altruísmo que isto representa. Pelo tanto de alegria que você deixou de espalhar. Lembra que no meu texto sobre críticas eu falei “se não tem nada de bom para falar, cale-se”, bem, aqui eu digo o contrário: “se tem algo de bom para falar, fale!”.

Um pequeno elogio pode transformar

Um elogio pode tornar o dia de alguém mais feliz, mais leve, melhorar o humor daquele ser humano que você acabou de elogiar. É legal ser elogiado, não é?! Por que não fazer isto de graça, sem buscar nada em troca? Somente para deixar o dia de alguém melhor. Não precisa ser um grande elogio, só precisa ser sincero. O que te impede de elogiar o óculos de uma pessoa que está te atendendo no fast food? Ou de perguntar para alguém onde foi que ele/ela fez aquela tatuagem massa? Ou de dizer que você amou o trabalho do outro (mesmo que ele seja seu concorrente)? Você tem vergonha de fazer isto? Você tem vergonha de fazer o outro sentir-se melhor sobre ele mesmo?
Faz bem fazer bem. Faz bem ao outro e para você mesmo. Além da parte altruísta, você já percebeu o quanto de benefícios elogiar alguém pode lhe trazer? Quando eu elogio meus colegas fotógrafos (que muitos poderiam ver como meus concorrentes) eles se abrem para mim tanto quanto eu me abro para eles. Eu encontro amigos além de colegas de profissão. É uma troca, uma porta que se abre. Quando eu elogio alguém que está me atendendo em qualquer lugar que seja eu recebo um sorriso de volta. Quando eu elogio meus amigos, minha família, eu recebo amor. É uma troca de energias, uma troca de coisas boas! Tem coisa melhor do que sentir-se feliz por partilhar felicidade com os outros?
Sabe aquilo que dizem sobre “faça coisas boas e você atrairá coisas boas”? É verdade, seja bom com os outros e você receberá bondade em dobro. Seja gentil, elogie alguém e você será inundado por gentilezas e elogios. Quanto mais você se cercar de energias positivas, mais energia positiva você terá, e mais capacidade terá de partilhar isto com o próximo, de tornar a sua vida e a vida dos outros melhor.

Vamos espalhar sorrisos?

Antes de terminar este texto, posso tomar a liberdade de te fazer um desafio? Vamos elogiar alguém todos os dias durante um mês? Não precisa ser a mesma pessoa, pode ser qualquer um. Pode ser um elogio a alguém que faz parte da sua rotina, alguém que você encontrou na rua (não vale chamar de gostosa, linda ou assoviar, ok?!), ou até mesmo alguém aqui do mundo virtual!
Está enferrujado e não sabe como começar a elogiar? Vem cá que eu te ajudo: Comente na foto de um amigo que você não vê há anos. Pergunte a opinião de alguém sobre algo que gostaria de saber – e considere-a. Diga a um colega o quanto você admira a alegria com que ele cumprimenta a equipe pela manhã. Elogie o atendimento de alguém que lhe atendeu bem numa loja. Fale para o seu esposo ou sua esposa o quanto você gosta da forma como ele(a) sorri. Conte aos seus pais o quanto você os admira por serem pais e pessoas incríveis. Agradeça às pessoas que estão ao seu lado.
Não importa qual seja o elogio, apenas faça! Tenho certeza que coisas boas irão começar a acontecer na sua vida e que ela, no mínimo, ficará muito mais leve e alegre!
Vamos espalhar coisas boas neste mundo?
Copiado: http://www.laisschulz.com/

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A MAIOR DISTÂNCIA ENTRE DUAS PESSOAS É UM MAL-ENTENDIDO

É frequente deixar que um mal-entendido atrapalhe sentimentos genuínos e sinceros sobre pessoas que nos acompanharam em algum momento de nossa vida. O mundo está cheio de indivíduos que esperam que aqueles que deixaram ir voltem, assim como de gente que não se atreve a voltar, ainda que queira.
Um mal-entendido é gerado a partir do conflito com respeito às intenções, à forma de se comunicar e à maneira de compreender a realidade.
Assim, tal e como escutamos em alguma ocasião:
“Entre o que pensamos, o que queremos dizer, o que acreditamos estar dizendo, o que dizemos, o que queremos ouvir, o que ouvimos, o que acreditamos ter entendido e o que entendemos, existem oito possibilidades de não ser entendido”.

