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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Como Fazer Economia Doméstica?






Quem nunca sofreu ao ver o seu salário quase zerar ou ficar no vermelho no final do mês? 
Mesmo quando parece que gastamos somente o necessário, muitas vezes nossas finanças se vão de grão em grão sem nos darmos conta através dos gastos domésticos.
O fato é que não aprendemos na escola como gerenciar nossas finanças dentro da nossa casa. Mas é possível reduzir alguns custos com algumas mudanças de hábitos, de modo que nosso salário seja mais bem aproveitado. 
Seguem algumas dicas em certas áreas que podemos economizar:

Alimentação

Podemos ter um maior controle dos gastos com alimentos quando planejamos nossas compras. Para isso, temos que ter o hábito de fazer listas de compras, evitando assim não comprar mais do que o necessário. 
E em vez de fazermos a compra do mês, podemos comprar semanalmente para ter um maior controle do nosso estoque caseiro.
Outro hábito financeiramente saudável é evitar comer em restaurantes e fazer a própria comida. Sabemos que dá mais trabalho, mas no final do mês a diferença é significativa. 
Além disso, buscando em sites de receitas podemos aproveitar ao máximo os ingredientes que temos em casa, evitando o desperdício e exercitando nossa criatividade na cozinha.

Energia e água

Estes são pequenos hábitos que podem fazer diferença nas contas de água e luz:

• Temos que estar atentos com os encanamentos da casa, pois qualquer vazamento pode acarretar em um grande prejuízo no final do mês;
• Atenção com os aparelhos na tomada, eles gastam mesmo em modo Standby;
 • Optar por lâmpadas fluorescentes ou de LED em vez de incandescentes, são mais caras, porém você economizará mais em longo prazo;
• Dar preferência aos eletrodomésticos com o selo Procel “A”, pois são mais econômicos;
• Cuidar com o tempo no chuveiro e ao utilizar o ferro de passar, ambos consomem muita energia.

Manutenção da casa, carro e jardim

Hoje em dia você pode aprender muitas coisas por conta própria através da internet, como fazer manutenções simples na sua casa (como trocar um cano ou pintar uma parede), carro (polimento e lavagem), e jardim (cortar a grama e cultivar plantas ornamentais e hortaliças). 
São coisas simples que você pode evitar a contratação de um terceiro para fazer o serviço.
Sempre é bom aprender novas habilidades, mas é claro, para certas tarefas é preciso que um profissional faça o serviço. 
Você arriscará sua vida se for mexer com eletricidade por exemplo, sem ter uma mínima noção do que está fazendo.

Transporte

Evite utilizar o carro para distâncias curtas. Você pode ao mesmo tempo cuidar da sua saúde fazendo uma caminhada.
Utilize transporte público. Às vezes até mesmo um táxi pode ser mais vantajoso do que tirar o seu carro da garagem, basta fazer as contas para se certificar.
Se for utilizar o carro, use-o com sabedoria. Faça com que o trajeto tenha o máximo de aproveitamento, se possível, pague apenas um estacionamento em um local estratégico próximo a todos que você tem que ir, e faça os pequenos trajetos caminhando.

Gerencie suas despesas e receitas

Agora é só colocar tudo em prática. Planeje, coloque seus gastos no papel, utilize um bom site de controle financeiro e veja a diferença acontecer no seu bolso. 
Às vezes, basta visualizarmos nossos gastos de maneira concreta para sabermos por qual porta nosso dinheiro está saindo e decidirmos mudar nossos hábitos.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Microempreendedores Individuais (MEI) - NOVAS REGRAS DE ENQUADRAMENTO EM 2018

Microempreendedores Individuais (MEI) devem estar atentos para as novas mudanças do Simples Nacional que entram em vigor no dia 1º de janeiro de 2018. 
Com o aumento do limite de faturamento do MEI para R$ 81 mil, os empreendedores que faturaram em 2017 entre R$ 60 mil e R$ 72 mil poderão optar pelo pagamento de uma multa sobre o excedente e permanecer enquadrados no mesmo regime tributário.
Até este ano, um dos requisitos para ser MEI era faturar até R$ 60 mil. Porém, após a aprovação do Projeto de Lei 125/2015 – Crescer sem Medo, que prevê alterações no Simples Nacional, o limite anual de faturamento para adesão ao regime tributário do MEI passa para R$ 81 mil a partir de 1º de janeiro de 2018.

