segunda-feira, 16 de junho de 2014

Não Se Avalia Impunemente

Não tenham dúvidas, toda avaliação exige um comprometimento.
E esse comprometimento pode se traduzir por uma consideração simples: cumplicidade.
Avaliar coloca o avaliador no cenário da ação. Não se consegue ser observador, apenas. Nos tornamos parte. E o observador modifica o observado.
Esta é uma das principais razões da dificuldade em dar feedback!
Quando vamos dar um feedback podemos nos considerar em uma posição vantajosa. Afinal estamos avaliando o outro. Mas porque não nos sentimos assim?
Porque, ao avaliar, nos comprometemos com um posicionamento. E isso significa participar, tomar partido, escolher.
Como se não bastasse quando o feedback dirige-se á algo que precisa ser modificado percebemos que, de alguma forma, também estamos sendo avaliados. Afinal a gestão é nossa.
Outro aspecto importante é que a reação de quem recebe o feedback é terrivelmente humana. Isto é, reagimos ao que não nos agrada de forma a não aceitar, imediatamente.
Sim, isso é absolutamente comum. Quando a informação que recebemos não nos é muito simpática temos a resistência aos fatos para nos proteger quanto á desilusão ou fraqueza. Sim, a resistência é absolutamente necessária ao ser humano como garantia de equilíbrio e sanidade. Para aceitar necessidades de mudança temos que recorrer á reflexão e, eventualmente, outras percepções.
Por isso é importante recebermos feedback. Precisamos de outras percepções.
Até porque sem feedback não há desenvolvimento. Não podemos nos restringir ás nossas percepções, apenas.
Sempre reforço: “Qual é a nossa expectativa após a prova? A nota, lógico, isto é, o feedback”!
Isso quer dizer que dependemos do feedback para o nosso desenvolvimento. Não há desenvolvimento sem feedback. Este é mais um ponto de destaque na gestão. Toda liderança tem a responsabilidade de desenvolvimento de seus subordinados.
O que acontece apenas em nossa mente não é realidade! Algumas pessoas tem a ilusão de que controlam algo quando guardam para si informações importantes.
Ora, informações só são importantes porque assim as consideram as outras pessoas.
É como entendemos as boas ideias. Boas ideias só existem porque as pessoas a reconhecem.
Uma boa ideia dentro da gaveta é......nada! Não existe.
Para a avaliação o raciocínio é semelhante. Se avaliamos e não damos o feedback então não fizemos nada também.
Por isso avaliar é fundamental e o feedback é a garantia de que a avaliação teve alguma razão.
Sempre afirmamos que o feedback não é uma opinião. Não é apenas dizer que está ou não está bom. É necessário dizer o porquê não está bom. Isso é reorientação.
Mas, não se esqueçam. Não basta olhar para trás e dizer o que foi. É determinante entender o que será. Não podemos mudar o passado. Podemos usa-lo como referencial, mas temos que caminhar para a solução.
Por isso o feedforward, isto é, o olhar para o futuro. Como transformar a situação atual para uma oportunidade de melhores resultados. Ora, é para isso que avaliamos, para melhorar.
E, finalmente, isso é gerenciar.
Gerenciar é avaliar, sistematicamente, dar feedback para reorientar o processo e olhar o futuro para aproveitar as potencialidades de todos, a começar das nossas potencialidades.
Fonte:Bernardo Leite Moreira  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Como as Empresas Encaram a Alta Rotatividade de Pessoal???

Uma recente pesquisa conduzida no país revelou que 80% dos trabalhadores querem mudar de emprego em 2014. 

Destes, 73% já estão procurando uma nova oportunidade e o que mais dizem motivá-los a buscar novos ares é a falta de um plano de carreira onde estão (48%) e o desejo de obter melhores salários (37%).

Outro dado que chama a atenção é o fato de que 69% dos entrevistados já trocaram de emprego há menos de dois anos.

Estes números são o reflexo de uma mudança de mentalidade do trabalhador brasileiro. 

Se antes as pessoas aguardavam pacientemente que as empresas lhes concedessem oportunidades, agora muita gente tem tomado a iniciativa quando não está satisfeita com os rumos da carreira, o que só ajuda a aumentar a rotatividade nas companhias.

Para se ter uma ideia da mudança de percepção, algumas médias e grandes corporações já consideram que profissionais com quatro anos de casa são antigos no quadro. E mais: nas varejistas e nas centrais de atendimento ao cliente o período médio que um funcionário permanece não chega a um ano.

Porém este quadro não tem tirado o sono da maioria dos empresários, principalmente porque eles sabem que muitos dos fatores que influenciam a alta rotatividade não estão sob seu controle e o mercado como um todo tem ofertado boas posições até mesmo para quem possui o mínimo de qualificação profissional. 

Resultado: quem não tinha alternativas até poucos anos atrás, agora escolhe aonde trabalhar.

