segunda-feira, 18 de março de 2013

Às Vezes o Problema Está na Solução


Solução, solução, solução... este é o pedido mais freqüente em todas as organizações. E você, tem dado soluções? E se as soluções fossem exatamente as geradoras de mais problemas, o que você faria?

Paradoxalmente, a formulação de soluções pode gerar a maior dor de cabeça e geradora de problemas nas empresas. Mas como pode a solução gerar problemas? Simples, permita-me explicar.

Acontece que dar soluções aos problemas existentes não é e nunca será a “melhor solução”. É fato que o objetivo primordial de uma empresa é a prevenção dos problemas, ou seja, a melhor solução é não ter que dar solução.  

Agora imagine que não se preveniu dos problemas e eles apareceram, logo, você precisa de solução. Oferecer solução aos problemas é algo tão fácil, mas tão fácil, que todos querem dar conselhos, sugestões, recomendações, ideias, entretanto, às vezes, as soluções prescritas são o maior problema.

Pense numa empresa que serve refeições rápidas e com “Buffet” livre, porém, notam que o desperdício de comida está altíssimo, aumentando assim os custos. Mesmo com ótimas vendas a empresa nota que o lucro está indo para a lata do lixo!
Com isso, o dono pede que alguma solução seja dada para reduzir o desperdício ou até mesmo eliminá-lo, sugerindo aumento significativo de salário para quem conseguir solucionar o problema.

Na manhã seguinte, o supervisor traz a solução: “devemos preparar a carne, que é o produto com maior desperdício, na hora em que o cliente terminar de compor seu prato, assim não teremos desperdício”.

Todos, inclusive o dono, aplaudiram o supervisor. Nos meses seguintes, o desperdício de fato diminuiu drasticamente, pois como a carne não era preparada antes, sobrava só o que o cliente deixava no prato, mas, já havia pagado.

Todavia, percebem que as vendas reduziram bem mais que o desperdício. Por quê? Não foi uma solução magnífica? A perda não foi reduzida como se queria? Sim, tudo isso aconteceu.

Agora, num ambiente onde o diferencial era a agilidade ao servir refeições, imagine o que aconteceu com a solução dada pelo supervisor? 
  • Filas e mais filas para aguardar a carne ficar pronta, atrasando todo o processo. Logo, o fluxo de clientes que havia no restaurante reduziu em mais de 50% (caso real).

Exemplos como o descrito existem aos montes.

Daria para escrever um livro sobre “soluções que geraram grandes problemas”, como médicos que prescrevem medicamentos par dor de cabeça, a qual realmente para, porém, o medicamento ataca o estômago do paciente, ou do pedreiro que para solucionar o problema de uma goteira bem em cima do sofá da cliente, tira a telha quebrada, deixa a casa descoberta, vai comprar uma telha nova, enquanto cai um temporal e estraga não só o sofá, mas, o carpe da sala também.

Não basta criar soluções, elas precisam ser as melhores, aquelas que terão o menor impacto negativo ou, é claro, preferencialmente aquelas que gerem resultados positivos.
  • Portanto, cuidado com as soluções que oferece. Ela pode se tornar o maior problema!

Fonte:  Paulo Sérgio BuhrerQualidade Brasil 

sexta-feira, 15 de março de 2013

SEXALESCENTES!!!!!‏


Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, os sexalescentes- é a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.
Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.
Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta, teve uma vida razoavelmente satisfatória.
São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho. Que procuraram e encontraram há muito a atividade de que mais gostavam (ou não) e que com ela ganharam a vida.
Talvez seja por isso que se sentem realizados... 
Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia sem medo do ócio ou  solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabe bem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5.º andar....
Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a mulher tem um papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar.
Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu sobre o que na realidade queria.
Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas... Mas cada uma fez o que quis ou e melhor possível: reconheçamos que não foi fácil, e no entanto continuam a fazê-lo todos os dias.

Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.
Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta/setenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe  e até se esquecem do velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.
De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil e quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.
Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos.
Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota, e parte para outra...
... Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um terno Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo.Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.
Hoje, as pessoas na década dos sessenta, como tem sido seu costume ao longo da sua vida, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são.Hoje estão de boa saúde, física e mental,recordam ajuventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.
Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...
Talvez por alguma secreta razão que só sabem e saberão os que chegam aos 60/70 no século XXI!
Autor Desconhecido
Contribuição - Ana Lígia Monteiro Oliveira

Diagrama de Ishikawa: Razões e Benefícios


O Diagrama de Ishikawa é considerada uma das ferramentas da Qualidade  é uma representação gráfica que nos possibilita organizar informações, auxiliando na identificação das possíveis causas de um determinado problema (efeito).