Entre as situações, está a do MEI que faturou até 20% acima do teto, ou seja, teve em 2017 uma receita de até R$ 72 mil. 
Nesse caso, ele poderá optar pelo pagamento de um percentual, variável de acordo com o setor de atuação, sobre a diferença do valor que excede R$ 60 mil, permanecendo automaticamente como MEI. “Ou seja, se o MEI faturou R$ 65 mil, irá pagar um percentual de 4% para as atividades ligadas ao setor de comércio, 4,5% para a indústria e 6% para os serviços, sobre a diferença de R$ 5 mil”, explica a analista do Sebrae Minas Viviane Soares.
No entanto, se o MEI extrapolou os 20% do teto – faturando mais de R$ 72 mil –, ele pagará um percentual sobre o total do valor excedido. “Se faturou R$ 75 mil, pagará os percentuais já citados sobre os mesmos R$ 75 mil. 
Nesse caso, a permanência dele como MEI não será automática. Terá de informar à Receita Federal, por meio do Portal do Simples Nacional, que pretende voltar a ser enquadrado como MEI”, informa a analista do Sebrae Minas.
Mas, em qualquer das situações, o ideal é que o MEI que excedeu o teto válido até este ano (R$ 60 mil) procure um contador para avaliar a melhor decisão a ser tomada em relação ao regime tributário para o seu negócio. 

“Faturando mais, o empreendedor deve verificar se vale a pena continuar como MEI ou migrar para Microempresa. Por isso, a avaliação do contador é essencial”, justifica Viviane Soares.
Copiado: http://revistapegn.globo.com/MEI/noticia

terça-feira, 4 de abril de 2017

O Enigma do BDI (Benefícios e Despesas Indiretas)


Esclareça dúvidas e saiba mais sobre os custos envolvidos no processo de construção.

O enigma do BDI
Quantas vezes já perguntaram para você o significado da palavra BDI? Para quem é do ramo, a resposta é simples: BDI é BDI! BDI é Bonificações (ou benefícios) e Despesas Indiretas. É o percentual que os construtores colocam sobre o custo direto das obras para poder preservar a sua margem de lucro na prestação de serviços e ainda pagar suas despesas indiretas, por exemplo, o custo de manter o escritório, a gasolina para vistoriar a obra e assim por diante.


Outras vezes, alguns querem dar de sabido e comentam: ah, BDI é o fator K...Errado! O Fator K, muito utilizado na cobrança de serviços de desenvolvimento de projetos é um multiplicador sobre o custo horário dos profissionais envolvidos e visa estimar quantas vezes é preciso cobrar o valor das horas técnicas para cobrir custos de impostos, a produção física do projeto, o know-how da empresa e, obviamente os custos indiretos e o lucro. O cálculo do fator K merece uma análise específica e certamente voltaremos ao assunto. Desta vez vamos esmiuçar o BDI.

Desfeita a confusão, resta uma questão não menos importante: Como calcular, então, o BDI? Uma consulta ao pessoal da PiniWeb que trabalha na preparação dos índices de custo, na pesquisa de preços e na montagem de composições do TCPO resultou em um verdadeiro manual de BDI. Uma rápida leitura no texto abaixo vai esclarecer muitas dúvidas e instigar os leitores a pensarem um pouco melhor sobre os custos envolvidos no processo de construção.

CUSTOS DIRETOS E INDIRETOS

Qualquer obra, seja a construção de uma guarita ou de um túnel ou viaduto, implica custos diretos e indiretos. Leia agora uma definição rápida de cada um deles:

Custos diretos, ou despesas diretas, referem-se aos materiais, mão-de-obra, serviços e tempo de utilização de equipamentos, aplicados no empreendimento, acrescidos dos respectivos encargos trabalhistas e fiscais, a partir das quantidades de serviços definidas pelo projeto e dos respectivos preços unitários, definidos pela especificação, que também faz parte do projeto.

Custos indiretos, ou despesas indiretas, são aqueles que não podem ser atribuídos diretamente aos insumos aplicados. São conseqüência da realização dos serviços e, por essa razão, fazem parte também do custo real do empreendimento.

Custo Total = Custos Diretos + Custos Indiretos

Abaixo, tentamos classificar e listar uma série de despesas indiretas que precisam ser consideradas no momento de cálculo do BDI. Use a seqüência como um roteiro para não esquecer de computar os mais significativos para sua obra. 

1. Administração central

São as despesas com apoio técnico, supervisão e administração, incluindo o relacionamento com contratantes, fornecedores, bancos, governo e com a sociedade em geral, dados pelo escritório central da empresa. Compreendem os itens de:

- Rateio das despesas com escolha e suprimento de materiais e equipamentos;
- Pessoal técnico e administrativo ligado diretamente à obra;
- Comunicação, alimentação, hospedagem e locomoção do pessoal de escritório à obra;
- Rateio das despesas com pessoal ligado parcialmente à obra, como funcionários da área contábil, diretoria e oficina, entre outros;
- Central de equipamentos, depósito central, assessoria jurídica e de sistemas;
- Rateio das despesas gerais do escritório central com aluguéis, manutenção e operação do escritório, impostos e taxas gerais, entre outros.


As despesas com administração central são os custos indiretos não passíveis de generalizações para toda as empresas e obras. Qualquer taxa adotada, merece um estudo de caso particularizado de aplicação, onde deve-se considerar as seguintes limitações:

- Quanto maior o número de obras que estão sendo executadas ao mesmo tempo pela empresa construtora, menores as despesas indiretas em relação ao custo direto total;
- O tamanho da empresa;
- A distância da obra em relação à sede central.