Além do mais, as empresas também sabem que o esforço de tentar segurar todo mundo é muito custoso e não vale a pena. É por isto que sua energia está voltada a engajar as pessoas reconhecidamente talentosas e que farão falta caso decidam ir embora. Gente que tem a capacidade de conduzir ou travar projetos, que assume os desafios de abrir novos mercados, cujo conhecimento tácito é precioso na indústria em que a organização atua ou que não faz nada disto mas tem um potencial e tanto para ajudá-la num futuro próximo.
Além do mais, as empresas também sabem que o esforço de tentar segurar todo mundo é muito custoso e não vale a pena. É por isto que sua energia está voltada a engajar as pessoas reconhecidamente talentosas e que farão falta caso decidam ir embora. 

Gente que tem a capacidade de conduzir ou travar projetos, que assume os desafios de abrir novos mercados, cujo conhecimento tácito é precioso na indústria em que a organização atua ou que não faz nada disto mas tem um potencial e tanto para ajudá-la num futuro próximo.

Pode ver. Aqueles que fazem apenas seu dever de casa ou atuam em cargos de baixa especialização, dificilmente encontram pedidos calorosos de “fica” ao comunicarem que estão de saída, afinal os substitutos absorverão o trabalho deles rapidamente. É claro que empresa alguma vai declarar o “tô-nem-aí” em alto e bom som, mas a realidade é exatamente esta.

O verdadeiro problema que as empresas enfrentam atualmente é que a imensa maioria delas não sabe quem são os profissionais que possuem um ótimo desempenho, quem faz um trabalho razoável e quem só engana. 

Seus gestores vivem de inferências, como: “Acho que Fulano de Tal é muito bom porque ele é esforçado”. E repito: só descobrem quem realmente é ótimo quando o profissional em questão vai embora e dificuldades que não existiam até então começam a ser perceptíveis para todos.

É por isto que algumas delas buscam o apoio de consultores para amadurecer seus modelos de gestão de desempenho, criam ferramentas com o objetivo de avaliar o potencial de desenvolvimento dos colaboradores e utilizam esta base de informações sempre que precisam decidir como procederão com as pessoas que estão saindo por vontade própria.

Só que, em linhas gerais, certamente a estratégia mais eficaz adotada pelas empresas para baixar o turnover de pessoal – tanto dos profissionais talentosos quanto da grande massa – têm sido investirem sua energia e recursos na capacitação das lideranças.

Já está mais do que provado que a maior parte das pessoas pede demissão por causa do relacionamento conflituoso que têm com aqueles que estão à frente das equipes de trabalho e não porque recebem pouco ou suas empresas não contam com um plano de carreira. 

Eu mesmo tenho encontrado cada vez mais pessoas que mudam para outro emprego no qual ganham menos, mas estão felizes por terem recuperado sua saúde mental.

Fonte: Wellington Moreira - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Símbolos e Curiosidades da Copa de 2014

Os eventos esportivos mais importantes do mundo, como as Olimpíadas e os campeonatos mundiais, possuem símbolos específicos para cada edição. 

No caso da Copa do Mundo de Futebol, há um cartaz oficial, mascote e uma bola fabricada especialmente para o evento.

Esses símbolos retratam características dos países ou cidades que recebem os jogos. Abaixo listamos os símbolos da Copa do Mundo de 2014, seus significados e algumas curiosidades sobre o evento que ocorrerá no Brasil em junho e julho.
Pôster
O desenho do pôster ou cartaz oficial da Copa do Mundo de 2014 (imagem acima) é uma disputa de bola entre dois jogadores representados apenas pelas suas pernas, e o contorno forma o mapa do Brasil no centro. A ilustração é formada através da união de vários símbolos que representam as belezas naturais e a história brasileira. O cartaz foi escolhido por uma comissão julgadora da FIFA.
Mascote
Fuleco é um tatu-bola de 14 anos, com o corpo amarelo, bermuda verde, carapaça azul e camiseta branca, formando as cores da bandeira do Brasil. O tatu é um animal típico do país, encontrado em savanas, cerrados abertos e locais com vegetação seca. Essa espécie de tatu tem a capacidade de se enrolar e ficar no formato de uma bola, objeto principal do futebol. 
Bola
A bola oficial da Copa do Mundo de 2014 chama-se Brazuca, nome escolhido após votação popular pela internet. Os outros nomes eram Bossa Nova e Carnavalesca. As cores e o design da Brazuca simbolizam as “fitinhas” de Senhor do Bonfim, cuja tradição diz que um desejo é realizado quando a fita se rompe do braço.
Mascote, bola e troféu da Copa
Mascote, bola e troféu da Copa