Você deve utilizar quando necessário identificando todas as possíveis causas que contribuem para o problema (efeito) no processo. 
  •  O Diagrama de Ishikawa criado pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943.

Através de uma representação gráfica de uma espinha de peixe, podemos identificar as causas mais prováveis e posteriormente selecionamos para uma análise mais completa, considerando os fatos que mudaram tais como desvios, eliminando as causas e não o sintoma identificado do problema.

5 passos para aplicação do Diagrama de Ishikawa
  • Definir o problema sob estudo;
  • Criar a espinha de peixe identificando o problema (efeito) analisado;
  • Identificar as causas mais prováveis do problema (efeito), utilizando para esta avaliação o trabalho do grupo como pesquisa de campo, classificando pelo grau de criticidade identificado pelo Gráfico de Pareto;
  • Relacionar cada problema (efeito) para uma espinha de peixe;
  • Analisar estas causas e planejar ações.
Razões para utilizar o Diagrama de ishikawa
  • Identificação das causas e seus problemas;
  • Organização das causas potenciais;
  • Indicação dos relacionamentos das causas;
  • Redução da tendência de procura da causa verdadeira.
Benefícios para aplicação do Diagrama de ishikawa
  • Auxilio nos objetivos de aperfeicoamento dos processos;
  • Registro visual para posterior visualização e análise.
Esta ferramenta facilita o estudo e identificação da causa que gera o efeito, tornando-se o início de um trabalho que origina a ação, Portanto envolva toda a equipe deste processo para melhor aproveitamento deste estudo, a sua aplicação poderá ser mais ampla conforme a necessidade do estudo a ser aplicado.


Fonte:Zafenate Desidério http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 14 de março de 2013

Saiba Como Fazer Uma Análise SWOT


Existem várias ferramentas que servem de auxílio na hora de planejar os passos do presente e do futuro da companhia. Uma delas é a Análise Swot, que é utilizada durante a realização do planejamento estratégico para auxiliar na compreensão do cenário em que se encontra a companhia


Planejamento. 
Para que uma empresa consiga estipular e atingir suas metas de visibilidade, crescimento, produção e aumento de lucros, é necessário analisar diversas variáveis que, de modo direto ou indireto, estão ligadas a essa palavra e podem contribuir para a evolução e o desempenho de um negócio. 
Existem várias ferramentas que servem de auxílio na hora de planejar os passos do presente e do futuro da companhia. Uma delas é a Análise Swot, que é utilizada durante a realização do planejamento estratégico para auxiliar na compreensão do cenário em que se encontra a companhia.
  • A palavra Swot é uma sigla em inglês originária das palavras Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats) e dá nome a uma matriz que facilita a visualização destas quatro características, que são inerentes aos mais variados tipos de empresas.

Através desses dados, é possível ter uma maior noção dos pontos fracos e fortes, do cenário em que a empresa está inserida, além de servir como auxílio para que profissionais e empresários fiquem atentos ao movimento do mercado. 
Confira abaixo o passo a passo para a realização da Análise Swot.

1 – Divida o cenário empresarial em duas partes

Com o objetivo de entender melhor o cenário em que a empresa está inserida, é necessário dividi-lo em ambiente externo (variáveis que afetam a empresa de fora para dentro) e ambiente interno (variáveis que partem da companhia, de dentro para fora).

2 – Defina o ambiente interno

No ambiente interno, é necessário determinar as forças e fraquezas de uma companhia em comparação com outras empresas do mesmo ramo de atuação. 
Tais variáveis são determinadas por meio do próprio contexto da companhia, das ações realizadas, e devem ser sanadas pelos líderes e suas equipes. 
Por exemplo, as forças e fraquezas podem ser medidas diante da quantidade e qualidade de recursos de uma empresa em face aos concorrentes, como mão de obra qualificada e receita.

3 – Determine o ambiente externo

As oportunidades e ameaças estão dentro do chamado ambiente externo. Elas variam de acordo com o mercado em que o empreendimento está inserido. 
Por exemplo, uma oportunidade para uma empresa é o crescimento do setor do qual faz parte e o surgimento de novos nichos de consumidores. Já as ameaças podem ser a expansão ou o lançamento de novas tecnologias por uma concorrente do mesmo segmento.