2. Administração local

São as despesas de apoio técnico, administrativo e de supervisão no próprio local da obra. Compreendem os itens de:

- Vigilâncias diversas;
- Segurança e primeiros socorros;
- Aluguéis e despesas diversas com água, luz, comunicação, placas indicativas, ferramentas manuais, entre outros;
- Pessoal ligado diretamente à execução da obra e não considerado no cálculo dos custos diretos;
- Controle tecnológico, licenças e seguro.


As despesas de administração local podem, com certas reservas, ser adotadas com base em experiência anterior. Ou seja, há uma taxa de administração local mais ou menos igual para todas as empresas. Ainda assim, deve-se considerar que o tipo de obra a ser executada é uma variável controlada e que impede a prefixação dessa taxa.

3. Custos financeiros

Os custos financeiros que decorrem de condições contratuais relativas aos cronogramas de execução dos serviços e de pagamentos do contratante à contratada, descontadas as cauções, são passíveis de serem calculados previamente para todas as empresas concorrentes em uma determinada obra.

Assim definidos, em termos de prazos de recebimentos e desembolsos, os custos financeiros são apenas uma parte do total que uma empresa precisa considerar. A outra parte decorre de atrasos nos recebimentos previstos, de condições de financiamento de equipamentos, da comparação entre custo de estocagem e custo de compra, do uso e das fontes de recursos financeiros à disposição da empresa, do custo de oportunidade envolvido no negócio da empresa, algo que não pode ser visto, a não ser dentro da própria empresa.

4. Transporte de pessoal

Esses custos são função da distância da obra aos locais, vilas ou cidades onde há mão-de-obra disponível, pois decorrem da necessidade de transportar dos alojamentos às frentes de trabalho e, ao final dos turnos, de volta aos alojamentos. 

Contratante e empresa contratada poderão definir, em contrato, os parâmetros, de acordo com a forma de contratação. Podem, ainda, ocorrer casos de serviços subempreitados a equipes ou firmas especializadas que merecem outro tipo de tratamento, como, por exemplo, serviços de revestimentos, impermeabilizações, pinturas, vidros, instalações elétricas e hidráulicas e aluguel de equipamentos. Nesses casos não caberá a cobrança da taxa de despesas indiretas, como foi conceituada, mas sim a taxa de administração, que as partes devem previamente mencionar.


5. Custos comerciais

São aqueles decorrentes das atividades de venda dos serviços, isto é, preparo de concorrências, viagens ao local das obras, montagem de estandes de vendas, publicidade, corretagem, entre outros.

6. Encargos Fiscais

São os impostos, como Imposto de Renda, PIS, ISS, COFINS, CPMF, entre outros. Esses encargos podem incidir sobre o faturamento, isto é, sobre o preço final de venda, sobre os serviços - caso do ISS -, ou sobre o lucro - caso do imposto de renda.

Cuidados fundamentais no momento de cálculo do BDI

A aplicação genérica de uma taxa de BDI, desconsiderando-se as particularidades da administração e da estrutura financeira de cada empresa, pode causar distorções sérias na avaliação de orçamentos de obras. A definição do preço total a ser cobrado por determinada empresa pode, inclusive, ser feita a partir de situações em que algumas despesas indiretas já estejam cobertas. Dessa forma, o lucro efetivo será mais alto ou o preço a ser cobrado mais baixo e cada empresa, em função do próprio desempenho técnico, econômico e administrativo, deve definir um BDI próprio, que é a relação entre as despesas operacionais e o faturamento alcançado.

Verdades e mentiras sobre o BDI

O BDI que se utiliza no Brasil é de 30% - Falso. As explicações acima indicam que é impossível fixar-se à priori uma taxa para qualquer tipo de obra. Há casos em que um BDI de 5% pode gerar resultados líquidoS (lucro) mais importantes para o construtor do que um BDI mal calculado de 30% em uma obra sem qualquer controle de execução ou despesas indiretas.

O BDI é a taxa de lucro da construtora - Falso. O BDI necessariamente embute custos indiretos que são impossíveis de serem relacionados em uma planilha orçamentária, como telefonemas, administração e tráfego de documentos, custos de organização de escritório etc.

Quanto mais baixo o BDI, mais eficiente é a construtora - Verdadeiro. Se uma construtora consegue trabalhar e preservar seus lucros com BDI menores, torna-se mais competitiva e certamente possui melhores controles administrativos. Nos últimos anos, somente com a informática as melhores empresas têm garantido suas margens operacionais, já que a competição cresceu muito e as taxas de BDI estão sendo reduzidas.

Quanto mais alto o BDI, maiores são as folgas operacionais - Verdadeiro. Um BDI mais elevado permite margens de segurança para absorver eventuais desajustes de contrato. A pena, porém, é a perda da competitividade. 