Ingressos
Os preços dos ingressos para as partidas da Copa de 2014 variam de R$ 30 a R$ 1.980, para brasileiros, e de 90 a 990 dólares para estrangeiros. Os ingressos mais baratos referem-se à meia-entrada para os brasileiros que moram no país e que são estudantes, idosos (acima de 60 anos) ou participantes do programa Bolsa Família. Os mais caros são para assistir à final nas cadeiras do estádio com melhor visão e/ou maior proximidade do campo.
Estádios
Doze estádios foram construídos ou reformados para a Copa do Mundo no Brasil, sendo nove públicos e três particulares. O Maracanã, no Rio de Janeiro, é o estádio com a maior capacidade de espectadores: 73.531, segundo dados da FIFA. A Arena da Baixada, em Curitiba, tem a menor capacidade entre os doze estádios: 41.456 pessoas.
Gastos
A Copa de 2014 é a mais cara da história. De acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU), quase R$ 26 bilhões foram gastos em obras para o evento, cerca de R$ 8,3 bilhões de financiamentos federais, R$ 6,3 bil em recursos diretos federais, R$ 4 bi estaduais, R$ 1 bi municipais e R$ 4 bi de outras fontes. As obras dos estádios custaram R$ 8 bilhões, mais que o valor dos mundiais de 2006 e 2010 juntos.
Protestos
O Governo Federal e a FIFA temem que protestos sejam realizados durante o período de jogos. Em 2013, a população brasileira foi às ruas protestar contra vários temas, sendo a Copa do Mundo um deles. Durante a Copa das Confederações, em junho de 2013, houve protestos na porta de alguns estádios, causando tensão antes dos jogos. A FIFA quer que o Governo tome medidas para que o público não seja impedido de comparecer aos estádios.
População
A maioria da população brasileira é contra a realização da Copa do Mundo de 2014, segundo pesquisa encomendada pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes) ao instituto MDA. Entre os entrevistados, 50,7% não apoiariam a candidatura do Brasil, 26,1% são totalmente a favor e 19,7% defendem parcialmente a realização do evento. A pesquisa também apontou que 85,4% dos entrevistados acreditam que haverá protestos durante a Copa.
Por Adriano Lesme - Graduado em Jornalismo

quarta-feira, 11 de junho de 2014

As Ameaças Que se Transformam em Oportunidade de Marketing: O caso “Gillette”


A história do Marketing moderno está recheada de exemplos de negócios que surgiram a partir de ocorrências eventuais e, por esse motivo, ao analisarem o ambiente em que encontrarão seus futuros produtos – ou serviços – os bons marqueteiros jamais devem deixar de considerar a possibilidade dessas eventualidades.

Oportunidades ou ameaças são decorrentes de fatos pessoais ou provocados por comportamentos inusitados das pessoas em posições de comando. Ou, ainda, da combinação dessas duas forças. Porém, por mais que isso pareça paradoxal, algumas dessas eventualidades são previsíveis.

Sendo assim, as empresas – e seus respectivos marqueteiros – devem aprender a prever eventuais acontecimentos a fim de tentarem tirar proveito das oportunidades que estão embutidas nessas ocorrências, assim como se prevenirem contra os obstáculos que criam.
Talvez o mais famoso caso de prósperos negócios que surgiram a partir dessas situações seja o caso da Gillette, pois foi numa crise – a 1ª Guerra Mundial – e, portanto numa situação de eventualidade, que se iniciou a decadência dos barbeiros e simultaneamente a arrancada dessa marca.

O Sr. King C. Gillette era um vendedor dedicado, embora as pessoas mais próximas o achassem extremamente chato, sempre com o mesmo papo e mania de inventor.
Todas as manhãs, enquanto se barbeava com uma navalhava, ele mantinha diálogos entediantes com o espelho até que, ao observar seu próprio aspecto – barba espessa e abundante – teve um insight. Dias depois inventou o primeiro barbeador com lâminas descartáveis.

Consumada sua invenção ele montou sua primeira fábrica – no andar superior de uma peixaria – na cidade de Boston (EUA) no início de 1908 e, assim que os primeiros produtos foram fabricados, veiculou um pequeno anúncio numa revista e vendeu apenas 51 aparelhos e 168 lâminas.

Em 1913 vendia 13 milhões de lâminas e possuía fábricas nos EUA, Inglaterra e Canadá. Mas, apesar do volume de vendas expressivo para essa época, o ato de se barbear em casa ainda era visto como “coisa de última hora”. Isto é, um “quebra galho”.

Foi nesse momento que o mundo entrou em crise, ingressando numa situação de eventualidade – a Primeira Guerra Mundial. E, durante toda guerra, a Gillette abasteceu as forças armadas com gigantescos carregamentos de lâminas de barbear, as quais eram enviadas aos soldados nos campos de batalha.

Apenas em um único carregamento foram enviados 36 milhões de lâminas, 3 milhões de aparelhos e, quando a guerra terminou, os soldados que retornaram aos seus lares já não queriam mais barbear-se nas barbearias. Tinham mudado de hábitos e o ritual de barbear a si próprio foi definitivamente incorporado aos hábitos diários dos cidadãos. 

Sendo assim, através do impulso de uma situação de eventualidade nascia uma das mais prósperas indústrias do século XX.

Fonte: Julio Cesar S. Santos - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 10 de junho de 2014

O valor está no Capital Humano

Como está o seu Capital Humano ou da sua empresa?