4 – Coloque os dados em formato de diagrama

Determinados os dados do ambiente interno e do ambiente externo, colocam-se as informações numa tabela 2x2, com duas colunas e duas linhas. 
Confira abaixo um exemplo do diagrama Swot:

Pontos fortesPontos Fracos
Ambiente internoS
Forças
W
Fraquezas
Ambiente externoO
Oportunidades
T
Ameaças

5 – Analise o cenário encontrado

A análise Swot ajuda a ter clareza do negócio, possibilitando que se identifiquem quais pontos fortes explorar e quais pontos a trabalhar no âmbito de toda a gestão empresarial. 
Essa ferramenta ajuda a determinar a posição atual da empresa e antecipar o futuro, visando as oportunidades e precavendo as ameaças.
Por: http://www.administradores.com.br - Bernardo Gussen (sócio da BC Office) e Ana Paula Lobato (proprietária da Anpla Comunicação).

quarta-feira, 13 de março de 2013

O Puxa-Saquismo Corporativo


Os bajuladores brotam em todos os lugares nos quais há relações de poder e, por conseguinte, um chefe a ser paparicado. Imagine então o que ocorre num país onde há uma cultura altamente hierarquizada e que valoriza a subserviência? É por isto que eles são tão comuns nas empresas brasileiras.
  • Existem, por exemplo, os puxa-sacos profissionais. Gente que investe boa parte do seu tempo na construção de laços de confiança com quem está no topo e que têm a capacidade de influenciar decisões estratégicas – para o bem ou para o mal – em decorrência de seus passos meticulosamente articulados, inteligentes e sutis.
  • E também há os puxa-sacos sem-noção. Pessoas que escancaram a bajulação por quem está no poder com atitudes de gosto duvidoso e visando encobrir seu medíocre desempenho. É o caso daquele colega que adula o chefe, o elogia sempre que pode e é o primeiro a rir das piadas sem graça do gestor só para manter um via aberta com ele. Portanto, o sem-noção é alguém cujas condutas servis pouco interferem nos rumos da organização e que, no máximo, acaba sendo a própria piada. 
  • Bem diferente do puxa-saco profissional, que não dá ponto sem nó e desenvolveu ao longo do tempo uma capacidade tremenda de “ler” os comportamentos de quem pretende paparicar a fim de agradá-lo. Assim, se o chefe fica no escritório até mais tarde, pode ter certeza de que o adulador também permanecerá e, ainda por cima, se for um sem-noção, irá postar uma foto no Facebook – com o chefe ao fundo, é claro – e uma frase do tipo: “Como é bom trabalhar numa empresa na qual somos valorizados”. 


No entanto, se alguns puxa-sacos fazem de tudo para externalizar demonstrações de intimidade com o alto staff tendo por propósito construírem uma reputação de poderio informal, geralmente não gostam nem um pouco do isolamento e da falta de cooperação que o próprio time de colaboradores trata de implantar ao reconhecê-los como os “queridinhos do chefe” ou “espiões do pessoal lá de cima”. 



Por outro lado, é preciso ter em mente que alguns gestos de atenção com a chefia direta não podem ser encarados como puxa-saquismo. Parabenizar o chefe na data do aniversário dele, por exemplo, não é lambidela e sim um sinal de respeito com outro ser humano. Como também não é adulador o profissional proativo que atuou preventivamente e sem que ninguém lhe dissesse o que deveria fazer. 



Com relação às empresas, o nível de babação apresenta variações por causa de alguns fatores. Por exemplo, a postura do gestor. Se você conferir uma atenção maior àqueles que têm por hábito elogiá-lo ou promover apenas os colaboradores que sempre estiveram dentro do seu círculo de confiança, é bem provável que angariará um corja de baba-ovos em pouco tempo. 



cultura organizacional é outro fator-chave. Quando o acesso à alta administração é restrito e a comunicação interna demonstra ser ineficiente, alguns profissionais veem a adulação como meio de sobrevivência. O mesmo ocorre nas companhias que incentivam disputas pelo poder e veem a competitividade entre áreas como um estímulo à alta performance. Geralmente as mesmas companhias nas quais as promoções de pessoal e os aumentos salariais são motivados pelos conchavos e não como resultado de justas avaliações de desempenho. 