Copiado: http://piniweb.pini.com.br

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Gestão Financeira e o Fluxo de Caixa

O que é Gestão Financeira?

   A gestão financeira é uma tradicional área funcional encontrada em todas as organizações. A boa funcionalidade financeira integra todas as tarefas ligadas à obtenção, utilização e controle dos recursos financeiros da organização.


A função financeira integra:
O planejamento de todas as necessidades financeiras, a descrição de todos os recursos disponíveis, a previsão de todos os recursos futuros e o cálculo de eventuais necessidades de obtenção de recursos externos. 
A obtenção de créditos de forma mais vantajosa (tendo em conta os custos, prazos e outras condições contratuais, as condições fiscais, a estrutura financeira da empresa);
A aplicação criteriosa dos recursos financeiros, incluindo os excedentes de tesouraria (de forma a se obter uma estrutura financeira equilibrada e a correta adequação aos níveis de eficiência e de rentabilidade pretendidos).
As análises financeira do período em questão, da viabilidade econômica e financeira dos investimentos.
- Fluxo de Caixa -
O fluxo de caixa (inglês - Cash flow), indica o montante recebido e gasto por uma empresa, instituição corporativa ou uma pessoa física durante um período de tempo definido. Também pode estar atrelado a um projeto específico.
Na Contabilidade, uma "Projeção de fluxo de caixa" demonstra todos os pagamentos e os recebimentos esperados em um determinado período de tempo.
O Gestor de fluxo de caixa necessita ter uma visão geral e clara sobre todas as funções da empresa, como: pagamentos, recebimentos, compras de matéria-prima, salários e outros, por que é necessário prever o que se poderá gastar no futuro dependendo do que se consome hoje.
O fluxo de caixa é uma ferramenta essencial ao administrador. Ela permite que os gestores das empresas possam tomar as decisões necessárias e é através deste mapa que os custos fixos e variáveis ficam evidentes, permitindo-se desta forma um controle efetivo sobre determinadas questões empresariais.
    
- Elaboração dos fluxos de caixa
A demonstração de fluxos de caixa pode ser elaborada por dois métodos diferentes, irei citar apenas o método direto.
Método Direto:
Divulgam-se os principais componentes dos recebimentos e pagamentos de caixa em termos brutos, pela efetivação dos compromissos assumidos, das vendas, custo das vendas e outros.
Seria um erro, acima de tudo, considerar que o fluxo de caixa possa ser utilizado apenas por empresas. Atualmente, cada vez mais pessoas físicas se interessam por uma organização financeira mais eficiente. Existem hoje no mercado diferentes tipos de ferramentas que tem por objetivo facilitar a confecção do fluxo de caixa. Algumas empresas oferecem inclusive ferramentas específicas para pessoas físicas e jurídicas, além de excelentes manuais de funcionamento e materiais didáticos.
  • Fluxo de caixa é um instrumento gerencial que controla e informa sobre todas as movimentações financeiras (entradas e saídas de valores monetários) de um dado período – pode ser diário, semanal, quinzenal, mensal, trimestral, etc. O fluxo de caixa é composto dos dados obtidos dos controles de contas a pagar, contas a receber, de vendas, de despesas, de saldos de aplicações, e todos os demais departamentos que representem as movimentações de recursos financeiros disponíveis da organização.
O demonstrativo de fluxo de caixa também pode ser um instrumento contábil legal, contexto em que toma um aspecto mais formal e rígido. Se a sua intenção é realizar o controle contábil de uma empresa, para propósitos fiscais, societários ou outros, provavelmente a melhor alternativa é procurar orientação com um contabilista experiente neste segmento.
  •  - Fluxo de caixa como uma ferramenta gerencial
Antes de prosseguirmos, é bom saber que:
O mecanismo do fluxo de caixa é bastante simples, mas, nenhum sistema de informações pode funcionar sem que os dados relevantes sejam constantemente atualizados nele. Da mesma forma, o sistema não tem qualquer utilidade se os dados não forem analisados periodicamente, e se a organização não tiver confiança neles. Em outras palavras: se não existir o compromisso em manter o fluxo de caixa sempre atualizado, pode ser melhor nem mesmo se dar ao trabalho de tentar implementá-lo.

Outro aspecto a ser levado em conta é o das dependências: o Fluxo de Caixa precisa de dados que correspondam a verdade do controle de contas a pagar, contas a receber, acompanhamento de saldos de aplicações bancárias, faturamento, despesas, etc. Antes de se preocupar com sistemas agregadores, como o Fluxo de Caixa, você precisa dar atenção a estes outros métodos de coleta de dados específicos. E isto tem vantagens adicionais, como levar a um melhor acompanhamento das suas posições em relação a clientes, fornecedores, taxas públicas, gastos internos, etc. Não há como ter um relatório de fluxo de caixa atualizado se você não registra regularmente as faturas e nem acompanha se os seus clientes estão pagando em dia.