De forma simplificada, esse termo refere-se ao nível de qualificação apresentado por uma pessoa ou organização na hora de empreender seus trabalhos. 

Parece complicado, mas, na realidade, esse conceito está bastante presente na rotina de todos nós.

Observe que quando um profissional ou organização investe em atributos como iniciativa, confiabilidade, persistência, autoliderança, disciplina e criatividade, mostra que está em plena sintonia com a valorização do Capital Humano. O resultado da união desses fatores vejo nas inovações e, consequentemente, no crescimento dos negócios, gerando bem-estar e lucratividade. Mais que isso, quando reunidas, essas habilidades levam ao crescimento autossustentável. Ou seja, quando você aposta no Capital Humano colhe desenvolvimento que leva, inevitavelmente, ao sucesso. 

Hoje, naturalmente, muitos profissionais e empresas já reconhecem a importância desse investimento, mas, a pergunta que faço é: quantos estão realmente dispostos a depositar todos os esforços necessários a esse objetivo?

Onde você investe?
Na hora de direcionar seus investimentos, profissionais e companhias ainda preferem depositá-los nos meios de produção. Isto é, optam por adquirir os melhores computadores e revertem boa parte do lucro à compra dos mais avançados recursos tecnológicos sem perceber que o trabalho em si, ou seja, as aptidões individuais são tão importantes quanto a aparelhagem utilizada.

Evidentemente, adquirir os recursos físicos adequados é importante, mas isso não basta. É preciso ter estímulo e criar condições que possam desenvolver o conhecimento necessário às novas ideias. E, afinal, conceber novas ideias, seja para criar algo a partir do zero ou reinventar e trazer melhorias ao trabalho, sempre foi e sempre será o primeiro passo para o sucesso. Seja um profissional liberal ou uma equipe que se apoie nesse desenvolvimento terá, certamente, mais capacidade para a iniciativa. Poderá detectar, antes dos concorrentes, oportunidades jamais percebidas. Por fim, conseguirá desenvolver os meios para inovar, preencher uma lacuna de mercado e garantir o pioneirismo.

E este é o verdadeiro valorhumano: a capacidade de autocriação que leva à criação. E investir nisso é peça-chave no processo que separa os que se saem bem daqueles que não saem do lugar. Sua responsabilidade Como eu disse, valorizar o Capital Humano significa criar meios para ampliar a qualificação do trabalho realizado, favorecendo as inovações. Empresas que estimulam, consistentemente, o desenvolvimento individual de seus profissionais estão um passo à frente. Da mesma forma, colaboradores efetivamente comprometidos com o próprio desenvolvimento se diferenciam no mercado de trabalho. E só atingem esse ‘patamar’ aqueles que estão dispostos a experimentar e a descobrir; que estão abertos para a possibilidade de assumir riscos e, consequentemente, a responsabilidade por tudo o que possa dar certo ou errado no meio do caminho.

O Autoconhecimento e, consequentemente, a Autoliderança são ferramentas muito eficazes nessa jornada. Quando um profissional reconhece a si mesmo, consegue identificar quais são suas verdadeiras habilidades e interesses. Percebe em que pode ser melhor e, se assim desejar, cria maneiras de eliminar o que considera como pontos fracos. E o faz mesmo que, para isso, precise inicialmente abrir mão de outros aspectos.

Sim, aí está outro ponto bastante importante. Uma pessoa comprometida e disposta, amparada pela capacidade de liderar a si mesmo, cria condições para sua evolução. Diante da vontade de investir num novo tipo de especialização, por exemplo, ela adia seus desejos materiais – como trocar o carro ou viajar – para, antes, financiar seu estudo. E sabe que o resultado dessa decisão se manifestará no futuro, quando terá, primeiramente, a satisfação por subir mais esse degrau e, depois, o devido reconhecimento (inclusive, financeiro) no mercado de trabalho.

Proponho, então que comecemos a implantar uma espécie de inversão de valores. Nós, seres humanos, com todas as nossas imperfeições, fomos os responsáveis pela criação de tudo o que há de mais tecnológico no mundo de hoje. Somos, também, os responsáveis por operar, manusear e aprimorar esses recursos. Eles existem para nos favorecer e não para substituir a nossa capacidade única de reinventá-los a partir da nossa própria reinvenção.
Em outras palavras, o verdadeiro valor está não nas máquinas, mas no cérebro, inventividade e aptidão mental comuns a qualquer ser humano. E investir nesses atributos é a mais antiga receita para o sucesso já conhecida pela humanidade.