Se você quiser extirpar o puxa-saquismo da sua empresa só existe um caminho: implante a meritocracia. Valorize as pessoas que conferem significativas contribuições ao negócio e não as relações de poder que elas mantêm entre si. Passe a remunerá-las pela competência que apresentam em vez de valorizar apenas a pseudo-fidelidade que mantém com a sua empresa. 


E, por fim, pratique uma atitude bastante simples: agradeça quem o confronta e passe a cobrar mais daqueles que sempre concordam contigo.


Fonte: Wellington Moreira  - http://www.qualidadebrasil.com.br

A Magia de Ser Mulher


O ser humano precisa observar com maior generosidade, os sentimentos de ternura que envolve o coração, ao reconhecer e valorizar o poder mágico de uma mulher. 

Estão presentes no comportamento feminino lições de bondade, polivalência, superação e segredos unicamente maternais, que expressam a beleza de viver, sem deixar jamais de abandonar os exercícios de amar e perdoar.

Diante da expressiva competitividade apresentada pelo mercado de trabalho, a mulher apresenta determinação e polivalência para superar desafios, por meio da aceitação das rápidas transformações geradas pelo progresso tecnológico e da expansão nos mais diversos segmentos profissionais.

O estilo feminino de ser demonstra que a mulher é sensível, cautelosa e persistente, bem como, utiliza de suas competências para superar desafios pessoais, profissionais e emocionais. 

Indiferente da classe social, a mulher é uma batalhadora. 
  • Mesmo em situações de baixo astral, administra as emoções de modo a buscar liberá-las, quase sempre na hora correta e da forma mais adequada, para servir com solidariedade e dedicação. 
  • Chora escondida, para não revelar suas fraquezas, mas busca conhecer suas falhas, aprender como lidar e manter a harmonia aliada ao bem estar. 
  • Verdadeira heroína, diariamente é capaz de encarar o trabalho, não como uma obrigação, mas como uma opção de desenvolvimento humano e valorização da própria autoestima.


Lembre que você, somente está lendo este texto, porque uma mulher aceitou ser mãe e consequentemente, ser uma anfitriã do amor. Tenhamos a generosidade de reconhecer, dia 08 de março, todo o esforço daquela que um dia, aceitou receber você em seu ventre para gerar a luz, revelando a magia de ser mulher.

Que tenhamos a humildade de perceber a importância da mulher em nossa vida, com respeito às conquistas do passado... Afeição à mulher do presente... Confiança na mulher do futuro. 


Fonte: Dalmir Sant’Anna -  http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 12 de março de 2013

"Pérolas" do RH... (Humor)


O departamento de Recursos Humanos-RH, é o responsável pela contratação, demissão e pagamento de funcionários das empresas.

O RH é um dos mais importantes departamentos de uma empresa.

Veja algumas respostas reais dadas por candidatos a emprego, extraídas daRevista Exame, que recebi por e-mail da minha japonesa predileta (Kemi).

Respostas reais dadas por candidatos a emprego, extraídas da Revista Exame. 
 Respostas Reais 

Entrevistador – Você tem algum e-mail para contato? 
Candidata - Sim, anota ai: gostosinha_da_zonaleste@hotmail.com  
  
Entrevistador – Como você está na questão das línguas estrangeiras? 
Candidato – Tenho português básico.  
  
Entrevistador – Qual curso universitário você deseja fazer? 
Candidato – Ah, to pensando em Nutricionismo, Letras ou Engenharia. 
Entrevistador - Então, você está construindo um networking? 
Candidato - Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador. 

Entrevistador - Como você administra a pressão? 
Candidato - Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8

Entrevistador - Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato - O senhor poderia repetir a pergunta? 

Entrevistador - Como você se sente trabalhando em equipe? 
Candidato - Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem. 

Entrevistador - Como você se definiria em termos de flexibilidade? 
Candidato - Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca. 

Entrevistador - Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos. 
Candidato - Que ótimo. E já conseguiram prender algum? 

Entrevistador - Vejo que você demonstra uma tendência para discordar. 
Candidato - Muito pelo contrário..

Entrevistador - Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato - Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança. 

Entrevistador - Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato - É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho. 
Entrevistador - E qual é a sua idade? 
Candidato - Com óculos ou sem óculos? 

Entrevistador - Quais seriam seus pontos fracos? 
Candidato - Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol. 

Entrevistador - Há alguma pergunta que você queria me fazer? 
Candidato - Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado? 

Entrevistador - Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo? 
Candidato - Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho. 

Entrevistador - Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho? 
Candidato - Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia. 

Entrevistador - Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes. 
Candidato - Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.