É muito importante achar e usar uma ferramenta tecnológica confiável e segura para o controle de suas atividades. Neste caso, além de poder escolher entre diversos sistemas financeiros voltados para vários segmentos, alguns até mesmo adaptados a necessidades específicas.
  • Mas, afinal para que serve o Fluxo de Caixa ?
O Fluxo de Caixa é um instrumento de controle que auxilia na previsão, visualização e controle das movimentações financeiras de cada período. A sua grande utilidade, é permitir a identificação (especialmente prévia, mas também posterior) das sobras e faltas no caixa, possibilitando ao profissional planejar melhor suas ações futuras ou acompanhar o seu desempenho.

Pode-se utilizar o fluxo de caixa para verificarmos se o resultado esperado foi alcançado. É comum se fazer um fluxo de caixa do período de 3 meses, e passados os 3 meses, apuramos a previsão inicial, com o realizado.
Em uma empresa, pode-se utilizar os fluxos de caixa de vários períodos, como: diário, semanal, quinzenal, mensal. Já os autônomos que usem o sistema exclusivamente como instrumento gerencial podem se virar com períodos específicos, como o semanal ou até mensal – dependendo da sua liquidez. Períodos menores permitem maior eficiência nos investimentos e aplicação financeira dos saldos positivos, mas em compensação geram maior esforço ou custo de acompanhamento.
É importante que você encontre o seu ponto de equilíbrio.
De uma forma ou de outra, um bom controle de fluxo de caixa bem feito é uma importante ferramenta para lidar com situações de alto custo de crédito, taxas de juros elevadas, redução do faturamento e outros fantasmas que rondam os empreendimentos.
  • Um fluxo de caixa na mão, permite:
 Avaliar se as vendas presentes serão suficientes para cobrir os desembolsos futuros já identificados.
Calcular os momentos ideais para reposição de estoque ou materiais de consumo, considerando os prazos de pagamento e as disponibilidades.
Verificar a necessidade de realizar promoções e liquidações, reduzir ou aumentar preços.
Saber se é ou não possível conceder prazos de pagamentos aos clientes.
Saber se é ou não possível comprar à vista dos fornecedores, para aproveitar alguma promoção.
Ter certeza da necessidade ou não de obter um empréstimo de capital de giro.
Antecipar as decisões sobre como lidar com sobras ou faltas de caixa.

Modelos de Fluxo de Caixa
Como já mencionado acima, para propósitos contábeis, fiscais e societários existem modelos e métodos bem mais formais e restritivos para a construção do fluxo de caixa. Para uso como instrumento gerencial, você pode adaptar da forma como melhor servir aos seus propósitos.
Note que para cada um dos períodos há duas colunas: uma dos valores previstos, e outra dos realizados. A segunda coluna, naturalmente, só pode ser preenchida quando o período acabar.
As linhas são muito importantes, e estão divididas em blocos. Vamos analisar uma a uma:
Saldo inicial: é o valor disponível no início do período, correspondendo ao dinheiro que está “na gaveta”, ou no bolso, somado aos saldos das contas correntes disponíveis para saque. No fluxo de caixa, não são considerados nos saldos os valores que estejam imobilizados, ou os que estejam em aplicações consideradas indisponíveis para saque no período.
  • Bloco “Entrada”: nele constam as diversas categorias de entrada de dinheiro em caixa ao longo do período. Vendas à vista, cheques pré-datados que se tornem disponíveis ao longo do período, créditos de contas a receber (exemplo: depósitos de clientes referentes a transações realizadas anteriormente), ou o que for.
  • Total entradas: é a soma simples do bloco Entrada, corresponde basicamente ao dinheiro novo que entrou em caixa ao longo do período.
  • Bloco “Saídas”: aqui vão as diversas categorias nas quais você realiza pagamentos. Energia, telefone, manutenção de veículo, equipamentos, material de escritório, aluguel, condomínio, impostos, etc. Um aspecto essencial deste bloco é a inclusão do pró-labore, que no caso de um fluxo de caixa individual, corresponde ao dinheiro do empreendimento que é retirado para uso pessoal do empreendedor, como se fosse o seu salário – idealmente em parcelas fixas e periódicas, e sempre registradas.
  • Total Saídas: é a soma simples do bloco Saídas, corresponde basicamente ao dinheiro que saiu do caixa ao longo do período.
  • Saldo operacional: Corresponde ao Total Entradas menos o Total Saídas. É, portanto, o saldo de caixa referente exclusivamente ao período, sem considerar o saldo anterior que estava disponível. Pode eventualmente ser negativo – por exemplo, na data do pagamento do IPTU -, mas uma seqüência de saldos operacionais negativos sucessivos é sempre um grande sinal de alerta.
  • Saldo final: É a soma do Saldo Inicial com o Saldo Operacional, considerando os respectivos sinais, caso algum seja negativo. Basicamente, é o dinheiro que restou em caixa ao final do período, e é imediatamente transcrito como o saldo inicial do período seguinte.
Certamente você deve ter percebido que não há nada de complicado na construção da planilha – embora a obtenção dos dados em si possa ser trabalhosa, e exija vários controles e acompanhamentos adicionais. Construir a mesma planilha de cálculo não exige nenhuma função matemática avançada – para criar a do exemplo, a única função que usei foi a SOMA(); é possível que você queira acrescentar funções estatísticas para identificar desvios em relação à média, pontos de máxima e de mínima, ou mesmo colunas adicionais para comparar o previsto com o realizado, ou até gráficos da evolução – tudo isso é simples aplicação dos recursos da planilha eletrônica, mas não amplia os conceitos de fluxo de caixa aqui demonstrados.
E estas análises são exatamente o objetivo de se realizar o fluxo de caixa como descrito acima. Se você tiver um bom método de controle, é possível começar a preencher as colunas de “Previsto” com grande antecedência, e detectar a necessidade de realizar liquidações, ou a possibilidade de oferecer maiores prazos aos clientes, por exemplo, de forma antecipada.