Fonte: Heloísa Capelas  http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 9 de junho de 2014

20 Citações Que Vão Mudar Sua Vida Para Melhor

Sempre precisamos de algo para nos motivar, sobretudo em horas de dificuldade. 
Às vezes, somos atropelados pelo corre-corre do cotidiano e nos esquecemos de como viver plenamente. 
Certas citações e discursos podem nos ajudar, em momentos assim, a vencer a inércia e encontrar forças para agir.
Em uma artigo para o site Lifehack, Vikas Kumas reuniu frases famosas que podem instigar você a ir mais além:
1. Quando você deseja o sucesso do mesmo modo que deseja respirar, então você será bem sucedido. – Eric Thomas;
2. Muitas pessoas falham na vida não porque miram muito alto e acabam errando, mas porque elas miram muito baixo e acertam. – Les Brown;
3. As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bom, nem o banho, é por isso que o recomendamos diariamente. – Zig Ziglar;
4. A única coisa entre você e seu objetivo é a história que você sempre usa para não alcançá-lo. – Jordan Belfort;
5. Uma viagem de mil milhas começa com um único passo. –- Lao Tzu;
6. Se você só concordar em fazer o que é fácil, a vida será difícil, mas se você estiver disposto a fazer o que é difícil, a vida será fácil. – T. Harv Eker;
7. Quando cair, caia de costas; porque se você consegue olhar para cima, então pode se levantar. – Les Brown;
8. A aprendizagem não é uma brincadeira de criança; não podemos aprender sem dor. – Aristóteles;
9. Para ter sucesso, seu desejo de sucesso deve ser maior que o medo de falhar. – Bill Cosby;
10. O medo da morte decorre do medo da vida. Um homem que vive plenamente está preparado para morrer a qualquer momento. – Mark Twain;
11. "Lute e lute novamente até que os cordeiros virem leões. – Robin Hood, 2010;
12. Sucesso não é decisivo, fracasso não é fatal: é a coragem para continuar que conta. – Winston Churchil;
13. Se você tem um sonho, não fique apenas sentado. Reúna coragem para acreditar que pode ter sucesso e não deixe pedra sobre pedra até torná-lo realidade. – Roopleen;
14. Há apenas duas maneiras de viver sua vida. Uma é acreditar que nada é um milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre. – Albert Einstein;
15. Dois homens olham através das mesmas barras: um vê o barro e o outro as estrelas. – Frederick Langbridge;
16. Eu não falhei 10 mil vezes. Apenas encontrei 10 mil formas que não funcionam. – Thomas Edison;
17. Contos de fadas são mais que verdadeiros; não porque nos dizem que dragões existem, mas porque eles nos ensinam que dragões podem ser derrotados. – Neil Gaiman;
18. Nunca é tarde demais para ser o que você poderia ter sido. – George Eliot;
19. Faço o que pode, com o que tem, onde estiver. – Theodore Roosevelt;
20. A vida não tem limitações, exceto as que você impõe. – Les Brown.
Se gostou das frases e se de alguma maneira sentiu-se motivado, anote aquelas que mais combinam com você para ler quando estiver para baixo ou quanto os tempos não estiverem tão fáceis (nossa dica é que você releia a terceira citação neste momento).
Copiado: http://www.administradores.com.br/

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Dicas do Que Não se Deve Fazer em Entrevistas

Falar demais ou falar de menos, antes de se preocupar com as expressões que devem ser evitadas você deve saber se expressar na medida certa;


Uso excessivo de “estrangeirismo”, ou seja, palavras estrangeiras — A sabedoria está na simplicidade então evite rechear as suas respostas com termos estrangeiros, somente faça isso se não houver palavra equivalente em português. Não queira parecer mais inteligente do que é;

Vocabulário hermético são aquelas palavras ou termos específicos á determinadas profissões ou nichos. Advogados, médicos e profissionais de TI são especialistas em fazer isso, talvez para parecer mais importantes do que realmente são. Por isso não devem ser usadas quando estiver falando com alguém que não é da área;

Evite gírias e palavrões — Inadmissível. Isso leva a eliminação certa, não significa que deva ser formal ao extremo, mas evite “o meu”, “cara”, “meu peixe” e claro qualquer palavra de baixo calão;

Vícios de linguagem como “tipo assim...”, “né..” isso martela no ouvido da pessoa e a faz desviar a atenção do que você está falando;

Muita intimidade — Não crie intimidade forçada usando termos como: “amor”, “querida (o)”, “amiga (o)”, “flor” etc;

Não corrija o entrevistador — Evite corrigir termos em português ou fatos ditos pelo entrevistador isso pode lhe prejudicar, a não ser que isso faça parte do processo seletivo;

Questionar sobre os benefícios que a empresa oferece é uma gafe a ser evitada, demonstra impaciência e traços mercantilistas caso você seja selecionado isso lhe será informado;

Não seja bajulador, entrevistadores já são vacinados contra isso e cuidado com elogios desnecessários que podem ser mal entendidos ou interpretados;

Não fale mal de pessoas ou empresas passadas, é muito desagradável fazer comentários do tipo “fulana só foi promovida porque é amante do chefe” ou “a minha empresa sonega impostos ou não paga as obrigações trabalhistas”, isso soa fofoca e ressentimento ninguém está interessado nisso;

Cuidados com o gerúndio em excesso, troque “eu estarei fazendo” por “eu fiz” ou “vou fazer” alem de agredir menos o ouvido passa uma sensação de segurança;