Entrevistador - Quando digo 'Sucesso', qual a primeira palavra que lhe vem à mente? 
Candidato - Pode ser duas palavras? 
Entrevistador - Pode.
Candidato - Milho. Nário.

Fonte: Revista Exame. 
Colaboração - Jose Roberto Cavalcante

segunda-feira, 11 de março de 2013

Microfranquias


As microfranquias respondem por 5% do setor de franchising, sendo que a velocidade do crescimento das microfranquias no mercado é espantosa, com um ritmo de 25% ao ano.
A vantagem das microfranquias é que se pode investir no segmento sem que seja necessário um alto investimento, ou seja, mesmo contando com uma pequena poupança é possível investir em uma microfranquia.
As microfranquias têm valores mínimos para investimento que variam entre R$5 a R$100 mil reais. O diferencial das pequenas franquias não é só o investimento baixo, mas também a qualidade de serviços prestados.
A maioria das microfranquias são empresas que prestam algum tipo de serviço e que buscam qualidade nos serviços oferecidos.

  • O mercado de microfranquias

As microfranquias nos últimos anos têm contribuído de forma dinâmica e eficiente para o desenvolvimento econômico, gerando empregos, possibilitando o crescimento doempreendedorismo entre jovens e mulheres, ou seja, o crescimento do setor de microfranquias só traz benefícios.
Diante disso, até a própria política econômica trabalha em favor das microfranquias, por isso o governo estuda mais acesso ao crédito para microfranquias, sabendo que o setor possui estrutura suficiente para receber ajuda financeira e expandir mais ainda as possibilidades do setor.
A ABF – Associação Brasileira de Franchising já trabalha com comitê especial para tratar de assuntos referentes à microfranquias. O comitê tem as funções de assessorar as redes de microfranquias, promover debates, estudos e pesquisas e ainda a função de obter informações que sejam precisas sobre microfranquias.
Faz ainda o levantamento de um banco de oportunidades e de pesquisas, análise do mercado e a função crucial de aproximar governo, bancos e microfranquias.

  • Características da microfranquias

As características das microfranquias é que elas são organizadas para ter sucesso e para prestar serviços com alta qualidade, e para isso, trabalham de forma padronizada. Os funcionários devem se apresentar sempre uniformizados, o local de atendimento é sempre limpo e decorado de forma padronizada.
Muitos investidores estão apostando nas microfranquias também porque as exigências para aceitação do franqueado serem menos rígidas. Essa característica faz com que sejam incluídos nos sistemas das redes de microfranquias novos franqueados que são pessoas da classe C, ex-empregados ou trabalhadores autônomos que têm experiência no ramo da franquia escolhida e agora desejam investir no próprio negócio.
As microfranquias atendem as necessidades e limitações dos franqueados, com vários modelos de negócios e formatos de empresas. Algumas microfranquias podem funcionar em quiosques, home based e em pequenos espaços, o que faz com que o sistema de franquias seja mais flexível e acessível.

  • Onde procurar microfranquias

As microfranquias podem ser encontradas em sites das principais redes de franquias. Algumas redes de franquias são responsáveis por diversas empresas e marcas. Um exemplo é a Angels que é uma franquia com empresas responsáveis por serviços de cuidados com crianças e de idosos.
Outra rede de franquias trabalham no segmento de pequenos serviços na área de construção civil, serviços para educação e outros.
O importante é que essas redes de microfranquias têm como semelhança um modelo de negócio rentável e poder suficiente para promover inclusão social.