Recomendações adicionais
Organizar e manter o fluxo de caixa dá trabalho, mas é recompensador. Você precisa ser sistemático, e lembrar de alimentar as planilhas no início de cada novo período. Especialmente, você precisa estar disposto a manter atualizadas, com a antecedência que for possível, as colunas de valores previstos, e analisá-las sempre que necessário, para de fato poder colher o principal fruto desta ferramenta: a possibilidade de prever com maior precisão quando haverá sobra e quando haverá falta de dinheiro em caixa.
A análise antecipada também permite tomar as providências necessárias para que haja disponibilidade de caixa nas datas de vencimento de impostos, taxas, prestações, financiamentos e outros desembolsos com data certa, que incorrem em multas e juros caso atrasem.
Se o seu mercado for sazonal, leve isto em conta nas suas previsões, pois freqüentemente os custos fixos (que ocorrem mesmo na baixa temporada) acabam sendo um grande vilão, e o faturamento da alta temporada precisa ser administrado com juízo, para cobrir as futuras despesas.

Observação do autor.
Há algum tempo trabalhando em departamento financeiro, atuei como Gestor Financeiro de Agências de Publicidade aqui da praça de São Paulo, também atuei em Corretoras de Valores, em produtoras de Filmes Publicitarios e de Propagandas, também fui Gestor Financeiro em agências de Marketing Político e em consultorias de Propaganda Corporativa, finalmente, por todas estas empresas aonde desempenhei a Gestão do departamento financeiro sempre utilizei  o Fluxo de Caixa como a ferramenta principal, e posso afirmar, é indispensável o uso desta ferramenta quando se pretende navegar por águas calmas, sem "surpresas" negativas.
Copiado: http://administracaonoblog.blogspot.com.br/

sexta-feira, 27 de maio de 2016

10 Dicas: Economizar Dinheiro e Controlar Suas Finanças Pessoais

Seu salário chega na sua conta e, quando você menos espera, já está entrando no vermelho? Controlar o dinheiro pode parecer fácil para muitas pessoas, mas, para a maioria, é algo bastante complexo, para não dizer impossível.

Para te ajudar a tirá-lo do vermelho, reunimos alguns conselhos feitos por Mac Amaral. O professor da UDF separou algumas dicas sobre como controlar as finanças pessoais. Basicamente, elas envolvem duas dimensões: informação e auto percepção. Confira!

1# CONHEÇA O TAMANHO DO SEU PATRIMÔNIO E/OU DAS SUAS DÍVIDAS 
Por incrível que pareça, tem gente que não tem clareza do tamanho do “buraco” em que se encontra. Você não pode controlar o que não conhece. Faça este levantamento periodicamente, pois com estes indicadores é possível perceber a evolução ou involução da sua condição. Observe com cuidado extrato bancário, do cartão ou mesmo do relatório do imposto de renda. 

2# REFLITA SOBRE AS SUAS PRIORIDADES E INTERESSES 
Por vezes vamos a restaurantes, shoppings ou passeios caros buscando apenas estar junto com as pessoas que gostamos certamente esses encontros podem, na maior parte do tempo, ser realizados sem estes custos. O autoconhecimento nos leva a refletir que estamos investindo ou dispendendo dinheiro e tempo no que não nos produz efetiva satisfação. 

3# INVENTARIE OS GASTOS FIXOS OU VARIÁVEIS 
Verifique quais deles contribuem ou não para suas prioridades e não tenha medo de reduzi-los ou cortá-los. Faça este exercício com frequência. 

4# TENHA INFORMAÇÕES OPORTUNAS SOBRE SUA SITUAÇÃO FINANCEIRA Atualmente é simples obter serviços que disponibilizam no celular os gastos com cartão de crédito ou saques e depósitos em sua conta bancária. Não dispensem estes importantes indicadores. 