“Trabalho melhor sozinho” Lembre-se de que uma das competências mais valorizadas do século XXI é saber trabalhar em equipe;

“A maioria dos problemas acaba se resolvendo sozinhos”. Isso indica falta de pró atividade e conformismo, o certo é demonstrar que você é flexível e preparado para enfrentar problemas e obstáculos imprevisíveis;

Afinal o que sua empresa faz? Entrevistadores afirmam que essa pergunta alem de comum é daquelas que faz estragos. Conhecer a sua futura empresa é mínimo que você deve saber, por isso faça a lição de casa e pesquise o que ela faz e como você pode contribuir se for contratado assim demonstrando que pesquisou sobre o seu ramo de atuação e que tem real interesse na vaga;

Usar discursos “enlatados”, cada processo de entrevista é único, claro que você deve se planejar e treinar as respostas para se sentir mais seguro, mas não existe resposta pronta. Seja você mesmo;

Nunca, em hipótese alguma minta ou invente. Mentira tem perna curta sendo assim cedo ou tarde, mesmo que você passe no processo seletivo sua credibilidade será abalada;

“Estou movendo uma ação contra o meu antigo empregador” Evite falar sobre isso a não ser que lhe seja perguntado e seja o mais direto sobre o assunto;

"Esta é uma boa oportunidade para começar a minha carreira”. Cuidado para não aparentar ao entrevistador que você está lá somente para turbinar a sua carreira e usar o nome da empresa para “abrilhantar” o seu currículo;

Dizer que “não gosta de acordar cedo ou que pediu atestado para participar da entrevista e justificar a falta no trabalho atual”. Ás vezes devido à ânsia de ser aceito pela empresa o candidato fala antes de pensar confundindo a entrevista com bate-papo em mesa do bar;

“Estou passando por uma situação difícil e preciso deste emprego”. Não fale sobre seus problemas pessoais ou de dinheiro, pois passa a imagem negativa de que fará pausas durante o expediente para desabafar seus problemas aos colegas de trabalho, alem de não ter controle financeiro;

Falar muito em suas conquistas usando o “eu”, “eu consegui”, “eu atingi”, “eu resolvi”. As empresas sabem que os resultados não são alcançados por uma única pessoa, mas pela equipe então saiba dizer “nós”;

“Sai da empresa, pois fui traído” Isso pode ser até ser verdade, mas para você se justificar corre o risco de ter que falar mal de outras pessoas;

"Em três anos quero estar no seu lugar ou ser o gerente" Demonstrar ambição e estabelecer metas é sadio, mas na maioria das vezes isso soa como prepotência alem disso três anos é pouco tempo em termos de carreira e a pessoa pode passar a imagem de que os fins justificam os meios;

Não fale sobre política ou religião, caso isso não seja exigência para a vaga, deixe seus posicionamentos políticos e religiosos fora da sala de entrevista;

“Meu maior sonho é ser publicitário em uma agencia de renome”, mas a vaga a qual está sendo entrevistado é para analista financeiro. Que comprometimento o entrevistador imaginará que você irá ter. Cuidado quando a carreira não está alinhada com os seus sonhos;
Começar qualquer frase ou pensamento com “eu acho”, isso demonstra insegurança e falta de confiança, um dos pecados mortais no mundo corporativo;

Quando lhe for perguntado sobre os seus pontos fracos dizer que não sabe, inventar um ou pior ainda responder que não tem é um tiro no pé. Ninguém é perfeito isso só irá minar a sua credibilidade, seja honesto e enumere o que está fazendo para se desenvolver naquele ponto fraco mencionado;

Dizer que está lá para aprender é um clássico. Lembre-se você aprende na escola, na faculdade, em cursos, na empresa você deve mostrar resultados.

Fonte:Roberto Recinella http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Os 5 Ps dos Vendedores Vencedores