  • Redes de microfranquias

As redes de franquias são similares quanto à missão e função, pois de uma forma geral, as franqueadoras têm as funções essenciais de divulgar e vender franquias, implantar as franquias com todo o suporte e de forma eficiente e ainda fazer com que a marca conquiste uma posição de mercado consolidada.
Alguns exemplos de microfranquias que possuem uma estrutura e plataforma gerencial eficiente são as redes de microfranquias abaixo:
Home Angels é uma rede de franquias para cuidados com idosos. A rede surgiu para aproveitar a oportunidade de mercado cada vez mais crescente, mas apesar de estar aquecido e possuir demanda, o setor de cuidados com idosos é competitivo e exige qualidade para atuação, com um eficiente modelo de negócios para que seja competitivo no mercado.
A franquia Home Angels é uma franquia de renome no mercado e possui conceito, método e caminhos orientados para que os empreendedores alcancem sucesso.
Os serviços oferecidos pela franquia Home Angels são serviços de cuidadores de idosos, recuperação da saúde, necessidades especiais, limitações físicas, cuidados pós-parto e outros serviços.
A Home Angels é uma franquia da rede Zaiom. A Zaiom tem conta também com as franquias: Doutor Faz Tudo, Amigo Computador, Doutor Jardim e outras. As microfranquias da rede Zaiom são franquias voltadas para serviços que atendem necessidades diversas e que proporcionam sucesso profissional e bons rendimentos.
A vantagem do sistema de franquias da rede Zaiom é que o modelo de negócios possui capacidade suficiente para receber novos investimentos, mesmo que o investimento inicial não passe de 30 mil reais e assim, mantém a mesma qualidade e apoio gerencial que a rede de franquias proporciona a todos os seus franqueados.
Os interessados em abrir uma franquia devem participar de um processo seletivo que conta com ficha de inscrição online, entrevista, escolha da localização, COF – Circular de Oferta de Franquia, contrato, treinamento inicial e abertura.
O processo é rápido e a rede de franquia ainda oferece manual de operação, materiais administrativos e também publicitários, que são exclusivos, treinamento, metodologia de operação, site personalizado, fundo de propaganda, constante suporte operacional, sistema gerencial via intranet e outros.
Os clientes da rede de franquias Zaiom são residências, escritórios e pessoas jurídicas em geral.

  • Evitar erros na hora de abrir microfranquias

Abrir uma franquia é um investimento em que as chances de continuidade do negócio são de até 70%, ou seja, na maioria dos casos o que ocorre é que os franqueados conseguem não só recuperar o valor investido, como também dar continuidade a um negócio de sucesso.
Segundo pesquisas, devido ao modelo de negócios das franquias que recebem relativo apoio gerencial, a taxa de falência costuma ser mais baixo que de outros empreendimentos. Mesmo com essa estatística, abrir uma franquia também representa riscos e por isso, pede cuidado redobrado.
  • Abrir uma microfranquia também é um desafio, pois mesmo que o investimento seja baixo, os erros cometidos levarão a prejuízos da mesma forma que acontece com os empreendimentos de maior valor inicial, e mesmo que as microfranquias esbarrem em detalhes, tais detalhes podem custar a sobrevivência do negócio. Um exemplo disso é a escolha errada da localização e um mal atendimento.

O importante é que o empreendedor tenha em mente que as franquias não representam um investimento em que o sucesso virá por si só. Ao contrário, uma microfranquia também exige estratégia e competência gerencial; a escolha do negócio deve refletir os desejos profissionais dos empreendedores, exercendo uma atividade em que haja afinidade, experiência profissional ou a motivação de buscar conhecimentos maiores sobre esta atividade.
Ou seja, para que dê certo é necessário investir não só capital, mas tempo, dedicação e estudos. É como o início de uma nova etapa na vida do empreendedor.

  • Escolha da localização para a microfranquia

Antes de escolher uma localização para a microfranquia não se esqueça de pesquisar o bairro, o público que frequenta aquele local, qual o potencial consumidor naquele local. Não somente a movimentação e potencial de consumo devem ser pesquisados, como também segurança local, concorrência, acesso e outros. E saber se no local existe o público-alvo pretendido pelo negócio.

  • Gestão do fluxo de caixa

Para evitar riscos é bom que se tenha um capital de giro maior do que o recomendado. É necessário então que o franqueado tenha autonomia para realizar o planejamento financeiro de acordo com a própria realidade da unidade, ou seja, os cálculos de fluxo de caixa e capital de giro são essenciais para manter uma gestão financeira saudável e assim solucionar imprevistos com menos riscos financeiros.
O capital de giro deve ser estratégico e fazer com que o planejamento operacional e tático atenda a gestão e ainda possibilite crescimento.

  • Metas e objetivos concretos

As vendas de produtos e serviços devem ser planejadas com antecedência de forma a terem um plano de previsão de vendas, considerando cada detalhe e relacionamento com os clientes e avaliando produtos, serviços, atendimento, qualidade, e tangíveis que são os aspectos materiais como espaço físico, conforto e outros.

  • Conte com auxílio profissional

Não fique sozinho no caminho, conte com ajuda profissional, com orientação, apoio gerencial e consultoria prestada pela rede de franquias. Busque auxílio de forma independente participando de cursos, exposições, eventos voltados para a atividade e outros.
Transcrito do Site: http://www.novonegocio.com.br/