5# PESQUISE ANTES DE COMPRAR 
A internet tornou muito fácil comparar preços em tempo real, porque pagar mais caro se pode obter o mesmo produto por menos.

6# APRENDA MAIS SOBRE FINANÇAS E VANTAGENS ECONÔMICAS 
É possível pagar menos imposto de maneira legal, reaver tributos pagos, conseguir vantagens no uso do seu cartão de crédito, isenções de tarifas bancárias, passagens aéreas gratuitas, simplesmente lendo ou perguntando um pouco mais. 

7# AUTOMATIZE AO MÁXIMO AS SUAS FINANÇAS 
Depois de ter clareza sobre a sua situação financeira, definido o que é importante para você e decidido o que vai fazer, torne estas informações em ações automáticas, como é o caso do débito em conta e das aplicações automáticas. Isto impede o pagamento desnecessário de multas e a perda de oportunidades em função do esquecimento. 

8# FIXE METAS 
Juntar dinheiro, por juntar dinheiro não é algo prazeroso para nosso cérebro. Gostamos de imaginar o que vamos obter com este esforço de postergar o consumo hoje, em prol de algo no futuro, quer seja: uma viagem de férias, um carro novo, uma nova casa, ou mesmo uma situação confortável em nossa aposentadoria. Lembre-se a meta, para ser meta deve ser específica e possuir um prazo para seu atingimento, ser rico um dia não é significativo!

9# INFORME ÀS PESSOAS QUE ESTÃO A SUA VOLTA SOBRE SUAS METAS 
Somos seres gregários e o nosso sucesso no controle das finanças depende da participação de familiares e colaboradores. Combine as férias, mostre o carro novo que será comprado com aquela poupança e caracterize que a economia gerada com a diminuição no consumo de água, luz ou saídas ao shopping contribuirá para este objetivo. 

10# COMEMORE O ATINGIMENTO DAS METAS 
A percepção marcante do atingimento das metas tem um efeito de reforço na consolidação do seu mecanismo de controle das finanças. Vale a pena definir fases, etapas ou metas intermediárias de um objetivo maior, pois à medida que percebemos o alcance destes marcos em direção a meta final nos motivamos e intensificamos o controle, garantindo ainda mais o êxito futuro.

Copiado: http://manualdohomemmoderno.com.br/

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Seis Erros que o Empreendedor Deve Evitar ao Cuidar das Finanças

Consultores relacionam os principais equívocos que prejudicam as finanças das pequenas empresas
Empreender é uma atividade tão vasta que não basta só entender bem o ramo do negócio. Quando se fala no financeiro é preciso ir além da anotação das entradas e saídas de recursos.
 É preciso encontrar tempo para controlar, planejar e analisar. Afinal, erros nessa área não passarão despercebidos numa época em que os custos já subiram e as vendas caíram.
O ideal é que o próprio empreendedor busque qualificação para controlar melhor a saúde financeira da empresa. Há cursos gratuitos no Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), modelados para ajudar os empreendedores em diferentes questões.
Veja que atitudes evitar ao fazer a gestão financeira da empresa:
  • Não ter controles rígidos
 O principal vilão das finanças da empresa é a falta de controles rígidos, que não se limitam apenas ao de entradas e saídas que muitos empreendedores adotam.
 É necessário fugir do ato de apenas olhar o saldo da conta bancária da empresa e, se estiver no azul, deixar por isso mesmo.
“Isso significa ter um fluxo de caixa do mês e dos períodos seguintes, um controle de contas a pagar e outro de contas a receber”, diz Mauricio Mezalira, consultor de finanças do Sebrae-SP.
Segundo ele, a anotação simplificada de entradas e saídas falha porque o empreendedor não consegue controlar se recebeu as vendas de fato, se tem cobranças em aberto e quais são os compromissos futuros.
O controle é o primeiro passo para ter uma gestão financeira eficiente. Além disso, é preciso criar uma rotina de registro de novas informações e de planejamento financeiro.
Para a pequena empresa, o uso de planilhas financeiras ou mesmo softwares de gestão é uma regra neste ano.
O controle leva ao planejamento financeiro, que é olhar para os anos seguintes.
 Segundo Dariane, do Proced-FIA, esse planejamento deve ser feito mesmo antes de abrir uma empresa.
  • Misturar o bolso com o caixa da empresa
 Ao não separar as contas da empresa e da família, o empreendedor não consegue ter uma visão clara da situação financeira da empresa.
Para sair dessa, precisa determinar um pró-labore mensal e ter disciplina. Isso vai ajudar a controlar o próprio orçamento pessoal, inclusive.
“Ao misturar as contas, acaba desfalcando o capital de giro com despesas pessoais, como com a mensalidade escolar dos filhos”, diz.
O consultor financeiro André Massaro diz que, no fundo, as medidas que devem ser adotadas no controle das finanças pessoais e da empresa são bem parecidas.
 Na teoria é bem simples: gastar menos do que se recebe, estabelecer um orçamento e controlar os custos.
Para que dê certo, é preciso conhecer a situação financeira pessoal real, colocando tudo no papel, sem deixar tudo na cabeça. Só assim é possível descobrir se os gastos equivalem aos ganhos e se há descontrole.
  • Nunca ter tempo para cuidar do dinheiro
 Uma alegação comum do empreendedor que não controla as finanças pessoais e da empresa é a falta de tempo, o que por si só revela um problema de gestão.
“É um sinal de que as coisas estão erradas na empresa. Quero dizer que quando o empreendedor busca eficiência do jeito errado, nada acontece como ele planejou.
 Exemplo é quando agenda reuniões em diferentes locais da cidade, com intervalo de uma hora. Se uma atrasa, todo o resto atrasa”, diz Massaro.
O consultor diz que o empresário sem tempo, que nunca consegue parar, na verdade tem problemas. “Ele associa estar ocupado com status e esta é uma visão bem distorcida”, diz.
Ele recomenda que o empreendedor reserve uma hora por dia para pensar estrategicamente e no longo prazo – da empresa, da vida familiar e da saúde – em vez de agir apenas quando precisa “apagar incêndios”.
Quem se preocupa com o curto prazo e não tem nenhum tipo de planejamento tem grande chance de não ter sucesso no futuro.