Para muitos, ser vendedor é uma arte! E muitos tem me perguntado se o dom das vendas é algo que que nasce conosco ou é algo que pode ser desenvolvido ao longo da vida, permitindo que milhões de vendedores possam se tornar Vendedores Vencedores.
Tenho convicção de que como em outras tantas profissões e carreiras que a combinação de muito estudo e muita experiência prática e que resulta em uma trajetória de sucesso pode sim ser replicada com êxito no nosso apaixonante mundo das vendas. 
Resumidamente: é sim possível transformar-se em um campeão de vendas, ou como digo em meu livro em um Vendedor(a) Vencedor(a), desde que “5 Ps” absolutamente essenciais estejam presentes nesta receita. Vamos a eles:
1. Paixão: como em qualquer outra carreira, a paixão é o ingrediente mais importante para se ter sucesso naquilo que faz. Na ainda estigmatizada área de vendas, que infelizmente não usufrui do devido respeito e admiração de muitos, o que se percebe na prática é que muitos profissionais “estão” vendedores e não “são” vendedores, o  que explica o baixo desejo de aprimoramento contínuo e o de realmente fazer a diferença na vida de que mais importante: na vida dos clientes.
Recorro aqui ao gênio Steve Jobs que nos ensinou como transformar clientes em verdadeiros embaixadores da marca e também como criar dispositivos que até então não haviam sido imaginados por ninguém : “People with passion can change the world for the better” (“Pessoas com paixão podem mudar o mundo para melhor” em tradução livro). É isso mesmo! Vendedores transformam o mundo para melhor e ajudam seus clientes a serem melhores!
Vender é servir! E só serve bem quem é verdadeiramente apaixonado pelo que faz. Paixão por servir aos outros e à sociedade. Paixão por ajudar as pessoas e empresas na resolução de seus problemas e na realização dos seus sonhos. Paixão por Vendas!
2. Preparação: em muitas das palestras que realizo no Brasil inteiro e também em minhas aulas de MBA para jovens e profissionais bastante experientes, uso uma frase célebre de Benjamin Franklin que diz que “A falha na preparação é a preparação para a falha”. E se a preparação já é importante em tudo o que fazemos em nossas vidas, no cada vez mais complexo e exigente mundo das vendas preparação é ainda mais fundamental. E entenda-se por preparação muito, mas muito estudo mesmo!
Vendas é uma área multidisciplinar que exige o conhecimento amplo de diversas áreas de mundo acadêmico e humano: economia, administração, contabilidade, matemática financeira e psicologia dentre outros. E é importante reforçar que neste aspecto ligado à educação formal e informal que vendas não difere em nada de outras carreiras como medicina, direito, engenharia, odontologia e administração onde geralmente os melhores cursos formam os melhores profissionais e outros tantos profissionais se tornam excelentes naquilo que fazem por investirem incansavelmente em seu próprio desenvolvimento pessoal e profissional.
Portanto, estudo é sim fundamental! Estude muito e acima de tudo pratique, pratique e pratique, pois de nada vale aprender muito se não colocar em prática estes ensinamentos para aumentar sua produtividade e suas vendas. Aliás, uma dica para já incrementar sua produtividade a partir de amanhã: selecione ao menos um elemento deste artigo e o coloque em prática imediatamente! Isso fará com que o poder de absorção do que hoje você aprendeu atinja impressionantes 90% versus apenas 10% se você nada fizer pelos próximos 30 dias (Curva do Esquecimento de Ebinghaus).
3. Proatividade: se há algo importante para o tão sonhado sucesso em vendas, este elemento se chama proatividade. Aliás, costumo dizer que nascemos proativos e que o mundo nos torna reativos. Sim, nascemos proativos pois nos arriscamos bastante quando damos os primeiros passos que deixam nossos pais tão orgulhosos por aquela conquista e igualmente preocupados pelos queixos machucados tão característicos desta fase tão maravilhosa.
No entanto, por uma série de fatores que incluem a acomodação e a preguiça de buscarmos sempre mais e a aversão ao risco (que afeta diretamente a nossa capacidade de inovar), muitos de nós nos tornamos reativos e isso é um problema bastante recorrente em vendas. Ser proativo significa antes de qualquer coisa ser um agente de mudança. E a mudança que queremos ver em nossos negócios e em nossas vendas começa conosco mesmo! São características dos(as) vendedores(as) proativos:
  • Perguntam bastante: a sua inquietude e desejo de aprimoramento contínuo o fazem e o tornam mais questionadores sempre buscando perguntas e soluções que o(a) permitam vender mais e melhor e o que é mais importante para entender os reais anseios, expectativas e necessidades dos seus clientes. Vendedores reativos querem somente as respostas;
  • Tem foco em resultado: seu foco é sempre em incrementar a produtividade do seu negócio e da sua empresa (e consequentemente seus rendimentos). Este foco em resultado está também diretamente relacionado a um senso de insatisfação constante com os resultados já produzidos, pois o vendedor vencedor está sempre em busca de algo mais. O profissional reativo é mais focado em ser um simples executor de atividades, fazendo com que seu foco seja muito mais orientado em apenas fazer aquilo o que lhe é pedido.
  • São agentes de mudança: profissionais proativos estão sempre em busca de mudanças que permitam incrementar os resultados da sua Empresa e não se importam em testar métodos e ações novos. Os proativos geralmente são os agentes que promovem as grandes inovações nos processos de vendas das suas empresas. Já os profissionais reativos são meros agentes de execução.