O enorme abismo que se cria por culpa do orgulho
Na gênese de um mal-entendido costumam mediar fatores como o orgulho, o cansaço e a falta de confiança.
Isso faz com que, no momento de interpretar um tom de voz inadequado ou palavras ambíguas, nossos sentidos percebam hostilidade.
Para evitá-lo, é preciso não nos deixarmos levar e valorizar nosso estado e o dos outros antes de criticar.
Habitualmente os conflitos ocorrem de forma mais leve quando estamos de cabeça fria, pois assim evitamos que o orgulho embace nossa razão e emoções, como raiva ou ira, turvem nossa reação diante do fato que gera aquele mal-estar.
A diferença entre o orgulho e a dignidade
É importante diferenciar o orgulho da dignidade. O orgulho é em si mesmo negativo e egoísta, enquanto que a dignidade é o fundamento do respeito.
O orgulho prima em excesso a consideração das opiniões, crenças ou sentimentos próprios. Porém, a dignidade busca um equilíbrio que estabeleça certos limites emocionais que protejam o “eu”.
A dignidade pretende encontrar um equilíbrio e igualdade entre as opiniões, sentimentos e comportamentos, o orgulho busca ficar sempre por cima.

O êxito do entendimento

Não é fácil se entender quando nossas motivações comunicativas respondem a diferentes realidades.
Podemos repetir o que pensamos ou sentimos, mas pode acontecer que a outra pessoa não entenda o que pretendemos transmitir.
Isso não significa que a pessoa receptora em questão seja ruim, mas pode ter uma perspectiva muito diferente.
Cada parte busca reafirmar seus sentimentos, opiniões e crenças e isso supõe um obstáculo na hora de favorecer um entendimento.
Não podemos controlar 100% das variáveis que influenciam em uma boa comunicação. Sempre será bom que contemplemos de uma distância emocional o que pode estar controlando a situação de intercâmbio concreta.
Devemos basear nossas atitudes no respeito e na consideração por nós mesmos e pelos outros.

Ser responsáveis pelo que dizemos

A possibilidade e força da raiva e do mal-entendido são proporcionais ao grau de implicação emocional que o assunto e a relação em questão nos supõem.
Quanto mais unidos nos sintamos, mais importante será o preparo e interpretação feitos de nossa mensagem. Assim também será a nossa conclusão sobre a mensagem do outro.
Cada pessoa terá que gerenciar e interpretar as palavras em relação aos laços afetivos que as une, assim como às expectativas, aos interesses próprios e ao seu estado pessoal.
Neste ponto é essencial ressaltar a importância de não cair no mal-estar gerado pelas atribuições e tormentas alheias.
Ou seja, temos que evitar que nos conduzam a um tornado emocional e nos afoguem no turbilhão do manifestante automático.
Os mal-entendidos são muito dolorosos quando as interpretações feitas são baseadas em atribuições intencionais e emocionais negativas para com a outra pessoa ou para com os demais.
O melhor é tomar distância emocional, nos afastamos, tolerar as diferenças e não deixarmos que transformem as nossas necessidades.
Devemos examinar a divergência entre atos e palavras. Porém, sempre cabe a possibilidade de nos enganarmos ao analisar as atitudes dos outros.
A única certeza sobre a intenção alheia é o tempo quem nos oferece.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

São Luís - 404 anos. Parabéns


São Luís - 404 anos. Parabéns a cada um de nós que foi acolhido e cuida dessa cidade histórica e linda! ♥️🎂🎈🎈🎈
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#muitoamorporsaoluis
#souadm