  • Não saber fixar corretamente os preços
 Mezalira, do Sebrae-SP, diz que o empreendedor tem enorme dificuldade em apurar custos e formar preços. Ele afirma que esse é um dos assuntos mais requeridos no Sebrae-SP.
“Geralmente o empreendedor olha para a concorrência e define o preço sem saber qual é a margem de lucro que terá e nem o impacto das despesas e impostos. Não sabe quanto de fato ganhou em cada produto vendido”, diz o consultor.
Nessa época de recessão, saber formular o preço é uma condicionante, já que a tendência é o consumidor pedir mais descontos.
 O empreendedor que não sabe fazer isso pode tomar uma decisão equivocada e dar desconto sem saber se isso é um bom negócio. “O impacto pode ser desastroso”, afirma.
 A questão é que não se pode cobrar menos do que o necessário para o bem do caixa da empresa – e nem supervalorizar o produto, sob o risco de perder clientes para a concorrência.
“O problema de subir demais o preço em época de recessão é que o consumidor pode não absorver essa alta. Mas isso depende de cada setor, já que as pessoas não deixam de comprar determinados produtos, como remédios. Aumentos exigem estudo, teste e pesquisa”, diz Massaro.
  • Não saber interpretar e acompanhar os números
 Quem já conseguiu fazer controles, estabelecer corretamente os preços, separar o bolso do caixa e determinar um tempo para cuidar das finanças da empresa precisará saber interpretar os números e indicadores financeiros. E, principalmente, acompanhá-los.
“Quem já passou por todas as etapas precisará observar os números e interpretar, ou seja, ver quanto a empresa gerou de lucro e se ela pode se comprometer com dívidas.
 Para isso, é preciso olhar para indicadores financeiros, como os custos e as despesas variáveis”, diz Mezalira, do Sebrae-SP.
Estabelecer indicadores, explica, é importante para monitorar o andamento da empresa. Um exemplo disso é determinar um percentual de lucro mensal e acompanhar se ele se realmente vai se concretizar.
 “Se não ocorrer em três meses seguidos, algo está errado no planejamento ou na situação do mercado.
 O importante é saber diagnosticar o problema”, diz o consultor. O acompanhamento permite correções de rota e a planejar a tomada de crédito, bem como negociar com os bancos.
“Sem isso, o empreendedor pega empréstimo sem saber se terá recursos para quitar. Com a queda na receita, usará todo o lucro da empresa para pagar as prestações no banco”, diz Mezalira.
Quem faz uma boa gestão pode perceber isso bem antes e procurar o banco com antecedência para alongar o prazo de pagamento da dívida.
  • Pensar que só entender de finanças basta
 Seguir todos os passos para cuidar das finanças ajuda a saber se a empresa está de fato enfrentando um problema de gestão ou de mercado.
 “A empresa pode ficar eficiente e tem boa gestão financeira, mas se se as pessoas não compram o produto ou serviço, é preciso observar outras áreas”, diz Massaro.
Afinal, o empreendedor pode entender bastante sobre finanças, mas ainda assim ter outros gargalos como a alta rotatividade de funcionários, um mix de produtos mal escolhido, uma propaganda malfeita e atendimento ruim.
“Isso mostra que tudo está interligado e não basta só ficar de olho na planilha ou saber muito sobre matemática financeira. É preciso ter capacidade de gerir e procurar saber mais sobre recursos humanos, negociação com fornecedores, contabilidade e direito”, diz Dariane, do Proced-FIA.
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Fonte: Diário do Comércio