  • São “caçadores” e construtores de imagem positivas: vendedores proativos “vendem” o tempo todo. Pelo amor, paixão e senso pleno de realização  por aquilo que fazem eles prospectam e vendem seus produtos, serviços e ideias literalmente o tempo todo e muitas vezes sem perceber que o estão fazendo. Além disso, os vendedores proativos, apaixonados pelo que fazem e bem preparados acabam construindo uma marca e uma imagem positiva das empresas que representam, pois os clientes tendem a compram marcas e produtos das empresas e pessoas que eles confiam. Do outro lado, os reativos estão sempre esperando que novas oportunidades, novos clientes e novas vendas caiam em seu colo e tendem a colocar a responsabilidade pela geração de novos negócios 100% sobre a empresa que trabalham ou representam.
4. Positividade: sei que parece um tanto quanto simplório apontar a positividade dentre os 5 elementos essenciais de sucesso em vendas. No entanto, pare um pouquinho e pense bastante: dos inúmeros vendedores e vendedoras que você já se relacionou e com os quais ainda se relaciona, quantos deles tem um espírito positivo e aquele desejo genuíno de lhe ajudar que são tão característicos dos Vendedores Vencedores?  
Baseado na minha interação de vida inteira com milhares e milhares de profissionais de vendas (lembrando sempre que ao final do dia somos todos vendedores), posso dizer que são poucos, ou melhor muito poucos, os profissionais que tem uma atitude positiva diante dos seus clientes. Da falta de positividade derivam sérios problemas que afetam organizações dos mais diversos setores e dos mais variados portes e onde merece destaque o atendimento sofrível e absolutamente amador de tantas empresas e profissionais. 
Como é comum sermos atendidos por pseudo-profissionais que não entendem o que fazem (aliás, acredito que “entendimento” é mais importante que “atendimento”) e consequentemente oferecem um atendimento sofrível, que estão mau humorados e que tem uma atitude horrível no momento mais crucial de existência de uma empresa que é o da venda de seus produtos e serviços. Adote sempre uma atitude positiva!!
5. Profundo conhecimento daquilo que fazem: já falei aqui da importância de ter paixão pelo que faz que acaba resultando num processo de preparação constante para obter o tão sonhado sucesso em vendas e que não por acaso forja uma atitude sempre proativa e positiva diante do apaixonante, exigente e profissional mundo das vendas. No entanto, de nada adianta ter tudo isso se você não conhecer profundamente:
  • O seu mercado: seja um exímio conhecedor de todos os desafios, oportunidades, ameaças, concorrentes, e tendências que cercam o seu mercado, pois isso o tornará um profissional que irá gozar de credibilidade e confiança ainda maiores no mercado e o que irá impactar diretamente na melhoria das suas vendas e na produtividade do seu negócio ou empresa;
  • Os seus produtos e serviços (e os dos seu concorrentes também): fico ainda assustado quando percebo o baixo nível de conhecimento de milhares de vendedores sobre os produtos, serviços e benefícios reais daquilo que vendem. E fico ainda mais preocupado quando vejo vendedores que simplesmente ignoram os verdadeiros diferenciais competitivos que tornam os produtos e serviços  que comercializam e que ao final do dia os tornam únicos e muito mais protegidos das ofertas dos concorrentes. Portanto, se você não souber disso tudo, saiba que a responsabilidade de saber não é do seu cliente!
  • As necessidades, expectativas, desejos e sonhos do seu cliente. Se vender é ajudar, quanto mais você ajudar seus clientes, mais dinheiro irá ganhar. Desta forma, é absolutamente fundamental que você conheça profundamente as necessidades, expectativas, desejos e sonhos do seu cliente e do seu público alvo. Para fazer isso, você precisará incrementar suas “habilidades investigativas” através de perguntas bem formuladas e sempre pautadas por uma comunicação correta (o certo é ouvir muito e falar pouco) e estudo minucioso sobre as características e anseios do seu mercado consumidor.
  • O “Por que”: este poderia até ser mais um P por aqui, mas entendo que ele se encaixa perfeitamente no P de profundo conhecimento, pois conhecer o “por que” daquilo que faz facilita o processo de conexão com seu cliente que não compra o “que” e o “como” você faz e sim o “Por que” você faz!  O “por que” está muito ligado à missão e propósito de existência do seu produto e da sua empresa. Por isso, mesmo comece sempre com o “por que”. E por falar em propósito, olha outro P importante aí!
6. Pessoas: sempre digo e defendo como filosofia de vida que um dos elementos mais importantes em vendas é gostar de pessoas, entender as pessoas, servir as pessoas e encantar as pessoas. Portanto, de nada adianta ser um craque em tudo aquilo que cerca o mundo das vendas se você realmente não amar ao próximo! Amar as pessoas é um ingrediente mais que imprescindível na receita que irá te transformar em um(a) Vendedor(a) Vencedor(a)!
Mas, espera aí! O título do artigo de hoje é “Os 5 Ps das Vendedores Vencedores” e você já deve ter notado que compartilhei aqui “6 Ps” ao invés “5 Ps”. O fiz propositalmente, pois outra característica chave que diferencia os Vendedores Vencedores dos vendedores comuns é que eles sempre entregam mais do que prometem!!
Ame aquilo que faz (Paixão)! Prepare-se para o sucesso (Preparação)! Seja sempre proativo/a (Proatividade)! Tenha sempre uma atitude positiva (Positividade)! Conheça seu mercado e seu cliente (Profundo conhecimento). E o mais importante: ame ao próximo (Pessoas)!!
Pense sempre nisso e tenha muito sucesso em sua vida e em suas vendas!! 
Um grande abraço do amigo vendedor!
Por: José Ricardo - http://administradores.com.br/